Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3242413 Português
Casos Caninos: Quatro Amores


Atendendo a um pedido da minha avó, levei uma velha tia solteirona de São Paulo ao sul da Bahia. Ela era infeliz e detestava tudo. Durante a viagem, reclamou incessantemente do carro, do motorista e de tudo ao redor.

Ao chegar, fui à praia sozinho e encontrei um cachorro branco e peludo que se aproximou de mim. Minha tia insultou o animal, mas eu o tratei carinhosamente.

O cachorro, como se entendesse meus desejos, urinou nas coisas da minha tia, que ficou furiosa. Mais tarde, o cachorro voltou com outros dois cães, causando mais confusão. Um senhor apareceu, trazendo os itens roubados pelos cães e se desculpando. Ele tratou minha tia com gentileza e conseguiu fazê-la sorrir.

Para resumir a história, a tia acabou se casando com o homem. Um ano depois eu fui visitá-la naquela praia. Ela estava irreconhecível: sorria o tempo todo, não se queixava de nada e dividia alegremente sua cama de casada com os três cachorros, que se alternavam em seu colo e que ao lado do marido eram os quatro amores de sua vida.

André C S Masini - Texto Adaptado


https://www.casadacultura.org/andre_masini/artigos/2004/Fev/cs_canin os_4amores.html 
A narrativa do texto sugere a possibilidade de transformação pessoal através de interações inesperadas. Qual das seguintes alternativas melhor exemplifica essa transformação?
Alternativas
Q3242412 Português
Casos Caninos: Quatro Amores


Atendendo a um pedido da minha avó, levei uma velha tia solteirona de São Paulo ao sul da Bahia. Ela era infeliz e detestava tudo. Durante a viagem, reclamou incessantemente do carro, do motorista e de tudo ao redor.

Ao chegar, fui à praia sozinho e encontrei um cachorro branco e peludo que se aproximou de mim. Minha tia insultou o animal, mas eu o tratei carinhosamente.

O cachorro, como se entendesse meus desejos, urinou nas coisas da minha tia, que ficou furiosa. Mais tarde, o cachorro voltou com outros dois cães, causando mais confusão. Um senhor apareceu, trazendo os itens roubados pelos cães e se desculpando. Ele tratou minha tia com gentileza e conseguiu fazê-la sorrir.

Para resumir a história, a tia acabou se casando com o homem. Um ano depois eu fui visitá-la naquela praia. Ela estava irreconhecível: sorria o tempo todo, não se queixava de nada e dividia alegremente sua cama de casada com os três cachorros, que se alternavam em seu colo e que ao lado do marido eram os quatro amores de sua vida.

André C S Masini - Texto Adaptado


https://www.casadacultura.org/andre_masini/artigos/2004/Fev/cs_canin os_4amores.html 
Considerando o desenvolvimento da personagem da tia ao longo da narrativa, qual alternativa melhor exemplifica a progressão de seu estado emocional?
Alternativas
Q3242364 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
No trecho "Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador", a colocação pronominal do pronome "se" está correta. Qual das alternativas abaixo justifica adequadamente essa colocação?
Alternativas
Q3242363 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
As palavras da frase "A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva" estão corretamente grafadas, assim como as palavras da frase:
Alternativas
Q3242362 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
Considerando o trecho sobre a influência da mídia e publicidade na percepção de felicidade, qual das seguintes interpretações é mais coerente com a visão do autor?
Alternativas
Q3242361 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
No trecho "A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna", a palavra "que" pertence, no contexto em que foi empregada, a seguinte classe gramatical:
Alternativas
Q3242360 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
De acordo com o texto, qual é o principal argumento do autor ao discutir o processo de desilusão na velhice?
Alternativas
Q3242359 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
De acordo com o texto, qual é a crítica do autor em relação à felicidade promovida pela sociedade?
Alternativas
Q3242358 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
No trecho "Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes. Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantêm suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas". Analise a transitividade dos verbos sublinhados e escolha a alternativa correta.
Alternativas
Q3242357 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
No trecho:
Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas.
Sobre o uso da acentuação gráfica na palavra "sexagenários", é correto afirmar que:
Alternativas
Q3242356 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
Assinale a alternativa que apresenta um erro de concordância verbal:
Alternativas
Q3242355 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
No trecho "Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado", a palavra "embora" exerce a função de:
Alternativas
Q3242354 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
A frase "Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes" está escrita corretamente de acordo com as regras de concordância nominal, o que não acontece na alternativa.
Alternativas
Q3242353 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
No trecho "Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis", a utilização dos dois-pontos serve para:
Alternativas
Q3242313 Português
A onça vegana e o galo machista

Imagino que, daqui a milhares de anos, quando a Terra for um deserto, exploradores de outras galáxias estudarão nossa história. Descobrirão que, entre os séculos XX e XXI, o planeta foi inundado por desinformação e conceitos fantasiosos. A mídia da época propagou equívocos e a estupidez tomou conta de lares, escolas e discursos políticos. Essa avalanche afetou a inteligência e o discernimento, marcando o declínio da civilização terráquea. Um triste registro de nossa decadência.

