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Q3284459 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A eterna imprecisão da linguagem

    — Que pão!
    Doce? de mel? de açúcar? de ló? de ló de mico? de trigo? de milho? de mistura? de rapa? de saruga? de soborralho? do céu? dos anjos? brasileiro? francês? italiano? alemão? do chile? de forma? de bugio? de porco? de galinha? de pássaros? de minuto? ázimo? bento? branco? dormido? duro? sabido? saloio? seco? segundo? nosso de cada dia? ganho com o suor do rosto? que o diabo amassou?
   — Uma uva!
   Branca? preta? tinta? moscatel? isabel? maçã? japonesa? ursina? brava? bastarda? rara? de galo? de cão? de cão menor? do monte? da serra? do mato? de mato grosso? de facho? de gentio? de João Pais? do nascimento? do inverno? do inferno? de praia? de rei? de obó? da promissão? da promissão roxa? verde da fábula de La Fontaine? espim? do diabo?
    — O diabo!
   Lúcifer? Belzebu? Azazel? Exu? marinho? alma? azul? coxo? canhoto? beiçudo? rabudo? careca? tinhoso? pé de pato? pé de cabra? capa verde? romãozinho? bute? cafute? Pedro Botelho? temba? mafarrico? dubá? louro? a quatro?
    — É uma flor.
    Da noite? de um dia? do ar? da paixão? do besouro? da quaresma? das almas? de abril? de maio? do imperador? da imperatriz? de cera? de coral? de enxofre? de lã? de lis? de pau? de natal? de São Miguel? de São Benedito? da santa cruz? de sapo? do cardeal? do general? de noiva? de viúva? da cachoeira? de baile? de vaca? de chagas? de sangue? de Jesus? do espírito santo? dos formigueiros? dos amores? dos macaquinhos? dos rapazinhos? de pelicano? de papagaio? de mel? de merenda? de 11 horas? de trombeta? de mariposa? de veludo? do norte? do paraíso? de retórica? neutra? macha? estrelada? radiada? santa? que não se cheira?
    — É uma bomba. 
   De sucção? de roda? de parede? premente? aspirante-premente? de incêndio? real? transvaliana? vulcânica? atômica? de hidrogênio? de chocolate? suja? de vestibular de medicina? de anarquista? de São João e São Pedro? de fabricação caseira? de aumento do preço do dólar? enfeitada? de zoncho? de efeito psicológico?
     — É um amor.
    Perfeito? perfeito da China? perfeito do mato? perfeito azul? perfeito bravo? próprio? materno? filial? incestuoso? livre? platônico? socrático? de vaqueiro? de carnaval? de cigano de perdição? de hortelão? de deus? do próximo? sem olho? à pátria? bruxo? que não ousa dizer seu nome?
    — Vá em paz.
    Armada? otaviana? romana? podre? dos pântanos? de Varsóvia? de requiescat? e terra?
    — Vá com Deus.
    Qual? 

ANDRADE, C. D. A eterna imprecisão da linguagem.
Correio da Manhã. Rio de Janeiro, 1968. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17404/a-eternaimprecisao-de-linguagem>. (Adaptado).
O texto apresentado provoca a reflexão de que:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Caconde - SP Provas: Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Advogado | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Bibliotecário | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Agrônomo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Assistente Social | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Biólogo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Biomédico | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Contador | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Farmacêutico | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Fisioterapeuta | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Coordenador do Setor de Tributos | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Cardiologista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Coordenador Clínico | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Pediatra | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Químico | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Ortopedista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Radiologista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Nutricionista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Clínico Geral | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Turismólogo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Professor de Educação Básica I | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Veterinário | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Professor de Educação Artística | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Arquiteto | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Professor de Educação Física | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Professor de Inglês | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Psicólogo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Dentista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Psicopedagogo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Enfermeiro | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Engenheiro Agrimensor | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Engenheiro Civil |
Q3284374 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A eterna imprecisão da linguagem

      —Que pão!

      Doce? de mel? de açúcar? de ló? de ló de mico? de trigo? de milho? de mistura? de rapa? de saruga? de soborralho? do céu? dos anjos? brasileiro? francês? italiano? alemão? do chile? de forma? de bugio? de porco? de galinha? de pássaros? de minuto? ázimo? bento? branco? dormido? duro? sabido? saloio? seco? segundo? nosso de cada dia? ganho com o suor do rosto? que o diabo amassou?

