Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3680743 Português

TEXTO


POR QUE O BRASIL AINDA APOSTA EM TERMELÉTRICAS



      Uma audiência pública sobre a instalação de uma termelétrica a gás natural em Samambaia (DF), a cerca de 35 quilômetros da praça dos Três Poderes, foi suspensa pela Justiça em março porque a população não teve tempo hábil para ser informada. Um mês antes, duas empresas desistiram de construir uma usina a carvão em Candiota e Hulha Negra, no Rio Grande do Sul, após o empreendimento ser questionado judicialmente.



      Os dois casos geram intensos debates sobre os impactos ambientais locais desses empreendimentos e sobre a emissão de gases de efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global. E reforçam o questionamento: por que o Brasil ainda investe em termelétricas movidas a combustíveis fósseis, como gás natural e carvão, em plena crise climática?



    O principal argumento a favor das termelétricas é a segurança energética. Ou seja, elas poderiam ser acionadas a qualquer momento, independentemente das condições climáticas, como possível falta de água, vento ou sol. Essa foi a justificativa usada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) durante o lançamento do Plano Decenal de Expansão de Energia 2034 na defesa do “fortalecimento da geração termelétrica”.



     Um estudo publicado em dezembro pela ONG Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) mostrou que as 67 termelétricas fósseis conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN) emitiram, em 2023, 17,9 milhões de toneladas de gás carbônico (CO₂), o principal responsável pelo aquecimento global.



    Para se ter uma ideia da magnitude dessas emissões, alertou a pesquisadora do IEMA, Raíssa Gomes, as termelétricas fósseis lançaram na atmosfera mais gás carbônico do que o município de São Paulo. Segundo dados do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG), os paulistanos foram responsáveis por emitir 14,5 milhões de toneladas do gás em 2023.



    “Ou seja, apenas as térmicas fósseis do SIN emitiram mais gases de efeito estufa do que a maior cidade do país, com seus mais de 11 milhões de habitantes e intensa atividade econômica”, comparou a pesquisadora.



   Para o físico especializado em mudanças climáticas e pesquisador do Instituto ClimaInfo, Shigueo Watanabe Jr, outras alternativas poderiam reduzir a necessidade das termelétricas, como a “repotencialização das hidrelétricas”. “A maior parte das hidrelétricas do Sudeste foram construídas na década de 1970, 1980. Mas hoje a situação é diferente. Se você trocar as turbinas, tem um ganho potencial de energia e de potência sem mexer na altura do reservatório, sem mexer em nada da parte física”, disse.



     Além disso, segundo o especialista, em relação ao vento e ao sol. “Se eu fosse um planejador energético, estaria muito mais preocupado com o preço do gás. A Rússia invade a Ucrânia, e o preço do gás dispara. Aí o Catar fala assim: ‘Não, tá muito alto, eu vou bombar mais gás, o preço do gás cai.’ É totalmente imprevisível”, avaliou.



    Para o pesquisador, os interesses econômicos estão por trás de grande parte das termelétricas. “Existe um lobby muito forte para alavancar mais ainda o gás natural. Toda vez que você tem alguma obra de uma termelétrica, há vários interesses políticos e econômicos e um lobby muito forte dentro do Congresso e dentro dos ministérios para poder ter mais gás, mais termelétrica.”.



    Esse lobby pode ser visto em dois jabutis colocados em leis na área de energia – o termo é usado para designar um apêndice incluído em um projeto que trata de tema diferente do assunto principal. Em 2021, o Congresso Nacional aprovou uma lei que viabilizou a privatização da Eletrobras. Mas os congressistas colocaram no texto a obrigação da contratação de 8 gigawatt (GW) de eletricidade das termelétricas a gás natural sem infraestrutura de distribuição.



    Já no projeto de lei que discutiu o marco legal para a geração de energia eólica offshore (em alto mar), os parlamentares acrescentaram a obrigação de contratar 4,25 GW de usinas termelétricas a gás natural. Eles também prorrogaram os contratos das usinas a carvão de 2040 para 2050. Em janeiro de 2025, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o projeto, mas vetou os jabutis, alegando que iam na contramão da lei sancionada, por serem matrizes mais poluidoras, caras e ineficientes. [...]



   A história das termelétricas atuais está relacionada com a crise de 2001, quando houve forte escassez de chuva, comprometendo os reservatórios de água das usinas hidrelétricas e o fornecimento de energia. “A maior parte das termelétricas que estão em operação hoje vieram do apagão que teve no governo Fernando Henrique. Eles criaram um programa prioritário de térmicas, que era basicamente térmicas a gás. Naquela época já se falava em aquecimento global, mas nada parecido com o que se fala hoje”, lembrou Watanabe Jr.



    De acordo com Raíssa Gomes, com a expansão das fontes renováveis como a solar e a eólica, há uma transição em curso para que as térmicas fósseis operem cada vez mais de forma pontual, apenas em períodos de maior demanda ou baixa geração renovável. “Essa transição é fundamental, pois as termelétricas fósseis, ao contrário das fontes renováveis, são altamente emissoras de gases de efeito estufa e de emissões atmosféricas locais como óxidos de nitrogênio, enxofre, monóxido de carbono e material particulado.”



    Além disso, segundo a pesquisadora, dependendo do sistema de resfriamento adotado, as usinas podem ter um elevado consumo de água, o que agrava a pressão sobre os recursos hídricos. “Soma-se a isso o fato de que a geração térmica, especialmente com combustíveis fósseis, tende a ser mais cara, contribuindo para o aumento nas tarifas de energia elétrica.” [...]



Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/por-que-o-brasilainda-aposta-em-termelétricas/a-72700747>. Adaptado. Acesso

em: 20 de setembro de 2025.

A comparação entre as emissões das termelétricas com as da cidade de São Paulo tem como efeito principal:
Alternativas
Q3680742 Português

TEXTO


POR QUE O BRASIL AINDA APOSTA EM TERMELÉTRICAS



      Uma audiência pública sobre a instalação de uma termelétrica a gás natural em Samambaia (DF), a cerca de 35 quilômetros da praça dos Três Poderes, foi suspensa pela Justiça em março porque a população não teve tempo hábil para ser informada. Um mês antes, duas empresas desistiram de construir uma usina a carvão em Candiota e Hulha Negra, no Rio Grande do Sul, após o empreendimento ser questionado judicialmente.



      Os dois casos geram intensos debates sobre os impactos ambientais locais desses empreendimentos e sobre a emissão de gases de efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global. E reforçam o questionamento: por que o Brasil ainda investe em termelétricas movidas a combustíveis fósseis, como gás natural e carvão, em plena crise climática?



    O principal argumento a favor das termelétricas é a segurança energética. Ou seja, elas poderiam ser acionadas a qualquer momento, independentemente das condições climáticas, como possível falta de água, vento ou sol. Essa foi a justificativa usada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) durante o lançamento do Plano Decenal de Expansão de Energia 2034 na defesa do “fortalecimento da geração termelétrica”.



     Um estudo publicado em dezembro pela ONG Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) mostrou que as 67 termelétricas fósseis conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN) emitiram, em 2023, 17,9 milhões de toneladas de gás carbônico (CO₂), o principal responsável pelo aquecimento global.



    Para se ter uma ideia da magnitude dessas emissões, alertou a pesquisadora do IEMA, Raíssa Gomes, as termelétricas fósseis lançaram na atmosfera mais gás carbônico do que o município de São Paulo. Segundo dados do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG), os paulistanos foram responsáveis por emitir 14,5 milhões de toneladas do gás em 2023.



    “Ou seja, apenas as térmicas fósseis do SIN emitiram mais gases de efeito estufa do que a maior cidade do país, com seus mais de 11 milhões de habitantes e intensa atividade econômica”, comparou a pesquisadora.



   Para o físico especializado em mudanças climáticas e pesquisador do Instituto ClimaInfo, Shigueo Watanabe Jr, outras alternativas poderiam reduzir a necessidade das termelétricas, como a “repotencialização das hidrelétricas”. “A maior parte das hidrelétricas do Sudeste foram construídas na década de 1970, 1980. Mas hoje a situação é diferente. Se você trocar as turbinas, tem um ganho potencial de energia e de potência sem mexer na altura do reservatório, sem mexer em nada da parte física”, disse.



     Além disso, segundo o especialista, em relação ao vento e ao sol. “Se eu fosse um planejador energético, estaria muito mais preocupado com o preço do gás. A Rússia invade a Ucrânia, e o preço do gás dispara. Aí o Catar fala assim: ‘Não, tá muito alto, eu vou bombar mais gás, o preço do gás cai.’ É totalmente imprevisível”, avaliou.



    Para o pesquisador, os interesses econômicos estão por trás de grande parte das termelétricas. “Existe um lobby muito forte para alavancar mais ainda o gás natural. Toda vez que você tem alguma obra de uma termelétrica, há vários interesses políticos e econômicos e um lobby muito forte dentro do Congresso e dentro dos ministérios para poder ter mais gás, mais termelétrica.”.



    Esse lobby pode ser visto em dois jabutis colocados em leis na área de energia – o termo é usado para designar um apêndice incluído em um projeto que trata de tema diferente do assunto principal. Em 2021, o Congresso Nacional aprovou uma lei que viabilizou a privatização da Eletrobras. Mas os congressistas colocaram no texto a obrigação da contratação de 8 gigawatt (GW) de eletricidade das termelétricas a gás natural sem infraestrutura de distribuição.



    Já no projeto de lei que discutiu o marco legal para a geração de energia eólica offshore (em alto mar), os parlamentares acrescentaram a obrigação de contratar 4,25 GW de usinas termelétricas a gás natural. Eles também prorrogaram os contratos das usinas a carvão de 2040 para 2050. Em janeiro de 2025, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o projeto, mas vetou os jabutis, alegando que iam na contramão da lei sancionada, por serem matrizes mais poluidoras, caras e ineficientes. [...]



   A história das termelétricas atuais está relacionada com a crise de 2001, quando houve forte escassez de chuva, comprometendo os reservatórios de água das usinas hidrelétricas e o fornecimento de energia. “A maior parte das termelétricas que estão em operação hoje vieram do apagão que teve no governo Fernando Henrique. Eles criaram um programa prioritário de térmicas, que era basicamente térmicas a gás. Naquela época já se falava em aquecimento global, mas nada parecido com o que se fala hoje”, lembrou Watanabe Jr.



    De acordo com Raíssa Gomes, com a expansão das fontes renováveis como a solar e a eólica, há uma transição em curso para que as térmicas fósseis operem cada vez mais de forma pontual, apenas em períodos de maior demanda ou baixa geração renovável. “Essa transição é fundamental, pois as termelétricas fósseis, ao contrário das fontes renováveis, são altamente emissoras de gases de efeito estufa e de emissões atmosféricas locais como óxidos de nitrogênio, enxofre, monóxido de carbono e material particulado.”



    Além disso, segundo a pesquisadora, dependendo do sistema de resfriamento adotado, as usinas podem ter um elevado consumo de água, o que agrava a pressão sobre os recursos hídricos. “Soma-se a isso o fato de que a geração térmica, especialmente com combustíveis fósseis, tende a ser mais cara, contribuindo para o aumento nas tarifas de energia elétrica.” [...]



Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/por-que-o-brasilainda-aposta-em-termelétricas/a-72700747>. Adaptado. Acesso

em: 20 de setembro de 2025.

O argumento de que as termelétricas garantem “segurança energética” deve ser entendido no texto como:
Alternativas
Q3680741 Português

TEXTO


POR QUE O BRASIL AINDA APOSTA EM TERMELÉTRICAS



      Uma audiência pública sobre a instalação de uma termelétrica a gás natural em Samambaia (DF), a cerca de 35 quilômetros da praça dos Três Poderes, foi suspensa pela Justiça em março porque a população não teve tempo hábil para ser informada. Um mês antes, duas empresas desistiram de construir uma usina a carvão em Candiota e Hulha Negra, no Rio Grande do Sul, após o empreendimento ser questionado judicialmente.



      Os dois casos geram intensos debates sobre os impactos ambientais locais desses empreendimentos e sobre a emissão de gases de efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global. E reforçam o questionamento: por que o Brasil ainda investe em termelétricas movidas a combustíveis fósseis, como gás natural e carvão, em plena crise climática?



    O principal argumento a favor das termelétricas é a segurança energética. Ou seja, elas poderiam ser acionadas a qualquer momento, independentemente das condições climáticas, como possível falta de água, vento ou sol. Essa foi a justificativa usada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) durante o lançamento do Plano Decenal de Expansão de Energia 2034 na defesa do “fortalecimento da geração termelétrica”.



     Um estudo publicado em dezembro pela ONG Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) mostrou que as 67 termelétricas fósseis conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN) emitiram, em 2023, 17,9 milhões de toneladas de gás carbônico (CO₂), o principal responsável pelo aquecimento global.



    Para se ter uma ideia da magnitude dessas emissões, alertou a pesquisadora do IEMA, Raíssa Gomes, as termelétricas fósseis lançaram na atmosfera mais gás carbônico do que o município de São Paulo. Segundo dados do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG), os paulistanos foram responsáveis por emitir 14,5 milhões de toneladas do gás em 2023.



    “Ou seja, apenas as térmicas fósseis do SIN emitiram mais gases de efeito estufa do que a maior cidade do país, com seus mais de 11 milhões de habitantes e intensa atividade econômica”, comparou a pesquisadora.



   Para o físico especializado em mudanças climáticas e pesquisador do Instituto ClimaInfo, Shigueo Watanabe Jr, outras alternativas poderiam reduzir a necessidade das termelétricas, como a “repotencialização das hidrelétricas”. “A maior parte das hidrelétricas do Sudeste foram construídas na década de 1970, 1980. Mas hoje a situação é diferente. Se você trocar as turbinas, tem um ganho potencial de energia e de potência sem mexer na altura do reservatório, sem mexer em nada da parte física”, disse.



     Além disso, segundo o especialista, em relação ao vento e ao sol. “Se eu fosse um planejador energético, estaria muito mais preocupado com o preço do gás. A Rússia invade a Ucrânia, e o preço do gás dispara. Aí o Catar fala assim: ‘Não, tá muito alto, eu vou bombar mais gás, o preço do gás cai.’ É totalmente imprevisível”, avaliou.



    Para o pesquisador, os interesses econômicos estão por trás de grande parte das termelétricas. “Existe um lobby muito forte para alavancar mais ainda o gás natural. Toda vez que você tem alguma obra de uma termelétrica, há vários interesses políticos e econômicos e um lobby muito forte dentro do Congresso e dentro dos ministérios para poder ter mais gás, mais termelétrica.”.



    Esse lobby pode ser visto em dois jabutis colocados em leis na área de energia – o termo é usado para designar um apêndice incluído em um projeto que trata de tema diferente do assunto principal. Em 2021, o Congresso Nacional aprovou uma lei que viabilizou a privatização da Eletrobras. Mas os congressistas colocaram no texto a obrigação da contratação de 8 gigawatt (GW) de eletricidade das termelétricas a gás natural sem infraestrutura de distribuição.



    Já no projeto de lei que discutiu o marco legal para a geração de energia eólica offshore (em alto mar), os parlamentares acrescentaram a obrigação de contratar 4,25 GW de usinas termelétricas a gás natural. Eles também prorrogaram os contratos das usinas a carvão de 2040 para 2050. Em janeiro de 2025, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o projeto, mas vetou os jabutis, alegando que iam na contramão da lei sancionada, por serem matrizes mais poluidoras, caras e ineficientes. [...]



   A história das termelétricas atuais está relacionada com a crise de 2001, quando houve forte escassez de chuva, comprometendo os reservatórios de água das usinas hidrelétricas e o fornecimento de energia. “A maior parte das termelétricas que estão em operação hoje vieram do apagão que teve no governo Fernando Henrique. Eles criaram um programa prioritário de térmicas, que era basicamente térmicas a gás. Naquela época já se falava em aquecimento global, mas nada parecido com o que se fala hoje”, lembrou Watanabe Jr.



    De acordo com Raíssa Gomes, com a expansão das fontes renováveis como a solar e a eólica, há uma transição em curso para que as térmicas fósseis operem cada vez mais de forma pontual, apenas em períodos de maior demanda ou baixa geração renovável. “Essa transição é fundamental, pois as termelétricas fósseis, ao contrário das fontes renováveis, são altamente emissoras de gases de efeito estufa e de emissões atmosféricas locais como óxidos de nitrogênio, enxofre, monóxido de carbono e material particulado.”



    Além disso, segundo a pesquisadora, dependendo do sistema de resfriamento adotado, as usinas podem ter um elevado consumo de água, o que agrava a pressão sobre os recursos hídricos. “Soma-se a isso o fato de que a geração térmica, especialmente com combustíveis fósseis, tende a ser mais cara, contribuindo para o aumento nas tarifas de energia elétrica.” [...]



Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/por-que-o-brasilainda-aposta-em-termelétricas/a-72700747>. Adaptado. Acesso

em: 20 de setembro de 2025.

O texto menciona que a audiência pública sobre a instalação da termelétrica em Samambaia foi suspensa porque a população “não teve tempo hábil para ser informada” (Linha 3-4). Sobre o trecho, é possível inferir que:
Alternativas
Q3680388 Português

Considerando-se as letras que preenchem as lacunas das palavras abaixo, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.



(1) CH


(2) X



( ) Me__er.


( ) __u__u.


( ) Ran__o. 

Alternativas
Q3680387 Português
Considerando a passagem das palavras do plural para o singular, assinalar a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3680386 Português
Assinalar a frase em que o verbo sublinhado foi empregado CORRETAMENTE. 
Alternativas
Q3680385 Português

Avanço do mar ameaça praias e casas



    Imagine perder a vista do mar, o pé na areia e a tranquilidade da beira da praia. Pode parecer exagero, mas isso já está acontecendo em diversas partes do litoral brasileiro.


    Nos últimos 30 anos, o Brasil perdeu cerca de 15% de sua faixa de areia, segundo estudos científicos. Isso significa que, a cada 100 metros de praia, 15 já desapareceram.


    O principal motivo? A _________ costeira — um processo natural, mas que está sendo agravado pela ação humana e pelas mudanças no clima.


    Como o mar engole a praia? A formação da faixa de areia depende de um equilíbrio entre o que o mar leva e o que devolve. As ondas carregam grãos de areia suspensos na água e os depositam na beira da praia, formando bancos de areia.


    Mesmo que parte da areia seja levada de volta pelo mar, esse ciclo costuma ser estável. Mas quando há construções demais na orla, esse equilíbrio se rompe.


    Prédios, calçadões e estruturas construídas muito perto do mar atrapalham a formação dos bancos de areia. Sem esse “estoque” natural, a praia perde a capacidade de se recuperar — e a faixa de areia vai encolhendo.



Fonte: G1 - adaptado.

No trecho “Sem esse ‘estoque’ natural, a praia perde a capacidade de se recuperar — e a faixa de areia vai encolhendo.” as palavras sublinhadas podem ser substituídas por quais palavras sem mudar o sentido do texto? 
Alternativas
Q3680384 Português

Avanço do mar ameaça praias e casas



    Imagine perder a vista do mar, o pé na areia e a tranquilidade da beira da praia. Pode parecer exagero, mas isso já está acontecendo em diversas partes do litoral brasileiro.


    Nos últimos 30 anos, o Brasil perdeu cerca de 15% de sua faixa de areia, segundo estudos científicos. Isso significa que, a cada 100 metros de praia, 15 já desapareceram.


    O principal motivo? A _________ costeira — um processo natural, mas que está sendo agravado pela ação humana e pelas mudanças no clima.


    Como o mar engole a praia? A formação da faixa de areia depende de um equilíbrio entre o que o mar leva e o que devolve. As ondas carregam grãos de areia suspensos na água e os depositam na beira da praia, formando bancos de areia.


    Mesmo que parte da areia seja levada de volta pelo mar, esse ciclo costuma ser estável. Mas quando há construções demais na orla, esse equilíbrio se rompe.


    Prédios, calçadões e estruturas construídas muito perto do mar atrapalham a formação dos bancos de areia. Sem esse “estoque” natural, a praia perde a capacidade de se recuperar — e a faixa de areia vai encolhendo.



Fonte: G1 - adaptado.

As aspas utilizadas na palavra “estoque”, no último parágrafo do texto, foram usadas para: 
Alternativas
Q3680383 Português

Avanço do mar ameaça praias e casas



    Imagine perder a vista do mar, o pé na areia e a tranquilidade da beira da praia. Pode parecer exagero, mas isso já está acontecendo em diversas partes do litoral brasileiro.


    Nos últimos 30 anos, o Brasil perdeu cerca de 15% de sua faixa de areia, segundo estudos científicos. Isso significa que, a cada 100 metros de praia, 15 já desapareceram.


    O principal motivo? A _________ costeira — um processo natural, mas que está sendo agravado pela ação humana e pelas mudanças no clima.


    Como o mar engole a praia? A formação da faixa de areia depende de um equilíbrio entre o que o mar leva e o que devolve. As ondas carregam grãos de areia suspensos na água e os depositam na beira da praia, formando bancos de areia.


    Mesmo que parte da areia seja levada de volta pelo mar, esse ciclo costuma ser estável. Mas quando há construções demais na orla, esse equilíbrio se rompe.


    Prédios, calçadões e estruturas construídas muito perto do mar atrapalham a formação dos bancos de areia. Sem esse “estoque” natural, a praia perde a capacidade de se recuperar — e a faixa de areia vai encolhendo.



Fonte: G1 - adaptado.

No trecho do texto “Prédios, calçadões e estruturas construídas muito perto do mar atrapalham a formação dos bancos de areia.”, a vírgula foi usada para:
Alternativas
Q3680382 Português

Avanço do mar ameaça praias e casas



    Imagine perder a vista do mar, o pé na areia e a tranquilidade da beira da praia. Pode parecer exagero, mas isso já está acontecendo em diversas partes do litoral brasileiro.


    Nos últimos 30 anos, o Brasil perdeu cerca de 15% de sua faixa de areia, segundo estudos científicos. Isso significa que, a cada 100 metros de praia, 15 já desapareceram.


    O principal motivo? A _________ costeira — um processo natural, mas que está sendo agravado pela ação humana e pelas mudanças no clima.


    Como o mar engole a praia? A formação da faixa de areia depende de um equilíbrio entre o que o mar leva e o que devolve. As ondas carregam grãos de areia suspensos na água e os depositam na beira da praia, formando bancos de areia.


    Mesmo que parte da areia seja levada de volta pelo mar, esse ciclo costuma ser estável. Mas quando há construções demais na orla, esse equilíbrio se rompe.


    Prédios, calçadões e estruturas construídas muito perto do mar atrapalham a formação dos bancos de areia. Sem esse “estoque” natural, a praia perde a capacidade de se recuperar — e a faixa de areia vai encolhendo.



Fonte: G1 - adaptado.

Segundo o texto, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3680381 Português

Avanço do mar ameaça praias e casas



    Imagine perder a vista do mar, o pé na areia e a tranquilidade da beira da praia. Pode parecer exagero, mas isso já está acontecendo em diversas partes do litoral brasileiro.


    Nos últimos 30 anos, o Brasil perdeu cerca de 15% de sua faixa de areia, segundo estudos científicos. Isso significa que, a cada 100 metros de praia, 15 já desapareceram.


    O principal motivo? A _________ costeira — um processo natural, mas que está sendo agravado pela ação humana e pelas mudanças no clima.


    Como o mar engole a praia? A formação da faixa de areia depende de um equilíbrio entre o que o mar leva e o que devolve. As ondas carregam grãos de areia suspensos na água e os depositam na beira da praia, formando bancos de areia.


    Mesmo que parte da areia seja levada de volta pelo mar, esse ciclo costuma ser estável. Mas quando há construções demais na orla, esse equilíbrio se rompe.


    Prédios, calçadões e estruturas construídas muito perto do mar atrapalham a formação dos bancos de areia. Sem esse “estoque” natural, a praia perde a capacidade de se recuperar — e a faixa de areia vai encolhendo.



Fonte: G1 - adaptado.

Considerando a ortografia, assinalar a palavra que preenche a lacuna do texto CORRETAMENTE.
Alternativas
Q3680249 Português
A literatura de cordel, expressão cultural do Nordeste brasileiro, mantém traços de tradição oral e popular, articulando métrica, rima e sátira social. Sua circulação impressa em folhetos consolidou um espaço de resistência, memória e crítica, reafirmando a vitalidade da cultura popular.

Assinale a alternativa que melhor caracteriza esse gênero.
Alternativas
Q3680248 Português
Em Grande Sertão: Veredas, Guimarães Rosa constrói uma linguagem que mistura oralidade sertaneja, neologismos e experimentalismo sintático, desafiando o leitor a reinterpretar a norma. Essa escolha estilística foi entendida por Antonio Candido como fundadora de um “regionalismo universal”, capaz de transformar o sertão em espaço literário cosmopolita.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3680247 Português
Compare as construções:

“Não, espero.”
“Não espero.”
A alteração causada pelo uso da vírgula produz diferença de sentido.

Assinale a alternativa que descreve adequadamente essa distinção.
Alternativas
Q3680246 Português
Observe a oração: “Entregaram-me os documentos atrasados ontem.” Segundo a norma culta, a colocação pronominal apresenta restrições quanto à ênclise, próclise e mesóclise.

Assinale a alternativa que mantém correção gramatical. 
Alternativas
Q3680245 Português
Com a vigência do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, determinadas alterações foram implementadas, impactando o uso de acentos e hífens. Palavras como ideia, heroi e voo tornaram-se paradigmas dessa mudança.

Assinale a alternativa correta de acordo com a nova norma.
Alternativas
Q3680244 Português
No período “As alunas preferem estudar gramática à literatura estrangeira”, a regência verbal merece atenção, pois o verbo “preferir” impõe exigência específica quanto à sua complementação.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3680243 Português
Leia o período: “As crianças, que brincavam na praça, alegravam a tarde com suas vozes.” O trecho “que brincavam na praça” estabelece uma relação sintática essencial para o entendimento da oração.

Assinale a alternativa que descreve corretamente sua classificação.
Alternativas
Q3680242 Português
A crônica urbana consolidou-se no Brasil a partir do século XIX como um gênero híbrido, situado entre o jornalismo e a literatura. Antonio Candido observa que sua força está em capturar a “poesia do banal”, revelando no cotidiano fragmentos de ironia, crítica social e reflexão existencial.

Assinale a alternativa que expressa adequadamente as características da crônica.
Alternativas
Q3680241 Português
A publicidade contemporânea apropria-se de múltiplas linguagens visual, verbal e sonora para associar produtos a valores culturais e subjetivos. Conforme discute Roland Barthes em Mitologias (1957), a mensagem publicitária raramente é neutra, pois funciona como mito moderno, atribuindo ao objeto significados que ultrapassam sua função prática.

Qual alternativa reflete esse efeito de sentido?
Alternativas
Respostas
24381: A
24382: B
24383: E
24384: C
24385: B
24386: D
24387: B
24388: B
24389: C
24390: D
24391: A
24392: D
24393: C
24394: B
24395: E
24396: C
24397: A
24398: E
24399: B
24400: C