Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3519094 Português
Festival Intermunicipal de Malha em Piraju

    Neste domingo, dia 23/02, a partir das 8 da manhã, no Clube da Malha em Piraju, ocorre o Festival Intermunicipal de Malha 2025, com premiação em troféus e medalhas, coordenação de Octávio Alves e realização do Departamento Municipal de Esportes e Lazer. O clube da malha está ao lado do Centro de Lazer Dr. Luiz Ferreira de Oliveira na Vila Cantizni em Piraju. Entrada franca.

Disponível em <https://www.estanciadepiraju.sp.gov.br/vernoticia/festival-intermunicipal-de-malha-em-piraju>.
Acesso em 09/03/2025. Com adaptações.
A respeito da palavra “domingo”, na primeira linha do texto, é correto afirmar que ela possui:
Alternativas
Q3519093 Português
Festival Intermunicipal de Malha em Piraju

    Neste domingo, dia 23/02, a partir das 8 da manhã, no Clube da Malha em Piraju, ocorre o Festival Intermunicipal de Malha 2025, com premiação em troféus e medalhas, coordenação de Octávio Alves e realização do Departamento Municipal de Esportes e Lazer. O clube da malha está ao lado do Centro de Lazer Dr. Luiz Ferreira de Oliveira na Vila Cantizni em Piraju. Entrada franca.

Disponível em <https://www.estanciadepiraju.sp.gov.br/vernoticia/festival-intermunicipal-de-malha-em-piraju>.
Acesso em 09/03/2025. Com adaptações.
Considerando a estrutura e o conteúdo do texto, podemos compreender esse texto como pertencente ao gênero:
Alternativas
Q3519051 Português

Assinale a alternativa que apresenta apenas conjunções subordinativas: 

Alternativas
Q3519050 Português
Qual das orações abaixo apresenta erro de concordância verbal?
Alternativas
Q3519049 Português
Marque a alternativa em que o uso do sinal indicativo de crase está correto:
Alternativas
Q3519048 Português
Assinale a alternativa que apresenta correta análise sintática do termo destacado na oração “As crianças gostam de doces.”.
Alternativas
Q3518342 Português

Texto para a questão:

https://www.ssp.df.gov.br/governo-reforca-campanha-metaacolher-contra-o-feminicidio/acesso em 15 de novembro de 2024.

Para ratificar o sentido da peça publicitária recorre-se ao recurso da estratégia argumentativa do(da)
Alternativas
Q3518339 Português
Texto 01

Se não em todas, em muitas das análises sobre o fenômeno das fake news é possível encontrar um sentimento comum: a frustração. Vale dizer, um olhar pessimista e de incômodo frente à deterioração da democracia e do espaço público autônomo constituído pelas redes sociais. O jornalismo está estruturado em um jogo de forças que se estabelece entre, de um lado, incentivos gerados por imperativos econômicos e interesses políticos; e, de outro, incentivos provenientes da reputação e da regulação estatal. Na internet e nas redes sociais, a tênue estabilidade entre essas forças, que vigorava no ambiente da mídia tradicional, deu lugar a uma relação de desequilíbrio, dada a ampliação exponencial da ação de incentivos econômicos e políticos e a consequente perda de relevância da reputação, bem como a redução da intensidade da regulação estatal. Tal desequilíbrio foi gerado por uma conjugação de fatores, tais como a descentralização dos meios de expressão, a redução de barreiras de entrada no mercado, a personalização de anúncios, a perda da importância de antigos e a ascensão de novos intermediários.


CARVALHO, L. A democracia frustrada: fake news, política e liberdade de expressão nas redes sociais. 2020. Disponível em: https://revista.internetlab.org.br. Acesso em: 12 setembro. 2024
Assinale a alternativa que contém, respectivamente, um ditongo crescente e um dígrafo.
Alternativas
Q3518338 Português
Texto 01

Se não em todas, em muitas das análises sobre o fenômeno das fake news é possível encontrar um sentimento comum: a frustração. Vale dizer, um olhar pessimista e de incômodo frente à deterioração da democracia e do espaço público autônomo constituído pelas redes sociais. O jornalismo está estruturado em um jogo de forças que se estabelece entre, de um lado, incentivos gerados por imperativos econômicos e interesses políticos; e, de outro, incentivos provenientes da reputação e da regulação estatal. Na internet e nas redes sociais, a tênue estabilidade entre essas forças, que vigorava no ambiente da mídia tradicional, deu lugar a uma relação de desequilíbrio, dada a ampliação exponencial da ação de incentivos econômicos e políticos e a consequente perda de relevância da reputação, bem como a redução da intensidade da regulação estatal. Tal desequilíbrio foi gerado por uma conjugação de fatores, tais como a descentralização dos meios de expressão, a redução de barreiras de entrada no mercado, a personalização de anúncios, a perda da importância de antigos e a ascensão de novos intermediários.


