Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3466712 Português
Texto CB3A1

        Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.

         A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.

         As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.

         Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.

         O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.

Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP,
São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações)

A respeito de aspectos linguísticos do texto CB3A1, julgue o item seguinte.  


Devido às relações sintáticas estabelecidas no quarto parágrafo, a forma verbal “impõe” poderia ser flexionada no plural — impõem —, em concordância com a expressão “novas exigências”, sem prejuízo da correção gramatical do texto. 

Alternativas
Q3466711 Português
Texto CB3A1

        Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.

         A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.

         As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.

         Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.

         O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.

Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP,
São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações)

Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue o item a seguir.  


Na conclusão do texto, o autor apresenta uma hipótese sobre o ensino superior no século XXI. 

Alternativas
Q3466710 Português
Texto CB3A1

        Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.

         A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.

         As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.

         Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.

         O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.

Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP,
São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações)

Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue o item a seguir.  


Pela forma de apresentação dos fatos e dados colhidos empiricamente, conclui-se que o texto pertence ao gênero textual reportagem.  

Alternativas
Q3465746 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.

Texto 01

O que fazer para suportar essa tal felicidade?

    Um dia me fizeram a pergunta: “Você é sempre assim, insuportavelmente feliz?”. Confesso que fiquei sem ação. Naquele momento não consegui encontrar uma resposta, pois na minha cabeça eu precisava ainda definir: O que seria ser feliz? Qual seria o peso do advérbio sempre? Insuportável para quem?
    Na hora só consegui pedir desculpas. Sim, me desculpei por parecer feliz e até insuportável. Para minha sorte, a ausência dessa resposta não pesou no resultado da entrevista. Entrevista? Exatamente. Essa dúvida quanto ao meu estado constante de felicidade aconteceu no meio de um processo seletivo para uma grande empresa. Apesar de não encontrar a resposta, eu fui contratada. Agora, depois de tantos anos, essa pergunta voltou a ressoar em minha mente e resolvi, então, tentar entender as suas partes.
     Sou avessa aos determinismos e reducionismos quando se tratam de fenômenos existenciais humanos. Palavras como “sempre” e “nunca” nos aprisionam a uma condição imutável e de permanência. E nos impedem de transitar pelo “quase” ou pelo “talvez”, que nos permitem a dúvida, a crise, a possibilidade de escolher novos caminhos e provocar a mudança. Definitivamente o “sempre” não me representa. No insuportável, evidencia-se o peso da subjetividade. Assim como a dor, o nível de tolerância acontecerá a partir do conteúdo interno de cada um, bem como o impacto que isso gera. De fato, não podemos nos culpar pelo outro não se sentir à vontade com a nossa suposta felicidade. [...]
    Com alguns anos de atraso, encontrei a resposta. Se a felicidade está na tomada de consciência de que não existe um estado de permanência e as oscilações acontecem e fazem parte irremediável da existência, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é sentir a minha humanidade, me permitir chorar nas adversidades, rir ou chorar de alegria, e sorrir quando dou de cara com um novo desafio, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é ter uma relação familiar e com amigos, onde cuidamos para que uma convivência de respeito seja a prioridade, apesar das diferenças, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é me permitir o silêncio e as pausas necessárias para que eu possa me escutar e organizar as minhas ideias, mesmo que por alguns minutos, sim, eu sou feliz! Se a felicidade está em viver a fé, exercitando a prática do bem, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é um projeto de vida que exige escolhas e ação, sim, eu sou feliz!
    Portanto, a felicidade não é uma estética. Não está no sorriso. Está no sentir e no sentido que encontramos para viver, mesmo quando as lágrimas se manifestam. Acredito que a felicidade está em encontrarmos espaços que nos comportem, nos ampliem e não mais tentar entrar em lugares que nos reduzam, porque se é para ser, que sejamos inteiros e de verdade.


Fonte: MORAIS, Elizabeth dos Santos. O que fazer para suportar essa tal felicidade? Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 18 abr. 2025. Adaptado.
No quarto parágrafo, ao usar repetidamente a estrutura “Se a felicidade é [...]”, a autora lança mão do recurso linguístico denominado 
Alternativas
Q3465743 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.

Texto 01

O que fazer para suportar essa tal felicidade?

    Um dia me fizeram a pergunta: “Você é sempre assim, insuportavelmente feliz?”. Confesso que fiquei sem ação. Naquele momento não consegui encontrar uma resposta, pois na minha cabeça eu precisava ainda definir: O que seria ser feliz? Qual seria o peso do advérbio sempre? Insuportável para quem?
    Na hora só consegui pedir desculpas. Sim, me desculpei por parecer feliz e até insuportável. Para minha sorte, a ausência dessa resposta não pesou no resultado da entrevista. Entrevista? Exatamente. Essa dúvida quanto ao meu estado constante de felicidade aconteceu no meio de um processo seletivo para uma grande empresa. Apesar de não encontrar a resposta, eu fui contratada. Agora, depois de tantos anos, essa pergunta voltou a ressoar em minha mente e resolvi, então, tentar entender as suas partes.
     Sou avessa aos determinismos e reducionismos quando se tratam de fenômenos existenciais humanos. Palavras como “sempre” e “nunca” nos aprisionam a uma condição imutável e de permanência. E nos impedem de transitar pelo “quase” ou pelo “talvez”, que nos permitem a dúvida, a crise, a possibilidade de escolher novos caminhos e provocar a mudança. Definitivamente o “sempre” não me representa. No insuportável, evidencia-se o peso da subjetividade. Assim como a dor, o nível de tolerância acontecerá a partir do conteúdo interno de cada um, bem como o impacto que isso gera. De fato, não podemos nos culpar pelo outro não se sentir à vontade com a nossa suposta felicidade. [...]
    Com alguns anos de atraso, encontrei a resposta. Se a felicidade está na tomada de consciência de que não existe um estado de permanência e as oscilações acontecem e fazem parte irremediável da existência, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é sentir a minha humanidade, me permitir chorar nas adversidades, rir ou chorar de alegria, e sorrir quando dou de cara com um novo desafio, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é ter uma relação familiar e com amigos, onde cuidamos para que uma convivência de respeito seja a prioridade, apesar das diferenças, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é me permitir o silêncio e as pausas necessárias para que eu possa me escutar e organizar as minhas ideias, mesmo que por alguns minutos, sim, eu sou feliz! Se a felicidade está em viver a fé, exercitando a prática do bem, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é um projeto de vida que exige escolhas e ação, sim, eu sou feliz!
    Portanto, a felicidade não é uma estética. Não está no sorriso. Está no sentir e no sentido que encontramos para viver, mesmo quando as lágrimas se manifestam. Acredito que a felicidade está em encontrarmos espaços que nos comportem, nos ampliem e não mais tentar entrar em lugares que nos reduzam, porque se é para ser, que sejamos inteiros e de verdade.


Fonte: MORAIS, Elizabeth dos Santos. O que fazer para suportar essa tal felicidade? Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 18 abr. 2025. Adaptado.
Tendo em vista, inclusive o segundo parágrafo do texto, a autora afirma que foi contratada pela empresa 
Alternativas
Q3465710 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 02


Captura_de tela 2025-07-05 112040.png (322×467)


Disponível em: https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2025. Acesso em: 18 abr. 2025.
No texto 02, o termo “56 milhões de brasileiros”, encontra-se entre vírgulas porque é um(a)
Alternativas
Q3465709 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 02


Captura_de tela 2025-07-05 112040.png (322×467)


Disponível em: https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2025. Acesso em: 18 abr. 2025.
No texto 02, o verbo “têm” encontra-se acentuado graficamente porque
Alternativas
Q3465708 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 02


Captura_de tela 2025-07-05 112040.png (322×467)


Disponível em: https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2025. Acesso em: 18 abr. 2025.
É CORRETO afirmar que, na construção do texto, verifica-se o uso predominante da função
Alternativas
Q3465705 Português

Cultivar para florescer: como as plantas transformam o corpo e a mente


        Cuidar de plantas vai muito além da estética: é um ato de bem-estar. Do toque na terra ao florescer das folhas, o cultivo estimula os sentidos, fortalece o corpo e acalma a mente. Ao cultivar hortaliças, plantas ornamentais e medicinais em casa, nos aproximamos da natureza e paramos de pensar nos problemas. A atividade é um cultivo de paciência, criatividade e autodesenvolvimento. Vamos ter para nós que o cultivo de plantas em casa beneficia em três diferentes planos: ambiental, físico e mental.

      No ambiental, não é novidade que as plantas têm um papel essencial na manutenção de ecossistemas. No físico, as atividades de plantar, podar, regar e colher ajudam nos sentidos, como visão, tato e olfato – além do constante exercício físico de baixo impacto. E, para a mente, o ato de cultivar estimula a concentração, promove a redução de estresse e incentiva aprendizado e criatividade. Cultivar também envolve decisões como escolha do local, do que e como plantar. Assim, a pessoa se sente fundamental no processo de execução, o que torna a atividade mais prazerosa e relaxante. Mas se o seu problema é espaço – ou a falta dele –, saiba que você não precisa ter um jardim enorme para sentir os efeitos positivos. Afinal, vale de tudo: hortaliças, plantas ornamentais e medicinais. Também não há restrições de idade para o cultivo, mas é importante adaptar a atividade de acordo com a faixa etária. A botânica Flávia Cartaxo Ramalho Vilar explica: “Crianças devem realizar o plantio em vasos ou jardineiras, enquanto jovens e adultos podem usar uma área maior e instalar hortas ou jardins. Já para os idosos, o melhor é realizar o cultivo em vasos instalados em uma altura adequada, de fácil acesso e corredores livres, para evitar quedas”. Especificamente para os idosos, Flávia aponta que a prática de jardinagem proporciona efeitos notáveis na saúde, que dão suporte para a coordenação motora e a motricidade fina (movimentos pequenos e precisos), além de auxiliar na distração de pensamentos relacionados à perda de vigor e saúde.

    Os benefícios são tantos que o cultivo de plantas até é utilizado como prática de terapia ocupacional, chamada de hortoterapia, com foco no desenvolvimento físico e mental dos praticantes. Docente do IF Sertão Pernambuco, Flávia estudou os benefícios da prática e conta que “a formação de um ambiente de cultivo das plantas permite que a pessoa tenha um contato direto com a terra e o prazer de se sentir útil a si mesmo e às pessoas de seu convívio. A horta é um espaço de desenvolvimento, manifestação, criatividade, transformação, humanização, experimentação, interação social e convivência”, diz. Segundo ela, essa terapia, em conjunto com tratamento médico, pode estimular os sentidos e a mente, com resultados em questões sociais, cognitivas, físicas e psicológicas, auxiliando no alívio do estresse e agregando saberes.

    Além de muitos benefícios físicos e mentais, as plantas podem nos ensinar sobre resiliência, cooperação e eficiência. [...]


    Fonte: CUSTÓDIO, Júlia. Cultivar para florescer: como as plantas transformam o corpo e a mente. Disponível em: https://vidasimples.co/morar/cultivo-de-plantas-transformam-corpo-e-mente/. Acesso em: 15 abr. 2025. Adaptado.

Considere a seguinte passagem do texto: “Cuidar de plantas vai muito além da estética: é um ato de bem-estar. Do toque na terra ao florescer das folhas, o cultivo estimula os sentidos, fortalece o corpo e acalma a mente.”
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística de composição dessa passagem.

I- Os dois pontos poderiam ser substituídos por vírgula, sem alteração de sentido.
II- O verbo “florescer” foi substantivado com a anteposição do artigo definido “o”.
III- A conjunção coordenativa “e” insere, na passagem, uma ideia de adversidade.
IV- O segundo período da passagem é composto por três orações coordenadas.
V- As palavras “toque” e “florescer” foram empregadas como verbos de ação.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3465704 Português

Cultivar para florescer: como as plantas transformam o corpo e a mente


        Cuidar de plantas vai muito além da estética: é um ato de bem-estar. Do toque na terra ao florescer das folhas, o cultivo estimula os sentidos, fortalece o corpo e acalma a mente. Ao cultivar hortaliças, plantas ornamentais e medicinais em casa, nos aproximamos da natureza e paramos de pensar nos problemas. A atividade é um cultivo de paciência, criatividade e autodesenvolvimento. Vamos ter para nós que o cultivo de plantas em casa beneficia em três diferentes planos: ambiental, físico e mental.

      No ambiental, não é novidade que as plantas têm um papel essencial na manutenção de ecossistemas. No físico, as atividades de plantar, podar, regar e colher ajudam nos sentidos, como visão, tato e olfato – além do constante exercício físico de baixo impacto. E, para a mente, o ato de cultivar estimula a concentração, promove a redução de estresse e incentiva aprendizado e criatividade. Cultivar também envolve decisões como escolha do local, do que e como plantar. Assim, a pessoa se sente fundamental no processo de execução, o que torna a atividade mais prazerosa e relaxante. Mas se o seu problema é espaço – ou a falta dele –, saiba que você não precisa ter um jardim enorme para sentir os efeitos positivos. Afinal, vale de tudo: hortaliças, plantas ornamentais e medicinais. Também não há restrições de idade para o cultivo, mas é importante adaptar a atividade de acordo com a faixa etária. A botânica Flávia Cartaxo Ramalho Vilar explica: “Crianças devem realizar o plantio em vasos ou jardineiras, enquanto jovens e adultos podem usar uma área maior e instalar hortas ou jardins. Já para os idosos, o melhor é realizar o cultivo em vasos instalados em uma altura adequada, de fácil acesso e corredores livres, para evitar quedas”. Especificamente para os idosos, Flávia aponta que a prática de jardinagem proporciona efeitos notáveis na saúde, que dão suporte para a coordenação motora e a motricidade fina (movimentos pequenos e precisos), além de auxiliar na distração de pensamentos relacionados à perda de vigor e saúde.

    Os benefícios são tantos que o cultivo de plantas até é utilizado como prática de terapia ocupacional, chamada de hortoterapia, com foco no desenvolvimento físico e mental dos praticantes. Docente do IF Sertão Pernambuco, Flávia estudou os benefícios da prática e conta que “a formação de um ambiente de cultivo das plantas permite que a pessoa tenha um contato direto com a terra e o prazer de se sentir útil a si mesmo e às pessoas de seu convívio. A horta é um espaço de desenvolvimento, manifestação, criatividade, transformação, humanização, experimentação, interação social e convivência”, diz. Segundo ela, essa terapia, em conjunto com tratamento médico, pode estimular os sentidos e a mente, com resultados em questões sociais, cognitivas, físicas e psicológicas, auxiliando no alívio do estresse e agregando saberes.

    Além de muitos benefícios físicos e mentais, as plantas podem nos ensinar sobre resiliência, cooperação e eficiência. [...]


    Fonte: CUSTÓDIO, Júlia. Cultivar para florescer: como as plantas transformam o corpo e a mente. Disponível em: https://vidasimples.co/morar/cultivo-de-plantas-transformam-corpo-e-mente/. Acesso em: 15 abr. 2025. Adaptado.

Sobre a palavra “hortoterapia” usada no texto, é CORRETO afirmar que é
Alternativas
Q3465703 Português

Cultivar para florescer: como as plantas transformam o corpo e a mente


        Cuidar de plantas vai muito além da estética: é um ato de bem-estar. Do toque na terra ao florescer das folhas, o cultivo estimula os sentidos, fortalece o corpo e acalma a mente. Ao cultivar hortaliças, plantas ornamentais e medicinais em casa, nos aproximamos da natureza e paramos de pensar nos problemas. A atividade é um cultivo de paciência, criatividade e autodesenvolvimento. Vamos ter para nós que o cultivo de plantas em casa beneficia em três diferentes planos: ambiental, físico e mental.

      No ambiental, não é novidade que as plantas têm um papel essencial na manutenção de ecossistemas. No físico, as atividades de plantar, podar, regar e colher ajudam nos sentidos, como visão, tato e olfato – além do constante exercício físico de baixo impacto. E, para a mente, o ato de cultivar estimula a concentração, promove a redução de estresse e incentiva aprendizado e criatividade. Cultivar também envolve decisões como escolha do local, do que e como plantar. Assim, a pessoa se sente fundamental no processo de execução, o que torna a atividade mais prazerosa e relaxante. Mas se o seu problema é espaço – ou a falta dele –, saiba que você não precisa ter um jardim enorme para sentir os efeitos positivos. Afinal, vale de tudo: hortaliças, plantas ornamentais e medicinais. Também não há restrições de idade para o cultivo, mas é importante adaptar a atividade de acordo com a faixa etária. A botânica Flávia Cartaxo Ramalho Vilar explica: “Crianças devem realizar o plantio em vasos ou jardineiras, enquanto jovens e adultos podem usar uma área maior e instalar hortas ou jardins. Já para os idosos, o melhor é realizar o cultivo em vasos instalados em uma altura adequada, de fácil acesso e corredores livres, para evitar quedas”. Especificamente para os idosos, Flávia aponta que a prática de jardinagem proporciona efeitos notáveis na saúde, que dão suporte para a coordenação motora e a motricidade fina (movimentos pequenos e precisos), além de auxiliar na distração de pensamentos relacionados à perda de vigor e saúde.

    Os benefícios são tantos que o cultivo de plantas até é utilizado como prática de terapia ocupacional, chamada de hortoterapia, com foco no desenvolvimento físico e mental dos praticantes. Docente do IF Sertão Pernambuco, Flávia estudou os benefícios da prática e conta que “a formação de um ambiente de cultivo das plantas permite que a pessoa tenha um contato direto com a terra e o prazer de se sentir útil a si mesmo e às pessoas de seu convívio. A horta é um espaço de desenvolvimento, manifestação, criatividade, transformação, humanização, experimentação, interação social e convivência”, diz. Segundo ela, essa terapia, em conjunto com tratamento médico, pode estimular os sentidos e a mente, com resultados em questões sociais, cognitivas, físicas e psicológicas, auxiliando no alívio do estresse e agregando saberes.

    Além de muitos benefícios físicos e mentais, as plantas podem nos ensinar sobre resiliência, cooperação e eficiência. [...]


    Fonte: CUSTÓDIO, Júlia. Cultivar para florescer: como as plantas transformam o corpo e a mente. Disponível em: https://vidasimples.co/morar/cultivo-de-plantas-transformam-corpo-e-mente/. Acesso em: 15 abr. 2025. Adaptado.

Tendo em vista a estrutura de composição do texto 01, verifica-se a presença de

I- citação direta.
II- citação indireta.
III- subjetividade.
IV- objetividade.
V- conotação.