      Branca? preta? tinta? moscatel? isabel? maçã? japonesa? ursina? brava? bastarda? rara? de galo? de cão? de cão menor? do monte? da serra? do mato? de mato grosso? de facho? de gentio? de João Pais? do nascimento? do inverno? do inferno? de praia? de rei? de obó? da promissão? da promissão roxa? verde da fábula de La Fontaine? espim? do diabo?

      —O diabo!

     Lúcifer? Belzebu? Azazel? Exu? marinho? alma? azul? coxo? canhoto? beiçudo? rabudo? careca? tinhoso? pé de pato? pé de cabra? capa verde? romãozinho? bute? cafute? Pedro Botelho? temba? mafarrico? dubá? louro? a quatro?

      —É uma flor.

     Da noite? de um dia? do ar? da paixão? do besouro? da quaresma? das almas? de abril? de maio? do imperador? da imperatriz? de cera? de coral? de enxofre? de lã? de lis? de pau? de natal? de São Miguel? de São Benedito? da santa cruz? de sapo? do cardeal? do general? de noiva? de viúva? da cachoeira? de baile? de vaca? de chagas? de sangue? de Jesus? do espírito santo? dos formigueiros? dos amores? dos macaquinhos? dos rapazinhos? de pelicano? de papagaio? de mel? de merenda? de 11 horas? de trombeta? de mariposa? de veludo? do norte? do paraíso? de retórica? neutra? macha? estrelada? radiada? santa? que não se cheira?

     —É uma bomba.

  De sucção? de roda? de parede? premente? aspirante-premente? de incêndio? real? transvaliana? vulcânica? atômica? de hidrogênio? de chocolate? suja? de vestibular de medicina? de anarquista? de São João e São Pedro? de fabricação caseira? de aumento do preço do dólar? enfeitada? de zoncho? de efeito psicológico?

    —É um amor.

  Perfeito? perfeito da China? perfeito do mato? perfeito azul? perfeito bravo? próprio? materno? filial? incestuoso? livre? platônico? socrático? de vaqueiro? de carnaval? de cigano de perdição? de hortelão? de deus? do próximo? sem olho? à pátria? bruxo? que não ousa dizer seu nome?

    —Vá em paz.

    Armada? otaviana? romana? podre? dos pântanos? de Varsóvia? de requiescat? e terra?


    —Vá com Deus. Qual?


ANDRADE, C. D. A eterna imprecisão da linguagem. Correio da Manhã. Rio de Janeiro, 1968. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17404/a-eternaimprecisao-de-linguagem>. (Adaptado).

Na expressão “pão ganho com o suor do rosto”, apontada pelo narrador do texto, o verbo “ganhar” se apresenta no:
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Ano: 2025 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Caconde - SP Provas: Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Advogado | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Bibliotecário | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Agrônomo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Assistente Social | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Biólogo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Biomédico | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Contador | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Farmacêutico | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Fisioterapeuta | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Coordenador do Setor de Tributos | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Cardiologista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Coordenador Clínico | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Pediatra | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Químico | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Ortopedista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Radiologista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Nutricionista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Clínico Geral | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Turismólogo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Professor de Educação Básica I | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Veterinário | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Professor de Educação Artística | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Arquiteto | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Professor de Educação Física | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Professor de Inglês | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Psicólogo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Dentista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Psicopedagogo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Enfermeiro | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Engenheiro Agrimensor | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Engenheiro Civil |
Q3284373 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A eterna imprecisão da linguagem

      —Que pão!

      Doce? de mel? de açúcar? de ló? de ló de mico? de trigo? de milho? de mistura? de rapa? de saruga? de soborralho? do céu? dos anjos? brasileiro? francês? italiano? alemão? do chile? de forma? de bugio? de porco? de galinha? de pássaros? de minuto? ázimo? bento? branco? dormido? duro? sabido? saloio? seco? segundo? nosso de cada dia? ganho com o suor do rosto? que o diabo amassou?

      Branca? preta? tinta? moscatel? isabel? maçã? japonesa? ursina? brava? bastarda? rara? de galo? de cão? de cão menor? do monte? da serra? do mato? de mato grosso? de facho? de gentio? de João Pais? do nascimento? do inverno? do inferno? de praia? de rei? de obó? da promissão? da promissão roxa? verde da fábula de La Fontaine? espim? do diabo?

