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Q3361654 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Conversinha mineira



— É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?


— Sei dizer não senhor: não tomo café.


— Você é dono do café, não sabe dizer?


— Ninguém tem reclamado dele não senhor.


— Então me dá café com leite, pão e manteiga.


— Café com leite só se for sem leite. — Não tem leite?


— Hoje, não senhor. — Por que hoje não?


— Porque hoje o leiteiro não veio.


— Ontem ele veio?


— Ontem não.


— Quando é que ele vem?


— Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir em geral não vem.


— Mas ali fora está escrito “Leiteria”!


— Ah, isso está, sim senhor.


— Quando é que tem leite?


— Quando o leiteiro vem.


— Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?


— O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?


— Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite. Escuta uma coisa: como é que vai indo a política aqui na sua cidade?


— Sei dizer não senhor: eu não sou daqui.


— E há quanto tempo o senhor mora aqui?


— Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos. 


— Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?


— Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.


— Para que Partido? — Para todos os Partidos, parece.


— Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.


— Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...


— E o Prefeito?


— Que é que tem o Prefeito?


— Que tal o Prefeito daqui?


— O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.


— Que é que falam dele?


— Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.


— Você, certamente, já tem candidato.


— Quem, eu? Estou esperando as plataformas.


— Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?


— Aonde, ali? Uê, gente: penduraram isso aí...



SABINO, Fernando. Conversinha mineira. In: A mulher do vizinho. Editora do Autor, 1962, p. 144-146. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13152/conversinh a-mineira. Acesso em: 04 abr. 2025.

Considerando-se que o radical é a parte da estrutura de uma palavra que contém seu significado básico, as palavras “leiteria” e “coalhada”, presentes no texto, são formadas por qual dos processos abaixo descritos?
Alternativas
Q3361653 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Conversinha mineira



— É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?


— Sei dizer não senhor: não tomo café.


— Você é dono do café, não sabe dizer?


— Ninguém tem reclamado dele não senhor.


— Então me dá café com leite, pão e manteiga.


— Café com leite só se for sem leite. — Não tem leite?


— Hoje, não senhor. — Por que hoje não?


— Porque hoje o leiteiro não veio.


— Ontem ele veio?


— Ontem não.


— Quando é que ele vem?


— Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir em geral não vem.


— Mas ali fora está escrito “Leiteria”!


— Ah, isso está, sim senhor.


— Quando é que tem leite?


— Quando o leiteiro vem.


— Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?


— O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?


— Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite. Escuta uma coisa: como é que vai indo a política aqui na sua cidade?


— Sei dizer não senhor: eu não sou daqui.


— E há quanto tempo o senhor mora aqui?


— Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos. 


— Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?


— Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.


— Para que Partido? — Para todos os Partidos, parece.


— Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.


— Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...


— E o Prefeito?


— Que é que tem o Prefeito?


— Que tal o Prefeito daqui?


— O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.


— Que é que falam dele?


— Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.


— Você, certamente, já tem candidato.


— Quem, eu? Estou esperando as plataformas.


— Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?


— Aonde, ali? Uê, gente: penduraram isso aí...



SABINO, Fernando. Conversinha mineira. In: A mulher do vizinho. Editora do Autor, 1962, p. 144-146. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13152/conversinh a-mineira. Acesso em: 04 abr. 2025.

Em relação à expressão destacada no trecho “O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.”, analise as afirmativas e marque-as como verdadeiras (V) ou falsas (F). Em seguida, marque a alternativa correta.

( ) “tal e qual”, no contexto, pode ser corretamente substituído, sem prejuízo do sentido, por “exatamente como”.
( ) Para que a frase tivesse sentido oposto, “tal e qual” poderia ser substituído por “diferente do que”.
( ) O personagem utiliza “tal e qual”, mas poderia ter usado a expressão “cada qual” com o mesmo sentido.
Alternativas
Q3361652 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Conversinha mineira



— É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?


— Sei dizer não senhor: não tomo café.


— Você é dono do café, não sabe dizer?


— Ninguém tem reclamado dele não senhor.


— Então me dá café com leite, pão e manteiga.


— Café com leite só se for sem leite. — Não tem leite?


— Hoje, não senhor. — Por que hoje não?


— Porque hoje o leiteiro não veio.


— Ontem ele veio?


— Ontem não.


— Quando é que ele vem?


— Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir em geral não vem.


— Mas ali fora está escrito “Leiteria”!


— Ah, isso está, sim senhor.


— Quando é que tem leite?


— Quando o leiteiro vem.


— Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?


— O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?


— Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite. Escuta uma coisa: como é que vai indo a política aqui na sua cidade?


— Sei dizer não senhor: eu não sou daqui.


— E há quanto tempo o senhor mora aqui?


— Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos. 


— Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?


— Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.


— Para que Partido? — Para todos os Partidos, parece.


— Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.


— Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...


— E o Prefeito?


— Que é que tem o Prefeito?


— Que tal o Prefeito daqui?


— O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.


— Que é que falam dele?


— Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.


— Você, certamente, já tem candidato.


