Questões de Concurso Comentadas sobre português
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(“Por que o Dia dos Mortos é comemorado? Conheça tradição que toma ruas do México”. https://oglobo.globo.com. Adaptado)
As lacunas do texto são completadas, respectivamente, segundo a norma-padrão de regência (verbal e nominal) e de emprego do acento indicativo de crase, por:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A comparação entre as festas realizadas no Dia dos Finados no Brasil e no México demonstrou que a população do país da América do Norte associou mais a tradição indígena do que o país da América do Sul. O Dia dos Mortos, como é conhecida a celebração mexicana para o dia 2 de novembro, é uma das maiores celebrações do mundo e demonstra a forte conexão que os mexicanos têm com seus antepassados.
Por meio da análise dos símbolos utilizados na data, a pesquisadora Júlia Batista Alves pôde perceber por que há pouca força do evento no Brasil: “Aqui não vemos nada parecido com o que acontece nas ruas do México”.
Uma possível explicação para as divergências estaria, segundo a pesquisadora, na forma como a cultura indígena foi mais integrada à população não indígena no México, enquanto no Brasil a supressão da cultura indígena parece ter sido mais radical. “Podemos dizer que, nesta comparação, os indígenas no Brasil assimilaram mais a cultura católica europeia, e que os indígenas mexicanos conseguiram fazer com que os jesuítas europeus assimilassem mais sua cultura, ainda que tenha sido por meio de adaptações dos ritos indígenas aos católicos, para uma maior interação entre eles”, afirma Júlia.
A Festa dos Mortos tem proporções muito maiores do que as celebrações relativas no Brasil, que são mais solenes e marcadas pela religiosidade da Europa. No Dia de Finados brasileiro ocorrem missas e outros ritos cristãos, além de idas ao cemitério para homenagear familiares falecidos. Mesmo com o forte sincretismo de culturas e religiões no país, uma festa brasileira para os mortos não acontece. “A celebração aqui tem um viés mais católico”, diz Júlia.
A comparação, para Júlia, se faz interessante porque o México também é um país no qual a maioria se declara católica. Ainda assim, as comemorações apresentam aspectos muito diferentes. Os mexicanos confeccionam altares coloridos, nos quais oferecem alimentos, flores, velas, entre outros artigos, dependendo da região; também ocorrem desfiles e concursos de fantasias. A pesquisadora conta que a Guatemala também apresenta ritos parecidos, mas que não se comparam à grandiosidade da celebração mexicana, que chegou a ser reconhecida como Patrimônio Oral e Intangível da Humanidade pela Unesco em 2003, devido ao seu valor histórico, cultural e artístico.
(Mariana Melo. “Para pesquisadora do Prolam, tradição indígena dá singularidade ao Dia dos Mortos no México”. https://jornal.usp.br. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A comparação entre as festas realizadas no Dia dos Finados no Brasil e no México demonstrou que a população do país da América do Norte associou mais a tradição indígena do que o país da América do Sul. O Dia dos Mortos, como é conhecida a celebração mexicana para o dia 2 de novembro, é uma das maiores celebrações do mundo e demonstra a forte conexão que os mexicanos têm com seus antepassados.
Por meio da análise dos símbolos utilizados na data, a pesquisadora Júlia Batista Alves pôde perceber por que há pouca força do evento no Brasil: “Aqui não vemos nada parecido com o que acontece nas ruas do México”.
Uma possível explicação para as divergências estaria, segundo a pesquisadora, na forma como a cultura indígena foi mais integrada à população não indígena no México, enquanto no Brasil a supressão da cultura indígena parece ter sido mais radical. “Podemos dizer que, nesta comparação, os indígenas no Brasil assimilaram mais a cultura católica europeia, e que os indígenas mexicanos conseguiram fazer com que os jesuítas europeus assimilassem mais sua cultura, ainda que tenha sido por meio de adaptações dos ritos indígenas aos católicos, para uma maior interação entre eles”, afirma Júlia.
A Festa dos Mortos tem proporções muito maiores do que as celebrações relativas no Brasil, que são mais solenes e marcadas pela religiosidade da Europa. No Dia de Finados brasileiro ocorrem missas e outros ritos cristãos, além de idas ao cemitério para homenagear familiares falecidos. Mesmo com o forte sincretismo de culturas e religiões no país, uma festa brasileira para os mortos não acontece. “A celebração aqui tem um viés mais católico”, diz Júlia.
A comparação, para Júlia, se faz interessante porque o México também é um país no qual a maioria se declara católica. Ainda assim, as comemorações apresentam aspectos muito diferentes. Os mexicanos confeccionam altares coloridos, nos quais oferecem alimentos, flores, velas, entre outros artigos, dependendo da região; também ocorrem desfiles e concursos de fantasias. A pesquisadora conta que a Guatemala também apresenta ritos parecidos, mas que não se comparam à grandiosidade da celebração mexicana, que chegou a ser reconhecida como Patrimônio Oral e Intangível da Humanidade pela Unesco em 2003, devido ao seu valor histórico, cultural e artístico.