      —O diabo!

     Lúcifer? Belzebu? Azazel? Exu? marinho? alma? azul? coxo? canhoto? beiçudo? rabudo? careca? tinhoso? pé de pato? pé de cabra? capa verde? romãozinho? bute? cafute? Pedro Botelho? temba? mafarrico? dubá? louro? a quatro?

      —É uma flor.

     Da noite? de um dia? do ar? da paixão? do besouro? da quaresma? das almas? de abril? de maio? do imperador? da imperatriz? de cera? de coral? de enxofre? de lã? de lis? de pau? de natal? de São Miguel? de São Benedito? da santa cruz? de sapo? do cardeal? do general? de noiva? de viúva? da cachoeira? de baile? de vaca? de chagas? de sangue? de Jesus? do espírito santo? dos formigueiros? dos amores? dos macaquinhos? dos rapazinhos? de pelicano? de papagaio? de mel? de merenda? de 11 horas? de trombeta? de mariposa? de veludo? do norte? do paraíso? de retórica? neutra? macha? estrelada? radiada? santa? que não se cheira?

     —É uma bomba.

  De sucção? de roda? de parede? premente? aspirante-premente? de incêndio? real? transvaliana? vulcânica? atômica? de hidrogênio? de chocolate? suja? de vestibular de medicina? de anarquista? de São João e São Pedro? de fabricação caseira? de aumento do preço do dólar? enfeitada? de zoncho? de efeito psicológico?

    —É um amor.

  Perfeito? perfeito da China? perfeito do mato? perfeito azul? perfeito bravo? próprio? materno? filial? incestuoso? livre? platônico? socrático? de vaqueiro? de carnaval? de cigano de perdição? de hortelão? de deus? do próximo? sem olho? à pátria? bruxo? que não ousa dizer seu nome?

    —Vá em paz.

    Armada? otaviana? romana? podre? dos pântanos? de Varsóvia? de requiescat? e terra?


    —Vá com Deus. Qual?


ANDRADE, C. D. A eterna imprecisão da linguagem. Correio da Manhã. Rio de Janeiro, 1968. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17404/a-eternaimprecisao-de-linguagem>. (Adaptado).

Analise as palavras a seguir, retiradas do texto, quanto à acentuação gráfica. Verifica-se que são acentuadas pela mesma regra ortográfica apenas as palavras:
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Ano: 2025 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Caconde - SP Provas: Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Advogado | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Bibliotecário | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Agrônomo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Assistente Social | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Biólogo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Biomédico | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Contador | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Farmacêutico | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Fisioterapeuta | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Coordenador do Setor de Tributos | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Cardiologista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Coordenador Clínico | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Pediatra | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Químico | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Ortopedista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Radiologista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Nutricionista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Clínico Geral | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Turismólogo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Professor de Educação Básica I | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Veterinário | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Professor de Educação Artística | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Arquiteto | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Professor de Educação Física | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Professor de Inglês | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Psicólogo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Dentista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Psicopedagogo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Enfermeiro | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Engenheiro Agrimensor | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Engenheiro Civil |
Q3284372 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A eterna imprecisão da linguagem

      —Que pão!

      Doce? de mel? de açúcar? de ló? de ló de mico? de trigo? de milho? de mistura? de rapa? de saruga? de soborralho? do céu? dos anjos? brasileiro? francês? italiano? alemão? do chile? de forma? de bugio? de porco? de galinha? de pássaros? de minuto? ázimo? bento? branco? dormido? duro? sabido? saloio? seco? segundo? nosso de cada dia? ganho com o suor do rosto? que o diabo amassou?

      Branca? preta? tinta? moscatel? isabel? maçã? japonesa? ursina? brava? bastarda? rara? de galo? de cão? de cão menor? do monte? da serra? do mato? de mato grosso? de facho? de gentio? de João Pais? do nascimento? do inverno? do inferno? de praia? de rei? de obó? da promissão? da promissão roxa? verde da fábula de La Fontaine? espim? do diabo?

      —O diabo!

     Lúcifer? Belzebu? Azazel? Exu? marinho? alma? azul? coxo? canhoto? beiçudo? rabudo? careca? tinhoso? pé de pato? pé de cabra? capa verde? romãozinho? bute? cafute? Pedro Botelho? temba? mafarrico? dubá? louro? a quatro?

      —É uma flor.

