Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3382176 Português
Na palavra deslealdade, o prefixo e o sufixo são, respectivamente:
Alternativas
Q3382175 Português
Em qual das palavras abaixo há erro de acentuação gráfica?
Alternativas
Q3382174 Português
Qual alternativa apresenta corretamente a forma com hífen, segundo a reforma ortográfica?
Alternativas
Q3382173 Português
Em qual alternativa há figura de linguagem do tipo metáfora?
Alternativas
Q3382172 Português
Assinale a alternativa em que a palavra apresenta sentido denotativo:
Alternativas
Q3382171 Português
Liberação de Dopamina e Vício em Redes Sociais
no Cérebro de Crianças e Adolescentes


O uso excessivo das redes sociais entre crianças e adolescentes tem se tornado um fenômeno preocupante. Diversos estudos neurocientíficos indicam que, ao navegar por redes como Instagram, TikTok ou YouTube, o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa substância é naturalmente produzida em atividades prazerosas, como comer, socializar ou praticar exercícios. No entanto, o estímulo constante proporcionado pelas redes sociais pode causar uma superestimulação do sistema dopaminérgico, especialmente em cérebros ainda em desenvolvimento.

Ao receber curtidas, comentários ou novas notificações, o cérebro entende essas interações como “recompensas”, o que reforça o comportamento de voltar repetidamente às redes. Com o tempo, o jovem pode se tornar dependente dessas recompensas digitais, apresentando sintomas similares aos observados em outros tipos de vício, como ansiedade, irritabilidade quando está offline, e queda no rendimento escolar.

Pais, educadores e profissionais de saúde precisam estar atentos a esses sinais e propor estratégias que incentivem o uso saudável da tecnologia. Mais do que proibir, é necessário compreender o funcionamento do cérebro e oferecer alternativas que estimulem outras fontes de prazer e interação social que não envolvam exclusivamente o mundo digital.
Qual dos trechos abaixo expressa uma consequência do uso excessivo de redes sociais, segundo o texto?
Alternativas
Q3382170 Português
Liberação de Dopamina e Vício em Redes Sociais
no Cérebro de Crianças e Adolescentes


O uso excessivo das redes sociais entre crianças e adolescentes tem se tornado um fenômeno preocupante. Diversos estudos neurocientíficos indicam que, ao navegar por redes como Instagram, TikTok ou YouTube, o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa substância é naturalmente produzida em atividades prazerosas, como comer, socializar ou praticar exercícios. No entanto, o estímulo constante proporcionado pelas redes sociais pode causar uma superestimulação do sistema dopaminérgico, especialmente em cérebros ainda em desenvolvimento.

Ao receber curtidas, comentários ou novas notificações, o cérebro entende essas interações como “recompensas”, o que reforça o comportamento de voltar repetidamente às redes. Com o tempo, o jovem pode se tornar dependente dessas recompensas digitais, apresentando sintomas similares aos observados em outros tipos de vício, como ansiedade, irritabilidade quando está offline, e queda no rendimento escolar.

Pais, educadores e profissionais de saúde precisam estar atentos a esses sinais e propor estratégias que incentivem o uso saudável da tecnologia. Mais do que proibir, é necessário compreender o funcionamento do cérebro e oferecer alternativas que estimulem outras fontes de prazer e interação social que não envolvam exclusivamente o mundo digital.
O texto pode ser classificado como:
Alternativas
Q3382169 Português
Liberação de Dopamina e Vício em Redes Sociais
no Cérebro de Crianças e Adolescentes


O uso excessivo das redes sociais entre crianças e adolescentes tem se tornado um fenômeno preocupante. Diversos estudos neurocientíficos indicam que, ao navegar por redes como Instagram, TikTok ou YouTube, o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa substância é naturalmente produzida em atividades prazerosas, como comer, socializar ou praticar exercícios. No entanto, o estímulo constante proporcionado pelas redes sociais pode causar uma superestimulação do sistema dopaminérgico, especialmente em cérebros ainda em desenvolvimento.

Ao receber curtidas, comentários ou novas notificações, o cérebro entende essas interações como “recompensas”, o que reforça o comportamento de voltar repetidamente às redes. Com o tempo, o jovem pode se tornar dependente dessas recompensas digitais, apresentando sintomas similares aos observados em outros tipos de vício, como ansiedade, irritabilidade quando está offline, e queda no rendimento escolar.

