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Q3477502 Português
Texto para a questão.

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA NO BRASIL: REFLEXOS DE UMA SOCIEDADE PLURAL

“Uai”, “bah”, “égua”, “oxe”, todas essas expressões regionais fazem parte da diversidade linguística brasileira. Com cinco regiões e mais de 210 milhões de habitantes, o Brasil é um dos países mais diversificados do mundo. Com um vasto território, o idioma pode ser o mesmo, mas cada um possui suas particularidades. O português faz parte da família de línguas que se originou do latim (a qual chamamos de família latina ou românica). Vinda de Portugal no século 16, a língua portuguesa sofreu alterações, quando chegou em território brasileiro.

O Brasil é um país rico em diversidade cultural, e o mesmo se reflete claramente em sua língua. Logo, as diferentes variações linguísticas foram influenciadas por fatores históricos e sociais, demonstram que a língua não é estática, mas adaptável às características de seus falantes. Essa variação linguística vai além de simples sotaques, abrangendo expressões regionais e diferentes estruturas linguísticas que enriquecem o português falado no país.

A variação linguística é um fenômeno natural em qualquer idioma e ocorre em função do contexto social, regional e histórico. No Brasil, influências indígenas, africanas e europeias se misturaram ao longo dos séculos, criando uma língua única em constante transformação. No entanto, essa riqueza linguística muitas vezes é alvo de preconceitos. Pessoas que falam de maneira diferente do padrão esperado podem ser discriminadas, especialmente em contextos formais, como no mercado de trabalho ou na educação.

É fundamental compreender que todas as formas de expressão são legítimas e carregam a identidade cultural de quem as utiliza. A imposição de um único padrão linguístico ignora a pluralidade do país e perpetua desigualdades sociais. Valorizar as variações linguísticas significa, também, reconhecer a história e a vivência das diversas comunidades que compõem a sociedade brasileira. Combater o preconceito linguístico é um passo importante para construir uma convivência mais inclusiva e respeitosa.

Portanto, discutir variação linguística nas escolas e nos demais espaços sociais é essencial para promover a empatia e o respeito às diferenças. Ao entender que cada modo de falar é uma expressão legítima de cultura e de identidade, aprendemos a valorizar a pluralidade do português brasileiro. Assim, a língua deixa de ser uma barreira e se torna um ponto de união entre os diversos povos que formam o Brasil.

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/diferenca-de-sotaques-apenas-demonstra-que-as-linguas-mudam-conforme-o-contexto-social-e-regional/. Acesso em: 02 mai. 2025. Adaptado.
Algumas classes de palavras assumem funções de elementos conectores. Assim sendo, os vocábulos realçados a seguir desempenham função conectiva de

I. “[...] demonstram que a língua não é estática [...]”
II. “O português faz parte da família de línguas que se originou do latim.” 
Alternativas
Q3477501 Português
Texto para a questão.

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA NO BRASIL: REFLEXOS DE UMA SOCIEDADE PLURAL

“Uai”, “bah”, “égua”, “oxe”, todas essas expressões regionais fazem parte da diversidade linguística brasileira. Com cinco regiões e mais de 210 milhões de habitantes, o Brasil é um dos países mais diversificados do mundo. Com um vasto território, o idioma pode ser o mesmo, mas cada um possui suas particularidades. O português faz parte da família de línguas que se originou do latim (a qual chamamos de família latina ou românica). Vinda de Portugal no século 16, a língua portuguesa sofreu alterações, quando chegou em território brasileiro.

O Brasil é um país rico em diversidade cultural, e o mesmo se reflete claramente em sua língua. Logo, as diferentes variações linguísticas foram influenciadas por fatores históricos e sociais, demonstram que a língua não é estática, mas adaptável às características de seus falantes. Essa variação linguística vai além de simples sotaques, abrangendo expressões regionais e diferentes estruturas linguísticas que enriquecem o português falado no país.

A variação linguística é um fenômeno natural em qualquer idioma e ocorre em função do contexto social, regional e histórico. No Brasil, influências indígenas, africanas e europeias se misturaram ao longo dos séculos, criando uma língua única em constante transformação. No entanto, essa riqueza linguística muitas vezes é alvo de preconceitos. Pessoas que falam de maneira diferente do padrão esperado podem ser discriminadas, especialmente em contextos formais, como no mercado de trabalho ou na educação.

É fundamental compreender que todas as formas de expressão são legítimas e carregam a identidade cultural de quem as utiliza. A imposição de um único padrão linguístico ignora a pluralidade do país e perpetua desigualdades sociais. Valorizar as variações linguísticas significa, também, reconhecer a história e a vivência das diversas comunidades que compõem a sociedade brasileira. Combater o preconceito linguístico é um passo importante para construir uma convivência mais inclusiva e respeitosa.

Portanto, discutir variação linguística nas escolas e nos demais espaços sociais é essencial para promover a empatia e o respeito às diferenças. Ao entender que cada modo de falar é uma expressão legítima de cultura e de identidade, aprendemos a valorizar a pluralidade do português brasileiro. Assim, a língua deixa de ser uma barreira e se torna um ponto de união entre os diversos povos que formam o Brasil.

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/diferenca-de-sotaques-apenas-demonstra-que-as-linguas-mudam-conforme-o-contexto-social-e-regional/. Acesso em: 02 mai. 2025. Adaptado.
“Logo, as diferentes variações linguísticas foram influenciadas por fatores históricos e sociais [...]”
A partir da estrutura oracional do trecho anterior, é verdadeiro o que se descreve no item
Alternativas
Q3477500 Português
Texto para a questão.