     Da noite? de um dia? do ar? da paixão? do besouro? da quaresma? das almas? de abril? de maio? do imperador? da imperatriz? de cera? de coral? de enxofre? de lã? de lis? de pau? de natal? de São Miguel? de São Benedito? da santa cruz? de sapo? do cardeal? do general? de noiva? de viúva? da cachoeira? de baile? de vaca? de chagas? de sangue? de Jesus? do espírito santo? dos formigueiros? dos amores? dos macaquinhos? dos rapazinhos? de pelicano? de papagaio? de mel? de merenda? de 11 horas? de trombeta? de mariposa? de veludo? do norte? do paraíso? de retórica? neutra? macha? estrelada? radiada? santa? que não se cheira?

     —É uma bomba.

  De sucção? de roda? de parede? premente? aspirante-premente? de incêndio? real? transvaliana? vulcânica? atômica? de hidrogênio? de chocolate? suja? de vestibular de medicina? de anarquista? de São João e São Pedro? de fabricação caseira? de aumento do preço do dólar? enfeitada? de zoncho? de efeito psicológico?

    —É um amor.

  Perfeito? perfeito da China? perfeito do mato? perfeito azul? perfeito bravo? próprio? materno? filial? incestuoso? livre? platônico? socrático? de vaqueiro? de carnaval? de cigano de perdição? de hortelão? de deus? do próximo? sem olho? à pátria? bruxo? que não ousa dizer seu nome?

    —Vá em paz.

    Armada? otaviana? romana? podre? dos pântanos? de Varsóvia? de requiescat? e terra?


    —Vá com Deus. Qual?


ANDRADE, C. D. A eterna imprecisão da linguagem. Correio da Manhã. Rio de Janeiro, 1968. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17404/a-eternaimprecisao-de-linguagem>. (Adaptado).

Dentre os substantivos a seguir, retirados do texto, aquele cujo significado remete a um processo é:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Caconde - SP Provas: Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Advogado | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Bibliotecário | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Agrônomo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Assistente Social | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Biólogo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Biomédico | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Contador | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Farmacêutico | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Fisioterapeuta | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Coordenador do Setor de Tributos | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Cardiologista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Coordenador Clínico | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Pediatra | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Químico | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Ortopedista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Radiologista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Nutricionista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Clínico Geral | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Turismólogo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Professor de Educação Básica I | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Veterinário | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Professor de Educação Artística | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Arquiteto | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Professor de Educação Física | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Professor de Inglês | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Psicólogo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Dentista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Psicopedagogo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Enfermeiro | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Engenheiro Agrimensor | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Engenheiro Civil |
Q3284371 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A eterna imprecisão da linguagem

      —Que pão!

      Doce? de mel? de açúcar? de ló? de ló de mico? de trigo? de milho? de mistura? de rapa? de saruga? de soborralho? do céu? dos anjos? brasileiro? francês? italiano? alemão? do chile? de forma? de bugio? de porco? de galinha? de pássaros? de minuto? ázimo? bento? branco? dormido? duro? sabido? saloio? seco? segundo? nosso de cada dia? ganho com o suor do rosto? que o diabo amassou?

      Branca? preta? tinta? moscatel? isabel? maçã? japonesa? ursina? brava? bastarda? rara? de galo? de cão? de cão menor? do monte? da serra? do mato? de mato grosso? de facho? de gentio? de João Pais? do nascimento? do inverno? do inferno? de praia? de rei? de obó? da promissão? da promissão roxa? verde da fábula de La Fontaine? espim? do diabo?

      —O diabo!

     Lúcifer? Belzebu? Azazel? Exu? marinho? alma? azul? coxo? canhoto? beiçudo? rabudo? careca? tinhoso? pé de pato? pé de cabra? capa verde? romãozinho? bute? cafute? Pedro Botelho? temba? mafarrico? dubá? louro? a quatro?

      —É uma flor.

     Da noite? de um dia? do ar? da paixão? do besouro? da quaresma? das almas? de abril? de maio? do imperador? da imperatriz? de cera? de coral? de enxofre? de lã? de lis? de pau? de natal? de São Miguel? de São Benedito? da santa cruz? de sapo? do cardeal? do general? de noiva? de viúva? da cachoeira? de baile? de vaca? de chagas? de sangue? de Jesus? do espírito santo? dos formigueiros? dos amores? dos macaquinhos? dos rapazinhos? de pelicano? de papagaio? de mel? de merenda? de 11 horas? de trombeta? de mariposa? de veludo? do norte? do paraíso? de retórica? neutra? macha? estrelada? radiada? santa? que não se cheira?