CARVALHO, L. A democracia frustrada: fake news, política e liberdade de expressão nas redes sociais. 2020. Disponível em: https://revista.internetlab.org.br. Acesso em: 12 setembro. 2024
Quanto ao processo de formação de palavras destacadas abaixo, está correto o que se afirma na alternativa: 
Alternativas
Q3518337 Português
Texto 01

Se não em todas, em muitas das análises sobre o fenômeno das fake news é possível encontrar um sentimento comum: a frustração. Vale dizer, um olhar pessimista e de incômodo frente à deterioração da democracia e do espaço público autônomo constituído pelas redes sociais. O jornalismo está estruturado em um jogo de forças que se estabelece entre, de um lado, incentivos gerados por imperativos econômicos e interesses políticos; e, de outro, incentivos provenientes da reputação e da regulação estatal. Na internet e nas redes sociais, a tênue estabilidade entre essas forças, que vigorava no ambiente da mídia tradicional, deu lugar a uma relação de desequilíbrio, dada a ampliação exponencial da ação de incentivos econômicos e políticos e a consequente perda de relevância da reputação, bem como a redução da intensidade da regulação estatal. Tal desequilíbrio foi gerado por uma conjugação de fatores, tais como a descentralização dos meios de expressão, a redução de barreiras de entrada no mercado, a personalização de anúncios, a perda da importância de antigos e a ascensão de novos intermediários.


CARVALHO, L. A democracia frustrada: fake news, política e liberdade de expressão nas redes sociais. 2020. Disponível em: https://revista.internetlab.org.br. Acesso em: 12 setembro. 2024
Analise o termo marcado na oração: “Se não em todas, em muitas das análises sobre o fenômeno das fake news é possível encontrar um sentimento comum: a frustração.”. Em seguida, assinale a alternativa cujo termo ou expressão destacado apresenta a mesma função sintática que o termo destacado na oração.
Alternativas
Q3518336 Português
Texto 01

Se não em todas, em muitas das análises sobre o fenômeno das fake news é possível encontrar um sentimento comum: a frustração. Vale dizer, um olhar pessimista e de incômodo frente à deterioração da democracia e do espaço público autônomo constituído pelas redes sociais. O jornalismo está estruturado em um jogo de forças que se estabelece entre, de um lado, incentivos gerados por imperativos econômicos e interesses políticos; e, de outro, incentivos provenientes da reputação e da regulação estatal. Na internet e nas redes sociais, a tênue estabilidade entre essas forças, que vigorava no ambiente da mídia tradicional, deu lugar a uma relação de desequilíbrio, dada a ampliação exponencial da ação de incentivos econômicos e políticos e a consequente perda de relevância da reputação, bem como a redução da intensidade da regulação estatal. Tal desequilíbrio foi gerado por uma conjugação de fatores, tais como a descentralização dos meios de expressão, a redução de barreiras de entrada no mercado, a personalização de anúncios, a perda da importância de antigos e a ascensão de novos intermediários.


CARVALHO, L. A democracia frustrada: fake news, política e liberdade de expressão nas redes sociais. 2020. Disponível em: https://revista.internetlab.org.br. Acesso em: 12 setembro. 2024
Assinale a alternativa cujo termo destacado esteja analisado corretamente, de acordo com a sintaxe da língua portuguesa.
Alternativas
Q3518335 Português
Texto 01

