Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3594574 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Dr. Aranha era para mim o ser mais poderoso e misterioso do mundo. Depois de atender minha avó, ele sempre ficava um pouco mais. Entre cafés, biscoitos de polvilho e bolo de laranja, seguia com algumas conversas mais amenas, gesticulando suas mãos imensas diante de meus pequenos olhos atentos. Na hora de sair, me beijava a testa e fazia crescer em mim a vontade de beijar testas também. Quando ia embora, deixava um rastro de paz. Era impressionante como minha avó melhorava só de vê-lo. Minha mãe voltava a sorrir, cheia de esperança na nova receita.

    A vida seguia, mas, entre altos e baixos, o curso natural da doença levou à amputação das pernas. A esperança de a dor passar com a amputação também acabou rapidamente: ela persistia. Diagnóstico aterrorizante para uma criança: minha avó tinha uma dor fantasma. Dor fantasma… Teria sido possível exorcizá-la? Mandar a dor fantasma seguir seu caminho evolutivo? Tirá-la do purgatório e libertá-la rumo ao céu das dores? Ou poderíamos condená-la ao inferno, onde ficaria por toda a eternidade e nunca mais amedrontaria ninguém por aqui? O que faço eu, ainda viva, para combater uma dor fantasma? Rezar não adiantou.

    Amputei as pernas finas ou gordas de todas as minhas bonecas. Nenhuma escapou ao destino cruel da semelhança. Só a Rosinha, que viera de fábrica com as pernas cruzadas, como um Buda, ficou inteira. Hoje ainda me pergunto: a escolha de se manter sentada nos protege de andar e de perder as pernas no caminho? Mas a Rosinha ganhou marcas “cirúrgicas” de canetinha, só para me lembrar de que, mesmo se eu quiser me manter sentada, a vida deixará suas marcas.

    Então, aos 7 anos, eu já tinha uma enfermaria que cuidava da dor das bonecas. No meu hospital ninguém tinha dor. Minha avó ria e dizia que queria ser cuidada no meu hospital. E eu prometia que cuidaria dela e que nunca mais teria nenhuma dor.


(Ana Claudia Quintana Arantes. A morte é um dia que vale a pena viver. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2016.) 
Considere os trechos:

•  … o curso natural da doença levou à amputação das pernas (2° parágrafo)
•  O que faço eu, ainda viva, para combater uma dor fantasma? (2° parágrafo)

Assinale a alternativa que substitui as expressões destacadas, respectivamente, em conformidade com a norma-padrão de regência e de emprego do sinal indicativo de crase.
Alternativas
Q3594573 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Dr. Aranha era para mim o ser mais poderoso e misterioso do mundo. Depois de atender minha avó, ele sempre ficava um pouco mais. Entre cafés, biscoitos de polvilho e bolo de laranja, seguia com algumas conversas mais amenas, gesticulando suas mãos imensas diante de meus pequenos olhos atentos. Na hora de sair, me beijava a testa e fazia crescer em mim a vontade de beijar testas também. Quando ia embora, deixava um rastro de paz. Era impressionante como minha avó melhorava só de vê-lo. Minha mãe voltava a sorrir, cheia de esperança na nova receita.

    A vida seguia, mas, entre altos e baixos, o curso natural da doença levou à amputação das pernas. A esperança de a dor passar com a amputação também acabou rapidamente: ela persistia. Diagnóstico aterrorizante para uma criança: minha avó tinha uma dor fantasma. Dor fantasma… Teria sido possível exorcizá-la? Mandar a dor fantasma seguir seu caminho evolutivo? Tirá-la do purgatório e libertá-la rumo ao céu das dores? Ou poderíamos condená-la ao inferno, onde ficaria por toda a eternidade e nunca mais amedrontaria ninguém por aqui? O que faço eu, ainda viva, para combater uma dor fantasma? Rezar não adiantou.