Pais, educadores e profissionais de saúde precisam estar atentos a esses sinais e propor estratégias que incentivem o uso saudável da tecnologia. Mais do que proibir, é necessário compreender o funcionamento do cérebro e oferecer alternativas que estimulem outras fontes de prazer e interação social que não envolvam exclusivamente o mundo digital.
O autor do texto sugere que, para lidar com esse problema, deve-se:
Alternativas
Q3382168 Português
Liberação de Dopamina e Vício em Redes Sociais
no Cérebro de Crianças e Adolescentes


O uso excessivo das redes sociais entre crianças e adolescentes tem se tornado um fenômeno preocupante. Diversos estudos neurocientíficos indicam que, ao navegar por redes como Instagram, TikTok ou YouTube, o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa substância é naturalmente produzida em atividades prazerosas, como comer, socializar ou praticar exercícios. No entanto, o estímulo constante proporcionado pelas redes sociais pode causar uma superestimulação do sistema dopaminérgico, especialmente em cérebros ainda em desenvolvimento.

Ao receber curtidas, comentários ou novas notificações, o cérebro entende essas interações como “recompensas”, o que reforça o comportamento de voltar repetidamente às redes. Com o tempo, o jovem pode se tornar dependente dessas recompensas digitais, apresentando sintomas similares aos observados em outros tipos de vício, como ansiedade, irritabilidade quando está offline, e queda no rendimento escolar.

Pais, educadores e profissionais de saúde precisam estar atentos a esses sinais e propor estratégias que incentivem o uso saudável da tecnologia. Mais do que proibir, é necessário compreender o funcionamento do cérebro e oferecer alternativas que estimulem outras fontes de prazer e interação social que não envolvam exclusivamente o mundo digital.
Pode-se inferir do texto que o uso abusivo das redes sociais por crianças e adolescentes:
Alternativas
Q3382166 Português
Liberação de Dopamina e Vício em Redes Sociais
no Cérebro de Crianças e Adolescentes


O uso excessivo das redes sociais entre crianças e adolescentes tem se tornado um fenômeno preocupante. Diversos estudos neurocientíficos indicam que, ao navegar por redes como Instagram, TikTok ou YouTube, o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa substância é naturalmente produzida em atividades prazerosas, como comer, socializar ou praticar exercícios. No entanto, o estímulo constante proporcionado pelas redes sociais pode causar uma superestimulação do sistema dopaminérgico, especialmente em cérebros ainda em desenvolvimento.

Ao receber curtidas, comentários ou novas notificações, o cérebro entende essas interações como “recompensas”, o que reforça o comportamento de voltar repetidamente às redes. Com o tempo, o jovem pode se tornar dependente dessas recompensas digitais, apresentando sintomas similares aos observados em outros tipos de vício, como ansiedade, irritabilidade quando está offline, e queda no rendimento escolar.

Pais, educadores e profissionais de saúde precisam estar atentos a esses sinais e propor estratégias que incentivem o uso saudável da tecnologia. Mais do que proibir, é necessário compreender o funcionamento do cérebro e oferecer alternativas que estimulem outras fontes de prazer e interação social que não envolvam exclusivamente o mundo digital.
Segundo o texto, o vício em redes sociais entre crianças e adolescentes pode estar relacionado à:
Alternativas
Q3381985 Português
Coreia do Sul consegue reciclar 97% dos resíduos alimentares


O sistema de reciclagem de resíduos alimentares sul-coreano é resultado de um trabalho de décadas. Em 1996, o país reciclava apenas 2,6% dos seus resíduos alimentares, mas isso começou a mudar com a transformação econômica iniciada nos anos 1980.


"A década de 1980 foi um período fundamental para o desenvolvimento econômico da Coreia do Sul", explica o professor Jae-Cheol Jang do Instituto de Agricultura da Universidade Nacional de Gyeongsang.


Com a industrialização e a urbanização, também surgiram problemas sociais, e um deles foi o manejo de resíduos.


A Coreia do Sul tem mais de cinquenta milhões de habitantes e uma densidade populacional alta, sendo mais de quinhentas pessoas por quilômetro quadrado.


No Peru, por exemplo, a densidade não chega a 30 habitantes por quilômetro quadrado.


Com as mudanças econômicas, cresceu também o número de aterros sanitários, alguns próximos a áreas residenciais, o que gerou muitos protestos.


Quando se decompõem, os resíduos liberam metano, um gás de efeito estufa muito mais potente que o dióxido de carbono.


Pressionados pelos cidadãos, o governo buscou uma solução para o problema dos aterros.


Em 1995, foi aprovado um sistema que cobrava por volume de resíduo gerado, sem separar restos de alimentos de lixos em geral. Em 2005, o descarte de restos de comida em aterros foi proibido por lei.


E em 2013 foi implementado o atual sistema de cobrança por peso dos restos de comida.