     —É uma bomba.

  De sucção? de roda? de parede? premente? aspirante-premente? de incêndio? real? transvaliana? vulcânica? atômica? de hidrogênio? de chocolate? suja? de vestibular de medicina? de anarquista? de São João e São Pedro? de fabricação caseira? de aumento do preço do dólar? enfeitada? de zoncho? de efeito psicológico?

    —É um amor.

  Perfeito? perfeito da China? perfeito do mato? perfeito azul? perfeito bravo? próprio? materno? filial? incestuoso? livre? platônico? socrático? de vaqueiro? de carnaval? de cigano de perdição? de hortelão? de deus? do próximo? sem olho? à pátria? bruxo? que não ousa dizer seu nome?

    —Vá em paz.

    Armada? otaviana? romana? podre? dos pântanos? de Varsóvia? de requiescat? e terra?


    —Vá com Deus. Qual?


ANDRADE, C. D. A eterna imprecisão da linguagem. Correio da Manhã. Rio de Janeiro, 1968. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17404/a-eternaimprecisao-de-linguagem>. (Adaptado).

Nas expressões

I. pão de mel
II. uva do monte
III. flor de lis
IV. bomba de chocolate
V. amor de carnaval

as construções subsequentes às palavras “pão”, “uva”, “flor”, “bomba” e “amor” desempenham a função de um(a):
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Caconde - SP Provas: Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Advogado | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Bibliotecário | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Agrônomo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Assistente Social | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Biólogo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Biomédico | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Contador | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Farmacêutico | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Fisioterapeuta | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Coordenador do Setor de Tributos | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Cardiologista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Coordenador Clínico | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Pediatra | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Químico | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Ortopedista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Radiologista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Nutricionista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Médico Clínico Geral | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Turismólogo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Professor de Educação Básica I | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Veterinário | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Professor de Educação Artística | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Arquiteto | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Professor de Educação Física | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Professor de Inglês | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Psicólogo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Dentista | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Psicopedagogo | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Enfermeiro | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Engenheiro Agrimensor | Avança SP - 2025 - Prefeitura de Caconde - SP - Engenheiro Civil |
Q3284370 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A eterna imprecisão da linguagem

      —Que pão!

      Doce? de mel? de açúcar? de ló? de ló de mico? de trigo? de milho? de mistura? de rapa? de saruga? de soborralho? do céu? dos anjos? brasileiro? francês? italiano? alemão? do chile? de forma? de bugio? de porco? de galinha? de pássaros? de minuto? ázimo? bento? branco? dormido? duro? sabido? saloio? seco? segundo? nosso de cada dia? ganho com o suor do rosto? que o diabo amassou?

      Branca? preta? tinta? moscatel? isabel? maçã? japonesa? ursina? brava? bastarda? rara? de galo? de cão? de cão menor? do monte? da serra? do mato? de mato grosso? de facho? de gentio? de João Pais? do nascimento? do inverno? do inferno? de praia? de rei? de obó? da promissão? da promissão roxa? verde da fábula de La Fontaine? espim? do diabo?

      —O diabo!

     Lúcifer? Belzebu? Azazel? Exu? marinho? alma? azul? coxo? canhoto? beiçudo? rabudo? careca? tinhoso? pé de pato? pé de cabra? capa verde? romãozinho? bute? cafute? Pedro Botelho? temba? mafarrico? dubá? louro? a quatro?

      —É uma flor.

     Da noite? de um dia? do ar? da paixão? do besouro? da quaresma? das almas? de abril? de maio? do imperador? da imperatriz? de cera? de coral? de enxofre? de lã? de lis? de pau? de natal? de São Miguel? de São Benedito? da santa cruz? de sapo? do cardeal? do general? de noiva? de viúva? da cachoeira? de baile? de vaca? de chagas? de sangue? de Jesus? do espírito santo? dos formigueiros? dos amores? dos macaquinhos? dos rapazinhos? de pelicano? de papagaio? de mel? de merenda? de 11 horas? de trombeta? de mariposa? de veludo? do norte? do paraíso? de retórica? neutra? macha? estrelada? radiada? santa? que não se cheira?

     —É uma bomba.

