Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3641833 Português

Texto 1


Mudanças climáticas podem ampliar o risco da Doença de Chagas na Amazônia (trecho adaptado)


Leandro Schlemmer Brasil, Divino Vicente Silvério, Filipe França, José Orlando de Almeida Silva, Leandro Juen, Leonardo Viana de Melo, Thiago Bernardi Vieira e Walter Souza Santos


As mudanças climáticas estão alterando silenciosamente o cenário da saúde pública na Amazônia. As frequentes secas, enchentes, desmatamentos e demais problemas ambientais podem levar ao surgimento de novas doenças ou ao avanço de doenças já controladas.


Um caso emblemático é o da Doença de Chagas, que mesmo com os avanços recentes nos estudos sobre sua biologia e controle de transmissão, pode representar novamente um desafio para nosso sistema de saúde em virtude das alterações que estão sendo realizadas nas paisagens.


Um estudo publicado recentemente na revista Medical and Veterinary Entomology [...] deixa um alerta claro: o aquecimento global pode facilitar a expansão dos barbeiros, vetores da Doença de Chagas, para novas áreas da floresta.


A doença de Chagas

A doença, causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, é transmitida principalmente por insetos conhecidos como barbeiros. A Doença de Chagas (DC) existe há milhões de anos como uma doença em animais silvestres, que passou a ser transmitida ao homem, de forma acidental, a partir da invasão dos ambientes silvestres por populações humanas.


Projeções preocupantes

Nosso estudo analisou mais de 11 mil registros de ocorrência de 55 espécies de barbeiros. Utilizamos uma técnica chamada modelagem de nicho ecológico, que cruza dados biológicos e ambientais, para prever como esses vetores podem se deslocar até 2080 sob diferentes cenários climáticos. Os resultados indicam uma tendência preocupante: os barbeiros devem expandir sua distribuição na Amazônia, especialmente em áreas já vulneráveis. Esse movimento pode surpreender os sistemas de saúde despreparados, afetando populações que já enfrentam desigualdades e condições precárias de moradia.


Uma questão de saúde climática

Um dos principais dados gerados pelo estudo é o mapeamento das áreas da Amazônia que podem ter aumento na presença de barbeiros vetores da Doença de Chagas até 2080, especialmente sob cenários de mudanças climáticas intensas. [...]

Esses dados permitem direcionar ações preventivas, como o fortalecimento da vigilância entomológica, campanhas educativas em comunidades vulneráveis e melhorias nas condições habitacionais, antes que a transmissão da doença se intensifique nessas regiões. Trata-se de uma ferramenta estratégica para antecipar riscos e evitar surtos futuros. [...]

A próxima Conferência do Clima da ONU (COP 30), marcada para ocorrer em Belém, traz uma oportunidade histórica. Precisamos colocar a saúde climática no centro das discussões. A crise ambiental também é uma crise de saúde e justiça social. E a ciência tem muito a contribuir com soluções baseadas em dados e equidade.



(Fonte: The Conversation. Disponível em: https://theconversation.com/mudancasclimaticas-podem-ampliar-o-risco-da-doenca-de-chagas-naamazonia-259641)

“Um caso emblemático é o da Doença de Chagas, que [...] pode representar novamente um desafio para nosso sistema de saúde em virtude das alterações que estão sendo realizadas nas paisagens.” (Texto 1, 2º parágrafo)
A única reescritura do trecho sublinhado na qual se verifica erro gramatical associado ao uso do pronome relativo é:
Alternativas
Q3641832 Português

Texto 1


Mudanças climáticas podem ampliar o risco da Doença de Chagas na Amazônia (trecho adaptado)


Leandro Schlemmer Brasil, Divino Vicente Silvério, Filipe França, José Orlando de Almeida Silva, Leandro Juen, Leonardo Viana de Melo, Thiago Bernardi Vieira e Walter Souza Santos


As mudanças climáticas estão alterando silenciosamente o cenário da saúde pública na Amazônia. As frequentes secas, enchentes, desmatamentos e demais problemas ambientais podem levar ao surgimento de novas doenças ou ao avanço de doenças já controladas.


Um caso emblemático é o da Doença de Chagas, que mesmo com os avanços recentes nos estudos sobre sua biologia e controle de transmissão, pode representar novamente um desafio para nosso sistema de saúde em virtude das alterações que estão sendo realizadas nas paisagens.


Um estudo publicado recentemente na revista Medical and Veterinary Entomology [...] deixa um alerta claro: o aquecimento global pode facilitar a expansão dos barbeiros, vetores da Doença de Chagas, para novas áreas da floresta.


A doença de Chagas

A doença, causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, é transmitida principalmente por insetos conhecidos como barbeiros. A Doença de Chagas (DC) existe há milhões de anos como uma doença em animais silvestres, que passou a ser transmitida ao homem, de forma acidental, a partir da invasão dos ambientes silvestres por populações humanas.


Projeções preocupantes

Nosso estudo analisou mais de 11 mil registros de ocorrência de 55 espécies de barbeiros. Utilizamos uma técnica chamada modelagem de nicho ecológico, que cruza dados biológicos e ambientais, para prever como esses vetores podem se deslocar até 2080 sob diferentes cenários climáticos. Os resultados indicam uma tendência preocupante: os barbeiros devem expandir sua distribuição na Amazônia, especialmente em áreas já vulneráveis. Esse movimento pode surpreender os sistemas de saúde despreparados, afetando populações que já enfrentam desigualdades e condições precárias de moradia.


Uma questão de saúde climática

Um dos principais dados gerados pelo estudo é o mapeamento das áreas da Amazônia que podem ter aumento na presença de barbeiros vetores da Doença de Chagas até 2080, especialmente sob cenários de mudanças climáticas intensas. [...]

Esses dados permitem direcionar ações preventivas, como o fortalecimento da vigilância entomológica, campanhas educativas em comunidades vulneráveis e melhorias nas condições habitacionais, antes que a transmissão da doença se intensifique nessas regiões. Trata-se de uma ferramenta estratégica para antecipar riscos e evitar surtos futuros. [...]

A próxima Conferência do Clima da ONU (COP 30), marcada para ocorrer em Belém, traz uma oportunidade histórica. Precisamos colocar a saúde climática no centro das discussões. A crise ambiental também é uma crise de saúde e justiça social. E a ciência tem muito a contribuir com soluções baseadas em dados e equidade.



(Fonte: The Conversation. Disponível em: https://theconversation.com/mudancasclimaticas-podem-ampliar-o-risco-da-doenca-de-chagas-naamazonia-259641)

As frases presentes nas alternativas abaixo são reescrituras de diferentes passagens do texto 1.
O único caso em que essa reescritura acarretou erro no uso do acento grave é: 
Alternativas
Q3641831 Português

Texto 1


Mudanças climáticas podem ampliar o risco da Doença de Chagas na Amazônia (trecho adaptado)


Leandro Schlemmer Brasil, Divino Vicente Silvério, Filipe França, José Orlando de Almeida Silva, Leandro Juen, Leonardo Viana de Melo, Thiago Bernardi Vieira e Walter Souza Santos


As mudanças climáticas estão alterando silenciosamente o cenário da saúde pública na Amazônia. As frequentes secas, enchentes, desmatamentos e demais problemas ambientais podem levar ao surgimento de novas doenças ou ao avanço de doenças já controladas.


Um caso emblemático é o da Doença de Chagas, que mesmo com os avanços recentes nos estudos sobre sua biologia e controle de transmissão, pode representar novamente um desafio para nosso sistema de saúde em virtude das alterações que estão sendo realizadas nas paisagens.


Um estudo publicado recentemente na revista Medical and Veterinary Entomology [...] deixa um alerta claro: o aquecimento global pode facilitar a expansão dos barbeiros, vetores da Doença de Chagas, para novas áreas da floresta.


A doença de Chagas

A doença, causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, é transmitida principalmente por insetos conhecidos como barbeiros. A Doença de Chagas (DC) existe há milhões de anos como uma doença em animais silvestres, que passou a ser transmitida ao homem, de forma acidental, a partir da invasão dos ambientes silvestres por populações humanas.


Projeções preocupantes

Nosso estudo analisou mais de 11 mil registros de ocorrência de 55 espécies de barbeiros. Utilizamos uma técnica chamada modelagem de nicho ecológico, que cruza dados biológicos e ambientais, para prever como esses vetores podem se deslocar até 2080 sob diferentes cenários climáticos. Os resultados indicam uma tendência preocupante: os barbeiros devem expandir sua distribuição na Amazônia, especialmente em áreas já vulneráveis. Esse movimento pode surpreender os sistemas de saúde despreparados, afetando populações que já enfrentam desigualdades e condições precárias de moradia.


Uma questão de saúde climática

Um dos principais dados gerados pelo estudo é o mapeamento das áreas da Amazônia que podem ter aumento na presença de barbeiros vetores da Doença de Chagas até 2080, especialmente sob cenários de mudanças climáticas intensas. [...]

Esses dados permitem direcionar ações preventivas, como o fortalecimento da vigilância entomológica, campanhas educativas em comunidades vulneráveis e melhorias nas condições habitacionais, antes que a transmissão da doença se intensifique nessas regiões. Trata-se de uma ferramenta estratégica para antecipar riscos e evitar surtos futuros. [...]

A próxima Conferência do Clima da ONU (COP 30), marcada para ocorrer em Belém, traz uma oportunidade histórica. Precisamos colocar a saúde climática no centro das discussões. A crise ambiental também é uma crise de saúde e justiça social. E a ciência tem muito a contribuir com soluções baseadas em dados e equidade.



(Fonte: The Conversation. Disponível em: https://theconversation.com/mudancasclimaticas-podem-ampliar-o-risco-da-doenca-de-chagas-naamazonia-259641)

“Esse movimento pode surpreender os sistemas de saúde despreparados, afetando populações que enfrentam desigualdades e condições precárias de moradia.” (Texto 1, 6º parágrafo)
A frase em que a palavra “já” tem o mesmo sentido que se verifica na passagem acima é: 
Alternativas
Q3641830 Português

Texto 1


Mudanças climáticas podem ampliar o risco da Doença de Chagas na Amazônia (trecho adaptado)


Leandro Schlemmer Brasil, Divino Vicente Silvério, Filipe França, José Orlando de Almeida Silva, Leandro Juen, Leonardo Viana de Melo, Thiago Bernardi Vieira e Walter Souza Santos


As mudanças climáticas estão alterando silenciosamente o cenário da saúde pública na Amazônia. As frequentes secas, enchentes, desmatamentos e demais problemas ambientais podem levar ao surgimento de novas doenças ou ao avanço de doenças já controladas.


Um caso emblemático é o da Doença de Chagas, que mesmo com os avanços recentes nos estudos sobre sua biologia e controle de transmissão, pode representar novamente um desafio para nosso sistema de saúde em virtude das alterações que estão sendo realizadas nas paisagens.


Um estudo publicado recentemente na revista Medical and Veterinary Entomology [...] deixa um alerta claro: o aquecimento global pode facilitar a expansão dos barbeiros, vetores da Doença de Chagas, para novas áreas da floresta.


A doença de Chagas

A doença, causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, é transmitida principalmente por insetos conhecidos como barbeiros. A Doença de Chagas (DC) existe há milhões de anos como uma doença em animais silvestres, que passou a ser transmitida ao homem, de forma acidental, a partir da invasão dos ambientes silvestres por populações humanas.


Projeções preocupantes

Nosso estudo analisou mais de 11 mil registros de ocorrência de 55 espécies de barbeiros. Utilizamos uma técnica chamada modelagem de nicho ecológico, que cruza dados biológicos e ambientais, para prever como esses vetores podem se deslocar até 2080 sob diferentes cenários climáticos. Os resultados indicam uma tendência preocupante: os barbeiros devem expandir sua distribuição na Amazônia, especialmente em áreas já vulneráveis. Esse movimento pode surpreender os sistemas de saúde despreparados, afetando populações que já enfrentam desigualdades e condições precárias de moradia.


Uma questão de saúde climática

Um dos principais dados gerados pelo estudo é o mapeamento das áreas da Amazônia que podem ter aumento na presença de barbeiros vetores da Doença de Chagas até 2080, especialmente sob cenários de mudanças climáticas intensas. [...]

Esses dados permitem direcionar ações preventivas, como o fortalecimento da vigilância entomológica, campanhas educativas em comunidades vulneráveis e melhorias nas condições habitacionais, antes que a transmissão da doença se intensifique nessas regiões. Trata-se de uma ferramenta estratégica para antecipar riscos e evitar surtos futuros. [...]

A próxima Conferência do Clima da ONU (COP 30), marcada para ocorrer em Belém, traz uma oportunidade histórica. Precisamos colocar a saúde climática no centro das discussões. A crise ambiental também é uma crise de saúde e justiça social. E a ciência tem muito a contribuir com soluções baseadas em dados e equidade.