O sistema continua evoluindo à medida que a tecnologia avança, mas se baseia em um princípio básico: você tem que pagar cada vez que joga fora seus restos de comida.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c99p3xvy7veo.adaptado.
 O sistema de reciclagem de resíduos alimentares sul-coreano é resultado de um trabalho de décadas. Em 1996, o país reciclava apenas 2,6% dos seus resíduos alimentares, mas isso começou a mudar com a transformação econômica iniciada nos anos 1980.
Assinale a alternativa em que a concordância nominal entre os termos da frase está adequada à norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q3381984 Português
Coreia do Sul consegue reciclar 97% dos resíduos alimentares


O sistema de reciclagem de resíduos alimentares sul-coreano é resultado de um trabalho de décadas. Em 1996, o país reciclava apenas 2,6% dos seus resíduos alimentares, mas isso começou a mudar com a transformação econômica iniciada nos anos 1980.


"A década de 1980 foi um período fundamental para o desenvolvimento econômico da Coreia do Sul", explica o professor Jae-Cheol Jang do Instituto de Agricultura da Universidade Nacional de Gyeongsang.


Com a industrialização e a urbanização, também surgiram problemas sociais, e um deles foi o manejo de resíduos.


A Coreia do Sul tem mais de cinquenta milhões de habitantes e uma densidade populacional alta, sendo mais de quinhentas pessoas por quilômetro quadrado.


No Peru, por exemplo, a densidade não chega a 30 habitantes por quilômetro quadrado.


Com as mudanças econômicas, cresceu também o número de aterros sanitários, alguns próximos a áreas residenciais, o que gerou muitos protestos.


Quando se decompõem, os resíduos liberam metano, um gás de efeito estufa muito mais potente que o dióxido de carbono.


Pressionados pelos cidadãos, o governo buscou uma solução para o problema dos aterros.


Em 1995, foi aprovado um sistema que cobrava por volume de resíduo gerado, sem separar restos de alimentos de lixos em geral. Em 2005, o descarte de restos de comida em aterros foi proibido por lei.


E em 2013 foi implementado o atual sistema de cobrança por peso dos restos de comida.


O sistema continua evoluindo à medida que a tecnologia avança, mas se baseia em um princípio básico: você tem que pagar cada vez que joga fora seus restos de comida.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c99p3xvy7veo.adaptado.
A complexa trajetória da Coreia do Sul na gestão dos resíduos alimentares evidencia múltiplos fatores interligados, que envolvem desde aspectos econômicos e demográficos até decisões políticas estratégicas.
De acordo com o texto base, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3381983 Português
Coreia do Sul consegue reciclar 97% dos resíduos alimentares


O sistema de reciclagem de resíduos alimentares sul-coreano é resultado de um trabalho de décadas. Em 1996, o país reciclava apenas 2,6% dos seus resíduos alimentares, mas isso começou a mudar com a transformação econômica iniciada nos anos 1980.


"A década de 1980 foi um período fundamental para o desenvolvimento econômico da Coreia do Sul", explica o professor Jae-Cheol Jang do Instituto de Agricultura da Universidade Nacional de Gyeongsang.


Com a industrialização e a urbanização, também surgiram problemas sociais, e um deles foi o manejo de resíduos.


A Coreia do Sul tem mais de cinquenta milhões de habitantes e uma densidade populacional alta, sendo mais de quinhentas pessoas por quilômetro quadrado.


No Peru, por exemplo, a densidade não chega a 30 habitantes por quilômetro quadrado.


Com as mudanças econômicas, cresceu também o número de aterros sanitários, alguns próximos a áreas residenciais, o que gerou muitos protestos.


Quando se decompõem, os resíduos liberam metano, um gás de efeito estufa muito mais potente que o dióxido de carbono.


Pressionados pelos cidadãos, o governo buscou uma solução para o problema dos aterros.


Em 1995, foi aprovado um sistema que cobrava por volume de resíduo gerado, sem separar restos de alimentos de lixos em geral. Em 2005, o descarte de restos de comida em aterros foi proibido por lei.


E em 2013 foi implementado o atual sistema de cobrança por peso dos restos de comida.


O sistema continua evoluindo à medida que a tecnologia avança, mas se baseia em um princípio básico: você tem que pagar cada vez que joga fora seus restos de comida.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c99p3xvy7veo.adaptado.
Quando se decompõem, os resíduos liberam metano, um gás de efeito estufa muito mais potente "que" o dióxido de carbono.
Em relação à classe gramatical, o vocábulo destacado denomina-se 
Alternativas
Q3381982 Português
Coreia do Sul consegue reciclar 97% dos resíduos alimentares


O sistema de reciclagem de resíduos alimentares sul-coreano é resultado de um trabalho de décadas. Em 1996, o país reciclava apenas 2,6% dos seus resíduos alimentares, mas isso começou a mudar com a transformação econômica iniciada nos anos 1980.


