Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3610577 Português
Na metade do século passado, as recomendações de atividade física para melhorar o condicionamento físico e ter benefícios à saúde foram embasadas em comparações sistemáticas dos efeitos de diferentes protocolos de exercícios.

        Em 1978, foi publicado o posicionamento do Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM, na sigla em inglês) intitulado “A quantidade e a qualidade dos exercícios para o desenvolvimento e a manutenção do condicionamento em adultos saudáveis”, que estabelecia os exercícios necessários para que os adultos saudáveis mantivessem ou melhorassem a aptidão cardiorrespiratória e a composição corporal. Eram recomendadas atividades aeróbicas, como caminhadas, corridas, ciclismo, realizadas na frequência de 3 a 5 dias por semana, e duração de 15 a 60 minutos.

        Apesar de essas recomendações terem sido reformuladas em 1990, com a inclusão dos exercícios de força e resistência muscular, com o passar do tempo, o interesse em melhorar o estado geral de saúde – e não apenas a aptidão cardiorrespiratória, muscular e(ou) a composição corporal das pessoas – despertou maior atenção dos pesquisadores para o fato de que o volume de atividades, e não necessariamente a intensidade dos esforços, seria mais importante na promoção da saúde. 

        Assim, em 1995, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e o ACMS criaram uma recomendação populacional que preconizava que todos os indivíduos deveriam realizar atividades físicas de moderada intensidade, contínuas ou acumuladas, em todos ou na maioria dos dias da semana, totalizando, aproximadamente, 150 minutos por semana ou 200 Kcal por sessão. Tal recomendação, apoiada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde (MS) do Brasil, é preconizada atualmente para a prevenção de algumas doenças crônicas, e foi criada na tentativa de aumentar o reconhecimento tanto profissional quanto público dos benefícios à saúde, associados às atividades físicas moderadas, e de chamar a atenção para a quantidade e a intensidade mínima de atividade física necessária para atingir esses benefícios e encorajar as pessoas a se tornar mais ativas, e não necessariamente mais condicionadas, permitindo a inclusão de programas mais flexíveis em suas vidas cotidianas.

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A respeito da estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item seguinte. 


Manter‑se‑á a correção gramatical do texto caso o segmento “Apesar de essas recomendações terem sido reformuladas em 1990” seja reescrito como Embora essas recomendações tenham sido reformuladas em 1990.

Alternativas
Q3610576 Português
Na metade do século passado, as recomendações de atividade física para melhorar o condicionamento físico e ter benefícios à saúde foram embasadas em comparações sistemáticas dos efeitos de diferentes protocolos de exercícios.

        Em 1978, foi publicado o posicionamento do Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM, na sigla em inglês) intitulado “A quantidade e a qualidade dos exercícios para o desenvolvimento e a manutenção do condicionamento em adultos saudáveis”, que estabelecia os exercícios necessários para que os adultos saudáveis mantivessem ou melhorassem a aptidão cardiorrespiratória e a composição corporal. Eram recomendadas atividades aeróbicas, como caminhadas, corridas, ciclismo, realizadas na frequência de 3 a 5 dias por semana, e duração de 15 a 60 minutos.

        Apesar de essas recomendações terem sido reformuladas em 1990, com a inclusão dos exercícios de força e resistência muscular, com o passar do tempo, o interesse em melhorar o estado geral de saúde – e não apenas a aptidão cardiorrespiratória, muscular e(ou) a composição corporal das pessoas – despertou maior atenção dos pesquisadores para o fato de que o volume de atividades, e não necessariamente a intensidade dos esforços, seria mais importante na promoção da saúde. 

        Assim, em 1995, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e o ACMS criaram uma recomendação populacional que preconizava que todos os indivíduos deveriam realizar atividades físicas de moderada intensidade, contínuas ou acumuladas, em todos ou na maioria dos dias da semana, totalizando, aproximadamente, 150 minutos por semana ou 200 Kcal por sessão. Tal recomendação, apoiada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde (MS) do Brasil, é preconizada atualmente para a prevenção de algumas doenças crônicas, e foi criada na tentativa de aumentar o reconhecimento tanto profissional quanto público dos benefícios à saúde, associados às atividades físicas moderadas, e de chamar a atenção para a quantidade e a intensidade mínima de atividade física necessária para atingir esses benefícios e encorajar as pessoas a se tornar mais ativas, e não necessariamente mais condicionadas, permitindo a inclusão de programas mais flexíveis em suas vidas cotidianas.

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A respeito da estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item seguinte. 


Na estrutura “Apesar de essas recomendações terem sido reformuladas em 1990, com a inclusão dos exercícios de força e resistência muscular”, o segmento “com a inclusão dos exercícios de força e resistência muscular” indica o tipo de reformulação feito.

Alternativas
Q3610575 Português
Na metade do século passado, as recomendações de atividade física para melhorar o condicionamento físico e ter benefícios à saúde foram embasadas em comparações sistemáticas dos efeitos de diferentes protocolos de exercícios.

        Em 1978, foi publicado o posicionamento do Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM, na sigla em inglês) intitulado “A quantidade e a qualidade dos exercícios para o desenvolvimento e a manutenção do condicionamento em adultos saudáveis”, que estabelecia os exercícios necessários para que os adultos saudáveis mantivessem ou melhorassem a aptidão cardiorrespiratória e a composição corporal. Eram recomendadas atividades aeróbicas, como caminhadas, corridas, ciclismo, realizadas na frequência de 3 a 5 dias por semana, e duração de 15 a 60 minutos.

        Apesar de essas recomendações terem sido reformuladas em 1990, com a inclusão dos exercícios de força e resistência muscular, com o passar do tempo, o interesse em melhorar o estado geral de saúde – e não apenas a aptidão cardiorrespiratória, muscular e(ou) a composição corporal das pessoas – despertou maior atenção dos pesquisadores para o fato de que o volume de atividades, e não necessariamente a intensidade dos esforços, seria mais importante na promoção da saúde. 

        Assim, em 1995, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e o ACMS criaram uma recomendação populacional que preconizava que todos os indivíduos deveriam realizar atividades físicas de moderada intensidade, contínuas ou acumuladas, em todos ou na maioria dos dias da semana, totalizando, aproximadamente, 150 minutos por semana ou 200 Kcal por sessão. Tal recomendação, apoiada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde (MS) do Brasil, é preconizada atualmente para a prevenção de algumas doenças crônicas, e foi criada na tentativa de aumentar o reconhecimento tanto profissional quanto público dos benefícios à saúde, associados às atividades físicas moderadas, e de chamar a atenção para a quantidade e a intensidade mínima de atividade física necessária para atingir esses benefícios e encorajar as pessoas a se tornar mais ativas, e não necessariamente mais condicionadas, permitindo a inclusão de programas mais flexíveis em suas vidas cotidianas.