— Quem, eu? Estou esperando as plataformas.


— Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?


— Aonde, ali? Uê, gente: penduraram isso aí...



SABINO, Fernando. Conversinha mineira. In: A mulher do vizinho. Editora do Autor, 1962, p. 144-146. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13152/conversinh a-mineira. Acesso em: 04 abr. 2025.

No texto de Fernando Sabino, as respostas do dono do café demonstram que ele é desatento em relação ao que acontece em seu entorno. Qual dos trechos transcritos a seguir melhor serve para confirmar esse julgamento sobre o personagem?
Alternativas
Q3361549 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O lagarto de digestão lenta que foi essencial na criação do Ozempic


É uma pequena criatura, de pele brilhante e escamosa, que vagueia pelos desertos da América do Norte com passos lentos e que, indiretamente, serviu para promover uma revolução farmacológica. Seu nome científico é Heloderma suspectum, mas a maioria das pessoas conhece este réptil como monstro-de-gila.


E embora sua mordida venenosa cause sérias complicações para um ser humano, este pequeno animal um tanto desajeitado está por trás de uma das descobertas médicas que mais prometem salvar vidas no futuro.


Em seu veneno, pesquisadores descobriram uma enzima que inspirou os cientistas a desenvolver medicamentos que aumentam a atividade do receptor GLP-1, hoje vendidos nas farmácias com os nomes Ozempic, Wegovy e Mounjaro e prometem ser uma revolução no combate ao diabetes tipo 2 e à obesidade.


Assim como o monstro-de-gila foi a espécie-chave para o desenvolvimento destes medicamentos, o estudo do veneno de outros animais também já rendeu avanços importantes, como o desenvolvimento de medicamentos para controle da pressão arterial e anticoagulantes.


"As toxinas evoluem para desempenhar funções muito específicas, como se defender contra predadores ou incapacitar suas presas", explica à BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC, o professor Kini, que dedicou sua vida a explorar diferentes tipos de toxinas para encontrar usos alternativos para elas.


No caso do monstro-de-gila — uma das duas espécies de lagartos venenosos nativos da América do Norte — seu veneno evoluiu para imobilizar pequenas presas, devido à sua falta de agilidade.


O que os cientistas descobriram é que, além de ter um efeito sobre a presa, um hormônio presente no veneno do monstro-de-gila ajuda o metabolismo deste lagarto a desacelerar a tal ponto que ele sobrevive por até um ano com apenas seis refeições.


Ao isolá-lo, os pesquisadores descobriram que este hormônio, chamado de exendina-4, era muito semelhante ao GLP-1, uma substância que o ser humano produz naturalmente para regular os níveis de açúcar no sangue após as refeições.


No entanto, a exendina-4 é diferente do GLP-1 em uma característica fundamental: enquanto o GLP-1 humano deixa o corpo rapidamente por meio de mecanismos de excreção natural, a exendina-4 permanece por mais tempo no organismo, o que faz com que seu efeito na regulação da glicose seja mais duradouro.


Isso fornece a base para o desenvolvimento de medicamentos que atuam como agonistas do receptor de GLP-1. A primeira grande aplicação prática da exendina-4 foi no desenvolvimento de um medicamento chamado Byetta (exenatida), especificamente para tratar diabetes tipo 2. 


Este tratamento reduz os níveis de glicose e, com pequenas modificações, lançou as bases para outros compostos mais resistentes e duradouros, como a semaglutida, princípio ativo do Ozempic e Wegovy.


"É impressionante como uma mudança em um ou dois aminoácidos faz com que a molécula dure mais tempo na corrente sanguínea, mantendo ou até mesmo aumentando sua eficácia terapêutica", diz Kini à BBC News Mundo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj3nl8d1z8no.adaptado.
O estudo do veneno de outros animais também já rendeu avanços importantes.

Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase, o sujeito é:
Alternativas
Q3361546 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O lagarto de digestão lenta que foi essencial na criação do Ozempic


É uma pequena criatura, de pele brilhante e escamosa, que vagueia pelos desertos da América do Norte com passos lentos e que, indiretamente, serviu para promover uma revolução farmacológica. Seu nome científico é Heloderma suspectum, mas a maioria das pessoas conhece este réptil como monstro-de-gila.


E embora sua mordida venenosa cause sérias complicações para um ser humano, este pequeno animal um tanto desajeitado está por trás de uma das descobertas médicas que mais prometem salvar vidas no futuro.


Em seu veneno, pesquisadores descobriram uma enzima que inspirou os cientistas a desenvolver medicamentos que aumentam a atividade do receptor GLP-1, hoje vendidos nas farmácias com os nomes Ozempic, Wegovy e Mounjaro e prometem ser uma revolução no combate ao diabetes tipo 2 e à obesidade.


Assim como o monstro-de-gila foi a espécie-chave para o desenvolvimento destes medicamentos, o estudo do veneno de outros animais também já rendeu avanços importantes, como o desenvolvimento de medicamentos para controle da pressão arterial e anticoagulantes.


"As toxinas evoluem para desempenhar funções muito específicas, como se defender contra predadores ou incapacitar suas presas", explica à BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC, o professor Kini, que dedicou sua vida a explorar diferentes tipos de toxinas para encontrar usos alternativos para elas.


No caso do monstro-de-gila — uma das duas espécies de lagartos venenosos nativos da América do Norte — seu veneno evoluiu para imobilizar pequenas presas, devido à sua falta de agilidade.


O que os cientistas descobriram é que, além de ter um efeito sobre a presa, um hormônio presente no veneno do monstro-de-gila ajuda o metabolismo deste lagarto a desacelerar a tal ponto que ele sobrevive por até um ano com apenas seis refeições.


Ao isolá-lo, os pesquisadores descobriram que este hormônio, chamado de exendina-4, era muito semelhante ao GLP-1, uma substância que o ser humano produz naturalmente para regular os níveis de açúcar no sangue após as refeições.


No entanto, a exendina-4 é diferente do GLP-1 em uma característica fundamental: enquanto o GLP-1 humano deixa o corpo rapidamente por meio de mecanismos de excreção natural, a exendina-4 permanece por mais tempo no organismo, o que faz com que seu efeito na regulação da glicose seja mais duradouro.


Isso fornece a base para o desenvolvimento de medicamentos que atuam como agonistas do receptor de GLP-1. A primeira grande aplicação prática da exendina-4 foi no desenvolvimento de um medicamento chamado Byetta (exenatida), especificamente para tratar diabetes tipo 2. 


Este tratamento reduz os níveis de glicose e, com pequenas modificações, lançou as bases para outros compostos mais resistentes e duradouros, como a semaglutida, princípio ativo do Ozempic e Wegovy.


"É impressionante como uma mudança em um ou dois aminoácidos faz com que a molécula dure mais tempo na corrente sanguínea, mantendo ou até mesmo aumentando sua eficácia terapêutica", diz Kini à BBC News Mundo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj3nl8d1z8no.adaptado.
Ao "isolá-lo", os pesquisadores descobriram que este hormônio, chamado de exendina-4, era muito semelhante ao GLP-1.

A norma-padrão de colocação pronominal destacada na frase denomina-se:
Alternativas
Q3361381 Português
A carta é uma mensagem escrita que o remetente (quem a envia) envia ao destinatário (quem a recebe) com o objetivo de transmitir uma informação.
 A respeito das cartas, é correto afirmar, EXCETO:
Alternativas
Q3361380 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os bichos pedem passagem


Todos nós precisamos nos movimentar todos os dias. Para ir à escola, à padaria, visitar a família, os amigos... E esse deslocamento não é algo específico dos humanos não! Outros animais também levam a vida indo e vindo. Alguns andam, saltam ou se arrastam pelo chão, enquanto outros, os chamados arborícolas, vivem praticamente no ponto mais alto da floresta e se deslocam pelas copas das árvores, seja para buscar abrigo, alimento ou companhia para namorar. Entre estes animais estão os macacos, as preguiças, os ouriços, as serpentes e as pererecas.

Agora, vamos pensar um pouco. Nós, humanos, para organizar o nosso deslocamento, precisamos de ruas, avenidas e estradas. Só que, quando construímos essas vias para carros, ônibus e outros meios de transporte, dividimos o ambiente em pedaços. E, para conseguirmos ir de uma parte a outra, precisamos de alguns elementos de conexão, como passarelas e faixas de pedestres. Mas... e os bichos, como ficam?

Quando estradas e avenidas cortam florestas, a fauna também fica isolada, sem ter como ir de uma parte para a outra. No caso específico dos animais arborícolas, que se deslocam de galho em galho, o que será que pode ser feito para que sigam trilhando seu caminho?

Passarela dos bichos

Engenheiros e pesquisadores resolveram se unir para enfrentar esse desafio. O propósito era criar estratégias que resultassem na travessia segura para os animais, mantendo a conexão das árvores da floresta entre os dois lados de uma estrada. Inspirados em passarelas para pedestres cruzarem grandes avenidas e rodovias, veio a ideia de construir algo similar para outros animais.

É claro que para atrair os bichos a utilizarem suas próprias passarelas foi preciso tentar imitar o local onde vivem, como os galhos das árvores. Daí surgiram estruturas atraentes, usando diferentes materiais, como cabos de aço, corda, troncos de madeira e metais, para construir desde pequenas pontes até grandes viadutos com vegetação para os bichos se deslocarem em segurança por cima das estradas.

Podemos chamar essas ideias de soluções baseadas na natureza, porque elas realmente tentam imitar os processos naturais e a forma como a natureza estava naquele lugar. Mas há um nome específico para essas estruturas que permitem aos animais essa travessia segura: passagens aéreas (ou superiores) de fauna − pelo fato de cruzarem por cima da estrada.

Mas também existem passagens de fauna para animais que não têm a habilidade de escalar e se pendurar nos galhos, como cachorros-do-mato, capivaras, antas e tatus. Nesse caso, chamamos de passagens de fauna subterrâneas (ou inferiores), porque estão localizadas embaixo da estrada.


(https://chc.org.br/artigo/os-bichos-pedem-passagem/)
"E, para conseguirmos ir de uma parte a outra, precisamos de alguns elementos de conexão, como passarelas e faixas de pedestres."
A palavra 'passarelas' foi grafada corretamente com o dígrafo 'ss'. Analise os vocábulos a seguir e identifique aquele em que o dígrafo foi empregado de forma INCORRETA.
Alternativas
Q3361379 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os bichos pedem passagem


Todos nós precisamos nos movimentar todos os dias. Para ir à escola, à padaria, visitar a família, os amigos... E esse deslocamento não é algo específico dos humanos não! Outros animais também levam a vida indo e vindo. Alguns andam, saltam ou se arrastam pelo chão, enquanto outros, os chamados arborícolas, vivem praticamente no ponto mais alto da floresta e se deslocam pelas copas das árvores, seja para buscar abrigo, alimento ou companhia para namorar. Entre estes animais estão os macacos, as preguiças, os ouriços, as serpentes e as pererecas.

Agora, vamos pensar um pouco. Nós, humanos, para organizar o nosso deslocamento, precisamos de ruas, avenidas e estradas. Só que, quando construímos essas vias para carros, ônibus e outros meios de transporte, dividimos o ambiente em pedaços. E, para conseguirmos ir de uma parte a outra, precisamos de alguns elementos de conexão, como passarelas e faixas de pedestres. Mas... e os bichos, como ficam?

Quando estradas e avenidas cortam florestas, a fauna também fica isolada, sem ter como ir de uma parte para a outra. No caso específico dos animais arborícolas, que se deslocam de galho em galho, o que será que pode ser feito para que sigam trilhando seu caminho?

Passarela dos bichos

Engenheiros e pesquisadores resolveram se unir para enfrentar esse desafio. O propósito era criar estratégias que resultassem na travessia segura para os animais, mantendo a conexão das árvores da floresta entre os dois lados de uma estrada. Inspirados em passarelas para pedestres cruzarem grandes avenidas e rodovias, veio a ideia de construir algo similar para outros animais.

É claro que para atrair os bichos a utilizarem suas próprias passarelas foi preciso tentar imitar o local onde vivem, como os galhos das árvores. Daí surgiram estruturas atraentes, usando diferentes materiais, como cabos de aço, corda, troncos de madeira e metais, para construir desde pequenas pontes até grandes viadutos com vegetação para os bichos se deslocarem em segurança por cima das estradas.

Podemos chamar essas ideias de soluções baseadas na natureza, porque elas realmente tentam imitar os processos naturais e a forma como a natureza estava naquele lugar. Mas há um nome específico para essas estruturas que permitem aos animais essa travessia segura: passagens aéreas (ou superiores) de fauna − pelo fato de cruzarem por cima da estrada.

Mas também existem passagens de fauna para animais que não têm a habilidade de escalar e se pendurar nos galhos, como cachorros-do-mato, capivaras, antas e tatus. Nesse caso, chamamos de passagens de fauna subterrâneas (ou inferiores), porque estão localizadas embaixo da estrada.


(https://chc.org.br/artigo/os-bichos-pedem-passagem/)
"Podemos chamar essas ideias de soluções baseadas na natureza, porque elas realmente tentam imitar os processos naturais e a forma como a natureza estava naquele lugar. Mas há um nome específico para essas estruturas que permitem aos animais essa travessia segura: passagens aéreas (ou superiores) de fauna − pelo fato de cruzarem por cima da estrada."
Analise as regras de acentuação dos vocábulos retirados do trecho e marque com (V) verdadeiro e (F) falso para as seguintes afirmações.

(__)O vocábulo 'ideias' perdeu o acento com o Novo Acordo Ortográfico.
(__)A palavra 'há' recebe acento por ser uma monossílaba terminada em 'a'.
(__)A palavra 'específico' é acentuada por ser uma proparoxítona.
(__)A palavra 'soluções' recebe acento gráfico por ser uma oxítona terminada em ditongo.

A sequência que preenche os parênteses corretamente é:
Alternativas
Q3361378 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os bichos pedem passagem


Todos nós precisamos nos movimentar todos os dias. Para ir à escola, à padaria, visitar a família, os amigos... E esse deslocamento não é algo específico dos humanos não! Outros animais também levam a vida indo e vindo. Alguns andam, saltam ou se arrastam pelo chão, enquanto outros, os chamados arborícolas, vivem praticamente no ponto mais alto da floresta e se deslocam pelas copas das árvores, seja para buscar abrigo, alimento ou companhia para namorar. Entre estes animais estão os macacos, as preguiças, os ouriços, as serpentes e as pererecas.