  De sucção? de roda? de parede? premente? aspirante-premente? de incêndio? real? transvaliana? vulcânica? atômica? de hidrogênio? de chocolate? suja? de vestibular de medicina? de anarquista? de São João e São Pedro? de fabricação caseira? de aumento do preço do dólar? enfeitada? de zoncho? de efeito psicológico?

    —É um amor.

  Perfeito? perfeito da China? perfeito do mato? perfeito azul? perfeito bravo? próprio? materno? filial? incestuoso? livre? platônico? socrático? de vaqueiro? de carnaval? de cigano de perdição? de hortelão? de deus? do próximo? sem olho? à pátria? bruxo? que não ousa dizer seu nome?

    —Vá em paz.

    Armada? otaviana? romana? podre? dos pântanos? de Varsóvia? de requiescat? e terra?


    —Vá com Deus. Qual?


ANDRADE, C. D. A eterna imprecisão da linguagem. Correio da Manhã. Rio de Janeiro, 1968. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17404/a-eternaimprecisao-de-linguagem>. (Adaptado).

O sentido da expressão “que não se cheira”, atribuída a “uma flor” pelo narrador do texto, mobiliza especialmente a figura de linguagem:
Alternativas
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Q3284369 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A eterna imprecisão da linguagem

      —Que pão!

      Doce? de mel? de açúcar? de ló? de ló de mico? de trigo? de milho? de mistura? de rapa? de saruga? de soborralho? do céu? dos anjos? brasileiro? francês? italiano? alemão? do chile? de forma? de bugio? de porco? de galinha? de pássaros? de minuto? ázimo? bento? branco? dormido? duro? sabido? saloio? seco? segundo? nosso de cada dia? ganho com o suor do rosto? que o diabo amassou?

      Branca? preta? tinta? moscatel? isabel? maçã? japonesa? ursina? brava? bastarda? rara? de galo? de cão? de cão menor? do monte? da serra? do mato? de mato grosso? de facho? de gentio? de João Pais? do nascimento? do inverno? do inferno? de praia? de rei? de obó? da promissão? da promissão roxa? verde da fábula de La Fontaine? espim? do diabo?

      —O diabo!

     Lúcifer? Belzebu? Azazel? Exu? marinho? alma? azul? coxo? canhoto? beiçudo? rabudo? careca? tinhoso? pé de pato? pé de cabra? capa verde? romãozinho? bute? cafute? Pedro Botelho? temba? mafarrico? dubá? louro? a quatro?

      —É uma flor.

     Da noite? de um dia? do ar? da paixão? do besouro? da quaresma? das almas? de abril? de maio? do imperador? da imperatriz? de cera? de coral? de enxofre? de lã? de lis? de pau? de natal? de São Miguel? de São Benedito? da santa cruz? de sapo? do cardeal? do general? de noiva? de viúva? da cachoeira? de baile? de vaca? de chagas? de sangue? de Jesus? do espírito santo? dos formigueiros? dos amores? dos macaquinhos? dos rapazinhos? de pelicano? de papagaio? de mel? de merenda? de 11 horas? de trombeta? de mariposa? de veludo? do norte? do paraíso? de retórica? neutra? macha? estrelada? radiada? santa? que não se cheira?

     —É uma bomba.

  De sucção? de roda? de parede? premente? aspirante-premente? de incêndio? real? transvaliana? vulcânica? atômica? de hidrogênio? de chocolate? suja? de vestibular de medicina? de anarquista? de São João e São Pedro? de fabricação caseira? de aumento do preço do dólar? enfeitada? de zoncho? de efeito psicológico?

    —É um amor.

  Perfeito? perfeito da China? perfeito do mato? perfeito azul? perfeito bravo? próprio? materno? filial? incestuoso? livre? platônico? socrático? de vaqueiro? de carnaval? de cigano de perdição? de hortelão? de deus? do próximo? sem olho? à pátria? bruxo? que não ousa dizer seu nome?

    —Vá em paz.

    Armada? otaviana? romana? podre? dos pântanos? de Varsóvia? de requiescat? e terra?


    —Vá com Deus. Qual?


ANDRADE, C. D. A eterna imprecisão da linguagem. Correio da Manhã. Rio de Janeiro, 1968. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17404/a-eternaimprecisao-de-linguagem>. (Adaptado).

