Questões de Concurso Comentadas sobre português
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Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cpq2329ex05o. adaptado
Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:
I.A palavra 'desejo' é um substantivo concreto.
II.As palavras 'sonho' e 'desejo' são substantivos masculinos e simples.
III.A palavra 'sangue' é um substantivo concreto, no masculino, podendo variar em número.
IV.Há no texto dois adjetivos que podem variar em número e gênero.
Estão corretas:
Observe a seguinte afirmação:
A saúde é direito de todos e dever do Município, assegurado mediante políticas econômicas e ambientais que visem a conservação e _____ do risco de doença e outros agravos, e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços, a sua promoção e _____.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Texto para a questão.
O naufrágio
Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica.
Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas.
A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual.
O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive.
A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução.
A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência.
Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido.
Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”.
Vittorio Medioli – Texto Adaptado
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio
Texto para a questão.
O naufrágio
Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica.
Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas.
A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual.
O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive.
A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução.
A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência.
Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido.
Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”.
Vittorio Medioli – Texto Adaptado
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio
Texto para a questão.
O naufrágio
Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica.
Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas.
A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual.
O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive.
A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução.
A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência.
Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido.
Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”.
Vittorio Medioli – Texto Adaptado
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio
Texto para a questão.
O naufrágio
Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica.
Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas.
A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual.
O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive.
A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução.
A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência.
Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido.
Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”.
Vittorio Medioli – Texto Adaptado
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio
Texto para a questão.
O naufrágio
Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica.
Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas.
A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual.
O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive.
A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução.
A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência.
Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido.
Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”.
Vittorio Medioli – Texto Adaptado
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Texto para a questão.
O naufrágio
Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica.
Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas.
A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual.
O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive.
A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução.
A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência.
Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido.
Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”.
Vittorio Medioli – Texto Adaptado
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio
Texto para a questão.
O naufrágio
Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica.
Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas.
A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual.
O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive.
A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução.
A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência.
Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido.
Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”.
Vittorio Medioli – Texto Adaptado
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Texto para a questão.
O naufrágio
Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica.
Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas.
A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual.
O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive.
A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução.
A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência.
Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido.
Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”.
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Texto para a questão.
O naufrágio
Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica.
Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas.
A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual.
O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive.
A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução.
A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência.
Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido.
Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”.
Vittorio Medioli – Texto Adaptado
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Texto para a questão.
O naufrágio
Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica.
Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas.
A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual.
O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive.
A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução.
A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência.
Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido.
Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”.
Vittorio Medioli – Texto Adaptado
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio
I- Comprei um livro que fez sucesso – O pronome relativo “que” exerce função sintática de sujeito;
II- Sou o homem que você vai amar - O pronome relativo “que” exerce função sintática de adjunto adnominal;
III- Assisti a um filme do qual você vai gostar - O pronome relativo “do qual” exerce função sintática de objeto indireto;
IV- Retornei a um lugar ao qual tinha aversão - O pronome relativo “ao qual” exerce função sintática de complemento nominal.
Após análise das afirmativas e das classificações correspondentes, conclui-se que as afirmativas corretas são: