Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Ano: 2025 Banca: Instituto Consulplan Órgão: HEMOBRÁS Provas: Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Analista de Contrato | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Controle da Qualidade 3 | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Segurança do Trabalho | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Planejamento e Controle de Produção | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Tecnologia da Informação e Operação | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Plasma e Hemocomponentes | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Orçamento e Finanças | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Administração de Pessoal | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Planejamento Estratégico | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Licitação e Contratos | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Tecnologia da Informação | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Assuntos Regulatórios | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Controle da Qualidade 1 | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Fracionamento Industrial do Plasma 2 |
Q3261305 Português

O câncer cada vez mais próximo da cura



    Ao realizar uma pesquisa breve no portal de periódicos da Capes, uma das principais referências nacionais no que se refere aos acervos das produções acadêmicas, é possível notar que há 203 resultados para o termo cura do câncer somente nos últimos dois anos. Isso nos ajuda a pressupor uma ideia óbvia: há um desejo incontido dos pesquisadores por tratamentos que tornem o câncer bem menos letal.


    Os tratamentos convencionais, principalmente a radioterapia e a quimioterapia, dão uma contribuição importante, mas esbarram fortemente em efeitos colaterais que comprometem a qualidade de vida do paciente durante o combate ao tumor. Minimizar esse sofrimento e potencializar as chances de cura são, portanto, duas estratégias sobre as quais a ciência se debruça todos os dias.


    Uma das respostas mais importantes nesse sentido, se não a mais, vem sendo o CAR-T Cell. A técnica é uma revolução na imunoterapia e no combate a alguns tipos de câncer, especialmente a leucemia linfoblástica aguda (LLA), o linfoma não-Hodgkin (LNH) e o mieloma múltiplo. O tratamento consiste na extração de algumas células T, que atuam no sistema imunológico, do próprio paciente. Essas células são então programadas para combater as células cancerígenas, e na sequência são reinseridas no corpo do paciente.


    Há uma multiplicação de casos de pacientes que simplesmente se livraram do câncer. Um deles ganhou recentemente uma atenção ampla nos sites de notícias nacionais. Um brasileiro de 61 anos, diagnosticado com linfoma não-Hodgkin, já havia passado por 45 sessões de quimioterapia sem sucesso, e estava prestes a ser conduzido a cuidados paliativos. Depois de se submeter à imunoterapia com CAR-T Cell, o câncer simplesmente desapareceu.


    O grande salto da ciência hoje em relação ao tratamento é sua expansão para outros tipos de câncer. O procedimento é visto como a grande esperança contra os tumores sólidos, como de próstata, de mama e de cérebro. Se a cura do câncer figura entre os temas recorrentes da Capes, não podemos nos furtar de dizer que alguma parte desse acervo é composta também por produções científicas que tratam dos avanços do CAR-T Cell para novas fronteiras.


    Hoje, esses estudos se debruçam principalmente sobre a genética do câncer. Grosseiramente, é como se a ciência estivesse produzindo um manual de instruções sobre cada câncer para, através dessa imunoterapia, reprogramar as células T para atacar pontualmente o problema identificado no seu organismo de origem.


    É possível classificar, portanto, como uma tendência as chances de já nos próximos anos esse tratamento ser expandido para novos tipos de tumores que hoje ainda não estão no radar da ciência. O CAR-T Cell é um procedimento que pode levar à cura do câncer. E isso leva a comunidade científica a alimentar a esperança de que a profusão de relatos favoráveis à cura logo serão o tema principal das produções acadêmicas neste campo. Quem viver verá.



(Guilherme Muzzi. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao. Acesso em: fevereiro de 2025.)

Considerando as informações e ideias trazidas ao texto, analise as afirmativas a seguir.

I. Os tratamentos, considerados convencionais, passam a demonstrar comprometimento em sua eficácia diante dos avanços tecnológicos.
II. Há estratégias argumentativas utilizadas no texto para o fortalecimento e a construção da argumentação quanto à apresentação da prática de tratamento inovador no combate ao câncer.
III. A técnica denominada “CAR-T Cell” apresenta-se como uma forma inovadora e eficaz de combater alguns tipos de câncer, mostrando-se como uma alternativa aos tratamentos anteriores à sua prática.

Está correto o que se afirma em 
Alternativas
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Q3261304 Português

O câncer cada vez mais próximo da cura



    Ao realizar uma pesquisa breve no portal de periódicos da Capes, uma das principais referências nacionais no que se refere aos acervos das produções acadêmicas, é possível notar que há 203 resultados para o termo cura do câncer somente nos últimos dois anos. Isso nos ajuda a pressupor uma ideia óbvia: há um desejo incontido dos pesquisadores por tratamentos que tornem o câncer bem menos letal.


    Os tratamentos convencionais, principalmente a radioterapia e a quimioterapia, dão uma contribuição importante, mas esbarram fortemente em efeitos colaterais que comprometem a qualidade de vida do paciente durante o combate ao tumor. Minimizar esse sofrimento e potencializar as chances de cura são, portanto, duas estratégias sobre as quais a ciência se debruça todos os dias.


    Uma das respostas mais importantes nesse sentido, se não a mais, vem sendo o CAR-T Cell. A técnica é uma revolução na imunoterapia e no combate a alguns tipos de câncer, especialmente a leucemia linfoblástica aguda (LLA), o linfoma não-Hodgkin (LNH) e o mieloma múltiplo. O tratamento consiste na extração de algumas células T, que atuam no sistema imunológico, do próprio paciente. Essas células são então programadas para combater as células cancerígenas, e na sequência são reinseridas no corpo do paciente.


    Há uma multiplicação de casos de pacientes que simplesmente se livraram do câncer. Um deles ganhou recentemente uma atenção ampla nos sites de notícias nacionais. Um brasileiro de 61 anos, diagnosticado com linfoma não-Hodgkin, já havia passado por 45 sessões de quimioterapia sem sucesso, e estava prestes a ser conduzido a cuidados paliativos. Depois de se submeter à imunoterapia com CAR-T Cell, o câncer simplesmente desapareceu.


    O grande salto da ciência hoje em relação ao tratamento é sua expansão para outros tipos de câncer. O procedimento é visto como a grande esperança contra os tumores sólidos, como de próstata, de mama e de cérebro. Se a cura do câncer figura entre os temas recorrentes da Capes, não podemos nos furtar de dizer que alguma parte desse acervo é composta também por produções científicas que tratam dos avanços do CAR-T Cell para novas fronteiras.


    Hoje, esses estudos se debruçam principalmente sobre a genética do câncer. Grosseiramente, é como se a ciência estivesse produzindo um manual de instruções sobre cada câncer para, através dessa imunoterapia, reprogramar as células T para atacar pontualmente o problema identificado no seu organismo de origem.


    É possível classificar, portanto, como uma tendência as chances de já nos próximos anos esse tratamento ser expandido para novos tipos de tumores que hoje ainda não estão no radar da ciência. O CAR-T Cell é um procedimento que pode levar à cura do câncer. E isso leva a comunidade científica a alimentar a esperança de que a profusão de relatos favoráveis à cura logo serão o tema principal das produções acadêmicas neste campo. Quem viver verá.



(Guilherme Muzzi. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao. Acesso em: fevereiro de 2025.)

Considerando o paradigma de conjugação verbal dos verbos aos quais fazem referência as formas verbais destacadas em “Ao realizar uma pesquisa breve no portal de periódicos da Capes, uma das principais referências nacionais no que se refere aos acervos das produções acadêmicas, é possível notar que 203 resultados para o termo cura do câncer somente nos últimos dois anos. Isso nos ajuda a pressupor uma ideia óbvia: há um desejo incontido dos pesquisadores por tratamentos que tornem o câncer bem menos letal.” (1º§), pode-se afirmar que:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Instituto Consulplan Órgão: HEMOBRÁS Provas: Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Analista de Contrato | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Controle da Qualidade 3 | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Segurança do Trabalho | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Planejamento e Controle de Produção | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Tecnologia da Informação e Operação | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Plasma e Hemocomponentes | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Orçamento e Finanças | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Administração de Pessoal | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Planejamento Estratégico | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Licitação e Contratos | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Tecnologia da Informação | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Assuntos Regulatórios | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Controle da Qualidade 1 | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Fracionamento Industrial do Plasma 2 |
Q3261303 Português

O câncer cada vez mais próximo da cura



    Ao realizar uma pesquisa breve no portal de periódicos da Capes, uma das principais referências nacionais no que se refere aos acervos das produções acadêmicas, é possível notar que há 203 resultados para o termo cura do câncer somente nos últimos dois anos. Isso nos ajuda a pressupor uma ideia óbvia: há um desejo incontido dos pesquisadores por tratamentos que tornem o câncer bem menos letal.


    Os tratamentos convencionais, principalmente a radioterapia e a quimioterapia, dão uma contribuição importante, mas esbarram fortemente em efeitos colaterais que comprometem a qualidade de vida do paciente durante o combate ao tumor. Minimizar esse sofrimento e potencializar as chances de cura são, portanto, duas estratégias sobre as quais a ciência se debruça todos os dias.


    Uma das respostas mais importantes nesse sentido, se não a mais, vem sendo o CAR-T Cell. A técnica é uma revolução na imunoterapia e no combate a alguns tipos de câncer, especialmente a leucemia linfoblástica aguda (LLA), o linfoma não-Hodgkin (LNH) e o mieloma múltiplo. O tratamento consiste na extração de algumas células T, que atuam no sistema imunológico, do próprio paciente. Essas células são então programadas para combater as células cancerígenas, e na sequência são reinseridas no corpo do paciente.


    Há uma multiplicação de casos de pacientes que simplesmente se livraram do câncer. Um deles ganhou recentemente uma atenção ampla nos sites de notícias nacionais. Um brasileiro de 61 anos, diagnosticado com linfoma não-Hodgkin, já havia passado por 45 sessões de quimioterapia sem sucesso, e estava prestes a ser conduzido a cuidados paliativos. Depois de se submeter à imunoterapia com CAR-T Cell, o câncer simplesmente desapareceu.


    O grande salto da ciência hoje em relação ao tratamento é sua expansão para outros tipos de câncer. O procedimento é visto como a grande esperança contra os tumores sólidos, como de próstata, de mama e de cérebro. Se a cura do câncer figura entre os temas recorrentes da Capes, não podemos nos furtar de dizer que alguma parte desse acervo é composta também por produções científicas que tratam dos avanços do CAR-T Cell para novas fronteiras.


    Hoje, esses estudos se debruçam principalmente sobre a genética do câncer. Grosseiramente, é como se a ciência estivesse produzindo um manual de instruções sobre cada câncer para, através dessa imunoterapia, reprogramar as células T para atacar pontualmente o problema identificado no seu organismo de origem.


    É possível classificar, portanto, como uma tendência as chances de já nos próximos anos esse tratamento ser expandido para novos tipos de tumores que hoje ainda não estão no radar da ciência. O CAR-T Cell é um procedimento que pode levar à cura do câncer. E isso leva a comunidade científica a alimentar a esperança de que a profusão de relatos favoráveis à cura logo serão o tema principal das produções acadêmicas neste campo. Quem viver verá.



(Guilherme Muzzi. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao. Acesso em: fevereiro de 2025.)

As expressões “desejo incontido” (1º§) e “furtar de dizer” (5º§) significam, de acordo com o contexto, respectivamente:
Alternativas
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Q3261302 Português

O câncer cada vez mais próximo da cura



    Ao realizar uma pesquisa breve no portal de periódicos da Capes, uma das principais referências nacionais no que se refere aos acervos das produções acadêmicas, é possível notar que há 203 resultados para o termo cura do câncer somente nos últimos dois anos. Isso nos ajuda a pressupor uma ideia óbvia: há um desejo incontido dos pesquisadores por tratamentos que tornem o câncer bem menos letal.


    Os tratamentos convencionais, principalmente a radioterapia e a quimioterapia, dão uma contribuição importante, mas esbarram fortemente em efeitos colaterais que comprometem a qualidade de vida do paciente durante o combate ao tumor. Minimizar esse sofrimento e potencializar as chances de cura são, portanto, duas estratégias sobre as quais a ciência se debruça todos os dias.


    Uma das respostas mais importantes nesse sentido, se não a mais, vem sendo o CAR-T Cell. A técnica é uma revolução na imunoterapia e no combate a alguns tipos de câncer, especialmente a leucemia linfoblástica aguda (LLA), o linfoma não-Hodgkin (LNH) e o mieloma múltiplo. O tratamento consiste na extração de algumas células T, que atuam no sistema imunológico, do próprio paciente. Essas células são então programadas para combater as células cancerígenas, e na sequência são reinseridas no corpo do paciente.


    Há uma multiplicação de casos de pacientes que simplesmente se livraram do câncer. Um deles ganhou recentemente uma atenção ampla nos sites de notícias nacionais. Um brasileiro de 61 anos, diagnosticado com linfoma não-Hodgkin, já havia passado por 45 sessões de quimioterapia sem sucesso, e estava prestes a ser conduzido a cuidados paliativos. Depois de se submeter à imunoterapia com CAR-T Cell, o câncer simplesmente desapareceu.


    O grande salto da ciência hoje em relação ao tratamento é sua expansão para outros tipos de câncer. O procedimento é visto como a grande esperança contra os tumores sólidos, como de próstata, de mama e de cérebro. Se a cura do câncer figura entre os temas recorrentes da Capes, não podemos nos furtar de dizer que alguma parte desse acervo é composta também por produções científicas que tratam dos avanços do CAR-T Cell para novas fronteiras.


    Hoje, esses estudos se debruçam principalmente sobre a genética do câncer. Grosseiramente, é como se a ciência estivesse produzindo um manual de instruções sobre cada câncer para, através dessa imunoterapia, reprogramar as células T para atacar pontualmente o problema identificado no seu organismo de origem.


    É possível classificar, portanto, como uma tendência as chances de já nos próximos anos esse tratamento ser expandido para novos tipos de tumores que hoje ainda não estão no radar da ciência. O CAR-T Cell é um procedimento que pode levar à cura do câncer. E isso leva a comunidade científica a alimentar a esperança de que a profusão de relatos favoráveis à cura logo serão o tema principal das produções acadêmicas neste campo. Quem viver verá.



(Guilherme Muzzi. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao. Acesso em: fevereiro de 2025.)

De acordo com a pesquisa citada no 1º§ do texto:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Instituto Consulplan Órgão: HEMOBRÁS Provas: Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Analista de Contrato | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Controle da Qualidade 3 | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Segurança do Trabalho | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Planejamento e Controle de Produção | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Tecnologia da Informação e Operação | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Plasma e Hemocomponentes | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Orçamento e Finanças | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Administração de Pessoal | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Planejamento Estratégico | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Licitação e Contratos | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Tecnologia da Informação | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Assuntos Regulatórios | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Controle da Qualidade 1 | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Fracionamento Industrial do Plasma 2 |
Q3261301 Português

O câncer cada vez mais próximo da cura



    Ao realizar uma pesquisa breve no portal de periódicos da Capes, uma das principais referências nacionais no que se refere aos acervos das produções acadêmicas, é possível notar que há 203 resultados para o termo cura do câncer somente nos últimos dois anos. Isso nos ajuda a pressupor uma ideia óbvia: há um desejo incontido dos pesquisadores por tratamentos que tornem o câncer bem menos letal.


    Os tratamentos convencionais, principalmente a radioterapia e a quimioterapia, dão uma contribuição importante, mas esbarram fortemente em efeitos colaterais que comprometem a qualidade de vida do paciente durante o combate ao tumor. Minimizar esse sofrimento e potencializar as chances de cura são, portanto, duas estratégias sobre as quais a ciência se debruça todos os dias.


    Uma das respostas mais importantes nesse sentido, se não a mais, vem sendo o CAR-T Cell. A técnica é uma revolução na imunoterapia e no combate a alguns tipos de câncer, especialmente a leucemia linfoblástica aguda (LLA), o linfoma não-Hodgkin (LNH) e o mieloma múltiplo. O tratamento consiste na extração de algumas células T, que atuam no sistema imunológico, do próprio paciente. Essas células são então programadas para combater as células cancerígenas, e na sequência são reinseridas no corpo do paciente.


    Há uma multiplicação de casos de pacientes que simplesmente se livraram do câncer. Um deles ganhou recentemente uma atenção ampla nos sites de notícias nacionais. Um brasileiro de 61 anos, diagnosticado com linfoma não-Hodgkin, já havia passado por 45 sessões de quimioterapia sem sucesso, e estava prestes a ser conduzido a cuidados paliativos. Depois de se submeter à imunoterapia com CAR-T Cell, o câncer simplesmente desapareceu.


    O grande salto da ciência hoje em relação ao tratamento é sua expansão para outros tipos de câncer. O procedimento é visto como a grande esperança contra os tumores sólidos, como de próstata, de mama e de cérebro. Se a cura do câncer figura entre os temas recorrentes da Capes, não podemos nos furtar de dizer que alguma parte desse acervo é composta também por produções científicas que tratam dos avanços do CAR-T Cell para novas fronteiras.


    Hoje, esses estudos se debruçam principalmente sobre a genética do câncer. Grosseiramente, é como se a ciência estivesse produzindo um manual de instruções sobre cada câncer para, através dessa imunoterapia, reprogramar as células T para atacar pontualmente o problema identificado no seu organismo de origem.


    É possível classificar, portanto, como uma tendência as chances de já nos próximos anos esse tratamento ser expandido para novos tipos de tumores que hoje ainda não estão no radar da ciência. O CAR-T Cell é um procedimento que pode levar à cura do câncer. E isso leva a comunidade científica a alimentar a esperança de que a profusão de relatos favoráveis à cura logo serão o tema principal das produções acadêmicas neste campo. Quem viver verá.



(Guilherme Muzzi. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao. Acesso em: fevereiro de 2025.)

A partir da estruturação do trecho a seguir “Ao realizar uma pesquisa breve no portal de periódicos da Capes, uma das principais referências nacionais no que se refere aos acervos das produções acadêmicas, [...]” (1º§), pode-se afirmar que:
Alternativas
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Q3261300 Português

O câncer cada vez mais próximo da cura



    Ao realizar uma pesquisa breve no portal de periódicos da Capes, uma das principais referências nacionais no que se refere aos acervos das produções acadêmicas, é possível notar que há 203 resultados para o termo cura do câncer somente nos últimos dois anos. Isso nos ajuda a pressupor uma ideia óbvia: há um desejo incontido dos pesquisadores por tratamentos que tornem o câncer bem menos letal.


    Os tratamentos convencionais, principalmente a radioterapia e a quimioterapia, dão uma contribuição importante, mas esbarram fortemente em efeitos colaterais que comprometem a qualidade de vida do paciente durante o combate ao tumor. Minimizar esse sofrimento e potencializar as chances de cura são, portanto, duas estratégias sobre as quais a ciência se debruça todos os dias.


    Uma das respostas mais importantes nesse sentido, se não a mais, vem sendo o CAR-T Cell. A técnica é uma revolução na imunoterapia e no combate a alguns tipos de câncer, especialmente a leucemia linfoblástica aguda (LLA), o linfoma não-Hodgkin (LNH) e o mieloma múltiplo. O tratamento consiste na extração de algumas células T, que atuam no sistema imunológico, do próprio paciente. Essas células são então programadas para combater as células cancerígenas, e na sequência são reinseridas no corpo do paciente.


    Há uma multiplicação de casos de pacientes que simplesmente se livraram do câncer. Um deles ganhou recentemente uma atenção ampla nos sites de notícias nacionais. Um brasileiro de 61 anos, diagnosticado com linfoma não-Hodgkin, já havia passado por 45 sessões de quimioterapia sem sucesso, e estava prestes a ser conduzido a cuidados paliativos. Depois de se submeter à imunoterapia com CAR-T Cell, o câncer simplesmente desapareceu.


    O grande salto da ciência hoje em relação ao tratamento é sua expansão para outros tipos de câncer. O procedimento é visto como a grande esperança contra os tumores sólidos, como de próstata, de mama e de cérebro. Se a cura do câncer figura entre os temas recorrentes da Capes, não podemos nos furtar de dizer que alguma parte desse acervo é composta também por produções científicas que tratam dos avanços do CAR-T Cell para novas fronteiras.


    Hoje, esses estudos se debruçam principalmente sobre a genética do câncer. Grosseiramente, é como se a ciência estivesse produzindo um manual de instruções sobre cada câncer para, através dessa imunoterapia, reprogramar as células T para atacar pontualmente o problema identificado no seu organismo de origem.


    É possível classificar, portanto, como uma tendência as chances de já nos próximos anos esse tratamento ser expandido para novos tipos de tumores que hoje ainda não estão no radar da ciência. O CAR-T Cell é um procedimento que pode levar à cura do câncer. E isso leva a comunidade científica a alimentar a esperança de que a profusão de relatos favoráveis à cura logo serão o tema principal das produções acadêmicas neste campo. Quem viver verá.



(Guilherme Muzzi. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao. Acesso em: fevereiro de 2025.)

Indique, a seguir, a alternativa que apresenta corretamente referências às temáticas que podem ser reconhecidas no texto em análise
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2025 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q3261209 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Ratos aplicam primeiros socorros em companheiros desacordados


A competição não é a única lei do reino animal. Um novo estudo ajuda a ilustrar a importância da cooperação entre os animais ao mostrar que os camundongos não deixam seus companheiros caídos para trás. Eles se mobilizam para aplicar técnicas de primeiros socorros em ratinhos inconscientes − que vão desde algumas cutucadas com a pata, mordidas e até um puxão na língua que parece respiração boca a boca.


A prática do cuidado não é exclusividade dos seres humanos, e descobertas recentes da ciência mostram que ela é muito mais comum no resto do reino animal do que se imaginava. Chimpanzés selvagens tocam e lambem companheiros feridos, e elefantes prestam assistência a parentes doentes, por exemplo. Até os golfinhos foram avistados ajudando a empurrar um camarada angustiado para a superfície, para que ele pudesse respirar.


Cientistas ligados à Universidade do Sul da Califórnia filmaram ratos em interação com seus companheiros de jaula, que poderiam estar ativos ou anestesiados. As descobertas foram divulgadas no periódico Science, e mostram que os camundongos cuidam uns dos outros. Ao longo de um período de 13 minutos, os animais ativos passavam em média seis minutos (47% do tempo) interagindo com seus companheiros de espécie inconscientes, tentando acordá-los.


Primeiros socorros para roedores


As interações seguiam um roteiro comportamental: os ratos começavam cheirando os companheiros, e depois começavam a passar a pata e cutucar para chamar atenção. Depois de não receberem resposta com esses métodos simples, eles recorriam a táticas mais invasivas e intensas: o camundongo ativo abria a boca do ratinho desacordado e puxava sua língua para fora.


Os ratos também lambem os olhos e mordem a boca dos amigos desmaiados. A técnica de puxar a língua do camarada se repetiu em mais de 50% dos casos.


Em outro teste, os pesquisadores colocaram uma bolinha de plástico atóxica na boca dos ratinhos desacordados e, em 80% dos casos, os companheiros roedores conseguiram remover o objeto com sucesso.


As técnicas de primeiros socorros funcionaram: os ratos que receberam cuidado de seus companheiros de espécie acordaram e passaram a andar mais rápido do que os outros anestesiados que não receberam nenhum auxílio.


Os camundongos que estavam cuidando dos animais desacordados passavam mais tempo investidos se eles fossem realmente amigos, já tendo se conhecido antes. Se os ratos estivessem se vendo pela primeira vez, o nível de interação era menor.


A técnica do puxão na língua pode parecer respiração boca a boca, mas não é. Os ratos não conseguem fazer reanimação cardiopulmonar, já que essa técnica complexa requer treinamento. O que eles fazem é análogo a um chacoalhão, um tapinha para acordar ou mesmo alguns preceitos básicos de primeiros socorros para ajudar a respirar.


Monitorando o cérebro dos ratos, os pesquisadores perceberam uma relação entre os atos de cuidado e neurônios que liberam ocitocina na amígdala e no hipotálamo, o que impulsiona o comportamento cooperativo dos roedores. A ocitocina é um hormônio relacionado a apego, empatia e prazer.


É provável que esse comportamento seja inato, e não aprendido, visto que os animais que participaram do experimento tinham entre dois e três meses e nunca tinham presenciado uma situação dessas antes.


Além dessa equipe de cientistas, outros dois laboratórios chegaram a conclusões similares em 2025, o que mostra que os comportamentos desses animais aumentam a coesão de um grupo − e, portanto, ajudam os ratos a sobreviver e se adaptar.


Retirado e adaptado de: LIMA, Eduardo. Ratos aplicam primeiros socorros em companheiros desacordados. Revista Super Interessante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ratos-aplicam-primeiros-socorros-em-c ompanheiros-desacordados/ Acesso em: 24 fev., 2025.

Assinale a alternativa que apresenta apenas termos que foram empregados como anafóricos para a palavra "camundongos" ao longo do texto:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2025 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q3261208 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Ratos aplicam primeiros socorros em companheiros desacordados


A competição não é a única lei do reino animal. Um novo estudo ajuda a ilustrar a importância da cooperação entre os animais ao mostrar que os camundongos não deixam seus companheiros caídos para trás. Eles se mobilizam para aplicar técnicas de primeiros socorros em ratinhos inconscientes − que vão desde algumas cutucadas com a pata, mordidas e até um puxão na língua que parece respiração boca a boca.


A prática do cuidado não é exclusividade dos seres humanos, e descobertas recentes da ciência mostram que ela é muito mais comum no resto do reino animal do que se imaginava. Chimpanzés selvagens tocam e lambem companheiros feridos, e elefantes prestam assistência a parentes doentes, por exemplo. Até os golfinhos foram avistados ajudando a empurrar um camarada angustiado para a superfície, para que ele pudesse respirar.


