Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3260687 Português

Transplantes: uma doação de vida 


    Entre janeiro e junho, o país registrou uma média de 19 doadores por milhão de habitantes. O número foi divulgado pela Associação Brasileira de Doação de Órgãos nesta quinta-feira. O Brasil bateu o recorde de doações de órgãos no primeiro semestre de 2023.

    No caso do coração, a taxa passou de 1,7 transplante por milhão de habitantes em 2022 para 2,0 neste ano, enquanto o de fígado foi de 10 para 10,9 no mesmo período. Por outro lado, a taxa de doadores de pulmão caiu de 0,5 transplante por milhão de habitantes em 2022 para 0,3 neste ano.

    A atleta e professora de educação física Liége Gautério teve fibrose pulmonar, uma condição grave que a obrigou a receber um novo pulmão. Hoje, ela é bicampeã mundial no atletismo na categoria dos 100 metros rasos. "Depois do transplante, então, eu reescrevi a minha história. Eu transplantei o pulmão esquerdo. O direito ainda continua comigo, mas ele já não funciona. Então, eu me tornei atleta com um pulmão em funcionamento. A questão não é pensar em doação de órgãos como a partida e a morte, mas sim a possibilidade de dar vida", afirma.

    O levantamento também mostrou que a quantidade de recusa das famílias aumentou em relação aos últimos anos. Pela legislação brasileira, a doação só acontece se o paciente tiver o diagnóstico de morte cerebral e a família autorizar o procedimento. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Doação de Órgãos, Gustavo Ferreira, quase 50% das famílias ainda se negam a fazer o procedimento. "Falta de conhecimento, primeiro, da importância da doação de órgãos, que isso é que salva vidas. Só existe transplante se existe doação. E ter, hoje, uma recusa da ordem de 49%, a gente poderia estar atingindo ainda mais pacientes com a oportunidade de transplantar se a gente reduzisse essa recusa. Ou seja: a cada duas doações que a gente poderia estar tendo hoje, somente uma efetivamente está ocorrendo", diz. Outros motivos para que a doação não acontecesse incluem contraindicação médica, parada cardíaca e morte encefálica não confirmada.

    Ao todo, foram realizados quase 4,3 mil e de órgãos de janeiro a junho. O rim lidera a lista, com dois mil e novecentos transplantes. De acordo com a associação, isso se explica pelo fato de que um rim pode ser doado por uma pessoa em vida. Em segundo lugar está o fígado, com mais de mil e cem transplantes, sendo 85 vindos de pacientes vivos. É possível doar em vida até 70% do órgão.

    Atualmente, a lista de espera para o transplante de órgãos é de quase cinquenta e sete mil e quatrocentas pessoas ativas. Mais de 1,3 mil pessoas precisam de um fígado, trezentas pessoas de coração, e quase vinte e quatro mil pessoas precisam de córnea.


Fonte: Transplantes: uma doação de vida | Saúde | cbn 

Assinale a alternativa cuja divisão silábica da palavra esteja INCORRETA: 
Alternativas
Q3260686 Português

Transplantes: uma doação de vida 


    Entre janeiro e junho, o país registrou uma média de 19 doadores por milhão de habitantes. O número foi divulgado pela Associação Brasileira de Doação de Órgãos nesta quinta-feira. O Brasil bateu o recorde de doações de órgãos no primeiro semestre de 2023.

    No caso do coração, a taxa passou de 1,7 transplante por milhão de habitantes em 2022 para 2,0 neste ano, enquanto o de fígado foi de 10 para 10,9 no mesmo período. Por outro lado, a taxa de doadores de pulmão caiu de 0,5 transplante por milhão de habitantes em 2022 para 0,3 neste ano.

    A atleta e professora de educação física Liége Gautério teve fibrose pulmonar, uma condição grave que a obrigou a receber um novo pulmão. Hoje, ela é bicampeã mundial no atletismo na categoria dos 100 metros rasos. "Depois do transplante, então, eu reescrevi a minha história. Eu transplantei o pulmão esquerdo. O direito ainda continua comigo, mas ele já não funciona. Então, eu me tornei atleta com um pulmão em funcionamento. A questão não é pensar em doação de órgãos como a partida e a morte, mas sim a possibilidade de dar vida", afirma.

    O levantamento também mostrou que a quantidade de recusa das famílias aumentou em relação aos últimos anos. Pela legislação brasileira, a doação só acontece se o paciente tiver o diagnóstico de morte cerebral e a família autorizar o procedimento. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Doação de Órgãos, Gustavo Ferreira, quase 50% das famílias ainda se negam a fazer o procedimento. "Falta de conhecimento, primeiro, da importância da doação de órgãos, que isso é que salva vidas. Só existe transplante se existe doação. E ter, hoje, uma recusa da ordem de 49%, a gente poderia estar atingindo ainda mais pacientes com a oportunidade de transplantar se a gente reduzisse essa recusa. Ou seja: a cada duas doações que a gente poderia estar tendo hoje, somente uma efetivamente está ocorrendo", diz. Outros motivos para que a doação não acontecesse incluem contraindicação médica, parada cardíaca e morte encefálica não confirmada.

    Ao todo, foram realizados quase 4,3 mil e de órgãos de janeiro a junho. O rim lidera a lista, com dois mil e novecentos transplantes. De acordo com a associação, isso se explica pelo fato de que um rim pode ser doado por uma pessoa em vida. Em segundo lugar está o fígado, com mais de mil e cem transplantes, sendo 85 vindos de pacientes vivos. É possível doar em vida até 70% do órgão.

    Atualmente, a lista de espera para o transplante de órgãos é de quase cinquenta e sete mil e quatrocentas pessoas ativas. Mais de 1,3 mil pessoas precisam de um fígado, trezentas pessoas de coração, e quase vinte e quatro mil pessoas precisam de córnea.


Fonte: Transplantes: uma doação de vida | Saúde | cbn 

Assinale a alternativa cuja palavra NÃO apresente dígrafo:  
Alternativas
Q3260685 Português

Transplantes: uma doação de vida 


    Entre janeiro e junho, o país registrou uma média de 19 doadores por milhão de habitantes. O número foi divulgado pela Associação Brasileira de Doação de Órgãos nesta quinta-feira. O Brasil bateu o recorde de doações de órgãos no primeiro semestre de 2023.

