Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3274106 Português

Texto 03




Disponível em: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-2063729898-placa-decorativa-quadro-regras-da-casa. Acesso em: 3 fev. 2025.

Para construir o texto da placa, os tempos e modos verbais usados foram 
Alternativas
Q3274104 Português

Texto 02





Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/2603712281144909/. Acesso em: 22 fev. 2025.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista o uso da palavra “sem” no texto 02.

I- Constitui-se um importante elemento de coesão. II- Classifica-se gramaticalmente como uma preposição. III- Apresenta-se, no contexto, com sentido de “ausência”. IV- Apresenta-se, no contexto, vazia quanto à significação. V- Classifica-se, gramaticalmente, como uma interjeição.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3274102 Português
Texto 01


Janeiro branco


   Criada em 2014, pelo psicólogo e escritor mineiro Leonardo Abrahão, a campanha Janeiro Branco ganhou coro em todo o Brasil com sua mensagem. Acontecer no primeiro mês do calendário traz consigo o simbolismo do ano que se inicia, tal qual uma folha em branco para uma nova história ser escrita. Momento em que muitas pessoas fazem planos e promessas, com foco em mudanças e recomeços.

   Neste reinício, o convite da campanha é incluir a saúde emocional no roteiro, muitas vezes negligenciada ao longo do ano. Em 2025, o lema “O que fazer pela saúde mental agora e sempre?” oferece reflexão e ação.

   Apesar de parecer simples, o conceito de saúde mental é complexo e individual, variando ao longo da vida e de acordo com as experiências e hábitos de cada um. Quem explica é Renato Herrman, RH e CEO da Bold Minds, empresa global que nasceu da crença de que o trabalho pode ser um lugar de crescimento e bem-estar.

   “Saúde mental é o nome que a gente dá para esse fenômeno que é a qualidade da nossa psique, da nossa cabeça, do nosso emocional. Ou seja, não é um objetivo a ser atingido, e sim um aspecto do ser humano que precisa de manutenção constante”.

   Tal qual a saúde física, a saúde emocional precisa de cuidados, precauções e monitoramento. [...]


Fonte: CHAGAS, Mariana. Janeiro branco. Disponível em: vidasimples.co/vida-simples/janeiro-branco-o-que-fazer-pela-saude-mental-agora-esempre. Acesso em: 22 fev. 2025. Adaptado.
Assinale a alternativa em que a retirada do acento gráfico da palavra resultará na mudança de sua classe gramatical, de substantivo para verbo.
Alternativas
Q3274101 Português
Texto 01


Janeiro branco


   Criada em 2014, pelo psicólogo e escritor mineiro Leonardo Abrahão, a campanha Janeiro Branco ganhou coro em todo o Brasil com sua mensagem. Acontecer no primeiro mês do calendário traz consigo o simbolismo do ano que se inicia, tal qual uma folha em branco para uma nova história ser escrita. Momento em que muitas pessoas fazem planos e promessas, com foco em mudanças e recomeços.

   Neste reinício, o convite da campanha é incluir a saúde emocional no roteiro, muitas vezes negligenciada ao longo do ano. Em 2025, o lema “O que fazer pela saúde mental agora e sempre?” oferece reflexão e ação.

   Apesar de parecer simples, o conceito de saúde mental é complexo e individual, variando ao longo da vida e de acordo com as experiências e hábitos de cada um. Quem explica é Renato Herrman, RH e CEO da Bold Minds, empresa global que nasceu da crença de que o trabalho pode ser um lugar de crescimento e bem-estar.

   “Saúde mental é o nome que a gente dá para esse fenômeno que é a qualidade da nossa psique, da nossa cabeça, do nosso emocional. Ou seja, não é um objetivo a ser atingido, e sim um aspecto do ser humano que precisa de manutenção constante”.

   Tal qual a saúde física, a saúde emocional precisa de cuidados, precauções e monitoramento. [...]