(Mariana Melo. “Para pesquisadora do Prolam, tradição indígena dá singularidade ao Dia dos Mortos no México”. https://jornal.usp.br. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A comparação entre as festas realizadas no Dia dos Finados no Brasil e no México demonstrou que a população do país da América do Norte associou mais a tradição indígena do que o país da América do Sul. O Dia dos Mortos, como é conhecida a celebração mexicana para o dia 2 de novembro, é uma das maiores celebrações do mundo e demonstra a forte conexão que os mexicanos têm com seus antepassados.
Por meio da análise dos símbolos utilizados na data, a pesquisadora Júlia Batista Alves pôde perceber por que há pouca força do evento no Brasil: “Aqui não vemos nada parecido com o que acontece nas ruas do México”.
Uma possível explicação para as divergências estaria, segundo a pesquisadora, na forma como a cultura indígena foi mais integrada à população não indígena no México, enquanto no Brasil a supressão da cultura indígena parece ter sido mais radical. “Podemos dizer que, nesta comparação, os indígenas no Brasil assimilaram mais a cultura católica europeia, e que os indígenas mexicanos conseguiram fazer com que os jesuítas europeus assimilassem mais sua cultura, ainda que tenha sido por meio de adaptações dos ritos indígenas aos católicos, para uma maior interação entre eles”, afirma Júlia.
A Festa dos Mortos tem proporções muito maiores do que as celebrações relativas no Brasil, que são mais solenes e marcadas pela religiosidade da Europa. No Dia de Finados brasileiro ocorrem missas e outros ritos cristãos, além de idas ao cemitério para homenagear familiares falecidos. Mesmo com o forte sincretismo de culturas e religiões no país, uma festa brasileira para os mortos não acontece. “A celebração aqui tem um viés mais católico”, diz Júlia.
A comparação, para Júlia, se faz interessante porque o México também é um país no qual a maioria se declara católica. Ainda assim, as comemorações apresentam aspectos muito diferentes. Os mexicanos confeccionam altares coloridos, nos quais oferecem alimentos, flores, velas, entre outros artigos, dependendo da região; também ocorrem desfiles e concursos de fantasias. A pesquisadora conta que a Guatemala também apresenta ritos parecidos, mas que não se comparam à grandiosidade da celebração mexicana, que chegou a ser reconhecida como Patrimônio Oral e Intangível da Humanidade pela Unesco em 2003, devido ao seu valor histórico, cultural e artístico.
(Mariana Melo. “Para pesquisadora do Prolam, tradição indígena dá singularidade ao Dia dos Mortos no México”. https://jornal.usp.br. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A comparação entre as festas realizadas no Dia dos Finados no Brasil e no México demonstrou que a população do país da América do Norte associou mais a tradição indígena do que o país da América do Sul. O Dia dos Mortos, como é conhecida a celebração mexicana para o dia 2 de novembro, é uma das maiores celebrações do mundo e demonstra a forte conexão que os mexicanos têm com seus antepassados.
Por meio da análise dos símbolos utilizados na data, a pesquisadora Júlia Batista Alves pôde perceber por que há pouca força do evento no Brasil: “Aqui não vemos nada parecido com o que acontece nas ruas do México”.
Uma possível explicação para as divergências estaria, segundo a pesquisadora, na forma como a cultura indígena foi mais integrada à população não indígena no México, enquanto no Brasil a supressão da cultura indígena parece ter sido mais radical. “Podemos dizer que, nesta comparação, os indígenas no Brasil assimilaram mais a cultura católica europeia, e que os indígenas mexicanos conseguiram fazer com que os jesuítas europeus assimilassem mais sua cultura, ainda que tenha sido por meio de adaptações dos ritos indígenas aos católicos, para uma maior interação entre eles”, afirma Júlia.
A Festa dos Mortos tem proporções muito maiores do que as celebrações relativas no Brasil, que são mais solenes e marcadas pela religiosidade da Europa. No Dia de Finados brasileiro ocorrem missas e outros ritos cristãos, além de idas ao cemitério para homenagear familiares falecidos. Mesmo com o forte sincretismo de culturas e religiões no país, uma festa brasileira para os mortos não acontece. “A celebração aqui tem um viés mais católico”, diz Júlia.