    No caso do coração, a taxa passou de 1,7 transplante por milhão de habitantes em 2022 para 2,0 neste ano, enquanto o de fígado foi de 10 para 10,9 no mesmo período. Por outro lado, a taxa de doadores de pulmão caiu de 0,5 transplante por milhão de habitantes em 2022 para 0,3 neste ano.

    A atleta e professora de educação física Liége Gautério teve fibrose pulmonar, uma condição grave que a obrigou a receber um novo pulmão. Hoje, ela é bicampeã mundial no atletismo na categoria dos 100 metros rasos. "Depois do transplante, então, eu reescrevi a minha história. Eu transplantei o pulmão esquerdo. O direito ainda continua comigo, mas ele já não funciona. Então, eu me tornei atleta com um pulmão em funcionamento. A questão não é pensar em doação de órgãos como a partida e a morte, mas sim a possibilidade de dar vida", afirma.

    O levantamento também mostrou que a quantidade de recusa das famílias aumentou em relação aos últimos anos. Pela legislação brasileira, a doação só acontece se o paciente tiver o diagnóstico de morte cerebral e a família autorizar o procedimento. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Doação de Órgãos, Gustavo Ferreira, quase 50% das famílias ainda se negam a fazer o procedimento. "Falta de conhecimento, primeiro, da importância da doação de órgãos, que isso é que salva vidas. Só existe transplante se existe doação. E ter, hoje, uma recusa da ordem de 49%, a gente poderia estar atingindo ainda mais pacientes com a oportunidade de transplantar se a gente reduzisse essa recusa. Ou seja: a cada duas doações que a gente poderia estar tendo hoje, somente uma efetivamente está ocorrendo", diz. Outros motivos para que a doação não acontecesse incluem contraindicação médica, parada cardíaca e morte encefálica não confirmada.

    Ao todo, foram realizados quase 4,3 mil e de órgãos de janeiro a junho. O rim lidera a lista, com dois mil e novecentos transplantes. De acordo com a associação, isso se explica pelo fato de que um rim pode ser doado por uma pessoa em vida. Em segundo lugar está o fígado, com mais de mil e cem transplantes, sendo 85 vindos de pacientes vivos. É possível doar em vida até 70% do órgão.

    Atualmente, a lista de espera para o transplante de órgãos é de quase cinquenta e sete mil e quatrocentas pessoas ativas. Mais de 1,3 mil pessoas precisam de um fígado, trezentas pessoas de coração, e quase vinte e quatro mil pessoas precisam de córnea.


Fonte: Transplantes: uma doação de vida | Saúde | cbn 

Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3260419 Português
O país dos não leitores

        São números terríveis, deprimentes, divulgados há pouco. Segundo a nova edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro, concluída em 2024, 53% das pessoas ouvidas admitiram que, nos três meses anteriores, não tinham lido um só livro, nem mesmo em parte. E isso em qualquer mídia, física ou digital, e gênero. Não apenas a frágil área de literatura, biografia, história, infantil ou ensaio fora desprezada — nem os didáticos e religiosos, incluindo a Bíblia, mereceram uma vista d’olhos. A pesquisa revelou que, pela primeira vez, desde 2007, quando ela começou, o Brasil tem mais não leitores do que leitores.

Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro, o número caiu para 27%. Ou seja, em 2024, 73% dos brasileiros não leram um livro até o fim nem para saber se o assassino era o mordomo. Comparada à pesquisa anterior, em 2019, sete milhões de pessoas tinham abandonado os livros, em todos os graus de escolaridade, classe social e faixa etária. Significa que o Brasil perdeu cerca de 1 milhão de leitores por ano. A pesquisa ouviu 5.500 pessoas em 208 municípios.

        Cerca de 75% dos entrevistados admitiram que passam mais tempo diante de uma tela do que de uma página impressa. Se isso é consolo, o sujeito fica mais tempo com os olhos a 10 centímetros da tela do que fazendo qualquer outra coisa, como trabalhar, namorar, admirar a paisagem ou não fazer nada. Eu arriscaria que 90% desse tempo diante da tela também não resultam em nada de útil ou objetivo. Não se olha necessariamente para a tela em busca de um dado, uma notícia ou uma informação. Olha-se para a tela, só isso.

        O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio. Somente 17% entre os acima de 40 anos disseram que gostam de ler. É terrível, porque quem tem hoje 40 anos nasceu em 1985 e viveu os últimos anos de um mundo em que a leitura ainda não fora esmagada pelas mídias audiovisuais. O que aconteceu a ele para abandonar um hábito que ainda lhe foi incutido na infância? Não sei.

        Só sei que fracassamos.
Ruy Castro
(Folha de São Paulo, 17 de janeiro 2025)
“O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio” (4º parágrafo). As duas partes principais da frase são unidas pela expressão “à medida que” com o valor semântico de: 
Alternativas
Q3260417 Português

Com base na frase abaixo, responda à questão:


“Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro” (2º parágrafo).

A expressão “o livro inteiro” encontra-se corretamente substituída por um pronome em:
Alternativas
Q3260416 Português

Com base na frase abaixo, responda à questão:


“Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro” (2º parágrafo).

No trecho, a palavra “se” introduz oração com a função de:
Alternativas
Q3260415 Português
O país dos não leitores

        São números terríveis, deprimentes, divulgados há pouco. Segundo a nova edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro, concluída em 2024, 53% das pessoas ouvidas admitiram que, nos três meses anteriores, não tinham lido um só livro, nem mesmo em parte. E isso em qualquer mídia, física ou digital, e gênero. Não apenas a frágil área de literatura, biografia, história, infantil ou ensaio fora desprezada — nem os didáticos e religiosos, incluindo a Bíblia, mereceram uma vista d’olhos. A pesquisa revelou que, pela primeira vez, desde 2007, quando ela começou, o Brasil tem mais não leitores do que leitores.

Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro, o número caiu para 27%. Ou seja, em 2024, 73% dos brasileiros não leram um livro até o fim nem para saber se o assassino era o mordomo. Comparada à pesquisa anterior, em 2019, sete milhões de pessoas tinham abandonado os livros, em todos os graus de escolaridade, classe social e faixa etária. Significa que o Brasil perdeu cerca de 1 milhão de leitores por ano. A pesquisa ouviu 5.500 pessoas em 208 municípios.