Fonte: CHAGAS, Mariana. Janeiro branco. Disponível em: vidasimples.co/vida-simples/janeiro-branco-o-que-fazer-pela-saude-mental-agora-esempre. Acesso em: 22 fev. 2025. Adaptado.
Assinale a alternativa em que as vírgulas foram usadas para separar um aposto explicativo.
Alternativas
Q3274100 Português
Texto 01


Janeiro branco


   Criada em 2014, pelo psicólogo e escritor mineiro Leonardo Abrahão, a campanha Janeiro Branco ganhou coro em todo o Brasil com sua mensagem. Acontecer no primeiro mês do calendário traz consigo o simbolismo do ano que se inicia, tal qual uma folha em branco para uma nova história ser escrita. Momento em que muitas pessoas fazem planos e promessas, com foco em mudanças e recomeços.

   Neste reinício, o convite da campanha é incluir a saúde emocional no roteiro, muitas vezes negligenciada ao longo do ano. Em 2025, o lema “O que fazer pela saúde mental agora e sempre?” oferece reflexão e ação.

   Apesar de parecer simples, o conceito de saúde mental é complexo e individual, variando ao longo da vida e de acordo com as experiências e hábitos de cada um. Quem explica é Renato Herrman, RH e CEO da Bold Minds, empresa global que nasceu da crença de que o trabalho pode ser um lugar de crescimento e bem-estar.

   “Saúde mental é o nome que a gente dá para esse fenômeno que é a qualidade da nossa psique, da nossa cabeça, do nosso emocional. Ou seja, não é um objetivo a ser atingido, e sim um aspecto do ser humano que precisa de manutenção constante”.

   Tal qual a saúde física, a saúde emocional precisa de cuidados, precauções e monitoramento. [...]


Fonte: CHAGAS, Mariana. Janeiro branco. Disponível em: vidasimples.co/vida-simples/janeiro-branco-o-que-fazer-pela-saude-mental-agora-esempre. Acesso em: 22 fev. 2025. Adaptado.
Analise as passagens a seguir, tendo em vista o uso da linguagem conotativa no texto.

I- “[...] a campanha Janeiro Branco ganhou coro em todo o Brasil com sua mensagem.” II- “[...] o simbolismo do ano que se inicia, tal qual uma folha em branco para uma nova história ser escrita.” III- “Apesar de parecer simples, o conceito de saúde mental é complexo e individual, variando ao longo da vida e de acordo com as experiências e hábitos de cada um.” IV- “Momento em que muitas pessoas fazem planos e promessas, com foco em mudanças e recomeços.” V- “Apesar de parecer simples, o conceito de saúde mental é complexo e individual [...].”

É CORRETO afirmar que a linguagem conotativa foi usada nas passagens
Alternativas
Q3274099 Português
Texto 01


Janeiro branco


   Criada em 2014, pelo psicólogo e escritor mineiro Leonardo Abrahão, a campanha Janeiro Branco ganhou coro em todo o Brasil com sua mensagem. Acontecer no primeiro mês do calendário traz consigo o simbolismo do ano que se inicia, tal qual uma folha em branco para uma nova história ser escrita. Momento em que muitas pessoas fazem planos e promessas, com foco em mudanças e recomeços.

   Neste reinício, o convite da campanha é incluir a saúde emocional no roteiro, muitas vezes negligenciada ao longo do ano. Em 2025, o lema “O que fazer pela saúde mental agora e sempre?” oferece reflexão e ação.

   Apesar de parecer simples, o conceito de saúde mental é complexo e individual, variando ao longo da vida e de acordo com as experiências e hábitos de cada um. Quem explica é Renato Herrman, RH e CEO da Bold Minds, empresa global que nasceu da crença de que o trabalho pode ser um lugar de crescimento e bem-estar.

   “Saúde mental é o nome que a gente dá para esse fenômeno que é a qualidade da nossa psique, da nossa cabeça, do nosso emocional. Ou seja, não é um objetivo a ser atingido, e sim um aspecto do ser humano que precisa de manutenção constante”.