    Amputei as pernas finas ou gordas de todas as minhas bonecas. Nenhuma escapou ao destino cruel da semelhança. Só a Rosinha, que viera de fábrica com as pernas cruzadas, como um Buda, ficou inteira. Hoje ainda me pergunto: a escolha de se manter sentada nos protege de andar e de perder as pernas no caminho? Mas a Rosinha ganhou marcas “cirúrgicas” de canetinha, só para me lembrar de que, mesmo se eu quiser me manter sentada, a vida deixará suas marcas.

    Então, aos 7 anos, eu já tinha uma enfermaria que cuidava da dor das bonecas. No meu hospital ninguém tinha dor. Minha avó ria e dizia que queria ser cuidada no meu hospital. E eu prometia que cuidaria dela e que nunca mais teria nenhuma dor.


(Ana Claudia Quintana Arantes. A morte é um dia que vale a pena viver. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2016.) 
Assinale a alternativa em que o tempo verbal empregado no trecho destacado expressa incerteza.
Alternativas
Q3594572 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Dr. Aranha era para mim o ser mais poderoso e misterioso do mundo. Depois de atender minha avó, ele sempre ficava um pouco mais. Entre cafés, biscoitos de polvilho e bolo de laranja, seguia com algumas conversas mais amenas, gesticulando suas mãos imensas diante de meus pequenos olhos atentos. Na hora de sair, me beijava a testa e fazia crescer em mim a vontade de beijar testas também. Quando ia embora, deixava um rastro de paz. Era impressionante como minha avó melhorava só de vê-lo. Minha mãe voltava a sorrir, cheia de esperança na nova receita.

    A vida seguia, mas, entre altos e baixos, o curso natural da doença levou à amputação das pernas. A esperança de a dor passar com a amputação também acabou rapidamente: ela persistia. Diagnóstico aterrorizante para uma criança: minha avó tinha uma dor fantasma. Dor fantasma… Teria sido possível exorcizá-la? Mandar a dor fantasma seguir seu caminho evolutivo? Tirá-la do purgatório e libertá-la rumo ao céu das dores? Ou poderíamos condená-la ao inferno, onde ficaria por toda a eternidade e nunca mais amedrontaria ninguém por aqui? O que faço eu, ainda viva, para combater uma dor fantasma? Rezar não adiantou.

    Amputei as pernas finas ou gordas de todas as minhas bonecas. Nenhuma escapou ao destino cruel da semelhança. Só a Rosinha, que viera de fábrica com as pernas cruzadas, como um Buda, ficou inteira. Hoje ainda me pergunto: a escolha de se manter sentada nos protege de andar e de perder as pernas no caminho? Mas a Rosinha ganhou marcas “cirúrgicas” de canetinha, só para me lembrar de que, mesmo se eu quiser me manter sentada, a vida deixará suas marcas.

    Então, aos 7 anos, eu já tinha uma enfermaria que cuidava da dor das bonecas. No meu hospital ninguém tinha dor. Minha avó ria e dizia que queria ser cuidada no meu hospital. E eu prometia que cuidaria dela e que nunca mais teria nenhuma dor.


(Ana Claudia Quintana Arantes. A morte é um dia que vale a pena viver. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2016.) 
Em “Quando ia embora, deixava um rastro de paz” (1° parágrafo), a vírgula foi empregada pelo mesmo motivo pelo qual é usada no trecho: 
Alternativas
Q3594571 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Dr. Aranha era para mim o ser mais poderoso e misterioso do mundo. Depois de atender minha avó, ele sempre ficava um pouco mais. Entre cafés, biscoitos de polvilho e bolo de laranja, seguia com algumas conversas mais amenas, gesticulando suas mãos imensas diante de meus pequenos olhos atentos. Na hora de sair, me beijava a testa e fazia crescer em mim a vontade de beijar testas também. Quando ia embora, deixava um rastro de paz. Era impressionante como minha avó melhorava só de vê-lo. Minha mãe voltava a sorrir, cheia de esperança na nova receita.

    A vida seguia, mas, entre altos e baixos, o curso natural da doença levou à amputação das pernas. A esperança de a dor passar com a amputação também acabou rapidamente: ela persistia. Diagnóstico aterrorizante para uma criança: minha avó tinha uma dor fantasma. Dor fantasma… Teria sido possível exorcizá-la? Mandar a dor fantasma seguir seu caminho evolutivo? Tirá-la do purgatório e libertá-la rumo ao céu das dores? Ou poderíamos condená-la ao inferno, onde ficaria por toda a eternidade e nunca mais amedrontaria ninguém por aqui? O que faço eu, ainda viva, para combater uma dor fantasma? Rezar não adiantou.

    Amputei as pernas finas ou gordas de todas as minhas bonecas. Nenhuma escapou ao destino cruel da semelhança. Só a Rosinha, que viera de fábrica com as pernas cruzadas, como um Buda, ficou inteira. Hoje ainda me pergunto: a escolha de se manter sentada nos protege de andar e de perder as pernas no caminho? Mas a Rosinha ganhou marcas “cirúrgicas” de canetinha, só para me lembrar de que, mesmo se eu quiser me manter sentada, a vida deixará suas marcas.

    Então, aos 7 anos, eu já tinha uma enfermaria que cuidava da dor das bonecas. No meu hospital ninguém tinha dor. Minha avó ria e dizia que queria ser cuidada no meu hospital. E eu prometia que cuidaria dela e que nunca mais teria nenhuma dor.


(Ana Claudia Quintana Arantes. A morte é um dia que vale a pena viver. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2016.) 
Com base no texto, é correto concluir que a narradora amputou as pernas de suas bonecas como uma forma de
Alternativas
Q3594570 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Dr. Aranha era para mim o ser mais poderoso e misterioso do mundo. Depois de atender minha avó, ele sempre ficava um pouco mais. Entre cafés, biscoitos de polvilho e bolo de laranja, seguia com algumas conversas mais amenas, gesticulando suas mãos imensas diante de meus pequenos olhos atentos. Na hora de sair, me beijava a testa e fazia crescer em mim a vontade de beijar testas também. Quando ia embora, deixava um rastro de paz. Era impressionante como minha avó melhorava só de vê-lo. Minha mãe voltava a sorrir, cheia de esperança na nova receita.

    A vida seguia, mas, entre altos e baixos, o curso natural da doença levou à amputação das pernas. A esperança de a dor passar com a amputação também acabou rapidamente: ela persistia. Diagnóstico aterrorizante para uma criança: minha avó tinha uma dor fantasma. Dor fantasma… Teria sido possível exorcizá-la? Mandar a dor fantasma seguir seu caminho evolutivo? Tirá-la do purgatório e libertá-la rumo ao céu das dores? Ou poderíamos condená-la ao inferno, onde ficaria por toda a eternidade e nunca mais amedrontaria ninguém por aqui? O que faço eu, ainda viva, para combater uma dor fantasma? Rezar não adiantou.

    Amputei as pernas finas ou gordas de todas as minhas bonecas. Nenhuma escapou ao destino cruel da semelhança. Só a Rosinha, que viera de fábrica com as pernas cruzadas, como um Buda, ficou inteira. Hoje ainda me pergunto: a escolha de se manter sentada nos protege de andar e de perder as pernas no caminho? Mas a Rosinha ganhou marcas “cirúrgicas” de canetinha, só para me lembrar de que, mesmo se eu quiser me manter sentada, a vida deixará suas marcas.

    Então, aos 7 anos, eu já tinha uma enfermaria que cuidava da dor das bonecas. No meu hospital ninguém tinha dor. Minha avó ria e dizia que queria ser cuidada no meu hospital. E eu prometia que cuidaria dela e que nunca mais teria nenhuma dor.


