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Q3475574 Português
DESCONECTAR PARA CONECTAR 

Proibir celulares nas escolas é só o começo: desafio
maior é preparar jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual 

Stéphanie Habrich
Fundadora e diretora-executiva dos jornais Joca e Tino Econômico 

    O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso das telas gera resistência, mas levanta uma questão importante: isso realmente criará um ambiente de aprendizado mais saudável?
    A ciência mostra benefícios claros dessa restrição: maior concentração e foco, redução da ansiedade, melhora na interação social e no contato humano. Além disso, combater o cyberbullying e incentivar atividades físicas significativos. e culturais são ganhos O “detox digital” também pode fortalecer o senso crítico e a autonomia dos estudantes.
    Essa mudança, porém, exige acolhimento e conscientização. É essencial ouvir as preocupações dos alunos e explicar os benefícios. Pais e professores também precisam entender os impactos do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates sobre saúde mental e dependência digital.
    Pesquisas indicam que o excesso de telas compromete habilidades cognitivas essenciais, como memória e criatividade, além de estar associado a transtornos do sono e aumento da impulsividade. Escolas que já adotaram essa medida ao redor do mundo notam melhores resultados acadêmicos e maior engajamento em atividades extracurriculares.
    Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a necessidade de desenvolver habilidades interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar crianças e jovens no uso seguro e responsável das telas.
    A educação midiática é um caminho essencial nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações confiáveis de fake news fortalece o pensamento crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação. Esse processo começa cedo e se torna fundamental para a autonomia intelectual dos estudantes.
    O afastamento do celular nas escolas também resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução de problemas, a colaboração em projetos e o desenvolvimento da criatividade sem distrações digitais. A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão, troca de ideias e experimentação.
    Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro mais saudável, tanto para os estudantes quanto para seus relacionamentos. Mais do que proibir a tecnologia, trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho, como empatia, resiliência e argumentação.
    A discussão sobre o uso de celulares nas escolas vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo de sociedade que queremos construir. A proibição é apenas o começo: o verdadeiro desafio está em preparar os jovens para interagirem de forma saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
    Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao público infantojuvenil e seus educadores, acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou “apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade. Afinal, informação sem reflexão é só ruído.

Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025. 
Assinale a alternativa que analisa corretamente as palavras destacadas em “A ciência mostra benefícios claros dessa restrição [...]” e “Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual [...]”.
Alternativas
Q3475573 Português
DESCONECTAR PARA CONECTAR 

Proibir celulares nas escolas é só o começo: desafio
maior é preparar jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual 

Stéphanie Habrich
Fundadora e diretora-executiva dos jornais Joca e Tino Econômico 

    O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso das telas gera resistência, mas levanta uma questão importante: isso realmente criará um ambiente de aprendizado mais saudável?
    A ciência mostra benefícios claros dessa restrição: maior concentração e foco, redução da ansiedade, melhora na interação social e no contato humano. Além disso, combater o cyberbullying e incentivar atividades físicas significativos. e culturais são ganhos O “detox digital” também pode fortalecer o senso crítico e a autonomia dos estudantes.
    Essa mudança, porém, exige acolhimento e conscientização. É essencial ouvir as preocupações dos alunos e explicar os benefícios. Pais e professores também precisam entender os impactos do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates sobre saúde mental e dependência digital.
    Pesquisas indicam que o excesso de telas compromete habilidades cognitivas essenciais, como memória e criatividade, além de estar associado a transtornos do sono e aumento da impulsividade. Escolas que já adotaram essa medida ao redor do mundo notam melhores resultados acadêmicos e maior engajamento em atividades extracurriculares.
    Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a necessidade de desenvolver habilidades interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar crianças e jovens no uso seguro e responsável das telas.
    A educação midiática é um caminho essencial nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações confiáveis de fake news fortalece o pensamento crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação. Esse processo começa cedo e se torna fundamental para a autonomia intelectual dos estudantes.
    O afastamento do celular nas escolas também resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução de problemas, a colaboração em projetos e o desenvolvimento da criatividade sem distrações digitais. A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão, troca de ideias e experimentação.
    Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro mais saudável, tanto para os estudantes quanto para seus relacionamentos. Mais do que proibir a tecnologia, trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho, como empatia, resiliência e argumentação.
    A discussão sobre o uso de celulares nas escolas vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo de sociedade que queremos construir. A proibição é apenas o começo: o verdadeiro desafio está em preparar os jovens para interagirem de forma saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
    Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao público infantojuvenil e seus educadores, acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou “apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade. Afinal, informação sem reflexão é só ruído.

Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025. 
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que  
Alternativas
Q3475572 Português
DESCONECTAR PARA CONECTAR 

Proibir celulares nas escolas é só o começo: desafio
maior é preparar jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual 

Stéphanie Habrich
Fundadora e diretora-executiva dos jornais Joca e Tino Econômico 

    O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso das telas gera resistência, mas levanta uma questão importante: isso realmente criará um ambiente de aprendizado mais saudável?
    A ciência mostra benefícios claros dessa restrição: maior concentração e foco, redução da ansiedade, melhora na interação social e no contato humano. Além disso, combater o cyberbullying e incentivar atividades físicas significativos. e culturais são ganhos O “detox digital” também pode fortalecer o senso crítico e a autonomia dos estudantes.
    Essa mudança, porém, exige acolhimento e conscientização. É essencial ouvir as preocupações dos alunos e explicar os benefícios. Pais e professores também precisam entender os impactos do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates sobre saúde mental e dependência digital.
    Pesquisas indicam que o excesso de telas compromete habilidades cognitivas essenciais, como memória e criatividade, além de estar associado a transtornos do sono e aumento da impulsividade. Escolas que já adotaram essa medida ao redor do mundo notam melhores resultados acadêmicos e maior engajamento em atividades extracurriculares.
    Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a necessidade de desenvolver habilidades interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar crianças e jovens no uso seguro e responsável das telas.
    A educação midiática é um caminho essencial nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações confiáveis de fake news fortalece o pensamento crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação. Esse processo começa cedo e se torna fundamental para a autonomia intelectual dos estudantes.
    O afastamento do celular nas escolas também resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução de problemas, a colaboração em projetos e o desenvolvimento da criatividade sem distrações digitais. A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão, troca de ideias e experimentação.
    Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro mais saudável, tanto para os estudantes quanto para seus relacionamentos. Mais do que proibir a tecnologia, trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho, como empatia, resiliência e argumentação.
    A discussão sobre o uso de celulares nas escolas vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo de sociedade que queremos construir. A proibição é apenas o começo: o verdadeiro desafio está em preparar os jovens para interagirem de forma saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
    Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao público infantojuvenil e seus educadores, acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou “apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade. Afinal, informação sem reflexão é só ruído.

Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025. 
Em relação ao termo “isso”, presente no primeiro parágrafo do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3475571 Português
DESCONECTAR PARA CONECTAR 

Proibir celulares nas escolas é só o começo: desafio
maior é preparar jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual 

Stéphanie Habrich
Fundadora e diretora-executiva dos jornais Joca e Tino Econômico 

    O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso das telas gera resistência, mas levanta uma questão importante: isso realmente criará um ambiente de aprendizado mais saudável?
    A ciência mostra benefícios claros dessa restrição: maior concentração e foco, redução da ansiedade, melhora na interação social e no contato humano. Além disso, combater o cyberbullying e incentivar atividades físicas significativos. e culturais são ganhos O “detox digital” também pode fortalecer o senso crítico e a autonomia dos estudantes.
    Essa mudança, porém, exige acolhimento e conscientização. É essencial ouvir as preocupações dos alunos e explicar os benefícios. Pais e professores também precisam entender os impactos do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates sobre saúde mental e dependência digital.
    Pesquisas indicam que o excesso de telas compromete habilidades cognitivas essenciais, como memória e criatividade, além de estar associado a transtornos do sono e aumento da impulsividade. Escolas que já adotaram essa medida ao redor do mundo notam melhores resultados acadêmicos e maior engajamento em atividades extracurriculares.
    Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a necessidade de desenvolver habilidades interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar crianças e jovens no uso seguro e responsável das telas.
    A educação midiática é um caminho essencial nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações confiáveis de fake news fortalece o pensamento crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação. Esse processo começa cedo e se torna fundamental para a autonomia intelectual dos estudantes.
    O afastamento do celular nas escolas também resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução de problemas, a colaboração em projetos e o desenvolvimento da criatividade sem distrações digitais. A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão, troca de ideias e experimentação.
    Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro mais saudável, tanto para os estudantes quanto para seus relacionamentos. Mais do que proibir a tecnologia, trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho, como empatia, resiliência e argumentação.
    A discussão sobre o uso de celulares nas escolas vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo de sociedade que queremos construir. A proibição é apenas o começo: o verdadeiro desafio está em preparar os jovens para interagirem de forma saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
    Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao público infantojuvenil e seus educadores, acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou “apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade. Afinal, informação sem reflexão é só ruído.

Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025. 
Assinale a alternativa que analisa corretamente o emprego dos sinais de pontuação no texto.
Alternativas
Q3475430 Português

Leia a frase abaixo:


"O bonito carro vermelho parou na rua."


Na frase, a palavra bonito é usada para dar uma característica ao carro.Que tipo de palavra usamos para dar características a algo ou alguém?

Alternativas
Q3475429 Português
Assinale a alternativa que apresenta erro de concordância nominal.
Alternativas
Q3475428 Português

Leia o trecho da poesia "Meus Oito Anos", de Casimiro de Abreu e responda a seguir:


"No fim de tarde, o céu era um manto azul e dourado, que cobria a cidade com sua calma." 


Na frase, a palavra manto foi usada para:

Alternativas
Q3475427 Português

Texto II para responder à questão.


O Sabor da Infância em Cada Doce


A cozinha da Vovó Isa era um lugar mágico, onde as panelas contavam histórias e os aromas traziam lembranças. De todos os tesouros que ela preparava, o Doce de Abóbora com Coco era, sem dúvida, o mais especial. Não apenas por ser delicioso, mas porque cada etapa de seu preparo era um ritual de carinho.


Primeiro, era preciso escolher a abóbora perfeita, madura e doce. Depois, cortá-la em cubinhos e cozinhála com pouca água até ficar macia. 


Aí vinha o segredo: amassar a abóbora com um garfo e adicionar o coco ralado fresco, açúcar e cravos-da-índia. Em fogo baixo, mexíamos sem parar, sentindo o cheiro que invadia a casa. O ponto ideal era quando o doce desgrudava do fundo da panela, brilhante e cremoso. Vovó sempre dizia que a pressa era inimiga da doçura. E, para finalizar, uma pitadinha de canela para realçar o sabor.


Esse doce não era apenas uma sobremesa; era a memória viva de domingos ensolarados e abraços apertados, passada de geração em geração. Ele nos ensinava que as melhores coisas da vida são feitas com tempo, amor e um toque de tradição. 


(Autor desconhecido)

A palavra Abóbora é acentuada graficamente por ser:
Alternativas
Q3475426 Português

Texto II para responder à questão.


O Sabor da Infância em Cada Doce


A cozinha da Vovó Isa era um lugar mágico, onde as panelas contavam histórias e os aromas traziam lembranças. De todos os tesouros que ela preparava, o Doce de Abóbora com Coco era, sem dúvida, o mais especial. Não apenas por ser delicioso, mas porque cada etapa de seu preparo era um ritual de carinho.


Primeiro, era preciso escolher a abóbora perfeita, madura e doce. Depois, cortá-la em cubinhos e cozinhála com pouca água até ficar macia. 


Aí vinha o segredo: amassar a abóbora com um garfo e adicionar o coco ralado fresco, açúcar e cravos-da-índia. Em fogo baixo, mexíamos sem parar, sentindo o cheiro que invadia a casa. O ponto ideal era quando o doce desgrudava do fundo da panela, brilhante e cremoso. Vovó sempre dizia que a pressa era inimiga da doçura. E, para finalizar, uma pitadinha de canela para realçar o sabor.