A comparação, para Júlia, se faz interessante porque o México também é um país no qual a maioria se declara católica. Ainda assim, as comemorações apresentam aspectos muito diferentes. Os mexicanos confeccionam altares coloridos, nos quais oferecem alimentos, flores, velas, entre outros artigos, dependendo da região; também ocorrem desfiles e concursos de fantasias. A pesquisadora conta que a Guatemala também apresenta ritos parecidos, mas que não se comparam à grandiosidade da celebração mexicana, que chegou a ser reconhecida como Patrimônio Oral e Intangível da Humanidade pela Unesco em 2003, devido ao seu valor histórico, cultural e artístico.
(Mariana Melo. “Para pesquisadora do Prolam, tradição indígena dá singularidade ao Dia dos Mortos no México”. https://jornal.usp.br. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A comparação entre as festas realizadas no Dia dos Finados no Brasil e no México demonstrou que a população do país da América do Norte associou mais a tradição indígena do que o país da América do Sul. O Dia dos Mortos, como é conhecida a celebração mexicana para o dia 2 de novembro, é uma das maiores celebrações do mundo e demonstra a forte conexão que os mexicanos têm com seus antepassados.
Por meio da análise dos símbolos utilizados na data, a pesquisadora Júlia Batista Alves pôde perceber por que há pouca força do evento no Brasil: “Aqui não vemos nada parecido com o que acontece nas ruas do México”.
Uma possível explicação para as divergências estaria, segundo a pesquisadora, na forma como a cultura indígena foi mais integrada à população não indígena no México, enquanto no Brasil a supressão da cultura indígena parece ter sido mais radical. “Podemos dizer que, nesta comparação, os indígenas no Brasil assimilaram mais a cultura católica europeia, e que os indígenas mexicanos conseguiram fazer com que os jesuítas europeus assimilassem mais sua cultura, ainda que tenha sido por meio de adaptações dos ritos indígenas aos católicos, para uma maior interação entre eles”, afirma Júlia.
A Festa dos Mortos tem proporções muito maiores do que as celebrações relativas no Brasil, que são mais solenes e marcadas pela religiosidade da Europa. No Dia de Finados brasileiro ocorrem missas e outros ritos cristãos, além de idas ao cemitério para homenagear familiares falecidos. Mesmo com o forte sincretismo de culturas e religiões no país, uma festa brasileira para os mortos não acontece. “A celebração aqui tem um viés mais católico”, diz Júlia.
A comparação, para Júlia, se faz interessante porque o México também é um país no qual a maioria se declara católica. Ainda assim, as comemorações apresentam aspectos muito diferentes. Os mexicanos confeccionam altares coloridos, nos quais oferecem alimentos, flores, velas, entre outros artigos, dependendo da região; também ocorrem desfiles e concursos de fantasias. A pesquisadora conta que a Guatemala também apresenta ritos parecidos, mas que não se comparam à grandiosidade da celebração mexicana, que chegou a ser reconhecida como Patrimônio Oral e Intangível da Humanidade pela Unesco em 2003, devido ao seu valor histórico, cultural e artístico.
(Mariana Melo. “Para pesquisadora do Prolam, tradição indígena dá singularidade ao Dia dos Mortos no México”. https://jornal.usp.br. Adaptado)
Leia a tira a seguir para responder à questão.

(Willian Leite. Anésia #762. Disponível em:http://www.willtirando.com.br)
Leia a tira a seguir para responder à questão.

(Willian Leite. Anésia #762. Disponível em:http://www.willtirando.com.br)
"Foi tamanho o pânico na idealização do presente QUE deixamos para escolher nas praias de Mykonos e Santorini."
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Servidores públicos no Brasil sem carteira assinada: crescimento expressivo
Outro dado relevante no levantamento é o crescimento de servidores públicos sem carteira assinada, especialmente em estados e municípios. Esse tipo de contratação aumentou 41,3% nos estados e impressionantes 74,4% nos municípios. Por outro lado, no governo federal, essa modalidade de vínculo diminuiu, refletindo uma abordagem mais conservadora nesse âmbito.
Para Renata Vilhena, especialista em gestão pública da Fundação Dom Cabral, as contratações sem vínculo permanente são uma alternativa para aliviar o orçamento público, principalmente devido às restrições impostas pela Lei de Responsabilidade Fiscal. No entanto, essa prática apresenta fragilidades, como a falta de regulamentação clara e planejamento estratégico.
Desafios e implicações desse modelo de contratação
Embora o modelo de contratação temporária tenha vantagens, como flexibilidade e menor impacto no orçamento de longo prazo, ele também apresenta problemas. A ausência de um sistema regulamentado e estruturado pode comprometer a qualidade dos serviços prestados.
Renata Vilhena destaca que é essencial discutir estratégias mais robustas para esse tipo de vínculo. "Há serviços que realmente demandam vínculos temporários, mas isso precisa ser trabalhado de forma planejada e regulamentada", afirma. Além disso, a instabilidade desse tipo de contrato pode desmotivar os profissionais, impactando negativamente a eficiência do serviço público.
https://mercadohoje.uai.com.br/2024/11/27/servidores-publicos-no-brasi l-batem-recorde-veja-a-quantidade/
"...as contratações sem vínculo permanente são uma alternativa para aliviar o orçamento público."
