Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3165863 Português
        Analisando-se a literatura produzida sobre justiça restaurativa desde o final da década de 70 do século passado, verifica-se que há diferentes abordagens, produzidas por estudiosos dos mais diversos campos do conhecimento (filosofia, psicologia social, antropologia, ciências jurídicas, pedagogia, assistência social, entre outros), incluídos acadêmicos, facilitadores de justiça restaurativa, servidores públicos e entusiastas da justiça restaurativa que buscam disseminar e fortalecer a sua implementação em nível institucional.

         Dada essa pluralidade de abordagens, surgiram diversas definições de justiça restaurativa na literatura ao longo das últimas décadas, razão pela qual alguns autores atuais apontam que o conceito de justiça restaurativa ainda estaria “em aberto”. Contudo, parece haver na literatura certo consenso de que tal pluralidade seria algo positivo, por possibilitar a adaptação do conceito a diferentes contextos culturais. Alguns autores também sugerem que a justiça restaurativa seria um conceito “guarda-chuva”, ou seja, um conceito que abarca uma vasta gama de formulações, desde que sejam conservados os elementos essenciais da justiça restaurativa.

Fernanda Carvalho Dias de Oliveira Silva. A experiência e o saber da experiência da justiça restaurativa no Brasil: práticas, discursos e desafios. São Paulo: Blucher, 2021, p. 37-38 (com adaptações). 

A respeito das ideias e de aspectos discursivos e linguísticos do texto precedente, julgue o item subsecutivo.


O tema central do texto é o conceito de justiça restaurativa, cujos elementos essenciais são detalhados no texto com o objetivo de apresentar ao leitor uma proposta de definição desse conceito.

Alternativas
Q3165861 Português
        Analisando-se a literatura produzida sobre justiça restaurativa desde o final da década de 70 do século passado, verifica-se que há diferentes abordagens, produzidas por estudiosos dos mais diversos campos do conhecimento (filosofia, psicologia social, antropologia, ciências jurídicas, pedagogia, assistência social, entre outros), incluídos acadêmicos, facilitadores de justiça restaurativa, servidores públicos e entusiastas da justiça restaurativa que buscam disseminar e fortalecer a sua implementação em nível institucional.

         Dada essa pluralidade de abordagens, surgiram diversas definições de justiça restaurativa na literatura ao longo das últimas décadas, razão pela qual alguns autores atuais apontam que o conceito de justiça restaurativa ainda estaria “em aberto”. Contudo, parece haver na literatura certo consenso de que tal pluralidade seria algo positivo, por possibilitar a adaptação do conceito a diferentes contextos culturais. Alguns autores também sugerem que a justiça restaurativa seria um conceito “guarda-chuva”, ou seja, um conceito que abarca uma vasta gama de formulações, desde que sejam conservados os elementos essenciais da justiça restaurativa.

Fernanda Carvalho Dias de Oliveira Silva. A experiência e o saber da experiência da justiça restaurativa no Brasil: práticas, discursos e desafios. São Paulo: Blucher, 2021, p. 37-38 (com adaptações). 

A respeito das ideias e de aspectos discursivos e linguísticos do texto precedente, julgue o item subsecutivo.


Segundo as informações do texto, o fim da década de 70 do século passado marcou o início da abordagem do conceito de justiça restaurativa em diferentes áreas do saber.

Alternativas
Q3165860 Português
        Analisando-se a literatura produzida sobre justiça restaurativa desde o final da década de 70 do século passado, verifica-se que há diferentes abordagens, produzidas por estudiosos dos mais diversos campos do conhecimento (filosofia, psicologia social, antropologia, ciências jurídicas, pedagogia, assistência social, entre outros), incluídos acadêmicos, facilitadores de justiça restaurativa, servidores públicos e entusiastas da justiça restaurativa que buscam disseminar e fortalecer a sua implementação em nível institucional.