Esse doce não era apenas uma sobremesa; era a memória viva de domingos ensolarados e abraços apertados, passada de geração em geração. Ele nos ensinava que as melhores coisas da vida são feitas com tempo, amor e um toque de tradição. 


(Autor desconhecido)

No trecho "Vovó sempre dizia que a pressa era inimiga da doçura", qual a ideia principal que a Vovó Isa queria ensinar sobre a vida, usando a preparação do doce como exemplo?
Alternativas
Q3475425 Português

Texto II para responder à questão.


O Sabor da Infância em Cada Doce


A cozinha da Vovó Isa era um lugar mágico, onde as panelas contavam histórias e os aromas traziam lembranças. De todos os tesouros que ela preparava, o Doce de Abóbora com Coco era, sem dúvida, o mais especial. Não apenas por ser delicioso, mas porque cada etapa de seu preparo era um ritual de carinho.


Primeiro, era preciso escolher a abóbora perfeita, madura e doce. Depois, cortá-la em cubinhos e cozinhála com pouca água até ficar macia. 


Aí vinha o segredo: amassar a abóbora com um garfo e adicionar o coco ralado fresco, açúcar e cravos-da-índia. Em fogo baixo, mexíamos sem parar, sentindo o cheiro que invadia a casa. O ponto ideal era quando o doce desgrudava do fundo da panela, brilhante e cremoso. Vovó sempre dizia que a pressa era inimiga da doçura. E, para finalizar, uma pitadinha de canela para realçar o sabor.


Esse doce não era apenas uma sobremesa; era a memória viva de domingos ensolarados e abraços apertados, passada de geração em geração. Ele nos ensinava que as melhores coisas da vida são feitas com tempo, amor e um toque de tradição. 


(Autor desconhecido)

Apesar de incluir a forma de preparar o Doce de Abóbora com Coco, o principal propósito do texto é: 
Alternativas
Q3475424 Português

Leia o trecho da conversa entre os amigos Pedro e Sofia:


Pedro: — Sofia, você já sabe (I) ______ será a nossa gincana de fim de ano? Estou muito animado!


Sofia: — Sim, Pedro! A professora já nos contou! Vai ser no parque, (II) ______ sempre fazemos nossas festas. Mas precisamos descobrir (III) ______ vamos depois da gincana, para o lanche.


Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem.

Alternativas
Q3475274 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma frase escrita de acordo com a norma culta da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3475273 Português

Leia a frase abaixo e complete a lacuna com a forma correta, de acordo com as regras de concordância nominal da Língua Portuguesa.


"A tranquilidade e o bom humor dos idosos eram _______ para a convivência pacífica no asilo."


Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.

Alternativas
Q3475272 Português

Observe a frase a seguir:


"No meu estojo, tenho lápis _ canetas _ e borracha."


Assinale a alternativa que indica o uso correto da vírgula para completar a frase.

Alternativas
Q3475271 Português

Complete a frase abaixo com a forma correta do "porquê":


"Elas não vieram à festa ______ estavam trabalhando."


Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.

Alternativas
Q3475268 Português

Texto I para trabalhar a questão.


 Leia o último verso do poema de Mário Quintana:

Imagem associada para resolução da questão

A palavra destacada, dá, é acentuada graficamente porque, de acordo com as regras de acentuação da Língua Portuguesa, é um(a):

Alternativas
Q3474614 Português
Esta denúncia não tem fundamento”. O pronome destacado deve ser classificado como um: 
Alternativas
Q3474613 Português
Sobre o sentido da relação estabelecida pela preposição na oração: “Chegamos de Recife ontem à noite”:
Alternativas
Q3474612 Português
O verbo da oração: “Tu fazes promessas vãs”, classifica-se em tempo e modo do: 
Alternativas
Q3474611 Português
“Fiquei com muito de que você não me perdoasse”. A oração destacada dever ser classificada como uma: 
Alternativas
Respostas
29441: D
29442: B
29443: C
29444: E
29445: A
29446: D
29447: B
29448: A
29449: B
29450: C
29451: C
29452: A
29453: B
29454: A
29455: D
29456: C
29457: B
29458: A
29459: C
29460: D