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A respeito da estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item seguinte. 


No período “Em 1978, foi publicado o posicionamento do Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM, na sigla em inglês) intitulado “A quantidade e a qualidade dos exercícios para o desenvolvimento e a manutenção do condicionamento em adultos saudáveis”, que estabelecia os exercícios necessários para que os adultos saudáveis mantivessem ou melhorassem a aptidão cardiorrespiratória e a composição corporal”, o vocábulo “que”, inserido antes da forma “estabelecia”, refere‑se, por substituição, a “posicionamento”.

Alternativas
Q3610574 Português
Na metade do século passado, as recomendações de atividade física para melhorar o condicionamento físico e ter benefícios à saúde foram embasadas em comparações sistemáticas dos efeitos de diferentes protocolos de exercícios.

        Em 1978, foi publicado o posicionamento do Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM, na sigla em inglês) intitulado “A quantidade e a qualidade dos exercícios para o desenvolvimento e a manutenção do condicionamento em adultos saudáveis”, que estabelecia os exercícios necessários para que os adultos saudáveis mantivessem ou melhorassem a aptidão cardiorrespiratória e a composição corporal. Eram recomendadas atividades aeróbicas, como caminhadas, corridas, ciclismo, realizadas na frequência de 3 a 5 dias por semana, e duração de 15 a 60 minutos.

        Apesar de essas recomendações terem sido reformuladas em 1990, com a inclusão dos exercícios de força e resistência muscular, com o passar do tempo, o interesse em melhorar o estado geral de saúde – e não apenas a aptidão cardiorrespiratória, muscular e(ou) a composição corporal das pessoas – despertou maior atenção dos pesquisadores para o fato de que o volume de atividades, e não necessariamente a intensidade dos esforços, seria mais importante na promoção da saúde. 

        Assim, em 1995, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e o ACMS criaram uma recomendação populacional que preconizava que todos os indivíduos deveriam realizar atividades físicas de moderada intensidade, contínuas ou acumuladas, em todos ou na maioria dos dias da semana, totalizando, aproximadamente, 150 minutos por semana ou 200 Kcal por sessão. Tal recomendação, apoiada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde (MS) do Brasil, é preconizada atualmente para a prevenção de algumas doenças crônicas, e foi criada na tentativa de aumentar o reconhecimento tanto profissional quanto público dos benefícios à saúde, associados às atividades físicas moderadas, e de chamar a atenção para a quantidade e a intensidade mínima de atividade física necessária para atingir esses benefícios e encorajar as pessoas a se tornar mais ativas, e não necessariamente mais condicionadas, permitindo a inclusão de programas mais flexíveis em suas vidas cotidianas.

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A respeito da estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item seguinte. 


A locução verbal “foi publicado”, no trecho “Em 1978, foi publicado o posicionamento do Colégio Americano de Medicina Esportiva”, está na voz passiva analítica.

Alternativas
Q3610573 Português
Na metade do século passado, as recomendações de atividade física para melhorar o condicionamento físico e ter benefícios à saúde foram embasadas em comparações sistemáticas dos efeitos de diferentes protocolos de exercícios.

        Em 1978, foi publicado o posicionamento do Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM, na sigla em inglês) intitulado “A quantidade e a qualidade dos exercícios para o desenvolvimento e a manutenção do condicionamento em adultos saudáveis”, que estabelecia os exercícios necessários para que os adultos saudáveis mantivessem ou melhorassem a aptidão cardiorrespiratória e a composição corporal. Eram recomendadas atividades aeróbicas, como caminhadas, corridas, ciclismo, realizadas na frequência de 3 a 5 dias por semana, e duração de 15 a 60 minutos.

        Apesar de essas recomendações terem sido reformuladas em 1990, com a inclusão dos exercícios de força e resistência muscular, com o passar do tempo, o interesse em melhorar o estado geral de saúde – e não apenas a aptidão cardiorrespiratória, muscular e(ou) a composição corporal das pessoas – despertou maior atenção dos pesquisadores para o fato de que o volume de atividades, e não necessariamente a intensidade dos esforços, seria mais importante na promoção da saúde. 

        Assim, em 1995, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e o ACMS criaram uma recomendação populacional que preconizava que todos os indivíduos deveriam realizar atividades físicas de moderada intensidade, contínuas ou acumuladas, em todos ou na maioria dos dias da semana, totalizando, aproximadamente, 150 minutos por semana ou 200 Kcal por sessão. Tal recomendação, apoiada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde (MS) do Brasil, é preconizada atualmente para a prevenção de algumas doenças crônicas, e foi criada na tentativa de aumentar o reconhecimento tanto profissional quanto público dos benefícios à saúde, associados às atividades físicas moderadas, e de chamar a atenção para a quantidade e a intensidade mínima de atividade física necessária para atingir esses benefícios e encorajar as pessoas a se tornar mais ativas, e não necessariamente mais condicionadas, permitindo a inclusão de programas mais flexíveis em suas vidas cotidianas.

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A respeito da estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item seguinte. 


Ficam mantidas a correção gramatical e a coerência textual caso a palavra “aeróbicas”, na sentença “Eram recomendadas atividades aeróbicas” fosse substituída por aeróbias.

Alternativas
Q3610572 Português
Na metade do século passado, as recomendações de atividade física para melhorar o condicionamento físico e ter benefícios à saúde foram embasadas em comparações sistemáticas dos efeitos de diferentes protocolos de exercícios.

        Em 1978, foi publicado o posicionamento do Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM, na sigla em inglês) intitulado “A quantidade e a qualidade dos exercícios para o desenvolvimento e a manutenção do condicionamento em adultos saudáveis”, que estabelecia os exercícios necessários para que os adultos saudáveis mantivessem ou melhorassem a aptidão cardiorrespiratória e a composição corporal. Eram recomendadas atividades aeróbicas, como caminhadas, corridas, ciclismo, realizadas na frequência de 3 a 5 dias por semana, e duração de 15 a 60 minutos.

        Apesar de essas recomendações terem sido reformuladas em 1990, com a inclusão dos exercícios de força e resistência muscular, com o passar do tempo, o interesse em melhorar o estado geral de saúde – e não apenas a aptidão cardiorrespiratória, muscular e(ou) a composição corporal das pessoas – despertou maior atenção dos pesquisadores para o fato de que o volume de atividades, e não necessariamente a intensidade dos esforços, seria mais importante na promoção da saúde. 

