Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3675134 Português

O ChatGPT está nos deixando burros?



Em 2008, a revista americana The Atlantic provocou debate ao publicar uma matéria de capa que perguntava se o Google estava nos deixando burros. No artigo de quatro mil palavras, que depois se transformou em livro, o autor Nicholas Carr defendia que sim, sustentando que os mecanismos de busca prejudicavam a capacidade dos americanos de pensar de forma profunda e reter conhecimento.


A principal preocupação de Carr era a constatação de que as pessoas já não precisavam memorizar ou aprender fatos quando podiam simplesmente pesquisá-los online. Havia um fundo de verdade nesse receio, embora os buscadores ainda exigissem pensamento crítico para interpretar e contextualizar os resultados.


Hoje, a mudança tecnológica é ainda mais radical. Com o avanço das ferramentas de inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, não apenas terceirizamos a memória, mas também o próprio processo de pensar. Essas ferramentas não se limitam a resgatar informações: elas criam, analisam e resumem conteúdos. Trata-se de uma inovação crucial, pois é a primeira vez que uma tecnologia apresenta potencial para substituir o pensamento e a criatividade humanos. Surge, então, a questão inevitável: o ChatGPT está nos deixando burros?


À medida que mais pessoas delegam tarefas cognitivas às máquinas, é necessário refletir sobre o que se ganha e o que se perde.


A inteligência artificial generativa altera o modo como acessamos e processamos informação. Muitos a utilizam em substituição à análise de fontes, à comparação de pontos de vista e à resolução de ambiguidades, já que ela oferece respostas rápidas e elaboradas. A eficiência é indiscutível, ainda que nem sempre os resultados sejam precisos. Essa facilidade, contudo, cobra um preço: ao permitir que a IA pense por nós, corremos o risco de enfraquecer a capacidade de raciocinar criticamente, resolver problemas complexos e aprofundar nosso envolvimento com o conhecimento.


A diferença está, portanto, no modo de uso. Quem se apoia na IA sem questionamento acaba se acomodando intelectualmente, aceitando respostas prontas sem avaliar premissas, buscar alternativas ou aprofundar análises. Mas quem utiliza o ChatGPT como apoio complementar encontra nele um recurso poderoso para despertar curiosidade, gerar ideias, esclarecer temas complexos e fomentar debates.


A questão não é se a IA nos torna mais inteligentes ou mais limitados, mas como a utilizamos. A inteligência artificial generativa serve como parceira que potencializa a inteligência humana, e não como substituta. Isso implica usá-la como ferramenta de apoio a uma pesquisa, não como atalho. As respostas devem ser vistas como ponto de partida para o pensamento, nunca como conclusão definitiva.


O crescimento explosivo do ChatGPT, que atingiu cem milhões de usuários apenas dois meses após o lançamento, colocou a sociedade diante de uma encruzilhada. Um caminho conduz à decadência intelectual, em que deixamos de pensar por conta própria. O outro oferece a possibilidade de expandir nossas capacidades cognitivas por meio de uma colaboração produtiva com a IA, aproveitando sua força para ampliar a nossa.


É comum ouvir que a inteligência artificial não vai roubar empregos, mas alguém que sabe utilizá-la, sim. Este texto começou com a indagação: o ChatGPT está nos deixando burros? Mas convém terminá-lo com outra: como usaremos o ChatGPT para nos tornarmos mais inteligentes? Em última instância, a resposta não depende da ferramenta, mas de quem a utiliza.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwygyg3x62vo.adaptado.

Quem utiliza o ChatGPT como apoio complementar encontra nele um recurso poderoso para despertar curiosidade, gerar ideias, esclarecer temas complexos e fomentar debates.

De acordo com as regras de pontuação, assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q3675133 Português

O ChatGPT está nos deixando burros?



Em 2008, a revista americana The Atlantic provocou debate ao publicar uma matéria de capa que perguntava se o Google estava nos deixando burros. No artigo de quatro mil palavras, que depois se transformou em livro, o autor Nicholas Carr defendia que sim, sustentando que os mecanismos de busca prejudicavam a capacidade dos americanos de pensar de forma profunda e reter conhecimento.


A principal preocupação de Carr era a constatação de que as pessoas já não precisavam memorizar ou aprender fatos quando podiam simplesmente pesquisá-los online. Havia um fundo de verdade nesse receio, embora os buscadores ainda exigissem pensamento crítico para interpretar e contextualizar os resultados.


Hoje, a mudança tecnológica é ainda mais radical. Com o avanço das ferramentas de inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, não apenas terceirizamos a memória, mas também o próprio processo de pensar. Essas ferramentas não se limitam a resgatar informações: elas criam, analisam e resumem conteúdos. Trata-se de uma inovação crucial, pois é a primeira vez que uma tecnologia apresenta potencial para substituir o pensamento e a criatividade humanos. Surge, então, a questão inevitável: o ChatGPT está nos deixando burros?


À medida que mais pessoas delegam tarefas cognitivas às máquinas, é necessário refletir sobre o que se ganha e o que se perde.


A inteligência artificial generativa altera o modo como acessamos e processamos informação. Muitos a utilizam em substituição à análise de fontes, à comparação de pontos de vista e à resolução de ambiguidades, já que ela oferece respostas rápidas e elaboradas. A eficiência é indiscutível, ainda que nem sempre os resultados sejam precisos. Essa facilidade, contudo, cobra um preço: ao permitir que a IA pense por nós, corremos o risco de enfraquecer a capacidade de raciocinar criticamente, resolver problemas complexos e aprofundar nosso envolvimento com o conhecimento.


A diferença está, portanto, no modo de uso. Quem se apoia na IA sem questionamento acaba se acomodando intelectualmente, aceitando respostas prontas sem avaliar premissas, buscar alternativas ou aprofundar análises. Mas quem utiliza o ChatGPT como apoio complementar encontra nele um recurso poderoso para despertar curiosidade, gerar ideias, esclarecer temas complexos e fomentar debates.


A questão não é se a IA nos torna mais inteligentes ou mais limitados, mas como a utilizamos. A inteligência artificial generativa serve como parceira que potencializa a inteligência humana, e não como substituta. Isso implica usá-la como ferramenta de apoio a uma pesquisa, não como atalho. As respostas devem ser vistas como ponto de partida para o pensamento, nunca como conclusão definitiva.


O crescimento explosivo do ChatGPT, que atingiu cem milhões de usuários apenas dois meses após o lançamento, colocou a sociedade diante de uma encruzilhada. Um caminho conduz à decadência intelectual, em que deixamos de pensar por conta própria. O outro oferece a possibilidade de expandir nossas capacidades cognitivas por meio de uma colaboração produtiva com a IA, aproveitando sua força para ampliar a nossa.


