Questões de Concurso Comentadas sobre português
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Chuvas no Rio Grande do Sul devastam o Estado, provocando mortes e o deslocamento de populações
Pedro Luiz Côrtes, da USP, aponta três motivos para a tragédia: frentes frias, umidade oceânica e uma barreira de alta pressão. Governo federal suspende restrições legais para a reconstrução
Jornal da USP no Ar Texto:
Redação
“É um desastre que se colocaria, sem exagero, no rol de um grande terremoto”, disse ao Jornal da USP o professor Pedro Luiz Côrtes, do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo. “As enchentes afetam o Estado de formas tão abrangentes e intensas que é possível fazer essa comparação”, acrescenta.
“A necessidade de reconstrução é praticamente total, porque todos os principais recursos de que o Estado e a população podem dispor foram comprometidos no seu todo ou em grande parte”, aponta Côrtes. Acomeçar pela infraestrutura do transporte. Na sua visão, além da dificuldade de locomoção, evacuação dos locais e resgate de vítimas, a segurança alimentar e energética são dificuldades consequentes. Sem meios de levar comida e energia, a fome, a distribuição de combustível e a impossibilidade de recuperar a rede elétrica se tornam problemas também.
Para Côrtes, a saúde é mais um ponto preocupante de atenção. “Mesmo as cidades que não tiveram o fornecimento de água comprometido, mas que sofreram com alagamentos, podem ter contaminação das redes de distribuição de água. Infelizmente, isso pode ampliar as doenças de veiculação hídrica, como é o caso da hepatite e da leptospirose, por exemplo”. Não havia enchentes da grandeza da ocorrida na semana passada no Rio Grande do Sul desde 1941, que na época registrou picos de 4,76 metros. A da semana passada atingiu 5,31 metros.
Chuvas no Rio Grande do Sul devastam o Estado, provocando mortes e o deslocamento de populações
Pedro Luiz Côrtes, da USP, aponta três motivos para a tragédia: frentes frias, umidade oceânica e uma barreira de alta pressão. Governo federal suspende restrições legais para a reconstrução
Jornal da USP no Ar Texto:
Redação
“É um desastre que se colocaria, sem exagero, no rol de um grande terremoto”, disse ao Jornal da USP o professor Pedro Luiz Côrtes, do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo. “As enchentes afetam o Estado de formas tão abrangentes e intensas que é possível fazer essa comparação”, acrescenta.
“A necessidade de reconstrução é praticamente total, porque todos os principais recursos de que o Estado e a população podem dispor foram comprometidos no seu todo ou em grande parte”, aponta Côrtes. Acomeçar pela infraestrutura do transporte. Na sua visão, além da dificuldade de locomoção, evacuação dos locais e resgate de vítimas, a segurança alimentar e energética são dificuldades consequentes. Sem meios de levar comida e energia, a fome, a distribuição de combustível e a impossibilidade de recuperar a rede elétrica se tornam problemas também.
Para Côrtes, a saúde é mais um ponto preocupante de atenção. “Mesmo as cidades que não tiveram o fornecimento de água comprometido, mas que sofreram com alagamentos, podem ter contaminação das redes de distribuição de água. Infelizmente, isso pode ampliar as doenças de veiculação hídrica, como é o caso da hepatite e da leptospirose, por exemplo”. Não havia enchentes da grandeza da ocorrida na semana passada no Rio Grande do Sul desde 1941, que na época registrou picos de 4,76 metros. A da semana passada atingiu 5,31 metros.
INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo e responda à questão.
Preços de carne bovina caem no mercado internacional e impulsionam exportações em janeiro, diz associação
A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) informou que as exportações totais de carne bovina do Brasil aumentaram 28% em janeiro de 2024 em função da queda de preços no mercado internacional. De acordo com a entidade, os preços médios desses produtos caíram 14,16% no primeiro mês do ano.
De acordo com a associação, os preços médios caíram de US$ 4.630 por tonelada em janeiro de 2023 para US$ 3.954 por tonelada em janeiro de 2024. A receita total no mês chegou a US$ 930,6 milhões contra US$ 851,1 milhões em janeiro do ano passado, num crescimento de 9,3%.
O volume exportado quase dobrou em janeiro. Segundo os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), que foram compilados pela Abrafrigo, a movimentação passou de 183.817 toneladas em 2023 para 235.341 toneladas no primeiro mês de 2024.
(Disponível em:
https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/precos-decarne-bovina-caem-no-mercado-internacional-e-impulsionaexportacoes-em-janeiro-diz-associacao/).
INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo e responda à questão.
Preços de carne bovina caem no mercado internacional e impulsionam exportações em janeiro, diz associação
A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) informou que as exportações totais de carne bovina do Brasil aumentaram 28% em janeiro de 2024 em função da queda de preços no mercado internacional. De acordo com a entidade, os preços médios desses produtos caíram 14,16% no primeiro mês do ano.
De acordo com a associação, os preços médios caíram de US$ 4.630 por tonelada em janeiro de 2023 para US$ 3.954 por tonelada em janeiro de 2024. A receita total no mês chegou a US$ 930,6 milhões contra US$ 851,1 milhões em janeiro do ano passado, num crescimento de 9,3%.
O volume exportado quase dobrou em janeiro. Segundo os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), que foram compilados pela Abrafrigo, a movimentação passou de 183.817 toneladas em 2023 para 235.341 toneladas no primeiro mês de 2024.
(Disponível em:
https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/precos-decarne-bovina-caem-no-mercado-internacional-e-impulsionaexportacoes-em-janeiro-diz-associacao/).
INSTRUÇÃO: Leia o trecho do poema Procura da Poesia, de Carlos Drummond de Andrade, e responda à questão.
“[...] Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço. [...]”
(Trecho do poema Procura da poesia, de Carlos
Drummond de Andrade.
Disponível em: https://wp.ufpel.edu.br/aulusmm/2016/10/04/procurada-poesia-carlos-drummond-de-andrade/).
INSTRUÇÃO: Leia o trecho do poema Procura da Poesia, de Carlos Drummond de Andrade, e responda à questão.
“[...] Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço. [...]”
(Trecho do poema Procura da poesia, de Carlos
Drummond de Andrade.
Disponível em: https://wp.ufpel.edu.br/aulusmm/2016/10/04/procurada-poesia-carlos-drummond-de-andrade/).
INSTRUÇÃO: Leia o trecho do poema Procura da Poesia, de Carlos Drummond de Andrade, e responda à questão.
“[...] Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço. [...]”
(Trecho do poema Procura da poesia, de Carlos
Drummond de Andrade.
Disponível em: https://wp.ufpel.edu.br/aulusmm/2016/10/04/procurada-poesia-carlos-drummond-de-andrade/).
INSTRUÇÃO: Leia o trecho do poema Procura da Poesia, de Carlos Drummond de Andrade, e responda à questão.
“[...] Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço. [...]”
(Trecho do poema Procura da poesia, de Carlos
Drummond de Andrade.
Disponível em: https://wp.ufpel.edu.br/aulusmm/2016/10/04/procurada-poesia-carlos-drummond-de-andrade/).
Preencha a lacuna acima:
I – O verbo indica é um verbo transitivo indireto.
II – Quando é morfologicamente um advérbio
III – Esse é pronome demonstrativo.
Está correto o que se afirma em
I – A temperatura padrão do corpo humano levaria à exaustão.
II – A temperatura apenas febril corre risco de morte.
III – A insolação é causada por temperaturas elevadas.
Está correto o que afirma em