Cientistas ligados à Universidade do Sul da Califórnia filmaram ratos em interação com seus companheiros de jaula, que poderiam estar ativos ou anestesiados. As descobertas foram divulgadas no periódico Science, e mostram que os camundongos cuidam uns dos outros. Ao longo de um período de 13 minutos, os animais ativos passavam em média seis minutos (47% do tempo) interagindo com seus companheiros de espécie inconscientes, tentando acordá-los.


Primeiros socorros para roedores


As interações seguiam um roteiro comportamental: os ratos começavam cheirando os companheiros, e depois começavam a passar a pata e cutucar para chamar atenção. Depois de não receberem resposta com esses métodos simples, eles recorriam a táticas mais invasivas e intensas: o camundongo ativo abria a boca do ratinho desacordado e puxava sua língua para fora.


Os ratos também lambem os olhos e mordem a boca dos amigos desmaiados. A técnica de puxar a língua do camarada se repetiu em mais de 50% dos casos.


Em outro teste, os pesquisadores colocaram uma bolinha de plástico atóxica na boca dos ratinhos desacordados e, em 80% dos casos, os companheiros roedores conseguiram remover o objeto com sucesso.


As técnicas de primeiros socorros funcionaram: os ratos que receberam cuidado de seus companheiros de espécie acordaram e passaram a andar mais rápido do que os outros anestesiados que não receberam nenhum auxílio.


Os camundongos que estavam cuidando dos animais desacordados passavam mais tempo investidos se eles fossem realmente amigos, já tendo se conhecido antes. Se os ratos estivessem se vendo pela primeira vez, o nível de interação era menor.


A técnica do puxão na língua pode parecer respiração boca a boca, mas não é. Os ratos não conseguem fazer reanimação cardiopulmonar, já que essa técnica complexa requer treinamento. O que eles fazem é análogo a um chacoalhão, um tapinha para acordar ou mesmo alguns preceitos básicos de primeiros socorros para ajudar a respirar.


Monitorando o cérebro dos ratos, os pesquisadores perceberam uma relação entre os atos de cuidado e neurônios que liberam ocitocina na amígdala e no hipotálamo, o que impulsiona o comportamento cooperativo dos roedores. A ocitocina é um hormônio relacionado a apego, empatia e prazer.


É provável que esse comportamento seja inato, e não aprendido, visto que os animais que participaram do experimento tinham entre dois e três meses e nunca tinham presenciado uma situação dessas antes.


Além dessa equipe de cientistas, outros dois laboratórios chegaram a conclusões similares em 2025, o que mostra que os comportamentos desses animais aumentam a coesão de um grupo − e, portanto, ajudam os ratos a sobreviver e se adaptar.


Retirado e adaptado de: LIMA, Eduardo. Ratos aplicam primeiros socorros em companheiros desacordados. Revista Super Interessante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ratos-aplicam-primeiros-socorros-em-c ompanheiros-desacordados/ Acesso em: 24 fev., 2025.

Analise as sentenças a seguir, retiradas do texto:

I. Eles se mobilizam para aplicar técnicas de primeiros socorros em ratinhos inconscientes − que vão desde algumas cutucadas com a pata, mordidas e até um puxão na língua que parece respiração boca a boca.
II. A técnica do puxão na língua pode parecer respiração boca a boca, mas não é. Os ratos não conseguem fazer reanimação cardiopulmonar, já que essa técnica complexa requer treinamento. O que eles fazem é análogo a um chacoalhão, um tapinha para acordar ou mesmo alguns preceitos básicos de primeiros socorros para ajudar a respirar.

Entre estas sentenças, ao longo do texto, é estabelecida uma relação de: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2025 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q3261207 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Ratos aplicam primeiros socorros em companheiros desacordados


A competição não é a única lei do reino animal. Um novo estudo ajuda a ilustrar a importância da cooperação entre os animais ao mostrar que os camundongos não deixam seus companheiros caídos para trás. Eles se mobilizam para aplicar técnicas de primeiros socorros em ratinhos inconscientes − que vão desde algumas cutucadas com a pata, mordidas e até um puxão na língua que parece respiração boca a boca.


A prática do cuidado não é exclusividade dos seres humanos, e descobertas recentes da ciência mostram que ela é muito mais comum no resto do reino animal do que se imaginava. Chimpanzés selvagens tocam e lambem companheiros feridos, e elefantes prestam assistência a parentes doentes, por exemplo. Até os golfinhos foram avistados ajudando a empurrar um camarada angustiado para a superfície, para que ele pudesse respirar.


Cientistas ligados à Universidade do Sul da Califórnia filmaram ratos em interação com seus companheiros de jaula, que poderiam estar ativos ou anestesiados. As descobertas foram divulgadas no periódico Science, e mostram que os camundongos cuidam uns dos outros. Ao longo de um período de 13 minutos, os animais ativos passavam em média seis minutos (47% do tempo) interagindo com seus companheiros de espécie inconscientes, tentando acordá-los.


Primeiros socorros para roedores


As interações seguiam um roteiro comportamental: os ratos começavam cheirando os companheiros, e depois começavam a passar a pata e cutucar para chamar atenção. Depois de não receberem resposta com esses métodos simples, eles recorriam a táticas mais invasivas e intensas: o camundongo ativo abria a boca do ratinho desacordado e puxava sua língua para fora.


Os ratos também lambem os olhos e mordem a boca dos amigos desmaiados. A técnica de puxar a língua do camarada se repetiu em mais de 50% dos casos.


Em outro teste, os pesquisadores colocaram uma bolinha de plástico atóxica na boca dos ratinhos desacordados e, em 80% dos casos, os companheiros roedores conseguiram remover o objeto com sucesso.


As técnicas de primeiros socorros funcionaram: os ratos que receberam cuidado de seus companheiros de espécie acordaram e passaram a andar mais rápido do que os outros anestesiados que não receberam nenhum auxílio.


Os camundongos que estavam cuidando dos animais desacordados passavam mais tempo investidos se eles fossem realmente amigos, já tendo se conhecido antes. Se os ratos estivessem se vendo pela primeira vez, o nível de interação era menor.


A técnica do puxão na língua pode parecer respiração boca a boca, mas não é. Os ratos não conseguem fazer reanimação cardiopulmonar, já que essa técnica complexa requer treinamento. O que eles fazem é análogo a um chacoalhão, um tapinha para acordar ou mesmo alguns preceitos básicos de primeiros socorros para ajudar a respirar.


Monitorando o cérebro dos ratos, os pesquisadores perceberam uma relação entre os atos de cuidado e neurônios que liberam ocitocina na amígdala e no hipotálamo, o que impulsiona o comportamento cooperativo dos roedores. A ocitocina é um hormônio relacionado a apego, empatia e prazer.


É provável que esse comportamento seja inato, e não aprendido, visto que os animais que participaram do experimento tinham entre dois e três meses e nunca tinham presenciado uma situação dessas antes.


Além dessa equipe de cientistas, outros dois laboratórios chegaram a conclusões similares em 2025, o que mostra que os comportamentos desses animais aumentam a coesão de um grupo − e, portanto, ajudam os ratos a sobreviver e se adaptar.


Retirado e adaptado de: LIMA, Eduardo. Ratos aplicam primeiros socorros em companheiros desacordados. Revista Super Interessante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ratos-aplicam-primeiros-socorros-em-c ompanheiros-desacordados/ Acesso em: 24 fev., 2025.

A partir da leitura do texto, analise as afirmações a seguir:

I. Embora haja outros animais que prestam cuidados a seus companheiros, aqueles que apresentam o comportamento mais parecido com o do ser humano são os ratos.
II. O comportamento adotado pelos ratos é importante para a espécie, pois indica que eles têm maiores chances de sobrevivência quando um colega o está tentando resgatar.
III. Aspectos como o conhecimento prévio do colega com o qual estava interagindo no "salvamento" influenciavam na forma como o camundongo tentava reanimar seu companheiro.
IV. Uma das ações mais efetivas dos camundongos era tentar retirar materiais que pudessem estar na boca dos amigos.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2025 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q3261206 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Ratos aplicam primeiros socorros em companheiros desacordados


A competição não é a única lei do reino animal. Um novo estudo ajuda a ilustrar a importância da cooperação entre os animais ao mostrar que os camundongos não deixam seus companheiros caídos para trás. Eles se mobilizam para aplicar técnicas de primeiros socorros em ratinhos inconscientes − que vão desde algumas cutucadas com a pata, mordidas e até um puxão na língua que parece respiração boca a boca.


A prática do cuidado não é exclusividade dos seres humanos, e descobertas recentes da ciência mostram que ela é muito mais comum no resto do reino animal do que se imaginava. Chimpanzés selvagens tocam e lambem companheiros feridos, e elefantes prestam assistência a parentes doentes, por exemplo. Até os golfinhos foram avistados ajudando a empurrar um camarada angustiado para a superfície, para que ele pudesse respirar.


Cientistas ligados à Universidade do Sul da Califórnia filmaram ratos em interação com seus companheiros de jaula, que poderiam estar ativos ou anestesiados. As descobertas foram divulgadas no periódico Science, e mostram que os camundongos cuidam uns dos outros. Ao longo de um período de 13 minutos, os animais ativos passavam em média seis minutos (47% do tempo) interagindo com seus companheiros de espécie inconscientes, tentando acordá-los.


Primeiros socorros para roedores


As interações seguiam um roteiro comportamental: os ratos começavam cheirando os companheiros, e depois começavam a passar a pata e cutucar para chamar atenção. Depois de não receberem resposta com esses métodos simples, eles recorriam a táticas mais invasivas e intensas: o camundongo ativo abria a boca do ratinho desacordado e puxava sua língua para fora.


Os ratos também lambem os olhos e mordem a boca dos amigos desmaiados. A técnica de puxar a língua do camarada se repetiu em mais de 50% dos casos.


Em outro teste, os pesquisadores colocaram uma bolinha de plástico atóxica na boca dos ratinhos desacordados e, em 80% dos casos, os companheiros roedores conseguiram remover o objeto com sucesso.


As técnicas de primeiros socorros funcionaram: os ratos que receberam cuidado de seus companheiros de espécie acordaram e passaram a andar mais rápido do que os outros anestesiados que não receberam nenhum auxílio.


Os camundongos que estavam cuidando dos animais desacordados passavam mais tempo investidos se eles fossem realmente amigos, já tendo se conhecido antes. Se os ratos estivessem se vendo pela primeira vez, o nível de interação era menor.


A técnica do puxão na língua pode parecer respiração boca a boca, mas não é. Os ratos não conseguem fazer reanimação cardiopulmonar, já que essa técnica complexa requer treinamento. O que eles fazem é análogo a um chacoalhão, um tapinha para acordar ou mesmo alguns preceitos básicos de primeiros socorros para ajudar a respirar.


Monitorando o cérebro dos ratos, os pesquisadores perceberam uma relação entre os atos de cuidado e neurônios que liberam ocitocina na amígdala e no hipotálamo, o que impulsiona o comportamento cooperativo dos roedores. A ocitocina é um hormônio relacionado a apego, empatia e prazer.


É provável que esse comportamento seja inato, e não aprendido, visto que os animais que participaram do experimento tinham entre dois e três meses e nunca tinham presenciado uma situação dessas antes.


Além dessa equipe de cientistas, outros dois laboratórios chegaram a conclusões similares em 2025, o que mostra que os comportamentos desses animais aumentam a coesão de um grupo − e, portanto, ajudam os ratos a sobreviver e se adaptar.


Retirado e adaptado de: LIMA, Eduardo. Ratos aplicam primeiros socorros em companheiros desacordados. Revista Super Interessante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ratos-aplicam-primeiros-socorros-em-c ompanheiros-desacordados/ Acesso em: 24 fev., 2025.

Assinale a alternativa que apresenta o correto emprego do acento grave (crase): 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2025 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q3261205 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Ratos aplicam primeiros socorros em companheiros desacordados


A competição não é a única lei do reino animal. Um novo estudo ajuda a ilustrar a importância da cooperação entre os animais ao mostrar que os camundongos não deixam seus companheiros caídos para trás. Eles se mobilizam para aplicar técnicas de primeiros socorros em ratinhos inconscientes − que vão desde algumas cutucadas com a pata, mordidas e até um puxão na língua que parece respiração boca a boca.


A prática do cuidado não é exclusividade dos seres humanos, e descobertas recentes da ciência mostram que ela é muito mais comum no resto do reino animal do que se imaginava. Chimpanzés selvagens tocam e lambem companheiros feridos, e elefantes prestam assistência a parentes doentes, por exemplo. Até os golfinhos foram avistados ajudando a empurrar um camarada angustiado para a superfície, para que ele pudesse respirar.


Cientistas ligados à Universidade do Sul da Califórnia filmaram ratos em interação com seus companheiros de jaula, que poderiam estar ativos ou anestesiados. As descobertas foram divulgadas no periódico Science, e mostram que os camundongos cuidam uns dos outros. Ao longo de um período de 13 minutos, os animais ativos passavam em média seis minutos (47% do tempo) interagindo com seus companheiros de espécie inconscientes, tentando acordá-los.


Primeiros socorros para roedores


As interações seguiam um roteiro comportamental: os ratos começavam cheirando os companheiros, e depois começavam a passar a pata e cutucar para chamar atenção. Depois de não receberem resposta com esses métodos simples, eles recorriam a táticas mais invasivas e intensas: o camundongo ativo abria a boca do ratinho desacordado e puxava sua língua para fora.


Os ratos também lambem os olhos e mordem a boca dos amigos desmaiados. A técnica de puxar a língua do camarada se repetiu em mais de 50% dos casos.


Em outro teste, os pesquisadores colocaram uma bolinha de plástico atóxica na boca dos ratinhos desacordados e, em 80% dos casos, os companheiros roedores conseguiram remover o objeto com sucesso.


As técnicas de primeiros socorros funcionaram: os ratos que receberam cuidado de seus companheiros de espécie acordaram e passaram a andar mais rápido do que os outros anestesiados que não receberam nenhum auxílio.


Os camundongos que estavam cuidando dos animais desacordados passavam mais tempo investidos se eles fossem realmente amigos, já tendo se conhecido antes. Se os ratos estivessem se vendo pela primeira vez, o nível de interação era menor.


A técnica do puxão na língua pode parecer respiração boca a boca, mas não é. Os ratos não conseguem fazer reanimação cardiopulmonar, já que essa técnica complexa requer treinamento. O que eles fazem é análogo a um chacoalhão, um tapinha para acordar ou mesmo alguns preceitos básicos de primeiros socorros para ajudar a respirar.


Monitorando o cérebro dos ratos, os pesquisadores perceberam uma relação entre os atos de cuidado e neurônios que liberam ocitocina na amígdala e no hipotálamo, o que impulsiona o comportamento cooperativo dos roedores. A ocitocina é um hormônio relacionado a apego, empatia e prazer.


É provável que esse comportamento seja inato, e não aprendido, visto que os animais que participaram do experimento tinham entre dois e três meses e nunca tinham presenciado uma situação dessas antes.


Além dessa equipe de cientistas, outros dois laboratórios chegaram a conclusões similares em 2025, o que mostra que os comportamentos desses animais aumentam a coesão de um grupo − e, portanto, ajudam os ratos a sobreviver e se adaptar.


Retirado e adaptado de: LIMA, Eduardo. Ratos aplicam primeiros socorros em companheiros desacordados. Revista Super Interessante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ratos-aplicam-primeiros-socorros-em-c ompanheiros-desacordados/ Acesso em: 24 fev., 2025.

A respeito do texto, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) O texto pertence ao gênero artigo de divulgação científica.
(__) O texto apresenta a função conativa da linguagem como predominante.
(__) O texto pertence ao gênero notícia.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: HEMOMINAS Provas: SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Qualquer Área de Formação | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Arquiteto | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Assistente Social | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Bibliotecário | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Biomédico/Biólogo/Farmacêutico/Bioquímico - 40 Horas | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Patologista | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Pedagogo | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Analista de Captação | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Cirurgião Plástico | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico do Trabalho | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Hematologista | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Enfermeiro | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Engenheiro de Produção | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Farmacêutico | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico com Qualquer Especialidade |
Q3260884 Português
A única alternativa em que o acento grave foi empregado corretamente é:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: HEMOMINAS Provas: SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Qualquer Área de Formação | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Arquiteto | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Assistente Social | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Bibliotecário | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Biomédico/Biólogo/Farmacêutico/Bioquímico - 40 Horas | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Patologista | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Pedagogo | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Analista de Captação | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Cirurgião Plástico | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico do Trabalho | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Hematologista | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Enfermeiro | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Engenheiro de Produção | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Farmacêutico | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico com Qualquer Especialidade |
Q3260883 Português
Previsão de queda nos estoques de sangue preocupa Hemorio

 Unidade funciona para doações todos os dias neste fim de ano

As festas de fim de ano e o período de férias escolares em janeiro interferem diretamente no número de doações de sangue. Pelos cálculos do Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti do Rio de Janeiro (Hemorio), a redução gira em torno de 10% a 15%.

