Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3539687 Português
Tratando-se da flexão de número dos substantivos, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3539686 Português
Sobre tipologia textual, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa devida.
( ) Temos como gêneros textuais mais comuns em que predomina a injunção: ordens, pedidos, súplica, desejo, manuais e instruções para montagem ou uso de aparelhos e instrumentos, textos com regras de comportamento, textos de orientação, (recomendações de trânsito), receitas, cartões com votos e desejos, (de Natal, aniversário).
( ) A predição tem por características a informação e a probabilidade. O intuito é predizer algo ou levar o interlocutor a crer em alguma coisa que ainda irá ocorrer.
( ) Os gêneros em que mais são encontrados na injunção são: previsões astrológicas, previsões meteorológicas, previsões escatológicas/apocalípticas.
( ) A base para a tipologia textual conversacional (diálogo), é o diálogo entre os interlocutores. Nesse tipo de texto, temos um locutor (quem fala), um assunto, um receptor (quem recebe o texto), ou seja, temos um diálogo entre os interlocutores (locutor e receptor). 
Alternativas
Q3539684 Português
Em relação à língua, linguagem, variações linguísticas, leia as alternativas, coloque (V) verdadeira ou (F) falsa e assinale a alternativa devida.
( ) Há variações linguísticas entre as formas que a Língua Portuguesa assume nas diferentes regiões em que é falada. Basta pensar nas evidentes diferenças entre o modo de falar de um gaúcho e um cearense. Essas variações regionais constituem os falares e os dialetos.
( ) O Português empregado pelas pessoas que têm acesso à escola e aos meios de instrução difere do Português empregado pelas pessoas privadas de escolaridade. Algumas classes sociais, assim, dominam uma forma de língua que goza de prestígio, enquanto outras são vítimas de preconceito por empregarem formas de língua menos prestigiadas.
( ) O exercício de algumas atividades requer o domínio de certas formas de língua chamadas técnicas. Abundantes em termos específicos, essas variantes têm seu uso praticamente restrito ao intercâmbio técnico de engenheiros, médicos, químicos, linguistas e outros especialistas.
( ) Em diferentes situações comunicativas, um mesmo indivíduo emprega diferentes formas de língua. Basta pensar nas atitudes que assumimos em situações formais, (por exemplo, um discurso numa solenidade de formatura) e em situações informais, (uma conversa descontraída com amigos). A fala e a escrita também implicam profundas diferenças na elaboração de mensagens. 
Alternativas
Q3539683 Português

Leia o texto para responder à questão.


Paradoxo. (J.G. de Araújo Jorge).


A dor que abate, e punge, e nos tortura,

que julgamos às vezes não ter cura

e o destino nos deu e nos impôs,

é pequenina, é bem menor, e até

já não é dor talvez, dor já não é

dividida por dois.

A alegria que às vezes num segundo

nos dá desejos de abraçar o mundo,

e nos põe tristes, sem querer, depois,

aumenta, cresce, e bem maior se faz,

já não é alegria, é muito mais dividida por dois.

Estranha essa aritmética da vida,

nem parece ciência, parece arte;

compreendo a dor menor, se dividida,

não entendo é aumentar nossa alegria,

se essa mesma alegria, se reparte.

De acordo com o texto, pode-se compreender que a expressão “punge” significa:
Alternativas
Q3539682 Português

Leia o texto para responder à questão.


Paradoxo. (J.G. de Araújo Jorge).


A dor que abate, e punge, e nos tortura,

que julgamos às vezes não ter cura

e o destino nos deu e nos impôs,

é pequenina, é bem menor, e até

já não é dor talvez, dor já não é

dividida por dois.

A alegria que às vezes num segundo

nos dá desejos de abraçar o mundo,

e nos põe tristes, sem querer, depois,

aumenta, cresce, e bem maior se faz,

já não é alegria, é muito mais dividida por dois.

Estranha essa aritmética da vida,

nem parece ciência, parece arte;

compreendo a dor menor, se dividida,

não entendo é aumentar nossa alegria,

se essa mesma alegria, se reparte.

Marque a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas, das palavras do texto, (dois, maior, muito, mais).
Alternativas
Q3539680 Português

Leia o texto para responder à questão.


Paradoxo. (J.G. de Araújo Jorge).


A dor que abate, e punge, e nos tortura,

que julgamos às vezes não ter cura

e o destino nos deu e nos impôs,

é pequenina, é bem menor, e até

já não é dor talvez, dor já não é

dividida por dois.

A alegria que às vezes num segundo

nos dá desejos de abraçar o mundo,

e nos põe tristes, sem querer, depois,

aumenta, cresce, e bem maior se faz,

já não é alegria, é muito mais dividida por dois.

Estranha essa aritmética da vida,

nem parece ciência, parece arte;

compreendo a dor menor, se dividida,

não entendo é aumentar nossa alegria,

se essa mesma alegria, se reparte.

Em se tratando de encontros vocálicos, as palavras do texto (alegria, ciência, compreendo) são respectivamente:
Alternativas
Q3539679 Português

Leia o texto para responder à questão.


Paradoxo. (J.G. de Araújo Jorge).


A dor que abate, e punge, e nos tortura,

que julgamos às vezes não ter cura

e o destino nos deu e nos impôs,

é pequenina, é bem menor, e até

já não é dor talvez, dor já não é

dividida por dois.

A alegria que às vezes num segundo

nos dá desejos de abraçar o mundo,

e nos põe tristes, sem querer, depois,

aumenta, cresce, e bem maior se faz,

já não é alegria, é muito mais dividida por dois.

Estranha essa aritmética da vida,

nem parece ciência, parece arte;

compreendo a dor menor, se dividida,

não entendo é aumentar nossa alegria,

se essa mesma alegria, se reparte.

Com base na leitura do texto, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3539648 Português
A partir dos estudos das regras ortográficas da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3539647 Português
O TEXTO I A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO.


    Há milhões de anos, durante uma era glacial, quando parte de nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições.

    Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais.

    Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.

    Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...

    Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.

    Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.

(Autor desconhecido)

https://mentepensante.com.br/a-fabula-do-porco-espinho/#google_vignette. Adaptado. 

Leia os fragmentos abaixo retirados do texto. A seguir, julgue o que se pede sobre as expressões destacadas.



I- (...) por não se adaptarem às condições.


II- (...) aqueciam-se mutuamente...


III- (...) justamente aqueles que lhes forneciam mais calor...


IV- (...) Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes.



Levando-se em consideração que a Próclise é a colocação pronominal antes do verbo, pode-se dizer que ela ocorreu em 

Alternativas
Q3539646 Português
O TEXTO I A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO.


    Há milhões de anos, durante uma era glacial, quando parte de nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições.

    Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais.

    Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.

    Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...

    Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.

    Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.

(Autor desconhecido)

https://mentepensante.com.br/a-fabula-do-porco-espinho/#google_vignette. Adaptado. 
Assinale a alternativa cuja reescrita de um fragmento do texto esteja incorreta segundo as regras gramaticais de Pontuação da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q3539645 Português
O TEXTO I A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO.


    Há milhões de anos, durante uma era glacial, quando parte de nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições.

    Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais.

    Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.

    Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...

    Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.

    Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.

(Autor desconhecido)

https://mentepensante.com.br/a-fabula-do-porco-espinho/#google_vignette. Adaptado. 
A partir da reescrita de fragmentos do texto, assinale a que mantém a correção gramatical quanto às regras de concordância. 
Alternativas
Q3539644 Português
O TEXTO I A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO.


    Há milhões de anos, durante uma era glacial, quando parte de nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições.

    Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais.

    Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.

    Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...

    Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.

    Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.

(Autor desconhecido)

https://mentepensante.com.br/a-fabula-do-porco-espinho/#google_vignette. Adaptado. 

Leia:


         Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.


         Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte.


A partir da leitura do fragmento acima, assinale a alternativa que contenha o sentido da conjunção destacada. 

Alternativas
Q3539643 Português
O TEXTO I A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO.


    Há milhões de anos, durante uma era glacial, quando parte de nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições.

    Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais.

    Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.

    Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...

    Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.

    Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.

(Autor desconhecido)

https://mentepensante.com.br/a-fabula-do-porco-espinho/#google_vignette. Adaptado. 

Leia:


         Foi, então, que uma grande quantidade de porcos espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais.


         Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.


Pode-se dizer que os vocábulos destacados cumprem um papel coesivo no terceiro parágrafo, pois substituem uma palavra já mencionada anteriormente a qual é: 

Alternativas
Q3539642 Português
O TEXTO I A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO.


    Há milhões de anos, durante uma era glacial, quando parte de nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições.

    Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais.

    Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.

    Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...

    Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.

    Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.

(Autor desconhecido)

https://mentepensante.com.br/a-fabula-do-porco-espinho/#google_vignette. Adaptado. 

 Leia:


“...Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.”


A partir da leitura do fragmento acima retirado do penúltimo parágrafo do texto, pode-se afirmar que as palavras destacadas possuem, pela ordem, o mesmo sentido que as presentes na seguinte alternativa: 

Alternativas
Q3539641 Português
O TEXTO I A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO.


    Há milhões de anos, durante uma era glacial, quando parte de nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições.

    Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais.

    Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.

    Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...

    Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.

    Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.

(Autor desconhecido)

https://mentepensante.com.br/a-fabula-do-porco-espinho/#google_vignette. Adaptado. 
Quanto aos estudos dos gêneros textuais, pode-se afirmar que o texto I em evidência se caracteriza como uma Fábula. Sobre isso, é incorreto apontar como uma de duas características 
Alternativas
Q3539640 Português
O TEXTO I A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO.


    Há milhões de anos, durante uma era glacial, quando parte de nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições.

    Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais.

    Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.

    Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...

    Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.

    Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.

(Autor desconhecido)

https://mentepensante.com.br/a-fabula-do-porco-espinho/#google_vignette. Adaptado. 
“E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...A partir da leitura do fragmento do texto, pode-se dizer que “os espinhos”: 
Alternativas
Q3539639 Português
O TEXTO I A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO.


    Há milhões de anos, durante uma era glacial, quando parte de nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições.

    Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais.

    Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.

    Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...

    Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.

    Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.

(Autor desconhecido)

https://mentepensante.com.br/a-fabula-do-porco-espinho/#google_vignette. Adaptado. 
Quanto à Tipologia textual, pode-se afirmar que o Texto I em destaque é predominantemente: 
Alternativas
Q3538928 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Zero bala


A vida tem um vigor

que o corpo não comporta

por mais que se prepare

No mesmo passo, a natureza

caminha para o zero

como o seu fruto principal

que se gasta quanto mais

se apura na terra estreita

e por instinto busca no espaço

campo para se alçar, crescer

no sentimento e gesto

em uma nova combinação

de interferências e insumos

despoluídos até o impossível

com órgãos sem discrepância

que não contrariam as fontes

nem se desgastam em nenhum

desvio de doença ou perda

de força, suportando o sopro

o porte da pureza possível -

original - sem marca de pecado.


(FREITAS FILHO, Armando. Respiro - poemas. Companhia das Letras, 2024) 

No trecho em uma nova combinação de interferências e insumos / despoluídos até o impossível, a expressão adverbial até o impossível circunstancia a
Alternativas
Q3538927 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Zero bala


A vida tem um vigor

que o corpo não comporta

por mais que se prepare

No mesmo passo, a natureza

caminha para o zero

como o seu fruto principal

que se gasta quanto mais

se apura na terra estreita

e por instinto busca no espaço

campo para se alçar, crescer

no sentimento e gesto

em uma nova combinação

de interferências e insumos

despoluídos até o impossível

com órgãos sem discrepância

que não contrariam as fontes

nem se desgastam em nenhum

desvio de doença ou perda

de força, suportando o sopro

o porte da pureza possível -

original - sem marca de pecado.


(FREITAS FILHO, Armando. Respiro - poemas. Companhia das Letras, 2024) 

A figura de linguagem que melhor caracteriza a construção da imagem da natureza no poema é a
Alternativas
Q3538926 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Zero bala


A vida tem um vigor

que o corpo não comporta

por mais que se prepare

No mesmo passo, a natureza

caminha para o zero

como o seu fruto principal

que se gasta quanto mais

se apura na terra estreita

e por instinto busca no espaço

campo para se alçar, crescer

no sentimento e gesto

em uma nova combinação

de interferências e insumos

despoluídos até o impossível

com órgãos sem discrepância

que não contrariam as fontes

nem se desgastam em nenhum

desvio de doença ou perda

de força, suportando o sopro

o porte da pureza possível -

original - sem marca de pecado.


(FREITAS FILHO, Armando. Respiro - poemas. Companhia das Letras, 2024) 

Em relação ao emprego dos tempos verbais no poema, observa-se que o
Alternativas
Respostas
27721: A
27722: B
27723: A
27724: A
27725: C
27726: D
27727: A
27728: B
27729: E
27730: C
27731: A
27732: C
27733: B
27734: E
27735: D
27736: D
27737: A
27738: A
27739: E
27740: E