Agora, vamos pensar um pouco. Nós, humanos, para organizar o nosso deslocamento, precisamos de ruas, avenidas e estradas. Só que, quando construímos essas vias para carros, ônibus e outros meios de transporte, dividimos o ambiente em pedaços. E, para conseguirmos ir de uma parte a outra, precisamos de alguns elementos de conexão, como passarelas e faixas de pedestres. Mas... e os bichos, como ficam?

Quando estradas e avenidas cortam florestas, a fauna também fica isolada, sem ter como ir de uma parte para a outra. No caso específico dos animais arborícolas, que se deslocam de galho em galho, o que será que pode ser feito para que sigam trilhando seu caminho?

Passarela dos bichos

Engenheiros e pesquisadores resolveram se unir para enfrentar esse desafio. O propósito era criar estratégias que resultassem na travessia segura para os animais, mantendo a conexão das árvores da floresta entre os dois lados de uma estrada. Inspirados em passarelas para pedestres cruzarem grandes avenidas e rodovias, veio a ideia de construir algo similar para outros animais.

É claro que para atrair os bichos a utilizarem suas próprias passarelas foi preciso tentar imitar o local onde vivem, como os galhos das árvores. Daí surgiram estruturas atraentes, usando diferentes materiais, como cabos de aço, corda, troncos de madeira e metais, para construir desde pequenas pontes até grandes viadutos com vegetação para os bichos se deslocarem em segurança por cima das estradas.

Podemos chamar essas ideias de soluções baseadas na natureza, porque elas realmente tentam imitar os processos naturais e a forma como a natureza estava naquele lugar. Mas há um nome específico para essas estruturas que permitem aos animais essa travessia segura: passagens aéreas (ou superiores) de fauna − pelo fato de cruzarem por cima da estrada.

Mas também existem passagens de fauna para animais que não têm a habilidade de escalar e se pendurar nos galhos, como cachorros-do-mato, capivaras, antas e tatus. Nesse caso, chamamos de passagens de fauna subterrâneas (ou inferiores), porque estão localizadas embaixo da estrada.


(https://chc.org.br/artigo/os-bichos-pedem-passagem/)
"Daí surgiram estruturas atraentes, usando diferentes materiais, como cabos de aço, corda, troncos de madeira e metais, para construir desde pequenas pontes até grandes viadutos com vegetação para os bichos se deslocarem em segurança por cima das estradas."
Quanto à classe gramatical e à concordância dos vocábulos do trecho acima, assinale uma informação INCORRETA.
Alternativas
Q3361376 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os bichos pedem passagem


Todos nós precisamos nos movimentar todos os dias. Para ir à escola, à padaria, visitar a família, os amigos... E esse deslocamento não é algo específico dos humanos não! Outros animais também levam a vida indo e vindo. Alguns andam, saltam ou se arrastam pelo chão, enquanto outros, os chamados arborícolas, vivem praticamente no ponto mais alto da floresta e se deslocam pelas copas das árvores, seja para buscar abrigo, alimento ou companhia para namorar. Entre estes animais estão os macacos, as preguiças, os ouriços, as serpentes e as pererecas.

Agora, vamos pensar um pouco. Nós, humanos, para organizar o nosso deslocamento, precisamos de ruas, avenidas e estradas. Só que, quando construímos essas vias para carros, ônibus e outros meios de transporte, dividimos o ambiente em pedaços. E, para conseguirmos ir de uma parte a outra, precisamos de alguns elementos de conexão, como passarelas e faixas de pedestres. Mas... e os bichos, como ficam?

Quando estradas e avenidas cortam florestas, a fauna também fica isolada, sem ter como ir de uma parte para a outra. No caso específico dos animais arborícolas, que se deslocam de galho em galho, o que será que pode ser feito para que sigam trilhando seu caminho?

Passarela dos bichos

Engenheiros e pesquisadores resolveram se unir para enfrentar esse desafio. O propósito era criar estratégias que resultassem na travessia segura para os animais, mantendo a conexão das árvores da floresta entre os dois lados de uma estrada. Inspirados em passarelas para pedestres cruzarem grandes avenidas e rodovias, veio a ideia de construir algo similar para outros animais.

É claro que para atrair os bichos a utilizarem suas próprias passarelas foi preciso tentar imitar o local onde vivem, como os galhos das árvores. Daí surgiram estruturas atraentes, usando diferentes materiais, como cabos de aço, corda, troncos de madeira e metais, para construir desde pequenas pontes até grandes viadutos com vegetação para os bichos se deslocarem em segurança por cima das estradas.

Podemos chamar essas ideias de soluções baseadas na natureza, porque elas realmente tentam imitar os processos naturais e a forma como a natureza estava naquele lugar. Mas há um nome específico para essas estruturas que permitem aos animais essa travessia segura: passagens aéreas (ou superiores) de fauna − pelo fato de cruzarem por cima da estrada.

Mas também existem passagens de fauna para animais que não têm a habilidade de escalar e se pendurar nos galhos, como cachorros-do-mato, capivaras, antas e tatus. Nesse caso, chamamos de passagens de fauna subterrâneas (ou inferiores), porque estão localizadas embaixo da estrada.


(https://chc.org.br/artigo/os-bichos-pedem-passagem/)
"Podemos chamar essas ideias de soluções baseadas na natureza, porque elas realmente tentam imitar os processos naturais e a forma como a natureza estava naquele lugar."
Em relação à divisão silábica das palavras retiradas do trecho, identifique a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3361375 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os bichos pedem passagem


Todos nós precisamos nos movimentar todos os dias. Para ir à escola, à padaria, visitar a família, os amigos... E esse deslocamento não é algo específico dos humanos não! Outros animais também levam a vida indo e vindo. Alguns andam, saltam ou se arrastam pelo chão, enquanto outros, os chamados arborícolas, vivem praticamente no ponto mais alto da floresta e se deslocam pelas copas das árvores, seja para buscar abrigo, alimento ou companhia para namorar. Entre estes animais estão os macacos, as preguiças, os ouriços, as serpentes e as pererecas.

Agora, vamos pensar um pouco. Nós, humanos, para organizar o nosso deslocamento, precisamos de ruas, avenidas e estradas. Só que, quando construímos essas vias para carros, ônibus e outros meios de transporte, dividimos o ambiente em pedaços. E, para conseguirmos ir de uma parte a outra, precisamos de alguns elementos de conexão, como passarelas e faixas de pedestres. Mas... e os bichos, como ficam?

Quando estradas e avenidas cortam florestas, a fauna também fica isolada, sem ter como ir de uma parte para a outra. No caso específico dos animais arborícolas, que se deslocam de galho em galho, o que será que pode ser feito para que sigam trilhando seu caminho?

Passarela dos bichos

Engenheiros e pesquisadores resolveram se unir para enfrentar esse desafio. O propósito era criar estratégias que resultassem na travessia segura para os animais, mantendo a conexão das árvores da floresta entre os dois lados de uma estrada. Inspirados em passarelas para pedestres cruzarem grandes avenidas e rodovias, veio a ideia de construir algo similar para outros animais.

É claro que para atrair os bichos a utilizarem suas próprias passarelas foi preciso tentar imitar o local onde vivem, como os galhos das árvores. Daí surgiram estruturas atraentes, usando diferentes materiais, como cabos de aço, corda, troncos de madeira e metais, para construir desde pequenas pontes até grandes viadutos com vegetação para os bichos se deslocarem em segurança por cima das estradas.

Podemos chamar essas ideias de soluções baseadas na natureza, porque elas realmente tentam imitar os processos naturais e a forma como a natureza estava naquele lugar. Mas há um nome específico para essas estruturas que permitem aos animais essa travessia segura: passagens aéreas (ou superiores) de fauna − pelo fato de cruzarem por cima da estrada.

Mas também existem passagens de fauna para animais que não têm a habilidade de escalar e se pendurar nos galhos, como cachorros-do-mato, capivaras, antas e tatus. Nesse caso, chamamos de passagens de fauna subterrâneas (ou inferiores), porque estão localizadas embaixo da estrada.


(https://chc.org.br/artigo/os-bichos-pedem-passagem/)
Os substantivos 'macacos', 'preguiças', possuem o coletivo em 'bando', que representa grupo de animais ou pessoas. A seguir, Identifique a alternativa em que o substantivo está representado pelo seu coletivo de forma INCORRETA.
Alternativas
Q3361374 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os bichos pedem passagem


Todos nós precisamos nos movimentar todos os dias. Para ir à escola, à padaria, visitar a família, os amigos... E esse deslocamento não é algo específico dos humanos não! Outros animais também levam a vida indo e vindo. Alguns andam, saltam ou se arrastam pelo chão, enquanto outros, os chamados arborícolas, vivem praticamente no ponto mais alto da floresta e se deslocam pelas copas das árvores, seja para buscar abrigo, alimento ou companhia para namorar. Entre estes animais estão os macacos, as preguiças, os ouriços, as serpentes e as pererecas.

Agora, vamos pensar um pouco. Nós, humanos, para organizar o nosso deslocamento, precisamos de ruas, avenidas e estradas. Só que, quando construímos essas vias para carros, ônibus e outros meios de transporte, dividimos o ambiente em pedaços. E, para conseguirmos ir de uma parte a outra, precisamos de alguns elementos de conexão, como passarelas e faixas de pedestres. Mas... e os bichos, como ficam?

Quando estradas e avenidas cortam florestas, a fauna também fica isolada, sem ter como ir de uma parte para a outra. No caso específico dos animais arborícolas, que se deslocam de galho em galho, o que será que pode ser feito para que sigam trilhando seu caminho?

Passarela dos bichos

Engenheiros e pesquisadores resolveram se unir para enfrentar esse desafio. O propósito era criar estratégias que resultassem na travessia segura para os animais, mantendo a conexão das árvores da floresta entre os dois lados de uma estrada. Inspirados em passarelas para pedestres cruzarem grandes avenidas e rodovias, veio a ideia de construir algo similar para outros animais.