A concordância do verbo 'ser' geralmente segue a relação sintática entre o sujeito e o verbo da oração concordando em número. Contudo, em alguns casos, ele se acomoda com o predicativo. Nos enunciados a seguir, o verbo 'ser' está empregado de acordo com as normas gramaticais de concordância, EXCETO em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Servidores públicos no Brasil sem carteira assinada: crescimento expressivo
Outro dado relevante no levantamento é o crescimento de servidores públicos sem carteira assinada, especialmente em estados e municípios. Esse tipo de contratação aumentou 41,3% nos estados e impressionantes 74,4% nos municípios. Por outro lado, no governo federal, essa modalidade de vínculo diminuiu, refletindo uma abordagem mais conservadora nesse âmbito.
Para Renata Vilhena, especialista em gestão pública da Fundação Dom Cabral, as contratações sem vínculo permanente são uma alternativa para aliviar o orçamento público, principalmente devido às restrições impostas pela Lei de Responsabilidade Fiscal. No entanto, essa prática apresenta fragilidades, como a falta de regulamentação clara e planejamento estratégico.
Desafios e implicações desse modelo de contratação
Embora o modelo de contratação temporária tenha vantagens, como flexibilidade e menor impacto no orçamento de longo prazo, ele também apresenta problemas. A ausência de um sistema regulamentado e estruturado pode comprometer a qualidade dos serviços prestados.
Renata Vilhena destaca que é essencial discutir estratégias mais robustas para esse tipo de vínculo. "Há serviços que realmente demandam vínculos temporários, mas isso precisa ser trabalhado de forma planejada e regulamentada", afirma. Além disso, a instabilidade desse tipo de contrato pode desmotivar os profissionais, impactando negativamente a eficiência do serviço público.
https://mercadohoje.uai.com.br/2024/11/27/servidores-publicos-no-brasi l-batem-recorde-veja-a-quantidade/
Quanto à acentuação gráfica e tônica dos vocábulos retirados do texto, marque V (verdadeiro) e F(falso) para as seguintes afirmativas:
(__) O vocábulo 'pode', 'para' e 'forma' são vocábulos cujos acentos diferenciais foram abolidos com o Novo Acordo Ortográfico.
(__) O vocábulo 'temporária' é acentuado pela regra das oxítonas que apresentam ditongos decrescentes.
(__) O adjetivo referente ao substantivo 'responsabilidade' é acentuado pela regra das paroxítonas terminadas em 'l'.
(__) O vocábulo 'diminuiu' é uma oxítona não acentuada, assim como o vocábulo 'teius'.
A sequência que completa corretamente os parênteses está na alternativa:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Servidores públicos no Brasil sem carteira assinada: crescimento expressivo
Outro dado relevante no levantamento é o crescimento de servidores públicos sem carteira assinada, especialmente em estados e municípios. Esse tipo de contratação aumentou 41,3% nos estados e impressionantes 74,4% nos municípios. Por outro lado, no governo federal, essa modalidade de vínculo diminuiu, refletindo uma abordagem mais conservadora nesse âmbito.
Para Renata Vilhena, especialista em gestão pública da Fundação Dom Cabral, as contratações sem vínculo permanente são uma alternativa para aliviar o orçamento público, principalmente devido às restrições impostas pela Lei de Responsabilidade Fiscal. No entanto, essa prática apresenta fragilidades, como a falta de regulamentação clara e planejamento estratégico.
Desafios e implicações desse modelo de contratação
Embora o modelo de contratação temporária tenha vantagens, como flexibilidade e menor impacto no orçamento de longo prazo, ele também apresenta problemas. A ausência de um sistema regulamentado e estruturado pode comprometer a qualidade dos serviços prestados.
Renata Vilhena destaca que é essencial discutir estratégias mais robustas para esse tipo de vínculo. "Há serviços que realmente demandam vínculos temporários, mas isso precisa ser trabalhado de forma planejada e regulamentada", afirma. Além disso, a instabilidade desse tipo de contrato pode desmotivar os profissionais, impactando negativamente a eficiência do serviço público.
https://mercadohoje.uai.com.br/2024/11/27/servidores-publicos-no-brasi l-batem-recorde-veja-a-quantidade/
"... principalmente devido às restrições impostas pela Lei de Responsabilidade Fiscal."
O emprego do sinal indicativo de crase no enunciado é obrigatório devido à regência do vocábulo 'devido'. Nos enunciados a seguir o uso da crase está correto e também é obrigatório, EXCETO: