Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3975397 Português

Mátria

Laís Romero


Meu corpo encontrou um ritmo

meu corpo abrigo

país dos meus filhos

meu corpo ferido frio

corpo dormindo

capataz dos meus delírios

corpo vasto território

corpo de corte e tintura

mapa em relevo da dor

meu corpo sereno

corpo, pelos e suor

meu corpo diz e asseguro

estar a caminho

no presente

e nos medos multiplicação

Meu corpo aberto e preciso

Coragem, eu insisto


Laís Romero. Mátria. São Paulo: Editora Paraquedas, 2023

Considerando os aspectos linguísticos e estilísticos do poema Mátria, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3975396 Português

Mátria

Laís Romero


Meu corpo encontrou um ritmo

meu corpo abrigo

país dos meus filhos

meu corpo ferido frio

corpo dormindo

capataz dos meus delírios

corpo vasto território

corpo de corte e tintura

mapa em relevo da dor

meu corpo sereno

corpo, pelos e suor

meu corpo diz e asseguro

estar a caminho

no presente

e nos medos multiplicação

Meu corpo aberto e preciso

Coragem, eu insisto


Laís Romero. Mátria. São Paulo: Editora Paraquedas, 2023

No poema Mátria, a autora constrói sentidos a partir da repetição da palavra “corpo” e de imagens fragmentadas que se encadeiam ao longo do texto. A respeito da coesão e da coerência do poema, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3975395 Português

Mátria

Laís Romero


Meu corpo encontrou um ritmo

meu corpo abrigo

país dos meus filhos

meu corpo ferido frio

corpo dormindo

capataz dos meus delírios

corpo vasto território

corpo de corte e tintura

mapa em relevo da dor

meu corpo sereno

corpo, pelos e suor

meu corpo diz e asseguro

estar a caminho

no presente

e nos medos multiplicação

Meu corpo aberto e preciso

Coragem, eu insisto


Laís Romero. Mátria. São Paulo: Editora Paraquedas, 2023

Laís Romero é um dos expoentes da literatura contemporânea piauiense. Da leitura e interpretação de seu poema Mátria é correto concluir que
Alternativas
Q3975393 Português
Texto 12A1-II

Existe um consenso entre linguistas, atualmente, de que o ensino não pode mais continuar considerando errado o uso que o falante faz de sua língua. Admitidas as variações existentes no uso da língua, o ensino tem de deixar de ser prescritivo para ser descritivo e produtivo. No ensino descritivo, mostra-se como a língua funciona e dá-se ao(à) aluno(a) consciência do uso que ele(a) próprio(a) faz de sua língua; no produtivo, ensinam-se ao(à) aluno(a) variantes de sua língua apropriadas a diversas situações, de modo que possa efetivamente usá-las de acordo com suas necessidades. Com esses dois tipos de ensino, procura-se atingir os objetivos do ensino: o objetivo educacional de mostrar como funciona a língua e o objetivo pragmático de dar meios aos falantes de usar apropriadamente a sua língua. No entanto, a linguística não tem receitas a oferecer. Extrair de uma teoria linguística algumas de suas noções básicas e usá-las isoladamente, fora do conjunto da teoria, não é renovar o ensino de línguas: isso seria pura mistificação. Qualquer aplicação possível da linguística ao ensino de línguas deve ser o resultado de longa reflexão e de um trabalho conjunto entre linguistas e professores.


Lúcia Lobato. Linguística e ensino de línguas. Editora da UnB: Brasília, 2015, p. 53-54 (com adaptações).
A coerência das ideias do texto 12A1-II seria mantida caso a expressão “No entanto” (antepenúltimo período) fosse substituída por
Alternativas
Q3975392 Português
Texto 12A1-II

Existe um consenso entre linguistas, atualmente, de que o ensino não pode mais continuar considerando errado o uso que o falante faz de sua língua. Admitidas as variações existentes no uso da língua, o ensino tem de deixar de ser prescritivo para ser descritivo e produtivo. No ensino descritivo, mostra-se como a língua funciona e dá-se ao(à) aluno(a) consciência do uso que ele(a) próprio(a) faz de sua língua; no produtivo, ensinam-se ao(à) aluno(a) variantes de sua língua apropriadas a diversas situações, de modo que possa efetivamente usá-las de acordo com suas necessidades. Com esses dois tipos de ensino, procura-se atingir os objetivos do ensino: o objetivo educacional de mostrar como funciona a língua e o objetivo pragmático de dar meios aos falantes de usar apropriadamente a sua língua. No entanto, a linguística não tem receitas a oferecer. Extrair de uma teoria linguística algumas de suas noções básicas e usá-las isoladamente, fora do conjunto da teoria, não é renovar o ensino de línguas: isso seria pura mistificação. Qualquer aplicação possível da linguística ao ensino de línguas deve ser o resultado de longa reflexão e de um trabalho conjunto entre linguistas e professores.