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA NO BRASIL: REFLEXOS DE UMA SOCIEDADE PLURAL

“Uai”, “bah”, “égua”, “oxe”, todas essas expressões regionais fazem parte da diversidade linguística brasileira. Com cinco regiões e mais de 210 milhões de habitantes, o Brasil é um dos países mais diversificados do mundo. Com um vasto território, o idioma pode ser o mesmo, mas cada um possui suas particularidades. O português faz parte da família de línguas que se originou do latim (a qual chamamos de família latina ou românica). Vinda de Portugal no século 16, a língua portuguesa sofreu alterações, quando chegou em território brasileiro.

O Brasil é um país rico em diversidade cultural, e o mesmo se reflete claramente em sua língua. Logo, as diferentes variações linguísticas foram influenciadas por fatores históricos e sociais, demonstram que a língua não é estática, mas adaptável às características de seus falantes. Essa variação linguística vai além de simples sotaques, abrangendo expressões regionais e diferentes estruturas linguísticas que enriquecem o português falado no país.

A variação linguística é um fenômeno natural em qualquer idioma e ocorre em função do contexto social, regional e histórico. No Brasil, influências indígenas, africanas e europeias se misturaram ao longo dos séculos, criando uma língua única em constante transformação. No entanto, essa riqueza linguística muitas vezes é alvo de preconceitos. Pessoas que falam de maneira diferente do padrão esperado podem ser discriminadas, especialmente em contextos formais, como no mercado de trabalho ou na educação.

É fundamental compreender que todas as formas de expressão são legítimas e carregam a identidade cultural de quem as utiliza. A imposição de um único padrão linguístico ignora a pluralidade do país e perpetua desigualdades sociais. Valorizar as variações linguísticas significa, também, reconhecer a história e a vivência das diversas comunidades que compõem a sociedade brasileira. Combater o preconceito linguístico é um passo importante para construir uma convivência mais inclusiva e respeitosa.

Portanto, discutir variação linguística nas escolas e nos demais espaços sociais é essencial para promover a empatia e o respeito às diferenças. Ao entender que cada modo de falar é uma expressão legítima de cultura e de identidade, aprendemos a valorizar a pluralidade do português brasileiro. Assim, a língua deixa de ser uma barreira e se torna um ponto de união entre os diversos povos que formam o Brasil.

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/diferenca-de-sotaques-apenas-demonstra-que-as-linguas-mudam-conforme-o-contexto-social-e-regional/. Acesso em: 02 mai. 2025. Adaptado.
Atente-se à regência do verbo demarcado a seguir, de modo a assinalar o item correto.
“[...] discutir variação linguística nas escolas e nos demais espaços sociais é essencial para promover a empatia e o respeito às diferenças.” 
Alternativas
Q3477499 Português
Texto para a questão.

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA NO BRASIL: REFLEXOS DE UMA SOCIEDADE PLURAL

“Uai”, “bah”, “égua”, “oxe”, todas essas expressões regionais fazem parte da diversidade linguística brasileira. Com cinco regiões e mais de 210 milhões de habitantes, o Brasil é um dos países mais diversificados do mundo. Com um vasto território, o idioma pode ser o mesmo, mas cada um possui suas particularidades. O português faz parte da família de línguas que se originou do latim (a qual chamamos de família latina ou românica). Vinda de Portugal no século 16, a língua portuguesa sofreu alterações, quando chegou em território brasileiro.

O Brasil é um país rico em diversidade cultural, e o mesmo se reflete claramente em sua língua. Logo, as diferentes variações linguísticas foram influenciadas por fatores históricos e sociais, demonstram que a língua não é estática, mas adaptável às características de seus falantes. Essa variação linguística vai além de simples sotaques, abrangendo expressões regionais e diferentes estruturas linguísticas que enriquecem o português falado no país.

A variação linguística é um fenômeno natural em qualquer idioma e ocorre em função do contexto social, regional e histórico. No Brasil, influências indígenas, africanas e europeias se misturaram ao longo dos séculos, criando uma língua única em constante transformação. No entanto, essa riqueza linguística muitas vezes é alvo de preconceitos. Pessoas que falam de maneira diferente do padrão esperado podem ser discriminadas, especialmente em contextos formais, como no mercado de trabalho ou na educação.

É fundamental compreender que todas as formas de expressão são legítimas e carregam a identidade cultural de quem as utiliza. A imposição de um único padrão linguístico ignora a pluralidade do país e perpetua desigualdades sociais. Valorizar as variações linguísticas significa, também, reconhecer a história e a vivência das diversas comunidades que compõem a sociedade brasileira. Combater o preconceito linguístico é um passo importante para construir uma convivência mais inclusiva e respeitosa.

Portanto, discutir variação linguística nas escolas e nos demais espaços sociais é essencial para promover a empatia e o respeito às diferenças. Ao entender que cada modo de falar é uma expressão legítima de cultura e de identidade, aprendemos a valorizar a pluralidade do português brasileiro. Assim, a língua deixa de ser uma barreira e se torna um ponto de união entre os diversos povos que formam o Brasil.

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/diferenca-de-sotaques-apenas-demonstra-que-as-linguas-mudam-conforme-o-contexto-social-e-regional/. Acesso em: 02 mai. 2025. Adaptado.
“O Brasil é um país rico em diversidade cultural, e o mesmo se reflete claramente em sua língua.” O vocábulo mesmo, no contexto discursivo em análise, tem função de 
Alternativas
Q3477498 Português
Texto para a questão.