   Tal qual a saúde física, a saúde emocional precisa de cuidados, precauções e monitoramento. [...]


Fonte: CHAGAS, Mariana. Janeiro branco. Disponível em: vidasimples.co/vida-simples/janeiro-branco-o-que-fazer-pela-saude-mental-agora-esempre. Acesso em: 22 fev. 2025. Adaptado.
Considere a seguinte passagem do texto: “Neste reinício, o convite da campanha é incluir a saúde emocional no roteiro, muitas vezes negligenciada ao longo do ano.”
A palavra “negligenciada” poderia ser substituída, sem alteração de sentido da passagem, por
Alternativas
Q3274098 Português
Texto 01


Janeiro branco


   Criada em 2014, pelo psicólogo e escritor mineiro Leonardo Abrahão, a campanha Janeiro Branco ganhou coro em todo o Brasil com sua mensagem. Acontecer no primeiro mês do calendário traz consigo o simbolismo do ano que se inicia, tal qual uma folha em branco para uma nova história ser escrita. Momento em que muitas pessoas fazem planos e promessas, com foco em mudanças e recomeços.

   Neste reinício, o convite da campanha é incluir a saúde emocional no roteiro, muitas vezes negligenciada ao longo do ano. Em 2025, o lema “O que fazer pela saúde mental agora e sempre?” oferece reflexão e ação.

   Apesar de parecer simples, o conceito de saúde mental é complexo e individual, variando ao longo da vida e de acordo com as experiências e hábitos de cada um. Quem explica é Renato Herrman, RH e CEO da Bold Minds, empresa global que nasceu da crença de que o trabalho pode ser um lugar de crescimento e bem-estar.

   “Saúde mental é o nome que a gente dá para esse fenômeno que é a qualidade da nossa psique, da nossa cabeça, do nosso emocional. Ou seja, não é um objetivo a ser atingido, e sim um aspecto do ser humano que precisa de manutenção constante”.

   Tal qual a saúde física, a saúde emocional precisa de cuidados, precauções e monitoramento. [...]


Fonte: CHAGAS, Mariana. Janeiro branco. Disponível em: vidasimples.co/vida-simples/janeiro-branco-o-que-fazer-pela-saude-mental-agora-esempre. Acesso em: 22 fev. 2025. Adaptado.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto.

I- O trabalho é um dos aspectos da vida que mais afeta negativamente a saúde mental. II- A saúde mental deve ser o principal objetivo a ser alcançado logo no início do ano. III- O conceito de saúde mental deve levar em conta o modo de vida de cada indivíduo. IV- As pessoas devem reservar o mês de janeiro para os cuidados com a saúde mental. V- As pessoas devem se preocupar tanto com a saúde física quanto com a saúde mental.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3274037 Português

Texto 03





Disponível em: https://br.pinterest.com/aline20020543/publicidade-e-propaganda/. Acesso em: 18 fev. 2025. (Adaptado)

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística do texto.

I- A palavra “geléia”, atualmente, deve ser grafada sem o acento agudo, pois o Novo Acordo Ortográfico suprimiu o acento gráfico dos ditongos éi, ói, e éu, nas palavras paroxítonas.
II- O pronome “lhe” foi usado proclítico, mas, de acordo com a norma, poderia ter sido usado enclítico, já que não se verifica a presença de palavra atrativa.
III- As vírgulas foram usadas, de acordo com a norma, para separar os elementos de uma enumeração os quais exercem a mesma função sintática
IV- O texto é formado por um período composto por três orações indicadas pelas presenças dos verbos “faz”, “pergunta” e “darão”.
V- O período que compõe o texto é misto, já que é formado pelos processos de coordenação e subordinação.


Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3274036 Português

Texto 03





Disponível em: https://br.pinterest.com/aline20020543/publicidade-e-propaganda/. Acesso em: 18 fev. 2025. (Adaptado)

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura gramatical que compõe o texto.
I- O verbo “faz” se refere à máquina anunciada. II- O verbo “pergunta” se refere à máquina anunciada. III- O verbo “darão” é uma ação que se refere a filhos. IV- O pronome oblíquo “lhe” faz referência às mães. V- O pronome “lhe” é complemento indireto de “darão”.
Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3274032 Português
Texto 01


Borboleta azul

   [...] Na semana passada, vivi uma das sensações mais incríveis dos últimos tempos e que me fez refletir sobre nossas escolhas. Estava na Chapada dos Veadeiros (GO) fazendo uma trilha pela manhã em meio a uma fina garoa, quando avistei uma queda d’água que ganhava vazão pelas corredeiras de um rio que cortava as paredes do cânion. Um verdadeiro quadro vivo emoldurado à minha frente. Cenário lindo.

   Eu me posicionei numa pedra para contemplar tamanha beleza, após uma hora de caminhada. Quando notei, a poucos metros de mim, o bailar de uma linda borboleta azul. Ela ia e voltava sobre as águas batendo suas asas agasalhadas num azul metálico hipnotizante. Nunca tinha visto algo tão belo. Fiquei encantado. Era como se ela assinasse, em cada movimento no ar, aquele pequeno recorte de uma tela do paraíso. Fui tomado por uma forte emoção. Sua sutileza se comunicou comigo naquilo que temos de mais verdadeiro: o coração. Deixei meus olhos vagarem por suas asas e senti uma forte intuição de presença, como se naquele instante o tempo tivesse parado. A borboleta azul me dava as boasvindas, com um recado.

   Encantado com a cena daquela manhã, pesquisei muito sobre borboletas azuis. Além de descobrir que elas são mais raras, encontrei uma lenda oriental que traz um ensinamento muito bonito sobre como tudo está em nossas mãos, só precisamos acreditar. Como o ano está apenas começando fiquei com vontade de compartilhar e escrever este texto numa tentativa de reforçar para mim mesmo que a vida é sábia.

    Conta-se que há muitos anos um homem ficou viúvo e teve que se responsabilizar por suas duas filhas. Elas eram curiosas, inteligentes e sempre tinham o desejo de aprender. Constantemente lançavam perguntas ao pai que nem sempre sabia responder tudo.

     Vendo a inquietação das duas meninas, ele decidiu enviá-las por um tempo a um sábio que vivia numa colina. Sem titubear, o guru respondia a todas as perguntas lançadas pelas pequenas.

    Dispostas a buscar um jeito de fazer com que o sábio errasse ao menos uma vez, elas elaboraram um plano. Numa manhã, uma delas foi ao bosque e retornou com uma linda borboleta azul nas mãos. A ideia era fazer uma pergunta que o sábio jamais conseguiria responder: se a borboleta estava viva ou morta.

    A estratégia estava definida. Se o sábio respondesse que estava viva, a garota iria apertá-la em sua mão e matála, e se respondesse que a borboleta estava morta, ela abriria as mãos e a soltaria para voar livremente. Portanto, qualquer que fosse a resposta do sábio, ela estaria errada.

      Chegou o grande dia.

      “Mestre”, disse uma das jovens. “Pode nos dizer se esta borboleta azul que está em minhas mãos está viva ou morta?”

      O sábio respirou lentamente e com um leve sorriso respondeu: “Depende de você, ela está em suas mãos”. [...]


Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/ Acesso em: 18 fev. 2025.
É CORRETO afirmar que as aspas assinalam, no texto, a presença de
Alternativas
Q3274031 Português
Texto 01


Borboleta azul

   [...] Na semana passada, vivi uma das sensações mais incríveis dos últimos tempos e que me fez refletir sobre nossas escolhas. Estava na Chapada dos Veadeiros (GO) fazendo uma trilha pela manhã em meio a uma fina garoa, quando avistei uma queda d’água que ganhava vazão pelas corredeiras de um rio que cortava as paredes do cânion. Um verdadeiro quadro vivo emoldurado à minha frente. Cenário lindo.