         Dada essa pluralidade de abordagens, surgiram diversas definições de justiça restaurativa na literatura ao longo das últimas décadas, razão pela qual alguns autores atuais apontam que o conceito de justiça restaurativa ainda estaria “em aberto”. Contudo, parece haver na literatura certo consenso de que tal pluralidade seria algo positivo, por possibilitar a adaptação do conceito a diferentes contextos culturais. Alguns autores também sugerem que a justiça restaurativa seria um conceito “guarda-chuva”, ou seja, um conceito que abarca uma vasta gama de formulações, desde que sejam conservados os elementos essenciais da justiça restaurativa.

Fernanda Carvalho Dias de Oliveira Silva. A experiência e o saber da experiência da justiça restaurativa no Brasil: práticas, discursos e desafios. São Paulo: Blucher, 2021, p. 37-38 (com adaptações). 

A respeito das ideias e de aspectos discursivos e linguísticos do texto precedente, julgue o item subsecutivo.


Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto, o segmento “desde que sejam conservados os elementos essenciais da justiça restaurativa” (final do segundo parágrafo) poderia ser reescrito da seguinte forma: uma vez que à justiça restaurativa conserve-se os elementos essenciais à ela.

Alternativas
Q3165859 Português
        Analisando-se a literatura produzida sobre justiça restaurativa desde o final da década de 70 do século passado, verifica-se que há diferentes abordagens, produzidas por estudiosos dos mais diversos campos do conhecimento (filosofia, psicologia social, antropologia, ciências jurídicas, pedagogia, assistência social, entre outros), incluídos acadêmicos, facilitadores de justiça restaurativa, servidores públicos e entusiastas da justiça restaurativa que buscam disseminar e fortalecer a sua implementação em nível institucional.

         Dada essa pluralidade de abordagens, surgiram diversas definições de justiça restaurativa na literatura ao longo das últimas décadas, razão pela qual alguns autores atuais apontam que o conceito de justiça restaurativa ainda estaria “em aberto”. Contudo, parece haver na literatura certo consenso de que tal pluralidade seria algo positivo, por possibilitar a adaptação do conceito a diferentes contextos culturais. Alguns autores também sugerem que a justiça restaurativa seria um conceito “guarda-chuva”, ou seja, um conceito que abarca uma vasta gama de formulações, desde que sejam conservados os elementos essenciais da justiça restaurativa.

Fernanda Carvalho Dias de Oliveira Silva. A experiência e o saber da experiência da justiça restaurativa no Brasil: práticas, discursos e desafios. São Paulo: Blucher, 2021, p. 37-38 (com adaptações). 

A respeito das ideias e de aspectos discursivos e linguísticos do texto precedente, julgue o item subsecutivo.


No texto, o vocábulo “certo” (segundo período do segundo parágrafo) está empregado como pronome indefinido, com sentido equivalente ao de algum.

Alternativas
Q3165193 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os grandes avanços da humanidade que teriam sido impossíveis sem a cola

Sem a cola, a vida moderna literalmente desmoronaria.

Dos telefones e aviões até os edifícios e calçados, grande parte do nosso mundo se mantém unido graças aos adesivos.

Não é exagero dizer que a cola foi a base de muitos dos nossos maiores avanços tecnológicos. Ao lado do domínio do fogo e das ferramentas de pedra, a capacidade de produzir adesivos foi uma das grandes conquistas dos nossos antepassados.

Nós usamos a cola há muito tempo. "Ela está presente desde a pré-história", destaca a professora Geeske Langejans, da Universidade de Delft, na Holanda.

"Os usos mais antigos são para produzir ferramentas, como uma folha fixada a um cabo para fazer uma faca", explica ela. "Uma ferramenta com cabo é mais precisa e pode gerar mais força."

Mas os adesivos podem fazer muito mais do que isso. "Alguns deles são impermeáveis, de forma que poderiam ser aplicados sobre um cesto, servindo de reforço e impermeabilização."

A cola também participou das primeiras formas de arte. "Se você tivesse um pigmento e quisesse aderi-lo à parede da caverna, precisaria acrescentar algo... uma resina ou amido", explica a professora.

A cola também ajudou os povos pré-históricos a brincar.

"Os adesivos também podem ser grossos, como a argila ou massa, de forma que permitiam produzir objetos - e sabemos que os jogos de mesa pré-históricos, às vezes, incluíam peças feitas de resina."