Vivemos sob uma onda de ingenuidade e arrogância. Exemplo disso é a reação a uma cena natural no Pantanal: uma onça devorando uma anta. Algo comum, já que onças estão no topo da cadeia alimentar, gerou censura e revolta online. Outro caso inusitado foi um vídeo de adolescentes portuguesas denunciando o comportamento de um galo como machista e opressor ao bicar e copular com as galinhas. Alegavam que o ato configurava "estupros machistas" e exigiam reação humana.

Surpreendentemente, as reações eram sérias, o que me levou a refletir sobre o afastamento da realidade. Muitos escolhem viver em uma bolha idealizada, onde o mal não existe e tudo é fofinho. Essa visão ignora a complexidade do mundo natural, onde conflitos e relações predador-presa são essenciais e deveriam ser estudados, não censurados.

O planeta, a natureza e suas configurações originais existem há 4,5 bilhões de anos. Já nós, humanos, chegamos aqui há apenas 300 mil. Se a nossa lamentável sina se resume a interferir na ordem natural com arrepios e arrogâncias intempestivas disfarçadas de "ações para o bem do planeta e da humanidade", já vamos indo bem, esculhambando tudo com pretensas boas intenções.

Quem sabe o planeta − esse organismo vivo chamado Gaia − já não está dando sinais de irritação, remexendo-se em furacões, enchentes, terremotos e incêndios para livrar-se da prepotência dessa espécie insolente chamada Homo sapiens?

Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/a-onca-vegana-eo-galo-machista-1.2848837 
No trecho: "Se a nossa lamentável sina se resume a interferir na ordem natural com arrepios e arrogâncias intempestivas disfarçadas de 'ações para o bem do planeta e da humanidade', já vamos indo bem, esculhambando tudo com pretensas boas intenções", os dois "se" desempenham diferentes funções gramaticais. Analise as alternativas e assinale a correta. 
Alternativas
Q3242244 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Amor borbulhante

O humor salva o casamento, desde que venha com doçura.

Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos.

Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura.

Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento.

No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte.

Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema.

Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante.

Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa.

Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim.

Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho.

A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo.

Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora:

− Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele.

Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar. Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor.


Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/amor-borbulhant e-1.3318258 
No trecho "Minha esposa tem essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos", o pronome demonstrativo "essa" está empregado corretamente porque:
Alternativas
Q3242243 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Amor borbulhante

O humor salva o casamento, desde que venha com doçura.

Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos.

Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura.

Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento.

No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte.

Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema.

Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante.

Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa.

Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim.

Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho.

A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo.

Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora:

− Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele.

Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar. Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor.


Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/amor-borbulhant e-1.3318258 
O episódio narrado no texto evidencia um aspecto marcante do relacionamento entre o narrador e sua esposa. Esse aspecto pode ser identificado como:
Alternativas
Q3242242 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Amor borbulhante

O humor salva o casamento, desde que venha com doçura.

Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos.

Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura.

Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento.

No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte.

Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema.

Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante.

Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa.

Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim.

Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho.

A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo.

Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora:

− Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele.

Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar. Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor.


Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/amor-borbulhant e-1.3318258 
No trecho "Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora: − Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele", o autor utiliza diferentes sinais de pontuação para estruturar a narrativa. Qual das alternativas abaixo melhor explica o uso desses sinais de pontuação?
Alternativas
Q3242241 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Amor borbulhante

O humor salva o casamento, desde que venha com doçura.

Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos.

Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura.

Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento.

No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte.

Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema.

Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante.

Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa.

Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim.

Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho.

A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo.

Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora:

− Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele.

Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar. Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor.


Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/amor-borbulhant e-1.3318258 
No trecho "Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora: − Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele", a intenção da esposa foi:
Alternativas
Q3242240 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Amor borbulhante

O humor salva o casamento, desde que venha com doçura.

Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos.

Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura.

Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento.

No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte.

Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema.

Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante.

Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa.

Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim.

Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho.

A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo.

Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora:

− Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele.

Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar. Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor.


Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/amor-borbulhant e-1.3318258 
Assinale a alternativa que apresenta um erro de concordância verbal.
Alternativas
Respostas
30901: B
30902: A
30903: A
30904: A
30905: A
30906: D
30907: B
30908: D
30909: D
30910: D
30911: A
30912: D
30913: B
30914: C
30915: B
30916: A
30917: C
30918: C
30919: A
30920: B