É comum ouvir que a inteligência artificial não vai roubar empregos, mas alguém que sabe utilizá-la, sim. Este texto começou com a indagação: o ChatGPT está nos deixando burros? Mas convém terminá-lo com outra: como usaremos o ChatGPT para nos tornarmos mais inteligentes? Em última instância, a resposta não depende da ferramenta, mas de quem a utiliza.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwygyg3x62vo.adaptado.

O ChatGPT está nos deixando burros.
De acordo com as regras de predicação verbal, é correto afirmar que o predicado, nesta frase, é:
Alternativas
Q3675132 Português

O ChatGPT está nos deixando burros?



Em 2008, a revista americana The Atlantic provocou debate ao publicar uma matéria de capa que perguntava se o Google estava nos deixando burros. No artigo de quatro mil palavras, que depois se transformou em livro, o autor Nicholas Carr defendia que sim, sustentando que os mecanismos de busca prejudicavam a capacidade dos americanos de pensar de forma profunda e reter conhecimento.


A principal preocupação de Carr era a constatação de que as pessoas já não precisavam memorizar ou aprender fatos quando podiam simplesmente pesquisá-los online. Havia um fundo de verdade nesse receio, embora os buscadores ainda exigissem pensamento crítico para interpretar e contextualizar os resultados.


Hoje, a mudança tecnológica é ainda mais radical. Com o avanço das ferramentas de inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, não apenas terceirizamos a memória, mas também o próprio processo de pensar. Essas ferramentas não se limitam a resgatar informações: elas criam, analisam e resumem conteúdos. Trata-se de uma inovação crucial, pois é a primeira vez que uma tecnologia apresenta potencial para substituir o pensamento e a criatividade humanos. Surge, então, a questão inevitável: o ChatGPT está nos deixando burros?


À medida que mais pessoas delegam tarefas cognitivas às máquinas, é necessário refletir sobre o que se ganha e o que se perde.


A inteligência artificial generativa altera o modo como acessamos e processamos informação. Muitos a utilizam em substituição à análise de fontes, à comparação de pontos de vista e à resolução de ambiguidades, já que ela oferece respostas rápidas e elaboradas. A eficiência é indiscutível, ainda que nem sempre os resultados sejam precisos. Essa facilidade, contudo, cobra um preço: ao permitir que a IA pense por nós, corremos o risco de enfraquecer a capacidade de raciocinar criticamente, resolver problemas complexos e aprofundar nosso envolvimento com o conhecimento.


A diferença está, portanto, no modo de uso. Quem se apoia na IA sem questionamento acaba se acomodando intelectualmente, aceitando respostas prontas sem avaliar premissas, buscar alternativas ou aprofundar análises. Mas quem utiliza o ChatGPT como apoio complementar encontra nele um recurso poderoso para despertar curiosidade, gerar ideias, esclarecer temas complexos e fomentar debates.


A questão não é se a IA nos torna mais inteligentes ou mais limitados, mas como a utilizamos. A inteligência artificial generativa serve como parceira que potencializa a inteligência humana, e não como substituta. Isso implica usá-la como ferramenta de apoio a uma pesquisa, não como atalho. As respostas devem ser vistas como ponto de partida para o pensamento, nunca como conclusão definitiva.


O crescimento explosivo do ChatGPT, que atingiu cem milhões de usuários apenas dois meses após o lançamento, colocou a sociedade diante de uma encruzilhada. Um caminho conduz à decadência intelectual, em que deixamos de pensar por conta própria. O outro oferece a possibilidade de expandir nossas capacidades cognitivas por meio de uma colaboração produtiva com a IA, aproveitando sua força para ampliar a nossa.


É comum ouvir que a inteligência artificial não vai roubar empregos, mas alguém que sabe utilizá-la, sim. Este texto começou com a indagação: o ChatGPT está nos deixando burros? Mas convém terminá-lo com outra: como usaremos o ChatGPT para nos tornarmos mais inteligentes? Em última instância, a resposta não depende da ferramenta, mas de quem a utiliza.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwygyg3x62vo.adaptado.

A inteligência artificial generativa serve como parceira que potencializa a inteligência humana.

De acordo com as regras de regência verbal, é correto afirmar que o verbo "servir", nesta frase, é: 
Alternativas
Q3675131 Português

O ChatGPT está nos deixando burros?



Em 2008, a revista americana The Atlantic provocou debate ao publicar uma matéria de capa que perguntava se o Google estava nos deixando burros. No artigo de quatro mil palavras, que depois se transformou em livro, o autor Nicholas Carr defendia que sim, sustentando que os mecanismos de busca prejudicavam a capacidade dos americanos de pensar de forma profunda e reter conhecimento.


A principal preocupação de Carr era a constatação de que as pessoas já não precisavam memorizar ou aprender fatos quando podiam simplesmente pesquisá-los online. Havia um fundo de verdade nesse receio, embora os buscadores ainda exigissem pensamento crítico para interpretar e contextualizar os resultados.


Hoje, a mudança tecnológica é ainda mais radical. Com o avanço das ferramentas de inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, não apenas terceirizamos a memória, mas também o próprio processo de pensar. Essas ferramentas não se limitam a resgatar informações: elas criam, analisam e resumem conteúdos. Trata-se de uma inovação crucial, pois é a primeira vez que uma tecnologia apresenta potencial para substituir o pensamento e a criatividade humanos. Surge, então, a questão inevitável: o ChatGPT está nos deixando burros?


À medida que mais pessoas delegam tarefas cognitivas às máquinas, é necessário refletir sobre o que se ganha e o que se perde.


A inteligência artificial generativa altera o modo como acessamos e processamos informação. Muitos a utilizam em substituição à análise de fontes, à comparação de pontos de vista e à resolução de ambiguidades, já que ela oferece respostas rápidas e elaboradas. A eficiência é indiscutível, ainda que nem sempre os resultados sejam precisos. Essa facilidade, contudo, cobra um preço: ao permitir que a IA pense por nós, corremos o risco de enfraquecer a capacidade de raciocinar criticamente, resolver problemas complexos e aprofundar nosso envolvimento com o conhecimento.


A diferença está, portanto, no modo de uso. Quem se apoia na IA sem questionamento acaba se acomodando intelectualmente, aceitando respostas prontas sem avaliar premissas, buscar alternativas ou aprofundar análises. Mas quem utiliza o ChatGPT como apoio complementar encontra nele um recurso poderoso para despertar curiosidade, gerar ideias, esclarecer temas complexos e fomentar debates.


A questão não é se a IA nos torna mais inteligentes ou mais limitados, mas como a utilizamos. A inteligência artificial generativa serve como parceira que potencializa a inteligência humana, e não como substituta. Isso implica usá-la como ferramenta de apoio a uma pesquisa, não como atalho. As respostas devem ser vistas como ponto de partida para o pensamento, nunca como conclusão definitiva.


O crescimento explosivo do ChatGPT, que atingiu cem milhões de usuários apenas dois meses após o lançamento, colocou a sociedade diante de uma encruzilhada. Um caminho conduz à decadência intelectual, em que deixamos de pensar por conta própria. O outro oferece a possibilidade de expandir nossas capacidades cognitivas por meio de uma colaboração produtiva com a IA, aproveitando sua força para ampliar a nossa.


É comum ouvir que a inteligência artificial não vai roubar empregos, mas alguém que sabe utilizá-la, sim. Este texto começou com a indagação: o ChatGPT está nos deixando burros? Mas convém terminá-lo com outra: como usaremos o ChatGPT para nos tornarmos mais inteligentes? Em última instância, a resposta não depende da ferramenta, mas de quem a utiliza.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwygyg3x62vo.adaptado.

É comum ouvir que a inteligência artificial não vai roubar empregos, mas alguém que sabe utilizá-la, sim.

De acordo com as regras de concordância verbal, é correto afirmar que o verbo "é" concorda com o: 
Alternativas
Q3674942 Português
Fruta que contém mais vitamina C que laranjas


A ameixa-kakadu é um tesouro ancestral dos povos aborígenes australianos e a fruta com maior teor de vitamina C do mundo

A ameixa-kakadu (Terminalia ferdinandiana) contém teores extraordinários de vitamina C. Seus números variam entre 2.300 e 3.150 mg por 100 g, muito acima dos cerca de 53 mg da laranja.

Os povos aborígenes conhecem há milênios as virtudes desta fruta pequena, de coloração verde-oliva claro, que cresce espontaneamente nos bosques abertos do norte da Austrália.

Eles a comiam in natura, usavam para fazer uma bebida refrescante e também para fazer gelatina.

A ameixa-kakadu era empregada na alimentação, mas também, como outras partes da árvore, tinha usos medicinais, para tratar de dores de cabeça, resfriados e gripes, além do seu uso como antisséptico.

Atualmente, a ameixa-kakadu é utilizada na elaboração de pós empregados em suplementos, alimentos funcionais, cosméticos e produtos farmacêuticos.

Graças a pesquisas da Universidade de Queensland, na Austrália, a fruta também é usada como conservante natural, especialmente eficaz para manter o frescor, a aparência e a durabilidade de mariscos, camarões e crustáceos congelados.

Com concentração de vitamina C que varia normalmente entre 1.600 e 3.000 mg por 100 g de polpa e que, em exemplares ou tratamentos específicos, pode exceder 4.000 a 5.000 mg/100 g, o camu-camu (Myrciaria dubia) rivaliza com a ameixa-kakadu.

Nativa da Amazônia, a planta cresce em zonas inundadas e ribeirinhas do Brasil, Peru, Colômbia, Equador e Venezuela. Ele é usado tradicionalmente como remédio, até para a malária.

Seu fruto é de uma acidez tão intensa que não costuma ser consumido in natura. Seu suco tem um chamativo tom de rosa, graças ao pigmento da sua casca.

Com ele, são preparados sorvetes, geleias, batidas, coquetéis, iogurtes e pratos como o ceviche de camu-camu peruano.

A fruta também é empregada no setor cosmético, na forma de extrato antioxidante em máscaras e tônicos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8z87egz61o fragmento - adaptado 
Com base no trecho, analise as afirmativas quanto à correta aplicação das regras de acentuação e ortografia segundo a norma padrão da língua portuguesa.

I. A forma verbal 'contém' referente ao verbo 'conter' é um exemplo de verbo que recebe acento diferencial, assim como os verbos 'ter' e 'vir'.
II. O adjetivo 'verde-oliva' está grafado corretamente com hífen, por se enquadrar na regra das palavras compostas de natureza nominal, adjetival, numeral ou verbal.
III. Os vocábulos 'extraordinários' e 'milênios' são acentuados pela mesma regra de acentuação.
IV.O vocábulo 'ameixa-Kakadu' representa uma espécie botânica, o que justifica o emprego do hífen.
V. Os vocábulos 'números' e 'aborígenes' seguem a mesma regra de acentuação das palavras proparoxítonas.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3674941 Português
Fruta que contém mais vitamina C que laranjas


A ameixa-kakadu é um tesouro ancestral dos povos aborígenes australianos e a fruta com maior teor de vitamina C do mundo

A ameixa-kakadu (Terminalia ferdinandiana) contém teores extraordinários de vitamina C. Seus números variam entre 2.300 e 3.150 mg por 100 g, muito acima dos cerca de 53 mg da laranja.

Os povos aborígenes conhecem há milênios as virtudes desta fruta pequena, de coloração verde-oliva claro, que cresce espontaneamente nos bosques abertos do norte da Austrália.

Eles a comiam in natura, usavam para fazer uma bebida refrescante e também para fazer gelatina.

A ameixa-kakadu era empregada na alimentação, mas também, como outras partes da árvore, tinha usos medicinais, para tratar de dores de cabeça, resfriados e gripes, além do seu uso como antisséptico.

Atualmente, a ameixa-kakadu é utilizada na elaboração de pós empregados em suplementos, alimentos funcionais, cosméticos e produtos farmacêuticos.

Graças a pesquisas da Universidade de Queensland, na Austrália, a fruta também é usada como conservante natural, especialmente eficaz para manter o frescor, a aparência e a durabilidade de mariscos, camarões e crustáceos congelados.

Com concentração de vitamina C que varia normalmente entre 1.600 e 3.000 mg por 100 g de polpa e que, em exemplares ou tratamentos específicos, pode exceder 4.000 a 5.000 mg/100 g, o camu-camu (Myrciaria dubia) rivaliza com a ameixa-kakadu.

Nativa da Amazônia, a planta cresce em zonas inundadas e ribeirinhas do Brasil, Peru, Colômbia, Equador e Venezuela. Ele é usado tradicionalmente como remédio, até para a malária.

Seu fruto é de uma acidez tão intensa que não costuma ser consumido in natura. Seu suco tem um chamativo tom de rosa, graças ao pigmento da sua casca.

Com ele, são preparados sorvetes, geleias, batidas, coquetéis, iogurtes e pratos como o ceviche de camu-camu peruano.

A fruta também é empregada no setor cosmético, na forma de extrato antioxidante em máscaras e tônicos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8z87egz61o fragmento - adaptado 
"Graças a pesquisas da Universidade de Queensland, na Austrália, a fruta também é usada como conservante natural, especialmente eficaz para manter o frescor, a aparência e a durabilidade de mariscos, camarões e crustáceos congelados."

Considerando o uso da crase, identifique a alternativa que justifica corretamente o uso ou a ausência do sinal indicativo de crase após o vocábulo 'graças'.
Alternativas
Q3674940 Português
Fruta que contém mais vitamina C que laranjas


A ameixa-kakadu é um tesouro ancestral dos povos aborígenes australianos e a fruta com maior teor de vitamina C do mundo

A ameixa-kakadu (Terminalia ferdinandiana) contém teores extraordinários de vitamina C. Seus números variam entre 2.300 e 3.150 mg por 100 g, muito acima dos cerca de 53 mg da laranja.

Os povos aborígenes conhecem há milênios as virtudes desta fruta pequena, de coloração verde-oliva claro, que cresce espontaneamente nos bosques abertos do norte da Austrália.

Eles a comiam in natura, usavam para fazer uma bebida refrescante e também para fazer gelatina.

A ameixa-kakadu era empregada na alimentação, mas também, como outras partes da árvore, tinha usos medicinais, para tratar de dores de cabeça, resfriados e gripes, além do seu uso como antisséptico.

Atualmente, a ameixa-kakadu é utilizada na elaboração de pós empregados em suplementos, alimentos funcionais, cosméticos e produtos farmacêuticos.

Graças a pesquisas da Universidade de Queensland, na Austrália, a fruta também é usada como conservante natural, especialmente eficaz para manter o frescor, a aparência e a durabilidade de mariscos, camarões e crustáceos congelados.

Com concentração de vitamina C que varia normalmente entre 1.600 e 3.000 mg por 100 g de polpa e que, em exemplares ou tratamentos específicos, pode exceder 4.000 a 5.000 mg/100 g, o camu-camu (Myrciaria dubia) rivaliza com a ameixa-kakadu.

Nativa da Amazônia, a planta cresce em zonas inundadas e ribeirinhas do Brasil, Peru, Colômbia, Equador e Venezuela. Ele é usado tradicionalmente como remédio, até para a malária.

Seu fruto é de uma acidez tão intensa que não costuma ser consumido in natura. Seu suco tem um chamativo tom de rosa, graças ao pigmento da sua casca.

Com ele, são preparados sorvetes, geleias, batidas, coquetéis, iogurtes e pratos como o ceviche de camu-camu peruano.

A fruta também é empregada no setor cosmético, na forma de extrato antioxidante em máscaras e tônicos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8z87egz61o fragmento - adaptado 
"Com concentração de vitamina C que varia normalmente entre 1.600 e 3.000 mg por 100 g de polpa e que, em exemplares ou tratamentos específicos, pode exceder 4.000 a 5.000 mg/100 g, o camu-camu (Myrciaria dubia) rivaliza com a ameixa-kakadu."
Com base na análise sintática do período acima, marque com (V) as afirmativas verdadeiras e com (F) as falsas:

(__) O verbo 'rivalizar' apresenta um sujeito simples explícito, sendo um verbo intransitivo, com a expressão 'com a ameixa-kakadu' exercendo a função de adjunto adverbial de companhia.
(__) Os verbos 'variar' e 'exceder' compartilham o mesmo sujeito: a expressão 'concentração de vitamina C', que funciona como sujeito simples e está explícita no primeiro caso e oculta no segundo.
(__) A expressão 'Com concentração de vitamina C que varia normalmente entre 1.600 e 3.000 mg por 100 g de polpa", exerce a função de adjunto adverbial de lugar, indicando onde a fruta apresenta mais concentração.
(__) O verbo 'rivalizar' é transitivo indireto e a expressão 'com a ameixa-kakadu' exerce a função sintática de objeto indireto.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3674827 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01



A arte de viver



    Em 2024, o filme Dias Perfeitos, coprodução entre Japão e Alemanha, dirigido por Win Wenders, foi indicado ao Oscar. Com grande simplicidade e beleza, fala sobre a possibilidade de usarmos nosso tempo de forma tão adequada, tão humana, que pudéssemos chegar ao ponto de nos sentirmos no direito de dizer: essa hora, esse dia, essa semana foram perfeitos!

    Claro, a primeira forma mental que surge é: “A perfeição não existe!”, ou ainda: “Isso é relativo! O que é perfeito para você, pode não ser para mim!” e tantas outras frases de efeito desse tipo, que não dizem nada, mas que, à força de serem muito repetidas, parecem ganhar um status de realidade.

    Se faço um curso de desenho há uma semana e meu professor me pede para fazer um esboço, é lógico que ele possa dizer do meu trabalho: “Seu desenho é perfeito para um aluno de uma semana!”, assim como uma pequena luva é perfeita para a mão de uma criança de quatro anos.

    E, assim como uma planta que faz fotossíntese realiza seu ideal de planta e viabiliza a vida orgânica – uma vez que é base da cadeia alimentar –, um ser humano que se realiza ao atingir seu ideal de exercer valores humanos como bondade, justiça e fraternidade, ao alcançar um grau de sabedoria, viabiliza a vida de muita coisa à sua volta, inclusive da própria humanidade e da natureza como um todo. Dessa forma, são, ambos, seres que atingiram o grau de perfeição que a vida prevê para eles, e isso não é nada relativo!

    Podemos, então, imaginar que o tempo está repleto de convites à perfeição, desde a perfeita audição da melodia que o sabiá entoou nesta manhã até o perfeito sentimento de harmonia que ela produziu em mim, e assim sucessivamente. Mas isso apenas acontecerá com tal clareza se estivermos plenos, corpo, mente e alma juntos no momento presente, depositando o nosso melhor em tudo que passa pelas nossas mãos, pensamento e coração.

    Ao adotarmos essa prática, podemos atingir um estado de plenitude luminosa dentro de nós, vazia de ânsias e desejos, repleta de paz e perfeita serenidade. Esse estado interno nos permite ver a Deus até na fileira de formigas sobre o azulejo da nossa cozinha. Nesse fugaz momento, já não faz nenhum sentido para nós a voz daqueles que dizem que a vida não é sagrada. Como disse o psiquiatra Carl Jung em sua última entrevista dada à BBC de Londres: “Eu não trabalho com um sistema de crenças; eu não acredito em Deus, eu sei!”



Fonte: GALVÃO, Lúcia Helena. A arte de viver. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/a-arte-de-viver/. Acesso em: 17 set. 2025.

Na passagem “E, assim como uma planta que faz fotossíntese realiza seu ideal de planta e viabiliza a vida orgânica – uma vez que é base da cadeia alimentar –, um ser humano que se realiza ao atingir seu ideal de exercer valores humanos [...]”, é CORRETO afirmar que os travessões foram usados para intercalar um(a)

Alternativas
Q3674826 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01



A arte de viver



    Em 2024, o filme Dias Perfeitos, coprodução entre Japão e Alemanha, dirigido por Win Wenders, foi indicado ao Oscar. Com grande simplicidade e beleza, fala sobre a possibilidade de usarmos nosso tempo de forma tão adequada, tão humana, que pudéssemos chegar ao ponto de nos sentirmos no direito de dizer: essa hora, esse dia, essa semana foram perfeitos!

    Claro, a primeira forma mental que surge é: “A perfeição não existe!”, ou ainda: “Isso é relativo! O que é perfeito para você, pode não ser para mim!” e tantas outras frases de efeito desse tipo, que não dizem nada, mas que, à força de serem muito repetidas, parecem ganhar um status de realidade.

    Se faço um curso de desenho há uma semana e meu professor me pede para fazer um esboço, é lógico que ele possa dizer do meu trabalho: “Seu desenho é perfeito para um aluno de uma semana!”, assim como uma pequena luva é perfeita para a mão de uma criança de quatro anos.

    E, assim como uma planta que faz fotossíntese realiza seu ideal de planta e viabiliza a vida orgânica – uma vez que é base da cadeia alimentar –, um ser humano que se realiza ao atingir seu ideal de exercer valores humanos como bondade, justiça e fraternidade, ao alcançar um grau de sabedoria, viabiliza a vida de muita coisa à sua volta, inclusive da própria humanidade e da natureza como um todo. Dessa forma, são, ambos, seres que atingiram o grau de perfeição que a vida prevê para eles, e isso não é nada relativo!

    Podemos, então, imaginar que o tempo está repleto de convites à perfeição, desde a perfeita audição da melodia que o sabiá entoou nesta manhã até o perfeito sentimento de harmonia que ela produziu em mim, e assim sucessivamente. Mas isso apenas acontecerá com tal clareza se estivermos plenos, corpo, mente e alma juntos no momento presente, depositando o nosso melhor em tudo que passa pelas nossas mãos, pensamento e coração.

    Ao adotarmos essa prática, podemos atingir um estado de plenitude luminosa dentro de nós, vazia de ânsias e desejos, repleta de paz e perfeita serenidade. Esse estado interno nos permite ver a Deus até na fileira de formigas sobre o azulejo da nossa cozinha. Nesse fugaz momento, já não faz nenhum sentido para nós a voz daqueles que dizem que a vida não é sagrada. Como disse o psiquiatra Carl Jung em sua última entrevista dada à BBC de Londres: “Eu não trabalho com um sistema de crenças; eu não acredito em Deus, eu sei!”



Fonte: GALVÃO, Lúcia Helena. A arte de viver. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/a-arte-de-viver/. Acesso em: 17 set. 2025.

Em relação ao uso da preposição “a” usada antes da palavra “Deus”, na passagem “Esse estado interno nos permite ver a Deus até na fileira de formigas sobre o azulejo da nossa cozinha.”, é CORRETO afirmado que 
Alternativas
Q3674825 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01



A arte de viver



    Em 2024, o filme Dias Perfeitos, coprodução entre Japão e Alemanha, dirigido por Win Wenders, foi indicado ao Oscar. Com grande simplicidade e beleza, fala sobre a possibilidade de usarmos nosso tempo de forma tão adequada, tão humana, que pudéssemos chegar ao ponto de nos sentirmos no direito de dizer: essa hora, esse dia, essa semana foram perfeitos!

    Claro, a primeira forma mental que surge é: “A perfeição não existe!”, ou ainda: “Isso é relativo! O que é perfeito para você, pode não ser para mim!” e tantas outras frases de efeito desse tipo, que não dizem nada, mas que, à força de serem muito repetidas, parecem ganhar um status de realidade.

    Se faço um curso de desenho há uma semana e meu professor me pede para fazer um esboço, é lógico que ele possa dizer do meu trabalho: “Seu desenho é perfeito para um aluno de uma semana!”, assim como uma pequena luva é perfeita para a mão de uma criança de quatro anos.

    E, assim como uma planta que faz fotossíntese realiza seu ideal de planta e viabiliza a vida orgânica – uma vez que é base da cadeia alimentar –, um ser humano que se realiza ao atingir seu ideal de exercer valores humanos como bondade, justiça e fraternidade, ao alcançar um grau de sabedoria, viabiliza a vida de muita coisa à sua volta, inclusive da própria humanidade e da natureza como um todo. Dessa forma, são, ambos, seres que atingiram o grau de perfeição que a vida prevê para eles, e isso não é nada relativo!

    Podemos, então, imaginar que o tempo está repleto de convites à perfeição, desde a perfeita audição da melodia que o sabiá entoou nesta manhã até o perfeito sentimento de harmonia que ela produziu em mim, e assim sucessivamente. Mas isso apenas acontecerá com tal clareza se estivermos plenos, corpo, mente e alma juntos no momento presente, depositando o nosso melhor em tudo que passa pelas nossas mãos, pensamento e coração.

    Ao adotarmos essa prática, podemos atingir um estado de plenitude luminosa dentro de nós, vazia de ânsias e desejos, repleta de paz e perfeita serenidade. Esse estado interno nos permite ver a Deus até na fileira de formigas sobre o azulejo da nossa cozinha. Nesse fugaz momento, já não faz nenhum sentido para nós a voz daqueles que dizem que a vida não é sagrada. Como disse o psiquiatra Carl Jung em sua última entrevista dada à BBC de Londres: “Eu não trabalho com um sistema de crenças; eu não acredito em Deus, eu sei!”



Fonte: GALVÃO, Lúcia Helena. A arte de viver. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/a-arte-de-viver/. Acesso em: 17 set. 2025.

Em “Podemos, então, imaginar que o tempo está repleto de convites à perfeição [...]”, o sinal indicativo de crase foi usado para indicar a 
Alternativas
Q3674824 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01



A arte de viver



    Em 2024, o filme Dias Perfeitos, coprodução entre Japão e Alemanha, dirigido por Win Wenders, foi indicado ao Oscar. Com grande simplicidade e beleza, fala sobre a possibilidade de usarmos nosso tempo de forma tão adequada, tão humana, que pudéssemos chegar ao ponto de nos sentirmos no direito de dizer: essa hora, esse dia, essa semana foram perfeitos!

    Claro, a primeira forma mental que surge é: “A perfeição não existe!”, ou ainda: “Isso é relativo! O que é perfeito para você, pode não ser para mim!” e tantas outras frases de efeito desse tipo, que não dizem nada, mas que, à força de serem muito repetidas, parecem ganhar um status de realidade.

    Se faço um curso de desenho há uma semana e meu professor me pede para fazer um esboço, é lógico que ele possa dizer do meu trabalho: “Seu desenho é perfeito para um aluno de uma semana!”, assim como uma pequena luva é perfeita para a mão de uma criança de quatro anos.

    E, assim como uma planta que faz fotossíntese realiza seu ideal de planta e viabiliza a vida orgânica – uma vez que é base da cadeia alimentar –, um ser humano que se realiza ao atingir seu ideal de exercer valores humanos como bondade, justiça e fraternidade, ao alcançar um grau de sabedoria, viabiliza a vida de muita coisa à sua volta, inclusive da própria humanidade e da natureza como um todo. Dessa forma, são, ambos, seres que atingiram o grau de perfeição que a vida prevê para eles, e isso não é nada relativo!

    Podemos, então, imaginar que o tempo está repleto de convites à perfeição, desde a perfeita audição da melodia que o sabiá entoou nesta manhã até o perfeito sentimento de harmonia que ela produziu em mim, e assim sucessivamente. Mas isso apenas acontecerá com tal clareza se estivermos plenos, corpo, mente e alma juntos no momento presente, depositando o nosso melhor em tudo que passa pelas nossas mãos, pensamento e coração.

    Ao adotarmos essa prática, podemos atingir um estado de plenitude luminosa dentro de nós, vazia de ânsias e desejos, repleta de paz e perfeita serenidade. Esse estado interno nos permite ver a Deus até na fileira de formigas sobre o azulejo da nossa cozinha. Nesse fugaz momento, já não faz nenhum sentido para nós a voz daqueles que dizem que a vida não é sagrada. Como disse o psiquiatra Carl Jung em sua última entrevista dada à BBC de Londres: “Eu não trabalho com um sistema de crenças; eu não acredito em Deus, eu sei!”



Fonte: GALVÃO, Lúcia Helena. A arte de viver. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/a-arte-de-viver/. Acesso em: 17 set. 2025.

Analise as passagens do texto, tendo em vista o uso do recurso da intertextualidade.



I- “Em 2024, o filme Dias Perfeitos, coprodução entre Japão e Alemanha, dirigido por Win Wenders, foi indicado ao Oscar.”


II- “Claro, a primeira forma mental que surge é: ‘A perfeição não existe!’, ou ainda: ‘Isso é relativo! O que é perfeito para você, pode não ser para mim!’”


III- “[...] que ele possa dizer do meu trabalho: ‘Seu desenho é perfeito para um aluno de uma semana!’, assim como uma pequena luva é perfeita para a mão de uma criança de quatro anos.”


IV- “Ao adotarmos essa prática, podemos atingir um estado de plenitude luminosa dentro de nós, vazia de ânsias e desejos, repleta de paz e perfeita serenidade.”


V- “Como disse o psiquiatra Carl Jung em sua última entrevista dada à BBC de Londres: ‘Eu não trabalho com um sistema de crenças; eu não acredito em Deus, eu sei!’”



Estão CORRETAS as afirmativas 

Alternativas
Q3674823 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01



A arte de viver



    Em 2024, o filme Dias Perfeitos, coprodução entre Japão e Alemanha, dirigido por Win Wenders, foi indicado ao Oscar. Com grande simplicidade e beleza, fala sobre a possibilidade de usarmos nosso tempo de forma tão adequada, tão humana, que pudéssemos chegar ao ponto de nos sentirmos no direito de dizer: essa hora, esse dia, essa semana foram perfeitos!

    Claro, a primeira forma mental que surge é: “A perfeição não existe!”, ou ainda: “Isso é relativo! O que é perfeito para você, pode não ser para mim!” e tantas outras frases de efeito desse tipo, que não dizem nada, mas que, à força de serem muito repetidas, parecem ganhar um status de realidade.

    Se faço um curso de desenho há uma semana e meu professor me pede para fazer um esboço, é lógico que ele possa dizer do meu trabalho: “Seu desenho é perfeito para um aluno de uma semana!”, assim como uma pequena luva é perfeita para a mão de uma criança de quatro anos.

    E, assim como uma planta que faz fotossíntese realiza seu ideal de planta e viabiliza a vida orgânica – uma vez que é base da cadeia alimentar –, um ser humano que se realiza ao atingir seu ideal de exercer valores humanos como bondade, justiça e fraternidade, ao alcançar um grau de sabedoria, viabiliza a vida de muita coisa à sua volta, inclusive da própria humanidade e da natureza como um todo. Dessa forma, são, ambos, seres que atingiram o grau de perfeição que a vida prevê para eles, e isso não é nada relativo!

    Podemos, então, imaginar que o tempo está repleto de convites à perfeição, desde a perfeita audição da melodia que o sabiá entoou nesta manhã até o perfeito sentimento de harmonia que ela produziu em mim, e assim sucessivamente. Mas isso apenas acontecerá com tal clareza se estivermos plenos, corpo, mente e alma juntos no momento presente, depositando o nosso melhor em tudo que passa pelas nossas mãos, pensamento e coração.

    Ao adotarmos essa prática, podemos atingir um estado de plenitude luminosa dentro de nós, vazia de ânsias e desejos, repleta de paz e perfeita serenidade. Esse estado interno nos permite ver a Deus até na fileira de formigas sobre o azulejo da nossa cozinha. Nesse fugaz momento, já não faz nenhum sentido para nós a voz daqueles que dizem que a vida não é sagrada. Como disse o psiquiatra Carl Jung em sua última entrevista dada à BBC de Londres: “Eu não trabalho com um sistema de crenças; eu não acredito em Deus, eu sei!”



Fonte: GALVÃO, Lúcia Helena. A arte de viver. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/a-arte-de-viver/. Acesso em: 17 set. 2025.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se inferem do texto em relação à citação do psiquiatra Carl Jung.



I- Carl Jung considera que, para algumas pessoas, só é possível acreditar em Deus, se se considerar um sistema de crenças.


II- Carl Jung é irônico para afirmar que algumas pessoas pensam que ele não acredita em Deus porque ele não trabalha com um sistema de crenças.


III- A autora cita Carl Jung justamente porque ela considera que, para acreditar em Deus, basta observar a natureza.


IV- A autora, assim como Carl Jung, considera que, para acreditar em Deus, não é preciso trabalhar com um sistema de crenças.


V- A autora considera que o psiquiatra Carl Jung não acredita em Deus, pois ele não trabalha com um sistema de crenças.



Estão CORRETAS as afirmativas 

Alternativas
Q3674822 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01



A arte de viver



    Em 2024, o filme Dias Perfeitos, coprodução entre Japão e Alemanha, dirigido por Win Wenders, foi indicado ao Oscar. Com grande simplicidade e beleza, fala sobre a possibilidade de usarmos nosso tempo de forma tão adequada, tão humana, que pudéssemos chegar ao ponto de nos sentirmos no direito de dizer: essa hora, esse dia, essa semana foram perfeitos!