Lúcia Lobato. Linguística e ensino de línguas. Editora da UnB: Brasília, 2015, p. 53-54 (com adaptações).

Julgue os itens seguintes, relativos a aspectos linguísticos do penúltimo período do texto 12A1-II: “Extrair de uma teoria linguística algumas de suas noções básicas e usá-las isoladamente, fora do conjunto da teoria, não é renovar o ensino de línguas: isso seria pura mistificação.”


I O verbo da primeira oração do período classifica-se como transitivo direto e indireto.

II O verbo que compõe a segunda oração do período classificase como transitivo direto.

III O predicado da oração “isso seria pura mistificação” classifica-se como nominal.


Assinale a opção correta.

Alternativas
Q3975391 Português
Texto 12A1-II

Existe um consenso entre linguistas, atualmente, de que o ensino não pode mais continuar considerando errado o uso que o falante faz de sua língua. Admitidas as variações existentes no uso da língua, o ensino tem de deixar de ser prescritivo para ser descritivo e produtivo. No ensino descritivo, mostra-se como a língua funciona e dá-se ao(à) aluno(a) consciência do uso que ele(a) próprio(a) faz de sua língua; no produtivo, ensinam-se ao(à) aluno(a) variantes de sua língua apropriadas a diversas situações, de modo que possa efetivamente usá-las de acordo com suas necessidades. Com esses dois tipos de ensino, procura-se atingir os objetivos do ensino: o objetivo educacional de mostrar como funciona a língua e o objetivo pragmático de dar meios aos falantes de usar apropriadamente a sua língua. No entanto, a linguística não tem receitas a oferecer. Extrair de uma teoria linguística algumas de suas noções básicas e usá-las isoladamente, fora do conjunto da teoria, não é renovar o ensino de línguas: isso seria pura mistificação. Qualquer aplicação possível da linguística ao ensino de línguas deve ser o resultado de longa reflexão e de um trabalho conjunto entre linguistas e professores.


Lúcia Lobato. Linguística e ensino de línguas. Editora da UnB: Brasília, 2015, p. 53-54 (com adaptações).
Assinale a opção em que a proposta de substituição, no texto 12A1-II, da forma verbal “ensinam-se” (terceiro período) está de acordo com o uso da língua portuguesa em situações formais de linguagem.
Alternativas
Q3975390 Português
Texto 12A1-II

Existe um consenso entre linguistas, atualmente, de que o ensino não pode mais continuar considerando errado o uso que o falante faz de sua língua. Admitidas as variações existentes no uso da língua, o ensino tem de deixar de ser prescritivo para ser descritivo e produtivo. No ensino descritivo, mostra-se como a língua funciona e dá-se ao(à) aluno(a) consciência do uso que ele(a) próprio(a) faz de sua língua; no produtivo, ensinam-se ao(à) aluno(a) variantes de sua língua apropriadas a diversas situações, de modo que possa efetivamente usá-las de acordo com suas necessidades. Com esses dois tipos de ensino, procura-se atingir os objetivos do ensino: o objetivo educacional de mostrar como funciona a língua e o objetivo pragmático de dar meios aos falantes de usar apropriadamente a sua língua. No entanto, a linguística não tem receitas a oferecer. Extrair de uma teoria linguística algumas de suas noções básicas e usá-las isoladamente, fora do conjunto da teoria, não é renovar o ensino de línguas: isso seria pura mistificação. Qualquer aplicação possível da linguística ao ensino de línguas deve ser o resultado de longa reflexão e de um trabalho conjunto entre linguistas e professores.


Lúcia Lobato. Linguística e ensino de línguas. Editora da UnB: Brasília, 2015, p. 53-54 (com adaptações).
Assinale a opção correta acerca de aspectos linguísticos pertinentes ao primeiro período do texto 12A1-II: “Existe um consenso entre linguistas, atualmente, de que o ensino não pode mais continuar considerando errado o uso que o falante faz de sua língua.”
Alternativas
Q3975389 Português

Texto 12A1-I


Ao lado estava a caixinha de costura, o novelo de linha, o papel com agulhas — a tesoura enferrujada da avó mal cortava os trapos. Mordia a língua, caprichando, entortava a cabeça, mas acabava rasgando os pedaços de pano. Precisava mandar amolar a tesoura, precisava mandar amolar a tesoura, “está cheia de dente, um serrote”. Há muito tempo pensava em amolar aquele traste.