"A década de 1980 foi um período fundamental para o desenvolvimento econômico da Coreia do Sul", explica o professor Jae-Cheol Jang do Instituto de Agricultura da Universidade Nacional de Gyeongsang.


Com a industrialização e a urbanização, também surgiram problemas sociais, e um deles foi o manejo de resíduos.


A Coreia do Sul tem mais de cinquenta milhões de habitantes e uma densidade populacional alta, sendo mais de quinhentas pessoas por quilômetro quadrado.


No Peru, por exemplo, a densidade não chega a 30 habitantes por quilômetro quadrado.


Com as mudanças econômicas, cresceu também o número de aterros sanitários, alguns próximos a áreas residenciais, o que gerou muitos protestos.


Quando se decompõem, os resíduos liberam metano, um gás de efeito estufa muito mais potente que o dióxido de carbono.


Pressionados pelos cidadãos, o governo buscou uma solução para o problema dos aterros.


Em 1995, foi aprovado um sistema que cobrava por volume de resíduo gerado, sem separar restos de alimentos de lixos em geral. Em 2005, o descarte de restos de comida em aterros foi proibido por lei.


E em 2013 foi implementado o atual sistema de cobrança por peso dos restos de comida.


O sistema continua evoluindo à medida que a tecnologia avança, mas se baseia em um princípio básico: você tem que pagar cada vez que joga fora seus restos de comida.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c99p3xvy7veo.adaptado.
O sistema continua evoluindo "à medida que" a tecnologia avança, mas se baseia em um princípio básico.
Em relação à expressão destacada, é correto afirmar que
Alternativas
Q3381981 Português
Coreia do Sul consegue reciclar 97% dos resíduos alimentares


O sistema de reciclagem de resíduos alimentares sul-coreano é resultado de um trabalho de décadas. Em 1996, o país reciclava apenas 2,6% dos seus resíduos alimentares, mas isso começou a mudar com a transformação econômica iniciada nos anos 1980.


"A década de 1980 foi um período fundamental para o desenvolvimento econômico da Coreia do Sul", explica o professor Jae-Cheol Jang do Instituto de Agricultura da Universidade Nacional de Gyeongsang.


Com a industrialização e a urbanização, também surgiram problemas sociais, e um deles foi o manejo de resíduos.


A Coreia do Sul tem mais de cinquenta milhões de habitantes e uma densidade populacional alta, sendo mais de quinhentas pessoas por quilômetro quadrado.


No Peru, por exemplo, a densidade não chega a 30 habitantes por quilômetro quadrado.


Com as mudanças econômicas, cresceu também o número de aterros sanitários, alguns próximos a áreas residenciais, o que gerou muitos protestos.


Quando se decompõem, os resíduos liberam metano, um gás de efeito estufa muito mais potente que o dióxido de carbono.


Pressionados pelos cidadãos, o governo buscou uma solução para o problema dos aterros.


Em 1995, foi aprovado um sistema que cobrava por volume de resíduo gerado, sem separar restos de alimentos de lixos em geral. Em 2005, o descarte de restos de comida em aterros foi proibido por lei.


E em 2013 foi implementado o atual sistema de cobrança por peso dos restos de comida.


O sistema continua evoluindo à medida que a tecnologia avança, mas se baseia em um princípio básico: você tem que pagar cada vez que joga fora seus restos de comida.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c99p3xvy7veo.adaptado.
Com as mudanças econômicas, "cresceu" também o número de aterros sanitários, alguns próximos a áreas residenciais, o que gerou muitos protestos.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo
Alternativas
Q3381392 Português
O genoma obscuro e as doenças


A ilha de Panay, nas Filipinas, é mais conhecida pelas suas cintilantes areias brancas e pelo fluxo regular de turistas; mas este local idílico esconde um segredo trágico.


Panay abriga o maior número de casos existentes no mundo de um distúrbio dos movimentos incurável, chamado distonia-parkinsonismo ligado ao X − XDP, na sigla em inglês.


Como no mal de Parkinson, as pessoas com XDP desenvolvem uma série de sintomas que afetam sua capacidade de andar e reagir rapidamente a diversas situações.


Desde a descoberta do distúrbio nos anos 1970, a doença só foi diagnosticada em pessoas de ascendência filipina. Este fato permaneceu um mistério por muito tempo, até que os geneticistas descobriram que todos esses indivíduos possuem a mesma variante exclusiva de um gene chamado TAF1.