        Cerca de 75% dos entrevistados admitiram que passam mais tempo diante de uma tela do que de uma página impressa. Se isso é consolo, o sujeito fica mais tempo com os olhos a 10 centímetros da tela do que fazendo qualquer outra coisa, como trabalhar, namorar, admirar a paisagem ou não fazer nada. Eu arriscaria que 90% desse tempo diante da tela também não resultam em nada de útil ou objetivo. Não se olha necessariamente para a tela em busca de um dado, uma notícia ou uma informação. Olha-se para a tela, só isso.

        O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio. Somente 17% entre os acima de 40 anos disseram que gostam de ler. É terrível, porque quem tem hoje 40 anos nasceu em 1985 e viveu os últimos anos de um mundo em que a leitura ainda não fora esmagada pelas mídias audiovisuais. O que aconteceu a ele para abandonar um hábito que ainda lhe foi incutido na infância? Não sei.

        Só sei que fracassamos.
Ruy Castro
(Folha de São Paulo, 17 de janeiro 2025)
A frase que se encontra formulada na voz passiva é:
Alternativas
Q3260414 Português
O país dos não leitores

        São números terríveis, deprimentes, divulgados há pouco. Segundo a nova edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro, concluída em 2024, 53% das pessoas ouvidas admitiram que, nos três meses anteriores, não tinham lido um só livro, nem mesmo em parte. E isso em qualquer mídia, física ou digital, e gênero. Não apenas a frágil área de literatura, biografia, história, infantil ou ensaio fora desprezada — nem os didáticos e religiosos, incluindo a Bíblia, mereceram uma vista d’olhos. A pesquisa revelou que, pela primeira vez, desde 2007, quando ela começou, o Brasil tem mais não leitores do que leitores.

Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro, o número caiu para 27%. Ou seja, em 2024, 73% dos brasileiros não leram um livro até o fim nem para saber se o assassino era o mordomo. Comparada à pesquisa anterior, em 2019, sete milhões de pessoas tinham abandonado os livros, em todos os graus de escolaridade, classe social e faixa etária. Significa que o Brasil perdeu cerca de 1 milhão de leitores por ano. A pesquisa ouviu 5.500 pessoas em 208 municípios.

        Cerca de 75% dos entrevistados admitiram que passam mais tempo diante de uma tela do que de uma página impressa. Se isso é consolo, o sujeito fica mais tempo com os olhos a 10 centímetros da tela do que fazendo qualquer outra coisa, como trabalhar, namorar, admirar a paisagem ou não fazer nada. Eu arriscaria que 90% desse tempo diante da tela também não resultam em nada de útil ou objetivo. Não se olha necessariamente para a tela em busca de um dado, uma notícia ou uma informação. Olha-se para a tela, só isso.

        O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio. Somente 17% entre os acima de 40 anos disseram que gostam de ler. É terrível, porque quem tem hoje 40 anos nasceu em 1985 e viveu os últimos anos de um mundo em que a leitura ainda não fora esmagada pelas mídias audiovisuais. O que aconteceu a ele para abandonar um hábito que ainda lhe foi incutido na infância? Não sei.

        Só sei que fracassamos.
Ruy Castro
(Folha de São Paulo, 17 de janeiro 2025)
O autor apresenta um dado que revela, acerca do hábito da leitura, o seguinte posicionamento: 
Alternativas
Q3260413 Português
O país dos não leitores

        São números terríveis, deprimentes, divulgados há pouco. Segundo a nova edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro, concluída em 2024, 53% das pessoas ouvidas admitiram que, nos três meses anteriores, não tinham lido um só livro, nem mesmo em parte. E isso em qualquer mídia, física ou digital, e gênero. Não apenas a frágil área de literatura, biografia, história, infantil ou ensaio fora desprezada — nem os didáticos e religiosos, incluindo a Bíblia, mereceram uma vista d’olhos. A pesquisa revelou que, pela primeira vez, desde 2007, quando ela começou, o Brasil tem mais não leitores do que leitores.

Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro, o número caiu para 27%. Ou seja, em 2024, 73% dos brasileiros não leram um livro até o fim nem para saber se o assassino era o mordomo. Comparada à pesquisa anterior, em 2019, sete milhões de pessoas tinham abandonado os livros, em todos os graus de escolaridade, classe social e faixa etária. Significa que o Brasil perdeu cerca de 1 milhão de leitores por ano. A pesquisa ouviu 5.500 pessoas em 208 municípios.

        Cerca de 75% dos entrevistados admitiram que passam mais tempo diante de uma tela do que de uma página impressa. Se isso é consolo, o sujeito fica mais tempo com os olhos a 10 centímetros da tela do que fazendo qualquer outra coisa, como trabalhar, namorar, admirar a paisagem ou não fazer nada. Eu arriscaria que 90% desse tempo diante da tela também não resultam em nada de útil ou objetivo. Não se olha necessariamente para a tela em busca de um dado, uma notícia ou uma informação. Olha-se para a tela, só isso.

        O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio. Somente 17% entre os acima de 40 anos disseram que gostam de ler. É terrível, porque quem tem hoje 40 anos nasceu em 1985 e viveu os últimos anos de um mundo em que a leitura ainda não fora esmagada pelas mídias audiovisuais. O que aconteceu a ele para abandonar um hábito que ainda lhe foi incutido na infância? Não sei.

        Só sei que fracassamos.
Ruy Castro
(Folha de São Paulo, 17 de janeiro 2025)
Considerando a argumentação global do texto, no terceiro parágrafo, a segunda frase introduz um comentário, cujo objetivo vem a ser:
Alternativas
Q3260412 Português
O país dos não leitores

        São números terríveis, deprimentes, divulgados há pouco. Segundo a nova edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro, concluída em 2024, 53% das pessoas ouvidas admitiram que, nos três meses anteriores, não tinham lido um só livro, nem mesmo em parte. E isso em qualquer mídia, física ou digital, e gênero. Não apenas a frágil área de literatura, biografia, história, infantil ou ensaio fora desprezada — nem os didáticos e religiosos, incluindo a Bíblia, mereceram uma vista d’olhos. A pesquisa revelou que, pela primeira vez, desde 2007, quando ela começou, o Brasil tem mais não leitores do que leitores.

Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro, o número caiu para 27%. Ou seja, em 2024, 73% dos brasileiros não leram um livro até o fim nem para saber se o assassino era o mordomo. Comparada à pesquisa anterior, em 2019, sete milhões de pessoas tinham abandonado os livros, em todos os graus de escolaridade, classe social e faixa etária. Significa que o Brasil perdeu cerca de 1 milhão de leitores por ano. A pesquisa ouviu 5.500 pessoas em 208 municípios.