A boneca Ceci esperava de olhos duros o vestido novo — porque em nova forma — se ajeitando nos retalhos furta-cores roubados da avó, da mãe, e até mesmo de Mundoca, que não queria saber de brincadeira.


— O tempo todo com essa boneca, está doida? “Se ela soubesse como Ceci consola a gente.”


As tardes sempre paradas quando o rio baixava, sentava-se na beira do cais, a água no tornozelo, fria e suave, mais tarde a tocar a ponta dos dedos, até ficar a um palmo ou dois de distância, espumando, correndo.


O rio enchia e secava, e ela nas pedras mornas — o barulho de tudo sem uma identificação precisa. Quantos vestidinhos ganhou Ceci naquelas tardes sem conta? Quando não tinha mais retalhos, virava o último vestido pelo avesso, o sujo sumia, Ceci não tinha mais queixas, “agora você está nova em folha”.


Francisco de Assis Almeida Brasil. Beira rio, beira vida. 15.ª edição, Teresina: Edições do Autor, 2013, p. 19

Em cada uma das opções a seguir, é apresentada uma proposta de reescrita para o trecho “Quando não tinha mais retalhos”, no último período do texto 12A1-I. Assinale a opção em que a proposta de reescrita apresentada preserva a correção gramatical e os sentidos do texto.
Alternativas
Q3975388 Português

Texto 12A1-I


Ao lado estava a caixinha de costura, o novelo de linha, o papel com agulhas — a tesoura enferrujada da avó mal cortava os trapos. Mordia a língua, caprichando, entortava a cabeça, mas acabava rasgando os pedaços de pano. Precisava mandar amolar a tesoura, precisava mandar amolar a tesoura, “está cheia de dente, um serrote”. Há muito tempo pensava em amolar aquele traste.


A boneca Ceci esperava de olhos duros o vestido novo — porque em nova forma — se ajeitando nos retalhos furta-cores roubados da avó, da mãe, e até mesmo de Mundoca, que não queria saber de brincadeira.


— O tempo todo com essa boneca, está doida? “Se ela soubesse como Ceci consola a gente.”


As tardes sempre paradas quando o rio baixava, sentava-se na beira do cais, a água no tornozelo, fria e suave, mais tarde a tocar a ponta dos dedos, até ficar a um palmo ou dois de distância, espumando, correndo.


O rio enchia e secava, e ela nas pedras mornas — o barulho de tudo sem uma identificação precisa. Quantos vestidinhos ganhou Ceci naquelas tardes sem conta? Quando não tinha mais retalhos, virava o último vestido pelo avesso, o sujo sumia, Ceci não tinha mais queixas, “agora você está nova em folha”.


Francisco de Assis Almeida Brasil. Beira rio, beira vida. 15.ª edição, Teresina: Edições do Autor, 2013, p. 19

A respeito das orações que compõem o último período do texto 12A1-I, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3975387 Português

Texto 12A1-I


Ao lado estava a caixinha de costura, o novelo de linha, o papel com agulhas — a tesoura enferrujada da avó mal cortava os trapos. Mordia a língua, caprichando, entortava a cabeça, mas acabava rasgando os pedaços de pano. Precisava mandar amolar a tesoura, precisava mandar amolar a tesoura, “está cheia de dente, um serrote”. Há muito tempo pensava em amolar aquele traste.


A boneca Ceci esperava de olhos duros o vestido novo — porque em nova forma — se ajeitando nos retalhos furta-cores roubados da avó, da mãe, e até mesmo de Mundoca, que não queria saber de brincadeira.


— O tempo todo com essa boneca, está doida? “Se ela soubesse como Ceci consola a gente.”


As tardes sempre paradas quando o rio baixava, sentava-se na beira do cais, a água no tornozelo, fria e suave, mais tarde a tocar a ponta dos dedos, até ficar a um palmo ou dois de distância, espumando, correndo.


O rio enchia e secava, e ela nas pedras mornas — o barulho de tudo sem uma identificação precisa. Quantos vestidinhos ganhou Ceci naquelas tardes sem conta? Quando não tinha mais retalhos, virava o último vestido pelo avesso, o sujo sumia, Ceci não tinha mais queixas, “agora você está nova em folha”.


Francisco de Assis Almeida Brasil. Beira rio, beira vida. 15.ª edição, Teresina: Edições do Autor, 2013, p. 19

Em relação a aspectos linguísticos do penúltimo parágrafo do texto 12A1-I, julgue os itens a seguir.


I Na expressão “na beira do cais”, pode-se substituir “na” por à, sem prejuízo da correção gramatical.

II A oração “quando o rio baixava” expressa circunstância de tempo.

III A expressão “a ponta dos dedos” funciona sintaticamente como adjunto adverbial e expressa circunstância de lugar.

IV Os verbos espumar e correr, em “espumando, correndo”, classificam-se como intransitivos.


Assinale a opção correta. 

Alternativas
Q3975385 Português

Texto 12A1-I


Ao lado estava a caixinha de costura, o novelo de linha, o papel com agulhas — a tesoura enferrujada da avó mal cortava os trapos. Mordia a língua, caprichando, entortava a cabeça, mas acabava rasgando os pedaços de pano. Precisava mandar amolar a tesoura, precisava mandar amolar a tesoura, “está cheia de dente, um serrote”. Há muito tempo pensava em amolar aquele traste.


A boneca Ceci esperava de olhos duros o vestido novo — porque em nova forma — se ajeitando nos retalhos furta-cores roubados da avó, da mãe, e até mesmo de Mundoca, que não queria saber de brincadeira.


— O tempo todo com essa boneca, está doida? “Se ela soubesse como Ceci consola a gente.”


As tardes sempre paradas quando o rio baixava, sentava-se na beira do cais, a água no tornozelo, fria e suave, mais tarde a tocar a ponta dos dedos, até ficar a um palmo ou dois de distância, espumando, correndo.


O rio enchia e secava, e ela nas pedras mornas — o barulho de tudo sem uma identificação precisa. Quantos vestidinhos ganhou Ceci naquelas tardes sem conta? Quando não tinha mais retalhos, virava o último vestido pelo avesso, o sujo sumia, Ceci não tinha mais queixas, “agora você está nova em folha”.


Francisco de Assis Almeida Brasil. Beira rio, beira vida. 15.ª edição, Teresina: Edições do Autor, 2013, p. 19

Da leitura do texto 12A1-I conclui-se que o agente das ações verbais expressas nas orações “Mordia a língua”, “caprichando” e “entortava a cabeça”, presentes no segundo período do primeiro parágrafo, remete a
Alternativas
Q3975384 Português

Texto 12A1-I


Ao lado estava a caixinha de costura, o novelo de linha, o papel com agulhas — a tesoura enferrujada da avó mal cortava os trapos. Mordia a língua, caprichando, entortava a cabeça, mas acabava rasgando os pedaços de pano. Precisava mandar amolar a tesoura, precisava mandar amolar a tesoura, “está cheia de dente, um serrote”. Há muito tempo pensava em amolar aquele traste.


A boneca Ceci esperava de olhos duros o vestido novo — porque em nova forma — se ajeitando nos retalhos furta-cores roubados da avó, da mãe, e até mesmo de Mundoca, que não queria saber de brincadeira.


— O tempo todo com essa boneca, está doida? “Se ela soubesse como Ceci consola a gente.”


As tardes sempre paradas quando o rio baixava, sentava-se na beira do cais, a água no tornozelo, fria e suave, mais tarde a tocar a ponta dos dedos, até ficar a um palmo ou dois de distância, espumando, correndo.


O rio enchia e secava, e ela nas pedras mornas — o barulho de tudo sem uma identificação precisa. Quantos vestidinhos ganhou Ceci naquelas tardes sem conta? Quando não tinha mais retalhos, virava o último vestido pelo avesso, o sujo sumia, Ceci não tinha mais queixas, “agora você está nova em folha”.


Francisco de Assis Almeida Brasil. Beira rio, beira vida. 15.ª edição, Teresina: Edições do Autor, 2013, p. 19

Assinale a opção correta em relação a aspectos linguísticos do primeiro período do texto 12A1-I.
Alternativas
Q3975383 Português

Texto 12A1-I


Ao lado estava a caixinha de costura, o novelo de linha, o papel com agulhas — a tesoura enferrujada da avó mal cortava os trapos. Mordia a língua, caprichando, entortava a cabeça, mas acabava rasgando os pedaços de pano. Precisava mandar amolar a tesoura, precisava mandar amolar a tesoura, “está cheia de dente, um serrote”. Há muito tempo pensava em amolar aquele traste.


A boneca Ceci esperava de olhos duros o vestido novo — porque em nova forma — se ajeitando nos retalhos furta-cores roubados da avó, da mãe, e até mesmo de Mundoca, que não queria saber de brincadeira.


— O tempo todo com essa boneca, está doida? “Se ela soubesse como Ceci consola a gente.”


As tardes sempre paradas quando o rio baixava, sentava-se na beira do cais, a água no tornozelo, fria e suave, mais tarde a tocar a ponta dos dedos, até ficar a um palmo ou dois de distância, espumando, correndo.


O rio enchia e secava, e ela nas pedras mornas — o barulho de tudo sem uma identificação precisa. Quantos vestidinhos ganhou Ceci naquelas tardes sem conta? Quando não tinha mais retalhos, virava o último vestido pelo avesso, o sujo sumia, Ceci não tinha mais queixas, “agora você está nova em folha”.


Francisco de Assis Almeida Brasil. Beira rio, beira vida. 15.ª edição, Teresina: Edições do Autor, 2013, p. 19

Em relação ao texto 12A1-I, julgue os itens a seguir.


I No trecho „Se ela soubesse como Ceci consola a gente.‟ (segundo período do terceiro parágrafo), a forma pronominal „a gente‟ inclui a personagem principal do excerto.

II No primeiro período do quarto parágrafo, o sujeito gramatical de terceira pessoa do singular que se identifica em “sentava-se” remete à personagem principal do excerto.

III No penúltimo parágrafo, o segmento “a um palmo ou dois de distância”, que funciona sintaticamente como adjunto adverbial, descreve o caminho percorrido pela personagem.


Assinale a opção correta. 

Alternativas
Q3975362 Português
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo

Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?

Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Unidos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo "significativo e muito preocupante", afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.

O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.

"Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos", alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.

No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", do Instituto Pró-Livro.

A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram "nãoleitores", contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.

Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil. O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.

(https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leituratemqueda-dramatica-e-preocupante-pelomundo.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-barmobile&utm_campaign=materias)
Na oração “No Brasil, a situação também é drástica.”, a palavra destacada pode ser classificada como:
Alternativas
Q3975361 Português
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo

Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?

Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Unidos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo "significativo e muito preocupante", afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.

O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.

"Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos", alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.

No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", do Instituto Pró-Livro.

A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram "nãoleitores", contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.

Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil. O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.

(https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leituratemqueda-dramatica-e-preocupante-pelomundo.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-barmobile&utm_campaign=materias)
Todas as palavras estão acentuadas corretamente, exceto em:
Alternativas
Q3975360 Português
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo

Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?

Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Unidos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo "significativo e muito preocupante", afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.

O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.

"Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos", alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.

No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", do Instituto Pró-Livro.

A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram "nãoleitores", contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.

Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil. O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.

(https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leituratemqueda-dramatica-e-preocupante-pelomundo.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-barmobile&utm_campaign=materias)
Assinale a alternativa que completa corretamente as orações abaixo:
“Dei o livro ____ menina da minha turma. Fui ____ pé para o mercado. Comecei ___ estudar hoje.”
Alternativas
Q3975359 Português
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo

Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?

Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Unidos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo "significativo e muito preocupante", afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.

O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.

"Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos", alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.

No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", do Instituto Pró-Livro.

A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram "nãoleitores", contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.

Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil. O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.

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Analise e assinale a alternativa que apresenta a classificação correta da palavra destacada:
“Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil.”
Alternativas
Q3975358 Português
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo

Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?

Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Unidos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo "significativo e muito preocupante", afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.

O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.

"Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos", alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.

No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", do Instituto Pró-Livro.

A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram "nãoleitores", contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.

Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil. O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.

(https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leituratemqueda-dramatica-e-preocupante-pelomundo.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-barmobile&utm_campaign=materias)
Assinale a opção que apresenta a classificação correta da oração abaixo:
“Joana leu muito, ficou cansada.”
Alternativas
Q3975357 Português
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo

Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?

Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Unidos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo "significativo e muito preocupante", afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.

O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.

"Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos", alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.

No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", do Instituto Pró-Livro.

A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram "nãoleitores", contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.

Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil. O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.

(https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leituratemqueda-dramatica-e-preocupante-pelomundo.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-barmobile&utm_campaign=materias)
Analise e assinale a alternativa que apresenta a classificação correta da palavra em destaque:
“Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.”
Alternativas
Q3975356 Português
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo

Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?

Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Unidos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo "significativo e muito preocupante", afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.

O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.

"Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos", alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.

No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", do Instituto Pró-Livro.

A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram "nãoleitores", contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.

Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil. O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.

(https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leituratemqueda-dramatica-e-preocupante-pelomundo.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-barmobile&utm_campaign=materias)
Na oração “Roubaram o meu livro”, há a presença de um:
Alternativas
Respostas
3201: D
3202: E
3203: C
3204: E
3205: E
3206: B
3207: C
3208: A
3209: B
3210: B
3211: A
3212: B
3213: C
3214: C
3215: B
3216: A
3217: A
3218: D
3219: B
3220: C