A cola mais antiga conhecida tem cerca de 190 mil anos, segundo Langejans. "Ele foi encontrado na Itália, em duas lascas de pedra muitos simples. São objetos feitos por neandertais."

O fascinante é que pesquisar rastros como estes não só revela informações sobre a forma de uso desses materiais, mas também oferece uma visão de como eram esses primeiros hominídeos.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5ydex2enpno)
Os termos integrantes da oração são aqueles que compõem a estrutura oracional, contribuindo para o sentido do verbo e dos substantivos nela presentes. Eles são necessários em determinadas frases, porque, sozinhos, o verbo ou o substantivo não possuem sentido completo. Nos enunciados a seguir os termos destacados representam os núcleos dos termos integrantes da oração, EXCETO: 
Alternativas
Q3165191 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os grandes avanços da humanidade que teriam sido impossíveis sem a cola

Sem a cola, a vida moderna literalmente desmoronaria.

Dos telefones e aviões até os edifícios e calçados, grande parte do nosso mundo se mantém unido graças aos adesivos.

Não é exagero dizer que a cola foi a base de muitos dos nossos maiores avanços tecnológicos. Ao lado do domínio do fogo e das ferramentas de pedra, a capacidade de produzir adesivos foi uma das grandes conquistas dos nossos antepassados.

Nós usamos a cola há muito tempo. "Ela está presente desde a pré-história", destaca a professora Geeske Langejans, da Universidade de Delft, na Holanda.

"Os usos mais antigos são para produzir ferramentas, como uma folha fixada a um cabo para fazer uma faca", explica ela. "Uma ferramenta com cabo é mais precisa e pode gerar mais força."

Mas os adesivos podem fazer muito mais do que isso. "Alguns deles são impermeáveis, de forma que poderiam ser aplicados sobre um cesto, servindo de reforço e impermeabilização."

A cola também participou das primeiras formas de arte. "Se você tivesse um pigmento e quisesse aderi-lo à parede da caverna, precisaria acrescentar algo... uma resina ou amido", explica a professora.

A cola também ajudou os povos pré-históricos a brincar.

"Os adesivos também podem ser grossos, como a argila ou massa, de forma que permitiam produzir objetos - e sabemos que os jogos de mesa pré-históricos, às vezes, incluíam peças feitas de resina."

A cola mais antiga conhecida tem cerca de 190 mil anos, segundo Langejans. "Ele foi encontrado na Itália, em duas lascas de pedra muitos simples. São objetos feitos por neandertais."

O fascinante é que pesquisar rastros como estes não só revela informações sobre a forma de uso desses materiais, mas também oferece uma visão de como eram esses primeiros hominídeos.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5ydex2enpno)
"Dos telefones e aviões até os edifícios e calçados, grande parte do nosso mundo se mantém unido graças aos adesivos."
A crase é um fenômeno linguístico que resulta da fusão da preposição "a" com o artigo definido "a(s)". Existem algumas regras para usar a crase. No enunciado , embora o termo 'graças' exija a preposição 'a', não ocorreu crase pois antes de palavras masculinas ela não é empregada. A seguir, identifique a alternativa em que o emprego da crase foi usado de forma INCORRETA: 
Alternativas
Q3165190 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os grandes avanços da humanidade que teriam sido impossíveis sem a cola

Sem a cola, a vida moderna literalmente desmoronaria.

Dos telefones e aviões até os edifícios e calçados, grande parte do nosso mundo se mantém unido graças aos adesivos.

Não é exagero dizer que a cola foi a base de muitos dos nossos maiores avanços tecnológicos. Ao lado do domínio do fogo e das ferramentas de pedra, a capacidade de produzir adesivos foi uma das grandes conquistas dos nossos antepassados.

Nós usamos a cola há muito tempo. "Ela está presente desde a pré-história", destaca a professora Geeske Langejans, da Universidade de Delft, na Holanda.

"Os usos mais antigos são para produzir ferramentas, como uma folha fixada a um cabo para fazer uma faca", explica ela. "Uma ferramenta com cabo é mais precisa e pode gerar mais força."

Mas os adesivos podem fazer muito mais do que isso. "Alguns deles são impermeáveis, de forma que poderiam ser aplicados sobre um cesto, servindo de reforço e impermeabilização."

A cola também participou das primeiras formas de arte. "Se você tivesse um pigmento e quisesse aderi-lo à parede da caverna, precisaria acrescentar algo... uma resina ou amido", explica a professora.

A cola também ajudou os povos pré-históricos a brincar.

"Os adesivos também podem ser grossos, como a argila ou massa, de forma que permitiam produzir objetos - e sabemos que os jogos de mesa pré-históricos, às vezes, incluíam peças feitas de resina."

A cola mais antiga conhecida tem cerca de 190 mil anos, segundo Langejans. "Ele foi encontrado na Itália, em duas lascas de pedra muitos simples. São objetos feitos por neandertais."

O fascinante é que pesquisar rastros como estes não só revela informações sobre a forma de uso desses materiais, mas também oferece uma visão de como eram esses primeiros hominídeos.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5ydex2enpno)
Em relação à acentuação dos vocálicos extraídos do texto e de outros fora do contexto, marque com (V) verdadeiro ou com (F) falso, para as seguintes afirmativas:

(__)Os vocábulos 'impossíveis' e 'impermeáveis' são acentuados pela mesma regra.
(__)A forma verbal 'mantém', com o Novo Acordo Ortográfico, passou a ser acentuado, assim como os verbos 'ter' e 'vir'.
(__)O vocábulo 'também' é uma oxítona , da mesma forma que o vocábulo 'éden'.
(__)Os vocábulos 'até, 'há' e 'nós' são acentuados pela mesma regra.
(__)Com o Novo acordo Ortográfico, o vocábulo 'para' passou a ser acentuado como 'pára' quando representa o verbo 'parar', para diferenciar-se da preposição 'para'.

A sequência correta que preenche os espaços é: 
Alternativas
Q3165149 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os grandes avanços da humanidade que teriam sido impossíveis sem a cola

Sem a cola, a vida moderna literalmente desmoronaria.

Dos telefones e aviões até os edifícios e calçados, grande parte do nosso mundo se mantém unido graças aos adesivos.

Não é exagero dizer que a cola foi a base de muitos dos nossos maiores avanços tecnológicos. Ao lado do domínio do fogo e das ferramentas de pedra, a capacidade de produzir adesivos foi uma das grandes conquistas dos nossos antepassados.

Nós usamos a cola há muito tempo. "Ela está presente desde a pré-história", destaca a professora Geeske Langejans, da Universidade de Delft, na Holanda.

"Os usos mais antigos são para produzir ferramentas, como uma folha fixada a um cabo para fazer uma faca", explica ela. "Uma ferramenta com cabo é mais precisa e pode gerar mais força."

Mas os adesivos podem fazer muito mais do que isso. "Alguns deles são impermeáveis, de forma que poderiam ser aplicados sobre um cesto, servindo de reforço e impermeabilização."

A cola também participou das primeiras formas de arte. "Se você tivesse um pigmento e quisesse aderi-lo à parede da caverna, precisaria acrescentar algo... uma resina ou amido", explica a professora.

A cola também ajudou os povos pré-históricos a brincar.

"Os adesivos também podem ser grossos, como a argila ou massa, de forma que permitiam produzir objetos - e sabemos que os jogos de mesa pré-históricos, às vezes, incluíam peças feitas de resina."

A cola mais antiga conhecida tem cerca de 190 mil anos, segundo Langejans. "Ele foi encontrado na Itália, em duas lascas de pedra muitos simples. São objetos feitos por neandertais."

O fascinante é que pesquisar rastros como estes não só revela informações sobre a forma de uso desses materiais, mas também oferece uma visão de como eram esses primeiros hominídeos.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5ydex2enpno)
"A cola também participou das primeiras formas de arte. Se você tivesse um pigmento e quisesse aderi-lo à parede da caverna, precisaria acrescentar algo... uma resina ou amido, explica a professora."
A posição dos pronomes átonos na frase pode mudar dependendo de diversos fatores, como o tempo e o modo verbais, a pessoa do discurso, a ênfase desejada, a clareza, o nível de formalidade, entre outros.
No enunciado, a ênclise ocorreu de forma correta, pois em locuções verbais o pronome átono pode ficar após o verbo principal.