    Claro, a primeira forma mental que surge é: “A perfeição não existe!”, ou ainda: “Isso é relativo! O que é perfeito para você, pode não ser para mim!” e tantas outras frases de efeito desse tipo, que não dizem nada, mas que, à força de serem muito repetidas, parecem ganhar um status de realidade.

    Se faço um curso de desenho há uma semana e meu professor me pede para fazer um esboço, é lógico que ele possa dizer do meu trabalho: “Seu desenho é perfeito para um aluno de uma semana!”, assim como uma pequena luva é perfeita para a mão de uma criança de quatro anos.

    E, assim como uma planta que faz fotossíntese realiza seu ideal de planta e viabiliza a vida orgânica – uma vez que é base da cadeia alimentar –, um ser humano que se realiza ao atingir seu ideal de exercer valores humanos como bondade, justiça e fraternidade, ao alcançar um grau de sabedoria, viabiliza a vida de muita coisa à sua volta, inclusive da própria humanidade e da natureza como um todo. Dessa forma, são, ambos, seres que atingiram o grau de perfeição que a vida prevê para eles, e isso não é nada relativo!

    Podemos, então, imaginar que o tempo está repleto de convites à perfeição, desde a perfeita audição da melodia que o sabiá entoou nesta manhã até o perfeito sentimento de harmonia que ela produziu em mim, e assim sucessivamente. Mas isso apenas acontecerá com tal clareza se estivermos plenos, corpo, mente e alma juntos no momento presente, depositando o nosso melhor em tudo que passa pelas nossas mãos, pensamento e coração.

    Ao adotarmos essa prática, podemos atingir um estado de plenitude luminosa dentro de nós, vazia de ânsias e desejos, repleta de paz e perfeita serenidade. Esse estado interno nos permite ver a Deus até na fileira de formigas sobre o azulejo da nossa cozinha. Nesse fugaz momento, já não faz nenhum sentido para nós a voz daqueles que dizem que a vida não é sagrada. Como disse o psiquiatra Carl Jung em sua última entrevista dada à BBC de Londres: “Eu não trabalho com um sistema de crenças; eu não acredito em Deus, eu sei!”



Fonte: GALVÃO, Lúcia Helena. A arte de viver. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/a-arte-de-viver/. Acesso em: 17 set. 2025.

De acordo com o texto, pode-se inferir que a autora discorda da(s)  
Alternativas
Q3674821 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01



A arte de viver



    Em 2024, o filme Dias Perfeitos, coprodução entre Japão e Alemanha, dirigido por Win Wenders, foi indicado ao Oscar. Com grande simplicidade e beleza, fala sobre a possibilidade de usarmos nosso tempo de forma tão adequada, tão humana, que pudéssemos chegar ao ponto de nos sentirmos no direito de dizer: essa hora, esse dia, essa semana foram perfeitos!

    Claro, a primeira forma mental que surge é: “A perfeição não existe!”, ou ainda: “Isso é relativo! O que é perfeito para você, pode não ser para mim!” e tantas outras frases de efeito desse tipo, que não dizem nada, mas que, à força de serem muito repetidas, parecem ganhar um status de realidade.

    Se faço um curso de desenho há uma semana e meu professor me pede para fazer um esboço, é lógico que ele possa dizer do meu trabalho: “Seu desenho é perfeito para um aluno de uma semana!”, assim como uma pequena luva é perfeita para a mão de uma criança de quatro anos.

    E, assim como uma planta que faz fotossíntese realiza seu ideal de planta e viabiliza a vida orgânica – uma vez que é base da cadeia alimentar –, um ser humano que se realiza ao atingir seu ideal de exercer valores humanos como bondade, justiça e fraternidade, ao alcançar um grau de sabedoria, viabiliza a vida de muita coisa à sua volta, inclusive da própria humanidade e da natureza como um todo. Dessa forma, são, ambos, seres que atingiram o grau de perfeição que a vida prevê para eles, e isso não é nada relativo!

    Podemos, então, imaginar que o tempo está repleto de convites à perfeição, desde a perfeita audição da melodia que o sabiá entoou nesta manhã até o perfeito sentimento de harmonia que ela produziu em mim, e assim sucessivamente. Mas isso apenas acontecerá com tal clareza se estivermos plenos, corpo, mente e alma juntos no momento presente, depositando o nosso melhor em tudo que passa pelas nossas mãos, pensamento e coração.

    Ao adotarmos essa prática, podemos atingir um estado de plenitude luminosa dentro de nós, vazia de ânsias e desejos, repleta de paz e perfeita serenidade. Esse estado interno nos permite ver a Deus até na fileira de formigas sobre o azulejo da nossa cozinha. Nesse fugaz momento, já não faz nenhum sentido para nós a voz daqueles que dizem que a vida não é sagrada. Como disse o psiquiatra Carl Jung em sua última entrevista dada à BBC de Londres: “Eu não trabalho com um sistema de crenças; eu não acredito em Deus, eu sei!”



Fonte: GALVÃO, Lúcia Helena. A arte de viver. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/a-arte-de-viver/. Acesso em: 17 set. 2025.

Entre as ideias defendidas pela autora, encontra-se a  
Alternativas
Q3674738 Português
Uno de los tiempos verbales que presenta un gran número de irregularidad es el pretérito indefinido de indicativo. Entre los verbos presentados, el que presenta la misma irregularidad que el verbo decir en la primera persona del singular es: 
Alternativas
Q3674632 Português
Considerando o estudo das figuras de linguagem, analise o excerto abaixo, que apresenta um fenômeno de sinestesia:

"A música doce acariciava seus ouvidos, envolvendo-a numa atmosfera quente de lembranças."

A partir da análise do excerto apresentado, assinale a alternativa em que há outro caso de sinestesia.
Alternativas
Q3674414 Português
O uso correto dos diferentes tipos de "porquês" é um dos pontos mais recorrentes em provas de gramática normativa da Língua Portuguesa, pois envolve a distinção entre função interrogativa, explicativa, substantiva e posicional do termo.

Analise as frases abaixo e identifique aquela em que o uso está plenamente adequado à norma culta.
Alternativas
Q3673574 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os planos da Nasa para mandar humanos à Lua pela primeira vez em 50 anos em 2026 


A Nasa pretende enviar quatro astronautas em uma missão de dez dias ao redor da Lua já em fevereiro de 2026, antecipando o prazo inicial e marcando o retorno de seres humanos ao espaço profundo após 50 anos. A Artemis II, segunda etapa do programa Artemis, tem como objetivo testar sistemas essenciais para futuras missões com pouso lunar e preparar o caminho para uma presença humana duradoura na superfície.


A missão levará Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, da Nasa, e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense, a cerca de 9,2 mil quilômetros além da Lua, tornando-os os primeiros a ultrapassar a órbita baixa da Terra desde 1972. A cápsula Orion servirá de habitação durante a viagem, sendo lançada pelo foguete SLS. Após a separação dos estágios iniciais e a verificação dos sistemas, será realizada a injeção translunar, que colocará a nave em rota para a Lua. 


Durante o percurso, a tripulação executará manobras de aproximação simuladas, fundamentais para futuras operações de acoplamento com módulos de pouso lunar. Essas etapas são essenciais para garantir a precisão e a segurança nas próximas missões que pretendem estabelecer presença humana na superfície lunar, funcionando como um ensaio geral para as operações que serão realizadas em missões posteriores.


Durante a jornada, os astronautas farão também experimentos biológicos para estudar os efeitos da microgravidade e da radiação no organismo humano. Após passarem pela Lua, retornarão à Terra e enfrentarão a etapa mais arriscada: a reentrada atmosférica e o pouso no oceano próximo à Califórnia.


O sucesso da Artemis II será fundamental para o cronograma da Artemis III, planejada para pousar na Lua. A missão também dependerá do desenvolvimento da nave Starship, da SpaceX, ainda em fase de testes para alcançar voos orbitais e transportar astronautas à superfície lunar.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8xrd4dz9kno.adaptado.
"Durante" a jornada, os astronautas farão "também" experimentos biológicos para estudar os efeitos da microgravidade e da radiação no organismo humano.

Em relação à classe gramatical, os vocábulos destacados denominam-se, nesta frase:
Alternativas
Q3673469 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Comer cereais no café da manhã realmente faz bem à saúde?


O café da manhã é frequentemente descrito como a refeição mais importante do dia, e a escolha dos alimentos influencia diretamente na energia e concentração. Entre as opções, os cereais matinais ocupam lugar de destaque, embora sua qualidade varie bastante. 


Os cereais são grãos — trigo, arroz, aveia, cevada, milho — compostos por farelo, endosperma e gérmen. Alguns produtos preservam essas partes, oferecendo fibras, vitaminas e minerais; outros passam por intenso processamento industrial, recebendo açúcar, sal, aromatizantes e aditivos.


A fortificação com vitaminas e minerais ajudou a popularizar os cereais como fonte prática de nutrientes, especialmente para crianças, gestantes, idosos e pessoas com dietas restritivas. Estudos confirmam que contribuem para reduzir deficiências de ferro, cálcio, vitamina D e fibras, elementos fundamentais para o bom funcionamento do organismo.


Contudo, muitos cereais possuem alto teor de açúcar, baixo teor de fibras e elevado índice glicêmico, o que pode gerar picos de glicose, fome precoce e maior risco de doenças crônicas. A aveia em flocos, por exemplo, associa-se à redução de diabetes tipo 2 e colesterol LDL, mas versões refinadas ou instantâneas perdem esses benefícios.


A literatura científica mostra que cereais integrais, como granola e mingau de aveia, quando pouco processados e com baixo teor de açúcar, favorecem a saúde cardiovascular, o controle glicêmico e a longevidade. Já os cereais ultraprocessados, ricos em açúcares e aditivos, devem ser consumidos com cautela.


Especialistas recomendam observar os rótulos: menos de cinco gramas de açúcar e mais de três gramas de fibra por porção são parâmetros adequados. Além disso, acrescentar frutas, nozes, sementes e iogurte transforma um cereal simples em refeição equilibrada, capaz de manter a saciedade por mais tempo.


Assim, os cereais matinais podem ser benéficos ou prejudiciais: tudo depende da forma de preparo, do grau de processamento e da escolha consciente do consumidor.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg75xxz41go.adaptado. 
A fortificação com vitaminas e minerais "ajudou" a popularizar os cereais como fonte prática de nutrientes.

O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no
Alternativas
Q3673289 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Comer cereais no café da manhã realmente faz bem à saúde?


O café da manhã é frequentemente descrito como a refeição mais importante do dia, e a escolha dos alimentos influencia diretamente na energia e concentração. Entre as opções, os cereais matinais ocupam lugar de destaque, embora sua qualidade varie bastante.


Os cereais são grãos — trigo, arroz, aveia, cevada, milho — compostos por farelo, endosperma e gérmen. Alguns produtos preservam essas partes, oferecendo fibras, vitaminas e minerais; outros passam por intenso processamento industrial, recebendo açúcar, sal, aromatizantes e aditivos.


A fortificação com vitaminas e minerais ajudou a popularizar os cereais como fonte prática de nutrientes, especialmente para crianças, gestantes, idosos e pessoas com dietas restritivas. Estudos confirmam que contribuem para reduzir deficiências de ferro, cálcio, vitamina D e fibras, elementos fundamentais para o bom funcionamento do organismo.


Contudo, muitos cereais possuem alto teor de açúcar, baixo teor de fibras e elevado índice glicêmico, o que pode gerar picos de glicose, fome precoce e maior risco de doenças crônicas. A aveia em flocos, por exemplo, associa-se à redução de diabetes tipo 2 e colesterol LDL, mas versões refinadas ou instantâneas perdem esses benefícios.


A literatura científica mostra que cereais integrais, como granola e mingau de aveia, quando pouco processados e com baixo teor de açúcar, favorecem a saúde cardiovascular, o controle glicêmico e a longevidade. Já os cereais ultraprocessados, ricos em açúcares e aditivos, devem ser consumidos com cautela.


Especialistas recomendam observar os rótulos: menos de cinco gramas de açúcar e mais de três gramas de fibra por porção são parâmetros adequados. Além disso, acrescentar frutas, nozes, sementes e iogurte transforma um cereal simples em refeição equilibrada, capaz de manter a saciedade por mais tempo.


Assim, os cereais matinais podem ser benéficos ou prejudiciais: tudo depende da forma de preparo, do grau de processamento e da escolha consciente do consumidor.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg75xxz41go.adaptado.
Especialistas recomendam observar os rótulos: menos de cinco gramas de açúcar e mais de três gramas de fibra por porção são parâmetros adequados.

Assinale a alternativa em que todos os vocábulos pertençam à mesma classe gramatical.
Alternativas
Respostas
24601: A
24602: C
24603: C
24604: D
24605: D
24606: B
24607: A
24608: D
24609: D
24610: E
24611: C
24612: B
24613: A
24614: B
24615: B
24616: B
24617: D
24618: B
24619: B
24620: A