        Cerca de 75% dos entrevistados admitiram que passam mais tempo diante de uma tela do que de uma página impressa. Se isso é consolo, o sujeito fica mais tempo com os olhos a 10 centímetros da tela do que fazendo qualquer outra coisa, como trabalhar, namorar, admirar a paisagem ou não fazer nada. Eu arriscaria que 90% desse tempo diante da tela também não resultam em nada de útil ou objetivo. Não se olha necessariamente para a tela em busca de um dado, uma notícia ou uma informação. Olha-se para a tela, só isso.

        O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio. Somente 17% entre os acima de 40 anos disseram que gostam de ler. É terrível, porque quem tem hoje 40 anos nasceu em 1985 e viveu os últimos anos de um mundo em que a leitura ainda não fora esmagada pelas mídias audiovisuais. O que aconteceu a ele para abandonar um hábito que ainda lhe foi incutido na infância? Não sei.

        Só sei que fracassamos.
Ruy Castro
(Folha de São Paulo, 17 de janeiro 2025)
A progressão argumentativa do segundo parágrafo se organiza da seguinte maneira:
Alternativas
Q3260410 Português
O país dos não leitores

        São números terríveis, deprimentes, divulgados há pouco. Segundo a nova edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro, concluída em 2024, 53% das pessoas ouvidas admitiram que, nos três meses anteriores, não tinham lido um só livro, nem mesmo em parte. E isso em qualquer mídia, física ou digital, e gênero. Não apenas a frágil área de literatura, biografia, história, infantil ou ensaio fora desprezada — nem os didáticos e religiosos, incluindo a Bíblia, mereceram uma vista d’olhos. A pesquisa revelou que, pela primeira vez, desde 2007, quando ela começou, o Brasil tem mais não leitores do que leitores.

Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro, o número caiu para 27%. Ou seja, em 2024, 73% dos brasileiros não leram um livro até o fim nem para saber se o assassino era o mordomo. Comparada à pesquisa anterior, em 2019, sete milhões de pessoas tinham abandonado os livros, em todos os graus de escolaridade, classe social e faixa etária. Significa que o Brasil perdeu cerca de 1 milhão de leitores por ano. A pesquisa ouviu 5.500 pessoas em 208 municípios.

        Cerca de 75% dos entrevistados admitiram que passam mais tempo diante de uma tela do que de uma página impressa. Se isso é consolo, o sujeito fica mais tempo com os olhos a 10 centímetros da tela do que fazendo qualquer outra coisa, como trabalhar, namorar, admirar a paisagem ou não fazer nada. Eu arriscaria que 90% desse tempo diante da tela também não resultam em nada de útil ou objetivo. Não se olha necessariamente para a tela em busca de um dado, uma notícia ou uma informação. Olha-se para a tela, só isso.

        O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio. Somente 17% entre os acima de 40 anos disseram que gostam de ler. É terrível, porque quem tem hoje 40 anos nasceu em 1985 e viveu os últimos anos de um mundo em que a leitura ainda não fora esmagada pelas mídias audiovisuais. O que aconteceu a ele para abandonar um hábito que ainda lhe foi incutido na infância? Não sei.

        Só sei que fracassamos.
Ruy Castro
(Folha de São Paulo, 17 de janeiro 2025)
O título se refere à seguinte ideia explicitamente apresentada no texto:
Alternativas
Q3260108 Português
Passagem secreta dos papas em Roma é reaberta ao público

    Uma passagem secreta do século 13 que liga o Castel Sant’Angelo, em Roma, ao Vaticano foi reaberta ao público depois de seis anos sem receber visitantes. Após obras de restauros, o icônico corredor de 800 metros passa a receber visitas guiadas diurnas e noturnas.
    Construído como uma passagem segura aos Papas, sendo usado para propósitos de defesa e como rota de fuga, o Passetto di Borgo liga a Torre del Mascherino, na Piazza della Città Leonina, ao Bastione San Marco, no Castel Sant’Angelo.
    A visita é alternada em dois níveis: um superior descoberto, que garante vistas panorâmicas do entorno de Roma e do Vaticano, e um inferior coberto que serviu como a real passagem secreta dos Papas. A entrada inicia-se na Piazza della Città Leonina e termina no bastião do castelo, onde visitantes contam com uma exposição com obras e objetos que narram acontecimentos históricos ligados ao Passetto e ao Castel Sant’Angelo.
    Erguido originalmente no século 2 como um mausoléu para o imperador Adriano, o Castel Sant’Angelo foi convertido em uma fortaleza militar, já que possui uma localização estratégica às margens do rio Tibre. Ao longo do tempo, a fortificação passou por vários usos, desde residência papal, prisão e até um luxuoso palácio. Em 1277, sob olhar do Papa Nicolau III, a ligação com o Vaticano foi construída com o objetivo de garantir uma passagem segura aos Papas entre os dois endereços. Com o tempo, algumas intervenções mudaram o aspecto do local, a exemplo da adição de uma passagem coberta, similar ao corredor que pode ser encontrado hoje.
    As visitas guiadas dão conta de narrar toda a história do local, feitas ao lado de arqueólogos e historiadores da arte. São três modalidades à venda: uma visita guiada diurna somente no Passetto di Borgo; uma visita diurna que compreende o Passetto e também o Castel Sant’Angelo; e uma visita noturna especial no Passetto e na fortaleza fechada ao grupo, sem a presença de outros visitantes.
    As visitas guiadas são realizadas em grupos de 25 pessoas e saem pelo valor a partir de 16 euros, cerca de R$ 95. Os ingressos podem ser adquiridos online. Segundo a Direção Geral de Museus da Itália, um financiamento de 2,5 milhões de euros, cerca de R$ 15 milhões, permitirá futuras melhorias na ligação secreta e ao Castel Sant’Angelo, com novas intervenções previstas para os próximos três anos.
    Hoje, a fortaleza abriga um museu que conta a história do local, em que os visitantes podem conferir as antigas salas do mausoléu, as celas da prisão, os apartamentos papais e os terraços. Além da história, o local também foi imortalizado em filmes populares, servindo como pano de fundo para cenas de “007 – Spectre”, “Anjos e Demônios” e “A Princesa e o Plebeu”.

Fonte: Passagem secreta dos papas em Roma é reaberta ao público | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente a classe morfológica da palavra em destaque no período: “Após obras de restauros, o icônico corredor de 800 metros passa a receber visitas guiadas diurnas e noturnas”.
Alternativas
Q3260107 Português
Passagem secreta dos papas em Roma é reaberta ao público

    Uma passagem secreta do século 13 que liga o Castel Sant’Angelo, em Roma, ao Vaticano foi reaberta ao público depois de seis anos sem receber visitantes. Após obras de restauros, o icônico corredor de 800 metros passa a receber visitas guiadas diurnas e noturnas.
    Construído como uma passagem segura aos Papas, sendo usado para propósitos de defesa e como rota de fuga, o Passetto di Borgo liga a Torre del Mascherino, na Piazza della Città Leonina, ao Bastione San Marco, no Castel Sant’Angelo.
    A visita é alternada em dois níveis: um superior descoberto, que garante vistas panorâmicas do entorno de Roma e do Vaticano, e um inferior coberto que serviu como a real passagem secreta dos Papas. A entrada inicia-se na Piazza della Città Leonina e termina no bastião do castelo, onde visitantes contam com uma exposição com obras e objetos que narram acontecimentos históricos ligados ao Passetto e ao Castel Sant’Angelo.
    Erguido originalmente no século 2 como um mausoléu para o imperador Adriano, o Castel Sant’Angelo foi convertido em uma fortaleza militar, já que possui uma localização estratégica às margens do rio Tibre. Ao longo do tempo, a fortificação passou por vários usos, desde residência papal, prisão e até um luxuoso palácio. Em 1277, sob olhar do Papa Nicolau III, a ligação com o Vaticano foi construída com o objetivo de garantir uma passagem segura aos Papas entre os dois endereços. Com o tempo, algumas intervenções mudaram o aspecto do local, a exemplo da adição de uma passagem coberta, similar ao corredor que pode ser encontrado hoje.
    As visitas guiadas dão conta de narrar toda a história do local, feitas ao lado de arqueólogos e historiadores da arte. São três modalidades à venda: uma visita guiada diurna somente no Passetto di Borgo; uma visita diurna que compreende o Passetto e também o Castel Sant’Angelo; e uma visita noturna especial no Passetto e na fortaleza fechada ao grupo, sem a presença de outros visitantes.
    As visitas guiadas são realizadas em grupos de 25 pessoas e saem pelo valor a partir de 16 euros, cerca de R$ 95. Os ingressos podem ser adquiridos online. Segundo a Direção Geral de Museus da Itália, um financiamento de 2,5 milhões de euros, cerca de R$ 15 milhões, permitirá futuras melhorias na ligação secreta e ao Castel Sant’Angelo, com novas intervenções previstas para os próximos três anos.
    Hoje, a fortaleza abriga um museu que conta a história do local, em que os visitantes podem conferir as antigas salas do mausoléu, as celas da prisão, os apartamentos papais e os terraços. Além da história, o local também foi imortalizado em filmes populares, servindo como pano de fundo para cenas de “007 – Spectre”, “Anjos e Demônios” e “A Princesa e o Plebeu”.

Fonte: Passagem secreta dos papas em Roma é reaberta ao público | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pelos termos em destaque no período: “As visitas guiadas são realizadas em grupos de 25 pessoas e saem pelo valor a partir de 16 euros, cerca de R$ 95”.
Alternativas
Q3260106 Português
Passagem secreta dos papas em Roma é reaberta ao público

    Uma passagem secreta do século 13 que liga o Castel Sant’Angelo, em Roma, ao Vaticano foi reaberta ao público depois de seis anos sem receber visitantes. Após obras de restauros, o icônico corredor de 800 metros passa a receber visitas guiadas diurnas e noturnas.
    Construído como uma passagem segura aos Papas, sendo usado para propósitos de defesa e como rota de fuga, o Passetto di Borgo liga a Torre del Mascherino, na Piazza della Città Leonina, ao Bastione San Marco, no Castel Sant’Angelo.
    A visita é alternada em dois níveis: um superior descoberto, que garante vistas panorâmicas do entorno de Roma e do Vaticano, e um inferior coberto que serviu como a real passagem secreta dos Papas. A entrada inicia-se na Piazza della Città Leonina e termina no bastião do castelo, onde visitantes contam com uma exposição com obras e objetos que narram acontecimentos históricos ligados ao Passetto e ao Castel Sant’Angelo.
    Erguido originalmente no século 2 como um mausoléu para o imperador Adriano, o Castel Sant’Angelo foi convertido em uma fortaleza militar, já que possui uma localização estratégica às margens do rio Tibre. Ao longo do tempo, a fortificação passou por vários usos, desde residência papal, prisão e até um luxuoso palácio. Em 1277, sob olhar do Papa Nicolau III, a ligação com o Vaticano foi construída com o objetivo de garantir uma passagem segura aos Papas entre os dois endereços. Com o tempo, algumas intervenções mudaram o aspecto do local, a exemplo da adição de uma passagem coberta, similar ao corredor que pode ser encontrado hoje.
    As visitas guiadas dão conta de narrar toda a história do local, feitas ao lado de arqueólogos e historiadores da arte. São três modalidades à venda: uma visita guiada diurna somente no Passetto di Borgo; uma visita diurna que compreende o Passetto e também o Castel Sant’Angelo; e uma visita noturna especial no Passetto e na fortaleza fechada ao grupo, sem a presença de outros visitantes.
    As visitas guiadas são realizadas em grupos de 25 pessoas e saem pelo valor a partir de 16 euros, cerca de R$ 95. Os ingressos podem ser adquiridos online. Segundo a Direção Geral de Museus da Itália, um financiamento de 2,5 milhões de euros, cerca de R$ 15 milhões, permitirá futuras melhorias na ligação secreta e ao Castel Sant’Angelo, com novas intervenções previstas para os próximos três anos.
    Hoje, a fortaleza abriga um museu que conta a história do local, em que os visitantes podem conferir as antigas salas do mausoléu, as celas da prisão, os apartamentos papais e os terraços. Além da história, o local também foi imortalizado em filmes populares, servindo como pano de fundo para cenas de “007 – Spectre”, “Anjos e Demônios” e “A Princesa e o Plebeu”.

Fonte: Passagem secreta dos papas em Roma é reaberta ao público | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: “Segundo a Direção Geral de Museus da Itália, um financiamento de 2,5 milhões de euros, cerca de R$ 15 milhões, permitirá futuras melhorias na ligação secreta e ao Castel Sant’Angelo, com novas intervenções previstas para os próximos três anos”.
Alternativas
Q3260105 Português
Passagem secreta dos papas em Roma é reaberta ao público

    Uma passagem secreta do século 13 que liga o Castel Sant’Angelo, em Roma, ao Vaticano foi reaberta ao público depois de seis anos sem receber visitantes. Após obras de restauros, o icônico corredor de 800 metros passa a receber visitas guiadas diurnas e noturnas.
    Construído como uma passagem segura aos Papas, sendo usado para propósitos de defesa e como rota de fuga, o Passetto di Borgo liga a Torre del Mascherino, na Piazza della Città Leonina, ao Bastione San Marco, no Castel Sant’Angelo.
    A visita é alternada em dois níveis: um superior descoberto, que garante vistas panorâmicas do entorno de Roma e do Vaticano, e um inferior coberto que serviu como a real passagem secreta dos Papas. A entrada inicia-se na Piazza della Città Leonina e termina no bastião do castelo, onde visitantes contam com uma exposição com obras e objetos que narram acontecimentos históricos ligados ao Passetto e ao Castel Sant’Angelo.
    Erguido originalmente no século 2 como um mausoléu para o imperador Adriano, o Castel Sant’Angelo foi convertido em uma fortaleza militar, já que possui uma localização estratégica às margens do rio Tibre. Ao longo do tempo, a fortificação passou por vários usos, desde residência papal, prisão e até um luxuoso palácio. Em 1277, sob olhar do Papa Nicolau III, a ligação com o Vaticano foi construída com o objetivo de garantir uma passagem segura aos Papas entre os dois endereços. Com o tempo, algumas intervenções mudaram o aspecto do local, a exemplo da adição de uma passagem coberta, similar ao corredor que pode ser encontrado hoje.
    As visitas guiadas dão conta de narrar toda a história do local, feitas ao lado de arqueólogos e historiadores da arte. São três modalidades à venda: uma visita guiada diurna somente no Passetto di Borgo; uma visita diurna que compreende o Passetto e também o Castel Sant’Angelo; e uma visita noturna especial no Passetto e na fortaleza fechada ao grupo, sem a presença de outros visitantes.
    As visitas guiadas são realizadas em grupos de 25 pessoas e saem pelo valor a partir de 16 euros, cerca de R$ 95. Os ingressos podem ser adquiridos online. Segundo a Direção Geral de Museus da Itália, um financiamento de 2,5 milhões de euros, cerca de R$ 15 milhões, permitirá futuras melhorias na ligação secreta e ao Castel Sant’Angelo, com novas intervenções previstas para os próximos três anos.
    Hoje, a fortaleza abriga um museu que conta a história do local, em que os visitantes podem conferir as antigas salas do mausoléu, as celas da prisão, os apartamentos papais e os terraços. Além da história, o local também foi imortalizado em filmes populares, servindo como pano de fundo para cenas de “007 – Spectre”, “Anjos e Demônios” e “A Princesa e o Plebeu”.

Fonte: Passagem secreta dos papas em Roma é reaberta ao público | CNN Brasil
Assinale a alternativa que justifique o uso das vírgulas no trecho: “...a fortaleza abriga um museu que conta a história do local, em que os visitantes podem conferir as antigas salas do mausoléu, as celas da prisão, os apartamentos papais e os terraços”.
Alternativas
Q3260104 Português
Passagem secreta dos papas em Roma é reaberta ao público

    Uma passagem secreta do século 13 que liga o Castel Sant’Angelo, em Roma, ao Vaticano foi reaberta ao público depois de seis anos sem receber visitantes. Após obras de restauros, o icônico corredor de 800 metros passa a receber visitas guiadas diurnas e noturnas.
    Construído como uma passagem segura aos Papas, sendo usado para propósitos de defesa e como rota de fuga, o Passetto di Borgo liga a Torre del Mascherino, na Piazza della Città Leonina, ao Bastione San Marco, no Castel Sant’Angelo.
    A visita é alternada em dois níveis: um superior descoberto, que garante vistas panorâmicas do entorno de Roma e do Vaticano, e um inferior coberto que serviu como a real passagem secreta dos Papas. A entrada inicia-se na Piazza della Città Leonina e termina no bastião do castelo, onde visitantes contam com uma exposição com obras e objetos que narram acontecimentos históricos ligados ao Passetto e ao Castel Sant’Angelo.
    Erguido originalmente no século 2 como um mausoléu para o imperador Adriano, o Castel Sant’Angelo foi convertido em uma fortaleza militar, já que possui uma localização estratégica às margens do rio Tibre. Ao longo do tempo, a fortificação passou por vários usos, desde residência papal, prisão e até um luxuoso palácio. Em 1277, sob olhar do Papa Nicolau III, a ligação com o Vaticano foi construída com o objetivo de garantir uma passagem segura aos Papas entre os dois endereços. Com o tempo, algumas intervenções mudaram o aspecto do local, a exemplo da adição de uma passagem coberta, similar ao corredor que pode ser encontrado hoje.
    As visitas guiadas dão conta de narrar toda a história do local, feitas ao lado de arqueólogos e historiadores da arte. São três modalidades à venda: uma visita guiada diurna somente no Passetto di Borgo; uma visita diurna que compreende o Passetto e também o Castel Sant’Angelo; e uma visita noturna especial no Passetto e na fortaleza fechada ao grupo, sem a presença de outros visitantes.
    As visitas guiadas são realizadas em grupos de 25 pessoas e saem pelo valor a partir de 16 euros, cerca de R$ 95. Os ingressos podem ser adquiridos online. Segundo a Direção Geral de Museus da Itália, um financiamento de 2,5 milhões de euros, cerca de R$ 15 milhões, permitirá futuras melhorias na ligação secreta e ao Castel Sant’Angelo, com novas intervenções previstas para os próximos três anos.
    Hoje, a fortaleza abriga um museu que conta a história do local, em que os visitantes podem conferir as antigas salas do mausoléu, as celas da prisão, os apartamentos papais e os terraços. Além da história, o local também foi imortalizado em filmes populares, servindo como pano de fundo para cenas de “007 – Spectre”, “Anjos e Demônios” e “A Princesa e o Plebeu”.

