Questões de Concurso Comentadas sobre português
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I. Depois daquela atitude, ele se tornou meu adversário.
II. Meu filho teve um excelente preceptor no ano passado.
III. Hélio nunca foi muito sensato.
a) professor
b) rival
c) ponderado
Indique a alternativa que estabelece as relações corretamente.
( ) Eles se conhecem desde a época da escola – a palavra em destaque classifica-se como preposição.
( ) Elas estudam todas as tardes – a palavra “estudam” é um verbo conjugado na terceira pessoa do singular.
( ) A caneta falhou bem na hora da prova – o termo destacado na frase é um substantivo abstrato.
( ) Aquele é o senhor cuja esposa vende bolos – a palavra destacada é um pronome relativo.
I. Ferrujem
II. Anoitecer
III.Trouxe
Assinale a alternativa correta:
Na tirinha de Garfield abaixo, quatro sinais de pontuação diferentes são utilizados. Assinale a alternativa que explica correta e respectivamente cada um desses sinais:

Fonte: https://www.lpm.com.br/site/default.asp?Template=../livros/layout_produto.asp&CategoriaID=645528&ID=927193
“Ele deixou a janela aberta e foi __________ a rua sem melancolia, sem ódio, leve e satisfeito, pensando __________ ir ao cinema ou fazer qualquer outra coisa que todo mundo faz, devolvido __________ cotidiano – com as mãos nos bolsos e assoviando à maneira dos rapazes em toda parte.”.
(OLIVEIRA, José Carlos. A Árvore de Ouro. In: Os Olhos Dourados do Ódio, José Álvaro Editor, 1960. pp. 51-53. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/14662/a-arvore-de-ouro)
Texto para responder a questão.
A relação entre gêneros discursivos e complexidade textual é intrínseca, pois cada género, ao se adaptar as convenções que lhe são impostas, apresenta níveis de complexidade específicos. Assim, quando pensamos em produção automatizada de textos por LLM (large language models), a questão que se coloca é saber não apenas o nível de proficiência dessas ferramentas em produzir conteúdo que seja coerente e adequado as normas linguísticas, mas também a capacidade de se adaptar ao nível de complexidade textual exigida pelo gênero do discurso a ser gerado.
ANTONELLL André Luis. Desafios de grandes modelos de linguagem generativa na reprodução de complexidade textual: um estudo com editoriais jomalisticos. Texto Livre, Belo Horizonte - MG, v. 18, p. e58530, 2025 Disponível em: <https://periodicos.ufmg.br/index.php/textolivre/article/view/58530/48333>
Texto para responder a questão.
A relação entre gêneros discursivos e complexidade textual é intrínseca, pois cada género, ao se adaptar as convenções que lhe são impostas, apresenta níveis de complexidade específicos. Assim, quando pensamos em produção automatizada de textos por LLM (large language models), a questão que se coloca é saber não apenas o nível de proficiência dessas ferramentas em produzir conteúdo que seja coerente e adequado as normas linguísticas, mas também a capacidade de se adaptar ao nível de complexidade textual exigida pelo gênero do discurso a ser gerado.
ANTONELLL André Luis. Desafios de grandes modelos de linguagem generativa na reprodução de complexidade textual: um estudo com editoriais jomalisticos. Texto Livre, Belo Horizonte - MG, v. 18, p. e58530, 2025 Disponível em: <https://periodicos.ufmg.br/index.php/textolivre/article/view/58530/48333>
Texto para responder à questão.
A ideia de que as tecnologias digitais são ferramentas imparciais, livres de viés ou ideologia é desmontada à medida que autores demonstram como os fluxos de dados seguem padrões de dominação histórica em que determinadas populações são sistematicamente invisibilizadas, exploradas ou controladas. O colonialismo de dados não apenas captura informações, mas reconfigura subjetividades e impõe novas formas de dependência tecnológica. No contexto da governança algorítmica, os corpos racializados, já historicamente alvos da necropolítica e da vigilância colonial, passam a ser modelados e disciplinados por sistemas automatizados que operam sob uma lógica extrativista e racializada. Há autores que não apenas desconstroem a ilusão da neutralidade tecnológica, mas também evidenciam o papel da tecnologia como um instrumento de poder, operando como um novo mecanismo de dominação algorítmica global, no qual os processos de colonialismo e racismo são automatizados e sofisticados sob o verniz da inovação digital.
ARAÚJO, Júlio; FAUSTINO, Deivison; LIPPOLD, Walter. Colonialismo digital: por uma crítica hacker-fanoniana. Disponível em:

Disponível em: htps://umbrasil.com/charges/%c=charge-03022018. Acesso em: 16 jul 2025
Considerando a charge e o texto anterior, é correto afirmar que entre eles se estabelece uma relação
Texto para responder à questão.