O início dos sintomas parece ser causado por um transposon no meio do gene, ou seja, um elemento móvel do DNA capaz de regular sua função de forma a causar prejuízo ao corpo ao longo do tempo. Acredita-se que esta variante genética tenha surgido pela primeira vez cerca de dois mil anos atrás, antes de ser transmitida e se estabelecer na população.


"O gene TAF1 é um gene essencial, ou seja, ele é necessário para o crescimento e a multiplicação de todos os tipos de células", afirmam os pesquisadores.


Este é um exemplo simples de como algumas sequências de DNA do genoma obscuro controlam a função de diversos genes, seja ativando ou reprimindo a transformação de informações genéticas em proteínas, em resposta a indicações recebidas do ambiente.


O genoma escuro também fornece instruções para a formação de diversos tipos de moléculas, conhecidas como RNAs não codificantes. Eles desempenham diversos papéis, desde a fabricar algumas proteínas, bloquear a produção de outras ou ajudar a regular a atividade genética.


Os RNAs produzidos pelo genoma obscuro agem como os maestros da orquestra, conduzindo como o seu DNA reage ao ambiente. E estes RNAs não codificantes, agora, são cada vez mais considerados a ligação entre o genoma obscuro e diversas doenças crônicas.


A ideia é que, se fornecermos sistematicamente os sinais errados para o genoma obscuro com o nosso estilo de vida − fumo, má alimentação e inatividade −, as moléculas de RNA produzidas por ele fazem com que o corpo entre em um estado de doença, alterando a atividade genética, de forma a aumentar as inflamações do corpo ou promover a morte celular.


Em doenças complexas, como a esquizofrenia e a depressão, todo um conjunto de RNAs não codificantes age em sincronia para reduzir ou aumentar a expressão de certos genes.


A indústria de desenvolvimento de remédios concentra-se nas proteínas, mas algumas empresas percebem que pode ser mais eficaz tentar interromper os RNAs não codificantes que controlam os genes encarregados desses processos.


No campo das vacinas contra o câncer, por exemplo, as empresas realizam sequenciamento de DNA em amostras de tumores dos pacientes para identificar um alvo adequado a ser atacado pelo sistema imunológico. E a maioria dos métodos concentra-se apenas nas regiões codificantes de proteínas do genoma. O problema é que existem apenas cerca de 20 mil proteínas no corpo e a maioria é expressa em muitas células e processos diferentes que não têm relação com a doença.


No entanto, a atividade do genoma obscuro é extraordinariamente específica. Existem RNAs não codificantes que regulam a fibrose apenas no coração, de forma que, ao medicá-los, tem-se um remédio potencialmente muito seguro, explicam os pesquisadores.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3j3616k05o.adaptado.
O problema é que existem apenas cerca de 20 mil proteínas no corpo e a maioria é expressa em muitas células e processos diferentes que não têm relação com a doença.
Assinale a alternativa em que todos os vocábulos pertençam à mesma classe gramatical.
Alternativas
Q3381391 Português
O genoma obscuro e as doenças


A ilha de Panay, nas Filipinas, é mais conhecida pelas suas cintilantes areias brancas e pelo fluxo regular de turistas; mas este local idílico esconde um segredo trágico.


Panay abriga o maior número de casos existentes no mundo de um distúrbio dos movimentos incurável, chamado distonia-parkinsonismo ligado ao X − XDP, na sigla em inglês.


Como no mal de Parkinson, as pessoas com XDP desenvolvem uma série de sintomas que afetam sua capacidade de andar e reagir rapidamente a diversas situações.


Desde a descoberta do distúrbio nos anos 1970, a doença só foi diagnosticada em pessoas de ascendência filipina. Este fato permaneceu um mistério por muito tempo, até que os geneticistas descobriram que todos esses indivíduos possuem a mesma variante exclusiva de um gene chamado TAF1.


O início dos sintomas parece ser causado por um transposon no meio do gene, ou seja, um elemento móvel do DNA capaz de regular sua função de forma a causar prejuízo ao corpo ao longo do tempo. Acredita-se que esta variante genética tenha surgido pela primeira vez cerca de dois mil anos atrás, antes de ser transmitida e se estabelecer na população.


"O gene TAF1 é um gene essencial, ou seja, ele é necessário para o crescimento e a multiplicação de todos os tipos de células", afirmam os pesquisadores.


Este é um exemplo simples de como algumas sequências de DNA do genoma obscuro controlam a função de diversos genes, seja ativando ou reprimindo a transformação de informações genéticas em proteínas, em resposta a indicações recebidas do ambiente.