Fonte: Passagem secreta dos papas em Roma é reaberta ao público | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelos termos em destaque no período: “Em 1277, sob olhar do Papa Nicolau III, a ligação com o Vaticano foi construída com o objetivo de garantir uma passagem segura aos Papas entre os dois endereços”.
Alternativas
Q3260102 Português
Passagem secreta dos papas em Roma é reaberta ao público

    Uma passagem secreta do século 13 que liga o Castel Sant’Angelo, em Roma, ao Vaticano foi reaberta ao público depois de seis anos sem receber visitantes. Após obras de restauros, o icônico corredor de 800 metros passa a receber visitas guiadas diurnas e noturnas.
    Construído como uma passagem segura aos Papas, sendo usado para propósitos de defesa e como rota de fuga, o Passetto di Borgo liga a Torre del Mascherino, na Piazza della Città Leonina, ao Bastione San Marco, no Castel Sant’Angelo.
    A visita é alternada em dois níveis: um superior descoberto, que garante vistas panorâmicas do entorno de Roma e do Vaticano, e um inferior coberto que serviu como a real passagem secreta dos Papas. A entrada inicia-se na Piazza della Città Leonina e termina no bastião do castelo, onde visitantes contam com uma exposição com obras e objetos que narram acontecimentos históricos ligados ao Passetto e ao Castel Sant’Angelo.
    Erguido originalmente no século 2 como um mausoléu para o imperador Adriano, o Castel Sant’Angelo foi convertido em uma fortaleza militar, já que possui uma localização estratégica às margens do rio Tibre. Ao longo do tempo, a fortificação passou por vários usos, desde residência papal, prisão e até um luxuoso palácio. Em 1277, sob olhar do Papa Nicolau III, a ligação com o Vaticano foi construída com o objetivo de garantir uma passagem segura aos Papas entre os dois endereços. Com o tempo, algumas intervenções mudaram o aspecto do local, a exemplo da adição de uma passagem coberta, similar ao corredor que pode ser encontrado hoje.
    As visitas guiadas dão conta de narrar toda a história do local, feitas ao lado de arqueólogos e historiadores da arte. São três modalidades à venda: uma visita guiada diurna somente no Passetto di Borgo; uma visita diurna que compreende o Passetto e também o Castel Sant’Angelo; e uma visita noturna especial no Passetto e na fortaleza fechada ao grupo, sem a presença de outros visitantes.
    As visitas guiadas são realizadas em grupos de 25 pessoas e saem pelo valor a partir de 16 euros, cerca de R$ 95. Os ingressos podem ser adquiridos online. Segundo a Direção Geral de Museus da Itália, um financiamento de 2,5 milhões de euros, cerca de R$ 15 milhões, permitirá futuras melhorias na ligação secreta e ao Castel Sant’Angelo, com novas intervenções previstas para os próximos três anos.
    Hoje, a fortaleza abriga um museu que conta a história do local, em que os visitantes podem conferir as antigas salas do mausoléu, as celas da prisão, os apartamentos papais e os terraços. Além da história, o local também foi imortalizado em filmes populares, servindo como pano de fundo para cenas de “007 – Spectre”, “Anjos e Demônios” e “A Princesa e o Plebeu”.

Fonte: Passagem secreta dos papas em Roma é reaberta ao público | CNN Brasil
Assinale a alternativa cuja letra s da palavra NÃO represente o mesmo fonema representado pela letra s na palavra defesa:
Alternativas
Q3260101 Português
Passagem secreta dos papas em Roma é reaberta ao público

    Uma passagem secreta do século 13 que liga o Castel Sant’Angelo, em Roma, ao Vaticano foi reaberta ao público depois de seis anos sem receber visitantes. Após obras de restauros, o icônico corredor de 800 metros passa a receber visitas guiadas diurnas e noturnas.
    Construído como uma passagem segura aos Papas, sendo usado para propósitos de defesa e como rota de fuga, o Passetto di Borgo liga a Torre del Mascherino, na Piazza della Città Leonina, ao Bastione San Marco, no Castel Sant’Angelo.
    A visita é alternada em dois níveis: um superior descoberto, que garante vistas panorâmicas do entorno de Roma e do Vaticano, e um inferior coberto que serviu como a real passagem secreta dos Papas. A entrada inicia-se na Piazza della Città Leonina e termina no bastião do castelo, onde visitantes contam com uma exposição com obras e objetos que narram acontecimentos históricos ligados ao Passetto e ao Castel Sant’Angelo.
    Erguido originalmente no século 2 como um mausoléu para o imperador Adriano, o Castel Sant’Angelo foi convertido em uma fortaleza militar, já que possui uma localização estratégica às margens do rio Tibre. Ao longo do tempo, a fortificação passou por vários usos, desde residência papal, prisão e até um luxuoso palácio. Em 1277, sob olhar do Papa Nicolau III, a ligação com o Vaticano foi construída com o objetivo de garantir uma passagem segura aos Papas entre os dois endereços. Com o tempo, algumas intervenções mudaram o aspecto do local, a exemplo da adição de uma passagem coberta, similar ao corredor que pode ser encontrado hoje.
    As visitas guiadas dão conta de narrar toda a história do local, feitas ao lado de arqueólogos e historiadores da arte. São três modalidades à venda: uma visita guiada diurna somente no Passetto di Borgo; uma visita diurna que compreende o Passetto e também o Castel Sant’Angelo; e uma visita noturna especial no Passetto e na fortaleza fechada ao grupo, sem a presença de outros visitantes.
    As visitas guiadas são realizadas em grupos de 25 pessoas e saem pelo valor a partir de 16 euros, cerca de R$ 95. Os ingressos podem ser adquiridos online. Segundo a Direção Geral de Museus da Itália, um financiamento de 2,5 milhões de euros, cerca de R$ 15 milhões, permitirá futuras melhorias na ligação secreta e ao Castel Sant’Angelo, com novas intervenções previstas para os próximos três anos.
    Hoje, a fortaleza abriga um museu que conta a história do local, em que os visitantes podem conferir as antigas salas do mausoléu, as celas da prisão, os apartamentos papais e os terraços. Além da história, o local também foi imortalizado em filmes populares, servindo como pano de fundo para cenas de “007 – Spectre”, “Anjos e Demônios” e “A Princesa e o Plebeu”.

