Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3286171 Português

Leia o texto a seguir:


O céu ameaça a terra


Meninos e meninas do povo ikolen-gavião, de Rondônia, sentamse à noite ao redor da fogueira e olham o céu estrelado. Estão maravilhados, mas têm medo: um velho pajé acaba de contar como, antigamente, o céu quase esmagou a Terra.


Era muito antes dos avós dos avós dos meninos, era no começo dos tempos. A humanidade esteve por um fio: podia ser o fim do mundo. Nessa época, o céu ficava muito longe da Terra, mal dava para ver seu azul.


Um dia, ouviu-se trovejar, com estrondo ensurdecedor. O céu começou a tremer e, bem devagarinho, foi caindo, caindo. Homens, mulheres e crianças mal conseguiam ficar em pé e fugiam apavorados para debaixo das árvores ou para dentro de tocas. Só coqueiros e mamoeiros seguravam o céu, servindo de esteios, impedindo-o de colar-se à Terra. Talvez as pessoas, apesar do medo, estivessem experimentando tocar o céu com as mãos...


Nisso, um menino de 5 anos pegou algumas penas de nambu, "mawir" na língua tupi-mondé dos índios ikolens, e fez flechas. Crianças dos ikolens não podem comer essa espécie de nambu, senão ficam aleijadas. Era um nambu redondinho, como a abóbada celeste.


O céu era duríssimo, mas o menino esperto atirou suas flechas adornadas com plumas de mawir. Espanto e alívio! A cada f lechada do garotinho, o céu subia um bom pedaço. Foram três, até o céu ficar como é hoje.


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3165/o-ceu-ameaca-a-terra. Acesso em 27/12/2024. Texto adaptado

“Homens, mulheres e crianças mal conseguiam ficar em pé e fugiam apavorados para debaixo das árvores ou para dentro de tocas” (3º parágrafo). Essa reação das pessoas ocorreu, devido:
Alternativas
Q3286170 Português

Leia o texto a seguir:


O céu ameaça a terra


Meninos e meninas do povo ikolen-gavião, de Rondônia, sentamse à noite ao redor da fogueira e olham o céu estrelado. Estão maravilhados, mas têm medo: um velho pajé acaba de contar como, antigamente, o céu quase esmagou a Terra.


Era muito antes dos avós dos avós dos meninos, era no começo dos tempos. A humanidade esteve por um fio: podia ser o fim do mundo. Nessa época, o céu ficava muito longe da Terra, mal dava para ver seu azul.


Um dia, ouviu-se trovejar, com estrondo ensurdecedor. O céu começou a tremer e, bem devagarinho, foi caindo, caindo. Homens, mulheres e crianças mal conseguiam ficar em pé e fugiam apavorados para debaixo das árvores ou para dentro de tocas. Só coqueiros e mamoeiros seguravam o céu, servindo de esteios, impedindo-o de colar-se à Terra. Talvez as pessoas, apesar do medo, estivessem experimentando tocar o céu com as mãos...


Nisso, um menino de 5 anos pegou algumas penas de nambu, "mawir" na língua tupi-mondé dos índios ikolens, e fez flechas. Crianças dos ikolens não podem comer essa espécie de nambu, senão ficam aleijadas. Era um nambu redondinho, como a abóbada celeste.


O céu era duríssimo, mas o menino esperto atirou suas flechas adornadas com plumas de mawir. Espanto e alívio! A cada f lechada do garotinho, o céu subia um bom pedaço. Foram três, até o céu ficar como é hoje.


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3165/o-ceu-ameaca-a-terra. Acesso em 27/12/2024. Texto adaptado

A ideia principal do texto é:
Alternativas
Q3286169 Português

Leia o texto a seguir:


O céu ameaça a terra


Meninos e meninas do povo ikolen-gavião, de Rondônia, sentamse à noite ao redor da fogueira e olham o céu estrelado. Estão maravilhados, mas têm medo: um velho pajé acaba de contar como, antigamente, o céu quase esmagou a Terra.


Era muito antes dos avós dos avós dos meninos, era no começo dos tempos. A humanidade esteve por um fio: podia ser o fim do mundo. Nessa época, o céu ficava muito longe da Terra, mal dava para ver seu azul.