O genoma escuro também fornece instruções para a formação de diversos tipos de moléculas, conhecidas como RNAs não codificantes. Eles desempenham diversos papéis, desde a fabricar algumas proteínas, bloquear a produção de outras ou ajudar a regular a atividade genética.


Os RNAs produzidos pelo genoma obscuro agem como os maestros da orquestra, conduzindo como o seu DNA reage ao ambiente. E estes RNAs não codificantes, agora, são cada vez mais considerados a ligação entre o genoma obscuro e diversas doenças crônicas.


A ideia é que, se fornecermos sistematicamente os sinais errados para o genoma obscuro com o nosso estilo de vida − fumo, má alimentação e inatividade −, as moléculas de RNA produzidas por ele fazem com que o corpo entre em um estado de doença, alterando a atividade genética, de forma a aumentar as inflamações do corpo ou promover a morte celular.


Em doenças complexas, como a esquizofrenia e a depressão, todo um conjunto de RNAs não codificantes age em sincronia para reduzir ou aumentar a expressão de certos genes.


A indústria de desenvolvimento de remédios concentra-se nas proteínas, mas algumas empresas percebem que pode ser mais eficaz tentar interromper os RNAs não codificantes que controlam os genes encarregados desses processos.


No campo das vacinas contra o câncer, por exemplo, as empresas realizam sequenciamento de DNA em amostras de tumores dos pacientes para identificar um alvo adequado a ser atacado pelo sistema imunológico. E a maioria dos métodos concentra-se apenas nas regiões codificantes de proteínas do genoma. O problema é que existem apenas cerca de 20 mil proteínas no corpo e a maioria é expressa em muitas células e processos diferentes que não têm relação com a doença.


No entanto, a atividade do genoma obscuro é extraordinariamente específica. Existem RNAs não codificantes que regulam a fibrose apenas no coração, de forma que, ao medicá-los, tem-se um remédio potencialmente muito seguro, explicam os pesquisadores.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3j3616k05o.adaptado.
Em doenças complexas, como a esquizofrenia e a depressão, todo um conjunto de RNAs não codificantes age em sincronia para reduzir ou aumentar a expressão de certos genes.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q3381390 Português
O genoma obscuro e as doenças


A ilha de Panay, nas Filipinas, é mais conhecida pelas suas cintilantes areias brancas e pelo fluxo regular de turistas; mas este local idílico esconde um segredo trágico.


Panay abriga o maior número de casos existentes no mundo de um distúrbio dos movimentos incurável, chamado distonia-parkinsonismo ligado ao X − XDP, na sigla em inglês.


Como no mal de Parkinson, as pessoas com XDP desenvolvem uma série de sintomas que afetam sua capacidade de andar e reagir rapidamente a diversas situações.


Desde a descoberta do distúrbio nos anos 1970, a doença só foi diagnosticada em pessoas de ascendência filipina. Este fato permaneceu um mistério por muito tempo, até que os geneticistas descobriram que todos esses indivíduos possuem a mesma variante exclusiva de um gene chamado TAF1.


O início dos sintomas parece ser causado por um transposon no meio do gene, ou seja, um elemento móvel do DNA capaz de regular sua função de forma a causar prejuízo ao corpo ao longo do tempo. Acredita-se que esta variante genética tenha surgido pela primeira vez cerca de dois mil anos atrás, antes de ser transmitida e se estabelecer na população.


"O gene TAF1 é um gene essencial, ou seja, ele é necessário para o crescimento e a multiplicação de todos os tipos de células", afirmam os pesquisadores.


Este é um exemplo simples de como algumas sequências de DNA do genoma obscuro controlam a função de diversos genes, seja ativando ou reprimindo a transformação de informações genéticas em proteínas, em resposta a indicações recebidas do ambiente.


O genoma escuro também fornece instruções para a formação de diversos tipos de moléculas, conhecidas como RNAs não codificantes. Eles desempenham diversos papéis, desde a fabricar algumas proteínas, bloquear a produção de outras ou ajudar a regular a atividade genética.


Os RNAs produzidos pelo genoma obscuro agem como os maestros da orquestra, conduzindo como o seu DNA reage ao ambiente. E estes RNAs não codificantes, agora, são cada vez mais considerados a ligação entre o genoma obscuro e diversas doenças crônicas.


A ideia é que, se fornecermos sistematicamente os sinais errados para o genoma obscuro com o nosso estilo de vida − fumo, má alimentação e inatividade −, as moléculas de RNA produzidas por ele fazem com que o corpo entre em um estado de doença, alterando a atividade genética, de forma a aumentar as inflamações do corpo ou promover a morte celular.


Em doenças complexas, como a esquizofrenia e a depressão, todo um conjunto de RNAs não codificantes age em sincronia para reduzir ou aumentar a expressão de certos genes.


A indústria de desenvolvimento de remédios concentra-se nas proteínas, mas algumas empresas percebem que pode ser mais eficaz tentar interromper os RNAs não codificantes que controlam os genes encarregados desses processos.


No campo das vacinas contra o câncer, por exemplo, as empresas realizam sequenciamento de DNA em amostras de tumores dos pacientes para identificar um alvo adequado a ser atacado pelo sistema imunológico. E a maioria dos métodos concentra-se apenas nas regiões codificantes de proteínas do genoma. O problema é que existem apenas cerca de 20 mil proteínas no corpo e a maioria é expressa em muitas células e processos diferentes que não têm relação com a doença.


No entanto, a atividade do genoma obscuro é extraordinariamente específica. Existem RNAs não codificantes que regulam a fibrose apenas no coração, de forma que, ao medicá-los, tem-se um remédio potencialmente muito seguro, explicam os pesquisadores.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3j3616k05o.adaptado.
Como no mal de Parkinson, as pessoas com XDP desenvolvem uma série de sintomas.
Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase,
Alternativas
Q3381389 Português
O genoma obscuro e as doenças


A ilha de Panay, nas Filipinas, é mais conhecida pelas suas cintilantes areias brancas e pelo fluxo regular de turistas; mas este local idílico esconde um segredo trágico.


Panay abriga o maior número de casos existentes no mundo de um distúrbio dos movimentos incurável, chamado distonia-parkinsonismo ligado ao X − XDP, na sigla em inglês.


Como no mal de Parkinson, as pessoas com XDP desenvolvem uma série de sintomas que afetam sua capacidade de andar e reagir rapidamente a diversas situações.


Desde a descoberta do distúrbio nos anos 1970, a doença só foi diagnosticada em pessoas de ascendência filipina. Este fato permaneceu um mistério por muito tempo, até que os geneticistas descobriram que todos esses indivíduos possuem a mesma variante exclusiva de um gene chamado TAF1.


O início dos sintomas parece ser causado por um transposon no meio do gene, ou seja, um elemento móvel do DNA capaz de regular sua função de forma a causar prejuízo ao corpo ao longo do tempo. Acredita-se que esta variante genética tenha surgido pela primeira vez cerca de dois mil anos atrás, antes de ser transmitida e se estabelecer na população.


"O gene TAF1 é um gene essencial, ou seja, ele é necessário para o crescimento e a multiplicação de todos os tipos de células", afirmam os pesquisadores.


Este é um exemplo simples de como algumas sequências de DNA do genoma obscuro controlam a função de diversos genes, seja ativando ou reprimindo a transformação de informações genéticas em proteínas, em resposta a indicações recebidas do ambiente.


O genoma escuro também fornece instruções para a formação de diversos tipos de moléculas, conhecidas como RNAs não codificantes. Eles desempenham diversos papéis, desde a fabricar algumas proteínas, bloquear a produção de outras ou ajudar a regular a atividade genética.


Os RNAs produzidos pelo genoma obscuro agem como os maestros da orquestra, conduzindo como o seu DNA reage ao ambiente. E estes RNAs não codificantes, agora, são cada vez mais considerados a ligação entre o genoma obscuro e diversas doenças crônicas.


A ideia é que, se fornecermos sistematicamente os sinais errados para o genoma obscuro com o nosso estilo de vida − fumo, má alimentação e inatividade −, as moléculas de RNA produzidas por ele fazem com que o corpo entre em um estado de doença, alterando a atividade genética, de forma a aumentar as inflamações do corpo ou promover a morte celular.


Em doenças complexas, como a esquizofrenia e a depressão, todo um conjunto de RNAs não codificantes age em sincronia para reduzir ou aumentar a expressão de certos genes.


A indústria de desenvolvimento de remédios concentra-se nas proteínas, mas algumas empresas percebem que pode ser mais eficaz tentar interromper os RNAs não codificantes que controlam os genes encarregados desses processos.


No campo das vacinas contra o câncer, por exemplo, as empresas realizam sequenciamento de DNA em amostras de tumores dos pacientes para identificar um alvo adequado a ser atacado pelo sistema imunológico. E a maioria dos métodos concentra-se apenas nas regiões codificantes de proteínas do genoma. O problema é que existem apenas cerca de 20 mil proteínas no corpo e a maioria é expressa em muitas células e processos diferentes que não têm relação com a doença.