Essa é uma grande preocupação do Hemorio, que funciona no centro da capital, porque nessa época costuma ocorrer um volume maior de acidentes.

“Justamente nesse período a demanda cresce, porque as pessoas viajam e saem mais de casa, o que, infelizmente, aumenta o número de acidentes. Por isso, é importante que as pessoas venham doar”, apela a assistente social do Hemorio Ana Ester Carlos.

A unidade é o segundo maior hemocentro do Brasil e está na frente em número de doadores voluntários. O órgão informou que recebe entre 250 e 300 pessoas para doação por dia e, de janeiro a novembro deste ano, houve mais de 82 mil doações. A previsão é concluir 2024 com pelo menos 92 mil doações.

Os estoques do Hemorio abastecem os bancos de sangue de 130 unidades de saúde pública e particulares conveniadas ao SUS nos 92 municípios do estado do Rio de Janeiro. Com a quantidade abaixo do necessário, o órgão alerta para as consequências graves que podem ocorrer.

“Tratamentos de pacientes podem ser prejudicados, e cirurgias eletivas podem ser adiadas quando não há sangue disponível. Além disso, o estado de saúde de pacientes internados que já estão estáveis pode se agravar. Por isso, precisamos muito das doações”, alerta Ana Ester.

O Hemorio foi fundado em 1943 e se transformou em referência em doação de sangue no Brasil. É também o hospital que mais atende pacientes com doença falciforme no mundo.

 Exigências

Para ser doador, é preciso ter entre 16 e 69 anos de idade, estar em boas condições de saúde, pesar mais de 50 kg e não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação. Não é necessário estar em jejum, mas devem ser evitados alimentos gordurosos antes da doação.

“É obrigatório apresentar um documento oficial com foto, como carteira de identidade, carteira de habilitação ou passaporte. Menores de 18 anos precisam apresentar um Termo de Consentimento assinado pelos pais ou responsável legal”, recomenda a unidade.

Quem quiser informações complementares sobre doação pode acessar o Disque Sangue, no telefone (21) 3916-8310, ou então as redes sociais do Hemorio, que funcionará para doações em todos os dias, neste fi m de ano, exceto no dia 1º de janeiro.

Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2024/12/6974304-previsao-de-queda nos-estoques-de-sangue-preocupa-hemorio.html. Acesso em 22/12/2024. Texto adaptado
“A previsão é concluir 2024 com pelo menos 92 mil doações” (4º parágrafo). A oração em destaque é classifi cada sintaticamente como:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: HEMOMINAS Provas: SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Qualquer Área de Formação | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Arquiteto | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Assistente Social | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Bibliotecário | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Biomédico/Biólogo/Farmacêutico/Bioquímico - 40 Horas | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Patologista | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Pedagogo | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Analista de Captação | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Cirurgião Plástico | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico do Trabalho | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Hematologista | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Enfermeiro | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Engenheiro de Produção | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Farmacêutico | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico com Qualquer Especialidade |
Q3260882 Português
Previsão de queda nos estoques de sangue preocupa Hemorio

 Unidade funciona para doações todos os dias neste fim de ano

As festas de fim de ano e o período de férias escolares em janeiro interferem diretamente no número de doações de sangue. Pelos cálculos do Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti do Rio de Janeiro (Hemorio), a redução gira em torno de 10% a 15%.

Essa é uma grande preocupação do Hemorio, que funciona no centro da capital, porque nessa época costuma ocorrer um volume maior de acidentes.

“Justamente nesse período a demanda cresce, porque as pessoas viajam e saem mais de casa, o que, infelizmente, aumenta o número de acidentes. Por isso, é importante que as pessoas venham doar”, apela a assistente social do Hemorio Ana Ester Carlos.

A unidade é o segundo maior hemocentro do Brasil e está na frente em número de doadores voluntários. O órgão informou que recebe entre 250 e 300 pessoas para doação por dia e, de janeiro a novembro deste ano, houve mais de 82 mil doações. A previsão é concluir 2024 com pelo menos 92 mil doações.

Os estoques do Hemorio abastecem os bancos de sangue de 130 unidades de saúde pública e particulares conveniadas ao SUS nos 92 municípios do estado do Rio de Janeiro. Com a quantidade abaixo do necessário, o órgão alerta para as consequências graves que podem ocorrer.

“Tratamentos de pacientes podem ser prejudicados, e cirurgias eletivas podem ser adiadas quando não há sangue disponível. Além disso, o estado de saúde de pacientes internados que já estão estáveis pode se agravar. Por isso, precisamos muito das doações”, alerta Ana Ester.

O Hemorio foi fundado em 1943 e se transformou em referência em doação de sangue no Brasil. É também o hospital que mais atende pacientes com doença falciforme no mundo.

 Exigências

Para ser doador, é preciso ter entre 16 e 69 anos de idade, estar em boas condições de saúde, pesar mais de 50 kg e não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação. Não é necessário estar em jejum, mas devem ser evitados alimentos gordurosos antes da doação.

“É obrigatório apresentar um documento oficial com foto, como carteira de identidade, carteira de habilitação ou passaporte. Menores de 18 anos precisam apresentar um Termo de Consentimento assinado pelos pais ou responsável legal”, recomenda a unidade.

Quem quiser informações complementares sobre doação pode acessar o Disque Sangue, no telefone (21) 3916-8310, ou então as redes sociais do Hemorio, que funcionará para doações em todos os dias, neste fi m de ano, exceto no dia 1º de janeiro.

Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2024/12/6974304-previsao-de-queda nos-estoques-de-sangue-preocupa-hemorio.html. Acesso em 22/12/2024. Texto adaptado
“Essa é uma grande preocupação do Hemorio, que funciona no centro da capital, porque nessa época costuma ocorrer um volume maior de acidentes” (2º parágrafo). As palavras destacadas podem ser classificadas, respectivamente, como:
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Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: HEMOMINAS Provas: SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Qualquer Área de Formação | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Arquiteto | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Assistente Social | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Bibliotecário | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Biomédico/Biólogo/Farmacêutico/Bioquímico - 40 Horas | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Patologista | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Pedagogo | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Analista de Captação | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Cirurgião Plástico | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico do Trabalho | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Hematologista | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Enfermeiro | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Engenheiro de Produção | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Farmacêutico | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico com Qualquer Especialidade |
Q3260881 Português
Previsão de queda nos estoques de sangue preocupa Hemorio

 Unidade funciona para doações todos os dias neste fim de ano

As festas de fim de ano e o período de férias escolares em janeiro interferem diretamente no número de doações de sangue. Pelos cálculos do Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti do Rio de Janeiro (Hemorio), a redução gira em torno de 10% a 15%.

Essa é uma grande preocupação do Hemorio, que funciona no centro da capital, porque nessa época costuma ocorrer um volume maior de acidentes.

“Justamente nesse período a demanda cresce, porque as pessoas viajam e saem mais de casa, o que, infelizmente, aumenta o número de acidentes. Por isso, é importante que as pessoas venham doar”, apela a assistente social do Hemorio Ana Ester Carlos.

A unidade é o segundo maior hemocentro do Brasil e está na frente em número de doadores voluntários. O órgão informou que recebe entre 250 e 300 pessoas para doação por dia e, de janeiro a novembro deste ano, houve mais de 82 mil doações. A previsão é concluir 2024 com pelo menos 92 mil doações.

Os estoques do Hemorio abastecem os bancos de sangue de 130 unidades de saúde pública e particulares conveniadas ao SUS nos 92 municípios do estado do Rio de Janeiro. Com a quantidade abaixo do necessário, o órgão alerta para as consequências graves que podem ocorrer.

“Tratamentos de pacientes podem ser prejudicados, e cirurgias eletivas podem ser adiadas quando não há sangue disponível. Além disso, o estado de saúde de pacientes internados que já estão estáveis pode se agravar. Por isso, precisamos muito das doações”, alerta Ana Ester.

O Hemorio foi fundado em 1943 e se transformou em referência em doação de sangue no Brasil. É também o hospital que mais atende pacientes com doença falciforme no mundo.

 Exigências

Para ser doador, é preciso ter entre 16 e 69 anos de idade, estar em boas condições de saúde, pesar mais de 50 kg e não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação. Não é necessário estar em jejum, mas devem ser evitados alimentos gordurosos antes da doação.

“É obrigatório apresentar um documento oficial com foto, como carteira de identidade, carteira de habilitação ou passaporte. Menores de 18 anos precisam apresentar um Termo de Consentimento assinado pelos pais ou responsável legal”, recomenda a unidade.

Quem quiser informações complementares sobre doação pode acessar o Disque Sangue, no telefone (21) 3916-8310, ou então as redes sociais do Hemorio, que funcionará para doações em todos os dias, neste fi m de ano, exceto no dia 1º de janeiro.

Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2024/12/6974304-previsao-de-queda nos-estoques-de-sangue-preocupa-hemorio.html. Acesso em 22/12/2024. Texto adaptado
Na palavra “consentimento”, o elemento mórfico em destaque significa “ato de realizar uma ação expressa pelo verbo de base”. Assim, “consentimento” significa “ato de consentir”. Esse mesmo elemento em destaque está presente, com o mesmo sentido, na palavra:
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Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: HEMOMINAS Provas: SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Qualquer Área de Formação | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Arquiteto | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Assistente Social | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Bibliotecário | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Biomédico/Biólogo/Farmacêutico/Bioquímico - 40 Horas | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Patologista | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Pedagogo | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Analista de Captação | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Cirurgião Plástico | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico do Trabalho | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Hematologista | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Enfermeiro | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Engenheiro de Produção | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Farmacêutico | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico com Qualquer Especialidade |
Q3260880 Português
Previsão de queda nos estoques de sangue preocupa Hemorio

 Unidade funciona para doações todos os dias neste fim de ano

As festas de fim de ano e o período de férias escolares em janeiro interferem diretamente no número de doações de sangue. Pelos cálculos do Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti do Rio de Janeiro (Hemorio), a redução gira em torno de 10% a 15%.

Essa é uma grande preocupação do Hemorio, que funciona no centro da capital, porque nessa época costuma ocorrer um volume maior de acidentes.

“Justamente nesse período a demanda cresce, porque as pessoas viajam e saem mais de casa, o que, infelizmente, aumenta o número de acidentes. Por isso, é importante que as pessoas venham doar”, apela a assistente social do Hemorio Ana Ester Carlos.

A unidade é o segundo maior hemocentro do Brasil e está na frente em número de doadores voluntários. O órgão informou que recebe entre 250 e 300 pessoas para doação por dia e, de janeiro a novembro deste ano, houve mais de 82 mil doações. A previsão é concluir 2024 com pelo menos 92 mil doações.

Os estoques do Hemorio abastecem os bancos de sangue de 130 unidades de saúde pública e particulares conveniadas ao SUS nos 92 municípios do estado do Rio de Janeiro. Com a quantidade abaixo do necessário, o órgão alerta para as consequências graves que podem ocorrer.

“Tratamentos de pacientes podem ser prejudicados, e cirurgias eletivas podem ser adiadas quando não há sangue disponível. Além disso, o estado de saúde de pacientes internados que já estão estáveis pode se agravar. Por isso, precisamos muito das doações”, alerta Ana Ester.

O Hemorio foi fundado em 1943 e se transformou em referência em doação de sangue no Brasil. É também o hospital que mais atende pacientes com doença falciforme no mundo.

 Exigências

Para ser doador, é preciso ter entre 16 e 69 anos de idade, estar em boas condições de saúde, pesar mais de 50 kg e não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação. Não é necessário estar em jejum, mas devem ser evitados alimentos gordurosos antes da doação.

“É obrigatório apresentar um documento oficial com foto, como carteira de identidade, carteira de habilitação ou passaporte. Menores de 18 anos precisam apresentar um Termo de Consentimento assinado pelos pais ou responsável legal”, recomenda a unidade.

Quem quiser informações complementares sobre doação pode acessar o Disque Sangue, no telefone (21) 3916-8310, ou então as redes sociais do Hemorio, que funcionará para doações em todos os dias, neste fi m de ano, exceto no dia 1º de janeiro.

Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2024/12/6974304-previsao-de-queda nos-estoques-de-sangue-preocupa-hemorio.html. Acesso em 22/12/2024. Texto adaptado
O Hemorio foi fundado em 1943 e se transformou em referência em doação de sangue no Brasil” (8º parágrafo). O termo em destaque é sintaticamente classificado como:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: HEMOMINAS Provas: SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Qualquer Área de Formação | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Arquiteto | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Assistente Social | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Bibliotecário | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Biomédico/Biólogo/Farmacêutico/Bioquímico - 40 Horas | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Patologista | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Pedagogo | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Analista de Captação | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Cirurgião Plástico | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico do Trabalho | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Hematologista | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Enfermeiro | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Engenheiro de Produção | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Farmacêutico | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico com Qualquer Especialidade |
Q3260879 Português
Previsão de queda nos estoques de sangue preocupa Hemorio

 Unidade funciona para doações todos os dias neste fim de ano

As festas de fim de ano e o período de férias escolares em janeiro interferem diretamente no número de doações de sangue. Pelos cálculos do Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti do Rio de Janeiro (Hemorio), a redução gira em torno de 10% a 15%.

Essa é uma grande preocupação do Hemorio, que funciona no centro da capital, porque nessa época costuma ocorrer um volume maior de acidentes.

“Justamente nesse período a demanda cresce, porque as pessoas viajam e saem mais de casa, o que, infelizmente, aumenta o número de acidentes. Por isso, é importante que as pessoas venham doar”, apela a assistente social do Hemorio Ana Ester Carlos.

A unidade é o segundo maior hemocentro do Brasil e está na frente em número de doadores voluntários. O órgão informou que recebe entre 250 e 300 pessoas para doação por dia e, de janeiro a novembro deste ano, houve mais de 82 mil doações. A previsão é concluir 2024 com pelo menos 92 mil doações.

Os estoques do Hemorio abastecem os bancos de sangue de 130 unidades de saúde pública e particulares conveniadas ao SUS nos 92 municípios do estado do Rio de Janeiro. Com a quantidade abaixo do necessário, o órgão alerta para as consequências graves que podem ocorrer.

“Tratamentos de pacientes podem ser prejudicados, e cirurgias eletivas podem ser adiadas quando não há sangue disponível. Além disso, o estado de saúde de pacientes internados que já estão estáveis pode se agravar. Por isso, precisamos muito das doações”, alerta Ana Ester.

O Hemorio foi fundado em 1943 e se transformou em referência em doação de sangue no Brasil. É também o hospital que mais atende pacientes com doença falciforme no mundo.

 Exigências

Para ser doador, é preciso ter entre 16 e 69 anos de idade, estar em boas condições de saúde, pesar mais de 50 kg e não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação. Não é necessário estar em jejum, mas devem ser evitados alimentos gordurosos antes da doação.

“É obrigatório apresentar um documento oficial com foto, como carteira de identidade, carteira de habilitação ou passaporte. Menores de 18 anos precisam apresentar um Termo de Consentimento assinado pelos pais ou responsável legal”, recomenda a unidade.

Quem quiser informações complementares sobre doação pode acessar o Disque Sangue, no telefone (21) 3916-8310, ou então as redes sociais do Hemorio, que funcionará para doações em todos os dias, neste fi m de ano, exceto no dia 1º de janeiro.

Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2024/12/6974304-previsao-de-queda nos-estoques-de-sangue-preocupa-hemorio.html. Acesso em 22/12/2024. Texto adaptado
Na frase (“Unidade funciona para doações todos os dias neste fim de ano”), o verbo em destaque está flexionado no:
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Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: HEMOMINAS Provas: SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Qualquer Área de Formação | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Arquiteto | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Assistente Social | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Bibliotecário | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Biomédico/Biólogo/Farmacêutico/Bioquímico - 40 Horas | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Patologista | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Pedagogo | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Analista de Captação | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Cirurgião Plástico | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico do Trabalho | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Hematologista | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Enfermeiro | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Engenheiro de Produção | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Farmacêutico | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico com Qualquer Especialidade |
Q3260878 Português
Previsão de queda nos estoques de sangue preocupa Hemorio

 Unidade funciona para doações todos os dias neste fim de ano

As festas de fim de ano e o período de férias escolares em janeiro interferem diretamente no número de doações de sangue. Pelos cálculos do Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti do Rio de Janeiro (Hemorio), a redução gira em torno de 10% a 15%.

Essa é uma grande preocupação do Hemorio, que funciona no centro da capital, porque nessa época costuma ocorrer um volume maior de acidentes.

“Justamente nesse período a demanda cresce, porque as pessoas viajam e saem mais de casa, o que, infelizmente, aumenta o número de acidentes. Por isso, é importante que as pessoas venham doar”, apela a assistente social do Hemorio Ana Ester Carlos.

A unidade é o segundo maior hemocentro do Brasil e está na frente em número de doadores voluntários. O órgão informou que recebe entre 250 e 300 pessoas para doação por dia e, de janeiro a novembro deste ano, houve mais de 82 mil doações. A previsão é concluir 2024 com pelo menos 92 mil doações.