(Fonte: The Conversation. Disponível em: https://theconversation.com/mudancasclimaticas-podem-ampliar-o-risco-da-doenca-de-chagas-naamazonia-259641)

“Precisamos colocar a saúde climática no centro das discussões. A crise ambiental também é uma crise de saúde e justiça social.” (Texto 1, 9º parágrafo)
A passagem acima é composta por dois períodos. É possível, no entanto, reescrevê-la em um período único.
A alternativa em que essa reescritura preserva o sentido original é a seguinte:
Alternativas
Q3641829 Português

Texto 1


Mudanças climáticas podem ampliar o risco da Doença de Chagas na Amazônia (trecho adaptado)


Leandro Schlemmer Brasil, Divino Vicente Silvério, Filipe França, José Orlando de Almeida Silva, Leandro Juen, Leonardo Viana de Melo, Thiago Bernardi Vieira e Walter Souza Santos


As mudanças climáticas estão alterando silenciosamente o cenário da saúde pública na Amazônia. As frequentes secas, enchentes, desmatamentos e demais problemas ambientais podem levar ao surgimento de novas doenças ou ao avanço de doenças já controladas.


Um caso emblemático é o da Doença de Chagas, que mesmo com os avanços recentes nos estudos sobre sua biologia e controle de transmissão, pode representar novamente um desafio para nosso sistema de saúde em virtude das alterações que estão sendo realizadas nas paisagens.


Um estudo publicado recentemente na revista Medical and Veterinary Entomology [...] deixa um alerta claro: o aquecimento global pode facilitar a expansão dos barbeiros, vetores da Doença de Chagas, para novas áreas da floresta.


A doença de Chagas

A doença, causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, é transmitida principalmente por insetos conhecidos como barbeiros. A Doença de Chagas (DC) existe há milhões de anos como uma doença em animais silvestres, que passou a ser transmitida ao homem, de forma acidental, a partir da invasão dos ambientes silvestres por populações humanas.


Projeções preocupantes

Nosso estudo analisou mais de 11 mil registros de ocorrência de 55 espécies de barbeiros. Utilizamos uma técnica chamada modelagem de nicho ecológico, que cruza dados biológicos e ambientais, para prever como esses vetores podem se deslocar até 2080 sob diferentes cenários climáticos. Os resultados indicam uma tendência preocupante: os barbeiros devem expandir sua distribuição na Amazônia, especialmente em áreas já vulneráveis. Esse movimento pode surpreender os sistemas de saúde despreparados, afetando populações que já enfrentam desigualdades e condições precárias de moradia.


Uma questão de saúde climática

Um dos principais dados gerados pelo estudo é o mapeamento das áreas da Amazônia que podem ter aumento na presença de barbeiros vetores da Doença de Chagas até 2080, especialmente sob cenários de mudanças climáticas intensas. [...]

Esses dados permitem direcionar ações preventivas, como o fortalecimento da vigilância entomológica, campanhas educativas em comunidades vulneráveis e melhorias nas condições habitacionais, antes que a transmissão da doença se intensifique nessas regiões. Trata-se de uma ferramenta estratégica para antecipar riscos e evitar surtos futuros. [...]

A próxima Conferência do Clima da ONU (COP 30), marcada para ocorrer em Belém, traz uma oportunidade histórica. Precisamos colocar a saúde climática no centro das discussões. A crise ambiental também é uma crise de saúde e justiça social. E a ciência tem muito a contribuir com soluções baseadas em dados e equidade.



(Fonte: The Conversation. Disponível em: https://theconversation.com/mudancasclimaticas-podem-ampliar-o-risco-da-doenca-de-chagas-naamazonia-259641)

“[As mudanças climáticas estão alterando silenciosamente o cenário da saúde pública na Amazônia.] [As frequentes secas, enchentes, desmatamentos e demais problemas ambientais podem levar ao surgimento de novas doenças ou ao avanço de doenças já controladas.]” (Texto 1, 1º parágrafo)
O primeiro parágrafo do texto 1 é composto por dois períodos, que estão identificados acima por meio de colchetes.
Considerando o papel de cada período na organização do parágrafo, é correto afirmar que essa passagem se estrutura da seguinte maneira: 
Alternativas
Q3641827 Português

Texto 1


Mudanças climáticas podem ampliar o risco da Doença de Chagas na Amazônia (trecho adaptado)


Leandro Schlemmer Brasil, Divino Vicente Silvério, Filipe França, José Orlando de Almeida Silva, Leandro Juen, Leonardo Viana de Melo, Thiago Bernardi Vieira e Walter Souza Santos


As mudanças climáticas estão alterando silenciosamente o cenário da saúde pública na Amazônia. As frequentes secas, enchentes, desmatamentos e demais problemas ambientais podem levar ao surgimento de novas doenças ou ao avanço de doenças já controladas.


Um caso emblemático é o da Doença de Chagas, que mesmo com os avanços recentes nos estudos sobre sua biologia e controle de transmissão, pode representar novamente um desafio para nosso sistema de saúde em virtude das alterações que estão sendo realizadas nas paisagens.


Um estudo publicado recentemente na revista Medical and Veterinary Entomology [...] deixa um alerta claro: o aquecimento global pode facilitar a expansão dos barbeiros, vetores da Doença de Chagas, para novas áreas da floresta.


A doença de Chagas

A doença, causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, é transmitida principalmente por insetos conhecidos como barbeiros. A Doença de Chagas (DC) existe há milhões de anos como uma doença em animais silvestres, que passou a ser transmitida ao homem, de forma acidental, a partir da invasão dos ambientes silvestres por populações humanas.


Projeções preocupantes

Nosso estudo analisou mais de 11 mil registros de ocorrência de 55 espécies de barbeiros. Utilizamos uma técnica chamada modelagem de nicho ecológico, que cruza dados biológicos e ambientais, para prever como esses vetores podem se deslocar até 2080 sob diferentes cenários climáticos. Os resultados indicam uma tendência preocupante: os barbeiros devem expandir sua distribuição na Amazônia, especialmente em áreas já vulneráveis. Esse movimento pode surpreender os sistemas de saúde despreparados, afetando populações que já enfrentam desigualdades e condições precárias de moradia.


Uma questão de saúde climática

Um dos principais dados gerados pelo estudo é o mapeamento das áreas da Amazônia que podem ter aumento na presença de barbeiros vetores da Doença de Chagas até 2080, especialmente sob cenários de mudanças climáticas intensas. [...]

Esses dados permitem direcionar ações preventivas, como o fortalecimento da vigilância entomológica, campanhas educativas em comunidades vulneráveis e melhorias nas condições habitacionais, antes que a transmissão da doença se intensifique nessas regiões. Trata-se de uma ferramenta estratégica para antecipar riscos e evitar surtos futuros. [...]

A próxima Conferência do Clima da ONU (COP 30), marcada para ocorrer em Belém, traz uma oportunidade histórica. Precisamos colocar a saúde climática no centro das discussões. A crise ambiental também é uma crise de saúde e justiça social. E a ciência tem muito a contribuir com soluções baseadas em dados e equidade.



(Fonte: The Conversation. Disponível em: https://theconversation.com/mudancasclimaticas-podem-ampliar-o-risco-da-doenca-de-chagas-naamazonia-259641)

“Precisamos colocar a saúde climática no centro das discussões.” (Texto 1, 9º parágrafo)
A expressão “saúde climática” é relativamente recente na língua portuguesa, o que significa que muitos falantes ainda não a conhecem. A partir da leitura do texto 1, contudo, é possível inferir o seu significado.
Com base na leitura do texto 1, é correto inferir que essa expressão se refere à:
Alternativas
Q3641706 Português
Observe os trechos abaixo e depois marque a alternativa correta:

I. Tem sempre o dia em que A CASA CAI
Pois VAI CURTIR SEU DESERTO, vai
Mas deixe a lâmpada acesa
Se algum dia A TRISTEZA QUISER ENTRAR
E uma bebida por perto
Porque você pode estar certo que vai chorar
(Regra três – composição de Toquinho e Vinícius de Moraes).

II. A Annona squamosa, comumente conhecida como pinha, é uma árvore frutífera nativa das regiões tropicais da América Central e do Caribe. Introduzida no Brasil em 1626 pelo Conde de Miranda, recebeu o nome de fruta-do-conde, embora tenha diversos nomes regionais em todo o país, como pinha, atemoia, condessa, ata e araticum no Rio Grande do Sul, este último originário do Tupi-Guarani e significando "fruto mole".
A pinha, conhecida por sua forma oval ou em formato de coração e por sua casca verde, grossa e coberta de pequenas escamas, apresenta uma polpa branca e doce dividida em gomos, cada um contendo uma semente grande e marrom. 

III. Aquele mimadinho nasceu em berço de ouro. / Nas ruínas daquela antiga civilização, os arqueólogos encontraram um berço de ouro.

IV. Ele trabalha feito um camelo. / Não confie nela, ela é uma cobra. / Joaquim é forte como um touro. / Alguns são lobos em pele de cordeiro. 

Sobre os trechos acima, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q3641705 Português
Observe as construções abaixo e depois assinale a alternativa correta:

I. Eu ME despedi dos amigos com lágrimas nos olhos.
II. Prometi levar as encomendas para o escritório hoje. Vou colocá-LAS no carro agora mesmo.
III. Quando eu era menina, todos éramos educados para obedecer aos pais. Obedecer-LHES não era algo que poderia ser questionado: apenas se obedecia.
IV. Os garotos decidiram ir à praia CONOSCO.

Em relação ao uso dos pronomes em destaque, marque a afirmação correta:
Alternativas
Q3641704 Português
Observe as frases abaixo e depois marque a alternativa correta:

I. Não quero que ele SOFRA como eu sofri.
II. TERÍAMOS DESISTIDO da viagem se ele nos tivesse falado sobre a sua doença.
III. Ele não COME arroz.
IV. FECHE a janela antes de sair, por favor. 
Alternativas
Q3641703 Português
Assinale a alternativa incorreta em relação à concordância verbal:
Alternativas
Q3641702 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estejam escritas corretamente:
Alternativas
Q3641701 Português
Leia o texto 2 e depois responda à questão:


TEXTO 2

     Mesmo sem ter ganhado o Oscar de melhor atriz por Ainda Estou Aqui, Fernanda Torres deu ao Brasil seis valiosas lições de civilidade durante a campanha, provando que seu talento é sustentado por qualidades que vão muito além da tela. Confira:


     Menos é mais


   No longa dirigido por Walter Salles, Fernanda interpreta Eunice Paiva, viúva do ex-deputado Rubens Paiva, que foi sequestrado, torturado e morto por agentes da ditadura militar. Sua atuação contida na maior parte do filme foi capaz de passar para o público todos os sentimentos de angústia e tristeza que a personagem sentia. No filme, Eunice explode somente uma vez, quando enfrenta agentes que faziam a vigia sobre sua família, sem precisar de exageros para contar uma história tão revoltante quanto a da família Paiva. As escolhas dos figurinos de Fernanda Torres para os eventos de campanha também sempre foram minimalistas, mas deslumbrantes. Tons sóbrios e escuros foram escolhidos para não desviar a atenção do filme, além de homenagear Eunice. [...]


    Ter o pé no chão é importante


   Desde o início da corrida pelo Oscar, Fernanda humildemente se manteve com os pés no chão. A atriz deixou claro que vencer seria praticamente impossível e ressaltou várias vezes os obstáculos para se conquistar o troféu com um filme em língua portuguesa – feito que permanece inédito. Além disso, apostava abertamente na vitória de Demi Moore, a favorita por A Substância. Com um discurso pessimista, ela pretendia poupar o público – e talvez a si mesma – da frustração. Mas sem muito sucesso, já que o país inteiro criou expectativas. No final, a lição que fica é: sonhar é importante, mas manter a conexão com a realidade também.


(Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/em-cartaz/as-6-licoes-de-civilidade-que-fernandatorres-deu-ao-brasil).
Sobre os mecanismos de coesão do texto 2, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3641700 Português
Leia o texto 2 e depois responda à questão:


TEXTO 2

     Mesmo sem ter ganhado o Oscar de melhor atriz por Ainda Estou Aqui, Fernanda Torres deu ao Brasil seis valiosas lições de civilidade durante a campanha, provando que seu talento é sustentado por qualidades que vão muito além da tela. Confira:


     Menos é mais


   No longa dirigido por Walter Salles, Fernanda interpreta Eunice Paiva, viúva do ex-deputado Rubens Paiva, que foi sequestrado, torturado e morto por agentes da ditadura militar. Sua atuação contida na maior parte do filme foi capaz de passar para o público todos os sentimentos de angústia e tristeza que a personagem sentia. No filme, Eunice explode somente uma vez, quando enfrenta agentes que faziam a vigia sobre sua família, sem precisar de exageros para contar uma história tão revoltante quanto a da família Paiva. As escolhas dos figurinos de Fernanda Torres para os eventos de campanha também sempre foram minimalistas, mas deslumbrantes. Tons sóbrios e escuros foram escolhidos para não desviar a atenção do filme, além de homenagear Eunice. [...]


    Ter o pé no chão é importante


   Desde o início da corrida pelo Oscar, Fernanda humildemente se manteve com os pés no chão. A atriz deixou claro que vencer seria praticamente impossível e ressaltou várias vezes os obstáculos para se conquistar o troféu com um filme em língua portuguesa – feito que permanece inédito. Além disso, apostava abertamente na vitória de Demi Moore, a favorita por A Substância. Com um discurso pessimista, ela pretendia poupar o público – e talvez a si mesma – da frustração. Mas sem muito sucesso, já que o país inteiro criou expectativas. No final, a lição que fica é: sonhar é importante, mas manter a conexão com a realidade também.


(Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/em-cartaz/as-6-licoes-de-civilidade-que-fernandatorres-deu-ao-brasil).
Sobre o texto 2, marque a alternativa incorreta:  
Alternativas
Q3641699 Português
Leia o texto 2 e depois responda à questão:


TEXTO 2

     Mesmo sem ter ganhado o Oscar de melhor atriz por Ainda Estou Aqui, Fernanda Torres deu ao Brasil seis valiosas lições de civilidade durante a campanha, provando que seu talento é sustentado por qualidades que vão muito além da tela. Confira:


     Menos é mais


   No longa dirigido por Walter Salles, Fernanda interpreta Eunice Paiva, viúva do ex-deputado Rubens Paiva, que foi sequestrado, torturado e morto por agentes da ditadura militar. Sua atuação contida na maior parte do filme foi capaz de passar para o público todos os sentimentos de angústia e tristeza que a personagem sentia. No filme, Eunice explode somente uma vez, quando enfrenta agentes que faziam a vigia sobre sua família, sem precisar de exageros para contar uma história tão revoltante quanto a da família Paiva. As escolhas dos figurinos de Fernanda Torres para os eventos de campanha também sempre foram minimalistas, mas deslumbrantes. Tons sóbrios e escuros foram escolhidos para não desviar a atenção do filme, além de homenagear Eunice. [...]


    Ter o pé no chão é importante


   Desde o início da corrida pelo Oscar, Fernanda humildemente se manteve com os pés no chão. A atriz deixou claro que vencer seria praticamente impossível e ressaltou várias vezes os obstáculos para se conquistar o troféu com um filme em língua portuguesa – feito que permanece inédito. Além disso, apostava abertamente na vitória de Demi Moore, a favorita por A Substância. Com um discurso pessimista, ela pretendia poupar o público – e talvez a si mesma – da frustração. Mas sem muito sucesso, já que o país inteiro criou expectativas. No final, a lição que fica é: sonhar é importante, mas manter a conexão com a realidade também.


(Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/em-cartaz/as-6-licoes-de-civilidade-que-fernandatorres-deu-ao-brasil).
Sobre o texto 2, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3641698 Português
Leia o texto 1 e depois responda à questão:


TEXTO 1


    Dezenove anos antes de decidir morrer, Nora Seed estava sentada no aconchego da pequena biblioteca da Hazeldene School, na cidade de Bedford. Olhava fixamente para um tabuleiro de xadrez em uma mesa baixa.

    - Nora, querida, é natural se preocupar com o futuro – disse a bibliotecária, a Sra. Elm, os olhos cintilando como raios de sol refletindo no orvalho congelado.

    A Sra. Elm fez o primeiro movimento. Cavalo pulando sobre uma fileira perfeita de peões brancos.

    - É óbvio que você vai ficar estressada por causa das provas. Mas, Nora, você pode ser o que quiser. Pense em todas as possibilidades. Isso é muito empolgante!

    - É. Pode ser...

    - Uma vida inteira pela frente.

    - Uma vida inteira...

    - Você pode fazer qualquer coisa, morar onde quiser. Num lugar menos frio e chuvoso.

    Nora moveu um dos peões duas casas adiante.

   Era difícil não comparar a Sra. Elm com sua mãe, que tratava Nora como um erro a ser corrigido. Por exemplo, quando ela ainda era bebê, sua mãe ficou tão agoniada com o fato de sua orelha esquerda ser mais saliente que a direita que usava uma fita adesiva para tentar resolver o problema, e então a escondia por baixo de uma touca de lã.


(HAIG, Matt. A biblioteca da meia-noite. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2023).
Sobre a pontuação do texto 1, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q3641697 Português
Leia o texto 1 e depois responda à questão:


TEXTO 1


    Dezenove anos antes de decidir morrer, Nora Seed estava sentada no aconchego da pequena biblioteca da Hazeldene School, na cidade de Bedford. Olhava fixamente para um tabuleiro de xadrez em uma mesa baixa.

    - Nora, querida, é natural se preocupar com o futuro – disse a bibliotecária, a Sra. Elm, os olhos cintilando como raios de sol refletindo no orvalho congelado.

    A Sra. Elm fez o primeiro movimento. Cavalo pulando sobre uma fileira perfeita de peões brancos.

    - É óbvio que você vai ficar estressada por causa das provas. Mas, Nora, você pode ser o que quiser. Pense em todas as possibilidades. Isso é muito empolgante!

    - É. Pode ser...

    - Uma vida inteira pela frente.

    - Uma vida inteira...

    - Você pode fazer qualquer coisa, morar onde quiser. Num lugar menos frio e chuvoso.

    Nora moveu um dos peões duas casas adiante.

   Era difícil não comparar a Sra. Elm com sua mãe, que tratava Nora como um erro a ser corrigido. Por exemplo, quando ela ainda era bebê, sua mãe ficou tão agoniada com o fato de sua orelha esquerda ser mais saliente que a direita que usava uma fita adesiva para tentar resolver o problema, e então a escondia por baixo de uma touca de lã.


(HAIG, Matt. A biblioteca da meia-noite. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2023).
Sobre o texto 1, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3641696 Português
Leia o texto 1 e depois responda à questão:


TEXTO 1


    Dezenove anos antes de decidir morrer, Nora Seed estava sentada no aconchego da pequena biblioteca da Hazeldene School, na cidade de Bedford. Olhava fixamente para um tabuleiro de xadrez em uma mesa baixa.

    - Nora, querida, é natural se preocupar com o futuro – disse a bibliotecária, a Sra. Elm, os olhos cintilando como raios de sol refletindo no orvalho congelado.

    A Sra. Elm fez o primeiro movimento. Cavalo pulando sobre uma fileira perfeita de peões brancos.

    - É óbvio que você vai ficar estressada por causa das provas. Mas, Nora, você pode ser o que quiser. Pense em todas as possibilidades. Isso é muito empolgante!

    - É. Pode ser...

    - Uma vida inteira pela frente.

    - Uma vida inteira...

    - Você pode fazer qualquer coisa, morar onde quiser. Num lugar menos frio e chuvoso.

    Nora moveu um dos peões duas casas adiante.

   Era difícil não comparar a Sra. Elm com sua mãe, que tratava Nora como um erro a ser corrigido. Por exemplo, quando ela ainda era bebê, sua mãe ficou tão agoniada com o fato de sua orelha esquerda ser mais saliente que a direita que usava uma fita adesiva para tentar resolver o problema, e então a escondia por baixo de uma touca de lã.


(HAIG, Matt. A biblioteca da meia-noite. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2023).
Sobre o texto 1, assinale a afirmativa incorreta:
Alternativas
Q3641695 Português
Leia o texto 1 e depois responda à questão:


TEXTO 1


    Dezenove anos antes de decidir morrer, Nora Seed estava sentada no aconchego da pequena biblioteca da Hazeldene School, na cidade de Bedford. Olhava fixamente para um tabuleiro de xadrez em uma mesa baixa.

    - Nora, querida, é natural se preocupar com o futuro – disse a bibliotecária, a Sra. Elm, os olhos cintilando como raios de sol refletindo no orvalho congelado.

    A Sra. Elm fez o primeiro movimento. Cavalo pulando sobre uma fileira perfeita de peões brancos.

    - É óbvio que você vai ficar estressada por causa das provas. Mas, Nora, você pode ser o que quiser. Pense em todas as possibilidades. Isso é muito empolgante!

    - É. Pode ser...

    - Uma vida inteira pela frente.

    - Uma vida inteira...

    - Você pode fazer qualquer coisa, morar onde quiser. Num lugar menos frio e chuvoso.

    Nora moveu um dos peões duas casas adiante.

   Era difícil não comparar a Sra. Elm com sua mãe, que tratava Nora como um erro a ser corrigido. Por exemplo, quando ela ainda era bebê, sua mãe ficou tão agoniada com o fato de sua orelha esquerda ser mais saliente que a direita que usava uma fita adesiva para tentar resolver o problema, e então a escondia por baixo de uma touca de lã.


(HAIG, Matt. A biblioteca da meia-noite. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2023).
Sobre o texto 1, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3641554 Português
A concordância nominal está devidamente estabelecida em:
Alternativas
Q3641553 Português
Dentre as sentenças a seguir, aquela cuja regência verbal dispensa a preposição é:
Alternativas
Respostas
25461: E
25462: B
25463: E
25464: A
25465: C
25466: C
25467: C
25468: D
25469: B
25470: A
25471: D
25472: C
25473: B
25474: D
25475: A
25476: A
25477: D
25478: C
25479: C
25480: E