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA NO BRASIL: REFLEXOS DE UMA SOCIEDADE PLURAL

“Uai”, “bah”, “égua”, “oxe”, todas essas expressões regionais fazem parte da diversidade linguística brasileira. Com cinco regiões e mais de 210 milhões de habitantes, o Brasil é um dos países mais diversificados do mundo. Com um vasto território, o idioma pode ser o mesmo, mas cada um possui suas particularidades. O português faz parte da família de línguas que se originou do latim (a qual chamamos de família latina ou românica). Vinda de Portugal no século 16, a língua portuguesa sofreu alterações, quando chegou em território brasileiro.

O Brasil é um país rico em diversidade cultural, e o mesmo se reflete claramente em sua língua. Logo, as diferentes variações linguísticas foram influenciadas por fatores históricos e sociais, demonstram que a língua não é estática, mas adaptável às características de seus falantes. Essa variação linguística vai além de simples sotaques, abrangendo expressões regionais e diferentes estruturas linguísticas que enriquecem o português falado no país.

A variação linguística é um fenômeno natural em qualquer idioma e ocorre em função do contexto social, regional e histórico. No Brasil, influências indígenas, africanas e europeias se misturaram ao longo dos séculos, criando uma língua única em constante transformação. No entanto, essa riqueza linguística muitas vezes é alvo de preconceitos. Pessoas que falam de maneira diferente do padrão esperado podem ser discriminadas, especialmente em contextos formais, como no mercado de trabalho ou na educação.

É fundamental compreender que todas as formas de expressão são legítimas e carregam a identidade cultural de quem as utiliza. A imposição de um único padrão linguístico ignora a pluralidade do país e perpetua desigualdades sociais. Valorizar as variações linguísticas significa, também, reconhecer a história e a vivência das diversas comunidades que compõem a sociedade brasileira. Combater o preconceito linguístico é um passo importante para construir uma convivência mais inclusiva e respeitosa.

Portanto, discutir variação linguística nas escolas e nos demais espaços sociais é essencial para promover a empatia e o respeito às diferenças. Ao entender que cada modo de falar é uma expressão legítima de cultura e de identidade, aprendemos a valorizar a pluralidade do português brasileiro. Assim, a língua deixa de ser uma barreira e se torna um ponto de união entre os diversos povos que formam o Brasil.

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/diferenca-de-sotaques-apenas-demonstra-que-as-linguas-mudam-conforme-o-contexto-social-e-regional/. Acesso em: 02 mai. 2025. Adaptado.
Acerca das vírgulas que delimitam o período em evidência, aponte a alternativa correta.
“Vinda de Portugal no século 16, [1] a língua portuguesa sofreu alterações, [2] quando chegou em território brasileiro.” 
Alternativas
Q3477497 Português
Texto para a questão.

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA NO BRASIL: REFLEXOS DE UMA SOCIEDADE PLURAL

“Uai”, “bah”, “égua”, “oxe”, todas essas expressões regionais fazem parte da diversidade linguística brasileira. Com cinco regiões e mais de 210 milhões de habitantes, o Brasil é um dos países mais diversificados do mundo. Com um vasto território, o idioma pode ser o mesmo, mas cada um possui suas particularidades. O português faz parte da família de línguas que se originou do latim (a qual chamamos de família latina ou românica). Vinda de Portugal no século 16, a língua portuguesa sofreu alterações, quando chegou em território brasileiro.

O Brasil é um país rico em diversidade cultural, e o mesmo se reflete claramente em sua língua. Logo, as diferentes variações linguísticas foram influenciadas por fatores históricos e sociais, demonstram que a língua não é estática, mas adaptável às características de seus falantes. Essa variação linguística vai além de simples sotaques, abrangendo expressões regionais e diferentes estruturas linguísticas que enriquecem o português falado no país.

A variação linguística é um fenômeno natural em qualquer idioma e ocorre em função do contexto social, regional e histórico. No Brasil, influências indígenas, africanas e europeias se misturaram ao longo dos séculos, criando uma língua única em constante transformação. No entanto, essa riqueza linguística muitas vezes é alvo de preconceitos. Pessoas que falam de maneira diferente do padrão esperado podem ser discriminadas, especialmente em contextos formais, como no mercado de trabalho ou na educação.

É fundamental compreender que todas as formas de expressão são legítimas e carregam a identidade cultural de quem as utiliza. A imposição de um único padrão linguístico ignora a pluralidade do país e perpetua desigualdades sociais. Valorizar as variações linguísticas significa, também, reconhecer a história e a vivência das diversas comunidades que compõem a sociedade brasileira. Combater o preconceito linguístico é um passo importante para construir uma convivência mais inclusiva e respeitosa.

Portanto, discutir variação linguística nas escolas e nos demais espaços sociais é essencial para promover a empatia e o respeito às diferenças. Ao entender que cada modo de falar é uma expressão legítima de cultura e de identidade, aprendemos a valorizar a pluralidade do português brasileiro. Assim, a língua deixa de ser uma barreira e se torna um ponto de união entre os diversos povos que formam o Brasil.

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/diferenca-de-sotaques-apenas-demonstra-que-as-linguas-mudam-conforme-o-contexto-social-e-regional/. Acesso em: 02 mai. 2025. Adaptado.
“No Brasil, influências indígenas, africanas e europeias se misturaram ao longo dos séculos [...]” Assim como em europeias, o acento gráfico caiu em desuso no termo destacado em 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IESES Órgão: SCGás Prova: IESES - 2025 - SCGás - Analista Organizacional |
Q3476954 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:


PIB de SC cresce 6,9% em 12 meses até março


    O Produto Interno Bruto (PIB) de Santa Catarina cresceu 6,9% nos 12 meses encerrados em março de 2025, segundo estimativa da Secretaria de Estado do Planejamento. O desempenho estadual também foi confirmado pelo Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR-SC), do Banco Central, que apontou alta de 6,7%, a maior entre as 13 principais economias estaduais do país, superando Paraná (6,5%) e Pará (5,1%). 

    O crescimento catarinense foi impulsionado especialmente pela indústria, que avançou 8% no período, com destaque para a indústria de transformação, que cresceu 9,4%. O setor de serviços registrou elevação de 6%, sustentado pela recuperação econômica e pelo maior dinamismo da indústria e do comércio. A agropecuária também contribuiu positivamente, revertendo a queda da safra anterior. A agricultura apresentou crescimento de 17,8% no índice quantum, com aumento na produção de soja, milho, arroz, feijão, fumo e cebola, favorecida pelo clima e pela ampliação da área plantada. A pecuária também cresceu. No primeiro trimestre de 2025 avançou 2,2% frente ao mesmo período de 2024. A produção de frangos cresceu 2,2% e a de suínos, 0,90%.

    Enquanto a projeção do PIB nacional para 2025, segundo a pesquisa Focus do Banco Central, é de 2,2%, o ritmo da economia catarinense indica uma variação significativamente superior.


Adaptado de: NSC Total.
Analise a frase a seguir, extraída do texto: “A pecuária também cresceu”. Considerando a regência verbal do verbo “crescer” nessa frase, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IESES Órgão: SCGás Prova: IESES - 2025 - SCGás - Analista Organizacional |
Q3476953 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:


PIB de SC cresce 6,9% em 12 meses até março


    O Produto Interno Bruto (PIB) de Santa Catarina cresceu 6,9% nos 12 meses encerrados em março de 2025, segundo estimativa da Secretaria de Estado do Planejamento. O desempenho estadual também foi confirmado pelo Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR-SC), do Banco Central, que apontou alta de 6,7%, a maior entre as 13 principais economias estaduais do país, superando Paraná (6,5%) e Pará (5,1%). 

    O crescimento catarinense foi impulsionado especialmente pela indústria, que avançou 8% no período, com destaque para a indústria de transformação, que cresceu 9,4%. O setor de serviços registrou elevação de 6%, sustentado pela recuperação econômica e pelo maior dinamismo da indústria e do comércio. A agropecuária também contribuiu positivamente, revertendo a queda da safra anterior. A agricultura apresentou crescimento de 17,8% no índice quantum, com aumento na produção de soja, milho, arroz, feijão, fumo e cebola, favorecida pelo clima e pela ampliação da área plantada. A pecuária também cresceu. No primeiro trimestre de 2025 avançou 2,2% frente ao mesmo período de 2024. A produção de frangos cresceu 2,2% e a de suínos, 0,90%.

    Enquanto a projeção do PIB nacional para 2025, segundo a pesquisa Focus do Banco Central, é de 2,2%, o ritmo da economia catarinense indica uma variação significativamente superior.


Adaptado de: NSC Total.
Analise as transformações propostas nas frases a seguir:

I. Na frase “O setor de serviços registrou elevação de 6%”, a palavra “elevação” não poderia ser substituída por “crescimento”, pois tal alteração modificaria o sentido original do texto.
II. Na expressão “variação significativamente superior”, a palavra significativamente” poderia ser substituída por “consideravelmente” sem prejuízo do sentido.

Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IESES Órgão: SCGás Prova: IESES - 2025 - SCGás - Analista Organizacional |
Q3476952 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:


PIB de SC cresce 6,9% em 12 meses até março


    O Produto Interno Bruto (PIB) de Santa Catarina cresceu 6,9% nos 12 meses encerrados em março de 2025, segundo estimativa da Secretaria de Estado do Planejamento. O desempenho estadual também foi confirmado pelo Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR-SC), do Banco Central, que apontou alta de 6,7%, a maior entre as 13 principais economias estaduais do país, superando Paraná (6,5%) e Pará (5,1%). 

    O crescimento catarinense foi impulsionado especialmente pela indústria, que avançou 8% no período, com destaque para a indústria de transformação, que cresceu 9,4%. O setor de serviços registrou elevação de 6%, sustentado pela recuperação econômica e pelo maior dinamismo da indústria e do comércio. A agropecuária também contribuiu positivamente, revertendo a queda da safra anterior. A agricultura apresentou crescimento de 17,8% no índice quantum, com aumento na produção de soja, milho, arroz, feijão, fumo e cebola, favorecida pelo clima e pela ampliação da área plantada. A pecuária também cresceu. No primeiro trimestre de 2025 avançou 2,2% frente ao mesmo período de 2024. A produção de frangos cresceu 2,2% e a de suínos, 0,90%.

    Enquanto a projeção do PIB nacional para 2025, segundo a pesquisa Focus do Banco Central, é de 2,2%, o ritmo da economia catarinense indica uma variação significativamente superior.


Adaptado de: NSC Total.
Observe o seguinte trecho extraído do texto: “A produção de frangos cresceu 2,2% e a de suínos, 0,90%”. Com base nos princípios da pontuação na norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa que justifica corretamente o uso da vírgula após “suínos”.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IESES Órgão: SCGás Prova: IESES - 2025 - SCGás - Analista Organizacional |
Q3476951 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:


PIB de SC cresce 6,9% em 12 meses até março


    O Produto Interno Bruto (PIB) de Santa Catarina cresceu 6,9% nos 12 meses encerrados em março de 2025, segundo estimativa da Secretaria de Estado do Planejamento. O desempenho estadual também foi confirmado pelo Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR-SC), do Banco Central, que apontou alta de 6,7%, a maior entre as 13 principais economias estaduais do país, superando Paraná (6,5%) e Pará (5,1%). 