Os estoques do Hemorio abastecem os bancos de sangue de 130 unidades de saúde pública e particulares conveniadas ao SUS nos 92 municípios do estado do Rio de Janeiro. Com a quantidade abaixo do necessário, o órgão alerta para as consequências graves que podem ocorrer.

“Tratamentos de pacientes podem ser prejudicados, e cirurgias eletivas podem ser adiadas quando não há sangue disponível. Além disso, o estado de saúde de pacientes internados que já estão estáveis pode se agravar. Por isso, precisamos muito das doações”, alerta Ana Ester.

O Hemorio foi fundado em 1943 e se transformou em referência em doação de sangue no Brasil. É também o hospital que mais atende pacientes com doença falciforme no mundo.

 Exigências

Para ser doador, é preciso ter entre 16 e 69 anos de idade, estar em boas condições de saúde, pesar mais de 50 kg e não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação. Não é necessário estar em jejum, mas devem ser evitados alimentos gordurosos antes da doação.

“É obrigatório apresentar um documento oficial com foto, como carteira de identidade, carteira de habilitação ou passaporte. Menores de 18 anos precisam apresentar um Termo de Consentimento assinado pelos pais ou responsável legal”, recomenda a unidade.

Quem quiser informações complementares sobre doação pode acessar o Disque Sangue, no telefone (21) 3916-8310, ou então as redes sociais do Hemorio, que funcionará para doações em todos os dias, neste fi m de ano, exceto no dia 1º de janeiro.

Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2024/12/6974304-previsao-de-queda nos-estoques-de-sangue-preocupa-hemorio.html. Acesso em 22/12/2024. Texto adaptado
“[...] de janeiro a novembro deste ano, houve mais de 82 mil doações” (4º parágrafo). Se o termo destacado fosse substituído por “mil doações”, a reescrita desse trecho, à luz da norma padrão, seria:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: HEMOMINAS Provas: SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Qualquer Área de Formação | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Arquiteto | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Assistente Social | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Bibliotecário | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Biomédico/Biólogo/Farmacêutico/Bioquímico - 40 Horas | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Patologista | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Pedagogo | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Analista de Captação | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Cirurgião Plástico | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico do Trabalho | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Hematologista | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Enfermeiro | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Engenheiro de Produção | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Farmacêutico | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico com Qualquer Especialidade |
Q3260877 Português
Previsão de queda nos estoques de sangue preocupa Hemorio

 Unidade funciona para doações todos os dias neste fim de ano

As festas de fim de ano e o período de férias escolares em janeiro interferem diretamente no número de doações de sangue. Pelos cálculos do Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti do Rio de Janeiro (Hemorio), a redução gira em torno de 10% a 15%.

Essa é uma grande preocupação do Hemorio, que funciona no centro da capital, porque nessa época costuma ocorrer um volume maior de acidentes.

“Justamente nesse período a demanda cresce, porque as pessoas viajam e saem mais de casa, o que, infelizmente, aumenta o número de acidentes. Por isso, é importante que as pessoas venham doar”, apela a assistente social do Hemorio Ana Ester Carlos.

A unidade é o segundo maior hemocentro do Brasil e está na frente em número de doadores voluntários. O órgão informou que recebe entre 250 e 300 pessoas para doação por dia e, de janeiro a novembro deste ano, houve mais de 82 mil doações. A previsão é concluir 2024 com pelo menos 92 mil doações.

Os estoques do Hemorio abastecem os bancos de sangue de 130 unidades de saúde pública e particulares conveniadas ao SUS nos 92 municípios do estado do Rio de Janeiro. Com a quantidade abaixo do necessário, o órgão alerta para as consequências graves que podem ocorrer.

“Tratamentos de pacientes podem ser prejudicados, e cirurgias eletivas podem ser adiadas quando não há sangue disponível. Além disso, o estado de saúde de pacientes internados que já estão estáveis pode se agravar. Por isso, precisamos muito das doações”, alerta Ana Ester.

O Hemorio foi fundado em 1943 e se transformou em referência em doação de sangue no Brasil. É também o hospital que mais atende pacientes com doença falciforme no mundo.

 Exigências

Para ser doador, é preciso ter entre 16 e 69 anos de idade, estar em boas condições de saúde, pesar mais de 50 kg e não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação. Não é necessário estar em jejum, mas devem ser evitados alimentos gordurosos antes da doação.

“É obrigatório apresentar um documento oficial com foto, como carteira de identidade, carteira de habilitação ou passaporte. Menores de 18 anos precisam apresentar um Termo de Consentimento assinado pelos pais ou responsável legal”, recomenda a unidade.

Quem quiser informações complementares sobre doação pode acessar o Disque Sangue, no telefone (21) 3916-8310, ou então as redes sociais do Hemorio, que funcionará para doações em todos os dias, neste fi m de ano, exceto no dia 1º de janeiro.

Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2024/12/6974304-previsao-de-queda nos-estoques-de-sangue-preocupa-hemorio.html. Acesso em 22/12/2024. Texto adaptado
“Essa é uma grande preocupação do Hemorio, que funciona no centro da capital, porque nessa época costuma ocorrer um volume maior de acidentes” (2º parágrafo). Nesse trecho, as vírgulas foram empregadas para:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: HEMOMINAS Provas: SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Qualquer Área de Formação | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Arquiteto | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Assistente Social | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Bibliotecário | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Biomédico/Biólogo/Farmacêutico/Bioquímico - 40 Horas | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Patologista | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Pedagogo | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Analista de Captação | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Cirurgião Plástico | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico do Trabalho | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Hematologista | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Enfermeiro | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Engenheiro de Produção | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Farmacêutico | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico com Qualquer Especialidade |
Q3260876 Português
Previsão de queda nos estoques de sangue preocupa Hemorio

 Unidade funciona para doações todos os dias neste fim de ano

As festas de fim de ano e o período de férias escolares em janeiro interferem diretamente no número de doações de sangue. Pelos cálculos do Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti do Rio de Janeiro (Hemorio), a redução gira em torno de 10% a 15%.

Essa é uma grande preocupação do Hemorio, que funciona no centro da capital, porque nessa época costuma ocorrer um volume maior de acidentes.

“Justamente nesse período a demanda cresce, porque as pessoas viajam e saem mais de casa, o que, infelizmente, aumenta o número de acidentes. Por isso, é importante que as pessoas venham doar”, apela a assistente social do Hemorio Ana Ester Carlos.

A unidade é o segundo maior hemocentro do Brasil e está na frente em número de doadores voluntários. O órgão informou que recebe entre 250 e 300 pessoas para doação por dia e, de janeiro a novembro deste ano, houve mais de 82 mil doações. A previsão é concluir 2024 com pelo menos 92 mil doações.

Os estoques do Hemorio abastecem os bancos de sangue de 130 unidades de saúde pública e particulares conveniadas ao SUS nos 92 municípios do estado do Rio de Janeiro. Com a quantidade abaixo do necessário, o órgão alerta para as consequências graves que podem ocorrer.

“Tratamentos de pacientes podem ser prejudicados, e cirurgias eletivas podem ser adiadas quando não há sangue disponível. Além disso, o estado de saúde de pacientes internados que já estão estáveis pode se agravar. Por isso, precisamos muito das doações”, alerta Ana Ester.

O Hemorio foi fundado em 1943 e se transformou em referência em doação de sangue no Brasil. É também o hospital que mais atende pacientes com doença falciforme no mundo.

 Exigências

Para ser doador, é preciso ter entre 16 e 69 anos de idade, estar em boas condições de saúde, pesar mais de 50 kg e não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação. Não é necessário estar em jejum, mas devem ser evitados alimentos gordurosos antes da doação.

“É obrigatório apresentar um documento oficial com foto, como carteira de identidade, carteira de habilitação ou passaporte. Menores de 18 anos precisam apresentar um Termo de Consentimento assinado pelos pais ou responsável legal”, recomenda a unidade.

Quem quiser informações complementares sobre doação pode acessar o Disque Sangue, no telefone (21) 3916-8310, ou então as redes sociais do Hemorio, que funcionará para doações em todos os dias, neste fi m de ano, exceto no dia 1º de janeiro.

Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2024/12/6974304-previsao-de-queda nos-estoques-de-sangue-preocupa-hemorio.html. Acesso em 22/12/2024. Texto adaptado
A leitura do texto permite concluir que, em breve, se não houver doações de sangue no Hemorio:
Alternativas
Respostas
34321: D
34322: C
34323: C
34324: C
34325: A
34326: C
34327: C
34328: D
34329: E
34330: B
34331: A
34332: A
34333: D
34334: C
34335: D
34336: A
34337: B
34338: B
34339: D
34340: C