Questões de Concurso Comentadas sobre português
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( ) Temos como gêneros textuais mais comuns em que predomina a injunção: ordens, pedidos, súplica, desejo, manuais e instruções para montagem ou uso de aparelhos e instrumentos, textos com regras de comportamento, textos de orientação, (recomendações de trânsito), receitas, cartões com votos e desejos, (de Natal, aniversário).
( ) A predição tem por características a informação e a probabilidade. O intuito é predizer algo ou levar o interlocutor a crer em alguma coisa que ainda irá ocorrer.
( ) Os gêneros em que mais são encontrados na injunção são: previsões astrológicas, previsões meteorológicas, previsões escatológicas/apocalípticas.
( ) A base para a tipologia textual conversacional (diálogo), é o diálogo entre os interlocutores. Nesse tipo de texto, temos um locutor (quem fala), um assunto, um receptor (quem recebe o texto), ou seja, temos um diálogo entre os interlocutores (locutor e receptor).
( ) Há variações linguísticas entre as formas que a Língua Portuguesa assume nas diferentes regiões em que é falada. Basta pensar nas evidentes diferenças entre o modo de falar de um gaúcho e um cearense. Essas variações regionais constituem os falares e os dialetos.
( ) O Português empregado pelas pessoas que têm acesso à escola e aos meios de instrução difere do Português empregado pelas pessoas privadas de escolaridade. Algumas classes sociais, assim, dominam uma forma de língua que goza de prestígio, enquanto outras são vítimas de preconceito por empregarem formas de língua menos prestigiadas.
( ) O exercício de algumas atividades requer o domínio de certas formas de língua chamadas técnicas. Abundantes em termos específicos, essas variantes têm seu uso praticamente restrito ao intercâmbio técnico de engenheiros, médicos, químicos, linguistas e outros especialistas.
( ) Em diferentes situações comunicativas, um mesmo indivíduo emprega diferentes formas de língua. Basta pensar nas atitudes que assumimos em situações formais, (por exemplo, um discurso numa solenidade de formatura) e em situações informais, (uma conversa descontraída com amigos). A fala e a escrita também implicam profundas diferenças na elaboração de mensagens.
Leia o texto para responder à questão.
Paradoxo. (J.G. de Araújo Jorge).
A dor que abate, e punge, e nos tortura,
que julgamos às vezes não ter cura
e o destino nos deu e nos impôs,
é pequenina, é bem menor, e até
já não é dor talvez, dor já não é
dividida por dois.
A alegria que às vezes num segundo
nos dá desejos de abraçar o mundo,
e nos põe tristes, sem querer, depois,
aumenta, cresce, e bem maior se faz,
já não é alegria, é muito mais dividida por dois.
Estranha essa aritmética da vida,
nem parece ciência, parece arte;
compreendo a dor menor, se dividida,
não entendo é aumentar nossa alegria,
se essa mesma alegria, se reparte.
Leia o texto para responder à questão.
Paradoxo. (J.G. de Araújo Jorge).
A dor que abate, e punge, e nos tortura,
que julgamos às vezes não ter cura
e o destino nos deu e nos impôs,
é pequenina, é bem menor, e até
já não é dor talvez, dor já não é
dividida por dois.
A alegria que às vezes num segundo
nos dá desejos de abraçar o mundo,
e nos põe tristes, sem querer, depois,
aumenta, cresce, e bem maior se faz,
já não é alegria, é muito mais dividida por dois.
Estranha essa aritmética da vida,
nem parece ciência, parece arte;
compreendo a dor menor, se dividida,
não entendo é aumentar nossa alegria,
se essa mesma alegria, se reparte.
Leia o texto para responder à questão.
Paradoxo. (J.G. de Araújo Jorge).
A dor que abate, e punge, e nos tortura,
que julgamos às vezes não ter cura
e o destino nos deu e nos impôs,
é pequenina, é bem menor, e até
já não é dor talvez, dor já não é
dividida por dois.
A alegria que às vezes num segundo
nos dá desejos de abraçar o mundo,
e nos põe tristes, sem querer, depois,
aumenta, cresce, e bem maior se faz,
já não é alegria, é muito mais dividida por dois.
Estranha essa aritmética da vida,
nem parece ciência, parece arte;
compreendo a dor menor, se dividida,
não entendo é aumentar nossa alegria,
se essa mesma alegria, se reparte.
Leia o texto para responder à questão.
Paradoxo. (J.G. de Araújo Jorge).
A dor que abate, e punge, e nos tortura,
que julgamos às vezes não ter cura
e o destino nos deu e nos impôs,
é pequenina, é bem menor, e até
já não é dor talvez, dor já não é
dividida por dois.
A alegria que às vezes num segundo
nos dá desejos de abraçar o mundo,
e nos põe tristes, sem querer, depois,
aumenta, cresce, e bem maior se faz,
já não é alegria, é muito mais dividida por dois.
Estranha essa aritmética da vida,
nem parece ciência, parece arte;
compreendo a dor menor, se dividida,
não entendo é aumentar nossa alegria,
se essa mesma alegria, se reparte.
Leia os fragmentos abaixo retirados do texto. A seguir, julgue o que se pede sobre as expressões destacadas.
I- (...) por não se adaptarem às condições.
II- (...) aqueciam-se mutuamente...
III- (...) justamente aqueles que lhes forneciam mais calor...
IV- (...) Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes.
Levando-se em consideração que a Próclise é a colocação pronominal antes do verbo, pode-se dizer que ela ocorreu em
Leia:
Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.
Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte.
A partir da leitura do fragmento acima, assinale a alternativa que contenha o sentido da conjunção destacada.
Leia:
Foi, então, que uma grande quantidade de porcos espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais.
Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.
Pode-se dizer que os vocábulos destacados cumprem um papel coesivo no terceiro parágrafo, pois substituem uma palavra já mencionada anteriormente a qual é:
Leia:
“...Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.”
A partir da leitura do fragmento acima retirado do penúltimo parágrafo do texto, pode-se afirmar que as palavras destacadas possuem, pela ordem, o mesmo sentido que as presentes na seguinte alternativa:
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Zero bala
A vida tem um vigor
que o corpo não comporta
por mais que se prepare
No mesmo passo, a natureza
caminha para o zero
como o seu fruto principal
que se gasta quanto mais
se apura na terra estreita
e por instinto busca no espaço
campo para se alçar, crescer
no sentimento e gesto
em uma nova combinação
de interferências e insumos
despoluídos até o impossível
com órgãos sem discrepância
que não contrariam as fontes
nem se desgastam em nenhum
desvio de doença ou perda
de força, suportando o sopro
o porte da pureza possível -
original - sem marca de pecado.
(FREITAS FILHO, Armando. Respiro - poemas. Companhia das Letras, 2024)
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Zero bala
A vida tem um vigor
que o corpo não comporta
por mais que se prepare
No mesmo passo, a natureza
caminha para o zero
como o seu fruto principal
que se gasta quanto mais
se apura na terra estreita
e por instinto busca no espaço
campo para se alçar, crescer
no sentimento e gesto
em uma nova combinação
de interferências e insumos
despoluídos até o impossível
com órgãos sem discrepância
que não contrariam as fontes
nem se desgastam em nenhum
desvio de doença ou perda
de força, suportando o sopro
o porte da pureza possível -
original - sem marca de pecado.
(FREITAS FILHO, Armando. Respiro - poemas. Companhia das Letras, 2024)
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Zero bala
A vida tem um vigor
que o corpo não comporta
por mais que se prepare
No mesmo passo, a natureza
caminha para o zero
como o seu fruto principal
que se gasta quanto mais
se apura na terra estreita
e por instinto busca no espaço
campo para se alçar, crescer
no sentimento e gesto
em uma nova combinação
de interferências e insumos
despoluídos até o impossível
com órgãos sem discrepância
que não contrariam as fontes
nem se desgastam em nenhum
desvio de doença ou perda
de força, suportando o sopro
o porte da pureza possível -
original - sem marca de pecado.
(FREITAS FILHO, Armando. Respiro - poemas. Companhia das Letras, 2024)