O texto apresentado provoca a reflexão de que:
Alternativas
Q3284298 Português
Tome como exemplo o seguinte contexto: “Por mais obtuso que tenha sido em sua colocação, todos nós entendemos o seu ponto de vista”. A palavra que melhor substitui o termo “obtuso” no contexto dado é:
Alternativas
Q3284297 Português
Identifique em qual das sentenças a seguir a expressão em destaque é uma locução adverbial.
Alternativas
Q3284294 Português
O vocábulo “se” atua como pronome reflexivo apenas em:
Alternativas
Q3284293 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Vista cansada


    Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal.

    Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.

    Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

    Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

    Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo. São Paulo, 1992. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vistacansada>.
Considere as seguintes sentenças, com especial atenção aos pronomes enumerados:

I. Pela primeira vez foi outro escritor quem(1) disse.
II. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo(2) de deprimente.
III. Em 32 anos, nunca o(3) viu.

A classificação do tipo dos pronomes enumerados nas sentenças dadas é, respectivamente:
Alternativas
Q3284292 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Vista cansada


    Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal.

    Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.

    Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

    Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

    Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo. São Paulo, 1992. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vistacansada>.
As colocações pronominais em “Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência” correspondem, respectivamente, a:
Alternativas
Q3284289 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Vista cansada


    Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal.

    Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.

    Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

    Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

    Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo. São Paulo, 1992. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vistacansada>.
Considere o trecho a seguir para responder à questão:

“O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem.” 

Ao fazer tal afirmação, o narrador do texto se refere:
Alternativas
Q3284245 Português
A sentença em que as concordâncias verbal e nominal estão incorretas é:
Alternativas
Q3284242 Português
Leia o texto a seguir para responder às questão.


Vista cansada


    Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal.

    Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. 

    Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

    Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

    Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo. São Paulo, 1992. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vistacansada>.
As colocações pronominais em “Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência” correspondem, respectivamente, a:
Alternativas
Q3284241 Português
Leia o texto a seguir para responder às questão.


Vista cansada


    Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal.

    Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. 

    Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

    Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

    Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo. São Paulo, 1992. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vistacansada>.
Considere o seguinte excerto:

“Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe.”

A reescrita correta do trecho, substituindo a oração subordinada adverbial condicional por uma oração de valor concessivo, é:
Alternativas
Q3284240 Português
Leia o texto a seguir para responder às questão.


Vista cansada


    Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal.

    Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. 

    Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

    Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

    Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo. São Paulo, 1992. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vistacansada>.
Considere o trecho a seguir para responder à questão.

“O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem.”

Uma das figuras de linguagem por meio da qual se constroem os sentidos no trecho apresentado é:
Alternativas
Q3284239 Português
Leia o texto a seguir para responder às questão.


Vista cansada


    Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal.

    Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. 

    Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

    Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

    Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo. São Paulo, 1992. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vistacansada>.
Considere o trecho a seguir para responder à questão.
“O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem.”

Ao fazer tal afirmação, o narrador do texto se refere:
Alternativas
Q3283822 Português

Para responder à questão, considere o Texto II a seguir.


Q16_20.png (748×516)


Fonte: G1. Redes sociais, perigos e distorção da realidade. Disponível em: <https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/colegio-positivo/

para-um-futuro-positivo/noticia/2021/11/18/redes-sociais-perigos-e-distorcao-da-realidade.ghtml>. Acesso em: 25 nov. 2024. (Adaptado)

O prefixo latino “in”, que está presente na palavra “inevitavelmente” (ℓ. 21), possui significado de negação e tem o mesmo significado que o prefixo “in” em
Alternativas
Q3283820 Português

Para responder à questão, considere o Texto II a seguir.


Q16_20.png (748×516)


Fonte: G1. Redes sociais, perigos e distorção da realidade. Disponível em: <https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/colegio-positivo/

para-um-futuro-positivo/noticia/2021/11/18/redes-sociais-perigos-e-distorcao-da-realidade.ghtml>. Acesso em: 25 nov. 2024. (Adaptado)

Assinale a alternativa em que o processo de formação de palavras é equivalente ao das palavras “facilidade” (ℓ. 07), “hiperexposição” (ℓ. 13) e “sobrevivência” (ℓ. 20), respectivamente.
Alternativas
Respostas
33561: B
33562: E
33563: C
33564: D
33565: B
33566: D
33567: B
33568: B
33569: C
33570: D
33571: C
33572: E
33573: A
33574: A
33575: E
33576: D
33577: B
33578: A
33579: A
33580: D