Estão CORRETOS os itens
Alternativas
Q3465702 Português

Cultivar para florescer: como as plantas transformam o corpo e a mente


        Cuidar de plantas vai muito além da estética: é um ato de bem-estar. Do toque na terra ao florescer das folhas, o cultivo estimula os sentidos, fortalece o corpo e acalma a mente. Ao cultivar hortaliças, plantas ornamentais e medicinais em casa, nos aproximamos da natureza e paramos de pensar nos problemas. A atividade é um cultivo de paciência, criatividade e autodesenvolvimento. Vamos ter para nós que o cultivo de plantas em casa beneficia em três diferentes planos: ambiental, físico e mental.

      No ambiental, não é novidade que as plantas têm um papel essencial na manutenção de ecossistemas. No físico, as atividades de plantar, podar, regar e colher ajudam nos sentidos, como visão, tato e olfato – além do constante exercício físico de baixo impacto. E, para a mente, o ato de cultivar estimula a concentração, promove a redução de estresse e incentiva aprendizado e criatividade. Cultivar também envolve decisões como escolha do local, do que e como plantar. Assim, a pessoa se sente fundamental no processo de execução, o que torna a atividade mais prazerosa e relaxante. Mas se o seu problema é espaço – ou a falta dele –, saiba que você não precisa ter um jardim enorme para sentir os efeitos positivos. Afinal, vale de tudo: hortaliças, plantas ornamentais e medicinais. Também não há restrições de idade para o cultivo, mas é importante adaptar a atividade de acordo com a faixa etária. A botânica Flávia Cartaxo Ramalho Vilar explica: “Crianças devem realizar o plantio em vasos ou jardineiras, enquanto jovens e adultos podem usar uma área maior e instalar hortas ou jardins. Já para os idosos, o melhor é realizar o cultivo em vasos instalados em uma altura adequada, de fácil acesso e corredores livres, para evitar quedas”. Especificamente para os idosos, Flávia aponta que a prática de jardinagem proporciona efeitos notáveis na saúde, que dão suporte para a coordenação motora e a motricidade fina (movimentos pequenos e precisos), além de auxiliar na distração de pensamentos relacionados à perda de vigor e saúde.

    Os benefícios são tantos que o cultivo de plantas até é utilizado como prática de terapia ocupacional, chamada de hortoterapia, com foco no desenvolvimento físico e mental dos praticantes. Docente do IF Sertão Pernambuco, Flávia estudou os benefícios da prática e conta que “a formação de um ambiente de cultivo das plantas permite que a pessoa tenha um contato direto com a terra e o prazer de se sentir útil a si mesmo e às pessoas de seu convívio. A horta é um espaço de desenvolvimento, manifestação, criatividade, transformação, humanização, experimentação, interação social e convivência”, diz. Segundo ela, essa terapia, em conjunto com tratamento médico, pode estimular os sentidos e a mente, com resultados em questões sociais, cognitivas, físicas e psicológicas, auxiliando no alívio do estresse e agregando saberes.

    Além de muitos benefícios físicos e mentais, as plantas podem nos ensinar sobre resiliência, cooperação e eficiência. [...]


    Fonte: CUSTÓDIO, Júlia. Cultivar para florescer: como as plantas transformam o corpo e a mente. Disponível em: https://vidasimples.co/morar/cultivo-de-plantas-transformam-corpo-e-mente/. Acesso em: 15 abr. 2025. Adaptado.

Na passagem do texto “No ambiental, não é novidade que as plantas têm um papel essencial na manutenção de ecossistemas.”, a palavra “ecossistemas” foi usada no sentido
Alternativas
Q3465701 Português

Cultivar para florescer: como as plantas transformam o corpo e a mente


        Cuidar de plantas vai muito além da estética: é um ato de bem-estar. Do toque na terra ao florescer das folhas, o cultivo estimula os sentidos, fortalece o corpo e acalma a mente. Ao cultivar hortaliças, plantas ornamentais e medicinais em casa, nos aproximamos da natureza e paramos de pensar nos problemas. A atividade é um cultivo de paciência, criatividade e autodesenvolvimento. Vamos ter para nós que o cultivo de plantas em casa beneficia em três diferentes planos: ambiental, físico e mental.

      No ambiental, não é novidade que as plantas têm um papel essencial na manutenção de ecossistemas. No físico, as atividades de plantar, podar, regar e colher ajudam nos sentidos, como visão, tato e olfato – além do constante exercício físico de baixo impacto. E, para a mente, o ato de cultivar estimula a concentração, promove a redução de estresse e incentiva aprendizado e criatividade. Cultivar também envolve decisões como escolha do local, do que e como plantar. Assim, a pessoa se sente fundamental no processo de execução, o que torna a atividade mais prazerosa e relaxante. Mas se o seu problema é espaço – ou a falta dele –, saiba que você não precisa ter um jardim enorme para sentir os efeitos positivos. Afinal, vale de tudo: hortaliças, plantas ornamentais e medicinais. Também não há restrições de idade para o cultivo, mas é importante adaptar a atividade de acordo com a faixa etária. A botânica Flávia Cartaxo Ramalho Vilar explica: “Crianças devem realizar o plantio em vasos ou jardineiras, enquanto jovens e adultos podem usar uma área maior e instalar hortas ou jardins. Já para os idosos, o melhor é realizar o cultivo em vasos instalados em uma altura adequada, de fácil acesso e corredores livres, para evitar quedas”. Especificamente para os idosos, Flávia aponta que a prática de jardinagem proporciona efeitos notáveis na saúde, que dão suporte para a coordenação motora e a motricidade fina (movimentos pequenos e precisos), além de auxiliar na distração de pensamentos relacionados à perda de vigor e saúde.

    Os benefícios são tantos que o cultivo de plantas até é utilizado como prática de terapia ocupacional, chamada de hortoterapia, com foco no desenvolvimento físico e mental dos praticantes. Docente do IF Sertão Pernambuco, Flávia estudou os benefícios da prática e conta que “a formação de um ambiente de cultivo das plantas permite que a pessoa tenha um contato direto com a terra e o prazer de se sentir útil a si mesmo e às pessoas de seu convívio. A horta é um espaço de desenvolvimento, manifestação, criatividade, transformação, humanização, experimentação, interação social e convivência”, diz. Segundo ela, essa terapia, em conjunto com tratamento médico, pode estimular os sentidos e a mente, com resultados em questões sociais, cognitivas, físicas e psicológicas, auxiliando no alívio do estresse e agregando saberes.

    Além de muitos benefícios físicos e mentais, as plantas podem nos ensinar sobre resiliência, cooperação e eficiência. [...]


