Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3369552 Português
Não nascemos sabendo


Mario Sergio Cortella


Nós, humanos e humanas, somos portadores de um “defeito” natural que acaba por se tornar nossa maior vantagem: não nascemos sabendo!

Por isso, do nascimento ao final da existência individual, aprendemos (e ensinamos) sem parar; o que caracteriza um ser humano é a capacidade de inventar, criar, inovar e isso é resultado do fato de não nascermos já prontos e acabados. Aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.

Aqueles entre nós que imaginarem que nada mais precisam aprender ou, pior ainda, não têm mais idade para aprender, estão-se enclausurando dentro de um limite que desumaniza e, ao mesmo tempo, torna frágil a principal habilidade humana: a audácia de escapar daquilo que parece não ter saída. 

A educação é vigorosa quando dá sentido grupal às ações individuais, isto é, quando se coloca a serviço das finalidades e intenções de um grupo ou uma sociedade; uma educação que sirva apenas ao âmbito individual perde impulso na estruturação da vida coletiva, pois, afinal de contas, ser humano é ser junto, e aquilo que aprendemos e ensinamos tem de ter como meta principal tornar a comunidade na qual vivemos mais apta e fortalecida. [...]

Quem não estiver aberto a mudanças e comprometido com questões de novos aprendizados estará fadado ao insucesso profissional e pessoal. Vale sempre lembrar a frase do fictício detetive chinês Charlie Chan: “Mente humana é como paraquedas; funciona melhor aberta”

[...].


Fonte: http://www.abrhba.com.br/artigos/naonascemossabendo.htm. 
O processo de formação do vocábulo “paraquedas” está, corretamente, apontado em:
Alternativas
Q3369551 Português
Não nascemos sabendo


Mario Sergio Cortella


Nós, humanos e humanas, somos portadores de um “defeito” natural que acaba por se tornar nossa maior vantagem: não nascemos sabendo!

Por isso, do nascimento ao final da existência individual, aprendemos (e ensinamos) sem parar; o que caracteriza um ser humano é a capacidade de inventar, criar, inovar e isso é resultado do fato de não nascermos já prontos e acabados. Aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.

Aqueles entre nós que imaginarem que nada mais precisam aprender ou, pior ainda, não têm mais idade para aprender, estão-se enclausurando dentro de um limite que desumaniza e, ao mesmo tempo, torna frágil a principal habilidade humana: a audácia de escapar daquilo que parece não ter saída. 

A educação é vigorosa quando dá sentido grupal às ações individuais, isto é, quando se coloca a serviço das finalidades e intenções de um grupo ou uma sociedade; uma educação que sirva apenas ao âmbito individual perde impulso na estruturação da vida coletiva, pois, afinal de contas, ser humano é ser junto, e aquilo que aprendemos e ensinamos tem de ter como meta principal tornar a comunidade na qual vivemos mais apta e fortalecida. [...]

Quem não estiver aberto a mudanças e comprometido com questões de novos aprendizados estará fadado ao insucesso profissional e pessoal. Vale sempre lembrar a frase do fictício detetive chinês Charlie Chan: “Mente humana é como paraquedas; funciona melhor aberta”

[...].


Fonte: http://www.abrhba.com.br/artigos/naonascemossabendo.htm. 
Na passagem “Mente humana é como paraquedas; funciona melhor aberta” (último parágrafo), as aspas foram utilizadas:
Alternativas
Q3369550 Português
Não nascemos sabendo


Mario Sergio Cortella


Nós, humanos e humanas, somos portadores de um “defeito” natural que acaba por se tornar nossa maior vantagem: não nascemos sabendo!

Por isso, do nascimento ao final da existência individual, aprendemos (e ensinamos) sem parar; o que caracteriza um ser humano é a capacidade de inventar, criar, inovar e isso é resultado do fato de não nascermos já prontos e acabados. Aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.

Aqueles entre nós que imaginarem que nada mais precisam aprender ou, pior ainda, não têm mais idade para aprender, estão-se enclausurando dentro de um limite que desumaniza e, ao mesmo tempo, torna frágil a principal habilidade humana: a audácia de escapar daquilo que parece não ter saída. 

A educação é vigorosa quando dá sentido grupal às ações individuais, isto é, quando se coloca a serviço das finalidades e intenções de um grupo ou uma sociedade; uma educação que sirva apenas ao âmbito individual perde impulso na estruturação da vida coletiva, pois, afinal de contas, ser humano é ser junto, e aquilo que aprendemos e ensinamos tem de ter como meta principal tornar a comunidade na qual vivemos mais apta e fortalecida. [...]

Quem não estiver aberto a mudanças e comprometido com questões de novos aprendizados estará fadado ao insucesso profissional e pessoal. Vale sempre lembrar a frase do fictício detetive chinês Charlie Chan: “Mente humana é como paraquedas; funciona melhor aberta”

[...].


Fonte: http://www.abrhba.com.br/artigos/naonascemossabendo.htm. 
Assinale a alternativa em que há um encontro consonantal:
Alternativas
Q3369549 Português
Não nascemos sabendo


Mario Sergio Cortella


Nós, humanos e humanas, somos portadores de um “defeito” natural que acaba por se tornar nossa maior vantagem: não nascemos sabendo!

Por isso, do nascimento ao final da existência individual, aprendemos (e ensinamos) sem parar; o que caracteriza um ser humano é a capacidade de inventar, criar, inovar e isso é resultado do fato de não nascermos já prontos e acabados. Aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.

Aqueles entre nós que imaginarem que nada mais precisam aprender ou, pior ainda, não têm mais idade para aprender, estão-se enclausurando dentro de um limite que desumaniza e, ao mesmo tempo, torna frágil a principal habilidade humana: a audácia de escapar daquilo que parece não ter saída. 

A educação é vigorosa quando dá sentido grupal às ações individuais, isto é, quando se coloca a serviço das finalidades e intenções de um grupo ou uma sociedade; uma educação que sirva apenas ao âmbito individual perde impulso na estruturação da vida coletiva, pois, afinal de contas, ser humano é ser junto, e aquilo que aprendemos e ensinamos tem de ter como meta principal tornar a comunidade na qual vivemos mais apta e fortalecida. [...]

Quem não estiver aberto a mudanças e comprometido com questões de novos aprendizados estará fadado ao insucesso profissional e pessoal. Vale sempre lembrar a frase do fictício detetive chinês Charlie Chan: “Mente humana é como paraquedas; funciona melhor aberta”

[...].


Fonte: http://www.abrhba.com.br/artigos/naonascemossabendo.htm. 
Das palavras a seguir retiradas do texto, assinale a opção em que haja um vocábulo acentuado por ser proparoxítono:
Alternativas
Q3369548 Português
Não nascemos sabendo


Mario Sergio Cortella


Nós, humanos e humanas, somos portadores de um “defeito” natural que acaba por se tornar nossa maior vantagem: não nascemos sabendo!

Por isso, do nascimento ao final da existência individual, aprendemos (e ensinamos) sem parar; o que caracteriza um ser humano é a capacidade de inventar, criar, inovar e isso é resultado do fato de não nascermos já prontos e acabados. Aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.

Aqueles entre nós que imaginarem que nada mais precisam aprender ou, pior ainda, não têm mais idade para aprender, estão-se enclausurando dentro de um limite que desumaniza e, ao mesmo tempo, torna frágil a principal habilidade humana: a audácia de escapar daquilo que parece não ter saída. 

A educação é vigorosa quando dá sentido grupal às ações individuais, isto é, quando se coloca a serviço das finalidades e intenções de um grupo ou uma sociedade; uma educação que sirva apenas ao âmbito individual perde impulso na estruturação da vida coletiva, pois, afinal de contas, ser humano é ser junto, e aquilo que aprendemos e ensinamos tem de ter como meta principal tornar a comunidade na qual vivemos mais apta e fortalecida. [...]

Quem não estiver aberto a mudanças e comprometido com questões de novos aprendizados estará fadado ao insucesso profissional e pessoal. Vale sempre lembrar a frase do fictício detetive chinês Charlie Chan: “Mente humana é como paraquedas; funciona melhor aberta”

[...].


Fonte: http://www.abrhba.com.br/artigos/naonascemossabendo.htm. 
No último parágrafo do texto, o autor:
Alternativas
Q3369547 Português
Não nascemos sabendo


Mario Sergio Cortella


Nós, humanos e humanas, somos portadores de um “defeito” natural que acaba por se tornar nossa maior vantagem: não nascemos sabendo!

Por isso, do nascimento ao final da existência individual, aprendemos (e ensinamos) sem parar; o que caracteriza um ser humano é a capacidade de inventar, criar, inovar e isso é resultado do fato de não nascermos já prontos e acabados. Aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.

Aqueles entre nós que imaginarem que nada mais precisam aprender ou, pior ainda, não têm mais idade para aprender, estão-se enclausurando dentro de um limite que desumaniza e, ao mesmo tempo, torna frágil a principal habilidade humana: a audácia de escapar daquilo que parece não ter saída. 

A educação é vigorosa quando dá sentido grupal às ações individuais, isto é, quando se coloca a serviço das finalidades e intenções de um grupo ou uma sociedade; uma educação que sirva apenas ao âmbito individual perde impulso na estruturação da vida coletiva, pois, afinal de contas, ser humano é ser junto, e aquilo que aprendemos e ensinamos tem de ter como meta principal tornar a comunidade na qual vivemos mais apta e fortalecida. [...]

Quem não estiver aberto a mudanças e comprometido com questões de novos aprendizados estará fadado ao insucesso profissional e pessoal. Vale sempre lembrar a frase do fictício detetive chinês Charlie Chan: “Mente humana é como paraquedas; funciona melhor aberta”

[...].


Fonte: http://www.abrhba.com.br/artigos/naonascemossabendo.htm. 
Considerando o contexto do trecho do artigo lido, é correto afirmar que o título atribuído a ele:
Alternativas
Q3369493 Português

Texto para responder à questão.


O Papel em Evolução dos Professores



É fundamental ter em mente que os avanços tecnológicos não diminuem o papel essencial da educação como berço do conhecimento e dos valores, nem o lugar daqueles que os transmitem. 


A inserção da IA na educação não substitui os professores, mas transforma sua função. Ao utilizar a IA de forma estratégica para fornecer recursos de aprendizagem adaptáveis, os educadores podem se concentrar mais na construção de conexões humanas e no direcionamento dos alunos em suas jornadas de aprendizado. Essa mudança permite que os professores atuem como mentores e facilitadores, enriquecendo a experiência educacional ao abranger todas as dimensões do ser e do tornar-se.


O relatório Future of Work 2025 do Fórum Econômico Mundial destaca que as funções menos substituíveis pela IA — professores, mentores, coaches — ganharão ainda mais relevância, deslocando a valorização social para habilidades centradas no ser humano. Podemos imaginar um mundo em que a aprendizagem personalizada e ao longo da vida se torne a norma, as desigualdades educacionais e de renda diminuam e a profissão docente seja transformada em uma ocupação prazerosa, altamente valorizada e profundamente respeitada.


Conclusão: Criando uma Educação à Prova do Futuro


Para integrar com sucesso a IA na educação, educadores e tomadores de decisão podem adotar uma estrutura prática baseada em quatro pilares: 


Consciência: Compreender as forças e limitações da IA. Reconhecer possíveis vieses e implementar salvaguardas necessárias para usá-la de maneira ética e responsável.

Educadores: Atualizem-se regularmente sobre os avanços da IA para aproveitar a tecnologia sem comprometer a conexão humana.

Instituições: Invistam em alfabetização digital e capacitação em IA, especialmente para professores.


Valorização: Reconhecer os pontos fortes complementares da criatividade humana e da eficiência da IA. Ambas as formas de inteligência agregam valor único.

Educadores: Cultivem sua habilidade única de inspirar, orientar e se conectar emocionalmente. Instituições: Valorizem os educadores e reconheçam seu papel insubstituível por meio de políticas de apoio e melhor remuneração.


Aceitação: Compreender que a educação está se transformando. Aceitar a IA não como uma concorrente, mas como uma ferramenta poderosa para aprimorar o papel do professor. Educadores: Experimentem ferramentas de IA para descobrir formas eficazes de integrar a tecnologia. Instituições: Encorajem e apoiem a inovação e a experimentação em métodos de ensino.


Responsabilidade: Garantir que as aplicações da IA na educação sejam culturalmente sensíveis, éticas e livres de vieses.

Educadores: Sejam responsáveis por garantir equidade, inclusão e relevância cultural nos conteúdos utilizados. Instituições: Implementem diretrizes rigorosas para avaliar regularmente os modelos de IA quanto à sua adequação cultural e viés.



Fonte: https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/03/como-a-iapode-transformar-o-futuro-da-educacao/

O texto propõe uma visão otimista sobre o futuro da profissão docente em um contexto de integração da IA, condicionada à adoção de uma estrutura baseada em quatro pilares. Considerando esses pilares ("Consciência", "Valorização", "Aceitação" e "Responsabilidade"), qual das seguintes situações hipotéticas mais claramente exemplifica uma falha sistêmica na implementação dessa estrutura, com potenciais consequências negativas para a educação?
Alternativas
Q3369492 Português

Texto para responder à questão.


O Papel em Evolução dos Professores



É fundamental ter em mente que os avanços tecnológicos não diminuem o papel essencial da educação como berço do conhecimento e dos valores, nem o lugar daqueles que os transmitem. 


A inserção da IA na educação não substitui os professores, mas transforma sua função. Ao utilizar a IA de forma estratégica para fornecer recursos de aprendizagem adaptáveis, os educadores podem se concentrar mais na construção de conexões humanas e no direcionamento dos alunos em suas jornadas de aprendizado. Essa mudança permite que os professores atuem como mentores e facilitadores, enriquecendo a experiência educacional ao abranger todas as dimensões do ser e do tornar-se.


O relatório Future of Work 2025 do Fórum Econômico Mundial destaca que as funções menos substituíveis pela IA — professores, mentores, coaches — ganharão ainda mais relevância, deslocando a valorização social para habilidades centradas no ser humano. Podemos imaginar um mundo em que a aprendizagem personalizada e ao longo da vida se torne a norma, as desigualdades educacionais e de renda diminuam e a profissão docente seja transformada em uma ocupação prazerosa, altamente valorizada e profundamente respeitada.


Conclusão: Criando uma Educação à Prova do Futuro


Para integrar com sucesso a IA na educação, educadores e tomadores de decisão podem adotar uma estrutura prática baseada em quatro pilares: 


Consciência: Compreender as forças e limitações da IA. Reconhecer possíveis vieses e implementar salvaguardas necessárias para usá-la de maneira ética e responsável.

Educadores: Atualizem-se regularmente sobre os avanços da IA para aproveitar a tecnologia sem comprometer a conexão humana.

Instituições: Invistam em alfabetização digital e capacitação em IA, especialmente para professores.


Valorização: Reconhecer os pontos fortes complementares da criatividade humana e da eficiência da IA. Ambas as formas de inteligência agregam valor único.

Educadores: Cultivem sua habilidade única de inspirar, orientar e se conectar emocionalmente. Instituições: Valorizem os educadores e reconheçam seu papel insubstituível por meio de políticas de apoio e melhor remuneração.


Aceitação: Compreender que a educação está se transformando. Aceitar a IA não como uma concorrente, mas como uma ferramenta poderosa para aprimorar o papel do professor. Educadores: Experimentem ferramentas de IA para descobrir formas eficazes de integrar a tecnologia. Instituições: Encorajem e apoiem a inovação e a experimentação em métodos de ensino.


Responsabilidade: Garantir que as aplicações da IA na educação sejam culturalmente sensíveis, éticas e livres de vieses.

Educadores: Sejam responsáveis por garantir equidade, inclusão e relevância cultural nos conteúdos utilizados. Instituições: Implementem diretrizes rigorosas para avaliar regularmente os modelos de IA quanto à sua adequação cultural e viés.



Fonte: https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/03/como-a-iapode-transformar-o-futuro-da-educacao/

A argumentação central do texto estabelece uma relação de complementaridade entre a Inteligência Artificial (IA) e o papel dos professores na educação. Sob essa perspectiva, qual das seguintes afirmações melhor sintetiza a função primordial do educador em um cenário de crescente integração da IA?
Alternativas
Q3369491 Português

A palavra "banco" apresenta diferentes acepções na língua portuguesa, como ilustrado nos seguintes exemplos:



I. "Sentamos no banco da praça para observar o movimento."


II. "O Banco Central anunciou novas medidas econômicas."


III. "Ele bancou os estudos dos filhos com muito esforço."



Considerando os conceitos de polissemia e homonímia, e a influência do contexto na ativação de sentidos específicos, assinale a alternativa que melhor descreve a relação semântica entre as diferentes ocorrências da palavra "banco": 

Alternativas
Q3369490 Português
A Língua Portuguesa apresenta processos morfológicos complexos que envolvem a combinação e a modificação de morfemas para a formação de novas palavras. Considerando os mecanismos de derivação prefixal, sufixal e parassintética, bem como os fenômenos de derivação imprópria e regressiva, analise as seguintes afirmações e assinale a alternativa que apresenta a análise incorreta da formação da palavra em destaque:
Alternativas
Q3369489 Português
Considere as seguintes palavras da Língua Portuguesa e analise as justificativas para a sua acentuação gráfica ou a ausência dela. Em seguida, assinale a alternativa que apresenta incorretamente a explicação para a grafia da palavra:
Alternativas
Q3369488 Português

Observe as palavras abaixo e, considerando os conceitos de fonema e letra na fonologia da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta sobre a relação entre eles:



I - "táxi"


II - "hoje"


III - "guerra"


IV - "fixo"

Alternativas
Q3369487 Português
Analise as seguintes afirmações sobre a grafia de palavras da Língua Portuguesa que comumente geram dúvidas quanto ao emprego das letras "s", "x" e "z". Assinale a alternativa que apresenta a justificativa incorreta para a grafia da palavra em destaque: 
Alternativas
Q3369396 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão acentuadas corretamente.
Alternativas
Q3369395 Português

Leia o trecho:


"O avião decolou às 6h da manhã."


Qual é o significado da palavra “decolou” nesse contexto?

Alternativas
Q3369394 Português
Qual alternativa apresenta corretamente a forma feminina da palavra “leitor”?
Alternativas
Q3369393 Português

Leia a frase:


"O diretor elogiou a atitude do aluno educado."


Qual palavra a seguir tem significado oposto a “educado”?

Alternativas
Q3369392 Português

Leia a frase:


"A menina estava apressada e saiu rapidamente de casa."


A palavra “rapidamente” indica:

Alternativas
Q3369391 Português

Observe os fatos de uma pequena história em quadrinhos:


1. O menino está com o rosto sujo.

2. O menino come um pedaço de bolo.

3. O menino lambe os dedos.


Qual a sequência mais coerente dos fatos?

Alternativas
Q3369390 Português

Leia a frase:


“Os alunos prestaram muita atenção à explicação.”


Qual das palavras a seguir está escrita corretamente?

Alternativas
Respostas
27661: B
27662: A
27663: C
27664: A
27665: A
27666: C
27667: D
27668: D
27669: B
27670: C
27671: C
27672: C
27673: B
27674: A
27675: A
27676: A
27677: C
27678: B
27679: A
27680: C