É claro que para atrair os bichos a utilizarem suas próprias passarelas foi preciso tentar imitar o local onde vivem, como os galhos das árvores. Daí surgiram estruturas atraentes, usando diferentes materiais, como cabos de aço, corda, troncos de madeira e metais, para construir desde pequenas pontes até grandes viadutos com vegetação para os bichos se deslocarem em segurança por cima das estradas.

Podemos chamar essas ideias de soluções baseadas na natureza, porque elas realmente tentam imitar os processos naturais e a forma como a natureza estava naquele lugar. Mas há um nome específico para essas estruturas que permitem aos animais essa travessia segura: passagens aéreas (ou superiores) de fauna − pelo fato de cruzarem por cima da estrada.

Mas também existem passagens de fauna para animais que não têm a habilidade de escalar e se pendurar nos galhos, como cachorros-do-mato, capivaras, antas e tatus. Nesse caso, chamamos de passagens de fauna subterrâneas (ou inferiores), porque estão localizadas embaixo da estrada.


(https://chc.org.br/artigo/os-bichos-pedem-passagem/)
"Mas também existem passagens de fauna para animais que não têm a habilidade de escalar e se pendurar nos galhos, como cachorros-do-mato, capivaras, antas e tatus."
O vocábulo 'cachorro-do-mato' foi grafado corretamente com hífen. Identifique a alternativa que apresenta um vocábulo grafado INCORRETAMENTE com hífen. 
Alternativas
Q3361373 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os bichos pedem passagem


Todos nós precisamos nos movimentar todos os dias. Para ir à escola, à padaria, visitar a família, os amigos... E esse deslocamento não é algo específico dos humanos não! Outros animais também levam a vida indo e vindo. Alguns andam, saltam ou se arrastam pelo chão, enquanto outros, os chamados arborícolas, vivem praticamente no ponto mais alto da floresta e se deslocam pelas copas das árvores, seja para buscar abrigo, alimento ou companhia para namorar. Entre estes animais estão os macacos, as preguiças, os ouriços, as serpentes e as pererecas.

Agora, vamos pensar um pouco. Nós, humanos, para organizar o nosso deslocamento, precisamos de ruas, avenidas e estradas. Só que, quando construímos essas vias para carros, ônibus e outros meios de transporte, dividimos o ambiente em pedaços. E, para conseguirmos ir de uma parte a outra, precisamos de alguns elementos de conexão, como passarelas e faixas de pedestres. Mas... e os bichos, como ficam?

Quando estradas e avenidas cortam florestas, a fauna também fica isolada, sem ter como ir de uma parte para a outra. No caso específico dos animais arborícolas, que se deslocam de galho em galho, o que será que pode ser feito para que sigam trilhando seu caminho?

Passarela dos bichos

Engenheiros e pesquisadores resolveram se unir para enfrentar esse desafio. O propósito era criar estratégias que resultassem na travessia segura para os animais, mantendo a conexão das árvores da floresta entre os dois lados de uma estrada. Inspirados em passarelas para pedestres cruzarem grandes avenidas e rodovias, veio a ideia de construir algo similar para outros animais.

É claro que para atrair os bichos a utilizarem suas próprias passarelas foi preciso tentar imitar o local onde vivem, como os galhos das árvores. Daí surgiram estruturas atraentes, usando diferentes materiais, como cabos de aço, corda, troncos de madeira e metais, para construir desde pequenas pontes até grandes viadutos com vegetação para os bichos se deslocarem em segurança por cima das estradas.

Podemos chamar essas ideias de soluções baseadas na natureza, porque elas realmente tentam imitar os processos naturais e a forma como a natureza estava naquele lugar. Mas há um nome específico para essas estruturas que permitem aos animais essa travessia segura: passagens aéreas (ou superiores) de fauna − pelo fato de cruzarem por cima da estrada.

Mas também existem passagens de fauna para animais que não têm a habilidade de escalar e se pendurar nos galhos, como cachorros-do-mato, capivaras, antas e tatus. Nesse caso, chamamos de passagens de fauna subterrâneas (ou inferiores), porque estão localizadas embaixo da estrada.


(https://chc.org.br/artigo/os-bichos-pedem-passagem/)
"Todos nós precisamos nos movimentar todos os dias."
Em relação ao tipo de sílabas da palavra 'precisamos', é correto afirmar, EXCETO:
Alternativas
Q3361372 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os bichos pedem passagem


Todos nós precisamos nos movimentar todos os dias. Para ir à escola, à padaria, visitar a família, os amigos... E esse deslocamento não é algo específico dos humanos não! Outros animais também levam a vida indo e vindo. Alguns andam, saltam ou se arrastam pelo chão, enquanto outros, os chamados arborícolas, vivem praticamente no ponto mais alto da floresta e se deslocam pelas copas das árvores, seja para buscar abrigo, alimento ou companhia para namorar. Entre estes animais estão os macacos, as preguiças, os ouriços, as serpentes e as pererecas.

Agora, vamos pensar um pouco. Nós, humanos, para organizar o nosso deslocamento, precisamos de ruas, avenidas e estradas. Só que, quando construímos essas vias para carros, ônibus e outros meios de transporte, dividimos o ambiente em pedaços. E, para conseguirmos ir de uma parte a outra, precisamos de alguns elementos de conexão, como passarelas e faixas de pedestres. Mas... e os bichos, como ficam?

Quando estradas e avenidas cortam florestas, a fauna também fica isolada, sem ter como ir de uma parte para a outra. No caso específico dos animais arborícolas, que se deslocam de galho em galho, o que será que pode ser feito para que sigam trilhando seu caminho?

Passarela dos bichos

Engenheiros e pesquisadores resolveram se unir para enfrentar esse desafio. O propósito era criar estratégias que resultassem na travessia segura para os animais, mantendo a conexão das árvores da floresta entre os dois lados de uma estrada. Inspirados em passarelas para pedestres cruzarem grandes avenidas e rodovias, veio a ideia de construir algo similar para outros animais.

É claro que para atrair os bichos a utilizarem suas próprias passarelas foi preciso tentar imitar o local onde vivem, como os galhos das árvores. Daí surgiram estruturas atraentes, usando diferentes materiais, como cabos de aço, corda, troncos de madeira e metais, para construir desde pequenas pontes até grandes viadutos com vegetação para os bichos se deslocarem em segurança por cima das estradas.

Podemos chamar essas ideias de soluções baseadas na natureza, porque elas realmente tentam imitar os processos naturais e a forma como a natureza estava naquele lugar. Mas há um nome específico para essas estruturas que permitem aos animais essa travessia segura: passagens aéreas (ou superiores) de fauna − pelo fato de cruzarem por cima da estrada.

Mas também existem passagens de fauna para animais que não têm a habilidade de escalar e se pendurar nos galhos, como cachorros-do-mato, capivaras, antas e tatus. Nesse caso, chamamos de passagens de fauna subterrâneas (ou inferiores), porque estão localizadas embaixo da estrada.


(https://chc.org.br/artigo/os-bichos-pedem-passagem/)
"Nesse caso, chamamos de passagens de fauna subterrâneas (ou inferiores), porque estão localizadas embaixo da estrada."
A alternativa que apresenta os vocábulos destacados, respectivamente, com as mesmas classes gramaticais dos destacados no trecho é:
Alternativas
Q3361339 Português

Toda a chuva que cai e não é absorvida pelo solo vira enxurrada, escorrendo morro abaixo e carregando "materiais" soltos pelo caminho.


(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c30q8de6 j2yo.adaptado.)


O vocábulo destacado denominado:

Alternativas
Q3361311 Português
A água potável normalmente parece limpa, mas as lagoas, rios e oceanos estão cheios de partículas flutuantes. Podem ser pequenos fragmentos de terra, de rocha, de material vegetal ou outras substâncias.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c30q8de6j2y o.adaptado.)

Assinale a alternativa cujos adjetivos podem ser utilizados tanto para o masculino quanto para o feminino.
Alternativas
Q3361310 Português
Toda a chuva que cai e não é absorvida pelo solo vira enxurrada, escorrendo morro abaixo e carregando "materiais" soltos pelo caminho.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c30q8de6 j2yo.adaptado.)

O vocábulo destacado é formado pelo processo denominado:  
Alternativas
Q3361308 Português
Escrita de palavras refere-se à representação gráfica de palavras utilizando um sistema de símbolos (letras), de acordo com regras de ortografia e gramática. É o processo de transformar palavras faladas ou pensadas em símbolos visíveis, como letras, para que possam ser lidas e compreendidas por outros (VOLP-ABL-2025).

Assinale a alternativa em que a escrita da palavra está conforme a norma ortográfica do português contemporâneo culto.
Alternativas
Q3361307 Português
Dependendo das propriedades de partículas na água, elas vão absorver e dispersar a radiação em diferentes comprimentos.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c30q8de6j2 yo.adaptado.) 


Assinale a alternativa em que os vocábulos encontram-se em ordem alfabética crescente.
Alternativas
Q3361053 Português
Os garis desempenham um papel fundamental na manutenção da higiene e saúde pública, contribuindo para o bem-estar da sociedade. O serviço dos garis vai muito além de somente manter as cidades limpas e esteticamente mais apreciáveis.
Fonte: https://cestosdelixoelixeiras.com.br/blog-lixeiras/profissao-gari-elixeiras-com-rodas-contribuicoes-essenciais-para-a-limpeza-urbana Eles também são responsáveis por:
I. Favorecerem o acúmulo de lixo nas ruas e avenidas.
II. Conscientização da população sobre o correto descarte de resíduos.
III. Promoção de práticas ambientalmente sustentáveis.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
31921: B
31922: B
31923: E
31924: D
31925: A
31926: B
31927: D
31928: D
31929: A
31930: D
31931: B
31932: D
31933: C
31934: D
31935: C
31936: E
31937: B
31938: A
31939: D
31940: A