    Fonte: CUSTÓDIO, Júlia. Cultivar para florescer: como as plantas transformam o corpo e a mente. Disponível em: https://vidasimples.co/morar/cultivo-de-plantas-transformam-corpo-e-mente/. Acesso em: 15 abr. 2025. Adaptado.

Assinale a alternativa CORRETA, tendo em vista as ideias veiculadas no texto 01. 
Alternativas
Q3465680 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 03


Captura_de tela 2025-07-05 105937.png (551×380)

Fonte: https://www.tjdft.jus.br/institucional/imprensa. Acesso em 17 abr. 2025. Adaptado.
É CORRETO afirmar que o verbo “dar”, em seus dois usos no texto 03, encontra-se 
Alternativas
Q3465676 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Como desenvolver o hábito da leitura

Lóren Souza

    Muito se diz que os livros nos transportam para outros universos. José Saramago, escritor, costumava dizer que “a leitura é, provavelmente, uma outra maneira de estar em um lugar”. Também se fala do deleite intrínseco a esse hábito. “Fonte inesgotável de prazer”, assim definia Carlos Drummond de Andrade. Entretanto, o encantamento diante de um livro não é apenas para aqueles que se dedicam a também fazê-los. Além disso, o hábito de leitura pode enriquecer a vida, especialmente os relacionamentos consigo e com os outros. “No momento em que você está diante do livro, você precisa conversar com o seu interior. Aquele conteúdo conversa com você”, declara Mell Ferraz, mestre em Literatura e criadora do canal Literature-se. “Praticar uma imersão nas novas ideias e perspectivas que um livro traz permite pensar em coisas pelas quais não passamos necessariamente.” Para ela, é nisso que reside o prazer e a beleza da leitura, que pode ser também uma forma de entender diferentes experiências de vida. “Me encanta essa possibilidade de acessarmos mundos tão diversos, ou não também. Mundos que são bem semelhantes, mas ainda assim com perspectivas diferentes”, declara. “Nesse sentido, a literatura nos permite o exercício da empatia, que é pensar no outro”, continua. “Jamais vamos conseguir sentir o que o outro sente, viver o que o outro sente, mas a literatura consegue fazer com que nós pensemos sobre isso.”
    Mell Ferraz começou a produzir conteúdo sobre literatura em 2010 a partir de uma necessidade de encontrar pessoas com as quais poderia compartilhar suas leituras. E encontrou: nas redes sociais, principalmente o YouTube e um blog, os quais ofereceram espaços de interação que a jovem desejava. Hoje, a forma de consumir conteúdo mudou um pouco, mas há espaço para a socialização de livros e ideias nas plataformas, e a #BookTok é um exemplo disso. A hashtag designa um nicho dentro do TikTok voltado exclusivamente para livros. Em maio de 2024, a rede social contabilizou 32,9 milhões de publicações com a tag. Para ela, os conteúdos sobre livros nessa plataforma ampliam a visibilidade dos livros e estimulam a leitura e a criação de vínculos. “A internet hoje em dia proporciona não só o incentivo à leitura, mas também a conversa. E para fazer isso é preciso pessoas”, explica Mell. A jovem conta que, na construção de interações, há outra beleza da leitura. “A literatura pode promover companhia, além do refúgio, da válvula de escape”.
    A leitura pode estar mais presente no seu cotidiano. Mell aponta algumas dicas para que esse hábito seja estimulado: 1) Siga pessoas que leiam assuntos ou gêneros do seu interesse. As redes sociais podem te ajudar a encontrar temáticas e livros de interesse. Ao encontrar, siga essas pessoas, o exemplo e as recomendações de títulos podem incentivar você a começar um novo livro ou continuá-lo. 2) Sempre leve um livro com você. Não se sabe quando se vai ter uma brecha no seu cotidiano. Caso isso aconteça, um livro à mão pode, além de ajudar a esperar, introduzir a prática na rotina. Então, leve um livro sempre que sair de casa. 3) Leia poesia. Para ler poesia não é preciso muito tempo, então pode ser uma forma de começar com o hábito da leitura. Inclusive, é possível ler poemas durante as brechas do dia, como recomendado na dica anterior. [...] 4) Organize a leitura. Isso significa planejar os períodos e a quantidade de leitura que será feita. Pode-se estabelecer quantas páginas ou capítulos quer e pode ler por dia. Com isso aplicado de forma consistente, é possível até saber em quanto tempo a leitura será finalizada.


Fonte: SOUZA, Lóren. Como desenvolver o hábito da leitura. Disponível em: https://vidasimples.co/relacionamentos/como-desenvolver-o-habito-daleitura/. Acesso em: 15 abr. 2025. Adaptado. 
Na seguinte passagem do texto “Entretanto, o encantamento diante de um livro não é apenas para aqueles que se dedicam a também fazê-los.”, a palavra “entretanto” insere uma ideia de 
Alternativas
Q3465675 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Como desenvolver o hábito da leitura

