Questões de Concurso Comentadas sobre português
Foram encontradas 195.842 questões
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Comer muitos ovos por dia é saudável?
Segundo alguns nutricionistas consultados, o consumo excessivo e repetido de qualquer alimento é contraindicado.
"Nenhum alimento tem um consumo livre. Nem os
vegetais, legumes ou frutas", diz Antonio Herbert Lancha
Jr., professor da Universidade de São Paulo (USP).
Todos os alimentos devem respeitar uma quantidade
alinhada com nossa necessidade diária."
O ovo é bastante popular entre atletas e fisiculturistas
porque, além de ser um alimento de baixo custo e fácil
preparo, possui proteínas de alta qualidade, colaborando
para a construção e a reparação muscular e, portanto,
para a hipertrofia.
Mas segundo a nutricionista Desire Coelho, doutora em
Ciências pelo Instituto de Ciências Biomédicas da
Universidade de São Paulo (USP), muitos dos hábitos
praticados por fisiculturistas e influenciadores com
rotinas extremas não são embasados pela ciência.
Antonio Lancha Jr. diz que pesquisas demonstram que o
consumo excessivo de ovos provoca uma alteração nas
bactérias do intestino e leva à produção de uma
substância chamada TMAO. Ela, por sua vez, está ligada
ao estímulo da produção de colesterol.
O alto teor de colesterol está associado a um risco
aumentado de doenças cardíacas. Ao mesmo tempo, a
substância desempenha um papel fundamental para a
execução de funções vitais no organismo.
A quantidade de lipídios ingerida com o ovo varia
conforme o hábito de preparação. O ovo cozido, por
exemplo, é considerado muito mais saudável do que o
ovo frito.
A gema é a parte mais gordurosa do ovo. Uma gema de
ovo contém cerca de 185 miligramas de colesterol, que é
mais da metade da quantidade diária de 300 mg
recomendada por órgãos de saúde.
Segundo Lancha Jr., comer apenas a clara em
quantidade excessiva também leva ao aumento da
produção de timol e, consequentemente, à alteração da
capacidade de síntese do colesterol.
Além disso, diz a nutricionista, o excesso de proteína na
alimentação leva à produção de sulfeto de hidrogênio
(H2S), ligado à proliferação de células tumorais no
intestino.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0k58288gd7o.adaptado.
O número de artigos simples presentes na frase é de:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Comer muitos ovos por dia é saudável?
Segundo alguns nutricionistas consultados, o consumo excessivo e repetido de qualquer alimento é contraindicado.
"Nenhum alimento tem um consumo livre. Nem os
vegetais, legumes ou frutas", diz Antonio Herbert Lancha
Jr., professor da Universidade de São Paulo (USP).
Todos os alimentos devem respeitar uma quantidade
alinhada com nossa necessidade diária."
O ovo é bastante popular entre atletas e fisiculturistas
porque, além de ser um alimento de baixo custo e fácil
preparo, possui proteínas de alta qualidade, colaborando
para a construção e a reparação muscular e, portanto,
para a hipertrofia.
Mas segundo a nutricionista Desire Coelho, doutora em
Ciências pelo Instituto de Ciências Biomédicas da
Universidade de São Paulo (USP), muitos dos hábitos
praticados por fisiculturistas e influenciadores com
rotinas extremas não são embasados pela ciência.
Antonio Lancha Jr. diz que pesquisas demonstram que o
consumo excessivo de ovos provoca uma alteração nas
bactérias do intestino e leva à produção de uma
substância chamada TMAO. Ela, por sua vez, está ligada
ao estímulo da produção de colesterol.
O alto teor de colesterol está associado a um risco
aumentado de doenças cardíacas. Ao mesmo tempo, a
substância desempenha um papel fundamental para a
execução de funções vitais no organismo.
A quantidade de lipídios ingerida com o ovo varia
conforme o hábito de preparação. O ovo cozido, por
exemplo, é considerado muito mais saudável do que o
ovo frito.
A gema é a parte mais gordurosa do ovo. Uma gema de
ovo contém cerca de 185 miligramas de colesterol, que é
mais da metade da quantidade diária de 300 mg
recomendada por órgãos de saúde.
Segundo Lancha Jr., comer apenas a clara em
quantidade excessiva também leva ao aumento da
produção de timol e, consequentemente, à alteração da
capacidade de síntese do colesterol.