   Eu me posicionei numa pedra para contemplar tamanha beleza, após uma hora de caminhada. Quando notei, a poucos metros de mim, o bailar de uma linda borboleta azul. Ela ia e voltava sobre as águas batendo suas asas agasalhadas num azul metálico hipnotizante. Nunca tinha visto algo tão belo. Fiquei encantado. Era como se ela assinasse, em cada movimento no ar, aquele pequeno recorte de uma tela do paraíso. Fui tomado por uma forte emoção. Sua sutileza se comunicou comigo naquilo que temos de mais verdadeiro: o coração. Deixei meus olhos vagarem por suas asas e senti uma forte intuição de presença, como se naquele instante o tempo tivesse parado. A borboleta azul me dava as boasvindas, com um recado.

   Encantado com a cena daquela manhã, pesquisei muito sobre borboletas azuis. Além de descobrir que elas são mais raras, encontrei uma lenda oriental que traz um ensinamento muito bonito sobre como tudo está em nossas mãos, só precisamos acreditar. Como o ano está apenas começando fiquei com vontade de compartilhar e escrever este texto numa tentativa de reforçar para mim mesmo que a vida é sábia.

    Conta-se que há muitos anos um homem ficou viúvo e teve que se responsabilizar por suas duas filhas. Elas eram curiosas, inteligentes e sempre tinham o desejo de aprender. Constantemente lançavam perguntas ao pai que nem sempre sabia responder tudo.

     Vendo a inquietação das duas meninas, ele decidiu enviá-las por um tempo a um sábio que vivia numa colina. Sem titubear, o guru respondia a todas as perguntas lançadas pelas pequenas.

    Dispostas a buscar um jeito de fazer com que o sábio errasse ao menos uma vez, elas elaboraram um plano. Numa manhã, uma delas foi ao bosque e retornou com uma linda borboleta azul nas mãos. A ideia era fazer uma pergunta que o sábio jamais conseguiria responder: se a borboleta estava viva ou morta.

    A estratégia estava definida. Se o sábio respondesse que estava viva, a garota iria apertá-la em sua mão e matála, e se respondesse que a borboleta estava morta, ela abriria as mãos e a soltaria para voar livremente. Portanto, qualquer que fosse a resposta do sábio, ela estaria errada.

      Chegou o grande dia.

      “Mestre”, disse uma das jovens. “Pode nos dizer se esta borboleta azul que está em minhas mãos está viva ou morta?”

      O sábio respirou lentamente e com um leve sorriso respondeu: “Depende de você, ela está em suas mãos”. [...]


Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/ Acesso em: 18 fev. 2025.
Assinale a alternativa em que se observa o uso da derivação imprópria como recurso de expressão, já que se verifica a substantivação de um verbo.
Alternativas
Q3274030 Português
Texto 01


Borboleta azul

   [...] Na semana passada, vivi uma das sensações mais incríveis dos últimos tempos e que me fez refletir sobre nossas escolhas. Estava na Chapada dos Veadeiros (GO) fazendo uma trilha pela manhã em meio a uma fina garoa, quando avistei uma queda d’água que ganhava vazão pelas corredeiras de um rio que cortava as paredes do cânion. Um verdadeiro quadro vivo emoldurado à minha frente. Cenário lindo.

   Eu me posicionei numa pedra para contemplar tamanha beleza, após uma hora de caminhada. Quando notei, a poucos metros de mim, o bailar de uma linda borboleta azul. Ela ia e voltava sobre as águas batendo suas asas agasalhadas num azul metálico hipnotizante. Nunca tinha visto algo tão belo. Fiquei encantado. Era como se ela assinasse, em cada movimento no ar, aquele pequeno recorte de uma tela do paraíso. Fui tomado por uma forte emoção. Sua sutileza se comunicou comigo naquilo que temos de mais verdadeiro: o coração. Deixei meus olhos vagarem por suas asas e senti uma forte intuição de presença, como se naquele instante o tempo tivesse parado. A borboleta azul me dava as boasvindas, com um recado.