Se não em todas, em muitas das análises sobre o fenômeno das fake news é possível encontrar um sentimento comum: a frustração. Vale dizer, um olhar pessimista e de incômodo frente à deterioração da democracia e do espaço público autônomo constituído pelas redes sociais. O jornalismo está estruturado em um jogo de forças que se estabelece entre, de um lado, incentivos gerados por imperativos econômicos e interesses políticos; e, de outro, incentivos provenientes da reputação e da regulação estatal. Na internet e nas redes sociais, a tênue estabilidade entre essas forças, que vigorava no ambiente da mídia tradicional, deu lugar a uma relação de desequilíbrio, dada a ampliação exponencial da ação de incentivos econômicos e políticos e a consequente perda de relevância da reputação, bem como a redução da intensidade da regulação estatal. Tal desequilíbrio foi gerado por uma conjugação de fatores, tais como a descentralização dos meios de expressão, a redução de barreiras de entrada no mercado, a personalização de anúncios, a perda da importância de antigos e a ascensão de novos intermediários.


CARVALHO, L. A democracia frustrada: fake news, política e liberdade de expressão nas redes sociais. 2020. Disponível em: https://revista.internetlab.org.br. Acesso em: 12 setembro. 2024
Conforme a opinião do articulista, infere-se que se gerou desequilíbrio entre a mídia tradicional e a internet e redes sociais porque
Alternativas
Q3518334 Português
Texto 01

Se não em todas, em muitas das análises sobre o fenômeno das fake news é possível encontrar um sentimento comum: a frustração. Vale dizer, um olhar pessimista e de incômodo frente à deterioração da democracia e do espaço público autônomo constituído pelas redes sociais. O jornalismo está estruturado em um jogo de forças que se estabelece entre, de um lado, incentivos gerados por imperativos econômicos e interesses políticos; e, de outro, incentivos provenientes da reputação e da regulação estatal. Na internet e nas redes sociais, a tênue estabilidade entre essas forças, que vigorava no ambiente da mídia tradicional, deu lugar a uma relação de desequilíbrio, dada a ampliação exponencial da ação de incentivos econômicos e políticos e a consequente perda de relevância da reputação, bem como a redução da intensidade da regulação estatal. Tal desequilíbrio foi gerado por uma conjugação de fatores, tais como a descentralização dos meios de expressão, a redução de barreiras de entrada no mercado, a personalização de anúncios, a perda da importância de antigos e a ascensão de novos intermediários.


CARVALHO, L. A democracia frustrada: fake news, política e liberdade de expressão nas redes sociais. 2020. Disponível em: https://revista.internetlab.org.br. Acesso em: 12 setembro. 2024
O fenômeno das fake news, por um olhar mais crítico do autor, gera frustração porque leva ao (à)
Alternativas
Q3518333 Português
Texto 01

Se não em todas, em muitas das análises sobre o fenômeno das fake news é possível encontrar um sentimento comum: a frustração. Vale dizer, um olhar pessimista e de incômodo frente à deterioração da democracia e do espaço público autônomo constituído pelas redes sociais. O jornalismo está estruturado em um jogo de forças que se estabelece entre, de um lado, incentivos gerados por imperativos econômicos e interesses políticos; e, de outro, incentivos provenientes da reputação e da regulação estatal. Na internet e nas redes sociais, a tênue estabilidade entre essas forças, que vigorava no ambiente da mídia tradicional, deu lugar a uma relação de desequilíbrio, dada a ampliação exponencial da ação de incentivos econômicos e políticos e a consequente perda de relevância da reputação, bem como a redução da intensidade da regulação estatal. Tal desequilíbrio foi gerado por uma conjugação de fatores, tais como a descentralização dos meios de expressão, a redução de barreiras de entrada no mercado, a personalização de anúncios, a perda da importância de antigos e a ascensão de novos intermediários.


CARVALHO, L. A democracia frustrada: fake news, política e liberdade de expressão nas redes sociais. 2020. Disponível em: https://revista.internetlab.org.br. Acesso em: 12 setembro. 2024

De acordo com as ideias do texto, o fenômeno das fake news é decorrente do(a)



Alternativas
Ano: 2025 Banca: DECORP Órgão: Prefeitura de Rodrigues Alves - AC Provas: DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Assistente Social | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Biomédico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Cirurgião Dentista | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Educador Físico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Enfermeiro | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Farmacêutico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Fisioterapeuta | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Médico Clínico Geral | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Nutricionista | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Ciências | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Geografia | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de História | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Matemática | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Matemática e suas Tecnologias | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Língua Portuguesa | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor Educação Infantil | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Psicólogo | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor EJA I | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Psicopedagogo | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Terapeuta Ocupacional |
Q3518296 Português
Analise cuidadosamente as alternativas e indique aquela que respeita integralmente a norma padrão quanto à colocação dos pronomes oblíquos:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: DECORP Órgão: Prefeitura de Rodrigues Alves - AC Provas: DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Assistente Social | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Biomédico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Cirurgião Dentista | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Educador Físico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Enfermeiro | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Farmacêutico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Fisioterapeuta | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Médico Clínico Geral | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Nutricionista | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Ciências | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Geografia | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de História | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Matemática | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Matemática e suas Tecnologias | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Língua Portuguesa | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor Educação Infantil | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Psicólogo | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor EJA I | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Psicopedagogo | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Terapeuta Ocupacional |
Q3518295 Português
Leia atentamente as frases abaixo e marque aquela que apresenta clareza e coerência estrutural, sem ambiguidade: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: DECORP Órgão: Prefeitura de Rodrigues Alves - AC Provas: DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Assistente Social | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Biomédico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Cirurgião Dentista | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Educador Físico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Enfermeiro | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Farmacêutico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Fisioterapeuta | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Médico Clínico Geral | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Nutricionista | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Ciências | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Geografia | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de História | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Matemática | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Matemática e suas Tecnologias | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Língua Portuguesa | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor Educação Infantil | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Psicólogo | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor EJA I | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Psicopedagogo | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Terapeuta Ocupacional |
Q3518294 Português
Leia o texto e responda a questão.


“Grande Sertão: Veredas” (1956)


    Não sou nada. Nunca fui. Não posso querer ser. Riobaldo falava assim, cavalgando em dia de sol raso, quando o calor faz tudo cintilar feito lente de aumento sobre formigueiro. Areia chiava sob o casco, e o Rio das Velhas, lá adiante, corria avarento, escondendo-se em veredas.

    E, nesse remanso de palavras, lembrava Diadorim: “— Viver é muito perigoso…Porque ainda não se sabe.” Dizia e deixava ficar a frase, pairando, como beija-flor em flor vermelha. Riobaldo repetia para dentro, degustando cada sílaba, sentindo a faca da incerteza rasgar miúdo o couro do coração. Pois, se o viver é risco, então o amor — sobretudo aquele que não ousa dizer nome — há de ser fogueira sem noite de São João, ardendo fora de tempo, clandestina.

    O sol subia. Do arrebol distante vinham brados de vaqueiros, bois berravam, e tudo soava, ao jagunço, presságio. Trazia nas ancas cartucheira cheia, na lembrança a voz de Joca Ramiro, no peito promessa de pacto possível: “Fazer acordo com o Demo? E por que não, se Deus, às vezes, demora?” Esse pensamento, que era mais tempestade que maré, rodopiava-lhe no juízo, complicando palavras simples — coragem, honra, destino.

    Enquanto o cavalo respirava ofegante, Riobaldo parou na sombra agreste de um angico, ajeitou o rifle no ombro e cuspiu o pó que lhe colava ao palato. Naquele ínterim de silêncio quente, pareceu-lhe ouvir o estrépito antigo de espingardas, o grito de Hermógenes e a derradeira visão de Joca Ramiro caindo, lento, sobre o chão de pedra. Teve vontade de chorar, mas o rosto ficou seco: jagunço não molha terra com lágrima — terra é de sangue — ensinaram-lhe.

— Diadorim… — sussurrou.

    A palavra saiu fina, quase pena de passarinho. Sentiu, então, que a vida toda se curvaria, daí em diante, àquele nome. E compreendeu, como numa faísca, que viver perigoso era também viver pleno de sentido: o risco é que tempera o viver.

    Tocou de rédea, rumou em frente. No céu, urubu fazia círculo. No chão, formiga carregava folha dez vezes o corpo. Riobaldo pensou que, talvez, um dia, também ele carregasse fardo maior que o peito: a dúvida de ter feito, ou não, pacto com o Mefistófeles dos ermos.


Fonte: GUIMARÃES ROSA, João. Grande sertão: veredas. 3. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1956. (Adaptado)
O recurso de repetir a máxima “viver é muito perigoso” confere ao texto principalmente o efeito de:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: DECORP Órgão: Prefeitura de Rodrigues Alves - AC Provas: DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Assistente Social | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Biomédico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Cirurgião Dentista | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Educador Físico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Enfermeiro | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Farmacêutico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Fisioterapeuta | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Médico Clínico Geral | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Nutricionista | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Ciências | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Geografia | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de História | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Matemática | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Matemática e suas Tecnologias | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Língua Portuguesa | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor Educação Infantil | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Psicólogo | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor EJA I | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Psicopedagogo | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Terapeuta Ocupacional |
Q3518293 Português
Leia o texto e responda a questão.


“Grande Sertão: Veredas” (1956)


    Não sou nada. Nunca fui. Não posso querer ser. Riobaldo falava assim, cavalgando em dia de sol raso, quando o calor faz tudo cintilar feito lente de aumento sobre formigueiro. Areia chiava sob o casco, e o Rio das Velhas, lá adiante, corria avarento, escondendo-se em veredas.

    E, nesse remanso de palavras, lembrava Diadorim: “— Viver é muito perigoso…Porque ainda não se sabe.” Dizia e deixava ficar a frase, pairando, como beija-flor em flor vermelha. Riobaldo repetia para dentro, degustando cada sílaba, sentindo a faca da incerteza rasgar miúdo o couro do coração. Pois, se o viver é risco, então o amor — sobretudo aquele que não ousa dizer nome — há de ser fogueira sem noite de São João, ardendo fora de tempo, clandestina.

    O sol subia. Do arrebol distante vinham brados de vaqueiros, bois berravam, e tudo soava, ao jagunço, presságio. Trazia nas ancas cartucheira cheia, na lembrança a voz de Joca Ramiro, no peito promessa de pacto possível: “Fazer acordo com o Demo? E por que não, se Deus, às vezes, demora?” Esse pensamento, que era mais tempestade que maré, rodopiava-lhe no juízo, complicando palavras simples — coragem, honra, destino.

    Enquanto o cavalo respirava ofegante, Riobaldo parou na sombra agreste de um angico, ajeitou o rifle no ombro e cuspiu o pó que lhe colava ao palato. Naquele ínterim de silêncio quente, pareceu-lhe ouvir o estrépito antigo de espingardas, o grito de Hermógenes e a derradeira visão de Joca Ramiro caindo, lento, sobre o chão de pedra. Teve vontade de chorar, mas o rosto ficou seco: jagunço não molha terra com lágrima — terra é de sangue — ensinaram-lhe.

— Diadorim… — sussurrou.

    A palavra saiu fina, quase pena de passarinho. Sentiu, então, que a vida toda se curvaria, daí em diante, àquele nome. E compreendeu, como numa faísca, que viver perigoso era também viver pleno de sentido: o risco é que tempera o viver.

    Tocou de rédea, rumou em frente. No céu, urubu fazia círculo. No chão, formiga carregava folha dez vezes o corpo. Riobaldo pensou que, talvez, um dia, também ele carregasse fardo maior que o peito: a dúvida de ter feito, ou não, pacto com o Mefistófeles dos ermos.


Fonte: GUIMARÃES ROSA, João. Grande sertão: veredas. 3. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1956. (Adaptado)
O sentimento que domina Riobaldo enquanto recorda Diadorim e Joca Ramiro pode ser qualificado como: 
Alternativas
Q3517754 Português
        Há oito anos Antonio Candido nos deixou — ou pareceu deixar. No entanto, há ausências que pesam como presenças. Sua crítica continua agindo. Candido não saiu: se transformou em método, em escuta, em atenção. Em compromisso com o que ainda falta realizar. Na sua escrita não havia medo do Brasil. Havia enfrentamento. O país das desigualdades, das injunções coloniais, da dor transformada em paisagem — esse país era objeto de estudo, mas também de lamento e de luta. A crítica não era neutralidade, era trincheira. E a literatura, longe de ser luxo, era direito: o direito de experimentar o mundo para além do necessário. O direito ao supérfluo que nos humaniza. Contudo, sua grandeza não vinha só daquilo que dizia, mas de como dizia. Candido via a literatura como um fenômeno enraizado nas condições concretas da vida, mas dotado de autonomia relativa e complexidade formal. Nenhum arroubo de vaidade, nenhuma fome de autoridade. Só o ensaio, como forma tateante de pensar. Uma crítica que girava em torno do objeto, que o rodeava até que ele se revelasse por suas fissuras. Nada de fórmulas prontas, nenhuma teoria imposta como camisa de força. Apenas a disposição de escutar os textos como quem escuta um povo. Sua dialética não era ostentação, mas prática silenciosa. Estava no gesto de alternar os polos — local e universal, ordem e desordem, cultura e barbarização — não para conciliá-los, mas para mostrar que é da fricção que nasce a forma. Pensar dialeticamente, para ele, era recusar as falsas harmonias. Era compreender que os contrários não se anulam: se atravessam, se transformam, se disputam. Sua crítica era uma coreografia do conflito — um modo de pensar o Brasil sem amputar suas tensões constitutivas. Uma dialética de baixa voz, mas de alta potência. Candido não nos deu respostas. Nos deu um modo de perguntar. E é esse modo — lúcido, sereno, apaixonado — que nos falta. Não como ausência melancólica, mas como horizonte possível.

Gabriel Teles. Antonio Candido: oito anos de uma ausência presente.
In: Le Monde Diplomatique Brasil, ed. 216, maio/2025.  

Julgue o item seguinte, com base no texto precedente. 


O conjunto de antíteses ao longo do texto produz a coesão e a coerência interna que reforçam o argumento central do autor, expressando o conceito de dialética por ele atribuído ao trabalho crítico de Antonio Candido: “Uma dialética de baixa voz, mas de alta potência” (vigésimo quarto período). 

Alternativas
Q3517753 Português
        Há oito anos Antonio Candido nos deixou — ou pareceu deixar. No entanto, há ausências que pesam como presenças. Sua crítica continua agindo. Candido não saiu: se transformou em método, em escuta, em atenção. Em compromisso com o que ainda falta realizar. Na sua escrita não havia medo do Brasil. Havia enfrentamento. O país das desigualdades, das injunções coloniais, da dor transformada em paisagem — esse país era objeto de estudo, mas também de lamento e de luta. A crítica não era neutralidade, era trincheira. E a literatura, longe de ser luxo, era direito: o direito de experimentar o mundo para além do necessário. O direito ao supérfluo que nos humaniza. Contudo, sua grandeza não vinha só daquilo que dizia, mas de como dizia. Candido via a literatura como um fenômeno enraizado nas condições concretas da vida, mas dotado de autonomia relativa e complexidade formal. Nenhum arroubo de vaidade, nenhuma fome de autoridade. Só o ensaio, como forma tateante de pensar. Uma crítica que girava em torno do objeto, que o rodeava até que ele se revelasse por suas fissuras. Nada de fórmulas prontas, nenhuma teoria imposta como camisa de força. Apenas a disposição de escutar os textos como quem escuta um povo. Sua dialética não era ostentação, mas prática silenciosa. Estava no gesto de alternar os polos — local e universal, ordem e desordem, cultura e barbarização — não para conciliá-los, mas para mostrar que é da fricção que nasce a forma. Pensar dialeticamente, para ele, era recusar as falsas harmonias. Era compreender que os contrários não se anulam: se atravessam, se transformam, se disputam. Sua crítica era uma coreografia do conflito — um modo de pensar o Brasil sem amputar suas tensões constitutivas. Uma dialética de baixa voz, mas de alta potência. Candido não nos deu respostas. Nos deu um modo de perguntar. E é esse modo — lúcido, sereno, apaixonado — que nos falta. Não como ausência melancólica, mas como horizonte possível.

Gabriel Teles. Antonio Candido: oito anos de uma ausência presente.
In: Le Monde Diplomatique Brasil, ed. 216, maio/2025.  

Julgue o item seguinte, com base no texto precedente. 


Em “Só o ensaio, como forma tateante de pensar” (décimo quinto período), o autor expõe um dos limites do trabalho crítico de Antonio Candido, que, ao submeter a perspectiva crítica ao objeto de análise, impossibilitava a adoção de uma fundamentação teórica coerente, o que o impedia de dar respostas a seu leitor. 

Alternativas
Respostas
28521: C
28522: D
28523: E
28524: B
28525: C
28526: D
28527: A
28528: B
28529: E
28530: D
28531: E
28532: A
28533: D
28534: B
28535: C
28536: C
28537: A
28538: B
28539: C
28540: E