Um dia, ouviu-se trovejar, com estrondo ensurdecedor. O céu começou a tremer e, bem devagarinho, foi caindo, caindo. Homens, mulheres e crianças mal conseguiam ficar em pé e fugiam apavorados para debaixo das árvores ou para dentro de tocas. Só coqueiros e mamoeiros seguravam o céu, servindo de esteios, impedindo-o de colar-se à Terra. Talvez as pessoas, apesar do medo, estivessem experimentando tocar o céu com as mãos...


Nisso, um menino de 5 anos pegou algumas penas de nambu, "mawir" na língua tupi-mondé dos índios ikolens, e fez flechas. Crianças dos ikolens não podem comer essa espécie de nambu, senão ficam aleijadas. Era um nambu redondinho, como a abóbada celeste.


O céu era duríssimo, mas o menino esperto atirou suas flechas adornadas com plumas de mawir. Espanto e alívio! A cada f lechada do garotinho, o céu subia um bom pedaço. Foram três, até o céu ficar como é hoje.


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3165/o-ceu-ameaca-a-terra. Acesso em 27/12/2024. Texto adaptado

“Um dia, ouviu-se trovejar, com estrondo ensurdecedor” (3º parágrafo). A palavra destacada, em seu contexto de uso, significa:
Alternativas
Q3286168 Português

Leia o texto a seguir:


O céu ameaça a terra


Meninos e meninas do povo ikolen-gavião, de Rondônia, sentamse à noite ao redor da fogueira e olham o céu estrelado. Estão maravilhados, mas têm medo: um velho pajé acaba de contar como, antigamente, o céu quase esmagou a Terra.


Era muito antes dos avós dos avós dos meninos, era no começo dos tempos. A humanidade esteve por um fio: podia ser o fim do mundo. Nessa época, o céu ficava muito longe da Terra, mal dava para ver seu azul.


Um dia, ouviu-se trovejar, com estrondo ensurdecedor. O céu começou a tremer e, bem devagarinho, foi caindo, caindo. Homens, mulheres e crianças mal conseguiam ficar em pé e fugiam apavorados para debaixo das árvores ou para dentro de tocas. Só coqueiros e mamoeiros seguravam o céu, servindo de esteios, impedindo-o de colar-se à Terra. Talvez as pessoas, apesar do medo, estivessem experimentando tocar o céu com as mãos...


Nisso, um menino de 5 anos pegou algumas penas de nambu, "mawir" na língua tupi-mondé dos índios ikolens, e fez flechas. Crianças dos ikolens não podem comer essa espécie de nambu, senão ficam aleijadas. Era um nambu redondinho, como a abóbada celeste.


O céu era duríssimo, mas o menino esperto atirou suas flechas adornadas com plumas de mawir. Espanto e alívio! A cada f lechada do garotinho, o céu subia um bom pedaço. Foram três, até o céu ficar como é hoje.


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3165/o-ceu-ameaca-a-terra. Acesso em 27/12/2024. Texto adaptado

O texto anterior é um conto indígena que busca explicar:
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Q3286116 Português
“Como cidadãos, podemos contribuir para a conservação e proteção das árvores com ações em nossa própria casa, procurando os órgãos de meio ambiente para saber qual espécie melhor se adapta na minha região, o local correto para o plantio, quais os cuidados necessários. Afinal, plantar uma árvore é essencial, mas requer responsabilidades e cuidados no plantio com a escolha de espécies nativas e seus manejos.”
Márcia Cristiane Kravetz Andrade
Na organização temática do texto, desenvolvese a ideia de que é:
Alternativas
Q3286113 Português
O trabalho em parceria pode ser uma grande contribuição para o sucesso da empresa e do profissional. Quando os membros de uma equipe trabalham de forma compartilhada, a dinâmica do processo se torna mais eficiente, pois a troca de conhecimentos e experiências ocorre de maneira mais natural. Assim, com perspectivas e habilidades variadas, o olhar para o negócio se torna mais amplo, criativo e inovador.
Outro benefício é que, por trabalharem unidos, fica mais fácil para os colaboradores se adaptarem em momentos de mudança. Juntos, os membros da empresa conseguem pensar em estratégias mais competitivas diante de cenários desafiadores e em soluções mais rápidas.
Disponível em: https://poderdaescuta.com (adaptado)
Sobre o conteúdo do texto, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3286021 Português
Entre as palavras abaixo, uma é considerada preposição, assinale-a. 
Alternativas
Q3286020 Português
As conjunções são palavras que servem para relacionar duas orações ou dois termos semelhantes da mesma oração. Assinale a alternativa que estabelece uma relação INCORRETA entre a conjunção destacada e sua classificação.
Alternativas
Q3286019 Português
A frase “Abraçou-o porque estava com saudades.” contém ênclise, isto é, o pronome está colocado após o verbo. Qual das frases a seguir apresenta o mesmo tipo de estrutura?
Alternativas
Q3286018 Português

Analise a regência verbal nas frases abaixo e destaque, posteriormente, a alternativa correta.