Além disso, diz a nutricionista, o excesso de proteína na
alimentação leva à produção de sulfeto de hidrogênio
(H2S), ligado à proliferação de células tumorais no
intestino.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0k58288gd7o.adaptado.
Qual é a principal mensagem que se pode depreender das informações fornecidas pelos especialistas mencionados?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Comer muitos ovos por dia é saudável?
Segundo alguns nutricionistas consultados, o consumo excessivo e repetido de qualquer alimento é contraindicado.
"Nenhum alimento tem um consumo livre. Nem os
vegetais, legumes ou frutas", diz Antonio Herbert Lancha
Jr., professor da Universidade de São Paulo (USP).
Todos os alimentos devem respeitar uma quantidade
alinhada com nossa necessidade diária."
O ovo é bastante popular entre atletas e fisiculturistas
porque, além de ser um alimento de baixo custo e fácil
preparo, possui proteínas de alta qualidade, colaborando
para a construção e a reparação muscular e, portanto,
para a hipertrofia.
Mas segundo a nutricionista Desire Coelho, doutora em
Ciências pelo Instituto de Ciências Biomédicas da
Universidade de São Paulo (USP), muitos dos hábitos
praticados por fisiculturistas e influenciadores com
rotinas extremas não são embasados pela ciência.
Antonio Lancha Jr. diz que pesquisas demonstram que o
consumo excessivo de ovos provoca uma alteração nas
bactérias do intestino e leva à produção de uma
substância chamada TMAO. Ela, por sua vez, está ligada
ao estímulo da produção de colesterol.
O alto teor de colesterol está associado a um risco
aumentado de doenças cardíacas. Ao mesmo tempo, a
substância desempenha um papel fundamental para a
execução de funções vitais no organismo.
A quantidade de lipídios ingerida com o ovo varia
conforme o hábito de preparação. O ovo cozido, por
exemplo, é considerado muito mais saudável do que o
ovo frito.
A gema é a parte mais gordurosa do ovo. Uma gema de
ovo contém cerca de 185 miligramas de colesterol, que é
mais da metade da quantidade diária de 300 mg
recomendada por órgãos de saúde.
Segundo Lancha Jr., comer apenas a clara em
quantidade excessiva também leva ao aumento da
produção de timol e, consequentemente, à alteração da
capacidade de síntese do colesterol.
Além disso, diz a nutricionista, o excesso de proteína na
alimentação leva à produção de sulfeto de hidrogênio
(H2S), ligado à proliferação de células tumorais no
intestino.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0k58288gd7o.adaptado.
Em relação à classe gramatical, o termo destacado, morfologicamente, representa um(a):
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Comer muitos ovos por dia é saudável?
Segundo alguns nutricionistas consultados, o consumo excessivo e repetido de qualquer alimento é contraindicado.
"Nenhum alimento tem um consumo livre. Nem os
vegetais, legumes ou frutas", diz Antonio Herbert Lancha
Jr., professor da Universidade de São Paulo (USP).
Todos os alimentos devem respeitar uma quantidade
alinhada com nossa necessidade diária."
O ovo é bastante popular entre atletas e fisiculturistas
porque, além de ser um alimento de baixo custo e fácil
preparo, possui proteínas de alta qualidade, colaborando
para a construção e a reparação muscular e, portanto,
para a hipertrofia.
Mas segundo a nutricionista Desire Coelho, doutora em
Ciências pelo Instituto de Ciências Biomédicas da
Universidade de São Paulo (USP), muitos dos hábitos
praticados por fisiculturistas e influenciadores com
rotinas extremas não são embasados pela ciência.
Antonio Lancha Jr. diz que pesquisas demonstram que o
consumo excessivo de ovos provoca uma alteração nas
bactérias do intestino e leva à produção de uma
substância chamada TMAO. Ela, por sua vez, está ligada
ao estímulo da produção de colesterol.
O alto teor de colesterol está associado a um risco
aumentado de doenças cardíacas. Ao mesmo tempo, a
substância desempenha um papel fundamental para a
execução de funções vitais no organismo.
A quantidade de lipídios ingerida com o ovo varia
conforme o hábito de preparação. O ovo cozido, por
exemplo, é considerado muito mais saudável do que o
ovo frito.
A gema é a parte mais gordurosa do ovo. Uma gema de
ovo contém cerca de 185 miligramas de colesterol, que é
mais da metade da quantidade diária de 300 mg
recomendada por órgãos de saúde.