Nos enunciados a seguir, a ênclise também está empregada de acordo com as regras da norma culta, EXCETO: 
Alternativas
Q3164782 Português

O diretor falou tão baixo, de forma que não conseguimos ouvir a palestra

Alternativas
Q3164781 Português

Qual a figura de linguagem temos com a frase: Eu li Freud.  

Alternativas
Q3164780 Português

Qual a figura de linguagem temos com a frase: O aluno faltou com a verdade? 

Alternativas
Q3164778 Português

Assinale a alternativa em que o sinal indicativo de crase está empregado corretamente.

Alternativas
Q3164777 Português

Segundo o novo acordo ortográfico assinale a alternativa incorreta: 

Alternativas
Q3164759 Português

Leia o poema Os sapos, de Manuel Bandeira, para responder a questão.



Os sapos


Leia atentamente as afirmações a seguir:



I O poema possui métrica regular e uma preocupação com sonoridade.


II Os versos contêm ironia e paródia, figuras de linguagem utilizadas para reforçar que a boa poesia é aquela preocupada com a forma.


III A palavra " infinita " é formada por derivação prefixal.



É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões): 

Alternativas
Q3164758 Português

Leia o poema Os sapos, de Manuel Bandeira, para responder a questão.



Os sapos


Leia atentamente as afirmações a seguir:


I Os versos de Manuel Bandeira são metalinguísticos.


II No poema, são mencionadas três espécies de sapo.


III Os sapos mencionados no poema são alegorias


É (São) correta (s) a(s) afirmação(ões):

Alternativas
Q3164559 Português
Segundo o Novo Acordo Ortográfico, analise as afirmativas abaixo e marque, posteriormente, a alternativa correspondente.

I - Emprega-se o hífen nas palavras compostas por justaposição que não contêm formas de ligação e cujos elementos, de natureza nominal, adjetival, numeral ou verbal, constituem uma unidade sintagmática e semântica e mantêm acento próprio, podendo dar-se o caso de o primeiro elemento estar reduzido: ano-luz, arcebispo-bispo, arco-íris, decreto-lei, és-sueste, médico-cirurgião, rainha-cláudia, tenente- coronel, tio-avô, turma-piloto; alcaide-mor, amor-perfeito, guarda-noturno, mato-grossense, finca-pé, guarda-chuva etc.

II - Certos compostos, em relação aos quais se perdeu, em certa medida, a noção de composição, grafam-se aglutinadamente: girassol, madressilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedista etc.
Alternativas
Q3164377 Português
As lições das escolas do Reino Unido que baniram celulares: 'Crianças deixaram de ser zumbis'

As crianças ficam grudadas em seus telefones celulares e nem sequer percebem nada ao seu redor. Elas mais parecem zumbis.

Quem diz isso é o diretor de uma escola em Sheffield, cidade no norte da Inglaterra, que recentemente proibiu o uso de smartphones, smartwatches (relógios com acesso à internet) ou fones de ouvido em suas dependências.

Qualquer aluno pego usando algum desses itens precisa entregá-los à direção da escola. Os aparelhos ficam na escola e só são devolvidos no dia seguinte.

Os alunos da escola, a Forge Valley School, disseram que demoraram um pouco para se acostumar com a ideia — mas que passaram a interagir muito mais com os demais colegas na ausência dos telefones.

Um novo ano escolar começou no mês passado no Reino Unido e diversos alunos e pais estão sendo surpreendidos com escolas que passaram a banir telefones celulares. A proibição não é uma política nacional — ela tem partido das próprias escolas, que reclamam do impacto negativo que diversos aparelhos têm no desenvolvimento acadêmico e no convívio social dos alunos.

No início deste ano, o Departamento de Educação emitiu orientações sobre como limitar o uso de celulares durante o turno escolar e para "minimizar a interrupção e melhorar o comportamento nas salas de aula". 

No Brasil, alguns municípios e estados criaram leis proibindo o uso de celulares e outros aparelhos. Recentemente, na terça-feira (12/11), a Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou um projeto que proíbe celulares em escolas públicas e privadas. A proposta aguarda sanção do governador.

Tramita na Câmara um projeto semelhante, apoiado pelo governo federal.

Enquanto isso, no Reino Unido, cada vez mais escolas estão criando políticas próprias desse tipo.

No norte de Londres, 60 escolas estão revisando suas políticas sobre uso de telefones na escola após uma campanha da Smartphone Free Childhood (SFC), uma entidade que faz campanha para reduzir o uso de celulares entre crianças.

A entidade está pedindo aos pais que adiem a compra de smartphones até que seus filhos tenham pelo menos 14 anos. E também pede que acesso a mídias sociais só seja dado após os 16 anos.

A SFC também estimula que os pais comprem outros tipos de telefones que não são smartphones, e que só permitem chamadas e mensagens de texto. Alguns modelos têm jogos básicos (como Tetris) e têm acesso a podcasts e músicas, mas não à internet e redes sociais.

Segundo a SFC, em todo o Reino Unido, centenas de milhares de pais estão aderindo ao movimento. Só no norte de Londres, mais de 2,5 mil pais de quase 200 escolas apoiam a causa.

Ainda não' em vez de 'nunca'

A líder regional da SFC para o norte de Londres, Nova Eden, disse que o objetivo da campanha é fazer as crianças aprenderem a priorizar melhor sua curta infância, por exemplo passando tempo com a família ou aprendendo novas habilidades.

"O que estamos defendendo não é 'nunca', mas simplesmente 'ainda não'", ela disse.

"Enquanto os cérebros das crianças ainda estão se desenvolvendo, é muito mais saudável para elas aproveitarem a infância brincando, em vez de ficarem grudadas em smartphones e mídias sociais", diz a ativista.

"Nossa campanha não está sugerindo que as crianças não tenham telefone algum. Em vez disso, estamos sugerindo um telefone antigo que permite chamadas e mensagens, mas sem os perigos de ter a internet no bolso de uma criança por 12 horas por dia, onde estranhos podem entrar em contato com elas."

"As crianças não precisam de smartphones, as crianças precisam de uma infância."

Na escola Boston Grammar School, que proibiu smartphones, o vice-diretor disse que "onde antes você via alunos olhando para seus celulares, agora você vê interações".

"Nós queríamos remover essa toxicidade do nosso turno escolar. O que descobrimos foi uma redução significativa na quantidade de incidentes normais que teriam sido piorados por celulares."

A diretora de uma escola em Devon (sudoeste da Inglaterra) que proibiu o uso de celulares há cinco anos diz que os professores notaram melhorias no desempenho escolar e na vida social.

A UTC Plymouth permite que os alunos levem seus celulares para a escola, mas eles têm que entregá-los à direção no início do dia. A diretora Jo Ware disse que a política ajudou a elevar os padrões da escola.

Phoebe, uma aluna da Sacred Heart Catholic Academy em Liverpool, disse que a política de sua escola para smartphones ajuda os alunos a se concentrarem no trabalho.

"Se a regra não existisse, acho que as crianças usariam muito mais seus celulares", disse ela. "Isso ensina disciplina para as crianças não usarem seus celulares e realmente se concentrarem nas aulas."

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly245xq03xo)
"As crianças ficam grudadas em seus telefones celulares e nem sequer percebem nada ao seu redor. Elas mais parecem zumbis."
A campanha de proibição de celulares nas escolas tem ganhado destaque em notícias internacionais.
Ao analisar as ideias do texto, só NÃO se pode afirmar que: 
Alternativas
Respostas
33461: E
33462: E
33463: E
33464: C
33465: C
33466: C
33467: A
33468: A
33469: B
33470: C
33471: B
33472: C
33473: B
33474: B
33475: A
33476: D
33477: B
33478: A
33479: C
33480: A