   Encantado com a cena daquela manhã, pesquisei muito sobre borboletas azuis. Além de descobrir que elas são mais raras, encontrei uma lenda oriental que traz um ensinamento muito bonito sobre como tudo está em nossas mãos, só precisamos acreditar. Como o ano está apenas começando fiquei com vontade de compartilhar e escrever este texto numa tentativa de reforçar para mim mesmo que a vida é sábia.

    Conta-se que há muitos anos um homem ficou viúvo e teve que se responsabilizar por suas duas filhas. Elas eram curiosas, inteligentes e sempre tinham o desejo de aprender. Constantemente lançavam perguntas ao pai que nem sempre sabia responder tudo.

     Vendo a inquietação das duas meninas, ele decidiu enviá-las por um tempo a um sábio que vivia numa colina. Sem titubear, o guru respondia a todas as perguntas lançadas pelas pequenas.

    Dispostas a buscar um jeito de fazer com que o sábio errasse ao menos uma vez, elas elaboraram um plano. Numa manhã, uma delas foi ao bosque e retornou com uma linda borboleta azul nas mãos. A ideia era fazer uma pergunta que o sábio jamais conseguiria responder: se a borboleta estava viva ou morta.

    A estratégia estava definida. Se o sábio respondesse que estava viva, a garota iria apertá-la em sua mão e matála, e se respondesse que a borboleta estava morta, ela abriria as mãos e a soltaria para voar livremente. Portanto, qualquer que fosse a resposta do sábio, ela estaria errada.

      Chegou o grande dia.

      “Mestre”, disse uma das jovens. “Pode nos dizer se esta borboleta azul que está em minhas mãos está viva ou morta?”

      O sábio respirou lentamente e com um leve sorriso respondeu: “Depende de você, ela está em suas mãos”. [...]


Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/ Acesso em: 18 fev. 2025.
Entre os recursos de expressão usados na construção do texto estão as figuras de linguagem. Analise as passagens a seguir, tendo em vista a presença dessas figuras.

I- “Deixei meus olhos vagarem por suas asas e senti uma forte intuição [...].” II- “A borboleta azul me dava as boas-vindas, com um recado.” III- “Um verdadeiro quadro vivo emoldurado à minha frente. Cenário lindo.” IV- “Elas eram curiosas, inteligentes e sempre tinham o desejo de aprender.” V- “A ideia era fazer uma pergunta que o sábio jamais conseguiria responder [...].”

Verifica-se a presença de figura de linguagem nas passagens
Alternativas
Q3274029 Português
Texto 01


Borboleta azul

   [...] Na semana passada, vivi uma das sensações mais incríveis dos últimos tempos e que me fez refletir sobre nossas escolhas. Estava na Chapada dos Veadeiros (GO) fazendo uma trilha pela manhã em meio a uma fina garoa, quando avistei uma queda d’água que ganhava vazão pelas corredeiras de um rio que cortava as paredes do cânion. Um verdadeiro quadro vivo emoldurado à minha frente. Cenário lindo.

   Eu me posicionei numa pedra para contemplar tamanha beleza, após uma hora de caminhada. Quando notei, a poucos metros de mim, o bailar de uma linda borboleta azul. Ela ia e voltava sobre as águas batendo suas asas agasalhadas num azul metálico hipnotizante. Nunca tinha visto algo tão belo. Fiquei encantado. Era como se ela assinasse, em cada movimento no ar, aquele pequeno recorte de uma tela do paraíso. Fui tomado por uma forte emoção. Sua sutileza se comunicou comigo naquilo que temos de mais verdadeiro: o coração. Deixei meus olhos vagarem por suas asas e senti uma forte intuição de presença, como se naquele instante o tempo tivesse parado. A borboleta azul me dava as boasvindas, com um recado.

   Encantado com a cena daquela manhã, pesquisei muito sobre borboletas azuis. Além de descobrir que elas são mais raras, encontrei uma lenda oriental que traz um ensinamento muito bonito sobre como tudo está em nossas mãos, só precisamos acreditar. Como o ano está apenas começando fiquei com vontade de compartilhar e escrever este texto numa tentativa de reforçar para mim mesmo que a vida é sábia.

    Conta-se que há muitos anos um homem ficou viúvo e teve que se responsabilizar por suas duas filhas. Elas eram curiosas, inteligentes e sempre tinham o desejo de aprender. Constantemente lançavam perguntas ao pai que nem sempre sabia responder tudo.

     Vendo a inquietação das duas meninas, ele decidiu enviá-las por um tempo a um sábio que vivia numa colina. Sem titubear, o guru respondia a todas as perguntas lançadas pelas pequenas.

    Dispostas a buscar um jeito de fazer com que o sábio errasse ao menos uma vez, elas elaboraram um plano. Numa manhã, uma delas foi ao bosque e retornou com uma linda borboleta azul nas mãos. A ideia era fazer uma pergunta que o sábio jamais conseguiria responder: se a borboleta estava viva ou morta.

    A estratégia estava definida. Se o sábio respondesse que estava viva, a garota iria apertá-la em sua mão e matála, e se respondesse que a borboleta estava morta, ela abriria as mãos e a soltaria para voar livremente. Portanto, qualquer que fosse a resposta do sábio, ela estaria errada.

      Chegou o grande dia.

      “Mestre”, disse uma das jovens. “Pode nos dizer se esta borboleta azul que está em minhas mãos está viva ou morta?”

      O sábio respirou lentamente e com um leve sorriso respondeu: “Depende de você, ela está em suas mãos”. [...]


Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/ Acesso em: 18 fev. 2025.
É CORRETO afirmar que o texto é híbrido, pois combina elementos de diferentes tipologias e gêneros textuais, entre as quais estão
Alternativas
Q3274028 Português
Texto 01


Borboleta azul

   [...] Na semana passada, vivi uma das sensações mais incríveis dos últimos tempos e que me fez refletir sobre nossas escolhas. Estava na Chapada dos Veadeiros (GO) fazendo uma trilha pela manhã em meio a uma fina garoa, quando avistei uma queda d’água que ganhava vazão pelas corredeiras de um rio que cortava as paredes do cânion. Um verdadeiro quadro vivo emoldurado à minha frente. Cenário lindo.

   Eu me posicionei numa pedra para contemplar tamanha beleza, após uma hora de caminhada. Quando notei, a poucos metros de mim, o bailar de uma linda borboleta azul. Ela ia e voltava sobre as águas batendo suas asas agasalhadas num azul metálico hipnotizante. Nunca tinha visto algo tão belo. Fiquei encantado. Era como se ela assinasse, em cada movimento no ar, aquele pequeno recorte de uma tela do paraíso. Fui tomado por uma forte emoção. Sua sutileza se comunicou comigo naquilo que temos de mais verdadeiro: o coração. Deixei meus olhos vagarem por suas asas e senti uma forte intuição de presença, como se naquele instante o tempo tivesse parado. A borboleta azul me dava as boasvindas, com um recado.

   Encantado com a cena daquela manhã, pesquisei muito sobre borboletas azuis. Além de descobrir que elas são mais raras, encontrei uma lenda oriental que traz um ensinamento muito bonito sobre como tudo está em nossas mãos, só precisamos acreditar. Como o ano está apenas começando fiquei com vontade de compartilhar e escrever este texto numa tentativa de reforçar para mim mesmo que a vida é sábia.

    Conta-se que há muitos anos um homem ficou viúvo e teve que se responsabilizar por suas duas filhas. Elas eram curiosas, inteligentes e sempre tinham o desejo de aprender. Constantemente lançavam perguntas ao pai que nem sempre sabia responder tudo.

     Vendo a inquietação das duas meninas, ele decidiu enviá-las por um tempo a um sábio que vivia numa colina. Sem titubear, o guru respondia a todas as perguntas lançadas pelas pequenas.