A ideia de que as tecnologias digitais são ferramentas imparciais, livres de viés ou ideologia é desmontada à medida que autores demonstram como os fluxos de dados seguem padrões de dominação histórica em que determinadas populações são sistematicamente invisibilizadas, exploradas ou controladas. O colonialismo de dados não apenas captura informações, mas reconfigura subjetividades e impõe novas formas de dependência tecnológica. No contexto da governança algorítmica, os corpos racializados, já historicamente alvos da necropolítica e da vigilância colonial, passam a ser modelados e disciplinados por sistemas automatizados que operam sob uma lógica extrativista e racializada. Há autores que não apenas desconstroem a ilusão da neutralidade tecnológica, mas também evidenciam o papel da tecnologia como um instrumento de poder, operando como um novo mecanismo de dominação algorítmica global, no qual os processos de colonialismo e racismo são automatizados e sofisticados sob o verniz da inovação digital.
ARAÚJO, Júlio; FAUSTINO, Deivison; LIPPOLD, Walter. Colonialismo digital: por uma crítica hacker-fanoniana. Disponível em:
“O colonialismo de dados não apenas captura informações, mas reconfigura subjetividades e impõe novas formas de dependência tecnológica.”
Sem prejuízo para a correção gramatical, a coesão e os sentidos do texto, assinale a alternativa que indica corretamente a reescritura do trecho apresentado.
Texto para responder à questão.
A ideia de que as tecnologias digitais são ferramentas imparciais, livres de viés ou ideologia é desmontada à medida que autores demonstram como os fluxos de dados seguem padrões de dominação histórica em que determinadas populações são sistematicamente invisibilizadas, exploradas ou controladas. O colonialismo de dados não apenas captura informações, mas reconfigura subjetividades e impõe novas formas de dependência tecnológica. No contexto da governança algorítmica, os corpos racializados, já historicamente alvos da necropolítica e da vigilância colonial, passam a ser modelados e disciplinados por sistemas automatizados que operam sob uma lógica extrativista e racializada. Há autores que não apenas desconstroem a ilusão da neutralidade tecnológica, mas também evidenciam o papel da tecnologia como um instrumento de poder, operando como um novo mecanismo de dominação algorítmica global, no qual os processos de colonialismo e racismo são automatizados e sofisticados sob o verniz da inovação digital.
ARAÚJO, Júlio; FAUSTINO, Deivison; LIPPOLD, Walter. Colonialismo digital: por uma crítica hacker-fanoniana. Disponível em:
“Há autores que não apenas desconstroem a ilusão da neutralidade tecnológica, mas também evidenciam o papel da tecnologia como um instrumento de poder, operando como um novo mecanismo de dominação algorítmica global, no qual os processos de colonialimo e racismo são automatizados e sofisticados sob o verniz da inovação digital.”
Considerando os aspectos linguísticos do trecho, assinale a alternativa correta.
Texto para responder a questão.
— Um robô é infinitamente mais confiável que uma babá humana. Na verdade, Robbie foi construído com uma única finalidade: ser o companheiro de uma criancinha. Toda a sua “mentalidade” foi construída com esse propósito. Para ele, é impossível não ser fiel, dedicado e gentil. Ele é uma máquina, uma maquina construída assim. É mais do que se pode dizer dos humanos. [...]
— Na época em que compramos Robbie, tivemos uma longa conversa sobre a Primeira Lei da Robótica. Você sabe que, para um robô, é impossível ferir um ser humano; que muito antes que algo possa dar errado a ponto de alterar a Primeira Lei, um robô ficaria completamente inoperante. É uma impossibilidade matemática. [...] A chance de qualquer coisa que seja dar errado com Robbie não é maior do que a chance de você ou eu de repente ficarmos loucos.
ASIMOV, Isaac, Eu, robô [livro eletrônico]. Tradução de Aline Storto Pereira. São Paulo: Aleph, 2015 482 Kb; ePUB, loc. 198
Texto para responder a questão.
— Um robô é infinitamente mais confiável que uma babá humana. Na verdade, Robbie foi construído com uma única finalidade: ser o companheiro de uma criancinha. Toda a sua “mentalidade” foi construída com esse propósito. Para ele, é impossível não ser fiel, dedicado e gentil. Ele é uma máquina, uma maquina construída assim. É mais do que se pode dizer dos humanos. [...]
— Na época em que compramos Robbie, tivemos uma longa conversa sobre a Primeira Lei da Robótica. Você sabe que, para um robô, é impossível ferir um ser humano; que muito antes que algo possa dar errado a ponto de alterar a Primeira Lei, um robô ficaria completamente inoperante. É uma impossibilidade matemática. [...] A chance de qualquer coisa que seja dar errado com Robbie não é maior do que a chance de você ou eu de repente ficarmos loucos.
ASIMOV, Isaac, Eu, robô [livro eletrônico]. Tradução de Aline Storto Pereira. São Paulo: Aleph, 2015 482 Kb; ePUB, loc. 198