No entanto, a atividade do genoma obscuro é extraordinariamente específica. Existem RNAs não codificantes que regulam a fibrose apenas no coração, de forma que, ao medicá-los, tem-se um remédio potencialmente muito seguro, explicam os pesquisadores.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3j3616k05o.adaptado.
A indústria de desenvolvimento de remédios concentra-se nas proteínas, mas algumas empresas percebem que pode ser mais eficaz tentar interromper os RNAs.
Morfossintaticamente, é correto afirmar que, na frase destacada, 
Alternativas
Q3381388 Português
O genoma obscuro e as doenças


A ilha de Panay, nas Filipinas, é mais conhecida pelas suas cintilantes areias brancas e pelo fluxo regular de turistas; mas este local idílico esconde um segredo trágico.


Panay abriga o maior número de casos existentes no mundo de um distúrbio dos movimentos incurável, chamado distonia-parkinsonismo ligado ao X − XDP, na sigla em inglês.


Como no mal de Parkinson, as pessoas com XDP desenvolvem uma série de sintomas que afetam sua capacidade de andar e reagir rapidamente a diversas situações.


Desde a descoberta do distúrbio nos anos 1970, a doença só foi diagnosticada em pessoas de ascendência filipina. Este fato permaneceu um mistério por muito tempo, até que os geneticistas descobriram que todos esses indivíduos possuem a mesma variante exclusiva de um gene chamado TAF1.


O início dos sintomas parece ser causado por um transposon no meio do gene, ou seja, um elemento móvel do DNA capaz de regular sua função de forma a causar prejuízo ao corpo ao longo do tempo. Acredita-se que esta variante genética tenha surgido pela primeira vez cerca de dois mil anos atrás, antes de ser transmitida e se estabelecer na população.


"O gene TAF1 é um gene essencial, ou seja, ele é necessário para o crescimento e a multiplicação de todos os tipos de células", afirmam os pesquisadores.


Este é um exemplo simples de como algumas sequências de DNA do genoma obscuro controlam a função de diversos genes, seja ativando ou reprimindo a transformação de informações genéticas em proteínas, em resposta a indicações recebidas do ambiente.


O genoma escuro também fornece instruções para a formação de diversos tipos de moléculas, conhecidas como RNAs não codificantes. Eles desempenham diversos papéis, desde a fabricar algumas proteínas, bloquear a produção de outras ou ajudar a regular a atividade genética.


Os RNAs produzidos pelo genoma obscuro agem como os maestros da orquestra, conduzindo como o seu DNA reage ao ambiente. E estes RNAs não codificantes, agora, são cada vez mais considerados a ligação entre o genoma obscuro e diversas doenças crônicas.


A ideia é que, se fornecermos sistematicamente os sinais errados para o genoma obscuro com o nosso estilo de vida − fumo, má alimentação e inatividade −, as moléculas de RNA produzidas por ele fazem com que o corpo entre em um estado de doença, alterando a atividade genética, de forma a aumentar as inflamações do corpo ou promover a morte celular.


Em doenças complexas, como a esquizofrenia e a depressão, todo um conjunto de RNAs não codificantes age em sincronia para reduzir ou aumentar a expressão de certos genes.


A indústria de desenvolvimento de remédios concentra-se nas proteínas, mas algumas empresas percebem que pode ser mais eficaz tentar interromper os RNAs não codificantes que controlam os genes encarregados desses processos.


No campo das vacinas contra o câncer, por exemplo, as empresas realizam sequenciamento de DNA em amostras de tumores dos pacientes para identificar um alvo adequado a ser atacado pelo sistema imunológico. E a maioria dos métodos concentra-se apenas nas regiões codificantes de proteínas do genoma. O problema é que existem apenas cerca de 20 mil proteínas no corpo e a maioria é expressa em muitas células e processos diferentes que não têm relação com a doença.


No entanto, a atividade do genoma obscuro é extraordinariamente específica. Existem RNAs não codificantes que regulam a fibrose apenas no coração, de forma que, ao medicá-los, tem-se um remédio potencialmente muito seguro, explicam os pesquisadores.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3j3616k05o.adaptado.
As marcas de textualidade são elementos linguísticos e discursivos responsáveis por garantir que um texto seja compreendido como uma unidade de sentido. Elas asseguram não apenas a ligação lógica e coesa entre as partes do texto, mas também sua coerência semântica, permitindo que o leitor identifique um propósito comunicativo claro (FIORIN, 2022).
Acerca das marcas de textualidade presentes no texto, especialmente coesão, coerência e intertextualidade, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
31301: B
31302: A
31303: D
31304: C
31305: B
31306: A
31307: B
31308: C
31309: B
31310: B
31311: A
31312: B
31313: B
31314: D
31315: A
31316: D
31317: E
31318: C
31319: B
31320: A