    Dispostas a buscar um jeito de fazer com que o sábio errasse ao menos uma vez, elas elaboraram um plano. Numa manhã, uma delas foi ao bosque e retornou com uma linda borboleta azul nas mãos. A ideia era fazer uma pergunta que o sábio jamais conseguiria responder: se a borboleta estava viva ou morta.

    A estratégia estava definida. Se o sábio respondesse que estava viva, a garota iria apertá-la em sua mão e matála, e se respondesse que a borboleta estava morta, ela abriria as mãos e a soltaria para voar livremente. Portanto, qualquer que fosse a resposta do sábio, ela estaria errada.

      Chegou o grande dia.

      “Mestre”, disse uma das jovens. “Pode nos dizer se esta borboleta azul que está em minhas mãos está viva ou morta?”

      O sábio respirou lentamente e com um leve sorriso respondeu: “Depende de você, ela está em suas mãos”. [...]


Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/ Acesso em: 18 fev. 2025.
A borboleta azul enseja o autor a refletir sobre
Alternativas
Q3273977 Português
Convicta, mas não inflexível


Por Tríssia Ordovás Sartori 


Q1_10.png (690×509)


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2025/02/convictamas-nao-inflexivel-cm757iu1m00s2012bqb4556rc.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta a correta reescrita do trecho a seguir na voz passiva:

“Muitas evocam o fato dela ser trabalhadora”.
Alternativas
Q3273976 Português
Convicta, mas não inflexível


Por Tríssia Ordovás Sartori 


Q1_10.png (690×509)


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2025/02/convictamas-nao-inflexivel-cm757iu1m00s2012bqb4556rc.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta corretamente as classes de palavras às quais pertencem os vocábulos sublinhados no trecho a seguir, respectivamente:

“Em um mundo de exageros e ostentações, o básico fica ainda mais interessante”.
Alternativas
Q3273975 Português
Convicta, mas não inflexível


Por Tríssia Ordovás Sartori 


Q1_10.png (690×509)


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2025/02/convictamas-nao-inflexivel-cm757iu1m00s2012bqb4556rc.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo “comoção” (l. 24) sem causar alterações significativas ao trecho do texto em que ocorre. Desconsidere eventuais alterações no gênero das palavras.
Alternativas
Q3273974 Português
Convicta, mas não inflexível


Por Tríssia Ordovás Sartori 


Q1_10.png (690×509)


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2025/02/convictamas-nao-inflexivel-cm757iu1m00s2012bqb4556rc.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
O prefixo “in-” em “inflexível” traz um sentido negativo à palavra “flexível”, significando algo que não é flexível. Sendo assim, são palavras na qual o prefixo “in-” tem sentido negativo, EXCETO:
Alternativas
Q3273973 Português
Convicta, mas não inflexível


Por Tríssia Ordovás Sartori 


Q1_10.png (690×509)


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2025/02/convictamas-nao-inflexivel-cm757iu1m00s2012bqb4556rc.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica quantas outras alterações seriam obrigatoriamente necessárias para que se mantivessem as corretas relações de concordância caso a palavra “tubarões” fosse substituída por “o tubarão” no trecho a seguir: 

“Descobri que tubarões nunca podem parar de nadar porque não têm bexiga natatória — a estrutura que ajuda na flutuação —, o que os obriga a estar sempre em movimento”. 
Alternativas
Q3273972 Português
Convicta, mas não inflexível


Por Tríssia Ordovás Sartori 


Q1_10.png (690×509)


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2025/02/convictamas-nao-inflexivel-cm757iu1m00s2012bqb4556rc.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra ou expressão que poderia substituir corretamente o pronome relativo “onde” (l. 22).
Alternativas
Respostas
30081: C
30082: A
30083: D
30084: D
30085: A
30086: C
30087: E
30088: E
30089: B
30090: D
30091: C
30092: A
30093: D
30094: C
30095: A
30096: D
30097: D
30098: B
30099: C
30100: B