(Ana Claudia Quintana Arantes. A morte é um dia que vale a pena viver. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2016.) 
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que a narradora, em relação ao Dr. Aranha, manifesta
Alternativas
Q3594568 Português
Leia a tira a seguir para responder à questão:

Q1_2.png (692×221)

(Quino. 10 anos com Mafalda. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010)
Em relação ao efeito de humor da tira, é correto afirmar que ele se deve ao fato de que a menina
Alternativas
Q3594522 Português
Assinale a alternativa CORRETA com diminutivo e 3
Alternativas
Q3594521 Português
Qual alternativa apresenta corretamente o plural dos substantivos destacados?
Alternativas
Q3594520 Português
Marque a alternativa CORRETA quanto à ortografia das palavras destacadas.
Alternativas
Q3594519 Português
Assinale a alternativa com a pontuação CORRETA.
Alternativas
Q3594518 Português
Qual alternativa apresenta corretamente uma frase interrogativa?
Alternativas
Q3594517 Português
Marque a alternativa em que todas as palavras estão corretamente acentuadas.
Alternativas
Q3594516 Português
Marque a alternativa que apresenta corretamente o antônimo da palavra destacada.
Alternativas
Q3594515 Português
Marque a alternativa em que a palavra destacada foi corretamente substituída por um sinônimo.
Alternativas
Q3594514 Português
Assinale a alternativa CORRETA quanto à classificação das palavras.
Alternativas
Q3594513 Português
Marque a alternativa com a separação silábica CORRETA.
Alternativas
Q3594512 Português
Leia o texto para responder à questão.


“Conexão o tempo todo”


    Vivemos em um mundo cada vez mais conectado. Celulares, tablets e computadores fazem parte da nossa rotina desde cedo. Mas esse uso constante de telas pode gerar um comportamento chamado dependência digital, quando a pessoa sente que precisa estar online o tempo todo.

    Quando passamos horas e horas olhando para a tela, nosso cérebro libera uma substância chamada dopamina, que traz uma sensação de prazer. É o mesmo mecanismo que ocorre com algumas drogas. Por isso, muitas pessoas — mesmo querendo parar — acabam repetindo o comportamento várias vezes.

    Isso pode atrapalhar o sono, deixando difícil adormecer ou descansar bem. Além disso, estudos mostram que o uso excessivo de redes sociais e smartphones está ligado à ansiedade, ao isolamento social e até à queda no rendimento escolar.

    Por outro lado, as tecnologias também trazem benefícios importantes: permitem que nos comuniquemos com amigos e familiares, aprendamos novas coisas pela internet e acessemos informações úteis. O desafio é encontrar um equilíbrio saudável — usar a tecnologia sem deixar que ela nos controle.

    Por isso, é importante criar limites: definir horários para usar o celular, procurar dormir sem telas por um tempo antes de dormir, e praticar atividades que não envolvam aparelhos eletrônicos. Assim, podemos aproveitar o melhor da tecnologia sem prejudicar nossa saúde e nosso bem-estar.


Fonte: Adaptado de informações sobre “dependência digital” e “uso de mídia digital e saúde mental” (Wikipedia, 2024).
Uma estratégia recomendada pelo texto para evitar a dependência digital é
Alternativas
Q3594511 Português
Leia o texto para responder à questão.


“Conexão o tempo todo”


    Vivemos em um mundo cada vez mais conectado. Celulares, tablets e computadores fazem parte da nossa rotina desde cedo. Mas esse uso constante de telas pode gerar um comportamento chamado dependência digital, quando a pessoa sente que precisa estar online o tempo todo.

    Quando passamos horas e horas olhando para a tela, nosso cérebro libera uma substância chamada dopamina, que traz uma sensação de prazer. É o mesmo mecanismo que ocorre com algumas drogas. Por isso, muitas pessoas — mesmo querendo parar — acabam repetindo o comportamento várias vezes.

    Isso pode atrapalhar o sono, deixando difícil adormecer ou descansar bem. Além disso, estudos mostram que o uso excessivo de redes sociais e smartphones está ligado à ansiedade, ao isolamento social e até à queda no rendimento escolar.

    Por outro lado, as tecnologias também trazem benefícios importantes: permitem que nos comuniquemos com amigos e familiares, aprendamos novas coisas pela internet e acessemos informações úteis. O desafio é encontrar um equilíbrio saudável — usar a tecnologia sem deixar que ela nos controle.

    Por isso, é importante criar limites: definir horários para usar o celular, procurar dormir sem telas por um tempo antes de dormir, e praticar atividades que não envolvam aparelhos eletrônicos. Assim, podemos aproveitar o melhor da tecnologia sem prejudicar nossa saúde e nosso bem-estar.


Fonte: Adaptado de informações sobre “dependência digital” e “uso de mídia digital e saúde mental” (Wikipedia, 2024).
O texto sugere que o uso equilibrado das tecnologias pode
Alternativas
Q3594510 Português
Leia o texto para responder à questão.


“Conexão o tempo todo”


    Vivemos em um mundo cada vez mais conectado. Celulares, tablets e computadores fazem parte da nossa rotina desde cedo. Mas esse uso constante de telas pode gerar um comportamento chamado dependência digital, quando a pessoa sente que precisa estar online o tempo todo.

    Quando passamos horas e horas olhando para a tela, nosso cérebro libera uma substância chamada dopamina, que traz uma sensação de prazer. É o mesmo mecanismo que ocorre com algumas drogas. Por isso, muitas pessoas — mesmo querendo parar — acabam repetindo o comportamento várias vezes.

    Isso pode atrapalhar o sono, deixando difícil adormecer ou descansar bem. Além disso, estudos mostram que o uso excessivo de redes sociais e smartphones está ligado à ansiedade, ao isolamento social e até à queda no rendimento escolar.

    Por outro lado, as tecnologias também trazem benefícios importantes: permitem que nos comuniquemos com amigos e familiares, aprendamos novas coisas pela internet e acessemos informações úteis. O desafio é encontrar um equilíbrio saudável — usar a tecnologia sem deixar que ela nos controle.

    Por isso, é importante criar limites: definir horários para usar o celular, procurar dormir sem telas por um tempo antes de dormir, e praticar atividades que não envolvam aparelhos eletrônicos. Assim, podemos aproveitar o melhor da tecnologia sem prejudicar nossa saúde e nosso bem-estar.


Fonte: Adaptado de informações sobre “dependência digital” e “uso de mídia digital e saúde mental” (Wikipedia, 2024).
O uso excessivo de smartphones e redes sociais pode levar principalmente à(ao)(a)
Alternativas
Q3594509 Português
Leia o texto para responder à questão.


“Conexão o tempo todo”


    Vivemos em um mundo cada vez mais conectado. Celulares, tablets e computadores fazem parte da nossa rotina desde cedo. Mas esse uso constante de telas pode gerar um comportamento chamado dependência digital, quando a pessoa sente que precisa estar online o tempo todo.

    Quando passamos horas e horas olhando para a tela, nosso cérebro libera uma substância chamada dopamina, que traz uma sensação de prazer. É o mesmo mecanismo que ocorre com algumas drogas. Por isso, muitas pessoas — mesmo querendo parar — acabam repetindo o comportamento várias vezes.

    Isso pode atrapalhar o sono, deixando difícil adormecer ou descansar bem. Além disso, estudos mostram que o uso excessivo de redes sociais e smartphones está ligado à ansiedade, ao isolamento social e até à queda no rendimento escolar.

    Por outro lado, as tecnologias também trazem benefícios importantes: permitem que nos comuniquemos com amigos e familiares, aprendamos novas coisas pela internet e acessemos informações úteis. O desafio é encontrar um equilíbrio saudável — usar a tecnologia sem deixar que ela nos controle.

    Por isso, é importante criar limites: definir horários para usar o celular, procurar dormir sem telas por um tempo antes de dormir, e praticar atividades que não envolvam aparelhos eletrônicos. Assim, podemos aproveitar o melhor da tecnologia sem prejudicar nossa saúde e nosso bem-estar.


Fonte: Adaptado de informações sobre “dependência digital” e “uso de mídia digital e saúde mental” (Wikipedia, 2024).
Qual é o efeito principal da liberação de dopamina mencionada no texto?
Alternativas
Respostas
26641: C
26642: B
26643: A
26644: C
26645: E
26646: B
26647: B
26648: D
26649: C
26650: E
26651: D
26652: A
26653: B
26654: D
26655: C
26656: C
26657: E
26658: A
26659: D
26660: B