        Assim, em 1995, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e o ACMS criaram uma recomendação populacional que preconizava que todos os indivíduos deveriam realizar atividades físicas de moderada intensidade, contínuas ou acumuladas, em todos ou na maioria dos dias da semana, totalizando, aproximadamente, 150 minutos por semana ou 200 Kcal por sessão. Tal recomendação, apoiada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde (MS) do Brasil, é preconizada atualmente para a prevenção de algumas doenças crônicas, e foi criada na tentativa de aumentar o reconhecimento tanto profissional quanto público dos benefícios à saúde, associados às atividades físicas moderadas, e de chamar a atenção para a quantidade e a intensidade mínima de atividade física necessária para atingir esses benefícios e encorajar as pessoas a se tornar mais ativas, e não necessariamente mais condicionadas, permitindo a inclusão de programas mais flexíveis em suas vidas cotidianas.

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A respeito da estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item seguinte. 


No trecho “‘A quantidade e a qualidade dos exercícios para o desenvolvimento e a manutenção do condicionamento em adultos saudáveis’”, ficaria gramaticalmente correta a inserção da palavra “físicas” antes de “para”.

Alternativas
Q3610570 Português
Na metade do século passado, as recomendações de atividade física para melhorar o condicionamento físico e ter benefícios à saúde foram embasadas em comparações sistemáticas dos efeitos de diferentes protocolos de exercícios.

        Em 1978, foi publicado o posicionamento do Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM, na sigla em inglês) intitulado “A quantidade e a qualidade dos exercícios para o desenvolvimento e a manutenção do condicionamento em adultos saudáveis”, que estabelecia os exercícios necessários para que os adultos saudáveis mantivessem ou melhorassem a aptidão cardiorrespiratória e a composição corporal. Eram recomendadas atividades aeróbicas, como caminhadas, corridas, ciclismo, realizadas na frequência de 3 a 5 dias por semana, e duração de 15 a 60 minutos.

        Apesar de essas recomendações terem sido reformuladas em 1990, com a inclusão dos exercícios de força e resistência muscular, com o passar do tempo, o interesse em melhorar o estado geral de saúde – e não apenas a aptidão cardiorrespiratória, muscular e(ou) a composição corporal das pessoas – despertou maior atenção dos pesquisadores para o fato de que o volume de atividades, e não necessariamente a intensidade dos esforços, seria mais importante na promoção da saúde. 

        Assim, em 1995, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e o ACMS criaram uma recomendação populacional que preconizava que todos os indivíduos deveriam realizar atividades físicas de moderada intensidade, contínuas ou acumuladas, em todos ou na maioria dos dias da semana, totalizando, aproximadamente, 150 minutos por semana ou 200 Kcal por sessão. Tal recomendação, apoiada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde (MS) do Brasil, é preconizada atualmente para a prevenção de algumas doenças crônicas, e foi criada na tentativa de aumentar o reconhecimento tanto profissional quanto público dos benefícios à saúde, associados às atividades físicas moderadas, e de chamar a atenção para a quantidade e a intensidade mínima de atividade física necessária para atingir esses benefícios e encorajar as pessoas a se tornar mais ativas, e não necessariamente mais condicionadas, permitindo a inclusão de programas mais flexíveis em suas vidas cotidianas.

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Com referência às ideias do texto, julgue o item a seguir.


Segundo o texto, o Ministério da Saúde do Brasil determinou que os adultos fizessem exercícios físicos anaeróbios, como caminhadas e corridas, para melhorar o condicionamento físico e a atividade cardíaca.

Alternativas
Q3610568 Português
Na metade do século passado, as recomendações de atividade física para melhorar o condicionamento físico e ter benefícios à saúde foram embasadas em comparações sistemáticas dos efeitos de diferentes protocolos de exercícios.

        Em 1978, foi publicado o posicionamento do Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM, na sigla em inglês) intitulado “A quantidade e a qualidade dos exercícios para o desenvolvimento e a manutenção do condicionamento em adultos saudáveis”, que estabelecia os exercícios necessários para que os adultos saudáveis mantivessem ou melhorassem a aptidão cardiorrespiratória e a composição corporal. Eram recomendadas atividades aeróbicas, como caminhadas, corridas, ciclismo, realizadas na frequência de 3 a 5 dias por semana, e duração de 15 a 60 minutos.

        Apesar de essas recomendações terem sido reformuladas em 1990, com a inclusão dos exercícios de força e resistência muscular, com o passar do tempo, o interesse em melhorar o estado geral de saúde – e não apenas a aptidão cardiorrespiratória, muscular e(ou) a composição corporal das pessoas – despertou maior atenção dos pesquisadores para o fato de que o volume de atividades, e não necessariamente a intensidade dos esforços, seria mais importante na promoção da saúde. 

        Assim, em 1995, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e o ACMS criaram uma recomendação populacional que preconizava que todos os indivíduos deveriam realizar atividades físicas de moderada intensidade, contínuas ou acumuladas, em todos ou na maioria dos dias da semana, totalizando, aproximadamente, 150 minutos por semana ou 200 Kcal por sessão. Tal recomendação, apoiada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde (MS) do Brasil, é preconizada atualmente para a prevenção de algumas doenças crônicas, e foi criada na tentativa de aumentar o reconhecimento tanto profissional quanto público dos benefícios à saúde, associados às atividades físicas moderadas, e de chamar a atenção para a quantidade e a intensidade mínima de atividade física necessária para atingir esses benefícios e encorajar as pessoas a se tornar mais ativas, e não necessariamente mais condicionadas, permitindo a inclusão de programas mais flexíveis em suas vidas cotidianas.

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Com referência às ideias do texto, julgue o item a seguir.


Depreende‑se do texto que a atividade física focada e intensa, de cerca de 30 horas por dia, com musculação, é ideal para a prevenção de doenças crônicas.

Alternativas
Q3610567 Português
Na metade do século passado, as recomendações de atividade física para melhorar o condicionamento físico e ter benefícios à saúde foram embasadas em comparações sistemáticas dos efeitos de diferentes protocolos de exercícios.

        Em 1978, foi publicado o posicionamento do Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM, na sigla em inglês) intitulado “A quantidade e a qualidade dos exercícios para o desenvolvimento e a manutenção do condicionamento em adultos saudáveis”, que estabelecia os exercícios necessários para que os adultos saudáveis mantivessem ou melhorassem a aptidão cardiorrespiratória e a composição corporal. Eram recomendadas atividades aeróbicas, como caminhadas, corridas, ciclismo, realizadas na frequência de 3 a 5 dias por semana, e duração de 15 a 60 minutos.

        Apesar de essas recomendações terem sido reformuladas em 1990, com a inclusão dos exercícios de força e resistência muscular, com o passar do tempo, o interesse em melhorar o estado geral de saúde – e não apenas a aptidão cardiorrespiratória, muscular e(ou) a composição corporal das pessoas – despertou maior atenção dos pesquisadores para o fato de que o volume de atividades, e não necessariamente a intensidade dos esforços, seria mais importante na promoção da saúde. 

        Assim, em 1995, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e o ACMS criaram uma recomendação populacional que preconizava que todos os indivíduos deveriam realizar atividades físicas de moderada intensidade, contínuas ou acumuladas, em todos ou na maioria dos dias da semana, totalizando, aproximadamente, 150 minutos por semana ou 200 Kcal por sessão. Tal recomendação, apoiada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde (MS) do Brasil, é preconizada atualmente para a prevenção de algumas doenças crônicas, e foi criada na tentativa de aumentar o reconhecimento tanto profissional quanto público dos benefícios à saúde, associados às atividades físicas moderadas, e de chamar a atenção para a quantidade e a intensidade mínima de atividade física necessária para atingir esses benefícios e encorajar as pessoas a se tornar mais ativas, e não necessariamente mais condicionadas, permitindo a inclusão de programas mais flexíveis em suas vidas cotidianas.

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Com referência às ideias do texto, julgue o item a seguir.


De acordo com o texto, a intensidade dos exercícios físicos é o mais importante fator para a promoção da saúde global.

Alternativas
Q3610566 Português
Na metade do século passado, as recomendações de atividade física para melhorar o condicionamento físico e ter benefícios à saúde foram embasadas em comparações sistemáticas dos efeitos de diferentes protocolos de exercícios.

        Em 1978, foi publicado o posicionamento do Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM, na sigla em inglês) intitulado “A quantidade e a qualidade dos exercícios para o desenvolvimento e a manutenção do condicionamento em adultos saudáveis”, que estabelecia os exercícios necessários para que os adultos saudáveis mantivessem ou melhorassem a aptidão cardiorrespiratória e a composição corporal. Eram recomendadas atividades aeróbicas, como caminhadas, corridas, ciclismo, realizadas na frequência de 3 a 5 dias por semana, e duração de 15 a 60 minutos.

        Apesar de essas recomendações terem sido reformuladas em 1990, com a inclusão dos exercícios de força e resistência muscular, com o passar do tempo, o interesse em melhorar o estado geral de saúde – e não apenas a aptidão cardiorrespiratória, muscular e(ou) a composição corporal das pessoas – despertou maior atenção dos pesquisadores para o fato de que o volume de atividades, e não necessariamente a intensidade dos esforços, seria mais importante na promoção da saúde. 

        Assim, em 1995, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e o ACMS criaram uma recomendação populacional que preconizava que todos os indivíduos deveriam realizar atividades físicas de moderada intensidade, contínuas ou acumuladas, em todos ou na maioria dos dias da semana, totalizando, aproximadamente, 150 minutos por semana ou 200 Kcal por sessão. Tal recomendação, apoiada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde (MS) do Brasil, é preconizada atualmente para a prevenção de algumas doenças crônicas, e foi criada na tentativa de aumentar o reconhecimento tanto profissional quanto público dos benefícios à saúde, associados às atividades físicas moderadas, e de chamar a atenção para a quantidade e a intensidade mínima de atividade física necessária para atingir esses benefícios e encorajar as pessoas a se tornar mais ativas, e não necessariamente mais condicionadas, permitindo a inclusão de programas mais flexíveis em suas vidas cotidianas.

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Com referência às ideias do texto, julgue o item a seguir.


A temática e o conteúdo específico do texto permitem enquadrá‑lo como componente de um artigo científico.

Alternativas
Q3610564 Português
Na metade do século passado, as recomendações de atividade física para melhorar o condicionamento físico e ter benefícios à saúde foram embasadas em comparações sistemáticas dos efeitos de diferentes protocolos de exercícios.

        Em 1978, foi publicado o posicionamento do Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM, na sigla em inglês) intitulado “A quantidade e a qualidade dos exercícios para o desenvolvimento e a manutenção do condicionamento em adultos saudáveis”, que estabelecia os exercícios necessários para que os adultos saudáveis mantivessem ou melhorassem a aptidão cardiorrespiratória e a composição corporal. Eram recomendadas atividades aeróbicas, como caminhadas, corridas, ciclismo, realizadas na frequência de 3 a 5 dias por semana, e duração de 15 a 60 minutos.

        Apesar de essas recomendações terem sido reformuladas em 1990, com a inclusão dos exercícios de força e resistência muscular, com o passar do tempo, o interesse em melhorar o estado geral de saúde – e não apenas a aptidão cardiorrespiratória, muscular e(ou) a composição corporal das pessoas – despertou maior atenção dos pesquisadores para o fato de que o volume de atividades, e não necessariamente a intensidade dos esforços, seria mais importante na promoção da saúde. 

        Assim, em 1995, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e o ACMS criaram uma recomendação populacional que preconizava que todos os indivíduos deveriam realizar atividades físicas de moderada intensidade, contínuas ou acumuladas, em todos ou na maioria dos dias da semana, totalizando, aproximadamente, 150 minutos por semana ou 200 Kcal por sessão. Tal recomendação, apoiada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde (MS) do Brasil, é preconizada atualmente para a prevenção de algumas doenças crônicas, e foi criada na tentativa de aumentar o reconhecimento tanto profissional quanto público dos benefícios à saúde, associados às atividades físicas moderadas, e de chamar a atenção para a quantidade e a intensidade mínima de atividade física necessária para atingir esses benefícios e encorajar as pessoas a se tornar mais ativas, e não necessariamente mais condicionadas, permitindo a inclusão de programas mais flexíveis em suas vidas cotidianas.

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Com referência às ideias do texto, julgue o item a seguir.


O texto, de caráter expositivo, ressalta a importância da atividade física para a saúde.

Alternativas
Q3610463 Português
A atividade física pode‑se efetivar nos três níveis que organizam a rede de atenção à saúde no Brasil, estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Por isso, é importante analisar a associação entre atividade física e prevenção ou tratamento das doenças crônicas não transmissíveis e da incapacidade funcional e as recomendações atuais para a prática de exercícios nessas situações.

        Diversos estudos epidemiológicos mostram associação entre aumento dos níveis de atividade física e redução da mortalidade geral e por doenças cardiovasculares em indivíduos adultos e idosos. Embora ainda não estejam totalmente compreendidos, os mecanismos que ligam a atividade física à prevenção e ao tratamento de doenças e da incapacidade funcional envolvem, principalmente, a redução da adiposidade corporal, a queda da pressão arterial, a melhora do perfil lipídico e da sensibilidade à insulina, o aumento do gasto energético, da massa e força muscular, da capacidade cardiorrespiratória, da flexibilidade e do equilíbrio.

        De forma geral, os consensos para a prática de exercícios preventivos ou terapêuticos recomendam atividades aeróbias e resistidas, preferencialmente somadas às atividades físicas do cotidiano. Particularmente para idosos ou adultos com comorbidades ou limitações que afetem a capacidade de realizar atividades físicas, os consensos preconizam, além dessas atividades, a inclusão de exercícios para o desenvolvimento da flexibilidade e do equilíbrio.

        Algumas doenças crônicas não transmissíveis, como as cardiovasculares, seus fatores de risco metabólicos (diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica e dislipidemias) e a incapacidade funcional são importantes causas de morbidade e mortalidade entre adultos e idosos. Em geral, essas doenças são de longa duração, múltiplas, exigem acompanhamento multidisciplinar permanente, intervenções contínuas e grandes recursos materiais e humanos, gerando encargos ao sistema público e social. No Brasil, por exemplo, respondem por, aproximadamente, 70% dos gastos assistenciais com a saúde.

        Apesar de a herança genética ser fator de relevância na determinação da suscetibilidade à doença, o desenvolvimento dessas morbidades se dá, primordialmente, por fatores ambientais e ligados ao estilo de vida. Estima‑se que 75% dos casos novos de doenças não transmissíveis poderiam ser explicados por dieta inadequada e inatividade física. O baixo condicionamento cardiorrespiratório, a pouca força muscular e o sedentarismo, por exemplo, aumentam de três a quatro vezes a prevalência da síndrome metabólica. Nesses casos, é essencial para um metabolismo saudável a prática regular de exercícios físicos, que aumenta a massa muscular e acelera o metabolismo, além de uma alimentação equilibrada.

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Quanto à estruturação linguística e gramatical do texto, julgue o item seguinte.


Na sentença “O baixo condicionamento cardiorrespiratório, a pouca força muscular e o sedentarismo, por exemplo, aumentam de três a quatro vezes a prevalência da síndrome metabólica”, sem prejudicar a correção gramatical e a coerência textual, a forma verbal “aumentam” poderia ser flexionada no singular, caso em que passaria a se referir a “prevalência”

Alternativas
Q3610460 Português
A atividade física pode‑se efetivar nos três níveis que organizam a rede de atenção à saúde no Brasil, estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Por isso, é importante analisar a associação entre atividade física e prevenção ou tratamento das doenças crônicas não transmissíveis e da incapacidade funcional e as recomendações atuais para a prática de exercícios nessas situações.

        Diversos estudos epidemiológicos mostram associação entre aumento dos níveis de atividade física e redução da mortalidade geral e por doenças cardiovasculares em indivíduos adultos e idosos. Embora ainda não estejam totalmente compreendidos, os mecanismos que ligam a atividade física à prevenção e ao tratamento de doenças e da incapacidade funcional envolvem, principalmente, a redução da adiposidade corporal, a queda da pressão arterial, a melhora do perfil lipídico e da sensibilidade à insulina, o aumento do gasto energético, da massa e força muscular, da capacidade cardiorrespiratória, da flexibilidade e do equilíbrio.

        De forma geral, os consensos para a prática de exercícios preventivos ou terapêuticos recomendam atividades aeróbias e resistidas, preferencialmente somadas às atividades físicas do cotidiano. Particularmente para idosos ou adultos com comorbidades ou limitações que afetem a capacidade de realizar atividades físicas, os consensos preconizam, além dessas atividades, a inclusão de exercícios para o desenvolvimento da flexibilidade e do equilíbrio.

        Algumas doenças crônicas não transmissíveis, como as cardiovasculares, seus fatores de risco metabólicos (diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica e dislipidemias) e a incapacidade funcional são importantes causas de morbidade e mortalidade entre adultos e idosos. Em geral, essas doenças são de longa duração, múltiplas, exigem acompanhamento multidisciplinar permanente, intervenções contínuas e grandes recursos materiais e humanos, gerando encargos ao sistema público e social. No Brasil, por exemplo, respondem por, aproximadamente, 70% dos gastos assistenciais com a saúde.

        Apesar de a herança genética ser fator de relevância na determinação da suscetibilidade à doença, o desenvolvimento dessas morbidades se dá, primordialmente, por fatores ambientais e ligados ao estilo de vida. Estima‑se que 75% dos casos novos de doenças não transmissíveis poderiam ser explicados por dieta inadequada e inatividade física. O baixo condicionamento cardiorrespiratório, a pouca força muscular e o sedentarismo, por exemplo, aumentam de três a quatro vezes a prevalência da síndrome metabólica. Nesses casos, é essencial para um metabolismo saudável a prática regular de exercícios físicos, que aumenta a massa muscular e acelera o metabolismo, além de uma alimentação equilibrada.

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Quanto à estruturação linguística e gramatical do texto, julgue o item seguinte.


Nos trechos “os consensos para a prática de exercícios preventivos ou terapêuticos recomendam atividades” e “os consensos preconizam, além dessas atividades, a inclusão de exercícios”, as formas verbais “recomendam” e “preconizam” têm a mesma função sintática e semântica na oração em que se encontram.

Alternativas
Q3610459 Português
A atividade física pode‑se efetivar nos três níveis que organizam a rede de atenção à saúde no Brasil, estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Por isso, é importante analisar a associação entre atividade física e prevenção ou tratamento das doenças crônicas não transmissíveis e da incapacidade funcional e as recomendações atuais para a prática de exercícios nessas situações.

        Diversos estudos epidemiológicos mostram associação entre aumento dos níveis de atividade física e redução da mortalidade geral e por doenças cardiovasculares em indivíduos adultos e idosos. Embora ainda não estejam totalmente compreendidos, os mecanismos que ligam a atividade física à prevenção e ao tratamento de doenças e da incapacidade funcional envolvem, principalmente, a redução da adiposidade corporal, a queda da pressão arterial, a melhora do perfil lipídico e da sensibilidade à insulina, o aumento do gasto energético, da massa e força muscular, da capacidade cardiorrespiratória, da flexibilidade e do equilíbrio.

        De forma geral, os consensos para a prática de exercícios preventivos ou terapêuticos recomendam atividades aeróbias e resistidas, preferencialmente somadas às atividades físicas do cotidiano. Particularmente para idosos ou adultos com comorbidades ou limitações que afetem a capacidade de realizar atividades físicas, os consensos preconizam, além dessas atividades, a inclusão de exercícios para o desenvolvimento da flexibilidade e do equilíbrio.

        Algumas doenças crônicas não transmissíveis, como as cardiovasculares, seus fatores de risco metabólicos (diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica e dislipidemias) e a incapacidade funcional são importantes causas de morbidade e mortalidade entre adultos e idosos. Em geral, essas doenças são de longa duração, múltiplas, exigem acompanhamento multidisciplinar permanente, intervenções contínuas e grandes recursos materiais e humanos, gerando encargos ao sistema público e social. No Brasil, por exemplo, respondem por, aproximadamente, 70% dos gastos assistenciais com a saúde.

        Apesar de a herança genética ser fator de relevância na determinação da suscetibilidade à doença, o desenvolvimento dessas morbidades se dá, primordialmente, por fatores ambientais e ligados ao estilo de vida. Estima‑se que 75% dos casos novos de doenças não transmissíveis poderiam ser explicados por dieta inadequada e inatividade física. O baixo condicionamento cardiorrespiratório, a pouca força muscular e o sedentarismo, por exemplo, aumentam de três a quatro vezes a prevalência da síndrome metabólica. Nesses casos, é essencial para um metabolismo saudável a prática regular de exercícios físicos, que aumenta a massa muscular e acelera o metabolismo, além de uma alimentação equilibrada.

Internet:<www.scielo.br> (com adaptações).

Quanto à estruturação linguística e gramatical do texto, julgue o item seguinte.


No trecho “da capacidade cardiorrespiratória”, a palavra “cardiorrespiratória” é formada pela junção do prefixo “cardio‑“, que significa “coração”, com o vocábulo “respiratório”. 

Alternativas
Q3610458 Português
A atividade física pode‑se efetivar nos três níveis que organizam a rede de atenção à saúde no Brasil, estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Por isso, é importante analisar a associação entre atividade física e prevenção ou tratamento das doenças crônicas não transmissíveis e da incapacidade funcional e as recomendações atuais para a prática de exercícios nessas situações.

        Diversos estudos epidemiológicos mostram associação entre aumento dos níveis de atividade física e redução da mortalidade geral e por doenças cardiovasculares em indivíduos adultos e idosos. Embora ainda não estejam totalmente compreendidos, os mecanismos que ligam a atividade física à prevenção e ao tratamento de doenças e da incapacidade funcional envolvem, principalmente, a redução da adiposidade corporal, a queda da pressão arterial, a melhora do perfil lipídico e da sensibilidade à insulina, o aumento do gasto energético, da massa e força muscular, da capacidade cardiorrespiratória, da flexibilidade e do equilíbrio.

        De forma geral, os consensos para a prática de exercícios preventivos ou terapêuticos recomendam atividades aeróbias e resistidas, preferencialmente somadas às atividades físicas do cotidiano. Particularmente para idosos ou adultos com comorbidades ou limitações que afetem a capacidade de realizar atividades físicas, os consensos preconizam, além dessas atividades, a inclusão de exercícios para o desenvolvimento da flexibilidade e do equilíbrio.

        Algumas doenças crônicas não transmissíveis, como as cardiovasculares, seus fatores de risco metabólicos (diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica e dislipidemias) e a incapacidade funcional são importantes causas de morbidade e mortalidade entre adultos e idosos. Em geral, essas doenças são de longa duração, múltiplas, exigem acompanhamento multidisciplinar permanente, intervenções contínuas e grandes recursos materiais e humanos, gerando encargos ao sistema público e social. No Brasil, por exemplo, respondem por, aproximadamente, 70% dos gastos assistenciais com a saúde.

        Apesar de a herança genética ser fator de relevância na determinação da suscetibilidade à doença, o desenvolvimento dessas morbidades se dá, primordialmente, por fatores ambientais e ligados ao estilo de vida. Estima‑se que 75% dos casos novos de doenças não transmissíveis poderiam ser explicados por dieta inadequada e inatividade física. O baixo condicionamento cardiorrespiratório, a pouca força muscular e o sedentarismo, por exemplo, aumentam de três a quatro vezes a prevalência da síndrome metabólica. Nesses casos, é essencial para um metabolismo saudável a prática regular de exercícios físicos, que aumenta a massa muscular e acelera o metabolismo, além de uma alimentação equilibrada.

Internet:<www.scielo.br> (com adaptações).

Quanto à estruturação linguística e gramatical do texto, julgue o item seguinte.


O trecho “Embora ainda não estejam totalmente compreendidos, os mecanismos que ligam a atividade física à prevenção e ao tratamento de doenças e da incapacidade funcional envolvem, principalmente, a redução da adiposidade corporal, a queda da pressão arterial, a melhora do perfil lipídico e da sensibilidade à insulina, o aumento do gasto energético, da massa e força muscular, da capacidade cardiorrespiratória, da flexibilidade e do equilíbrio”, sem prejuízo para a correção gramatical, para a coerência textual e mantendo o sentido original do texto poderia ser assim resumido: Ainda que a maioria dos mecanismos biológicos associados à redução da morbimortalidade por agravos não transmissíveis e da incapacidade funcional, pela prática de exercícios físicos, não esteja completamente entendida, aqueles já estabelecidos evidenciam a associação da atividade física com promoção e recuperação da saúde.

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Q3610457 Português
A atividade física pode‑se efetivar nos três níveis que organizam a rede de atenção à saúde no Brasil, estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Por isso, é importante analisar a associação entre atividade física e prevenção ou tratamento das doenças crônicas não transmissíveis e da incapacidade funcional e as recomendações atuais para a prática de exercícios nessas situações.

        Diversos estudos epidemiológicos mostram associação entre aumento dos níveis de atividade física e redução da mortalidade geral e por doenças cardiovasculares em indivíduos adultos e idosos. Embora ainda não estejam totalmente compreendidos, os mecanismos que ligam a atividade física à prevenção e ao tratamento de doenças e da incapacidade funcional envolvem, principalmente, a redução da adiposidade corporal, a queda da pressão arterial, a melhora do perfil lipídico e da sensibilidade à insulina, o aumento do gasto energético, da massa e força muscular, da capacidade cardiorrespiratória, da flexibilidade e do equilíbrio.

        De forma geral, os consensos para a prática de exercícios preventivos ou terapêuticos recomendam atividades aeróbias e resistidas, preferencialmente somadas às atividades físicas do cotidiano. Particularmente para idosos ou adultos com comorbidades ou limitações que afetem a capacidade de realizar atividades físicas, os consensos preconizam, além dessas atividades, a inclusão de exercícios para o desenvolvimento da flexibilidade e do equilíbrio.

        Algumas doenças crônicas não transmissíveis, como as cardiovasculares, seus fatores de risco metabólicos (diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica e dislipidemias) e a incapacidade funcional são importantes causas de morbidade e mortalidade entre adultos e idosos. Em geral, essas doenças são de longa duração, múltiplas, exigem acompanhamento multidisciplinar permanente, intervenções contínuas e grandes recursos materiais e humanos, gerando encargos ao sistema público e social. No Brasil, por exemplo, respondem por, aproximadamente, 70% dos gastos assistenciais com a saúde.

        Apesar de a herança genética ser fator de relevância na determinação da suscetibilidade à doença, o desenvolvimento dessas morbidades se dá, primordialmente, por fatores ambientais e ligados ao estilo de vida. Estima‑se que 75% dos casos novos de doenças não transmissíveis poderiam ser explicados por dieta inadequada e inatividade física. O baixo condicionamento cardiorrespiratório, a pouca força muscular e o sedentarismo, por exemplo, aumentam de três a quatro vezes a prevalência da síndrome metabólica. Nesses casos, é essencial para um metabolismo saudável a prática regular de exercícios físicos, que aumenta a massa muscular e acelera o metabolismo, além de uma alimentação equilibrada.

Internet:<www.scielo.br> (com adaptações).

Quanto à estruturação linguística e gramatical do texto, julgue o item seguinte.


No trecho “os mecanismos que ligam a atividade física à prevenção e ao tratamento de doenças”, a forma verbal “ligam”, no sentido expresso no texto, rege um complemento direto e um complemento indireto na forma feminina antecedido por artigo definido, de modo a haver a junção da preposição “a” (“ligam a”) com o artigo definido “a”, o que justifica o emprego do acento grave indicativo de crase.

Alternativas
Q3610455 Português
A atividade física pode‑se efetivar nos três níveis que organizam a rede de atenção à saúde no Brasil, estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Por isso, é importante analisar a associação entre atividade física e prevenção ou tratamento das doenças crônicas não transmissíveis e da incapacidade funcional e as recomendações atuais para a prática de exercícios nessas situações.

        Diversos estudos epidemiológicos mostram associação entre aumento dos níveis de atividade física e redução da mortalidade geral e por doenças cardiovasculares em indivíduos adultos e idosos. Embora ainda não estejam totalmente compreendidos, os mecanismos que ligam a atividade física à prevenção e ao tratamento de doenças e da incapacidade funcional envolvem, principalmente, a redução da adiposidade corporal, a queda da pressão arterial, a melhora do perfil lipídico e da sensibilidade à insulina, o aumento do gasto energético, da massa e força muscular, da capacidade cardiorrespiratória, da flexibilidade e do equilíbrio.

        De forma geral, os consensos para a prática de exercícios preventivos ou terapêuticos recomendam atividades aeróbias e resistidas, preferencialmente somadas às atividades físicas do cotidiano. Particularmente para idosos ou adultos com comorbidades ou limitações que afetem a capacidade de realizar atividades físicas, os consensos preconizam, além dessas atividades, a inclusão de exercícios para o desenvolvimento da flexibilidade e do equilíbrio.

        Algumas doenças crônicas não transmissíveis, como as cardiovasculares, seus fatores de risco metabólicos (diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica e dislipidemias) e a incapacidade funcional são importantes causas de morbidade e mortalidade entre adultos e idosos. Em geral, essas doenças são de longa duração, múltiplas, exigem acompanhamento multidisciplinar permanente, intervenções contínuas e grandes recursos materiais e humanos, gerando encargos ao sistema público e social. No Brasil, por exemplo, respondem por, aproximadamente, 70% dos gastos assistenciais com a saúde.

        Apesar de a herança genética ser fator de relevância na determinação da suscetibilidade à doença, o desenvolvimento dessas morbidades se dá, primordialmente, por fatores ambientais e ligados ao estilo de vida. Estima‑se que 75% dos casos novos de doenças não transmissíveis poderiam ser explicados por dieta inadequada e inatividade física. O baixo condicionamento cardiorrespiratório, a pouca força muscular e o sedentarismo, por exemplo, aumentam de três a quatro vezes a prevalência da síndrome metabólica. Nesses casos, é essencial para um metabolismo saudável a prática regular de exercícios físicos, que aumenta a massa muscular e acelera o metabolismo, além de uma alimentação equilibrada.

Internet:<www.scielo.br> (com adaptações).

Quanto à estruturação linguística e gramatical do texto, julgue o item seguinte.


A palavra “funcional”, em “incapacidade funcional”, sem prejuízo para a correção gramatical e para os sentidos originais do texto, pode ser substituída por laboral.

Alternativas
Q3610454 Português
A atividade física pode‑se efetivar nos três níveis que organizam a rede de atenção à saúde no Brasil, estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Por isso, é importante analisar a associação entre atividade física e prevenção ou tratamento das doenças crônicas não transmissíveis e da incapacidade funcional e as recomendações atuais para a prática de exercícios nessas situações.

        Diversos estudos epidemiológicos mostram associação entre aumento dos níveis de atividade física e redução da mortalidade geral e por doenças cardiovasculares em indivíduos adultos e idosos. Embora ainda não estejam totalmente compreendidos, os mecanismos que ligam a atividade física à prevenção e ao tratamento de doenças e da incapacidade funcional envolvem, principalmente, a redução da adiposidade corporal, a queda da pressão arterial, a melhora do perfil lipídico e da sensibilidade à insulina, o aumento do gasto energético, da massa e força muscular, da capacidade cardiorrespiratória, da flexibilidade e do equilíbrio.

        De forma geral, os consensos para a prática de exercícios preventivos ou terapêuticos recomendam atividades aeróbias e resistidas, preferencialmente somadas às atividades físicas do cotidiano. Particularmente para idosos ou adultos com comorbidades ou limitações que afetem a capacidade de realizar atividades físicas, os consensos preconizam, além dessas atividades, a inclusão de exercícios para o desenvolvimento da flexibilidade e do equilíbrio.

        Algumas doenças crônicas não transmissíveis, como as cardiovasculares, seus fatores de risco metabólicos (diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica e dislipidemias) e a incapacidade funcional são importantes causas de morbidade e mortalidade entre adultos e idosos. Em geral, essas doenças são de longa duração, múltiplas, exigem acompanhamento multidisciplinar permanente, intervenções contínuas e grandes recursos materiais e humanos, gerando encargos ao sistema público e social. No Brasil, por exemplo, respondem por, aproximadamente, 70% dos gastos assistenciais com a saúde.

        Apesar de a herança genética ser fator de relevância na determinação da suscetibilidade à doença, o desenvolvimento dessas morbidades se dá, primordialmente, por fatores ambientais e ligados ao estilo de vida. Estima‑se que 75% dos casos novos de doenças não transmissíveis poderiam ser explicados por dieta inadequada e inatividade física. O baixo condicionamento cardiorrespiratório, a pouca força muscular e o sedentarismo, por exemplo, aumentam de três a quatro vezes a prevalência da síndrome metabólica. Nesses casos, é essencial para um metabolismo saudável a prática regular de exercícios físicos, que aumenta a massa muscular e acelera o metabolismo, além de uma alimentação equilibrada.

Internet:<www.scielo.br> (com adaptações).

Quanto à estruturação linguística e gramatical do texto, julgue o item seguinte.


No texto, as formas “crônicas” e “intercambiáveis” são acentuadas em decorrência da mesma regra gramatical, segundo a qual todas as proparoxítonas são acentuadas.

Alternativas
Q3610453 Português
A atividade física pode‑se efetivar nos três níveis que organizam a rede de atenção à saúde no Brasil, estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Por isso, é importante analisar a associação entre atividade física e prevenção ou tratamento das doenças crônicas não transmissíveis e da incapacidade funcional e as recomendações atuais para a prática de exercícios nessas situações.

        Diversos estudos epidemiológicos mostram associação entre aumento dos níveis de atividade física e redução da mortalidade geral e por doenças cardiovasculares em indivíduos adultos e idosos. Embora ainda não estejam totalmente compreendidos, os mecanismos que ligam a atividade física à prevenção e ao tratamento de doenças e da incapacidade funcional envolvem, principalmente, a redução da adiposidade corporal, a queda da pressão arterial, a melhora do perfil lipídico e da sensibilidade à insulina, o aumento do gasto energético, da massa e força muscular, da capacidade cardiorrespiratória, da flexibilidade e do equilíbrio.

        De forma geral, os consensos para a prática de exercícios preventivos ou terapêuticos recomendam atividades aeróbias e resistidas, preferencialmente somadas às atividades físicas do cotidiano. Particularmente para idosos ou adultos com comorbidades ou limitações que afetem a capacidade de realizar atividades físicas, os consensos preconizam, além dessas atividades, a inclusão de exercícios para o desenvolvimento da flexibilidade e do equilíbrio.

        Algumas doenças crônicas não transmissíveis, como as cardiovasculares, seus fatores de risco metabólicos (diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica e dislipidemias) e a incapacidade funcional são importantes causas de morbidade e mortalidade entre adultos e idosos. Em geral, essas doenças são de longa duração, múltiplas, exigem acompanhamento multidisciplinar permanente, intervenções contínuas e grandes recursos materiais e humanos, gerando encargos ao sistema público e social. No Brasil, por exemplo, respondem por, aproximadamente, 70% dos gastos assistenciais com a saúde.

        Apesar de a herança genética ser fator de relevância na determinação da suscetibilidade à doença, o desenvolvimento dessas morbidades se dá, primordialmente, por fatores ambientais e ligados ao estilo de vida. Estima‑se que 75% dos casos novos de doenças não transmissíveis poderiam ser explicados por dieta inadequada e inatividade física. O baixo condicionamento cardiorrespiratório, a pouca força muscular e o sedentarismo, por exemplo, aumentam de três a quatro vezes a prevalência da síndrome metabólica. Nesses casos, é essencial para um metabolismo saudável a prática regular de exercícios físicos, que aumenta a massa muscular e acelera o metabolismo, além de uma alimentação equilibrada.

Internet:<www.scielo.br> (com adaptações).

Quanto à estruturação linguística e gramatical do texto, julgue o item seguinte.


Sem prejuízo gramatical, a expressão “Por isso”, na estrutura “Por isso, é importante analisar a associação”, pode ser substituída por Assim.

Alternativas
Q3610452 Português
A atividade física pode‑se efetivar nos três níveis que organizam a rede de atenção à saúde no Brasil, estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Por isso, é importante analisar a associação entre atividade física e prevenção ou tratamento das doenças crônicas não transmissíveis e da incapacidade funcional e as recomendações atuais para a prática de exercícios nessas situações.

        Diversos estudos epidemiológicos mostram associação entre aumento dos níveis de atividade física e redução da mortalidade geral e por doenças cardiovasculares em indivíduos adultos e idosos. Embora ainda não estejam totalmente compreendidos, os mecanismos que ligam a atividade física à prevenção e ao tratamento de doenças e da incapacidade funcional envolvem, principalmente, a redução da adiposidade corporal, a queda da pressão arterial, a melhora do perfil lipídico e da sensibilidade à insulina, o aumento do gasto energético, da massa e força muscular, da capacidade cardiorrespiratória, da flexibilidade e do equilíbrio.

        De forma geral, os consensos para a prática de exercícios preventivos ou terapêuticos recomendam atividades aeróbias e resistidas, preferencialmente somadas às atividades físicas do cotidiano. Particularmente para idosos ou adultos com comorbidades ou limitações que afetem a capacidade de realizar atividades físicas, os consensos preconizam, além dessas atividades, a inclusão de exercícios para o desenvolvimento da flexibilidade e do equilíbrio.

        Algumas doenças crônicas não transmissíveis, como as cardiovasculares, seus fatores de risco metabólicos (diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica e dislipidemias) e a incapacidade funcional são importantes causas de morbidade e mortalidade entre adultos e idosos. Em geral, essas doenças são de longa duração, múltiplas, exigem acompanhamento multidisciplinar permanente, intervenções contínuas e grandes recursos materiais e humanos, gerando encargos ao sistema público e social. No Brasil, por exemplo, respondem por, aproximadamente, 70% dos gastos assistenciais com a saúde.

        Apesar de a herança genética ser fator de relevância na determinação da suscetibilidade à doença, o desenvolvimento dessas morbidades se dá, primordialmente, por fatores ambientais e ligados ao estilo de vida. Estima‑se que 75% dos casos novos de doenças não transmissíveis poderiam ser explicados por dieta inadequada e inatividade física. O baixo condicionamento cardiorrespiratório, a pouca força muscular e o sedentarismo, por exemplo, aumentam de três a quatro vezes a prevalência da síndrome metabólica. Nesses casos, é essencial para um metabolismo saudável a prática regular de exercícios físicos, que aumenta a massa muscular e acelera o metabolismo, além de uma alimentação equilibrada.

Internet:<www.scielo.br> (com adaptações).

Quanto à estruturação linguística e gramatical do texto, julgue o item seguinte.


No trecho “A atividade física pode‑se efetivar em todos os níveis que organizam a rede de atenção à saúde no Brasil, estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS)”, mantém a correção gramatical a grafia da forma verbal “pode‑se efetivar” como pode se efetivar.

Alternativas
Respostas
26421: C
26422: C
26423: C
26424: C
26425: C
26426: E
26427: E
26428: E
26429: E
26430: C
26431: C
26432: E
26433: C
26434: C
26435: C
26436: C
26437: E
26438: E
26439: C
26440: C