    O crescimento catarinense foi impulsionado especialmente pela indústria, que avançou 8% no período, com destaque para a indústria de transformação, que cresceu 9,4%. O setor de serviços registrou elevação de 6%, sustentado pela recuperação econômica e pelo maior dinamismo da indústria e do comércio. A agropecuária também contribuiu positivamente, revertendo a queda da safra anterior. A agricultura apresentou crescimento de 17,8% no índice quantum, com aumento na produção de soja, milho, arroz, feijão, fumo e cebola, favorecida pelo clima e pela ampliação da área plantada. A pecuária também cresceu. No primeiro trimestre de 2025 avançou 2,2% frente ao mesmo período de 2024. A produção de frangos cresceu 2,2% e a de suínos, 0,90%.

    Enquanto a projeção do PIB nacional para 2025, segundo a pesquisa Focus do Banco Central, é de 2,2%, o ritmo da economia catarinense indica uma variação significativamente superior.


Adaptado de: NSC Total.
Ao final do texto, estabelece-se uma comparação entre o desempenho estadual e as projeções nacionais para o ano de 2025. Com base nisso, é correto afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IESES Órgão: SCGás Prova: IESES - 2025 - SCGás - Analista Organizacional |
Q3476950 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:


PIB de SC cresce 6,9% em 12 meses até março


    O Produto Interno Bruto (PIB) de Santa Catarina cresceu 6,9% nos 12 meses encerrados em março de 2025, segundo estimativa da Secretaria de Estado do Planejamento. O desempenho estadual também foi confirmado pelo Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR-SC), do Banco Central, que apontou alta de 6,7%, a maior entre as 13 principais economias estaduais do país, superando Paraná (6,5%) e Pará (5,1%). 

    O crescimento catarinense foi impulsionado especialmente pela indústria, que avançou 8% no período, com destaque para a indústria de transformação, que cresceu 9,4%. O setor de serviços registrou elevação de 6%, sustentado pela recuperação econômica e pelo maior dinamismo da indústria e do comércio. A agropecuária também contribuiu positivamente, revertendo a queda da safra anterior. A agricultura apresentou crescimento de 17,8% no índice quantum, com aumento na produção de soja, milho, arroz, feijão, fumo e cebola, favorecida pelo clima e pela ampliação da área plantada. A pecuária também cresceu. No primeiro trimestre de 2025 avançou 2,2% frente ao mesmo período de 2024. A produção de frangos cresceu 2,2% e a de suínos, 0,90%.

    Enquanto a projeção do PIB nacional para 2025, segundo a pesquisa Focus do Banco Central, é de 2,2%, o ritmo da economia catarinense indica uma variação significativamente superior.


Adaptado de: NSC Total.
O texto menciona que a agropecuária contribuiu positivamente para o crescimento do PIB catarinense, revertendo a tendência de queda anterior. A partir dessa informação, assinale a alternativa que apresenta fatores diretamente associados ao desempenho da agricultura no período. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IESES Órgão: SCGás Prova: IESES - 2025 - SCGás - Analista Organizacional |
Q3476949 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:


PIB de SC cresce 6,9% em 12 meses até março


    O Produto Interno Bruto (PIB) de Santa Catarina cresceu 6,9% nos 12 meses encerrados em março de 2025, segundo estimativa da Secretaria de Estado do Planejamento. O desempenho estadual também foi confirmado pelo Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR-SC), do Banco Central, que apontou alta de 6,7%, a maior entre as 13 principais economias estaduais do país, superando Paraná (6,5%) e Pará (5,1%). 

    O crescimento catarinense foi impulsionado especialmente pela indústria, que avançou 8% no período, com destaque para a indústria de transformação, que cresceu 9,4%. O setor de serviços registrou elevação de 6%, sustentado pela recuperação econômica e pelo maior dinamismo da indústria e do comércio. A agropecuária também contribuiu positivamente, revertendo a queda da safra anterior. A agricultura apresentou crescimento de 17,8% no índice quantum, com aumento na produção de soja, milho, arroz, feijão, fumo e cebola, favorecida pelo clima e pela ampliação da área plantada. A pecuária também cresceu. No primeiro trimestre de 2025 avançou 2,2% frente ao mesmo período de 2024. A produção de frangos cresceu 2,2% e a de suínos, 0,90%.

    Enquanto a projeção do PIB nacional para 2025, segundo a pesquisa Focus do Banco Central, é de 2,2%, o ritmo da economia catarinense indica uma variação significativamente superior.


Adaptado de: NSC Total.
A análise do texto permite inferir que a articulação entre os setores econômicos foi um dos fatores determinantes para o bom desempenho do estado. Nesse sentido, assinale a alternativa que expressa corretamente essa inter-relação. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IESES Órgão: SCGás Prova: IESES - 2025 - SCGás - Analista Organizacional |
Q3476948 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:


PIB de SC cresce 6,9% em 12 meses até março


    O Produto Interno Bruto (PIB) de Santa Catarina cresceu 6,9% nos 12 meses encerrados em março de 2025, segundo estimativa da Secretaria de Estado do Planejamento. O desempenho estadual também foi confirmado pelo Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR-SC), do Banco Central, que apontou alta de 6,7%, a maior entre as 13 principais economias estaduais do país, superando Paraná (6,5%) e Pará (5,1%). 