I. Aproveitou as opções que tinha e fez a melhor escolha.


II. O modo de fazer, nessa receita, consiste em misturar tudo.


III. Pedi ajuda à síndica.

Alternativas
Q3286017 Português
Assinale a alternativa em que a crase foi utilizada corretamente.
Alternativas
Q3286016 Português
Leia as frases e assinale a alternativa em que a concordância verbal está INCORRETA:
Alternativas
Q3286015 Português

Leia a descrição a seguir e assinale a alternativa que indica corretamente de qual tipo de pontuação se trata.


Sinal de pontuação que se emprega principalmente no início e no fim de uma citação para diferenciá-la do resto do contexto, bem como para fazer sobressair termos ou expressões que diferem da linguagem normal de quem escreve (como estrangeirismos, arcaísmos, neologismos etc.). 

Alternativas
Q3286013 Português

Relacione cada advérbio destacado ao seu sentido na frase apresentada.



I. Teve música e dança, todos se divertiram muito!


II. Saímos tarde do trabalho para finalizar o projeto.


III. Arrume-se depressa, senão vai perder o ônibus!


IV. Provavelmente, Maria fará um curso de produtora de eventos. 



a) Tempo


b) Dúvida


c) Intensidade


d) Modo 



Indique a alternativa que estabelece as relações corretamente.

Alternativas
Q3286012 Português
No trecho “Há dois mundos distintos, o claro e o escuro”, de Carlos Drummond de Andrade, há uma figura de linguagem. Assinale a alternativa que indica corretamente qual é essa figura de linguagem.
Alternativas
Q3286011 Português

Marque a alternativa que preenche as lacunas da frase a seguir conforme a norma culta da língua portuguesa:


Comparecerei ___________________ palestra, mas ________________ seguir terei um compromisso que me fará sair _________________ pressas e ________________ francesa. 

Alternativas
Q3286010 Português

Analise as afirmativas abaixo a respeito da colocação pronominal e destaque, posteriormente, a alternativa correta.



I. Na oração “Onde nos encontraremos amanhã?”, utiliza-se a próclise em razão do advérbio interrogativo.


II. A posição do termo “me” em “Não me auxiliou na tarefa.” se justifica porque há uma palavra de negação que atrai o pronome.


III. Em “Te chamei mais cedo.”, a colocação pronominal está errada, visto que o verbo “chamar” exige a ênclise. 

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Q3286009 Português
Qual das frases a seguir está correta em relação à regência verbal?
Alternativas
Q3285967 Português
TEXTO I

Por uma cultura de paz

Uma das coisas mais bonitas de ver é a atuação pacífica de mães e de pais com seus filhos, educando-os no diálogo, na alteridade, no cuidado e no respeito aos outros. Nosso dia se ilumina ao ver um adulto se portando como adulto, sendo capaz de transmitir à geração mais nova o melhor que tem em si.

Uma das coisas mais constrangedoras de ver é a atuação descontrolada de mães e de pais com seus filhos, falando em tom agressivo, agindo com brusquidão, tentando impor seu poder pela força, com palavras ou atos físicos. Entristece-nos contemplar o ciclo de agressividade se reproduzindo, com consequências que vão muito além do que os nossos olhos podem ver naquele momento.

Essas duas situações me vêm ao pensar no cenário de agressividade que tem dominado a vida pública nacional. O ciclo de violência que permeia e estrutura nossa sociedade não é um dado da natureza. É uma realidade histórica renovada diariamente. Há um passado a influenciar, mas há também uma escolha feita no tempo presente: pais violentos, professores violentos, estudantes violentos, cidadãos violentos, policiais violentos, candidatos violentos, eleitores violentos, maridos violentos, motoristas violentos. Como nossa sensibilidade reage a essas situações?

O problema não é só aqui. Conheci recentemente um casal de professores universitários americanos que se mudaram para Glasgow, na Escócia, depois que o Estado do Arkansas aprovou uma lei permitindo que estudantes portassem armas ocultas no campus. Não se sentiam seguros de dar aulas sob as novas condições. O incrível é que parcela da sociedade brasileira olha para os Estados Unidos e deseja emular a mesma loucura armamentista. É uma escolha.

A cultura da violência é o oposto da cultura democrática, que é respeito, diálogo, negociação, cooperação. É evidente, diante disso, a necessidade de promover uma cultura de paz, uma cultura verdadeiramente democrática. Não é tarefa fácil, nem simples. Mas talvez o primeiro passo seja reconhecer o problema. Não somos um país pacífico. A sociedade brasileira tem historicamente tolerado – e continua tolerando – altos índices de violência. E, pior, quando nos indignamos com a violência das nossas cidades, a resposta tem sido uma só: mais violência. Almejam-se o aumento da pena e o endurecimento das condições de cumprimento da pena. Ou seja, ainda preferimos lidar com uma questão difícil e complexa por meio de uma resposta fácil e simplista.

Se queremos uma sociedade mais pacífica, em vez de pedir penas mais altas – como se todos os problemas fossem causados pelos outros –, temos de entender as causas da cultura de violência e da cultura de paz. Há exemplos interessantes. Considerada nos anos 1970 e 1980 como uma cidade difícil e violenta, Glasgow conseguiu transformar sua realidade social por meio de políticas públicas de apoio à educação e à arte e de fortalecimento dos laços comunitários.

A paz, assim como a democracia, não vem por decreto. É uma construção diária, que começa em casa, mas passa também, entre outros âmbitos, pelas eleições e por políticas públicas efetivas. Que nossa indignação com a criminalidade e a insegurança não desemboque em descontrole irracional, mas desperte uma resposta adulta – articulada e responsável – para o problema.

CAVALCANTI, Nicolau da Rocha. Opinião. Estado de Minas, 25/09/2024. Disponível em:https://www.estadao.com.br/opiniao/nicolau-da-rocha-cavalcanti/por-umacultura-de-paz/. Acesso em: 20 out. 2024. Adaptado.


TEXTO II


porto alegre, 2016


quando você viu na tv

aquelas pessoas em fila na chuva

à noite numa estrada

na fronteira de um país que não as deseja


e quando você viu as bombas

caírem sobre cidades distantes

com aquelas casas e ruas

tão sujas e tão diferentes


e quando você viu a polícia

na praça do país estrangeiro

partir pra cima de manifestantes

com bombas de gás lacrimogêneo


não pensou duas vezes

nem trocou o canal

e foi pegar comida

na geladeira


não reparou o que vinha

que era só uma questão de tempo

não interpretou como sinal a notícia

não precisou estocar mantimentos


agora a colher cai da boca

e o barulho de bomba é ali fora

e a polícia pra cima dos teus afetos

munida de espadas, sobre cavalos


FREITAS, Angélica. In: 50 poemas de revolta. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p. 13-14.

A postura apresentada no Texto 02, ao longo das cinco primeiras estrofes, dialoga com a seguinte crítica proposta pelo Texto 01:
Alternativas
Q3285966 Português

TEXTO II


porto alegre, 2016


quando você viu na tv

aquelas pessoas em fila na chuva

à noite numa estrada

na fronteira de um país que não as deseja


e quando você viu as bombas

caírem sobre cidades distantes

com aquelas casas e ruas

tão sujas e tão diferentes


e quando você viu a polícia

na praça do país estrangeiro

partir pra cima de manifestantes

com bombas de gás lacrimogêneo


não pensou duas vezes

nem trocou o canal

e foi pegar comida

na geladeira


não reparou o que vinha

que era só uma questão de tempo

não interpretou como sinal a notícia

não precisou estocar mantimentos


agora a colher cai da boca

e o barulho de bomba é ali fora

e a polícia pra cima dos teus afetos

munida de espadas, sobre cavalos


FREITAS, Angélica. In: 50 poemas de revolta. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p. 13-14.

A linguagem conotativa, ao ser empregada no verso “na fronteira de um país que não as deseja” (v. 4), confere expressividade ao texto, uma vez que:
Alternativas
Respostas
29481: A
29482: B
29483: C
29484: B
29485: C
29486: D
29487: E
29488: A
29489: C
29490: A
29491: D
29492: D
29493: E
29494: C
29495: B
29496: A
29497: B
29498: E
29499: C
29500: D