Lóren Souza

    Muito se diz que os livros nos transportam para outros universos. José Saramago, escritor, costumava dizer que “a leitura é, provavelmente, uma outra maneira de estar em um lugar”. Também se fala do deleite intrínseco a esse hábito. “Fonte inesgotável de prazer”, assim definia Carlos Drummond de Andrade. Entretanto, o encantamento diante de um livro não é apenas para aqueles que se dedicam a também fazê-los. Além disso, o hábito de leitura pode enriquecer a vida, especialmente os relacionamentos consigo e com os outros. “No momento em que você está diante do livro, você precisa conversar com o seu interior. Aquele conteúdo conversa com você”, declara Mell Ferraz, mestre em Literatura e criadora do canal Literature-se. “Praticar uma imersão nas novas ideias e perspectivas que um livro traz permite pensar em coisas pelas quais não passamos necessariamente.” Para ela, é nisso que reside o prazer e a beleza da leitura, que pode ser também uma forma de entender diferentes experiências de vida. “Me encanta essa possibilidade de acessarmos mundos tão diversos, ou não também. Mundos que são bem semelhantes, mas ainda assim com perspectivas diferentes”, declara. “Nesse sentido, a literatura nos permite o exercício da empatia, que é pensar no outro”, continua. “Jamais vamos conseguir sentir o que o outro sente, viver o que o outro sente, mas a literatura consegue fazer com que nós pensemos sobre isso.”
    Mell Ferraz começou a produzir conteúdo sobre literatura em 2010 a partir de uma necessidade de encontrar pessoas com as quais poderia compartilhar suas leituras. E encontrou: nas redes sociais, principalmente o YouTube e um blog, os quais ofereceram espaços de interação que a jovem desejava. Hoje, a forma de consumir conteúdo mudou um pouco, mas há espaço para a socialização de livros e ideias nas plataformas, e a #BookTok é um exemplo disso. A hashtag designa um nicho dentro do TikTok voltado exclusivamente para livros. Em maio de 2024, a rede social contabilizou 32,9 milhões de publicações com a tag. Para ela, os conteúdos sobre livros nessa plataforma ampliam a visibilidade dos livros e estimulam a leitura e a criação de vínculos. “A internet hoje em dia proporciona não só o incentivo à leitura, mas também a conversa. E para fazer isso é preciso pessoas”, explica Mell. A jovem conta que, na construção de interações, há outra beleza da leitura. “A literatura pode promover companhia, além do refúgio, da válvula de escape”.
    A leitura pode estar mais presente no seu cotidiano. Mell aponta algumas dicas para que esse hábito seja estimulado: 1) Siga pessoas que leiam assuntos ou gêneros do seu interesse. As redes sociais podem te ajudar a encontrar temáticas e livros de interesse. Ao encontrar, siga essas pessoas, o exemplo e as recomendações de títulos podem incentivar você a começar um novo livro ou continuá-lo. 2) Sempre leve um livro com você. Não se sabe quando se vai ter uma brecha no seu cotidiano. Caso isso aconteça, um livro à mão pode, além de ajudar a esperar, introduzir a prática na rotina. Então, leve um livro sempre que sair de casa. 3) Leia poesia. Para ler poesia não é preciso muito tempo, então pode ser uma forma de começar com o hábito da leitura. Inclusive, é possível ler poemas durante as brechas do dia, como recomendado na dica anterior. [...] 4) Organize a leitura. Isso significa planejar os períodos e a quantidade de leitura que será feita. Pode-se estabelecer quantas páginas ou capítulos quer e pode ler por dia. Com isso aplicado de forma consistente, é possível até saber em quanto tempo a leitura será finalizada.


Fonte: SOUZA, Lóren. Como desenvolver o hábito da leitura. Disponível em: https://vidasimples.co/relacionamentos/como-desenvolver-o-habito-daleitura/. Acesso em: 15 abr. 2025. Adaptado. 
No primeiro parágrafo, as aspas assinalam o uso de 
Alternativas
Q3465674 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Como desenvolver o hábito da leitura

Lóren Souza

    Muito se diz que os livros nos transportam para outros universos. José Saramago, escritor, costumava dizer que “a leitura é, provavelmente, uma outra maneira de estar em um lugar”. Também se fala do deleite intrínseco a esse hábito. “Fonte inesgotável de prazer”, assim definia Carlos Drummond de Andrade. Entretanto, o encantamento diante de um livro não é apenas para aqueles que se dedicam a também fazê-los. Além disso, o hábito de leitura pode enriquecer a vida, especialmente os relacionamentos consigo e com os outros. “No momento em que você está diante do livro, você precisa conversar com o seu interior. Aquele conteúdo conversa com você”, declara Mell Ferraz, mestre em Literatura e criadora do canal Literature-se. “Praticar uma imersão nas novas ideias e perspectivas que um livro traz permite pensar em coisas pelas quais não passamos necessariamente.” Para ela, é nisso que reside o prazer e a beleza da leitura, que pode ser também uma forma de entender diferentes experiências de vida. “Me encanta essa possibilidade de acessarmos mundos tão diversos, ou não também. Mundos que são bem semelhantes, mas ainda assim com perspectivas diferentes”, declara. “Nesse sentido, a literatura nos permite o exercício da empatia, que é pensar no outro”, continua. “Jamais vamos conseguir sentir o que o outro sente, viver o que o outro sente, mas a literatura consegue fazer com que nós pensemos sobre isso.”
    Mell Ferraz começou a produzir conteúdo sobre literatura em 2010 a partir de uma necessidade de encontrar pessoas com as quais poderia compartilhar suas leituras. E encontrou: nas redes sociais, principalmente o YouTube e um blog, os quais ofereceram espaços de interação que a jovem desejava. Hoje, a forma de consumir conteúdo mudou um pouco, mas há espaço para a socialização de livros e ideias nas plataformas, e a #BookTok é um exemplo disso. A hashtag designa um nicho dentro do TikTok voltado exclusivamente para livros. Em maio de 2024, a rede social contabilizou 32,9 milhões de publicações com a tag. Para ela, os conteúdos sobre livros nessa plataforma ampliam a visibilidade dos livros e estimulam a leitura e a criação de vínculos. “A internet hoje em dia proporciona não só o incentivo à leitura, mas também a conversa. E para fazer isso é preciso pessoas”, explica Mell. A jovem conta que, na construção de interações, há outra beleza da leitura. “A literatura pode promover companhia, além do refúgio, da válvula de escape”.
    A leitura pode estar mais presente no seu cotidiano. Mell aponta algumas dicas para que esse hábito seja estimulado: 1) Siga pessoas que leiam assuntos ou gêneros do seu interesse. As redes sociais podem te ajudar a encontrar temáticas e livros de interesse. Ao encontrar, siga essas pessoas, o exemplo e as recomendações de títulos podem incentivar você a começar um novo livro ou continuá-lo. 2) Sempre leve um livro com você. Não se sabe quando se vai ter uma brecha no seu cotidiano. Caso isso aconteça, um livro à mão pode, além de ajudar a esperar, introduzir a prática na rotina. Então, leve um livro sempre que sair de casa. 3) Leia poesia. Para ler poesia não é preciso muito tempo, então pode ser uma forma de começar com o hábito da leitura. Inclusive, é possível ler poemas durante as brechas do dia, como recomendado na dica anterior. [...] 4) Organize a leitura. Isso significa planejar os períodos e a quantidade de leitura que será feita. Pode-se estabelecer quantas páginas ou capítulos quer e pode ler por dia. Com isso aplicado de forma consistente, é possível até saber em quanto tempo a leitura será finalizada.


Fonte: SOUZA, Lóren. Como desenvolver o hábito da leitura. Disponível em: https://vidasimples.co/relacionamentos/como-desenvolver-o-habito-daleitura/. Acesso em: 15 abr. 2025. Adaptado. 
De acordo com o texto, a leitura permite

I- visitar lugares diferentes daquele em que se vive.
II- compreender diferentes experiências de vida.
III- refletir sobre os sentimentos de outras pessoas.
IV- melhorar o relacionamento consigo e com os outros.
V- vivenciar muitos momentos de profunda solidão.

Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3465673 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Como desenvolver o hábito da leitura

Lóren Souza

    Muito se diz que os livros nos transportam para outros universos. José Saramago, escritor, costumava dizer que “a leitura é, provavelmente, uma outra maneira de estar em um lugar”. Também se fala do deleite intrínseco a esse hábito. “Fonte inesgotável de prazer”, assim definia Carlos Drummond de Andrade. Entretanto, o encantamento diante de um livro não é apenas para aqueles que se dedicam a também fazê-los. Além disso, o hábito de leitura pode enriquecer a vida, especialmente os relacionamentos consigo e com os outros. “No momento em que você está diante do livro, você precisa conversar com o seu interior. Aquele conteúdo conversa com você”, declara Mell Ferraz, mestre em Literatura e criadora do canal Literature-se. “Praticar uma imersão nas novas ideias e perspectivas que um livro traz permite pensar em coisas pelas quais não passamos necessariamente.” Para ela, é nisso que reside o prazer e a beleza da leitura, que pode ser também uma forma de entender diferentes experiências de vida. “Me encanta essa possibilidade de acessarmos mundos tão diversos, ou não também. Mundos que são bem semelhantes, mas ainda assim com perspectivas diferentes”, declara. “Nesse sentido, a literatura nos permite o exercício da empatia, que é pensar no outro”, continua. “Jamais vamos conseguir sentir o que o outro sente, viver o que o outro sente, mas a literatura consegue fazer com que nós pensemos sobre isso.”
    Mell Ferraz começou a produzir conteúdo sobre literatura em 2010 a partir de uma necessidade de encontrar pessoas com as quais poderia compartilhar suas leituras. E encontrou: nas redes sociais, principalmente o YouTube e um blog, os quais ofereceram espaços de interação que a jovem desejava. Hoje, a forma de consumir conteúdo mudou um pouco, mas há espaço para a socialização de livros e ideias nas plataformas, e a #BookTok é um exemplo disso. A hashtag designa um nicho dentro do TikTok voltado exclusivamente para livros. Em maio de 2024, a rede social contabilizou 32,9 milhões de publicações com a tag. Para ela, os conteúdos sobre livros nessa plataforma ampliam a visibilidade dos livros e estimulam a leitura e a criação de vínculos. “A internet hoje em dia proporciona não só o incentivo à leitura, mas também a conversa. E para fazer isso é preciso pessoas”, explica Mell. A jovem conta que, na construção de interações, há outra beleza da leitura. “A literatura pode promover companhia, além do refúgio, da válvula de escape”.
    A leitura pode estar mais presente no seu cotidiano. Mell aponta algumas dicas para que esse hábito seja estimulado: 1) Siga pessoas que leiam assuntos ou gêneros do seu interesse. As redes sociais podem te ajudar a encontrar temáticas e livros de interesse. Ao encontrar, siga essas pessoas, o exemplo e as recomendações de títulos podem incentivar você a começar um novo livro ou continuá-lo. 2) Sempre leve um livro com você. Não se sabe quando se vai ter uma brecha no seu cotidiano. Caso isso aconteça, um livro à mão pode, além de ajudar a esperar, introduzir a prática na rotina. Então, leve um livro sempre que sair de casa. 3) Leia poesia. Para ler poesia não é preciso muito tempo, então pode ser uma forma de começar com o hábito da leitura. Inclusive, é possível ler poemas durante as brechas do dia, como recomendado na dica anterior. [...] 4) Organize a leitura. Isso significa planejar os períodos e a quantidade de leitura que será feita. Pode-se estabelecer quantas páginas ou capítulos quer e pode ler por dia. Com isso aplicado de forma consistente, é possível até saber em quanto tempo a leitura será finalizada.


Fonte: SOUZA, Lóren. Como desenvolver o hábito da leitura. Disponível em: https://vidasimples.co/relacionamentos/como-desenvolver-o-habito-daleitura/. Acesso em: 15 abr. 2025. Adaptado. 
De acordo com o texto, para desenvolver o hábito de leitura, é necessário
Alternativas
Q3465672 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Como desenvolver o hábito da leitura

Lóren Souza

    Muito se diz que os livros nos transportam para outros universos. José Saramago, escritor, costumava dizer que “a leitura é, provavelmente, uma outra maneira de estar em um lugar”. Também se fala do deleite intrínseco a esse hábito. “Fonte inesgotável de prazer”, assim definia Carlos Drummond de Andrade. Entretanto, o encantamento diante de um livro não é apenas para aqueles que se dedicam a também fazê-los. Além disso, o hábito de leitura pode enriquecer a vida, especialmente os relacionamentos consigo e com os outros. “No momento em que você está diante do livro, você precisa conversar com o seu interior. Aquele conteúdo conversa com você”, declara Mell Ferraz, mestre em Literatura e criadora do canal Literature-se. “Praticar uma imersão nas novas ideias e perspectivas que um livro traz permite pensar em coisas pelas quais não passamos necessariamente.” Para ela, é nisso que reside o prazer e a beleza da leitura, que pode ser também uma forma de entender diferentes experiências de vida. “Me encanta essa possibilidade de acessarmos mundos tão diversos, ou não também. Mundos que são bem semelhantes, mas ainda assim com perspectivas diferentes”, declara. “Nesse sentido, a literatura nos permite o exercício da empatia, que é pensar no outro”, continua. “Jamais vamos conseguir sentir o que o outro sente, viver o que o outro sente, mas a literatura consegue fazer com que nós pensemos sobre isso.”
    Mell Ferraz começou a produzir conteúdo sobre literatura em 2010 a partir de uma necessidade de encontrar pessoas com as quais poderia compartilhar suas leituras. E encontrou: nas redes sociais, principalmente o YouTube e um blog, os quais ofereceram espaços de interação que a jovem desejava. Hoje, a forma de consumir conteúdo mudou um pouco, mas há espaço para a socialização de livros e ideias nas plataformas, e a #BookTok é um exemplo disso. A hashtag designa um nicho dentro do TikTok voltado exclusivamente para livros. Em maio de 2024, a rede social contabilizou 32,9 milhões de publicações com a tag. Para ela, os conteúdos sobre livros nessa plataforma ampliam a visibilidade dos livros e estimulam a leitura e a criação de vínculos. “A internet hoje em dia proporciona não só o incentivo à leitura, mas também a conversa. E para fazer isso é preciso pessoas”, explica Mell. A jovem conta que, na construção de interações, há outra beleza da leitura. “A literatura pode promover companhia, além do refúgio, da válvula de escape”.
    A leitura pode estar mais presente no seu cotidiano. Mell aponta algumas dicas para que esse hábito seja estimulado: 1) Siga pessoas que leiam assuntos ou gêneros do seu interesse. As redes sociais podem te ajudar a encontrar temáticas e livros de interesse. Ao encontrar, siga essas pessoas, o exemplo e as recomendações de títulos podem incentivar você a começar um novo livro ou continuá-lo. 2) Sempre leve um livro com você. Não se sabe quando se vai ter uma brecha no seu cotidiano. Caso isso aconteça, um livro à mão pode, além de ajudar a esperar, introduzir a prática na rotina. Então, leve um livro sempre que sair de casa. 3) Leia poesia. Para ler poesia não é preciso muito tempo, então pode ser uma forma de começar com o hábito da leitura. Inclusive, é possível ler poemas durante as brechas do dia, como recomendado na dica anterior. [...] 4) Organize a leitura. Isso significa planejar os períodos e a quantidade de leitura que será feita. Pode-se estabelecer quantas páginas ou capítulos quer e pode ler por dia. Com isso aplicado de forma consistente, é possível até saber em quanto tempo a leitura será finalizada.


Fonte: SOUZA, Lóren. Como desenvolver o hábito da leitura. Disponível em: https://vidasimples.co/relacionamentos/como-desenvolver-o-habito-daleitura/. Acesso em: 15 abr. 2025. Adaptado. 
A passagem do texto “Também se fala do deleite intrínseco a esse hábito. ‘Fonte inesgotável de prazer’, assim definia Carlos Drummond de Andrade.”, tendo em vista a palavra “intrínseco”, defende a seguinte ideia:
Alternativas
Q3465671 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Como desenvolver o hábito da leitura

Lóren Souza

    Muito se diz que os livros nos transportam para outros universos. José Saramago, escritor, costumava dizer que “a leitura é, provavelmente, uma outra maneira de estar em um lugar”. Também se fala do deleite intrínseco a esse hábito. “Fonte inesgotável de prazer”, assim definia Carlos Drummond de Andrade. Entretanto, o encantamento diante de um livro não é apenas para aqueles que se dedicam a também fazê-los. Além disso, o hábito de leitura pode enriquecer a vida, especialmente os relacionamentos consigo e com os outros. “No momento em que você está diante do livro, você precisa conversar com o seu interior. Aquele conteúdo conversa com você”, declara Mell Ferraz, mestre em Literatura e criadora do canal Literature-se. “Praticar uma imersão nas novas ideias e perspectivas que um livro traz permite pensar em coisas pelas quais não passamos necessariamente.” Para ela, é nisso que reside o prazer e a beleza da leitura, que pode ser também uma forma de entender diferentes experiências de vida. “Me encanta essa possibilidade de acessarmos mundos tão diversos, ou não também. Mundos que são bem semelhantes, mas ainda assim com perspectivas diferentes”, declara. “Nesse sentido, a literatura nos permite o exercício da empatia, que é pensar no outro”, continua. “Jamais vamos conseguir sentir o que o outro sente, viver o que o outro sente, mas a literatura consegue fazer com que nós pensemos sobre isso.”
    Mell Ferraz começou a produzir conteúdo sobre literatura em 2010 a partir de uma necessidade de encontrar pessoas com as quais poderia compartilhar suas leituras. E encontrou: nas redes sociais, principalmente o YouTube e um blog, os quais ofereceram espaços de interação que a jovem desejava. Hoje, a forma de consumir conteúdo mudou um pouco, mas há espaço para a socialização de livros e ideias nas plataformas, e a #BookTok é um exemplo disso. A hashtag designa um nicho dentro do TikTok voltado exclusivamente para livros. Em maio de 2024, a rede social contabilizou 32,9 milhões de publicações com a tag. Para ela, os conteúdos sobre livros nessa plataforma ampliam a visibilidade dos livros e estimulam a leitura e a criação de vínculos. “A internet hoje em dia proporciona não só o incentivo à leitura, mas também a conversa. E para fazer isso é preciso pessoas”, explica Mell. A jovem conta que, na construção de interações, há outra beleza da leitura. “A literatura pode promover companhia, além do refúgio, da válvula de escape”.
    A leitura pode estar mais presente no seu cotidiano. Mell aponta algumas dicas para que esse hábito seja estimulado: 1) Siga pessoas que leiam assuntos ou gêneros do seu interesse. As redes sociais podem te ajudar a encontrar temáticas e livros de interesse. Ao encontrar, siga essas pessoas, o exemplo e as recomendações de títulos podem incentivar você a começar um novo livro ou continuá-lo. 2) Sempre leve um livro com você. Não se sabe quando se vai ter uma brecha no seu cotidiano. Caso isso aconteça, um livro à mão pode, além de ajudar a esperar, introduzir a prática na rotina. Então, leve um livro sempre que sair de casa. 3) Leia poesia. Para ler poesia não é preciso muito tempo, então pode ser uma forma de começar com o hábito da leitura. Inclusive, é possível ler poemas durante as brechas do dia, como recomendado na dica anterior. [...] 4) Organize a leitura. Isso significa planejar os períodos e a quantidade de leitura que será feita. Pode-se estabelecer quantas páginas ou capítulos quer e pode ler por dia. Com isso aplicado de forma consistente, é possível até saber em quanto tempo a leitura será finalizada.


Fonte: SOUZA, Lóren. Como desenvolver o hábito da leitura. Disponível em: https://vidasimples.co/relacionamentos/como-desenvolver-o-habito-daleitura/. Acesso em: 15 abr. 2025. Adaptado. 
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que, em relação ao desenvolvimento do hábito de leitura, as redes sociais são
Alternativas
Respostas
25881: E
25882: C
25883: E
25884: C
25885: D
25886: A
25887: C
25888: E
25889: B
25890: A
25891: E
25892: C
25893: D
25894: D
25895: A
25896: E
25897: B
25898: A
25899: D
25900: E