Questões de Concurso Comentadas sobre português
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I – Um terremoto de magnitude 6,6 é o sujeito da oração
II – Atingiu é um verbo intransitivo.
III – No interior do Acre é predicado nominal
IV – A oração é um período simples.
Está inverídico o que se afirma em
( ) As comunicações entre as espécies podem se dar das mais diversas formas, desde através da comunicação sonora, até a questão de odores (cheiro)/ olfativas, comunicação visual através de cores e outras formas de mimetismo, situações gustativas e outras formas mais utilizadas na natureza.
( ) Com relação à comunicação humana, percebe-se que ela tem evoluído muito nos últimos milênios. Saímos de comunicações simples através de sons guturais e desenhos rupestres, até o simbolismo moderno das equações matemáticas/físicas, entre outras.
( ) A história da comunicação está ligada à própria evolução do ser humano, e tem se tornado cada vez mais complexa neste mundo “antenado” com as tecnologias virtuais e de internet.
( ) Das comunicações líricas das épocas clássicas, do linguajar erudito versus as formas populares, do “vixe” ao mais elaborado discurso, são formas de comunicação entre os seres humanos .
Assinale a alternativa que traz a sequência CORRETA
I – Os portugueses é o sujeito da oração.
II – Cortar e vender são o núcleo do sujeito
III – O predicado dessa oração é nominal.
Está correto o que se afirma em:
( ) As Grandes Navegações são as responsáveis pelo desflorestamento do Brasil desde o século XVII.
( ) O ecoturismo e a extração vegetal são medidas positivas para o meio ambiente.
( ) O meio ambiente vem sendo lesado pelo processo de reflorestamento.
Assinale a sequência correta
Instrução: Leia a frase de Clarice Lispector e responda à questão.
“Liberdade é pouco. O que desejo ainda não tem nome.”
(Clarice Lispector)
Instrução: Leia a frase de Clarice Lispector e responda à questão.
“Liberdade é pouco. O que desejo ainda não tem nome.”
(Clarice Lispector)
Instrução: Leia o trecho da canção Boiadeira, de Ana Castela, e responda à questão.
A maquiagem dela agora é poeira
A patricinha virou boiadeira.
Largou o vinho pra tomar cerveja
A patricinha virou boiadeira.
(Disponível em: https://www.letras.mus.br/ana-castela/boiadeira/).
Instrução: Leia o trecho da canção Boiadeira, de Ana Castela, e responda à questão.
A maquiagem dela agora é poeira
A patricinha virou boiadeira.
Largou o vinho pra tomar cerveja
A patricinha virou boiadeira.
(Disponível em: https://www.letras.mus.br/ana-castela/boiadeira/).
Com relação à morfologia da língua portuguesa, analise as assertivas:
I – As letras rg da palavra largou é um encontro consonantal perfeito.
II – Dela é um pronome possessivo.
III – O verbo tomar está no presente do indicativo.
IV – A letra A usada no início das duas primeiras frases é um artigo definido.
Está correto o que se afirma em:
Instrução: Leia o trecho da canção Boiadeira, de Ana Castela, e responda à questão.
A maquiagem dela agora é poeira
A patricinha virou boiadeira.
Largou o vinho pra tomar cerveja
A patricinha virou boiadeira.
(Disponível em: https://www.letras.mus.br/ana-castela/boiadeira/).
As chuvas que castigaram o Rio Grande do Sul nos últimos dias causaram uma tragédia com 95 mortos, 131 desaparecidos e 159 mil desabrigados em 401 municípios (dados de 07/05) e deram origem a uma corrente nacional de solidariedade aos atingidos. Além das pessoas atingidas o custo para a economia do estado também é altíssimo. Segundo informações do governo Federal já foi destinado mais de R$ 1,5 bilhão para o Rio Grande do Sul, valor destinado para saúde, adiantamento de benefícios sociais, auxílio aos desabrigados, garantia de alimentos e energia e o presidente Lula foi pessoalmente avaliar a situação.
Além do governo a população brasileira também se mobiliza e inúmeras campanhas de arrecadação de mantimentos e roupas para os desabrigados estão em curso nos mais diversos locais do Brasil. Em sintonia com estas medidas a Revista Pirralha e seus artistas elaboraram desenhos que fazem pensar e despertam a solidariedade para com as vítimas.
Redação
Revista Pirralha
Parte da tragédia no Rio Grande do Sul foi causada por ação humana
Entre as ações, pesquisador cita construções em áreas de alagamento
Por Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro
Parte da tragédia que atingiu 446 municípios gaúchos foi causada pela ação do homem, que construiu em locais onde não deveria construir, em áreas de alagamento, e não fez as manutenções corretas nos diques de contenção e nas barreiras anti-alagamento.
A avaliação é do professor Roberto Reis, do Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Evolução da Biodiversidade da Escola de Ciências da Saúde e da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Ele acrescentou que essas obras, feitas nos anos 1970, nunca receberam manutenção adequada. “A culpa da enchente é do planeta. Mas a culpa da tragédia é dos administradores do estado e das cidades”.
Em entrevista à Agência Brasil, Reis afirmou que Porto Alegre é área de várzea, de confluência de rios na beira do Lago Guaíba, que alaga sempre que tem enchente. “É natural. A gente é que não deveria ter construído na área que alaga periodicamente”.
Segundo o professor, a cada dois ou três anos há alagamentos em Porto Alegre só que, desta vez, foi extremamente severo. “Nunca foi tão alto”. Ele explicou que não há como evitar que haja cheias no Guaíba. “Mas que haja enchente, há como evitar, fazendo bem feito os diques de contenção e tudo o mais”. A manutenção ou reconstrução dos diques e barragens nos rios do estado é a saída apontada pelo professor da PUCRS para evitar que novas tragédias voltem a ocorrer.
Reis lembrou que, em setembro do ano passado, o estado enfrentou grande enchente. “Aí se viu que as comportas e parte dos diques não estavam funcionando. Era hora de ter arrumado. Foi uma mega-enchente. A grande veio agora. Deveríamos ter arrumado tudo de setembro para cá. Espero que desta vez aprendam, porque o custo está sendo muito alto”.
Na avaliação de Roberto Reis, chuva em excesso, causada por mudança climática, é fenômeno natural. “A cada tempo, há chuvas extremas que causam enchentes”, completou. Desta vez, contudo, ocorreu no estado a enchente mais forte de toda a história, que ele atribui, em parte, à mudança climática causada pelo excesso de gás carbônico na atmosfera. “Essa é a parte natural do evento”. O resto, para ele, é ação do homem.