    O crescimento catarinense foi impulsionado especialmente pela indústria, que avançou 8% no período, com destaque para a indústria de transformação, que cresceu 9,4%. O setor de serviços registrou elevação de 6%, sustentado pela recuperação econômica e pelo maior dinamismo da indústria e do comércio. A agropecuária também contribuiu positivamente, revertendo a queda da safra anterior. A agricultura apresentou crescimento de 17,8% no índice quantum, com aumento na produção de soja, milho, arroz, feijão, fumo e cebola, favorecida pelo clima e pela ampliação da área plantada. A pecuária também cresceu. No primeiro trimestre de 2025 avançou 2,2% frente ao mesmo período de 2024. A produção de frangos cresceu 2,2% e a de suínos, 0,90%.

    Enquanto a projeção do PIB nacional para 2025, segundo a pesquisa Focus do Banco Central, é de 2,2%, o ritmo da economia catarinense indica uma variação significativamente superior.


Adaptado de: NSC Total.
Considerando as informações do texto, assinale a alternativa que expressa de forma mais adequada o panorama geral do desempenho econômico de Santa Catarina no período analisado.  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IESES Órgão: SCGás Prova: IESES - 2025 - SCGás - Analista Organizacional |
Q3476947 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:


PIB de SC cresce 6,9% em 12 meses até março


    O Produto Interno Bruto (PIB) de Santa Catarina cresceu 6,9% nos 12 meses encerrados em março de 2025, segundo estimativa da Secretaria de Estado do Planejamento. O desempenho estadual também foi confirmado pelo Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR-SC), do Banco Central, que apontou alta de 6,7%, a maior entre as 13 principais economias estaduais do país, superando Paraná (6,5%) e Pará (5,1%). 

    O crescimento catarinense foi impulsionado especialmente pela indústria, que avançou 8% no período, com destaque para a indústria de transformação, que cresceu 9,4%. O setor de serviços registrou elevação de 6%, sustentado pela recuperação econômica e pelo maior dinamismo da indústria e do comércio. A agropecuária também contribuiu positivamente, revertendo a queda da safra anterior. A agricultura apresentou crescimento de 17,8% no índice quantum, com aumento na produção de soja, milho, arroz, feijão, fumo e cebola, favorecida pelo clima e pela ampliação da área plantada. A pecuária também cresceu. No primeiro trimestre de 2025 avançou 2,2% frente ao mesmo período de 2024. A produção de frangos cresceu 2,2% e a de suínos, 0,90%.

    Enquanto a projeção do PIB nacional para 2025, segundo a pesquisa Focus do Banco Central, é de 2,2%, o ritmo da economia catarinense indica uma variação significativamente superior.


Adaptado de: NSC Total.
Considerando a análise linguística e estrutural do texto, avalie as afirmativas a seguir:

I. Há uma estrutura de argumentação comparativa, na medida em que o texto contrasta o desempenho de Santa Catarina com o de outros estados e com a projeção do PIB nacional.
iI. A estrutura dos parágrafos apresenta predominância de opiniões pessoais, com juízos de valor subjetivos sobre a economia catarinense.
III. O texto é elaborado em linguagem técnica e formal, adequada a documentos de divulgação institucional e econômica.

Das assertivas, pode-se afirmar que:  
Alternativas
Q3475580 Português
DESCONECTAR PARA CONECTAR 

Proibir celulares nas escolas é só o começo: desafio
maior é preparar jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual 

Stéphanie Habrich
Fundadora e diretora-executiva dos jornais Joca e Tino Econômico 

    O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso das telas gera resistência, mas levanta uma questão importante: isso realmente criará um ambiente de aprendizado mais saudável?
    A ciência mostra benefícios claros dessa restrição: maior concentração e foco, redução da ansiedade, melhora na interação social e no contato humano. Além disso, combater o cyberbullying e incentivar atividades físicas significativos. e culturais são ganhos O “detox digital” também pode fortalecer o senso crítico e a autonomia dos estudantes.
    Essa mudança, porém, exige acolhimento e conscientização. É essencial ouvir as preocupações dos alunos e explicar os benefícios. Pais e professores também precisam entender os impactos do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates sobre saúde mental e dependência digital.
    Pesquisas indicam que o excesso de telas compromete habilidades cognitivas essenciais, como memória e criatividade, além de estar associado a transtornos do sono e aumento da impulsividade. Escolas que já adotaram essa medida ao redor do mundo notam melhores resultados acadêmicos e maior engajamento em atividades extracurriculares.
    Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a necessidade de desenvolver habilidades interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar crianças e jovens no uso seguro e responsável das telas.
    A educação midiática é um caminho essencial nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações confiáveis de fake news fortalece o pensamento crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação. Esse processo começa cedo e se torna fundamental para a autonomia intelectual dos estudantes.
    O afastamento do celular nas escolas também resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução de problemas, a colaboração em projetos e o desenvolvimento da criatividade sem distrações digitais. A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão, troca de ideias e experimentação.
    Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro mais saudável, tanto para os estudantes quanto para seus relacionamentos. Mais do que proibir a tecnologia, trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho, como empatia, resiliência e argumentação.
    A discussão sobre o uso de celulares nas escolas vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo de sociedade que queremos construir. A proibição é apenas o começo: o verdadeiro desafio está em preparar os jovens para interagirem de forma saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
    Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao público infantojuvenil e seus educadores, acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou “apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade. Afinal, informação sem reflexão é só ruído.

Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025. 
Em relação à organização geral do texto, NÃO é correto afirmar que 
Alternativas
Q3475579 Português
DESCONECTAR PARA CONECTAR 

Proibir celulares nas escolas é só o começo: desafio
maior é preparar jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual 

Stéphanie Habrich
Fundadora e diretora-executiva dos jornais Joca e Tino Econômico 

    O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso das telas gera resistência, mas levanta uma questão importante: isso realmente criará um ambiente de aprendizado mais saudável?
    A ciência mostra benefícios claros dessa restrição: maior concentração e foco, redução da ansiedade, melhora na interação social e no contato humano. Além disso, combater o cyberbullying e incentivar atividades físicas significativos. e culturais são ganhos O “detox digital” também pode fortalecer o senso crítico e a autonomia dos estudantes.
    Essa mudança, porém, exige acolhimento e conscientização. É essencial ouvir as preocupações dos alunos e explicar os benefícios. Pais e professores também precisam entender os impactos do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates sobre saúde mental e dependência digital.
    Pesquisas indicam que o excesso de telas compromete habilidades cognitivas essenciais, como memória e criatividade, além de estar associado a transtornos do sono e aumento da impulsividade. Escolas que já adotaram essa medida ao redor do mundo notam melhores resultados acadêmicos e maior engajamento em atividades extracurriculares.
    Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a necessidade de desenvolver habilidades interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar crianças e jovens no uso seguro e responsável das telas.
    A educação midiática é um caminho essencial nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações confiáveis de fake news fortalece o pensamento crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação. Esse processo começa cedo e se torna fundamental para a autonomia intelectual dos estudantes.
    O afastamento do celular nas escolas também resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução de problemas, a colaboração em projetos e o desenvolvimento da criatividade sem distrações digitais. A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão, troca de ideias e experimentação.
    Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro mais saudável, tanto para os estudantes quanto para seus relacionamentos. Mais do que proibir a tecnologia, trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho, como empatia, resiliência e argumentação.
    A discussão sobre o uso de celulares nas escolas vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo de sociedade que queremos construir. A proibição é apenas o começo: o verdadeiro desafio está em preparar os jovens para interagirem de forma saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
    Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao público infantojuvenil e seus educadores, acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou “apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade. Afinal, informação sem reflexão é só ruído.

Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025. 
Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita gramaticalmente correta, ainda que com mudanças de sentido, para o excerto “A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão [...]”. 
Alternativas
Q3475578 Português
DESCONECTAR PARA CONECTAR 

Proibir celulares nas escolas é só o começo: desafio
maior é preparar jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual 

Stéphanie Habrich
Fundadora e diretora-executiva dos jornais Joca e Tino Econômico 

    O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso das telas gera resistência, mas levanta uma questão importante: isso realmente criará um ambiente de aprendizado mais saudável?
    A ciência mostra benefícios claros dessa restrição: maior concentração e foco, redução da ansiedade, melhora na interação social e no contato humano. Além disso, combater o cyberbullying e incentivar atividades físicas significativos. e culturais são ganhos O “detox digital” também pode fortalecer o senso crítico e a autonomia dos estudantes.
    Essa mudança, porém, exige acolhimento e conscientização. É essencial ouvir as preocupações dos alunos e explicar os benefícios. Pais e professores também precisam entender os impactos do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates sobre saúde mental e dependência digital.
    Pesquisas indicam que o excesso de telas compromete habilidades cognitivas essenciais, como memória e criatividade, além de estar associado a transtornos do sono e aumento da impulsividade. Escolas que já adotaram essa medida ao redor do mundo notam melhores resultados acadêmicos e maior engajamento em atividades extracurriculares.
    Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a necessidade de desenvolver habilidades interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar crianças e jovens no uso seguro e responsável das telas.
    A educação midiática é um caminho essencial nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações confiáveis de fake news fortalece o pensamento crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação. Esse processo começa cedo e se torna fundamental para a autonomia intelectual dos estudantes.
    O afastamento do celular nas escolas também resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução de problemas, a colaboração em projetos e o desenvolvimento da criatividade sem distrações digitais. A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão, troca de ideias e experimentação.
    Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro mais saudável, tanto para os estudantes quanto para seus relacionamentos. Mais do que proibir a tecnologia, trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho, como empatia, resiliência e argumentação.
    A discussão sobre o uso de celulares nas escolas vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo de sociedade que queremos construir. A proibição é apenas o começo: o verdadeiro desafio está em preparar os jovens para interagirem de forma saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
    Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao público infantojuvenil e seus educadores, acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou “apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade. Afinal, informação sem reflexão é só ruído.

Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025. 
Em relação aos termos destacados em “[...] trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho [...]”, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3475577 Português
DESCONECTAR PARA CONECTAR 

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saudável tanto no mundo real quanto no virtual 

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    O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso das telas gera resistência, mas levanta uma questão importante: isso realmente criará um ambiente de aprendizado mais saudável?
    A ciência mostra benefícios claros dessa restrição: maior concentração e foco, redução da ansiedade, melhora na interação social e no contato humano. Além disso, combater o cyberbullying e incentivar atividades físicas significativos. e culturais são ganhos O “detox digital” também pode fortalecer o senso crítico e a autonomia dos estudantes.
    Essa mudança, porém, exige acolhimento e conscientização. É essencial ouvir as preocupações dos alunos e explicar os benefícios. Pais e professores também precisam entender os impactos do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates sobre saúde mental e dependência digital.
    Pesquisas indicam que o excesso de telas compromete habilidades cognitivas essenciais, como memória e criatividade, além de estar associado a transtornos do sono e aumento da impulsividade. Escolas que já adotaram essa medida ao redor do mundo notam melhores resultados acadêmicos e maior engajamento em atividades extracurriculares.
    Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a necessidade de desenvolver habilidades interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar crianças e jovens no uso seguro e responsável das telas.
    A educação midiática é um caminho essencial nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações confiáveis de fake news fortalece o pensamento crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação. Esse processo começa cedo e se torna fundamental para a autonomia intelectual dos estudantes.
    O afastamento do celular nas escolas também resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução de problemas, a colaboração em projetos e o desenvolvimento da criatividade sem distrações digitais. A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão, troca de ideias e experimentação.
    Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro mais saudável, tanto para os estudantes quanto para seus relacionamentos. Mais do que proibir a tecnologia, trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho, como empatia, resiliência e argumentação.
    A discussão sobre o uso de celulares nas escolas vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo de sociedade que queremos construir. A proibição é apenas o começo: o verdadeiro desafio está em preparar os jovens para interagirem de forma saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
    Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao público infantojuvenil e seus educadores, acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou “apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade. Afinal, informação sem reflexão é só ruído.

Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025. 
Assinale a alternativa que fornece entre parênteses um sinônimo para o termo destacado. 
Alternativas
Q3475576 Português
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Proibir celulares nas escolas é só o começo: desafio
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saudável tanto no mundo real quanto no virtual 

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    O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso das telas gera resistência, mas levanta uma questão importante: isso realmente criará um ambiente de aprendizado mais saudável?
    A ciência mostra benefícios claros dessa restrição: maior concentração e foco, redução da ansiedade, melhora na interação social e no contato humano. Além disso, combater o cyberbullying e incentivar atividades físicas significativos. e culturais são ganhos O “detox digital” também pode fortalecer o senso crítico e a autonomia dos estudantes.
    Essa mudança, porém, exige acolhimento e conscientização. É essencial ouvir as preocupações dos alunos e explicar os benefícios. Pais e professores também precisam entender os impactos do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates sobre saúde mental e dependência digital.
    Pesquisas indicam que o excesso de telas compromete habilidades cognitivas essenciais, como memória e criatividade, além de estar associado a transtornos do sono e aumento da impulsividade. Escolas que já adotaram essa medida ao redor do mundo notam melhores resultados acadêmicos e maior engajamento em atividades extracurriculares.
    Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a necessidade de desenvolver habilidades interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar crianças e jovens no uso seguro e responsável das telas.
    A educação midiática é um caminho essencial nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações confiáveis de fake news fortalece o pensamento crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação. Esse processo começa cedo e se torna fundamental para a autonomia intelectual dos estudantes.
    O afastamento do celular nas escolas também resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução de problemas, a colaboração em projetos e o desenvolvimento da criatividade sem distrações digitais. A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão, troca de ideias e experimentação.
    Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro mais saudável, tanto para os estudantes quanto para seus relacionamentos. Mais do que proibir a tecnologia, trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho, como empatia, resiliência e argumentação.
    A discussão sobre o uso de celulares nas escolas vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo de sociedade que queremos construir. A proibição é apenas o começo: o verdadeiro desafio está em preparar os jovens para interagirem de forma saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
    Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao público infantojuvenil e seus educadores, acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou “apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade. Afinal, informação sem reflexão é só ruído.

Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025. 
Considere o excerto “Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado.” e assinale a alternativa em que a reescrita apresentada modifica substancialmente o sentido veiculado pela expressão destacada.  
Alternativas
Q3475575 Português
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Proibir celulares nas escolas é só o começo: desafio
maior é preparar jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual 

Stéphanie Habrich
Fundadora e diretora-executiva dos jornais Joca e Tino Econômico 

    O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso das telas gera resistência, mas levanta uma questão importante: isso realmente criará um ambiente de aprendizado mais saudável?
    A ciência mostra benefícios claros dessa restrição: maior concentração e foco, redução da ansiedade, melhora na interação social e no contato humano. Além disso, combater o cyberbullying e incentivar atividades físicas significativos. e culturais são ganhos O “detox digital” também pode fortalecer o senso crítico e a autonomia dos estudantes.
    Essa mudança, porém, exige acolhimento e conscientização. É essencial ouvir as preocupações dos alunos e explicar os benefícios. Pais e professores também precisam entender os impactos do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates sobre saúde mental e dependência digital.
    Pesquisas indicam que o excesso de telas compromete habilidades cognitivas essenciais, como memória e criatividade, além de estar associado a transtornos do sono e aumento da impulsividade. Escolas que já adotaram essa medida ao redor do mundo notam melhores resultados acadêmicos e maior engajamento em atividades extracurriculares.
    Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a necessidade de desenvolver habilidades interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar crianças e jovens no uso seguro e responsável das telas.
    A educação midiática é um caminho essencial nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações confiáveis de fake news fortalece o pensamento crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação. Esse processo começa cedo e se torna fundamental para a autonomia intelectual dos estudantes.
    O afastamento do celular nas escolas também resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução de problemas, a colaboração em projetos e o desenvolvimento da criatividade sem distrações digitais. A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão, troca de ideias e experimentação.
    Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro mais saudável, tanto para os estudantes quanto para seus relacionamentos. Mais do que proibir a tecnologia, trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho, como empatia, resiliência e argumentação.
    A discussão sobre o uso de celulares nas escolas vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo de sociedade que queremos construir. A proibição é apenas o começo: o verdadeiro desafio está em preparar os jovens para interagirem de forma saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
    Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao público infantojuvenil e seus educadores, acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou “apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade. Afinal, informação sem reflexão é só ruído.

Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025. 
Assinale a alternativa que analisa corretamente a formação e/ou grafia de algumas palavras presentes no texto. 
Alternativas
Respostas
29421: D
29422: B
29423: E
29424: C
29425: D
29426: A
29427: D
29428: A
29429: A
29430: D
29431: B
29432: D
29433: B
29434: C
29435: C
29436: A
29437: A
29438: B
29439: E
29440: A