Segundo Lancha Jr., comer apenas a clara em
quantidade excessiva também leva ao aumento da
produção de timol e, consequentemente, à alteração da
capacidade de síntese do colesterol.
Além disso, diz a nutricionista, o excesso de proteína na
alimentação leva à produção de sulfeto de hidrogênio
(H2S), ligado à proliferação de células tumorais no
intestino.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0k58288gd7o.adaptado.
Assinale a alternativa correta de acordo com as regras de acentuação gráfica.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Comer muitos ovos por dia é saudável?
Segundo alguns nutricionistas consultados, o consumo excessivo e repetido de qualquer alimento é contraindicado.
"Nenhum alimento tem um consumo livre. Nem os
vegetais, legumes ou frutas", diz Antonio Herbert Lancha
Jr., professor da Universidade de São Paulo (USP).
Todos os alimentos devem respeitar uma quantidade
alinhada com nossa necessidade diária."
O ovo é bastante popular entre atletas e fisiculturistas
porque, além de ser um alimento de baixo custo e fácil
preparo, possui proteínas de alta qualidade, colaborando
para a construção e a reparação muscular e, portanto,
para a hipertrofia.
Mas segundo a nutricionista Desire Coelho, doutora em
Ciências pelo Instituto de Ciências Biomédicas da
Universidade de São Paulo (USP), muitos dos hábitos
praticados por fisiculturistas e influenciadores com
rotinas extremas não são embasados pela ciência.
Antonio Lancha Jr. diz que pesquisas demonstram que o
consumo excessivo de ovos provoca uma alteração nas
bactérias do intestino e leva à produção de uma
substância chamada TMAO. Ela, por sua vez, está ligada
ao estímulo da produção de colesterol.
O alto teor de colesterol está associado a um risco
aumentado de doenças cardíacas. Ao mesmo tempo, a
substância desempenha um papel fundamental para a
execução de funções vitais no organismo.
A quantidade de lipídios ingerida com o ovo varia
conforme o hábito de preparação. O ovo cozido, por
exemplo, é considerado muito mais saudável do que o
ovo frito.
A gema é a parte mais gordurosa do ovo. Uma gema de
ovo contém cerca de 185 miligramas de colesterol, que é
mais da metade da quantidade diária de 300 mg
recomendada por órgãos de saúde.
Segundo Lancha Jr., comer apenas a clara em
quantidade excessiva também leva ao aumento da
produção de timol e, consequentemente, à alteração da
capacidade de síntese do colesterol.
Além disso, diz a nutricionista, o excesso de proteína na
alimentação leva à produção de sulfeto de hidrogênio
(H2S), ligado à proliferação de células tumorais no
intestino.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0k58288gd7o.adaptado.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Comer muitos ovos por dia é saudável?
Segundo alguns nutricionistas consultados, o consumo excessivo e repetido de qualquer alimento é contraindicado.
"Nenhum alimento tem um consumo livre. Nem os
vegetais, legumes ou frutas", diz Antonio Herbert Lancha
Jr., professor da Universidade de São Paulo (USP).
Todos os alimentos devem respeitar uma quantidade
alinhada com nossa necessidade diária."
O ovo é bastante popular entre atletas e fisiculturistas
porque, além de ser um alimento de baixo custo e fácil
preparo, possui proteínas de alta qualidade, colaborando
para a construção e a reparação muscular e, portanto,
para a hipertrofia.
Mas segundo a nutricionista Desire Coelho, doutora em
Ciências pelo Instituto de Ciências Biomédicas da
Universidade de São Paulo (USP), muitos dos hábitos
praticados por fisiculturistas e influenciadores com
rotinas extremas não são embasados pela ciência.
Antonio Lancha Jr. diz que pesquisas demonstram que o
consumo excessivo de ovos provoca uma alteração nas
bactérias do intestino e leva à produção de uma
substância chamada TMAO. Ela, por sua vez, está ligada
ao estímulo da produção de colesterol.
O alto teor de colesterol está associado a um risco
aumentado de doenças cardíacas. Ao mesmo tempo, a
substância desempenha um papel fundamental para a
execução de funções vitais no organismo.
A quantidade de lipídios ingerida com o ovo varia
conforme o hábito de preparação. O ovo cozido, por
exemplo, é considerado muito mais saudável do que o
ovo frito.
A gema é a parte mais gordurosa do ovo. Uma gema de
ovo contém cerca de 185 miligramas de colesterol, que é
mais da metade da quantidade diária de 300 mg
recomendada por órgãos de saúde.
Segundo Lancha Jr., comer apenas a clara em
quantidade excessiva também leva ao aumento da
produção de timol e, consequentemente, à alteração da
capacidade de síntese do colesterol.
Além disso, diz a nutricionista, o excesso de proteína na
alimentação leva à produção de sulfeto de hidrogênio
(H2S), ligado à proliferação de células tumorais no
intestino.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0k58288gd7o.adaptado.
Em relação à classe gramatical, o termo destacado, morfologicamente, exerce a função de:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Comer muitos ovos por dia é saudável?
Segundo alguns nutricionistas consultados, o consumo excessivo e repetido de qualquer alimento é contraindicado.
"Nenhum alimento tem um consumo livre. Nem os
vegetais, legumes ou frutas", diz Antonio Herbert Lancha
Jr., professor da Universidade de São Paulo (USP).
Todos os alimentos devem respeitar uma quantidade
alinhada com nossa necessidade diária."
O ovo é bastante popular entre atletas e fisiculturistas
porque, além de ser um alimento de baixo custo e fácil
preparo, possui proteínas de alta qualidade, colaborando
para a construção e a reparação muscular e, portanto,
para a hipertrofia.
Mas segundo a nutricionista Desire Coelho, doutora em
Ciências pelo Instituto de Ciências Biomédicas da
Universidade de São Paulo (USP), muitos dos hábitos
praticados por fisiculturistas e influenciadores com
rotinas extremas não são embasados pela ciência.
Antonio Lancha Jr. diz que pesquisas demonstram que o
consumo excessivo de ovos provoca uma alteração nas
bactérias do intestino e leva à produção de uma
substância chamada TMAO. Ela, por sua vez, está ligada
ao estímulo da produção de colesterol.
O alto teor de colesterol está associado a um risco
aumentado de doenças cardíacas. Ao mesmo tempo, a
substância desempenha um papel fundamental para a
execução de funções vitais no organismo.
A quantidade de lipídios ingerida com o ovo varia
conforme o hábito de preparação. O ovo cozido, por
exemplo, é considerado muito mais saudável do que o
ovo frito.
A gema é a parte mais gordurosa do ovo. Uma gema de
ovo contém cerca de 185 miligramas de colesterol, que é
mais da metade da quantidade diária de 300 mg
recomendada por órgãos de saúde.
Segundo Lancha Jr., comer apenas a clara em
quantidade excessiva também leva ao aumento da
produção de timol e, consequentemente, à alteração da
capacidade de síntese do colesterol.
Além disso, diz a nutricionista, o excesso de proteína na
alimentação leva à produção de sulfeto de hidrogênio
(H2S), ligado à proliferação de células tumorais no
intestino.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0k58288gd7o.adaptado.
Quanto às classes gramaticais dos vocábulos mencionados nesta frase é correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Comer muitos ovos por dia é saudável?
Segundo alguns nutricionistas consultados, o consumo excessivo e repetido de qualquer alimento é contraindicado.
"Nenhum alimento tem um consumo livre. Nem os
vegetais, legumes ou frutas", diz Antonio Herbert Lancha
Jr., professor da Universidade de São Paulo (USP).
Todos os alimentos devem respeitar uma quantidade
alinhada com nossa necessidade diária."
O ovo é bastante popular entre atletas e fisiculturistas
porque, além de ser um alimento de baixo custo e fácil
preparo, possui proteínas de alta qualidade, colaborando
para a construção e a reparação muscular e, portanto,
para a hipertrofia.
Mas segundo a nutricionista Desire Coelho, doutora em
Ciências pelo Instituto de Ciências Biomédicas da
Universidade de São Paulo (USP), muitos dos hábitos
praticados por fisiculturistas e influenciadores com
rotinas extremas não são embasados pela ciência.
Antonio Lancha Jr. diz que pesquisas demonstram que o
consumo excessivo de ovos provoca uma alteração nas
bactérias do intestino e leva à produção de uma
substância chamada TMAO. Ela, por sua vez, está ligada
ao estímulo da produção de colesterol.
O alto teor de colesterol está associado a um risco
aumentado de doenças cardíacas. Ao mesmo tempo, a
substância desempenha um papel fundamental para a
execução de funções vitais no organismo.
A quantidade de lipídios ingerida com o ovo varia
conforme o hábito de preparação. O ovo cozido, por
exemplo, é considerado muito mais saudável do que o
ovo frito.
A gema é a parte mais gordurosa do ovo. Uma gema de
ovo contém cerca de 185 miligramas de colesterol, que é
mais da metade da quantidade diária de 300 mg
recomendada por órgãos de saúde.
Segundo Lancha Jr., comer apenas a clara em
quantidade excessiva também leva ao aumento da
produção de timol e, consequentemente, à alteração da
capacidade de síntese do colesterol.
Além disso, diz a nutricionista, o excesso de proteína na
alimentação leva à produção de sulfeto de hidrogênio
(H2S), ligado à proliferação de células tumorais no
intestino.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0k58288gd7o.adaptado.
De acordo com as regras de colocação pronominal, a forma correta do pronome oblíquo para substituir o termo destacado é:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo
O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.
Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de
cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de
comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a
ponta.
Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas
que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um
mistério duradouro sobre a história climática do nosso
planeta.
Os cientistas europeus trabalharam durante quatro
verões na Antártica, competindo contra sete nações para
serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente
gelado.
O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios
da história climática do nosso planeta: o que aconteceu
há novecentos mil a um milhão de anos, quando os
ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os
pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da
extinção.
"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor
da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a
pesquisa.
"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um
milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas
provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as
pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que
nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz
ele.
O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do
continente, a quase três mil metros de altitude.
Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos
cientistas sobre como nosso clima está mudando.
Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os
níveis de emissões de gases de efeito estufa e a
variação de temperatura que ajudam os cientistas a
traçar como as condições climáticas se alteraram ao
longo do tempo.
Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os
cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura
ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado
pela queima de combustíveis fósseis pelos seres
humanos.
"Olhamos para o passado a fim de entender melhor
como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o
futuro", diz o professor Barbante.
A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois
conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente
da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.
Os especialistas querem entender o que aconteceu no
período chamado de Transição do Pleistoceno Médio.
Esse é o mesmo período em que, de acordo com
algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais
quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil
indivíduos.
Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa
quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso
demonstra que é um período incomum.
"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem
dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso
planeta", disse Barbante à BBC News.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo
O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.
Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de
cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de
comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a
ponta.
Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas
que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um
mistério duradouro sobre a história climática do nosso
planeta.
Os cientistas europeus trabalharam durante quatro
verões na Antártica, competindo contra sete nações para
serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente
gelado.
O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios
da história climática do nosso planeta: o que aconteceu
há novecentos mil a um milhão de anos, quando os
ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os
pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da
extinção.
"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor
da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a
pesquisa.
"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um
milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas
provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as
pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que
nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz
ele.
O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do
continente, a quase três mil metros de altitude.
Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos
cientistas sobre como nosso clima está mudando.
Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os
níveis de emissões de gases de efeito estufa e a
variação de temperatura que ajudam os cientistas a
traçar como as condições climáticas se alteraram ao
longo do tempo.
Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os
cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura
ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado
pela queima de combustíveis fósseis pelos seres
humanos.
"Olhamos para o passado a fim de entender melhor
como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o
futuro", diz o professor Barbante.
A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois
conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente
da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.
Os especialistas querem entender o que aconteceu no
período chamado de Transição do Pleistoceno Médio.
Esse é o mesmo período em que, de acordo com
algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais
quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil
indivíduos.
Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa
quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso
demonstra que é um período incomum.
"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem
dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso
planeta", disse Barbante à BBC News.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.
O número de preposições (simples e aglutinadas) presentes na frase é de:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo
O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.
Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de
cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de
comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a
ponta.
Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas
que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um
mistério duradouro sobre a história climática do nosso
planeta.
Os cientistas europeus trabalharam durante quatro
verões na Antártica, competindo contra sete nações para
serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente
gelado.
O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios
da história climática do nosso planeta: o que aconteceu
há novecentos mil a um milhão de anos, quando os
ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os
pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da
extinção.
"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor
da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a
pesquisa.
"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um
milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas
provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as
pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que
nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz
ele.
O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do
continente, a quase três mil metros de altitude.
Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos
cientistas sobre como nosso clima está mudando.
Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os
níveis de emissões de gases de efeito estufa e a
variação de temperatura que ajudam os cientistas a
traçar como as condições climáticas se alteraram ao
longo do tempo.
Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os
cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura
ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado
pela queima de combustíveis fósseis pelos seres
humanos.
"Olhamos para o passado a fim de entender melhor
como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o
futuro", diz o professor Barbante.
A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois
conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente
da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.
Os especialistas querem entender o que aconteceu no
período chamado de Transição do Pleistoceno Médio.
Esse é o mesmo período em que, de acordo com
algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais
quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil
indivíduos.
Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa
quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso
demonstra que é um período incomum.
"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem
dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso
planeta", disse Barbante à BBC News.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.
A norma-padrão de colocação pronominal destacada na frase denomina-se:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo
O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.
Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de
cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de
comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a
ponta.
Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas
que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um
mistério duradouro sobre a história climática do nosso
planeta.
Os cientistas europeus trabalharam durante quatro
verões na Antártica, competindo contra sete nações para
serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente
gelado.
O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios
da história climática do nosso planeta: o que aconteceu
há novecentos mil a um milhão de anos, quando os
ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os
pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da
extinção.
"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor
da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a
pesquisa.
"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um
milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas
provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as
pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que
nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz
ele.
O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do
continente, a quase três mil metros de altitude.
Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos
cientistas sobre como nosso clima está mudando.
Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os
níveis de emissões de gases de efeito estufa e a
variação de temperatura que ajudam os cientistas a
traçar como as condições climáticas se alteraram ao
longo do tempo.
Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os
cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura
ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado
pela queima de combustíveis fósseis pelos seres
humanos.
"Olhamos para o passado a fim de entender melhor
como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o
futuro", diz o professor Barbante.
A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois
conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente
da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.
Os especialistas querem entender o que aconteceu no
período chamado de Transição do Pleistoceno Médio.
Esse é o mesmo período em que, de acordo com
algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais
quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil
indivíduos.
Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa
quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso
demonstra que é um período incomum.
"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem
dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso
planeta", disse Barbante à BBC News.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.
Com base no texto, analise as afirmativas e escolha a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo
O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.
Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de
cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de
comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a
ponta.
Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas
que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um
mistério duradouro sobre a história climática do nosso
planeta.
Os cientistas europeus trabalharam durante quatro
verões na Antártica, competindo contra sete nações para
serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente
gelado.
O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios
da história climática do nosso planeta: o que aconteceu
há novecentos mil a um milhão de anos, quando os
ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os
pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da
extinção.
"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor
da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a
pesquisa.
"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um
milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas
provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as
pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que
nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz
ele.
O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do
continente, a quase três mil metros de altitude.
Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos
cientistas sobre como nosso clima está mudando.
Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os
níveis de emissões de gases de efeito estufa e a
variação de temperatura que ajudam os cientistas a
traçar como as condições climáticas se alteraram ao
longo do tempo.
Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os
cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura
ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado
pela queima de combustíveis fósseis pelos seres
humanos.
"Olhamos para o passado a fim de entender melhor
como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o
futuro", diz o professor Barbante.
A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois
conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente
da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.
Os especialistas querem entender o que aconteceu no
período chamado de Transição do Pleistoceno Médio.
Esse é o mesmo período em que, de acordo com
algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais
quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil
indivíduos.
Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa
quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso
demonstra que é um período incomum.
"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem
dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso
planeta", disse Barbante à BBC News.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo
O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.
Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de
cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de
comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a
ponta.
Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas
que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um
mistério duradouro sobre a história climática do nosso
planeta.
Os cientistas europeus trabalharam durante quatro
verões na Antártica, competindo contra sete nações para
serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente
gelado.
O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios
da história climática do nosso planeta: o que aconteceu
há novecentos mil a um milhão de anos, quando os
ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os
pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da
extinção.
"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor
da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a
pesquisa.
"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um
milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas
provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as
pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que
nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz
ele.
O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do
continente, a quase três mil metros de altitude.
Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos
cientistas sobre como nosso clima está mudando.
Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os
níveis de emissões de gases de efeito estufa e a
variação de temperatura que ajudam os cientistas a
traçar como as condições climáticas se alteraram ao
longo do tempo.
Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os
cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura
ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado
pela queima de combustíveis fósseis pelos seres
humanos.
"Olhamos para o passado a fim de entender melhor
como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o
futuro", diz o professor Barbante.
A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois
conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente
da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.
Os especialistas querem entender o que aconteceu no
período chamado de Transição do Pleistoceno Médio.
Esse é o mesmo período em que, de acordo com
algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais
quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil
indivíduos.
Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa
quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso
demonstra que é um período incomum.
"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem
dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso
planeta", disse Barbante à BBC News.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo
O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.
Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de
cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de
comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a
ponta.
Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas
que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um
mistério duradouro sobre a história climática do nosso
planeta.
Os cientistas europeus trabalharam durante quatro
verões na Antártica, competindo contra sete nações para
serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente
gelado.
O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios
da história climática do nosso planeta: o que aconteceu
há novecentos mil a um milhão de anos, quando os
ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os
pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da
extinção.
"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor
da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a
pesquisa.
"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um
milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas
provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as
pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que
nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz
ele.
O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do
continente, a quase três mil metros de altitude.
Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos
cientistas sobre como nosso clima está mudando.
Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os
níveis de emissões de gases de efeito estufa e a
variação de temperatura que ajudam os cientistas a
traçar como as condições climáticas se alteraram ao
longo do tempo.
Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os
cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura
ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado
pela queima de combustíveis fósseis pelos seres
humanos.
"Olhamos para o passado a fim de entender melhor
como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o
futuro", diz o professor Barbante.
A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois
conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente
da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.
Os especialistas querem entender o que aconteceu no
período chamado de Transição do Pleistoceno Médio.
Esse é o mesmo período em que, de acordo com
algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais
quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil
indivíduos.
Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa
quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso
demonstra que é um período incomum.
"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem
dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso
planeta", disse Barbante à BBC News.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.
Com base no texto apresentado, analise as afirmativas e escolha a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo
O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.
Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de
cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de
comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a
ponta.
Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas
que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um
mistério duradouro sobre a história climática do nosso
planeta.
Os cientistas europeus trabalharam durante quatro
verões na Antártica, competindo contra sete nações para
serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente
gelado.
O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios
da história climática do nosso planeta: o que aconteceu
há novecentos mil a um milhão de anos, quando os
ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os
pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da
extinção.
"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor
da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a
pesquisa.
"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um
milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas
provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as
pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que
nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz
ele.
O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do
continente, a quase três mil metros de altitude.
Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos
cientistas sobre como nosso clima está mudando.
Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os
níveis de emissões de gases de efeito estufa e a
variação de temperatura que ajudam os cientistas a
traçar como as condições climáticas se alteraram ao
longo do tempo.
Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os
cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura
ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado
pela queima de combustíveis fósseis pelos seres
humanos.
"Olhamos para o passado a fim de entender melhor
como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o
futuro", diz o professor Barbante.
A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois
conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente
da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.
Os especialistas querem entender o que aconteceu no
período chamado de Transição do Pleistoceno Médio.
Esse é o mesmo período em que, de acordo com
algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais
quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil
indivíduos.
Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa
quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso
demonstra que é um período incomum.
"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem
dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso
planeta", disse Barbante à BBC News.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.
Em relação à classe gramatical, o termo destacado na frase trata-se de uma locução:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo
O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.
Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de
cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de
comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a
ponta.
Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas
que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um
mistério duradouro sobre a história climática do nosso
planeta.
Os cientistas europeus trabalharam durante quatro
verões na Antártica, competindo contra sete nações para
serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente
gelado.
O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios
da história climática do nosso planeta: o que aconteceu
há novecentos mil a um milhão de anos, quando os
ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os
pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da
extinção.
"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor
da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a
pesquisa.
"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um
milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas
provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as
pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que
nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz
ele.
O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do
continente, a quase três mil metros de altitude.
Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos
cientistas sobre como nosso clima está mudando.
Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os
níveis de emissões de gases de efeito estufa e a
variação de temperatura que ajudam os cientistas a
traçar como as condições climáticas se alteraram ao
longo do tempo.
Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os
cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura
ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado
pela queima de combustíveis fósseis pelos seres
humanos.
"Olhamos para o passado a fim de entender melhor
como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o
futuro", diz o professor Barbante.
A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois
conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente
da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.
Os especialistas querem entender o que aconteceu no
período chamado de Transição do Pleistoceno Médio.
Esse é o mesmo período em que, de acordo com
algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais
quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil
indivíduos.
Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa
quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso
demonstra que é um período incomum.
"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem
dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso
planeta", disse Barbante à BBC News.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.
Em relação à classe gramatical, o termo destacado na frase trata-se de:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo
O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.
Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de
cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de
comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a
ponta.
Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas
que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um
mistério duradouro sobre a história climática do nosso
planeta.
Os cientistas europeus trabalharam durante quatro
verões na Antártica, competindo contra sete nações para
serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente
gelado.
O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios
da história climática do nosso planeta: o que aconteceu
há novecentos mil a um milhão de anos, quando os
ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os
pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da
extinção.
"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor
da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a
pesquisa.
"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um
milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas
provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as
pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que
nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz
ele.
O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do
continente, a quase três mil metros de altitude.
Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos
cientistas sobre como nosso clima está mudando.
Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os
níveis de emissões de gases de efeito estufa e a
variação de temperatura que ajudam os cientistas a
traçar como as condições climáticas se alteraram ao
longo do tempo.
Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os
cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura
ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado
pela queima de combustíveis fósseis pelos seres
humanos.
"Olhamos para o passado a fim de entender melhor
como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o
futuro", diz o professor Barbante.
A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois
conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente
da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.
Os especialistas querem entender o que aconteceu no
período chamado de Transição do Pleistoceno Médio.
Esse é o mesmo período em que, de acordo com
algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais
quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil
indivíduos.
Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa
quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso
demonstra que é um período incomum.
"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem
dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso
planeta", disse Barbante à BBC News.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.
Conjugando o verbo destacado no pretérito perfeito do indicativo, tem-se:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo
O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.
Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de
cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de
comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a
ponta.
Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas
que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um
mistério duradouro sobre a história climática do nosso
planeta.
Os cientistas europeus trabalharam durante quatro
verões na Antártica, competindo contra sete nações para
serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente
gelado.
O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios
da história climática do nosso planeta: o que aconteceu
há novecentos mil a um milhão de anos, quando os
ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os
pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da
extinção.
"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor
da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a
pesquisa.
"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um
milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas
provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as
pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que
nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz
ele.
O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do
continente, a quase três mil metros de altitude.
Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos
cientistas sobre como nosso clima está mudando.
Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os
níveis de emissões de gases de efeito estufa e a
variação de temperatura que ajudam os cientistas a
traçar como as condições climáticas se alteraram ao
longo do tempo.
Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os
cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura
ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado
pela queima de combustíveis fósseis pelos seres
humanos.
"Olhamos para o passado a fim de entender melhor
como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o
futuro", diz o professor Barbante.
A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois
conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente
da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.
Os especialistas querem entender o que aconteceu no
período chamado de Transição do Pleistoceno Médio.
Esse é o mesmo período em que, de acordo com
algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais
quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil
indivíduos.
Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa
quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso
demonstra que é um período incomum.
"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem
dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso
planeta", disse Barbante à BBC News.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo
O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.
Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de
cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de
comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a
ponta.
Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas
que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um
mistério duradouro sobre a história climática do nosso
planeta.
Os cientistas europeus trabalharam durante quatro
verões na Antártica, competindo contra sete nações para
serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente
gelado.
O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios
da história climática do nosso planeta: o que aconteceu
há novecentos mil a um milhão de anos, quando os
ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os
pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da
extinção.
"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor
da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a
pesquisa.
"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um
milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas
provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as
pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que
nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz
ele.
O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do
continente, a quase três mil metros de altitude.
Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos
cientistas sobre como nosso clima está mudando.
Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os
níveis de emissões de gases de efeito estufa e a
variação de temperatura que ajudam os cientistas a
traçar como as condições climáticas se alteraram ao
longo do tempo.
Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os
cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura
ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado
pela queima de combustíveis fósseis pelos seres
humanos.
"Olhamos para o passado a fim de entender melhor
como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o
futuro", diz o professor Barbante.
A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois
conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente
da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.
Os especialistas querem entender o que aconteceu no
período chamado de Transição do Pleistoceno Médio.
Esse é o mesmo período em que, de acordo com
algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais
quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil
indivíduos.
Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa
quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso
demonstra que é um período incomum.
"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem
dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso
planeta", disse Barbante à BBC News.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.
Em relação à classe gramatical, os vocábulos destacados na frase são, respectivamente: