Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3739243 Português
Texto 1


TEMPERATURA DIÁRIA GLOBAL FICA 2 °C ACIMA DA ERA PRÉ-INDUSTRIAL PELA PRIMEIRA VEZ


Recorde foi registrado na última sexta-feira (17), segundo observatório europeu


Jéssica Maes (20.nov.2023 às 16h15)




    SÃO PAULO: Pela primeira vez, a variação da temperatura média global ficou acima de 2 °C na comparação com os níveis registrados antes da Revolução Industrial (1850-1900), considerada o marco a partir do qual as emissões de carbono pelas atividades humanas começam a escalar.



    A marca foi ultrapassada na última sexta-feira (17), quando a variação de temperatura (ou anomalia de temperatura, no jargão científico) ficou 2,07 °C acima da média pré-industrial. Os dados são do observatório europeu Copernicus e foram divulgados nesta segunda-feira (20). [...]



    O índice recordista foi registrado no mesmo dia em que termômetros ao redor do Brasil superaram os 40 °C — como no Rio de Janeiro (RJ). [...] 



Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2023/11/temperaturadiaria-global-fica-20c-acima-da-era-pre-industrial-pela-primeiravez.shtml. Acesso em: 20 nov. 2023.
Assinale a alternativa que apresenta, entre parênteses, uma reescrita gramaticalmente INCORRETA para o excerto.

Alternativas
Q3739242 Português
Texto 1


TEMPERATURA DIÁRIA GLOBAL FICA 2 °C ACIMA DA ERA PRÉ-INDUSTRIAL PELA PRIMEIRA VEZ


Recorde foi registrado na última sexta-feira (17), segundo observatório europeu


Jéssica Maes (20.nov.2023 às 16h15)




    SÃO PAULO: Pela primeira vez, a variação da temperatura média global ficou acima de 2 °C na comparação com os níveis registrados antes da Revolução Industrial (1850-1900), considerada o marco a partir do qual as emissões de carbono pelas atividades humanas começam a escalar.



    A marca foi ultrapassada na última sexta-feira (17), quando a variação de temperatura (ou anomalia de temperatura, no jargão científico) ficou 2,07 °C acima da média pré-industrial. Os dados são do observatório europeu Copernicus e foram divulgados nesta segunda-feira (20). [...]



    O índice recordista foi registrado no mesmo dia em que termômetros ao redor do Brasil superaram os 40 °C — como no Rio de Janeiro (RJ). [...] 



Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2023/11/temperaturadiaria-global-fica-20c-acima-da-era-pre-industrial-pela-primeiravez.shtml. Acesso em: 20 nov. 2023.
A partir da leitura do Texto 1, é correto afirmar que 

Alternativas
Q3739241 Português
Texto 1


TEMPERATURA DIÁRIA GLOBAL FICA 2 °C ACIMA DA ERA PRÉ-INDUSTRIAL PELA PRIMEIRA VEZ


Recorde foi registrado na última sexta-feira (17), segundo observatório europeu


Jéssica Maes (20.nov.2023 às 16h15)




    SÃO PAULO: Pela primeira vez, a variação da temperatura média global ficou acima de 2 °C na comparação com os níveis registrados antes da Revolução Industrial (1850-1900), considerada o marco a partir do qual as emissões de carbono pelas atividades humanas começam a escalar.



    A marca foi ultrapassada na última sexta-feira (17), quando a variação de temperatura (ou anomalia de temperatura, no jargão científico) ficou 2,07 °C acima da média pré-industrial. Os dados são do observatório europeu Copernicus e foram divulgados nesta segunda-feira (20). [...]



    O índice recordista foi registrado no mesmo dia em que termômetros ao redor do Brasil superaram os 40 °C — como no Rio de Janeiro (RJ). [...] 



Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2023/11/temperaturadiaria-global-fica-20c-acima-da-era-pre-industrial-pela-primeiravez.shtml. Acesso em: 20 nov. 2023.
Sobre o significado de alguns itens linguísticos empregados no Texto 1, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3738130 Português
A reescritura do trecho abaixo não perde sentido na alternativa:
“A altura do cargo era insuficiente para seus atributos.”
Alternativas
Q3738129 Português
Qual o conectivo mais adequado para iniciar o segundo parágrafo de um texto dissertativo argumentativo, que tem como objetivo apresentar argumentos contrários à tese defendida?
Alternativas
Q3738128 Português
A alternativa que apresenta a correta definição de ironia é:
Alternativas
Q3738127 Português
Na frase "O livro que comprei era muito interessante.", qual a função sintática da oração "que comprei"?
Alternativas
Q3738126 Português
"Ele tinha um coração de ouro." Essa frase é um exemplo de:
Alternativas
Q3738125 Português
Indique a alternativa que apresenta um vocativo. 
Alternativas
Q3738124 Português
A SENHORA DO SÉTIMO ANDAR


Numa manhã de setembro do ano passado, eu estava no jardim do térreo e olhava um pássaro azul que dançava no ar de fuligem. De repente uma voz aguda me despertou: “O que você está olhando? Não se vê nada, as nuvens passam e se dissolvem como a vida.” Era uma moradora de um apartamento do sétimo andar. Achei o comentário impertinente e um tanto poético. Não lhe perguntei nada sobre poesia, mas as nuvens e suas formas mutáveis me aproximaram de d. Valéria, uma senhora de uns noventa e poucos anos. Foi uma aproximação lenta, que se estreitou em janeiro deste ano, quando ela me convidou para conversar em seu apartamento. Toquei a campainha às seis horas em ponto. A sala, iluminada, fora diminuída por uma biblioteca fantástica e livros empilhados por toda parte. Perguntou se eu queria chá, café, suco, uísque ou cerveja. “Suco.” Para meu deleite, trouxe um copo com suco de manga; e, para minha surpresa, pegou uma garrafa de uísque e um copo sem gelo. As mãos tremiam, mas não a voz: “Os jovens já não bebem mais”, ela disse, com uma ironia que me fez sorrir. Pôs dois dedos de uísque no copo, tomou um gole e disse que tinha namorado muito, numa época em que a maioria das moças namorava para casar.

(...)

Pôs uma fita cassete num gravador e ouvimos a voz cavernosa do finado James em noites do passado. Fiquei emocionado com essa voz, que parecia mastigar os sons de cada palavra. A viúva bebia uísque e sorria, sem tirar os olhos do gravador. Um dos poemas era “The Winding Stair”, título do livro. Depois veio a Páscoa. Passei cinco dias fora de São Paulo e, quando voltei, encontrei na soleira da porta do meu apartamento um envelope com o livro de Yeats, que d. Valéria me mostrara. Subi pela escada os dois andares que nos separavam. A porta do 702 estava aberta. Dei uma olhada na sala: não havia livros nas estantes. Dois homens de macacão azul enrolavam a marquesa com uma manta de feltro. Até hoje o apartamento está vazio.

Hatoum, Milton. Um solitário à espreita. Cia de Bolso. 2013
Ainda sobre a crônica, é possível reescrever o período abaixo, sem prejuízo da norma culta, como apresentado na alternativa:

“Fiquei emocionado com essa voz, que parecia mastigar os sons de cada palavra.”
Alternativas
Q3738123 Português
A SENHORA DO SÉTIMO ANDAR


Numa manhã de setembro do ano passado, eu estava no jardim do térreo e olhava um pássaro azul que dançava no ar de fuligem. De repente uma voz aguda me despertou: “O que você está olhando? Não se vê nada, as nuvens passam e se dissolvem como a vida.” Era uma moradora de um apartamento do sétimo andar. Achei o comentário impertinente e um tanto poético. Não lhe perguntei nada sobre poesia, mas as nuvens e suas formas mutáveis me aproximaram de d. Valéria, uma senhora de uns noventa e poucos anos. Foi uma aproximação lenta, que se estreitou em janeiro deste ano, quando ela me convidou para conversar em seu apartamento. Toquei a campainha às seis horas em ponto. A sala, iluminada, fora diminuída por uma biblioteca fantástica e livros empilhados por toda parte. Perguntou se eu queria chá, café, suco, uísque ou cerveja. “Suco.” Para meu deleite, trouxe um copo com suco de manga; e, para minha surpresa, pegou uma garrafa de uísque e um copo sem gelo. As mãos tremiam, mas não a voz: “Os jovens já não bebem mais”, ela disse, com uma ironia que me fez sorrir. Pôs dois dedos de uísque no copo, tomou um gole e disse que tinha namorado muito, numa época em que a maioria das moças namorava para casar.

(...)

Pôs uma fita cassete num gravador e ouvimos a voz cavernosa do finado James em noites do passado. Fiquei emocionado com essa voz, que parecia mastigar os sons de cada palavra. A viúva bebia uísque e sorria, sem tirar os olhos do gravador. Um dos poemas era “The Winding Stair”, título do livro. Depois veio a Páscoa. Passei cinco dias fora de São Paulo e, quando voltei, encontrei na soleira da porta do meu apartamento um envelope com o livro de Yeats, que d. Valéria me mostrara. Subi pela escada os dois andares que nos separavam. A porta do 702 estava aberta. Dei uma olhada na sala: não havia livros nas estantes. Dois homens de macacão azul enrolavam a marquesa com uma manta de feltro. Até hoje o apartamento está vazio.

Hatoum, Milton. Um solitário à espreita. Cia de Bolso. 2013
Considere a crônica apresentada e marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as afirmativas falsas.
( ) A amizade entre o cronista e a d. Valéria começou com um estranhamento.
( ) A d. Valéria contava sobre sua vida e dizia não gostar de livros.
( ) A fita tocava música enquanto eles conversavam.
( ) O falecimento de d. Valéria foi marcado pelo Carnaval.
( ) A poesia acompanhava o encontro dos dois.

A sequência correta que preenche as lacunas de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3737992 Português

Atenção: Para responder a questão, baseie-se no texto abaixo. 


De Rubem Braga para Vinicius de Moraes


        Gosto muito da crônica que Rubem Braga publicou depois que seu amigo Vinicius de Moraes se foi. Em forma de carta, o cronista dá ao poeta notícias atualizadas sobre o Rio, as moças do Rio, a vida, a natureza em flor, a chegada da primavera, as promessas no ar... E para arrematar sua despedida, diz:


        - Vou ficando por aqui mais um pouco...


        Esse "vou ficando" resumea contingéncia de todos nós, esse estado provisório que gostamos de tratar como se etermo fosse. Esse "vou ficando" soa como desculpa por ainda estar vivo o cronista melancólico diante da ausência de um ardoroso poeta amigo, que tanto soube amar a vida.


        Quem conheceu o velho Braga admitirá que o tempo dele foi sempre marcado por uma nostalgia profunda, dessas que existem garantindo que não têm cura. Esse "vou ficando" soa, assim, como uma espécie de resignação final de quem não alcançou o teto das expectativas e aguarda agora os protocolos do tempo implacável.


        Admiro muito essas frases sintéticas, supostamente simples, mas de muitas camadas, ressonâncias e projeções. A gente se abeira delas e elas vão minando água fresca, para saciar nossa sede de consolos. Agora mesmo tive vontade de dizera todos os parentes e amigos que já partiram:


        - Vou ficando mais um poисo...


        Como nada mais tenho que possa lhes oferecer, fico recitando essa frase, com esse gerúndio expressivo, essa indiscríção de um vivo, essa peniténcia de quem fica à espera da curva depois da qual não se pode mais ficar nem um pouquinho.


(Almeida Tibiriça, a editar)

Considere as seguintes orações:
I. Aprecio muito o gênero da crônica.
II. Rubem Braga se destacou no gênero crônica.
III. É incontestável o talento de Rubem Braga.
As ideias presentes nas três orações articulam-se com coerência, correção e clareza, neste período:
Alternativas
Q3737990 Português

Atenção: Para responder a questão, baseie-se no texto abaixo. 


De Rubem Braga para Vinicius de Moraes


        Gosto muito da crônica que Rubem Braga publicou depois que seu amigo Vinicius de Moraes se foi. Em forma de carta, o cronista dá ao poeta notícias atualizadas sobre o Rio, as moças do Rio, a vida, a natureza em flor, a chegada da primavera, as promessas no ar... E para arrematar sua despedida, diz:


        - Vou ficando por aqui mais um pouco...


        Esse "vou ficando" resumea contingéncia de todos nós, esse estado provisório que gostamos de tratar como se etermo fosse. Esse "vou ficando" soa como desculpa por ainda estar vivo o cronista melancólico diante da ausência de um ardoroso poeta amigo, que tanto soube amar a vida.


        Quem conheceu o velho Braga admitirá que o tempo dele foi sempre marcado por uma nostalgia profunda, dessas que existem garantindo que não têm cura. Esse "vou ficando" soa, assim, como uma espécie de resignação final de quem não alcançou o teto das expectativas e aguarda agora os protocolos do tempo implacável.


        Admiro muito essas frases sintéticas, supostamente simples, mas de muitas camadas, ressonâncias e projeções. A gente se abeira delas e elas vão minando água fresca, para saciar nossa sede de consolos. Agora mesmo tive vontade de dizera todos os parentes e amigos que já partiram:


        - Vou ficando mais um poисo...


        Como nada mais tenho que possa lhes oferecer, fico recitando essa frase, com esse gerúndio expressivo, essa indiscríção de um vivo, essa peniténcia de quem fica à espera da curva depois da qual não se pode mais ficar nem um pouquinho.


(Almeida Tibiriça, a editar)

Rubem Braga endereçou ao amigo Vinícius de Moraes uma frase que encantou o autor do texto porque ela
Alternativas
Q3737989 Português

Atenção: Para responder a questão, baseie-se no texto abaixo. 


De Rubem Braga para Vinicius de Moraes


        Gosto muito da crônica que Rubem Braga publicou depois que seu amigo Vinicius de Moraes se foi. Em forma de carta, o cronista dá ao poeta notícias atualizadas sobre o Rio, as moças do Rio, a vida, a natureza em flor, a chegada da primavera, as promessas no ar... E para arrematar sua despedida, diz:


        - Vou ficando por aqui mais um pouco...


        Esse "vou ficando" resumea contingéncia de todos nós, esse estado provisório que gostamos de tratar como se etermo fosse. Esse "vou ficando" soa como desculpa por ainda estar vivo o cronista melancólico diante da ausência de um ardoroso poeta amigo, que tanto soube amar a vida.


        Quem conheceu o velho Braga admitirá que o tempo dele foi sempre marcado por uma nostalgia profunda, dessas que existem garantindo que não têm cura. Esse "vou ficando" soa, assim, como uma espécie de resignação final de quem não alcançou o teto das expectativas e aguarda agora os protocolos do tempo implacável.


        Admiro muito essas frases sintéticas, supostamente simples, mas de muitas camadas, ressonâncias e projeções. A gente se abeira delas e elas vão minando água fresca, para saciar nossa sede de consolos. Agora mesmo tive vontade de dizera todos os parentes e amigos que já partiram:


        - Vou ficando mais um poисo...


        Como nada mais tenho que possa lhes oferecer, fico recitando essa frase, com esse gerúndio expressivo, essa indiscríção de um vivo, essa peniténcia de quem fica à espera da curva depois da qual não se pode mais ficar nem um pouquinho.


(Almeida Tibiriça, a editar)

Indica-se uma expressão de sentido equivalente ao do elemento sublinhado na seguinte frase: 
Alternativas
Q3737987 Português
Atenção: Para responder a questão, baseie-se no texto abaixo.

Hollywood dentro de nós

        A cultura norte-americana, mais do que qualquer outra, vive e pensa a coletividade como um conjunto de individuos. Para um europeu ou um sul-americano, comemorar, explicar e mesmo narrar um acontecimento é, no minimo, problemático sem explorar sua dimensão propriamente social: o encontro ou a luta de ideias, classes, nações, grupos, grandes interesses econômicos, etc.

        Hollywood, com a força de seu cinema, só podia nascer numa cultura em que, seja qual for a dimensão social dos fatos, toda experiéncia toma a forma de uma história de aventuras. Nesse tipo de cultura, qualquer história de vida promete um roteiro de filme.

        Criticamos ou desprezamos Hollywood pelas simplificações, pelos siléncios e pelas ignorâncias, talvez inevitáveis, ao reduzir a complexidade da história às andanças singulares dos individuos. Mas, no fundo, essa critica se endereça a nós mesmos. Defendemos um entendimento do mundo em que causas e conflitos coletivos são mais importantes quea epopeia dos indivíduos. No entanto, a critica do reducionismo de Hollywood é a maneira que encontramos para reprimir uma dimensão crucial da nossa própria experiéncia: o mundo nos interessa só porque constitui o cenário da aventura das nossas vidas. Hollywood, desprezada, cativa-nos e fascina-nos porque glorifica um individualismo que é o nosso. Portanto, mesmo envergonhados, entremos no cinema.

(Adaptado de: CALLIGARIS, Contardo. Terra de ninguém. São Paulo: Publifolha, 2004, p, 322-323)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
Alternativas
Q3737986 Português
Atenção: Para responder a questão, baseie-se no texto abaixo.

Hollywood dentro de nós

        A cultura norte-americana, mais do que qualquer outra, vive e pensa a coletividade como um conjunto de individuos. Para um europeu ou um sul-americano, comemorar, explicar e mesmo narrar um acontecimento é, no minimo, problemático sem explorar sua dimensão propriamente social: o encontro ou a luta de ideias, classes, nações, grupos, grandes interesses econômicos, etc.

        Hollywood, com a força de seu cinema, só podia nascer numa cultura em que, seja qual for a dimensão social dos fatos, toda experiéncia toma a forma de uma história de aventuras. Nesse tipo de cultura, qualquer história de vida promete um roteiro de filme.

        Criticamos ou desprezamos Hollywood pelas simplificações, pelos siléncios e pelas ignorâncias, talvez inevitáveis, ao reduzir a complexidade da história às andanças singulares dos individuos. Mas, no fundo, essa critica se endereça a nós mesmos. Defendemos um entendimento do mundo em que causas e conflitos coletivos são mais importantes quea epopeia dos indivíduos. No entanto, a critica do reducionismo de Hollywood é a maneira que encontramos para reprimir uma dimensão crucial da nossa própria experiéncia: o mundo nos interessa só porque constitui o cenário da aventura das nossas vidas. Hollywood, desprezada, cativa-nos e fascina-nos porque glorifica um individualismo que é o nosso. Portanto, mesmo envergonhados, entremos no cinema.

(Adaptado de: CALLIGARIS, Contardo. Terra de ninguém. São Paulo: Publifolha, 2004, p, 322-323)
No 3º parágrafo afirma-se que nossa crítica às simplificações de Hollywood
Alternativas
Q3737873 Português
Quem nasce em Iraí/RS é chamado de:
Alternativas
Q3737871 Português

Quando um gaúcho quer dizer que levou um susto enorme, ele diz que foi um __________ susto. 


Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do trecho acima. 

Alternativas
Q3737828 Português

Ensinar por meio de jogos é uma ______________ que o educador leva para a sala de aula, sendo assim, desenvolvendo uma ação pedagógica sem teorização, ou seja, com aulas _____________, fazendo com que o aluno frequente as aulas com vontade de aprender. Assim, o professor é aquele que cria na criança a alegria de pensar, provoca a curiosidade, interage com ela e a ajuda a ser a ________________ das suas ações, incentivando seu desenvolvimento e seu aprendizado, já que ela aprende e se diverte ao mesmo tempo.


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima. 

Alternativas
Q3737621 Português
“Que menino especula!”

        Eu era um menino muito perguntador, como quase todas as crianças, e volta e meia tinha que ouvir de um adulto: - Mas você é especula, hein? E eu via logo que ser um menino “especula” não devia ser muito bonito. Nem por isso guardava minhas armas de perguntador: continuava a especular sobre tudo o que não entendia. Eu ainda não conhecia a réplica justa a quem me acusasse de especula: - Mas perguntar não ofende.

        Mais tarde tive a minha vingança. Aprendi que especular é investigar, pesquisar, refletir... Aprendi mais: que os homens muito curiosos, de muito antigamente, olhavam os astros no céu pra ver se entendiam a formação de suas andanças no espaço, seus movimentos regulares. Não contando ainda com a sofisticação de telescópios, valiam-se os antigos de um espelho, um “speculum”, que fixavam no chão apontado para o alto. Na superficie plana do espelho refletiam-se os astros iluminados no céu, e nela os astronomos pioneiros iam marcando a posição e os movimentos dos corpos celestes. Era isso o que também se entendia por especular: observar algo por meio do reflexo de um espelho. Os primeiros astrónomos foram grandes especulas.

        Com o tempo, especulação passou a designar um processo mental abstrato, que formula hipóteses e elabora ideias. Pensamento especulativo, para muitos, é o principio mesmo d inquirição filosófica,

        Portanto, fui mesmo, e com muita honra, um menino especula, sim senhor. Como quase todas as crianças, estava interessado em saber quanta coisa havia entre o céu e a terra que ia além da nossa filosofia, ou dos nossos olhos terrestres. Da minha maneira, acionava o espelho da minha curiosidade para saber mais coisas dos astros do céu, o tempo cósmico, do destino das esferas - coisas que mesmo um telescópio espacial está longe de conseguir esclarecer, para poder satisfazer os eternos meninos especulas.

(Alcebiades Vilanova, a ecitar) 
No contexto dado, há emprego de uma expressão com sentido conotativo na frase: 
Alternativas
Respostas
34801: C
34802: B
34803: D
34804: D
34805: E
34806: E
34807: B
34808: D
34809: B
34810: A
34811: B
34812: B
34813: E
34814: D
34815: C
34816: B
34817: B
34818: C
34819: B
34820: A