Fonte: Passagem secreta dos papas em Roma é reaberta ao público | CNN Brasil
Assinale a alternativa cuja divisão silábica da palavra esteja INCORRETA:
Alternativas
Q3260100 Português
Passagem secreta dos papas em Roma é reaberta ao público

    Uma passagem secreta do século 13 que liga o Castel Sant’Angelo, em Roma, ao Vaticano foi reaberta ao público depois de seis anos sem receber visitantes. Após obras de restauros, o icônico corredor de 800 metros passa a receber visitas guiadas diurnas e noturnas.
    Construído como uma passagem segura aos Papas, sendo usado para propósitos de defesa e como rota de fuga, o Passetto di Borgo liga a Torre del Mascherino, na Piazza della Città Leonina, ao Bastione San Marco, no Castel Sant’Angelo.
    A visita é alternada em dois níveis: um superior descoberto, que garante vistas panorâmicas do entorno de Roma e do Vaticano, e um inferior coberto que serviu como a real passagem secreta dos Papas. A entrada inicia-se na Piazza della Città Leonina e termina no bastião do castelo, onde visitantes contam com uma exposição com obras e objetos que narram acontecimentos históricos ligados ao Passetto e ao Castel Sant’Angelo.
    Erguido originalmente no século 2 como um mausoléu para o imperador Adriano, o Castel Sant’Angelo foi convertido em uma fortaleza militar, já que possui uma localização estratégica às margens do rio Tibre. Ao longo do tempo, a fortificação passou por vários usos, desde residência papal, prisão e até um luxuoso palácio. Em 1277, sob olhar do Papa Nicolau III, a ligação com o Vaticano foi construída com o objetivo de garantir uma passagem segura aos Papas entre os dois endereços. Com o tempo, algumas intervenções mudaram o aspecto do local, a exemplo da adição de uma passagem coberta, similar ao corredor que pode ser encontrado hoje.
    As visitas guiadas dão conta de narrar toda a história do local, feitas ao lado de arqueólogos e historiadores da arte. São três modalidades à venda: uma visita guiada diurna somente no Passetto di Borgo; uma visita diurna que compreende o Passetto e também o Castel Sant’Angelo; e uma visita noturna especial no Passetto e na fortaleza fechada ao grupo, sem a presença de outros visitantes.
    As visitas guiadas são realizadas em grupos de 25 pessoas e saem pelo valor a partir de 16 euros, cerca de R$ 95. Os ingressos podem ser adquiridos online. Segundo a Direção Geral de Museus da Itália, um financiamento de 2,5 milhões de euros, cerca de R$ 15 milhões, permitirá futuras melhorias na ligação secreta e ao Castel Sant’Angelo, com novas intervenções previstas para os próximos três anos.
    Hoje, a fortaleza abriga um museu que conta a história do local, em que os visitantes podem conferir as antigas salas do mausoléu, as celas da prisão, os apartamentos papais e os terraços. Além da história, o local também foi imortalizado em filmes populares, servindo como pano de fundo para cenas de “007 – Spectre”, “Anjos e Demônios” e “A Princesa e o Plebeu”.

Fonte: Passagem secreta dos papas em Roma é reaberta ao público | CNN Brasil
Assinale a alternativa cuja palavra possua dígrafo:
Alternativas
Q3260099 Português
Passagem secreta dos papas em Roma é reaberta ao público

    Uma passagem secreta do século 13 que liga o Castel Sant’Angelo, em Roma, ao Vaticano foi reaberta ao público depois de seis anos sem receber visitantes. Após obras de restauros, o icônico corredor de 800 metros passa a receber visitas guiadas diurnas e noturnas.
    Construído como uma passagem segura aos Papas, sendo usado para propósitos de defesa e como rota de fuga, o Passetto di Borgo liga a Torre del Mascherino, na Piazza della Città Leonina, ao Bastione San Marco, no Castel Sant’Angelo.
    A visita é alternada em dois níveis: um superior descoberto, que garante vistas panorâmicas do entorno de Roma e do Vaticano, e um inferior coberto que serviu como a real passagem secreta dos Papas. A entrada inicia-se na Piazza della Città Leonina e termina no bastião do castelo, onde visitantes contam com uma exposição com obras e objetos que narram acontecimentos históricos ligados ao Passetto e ao Castel Sant’Angelo.
    Erguido originalmente no século 2 como um mausoléu para o imperador Adriano, o Castel Sant’Angelo foi convertido em uma fortaleza militar, já que possui uma localização estratégica às margens do rio Tibre. Ao longo do tempo, a fortificação passou por vários usos, desde residência papal, prisão e até um luxuoso palácio. Em 1277, sob olhar do Papa Nicolau III, a ligação com o Vaticano foi construída com o objetivo de garantir uma passagem segura aos Papas entre os dois endereços. Com o tempo, algumas intervenções mudaram o aspecto do local, a exemplo da adição de uma passagem coberta, similar ao corredor que pode ser encontrado hoje.
    As visitas guiadas dão conta de narrar toda a história do local, feitas ao lado de arqueólogos e historiadores da arte. São três modalidades à venda: uma visita guiada diurna somente no Passetto di Borgo; uma visita diurna que compreende o Passetto e também o Castel Sant’Angelo; e uma visita noturna especial no Passetto e na fortaleza fechada ao grupo, sem a presença de outros visitantes.
    As visitas guiadas são realizadas em grupos de 25 pessoas e saem pelo valor a partir de 16 euros, cerca de R$ 95. Os ingressos podem ser adquiridos online. Segundo a Direção Geral de Museus da Itália, um financiamento de 2,5 milhões de euros, cerca de R$ 15 milhões, permitirá futuras melhorias na ligação secreta e ao Castel Sant’Angelo, com novas intervenções previstas para os próximos três anos.
    Hoje, a fortaleza abriga um museu que conta a história do local, em que os visitantes podem conferir as antigas salas do mausoléu, as celas da prisão, os apartamentos papais e os terraços. Além da história, o local também foi imortalizado em filmes populares, servindo como pano de fundo para cenas de “007 – Spectre”, “Anjos e Demônios” e “A Princesa e o Plebeu”.

Fonte: Passagem secreta dos papas em Roma é reaberta ao público | CNN Brasil
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Respostas
30341: D
30342: B
30343: C
30344: B
30345: A
30346: B
30347: D
30348: B
30349: D
30350: A
30351: C
30352: D
30353: A
30354: C
30355: E
30356: A
30357: C
30358: D
30359: B
30360: D