Questões de Concurso Comentadas sobre português
Foram encontradas 196.842 questões
I. É empregado para exprimir fatos possíveis, hipotéticos ou irreais.
II. É empregado para exprimir um fato certo ou real.
III. É empregado pela 1ª pessoa do discurso para exprimir ordens, proibições, pedidos etc. à 2ª pessoa do discurso.
As definições apresentadas correspondem, respectivamente, aos modos:
Analise a sentença a seguir quanto à sintaxe:
Não permita que pessoas cujo nome não conste dessa lista entrem no evento.
O termo em destaque na sentença dada é classificado, segundo a norma-padrão, como:
I. A …. (belo) natural das florestas deve ser reconhecida e preservada.
II. O rapaz, que estava …. (pobre), negou o convite.
III. O assunto …. (litígio) foi pauta das últimas reuniões.
“o e/o difícil é porque a escola transforma como eu já disse as aulas de língua portuguesa em aNÁlises gramaticais → O que torna difícil é que a escola transforma as aulas de Língua Portuguesa em análises gramaticais”. (Marcuschi, 2010, p. 85)
De modo geral, a retextualização no caso apresentado é regida por uma operação que:
Nos Anos Finais, aprofunda-se o tratamento dos gêneros que circulam nos campos jornalísticomidiático e de atuação na vida pública, principalmente:
(1) Afixo (2) Raiz (3) Desinência
( ) Elemento terminal indicativo das flexões das palavras. ( ) Elemento que se junta a um radical ou tema para formar neologismos. ( ) Elemento originário e irredutível em que se concentra o significado das palavras, do ponto de vista histórico.
(1) a ………..., a língua em seu estado permanente de transformação, de fluidez, de instabilidade;
(2) a ………., produto cultural, modelo artificial de língua criado justamente para [...] servir de padrão para os comportamentos linguísticos considerados adequados, corretos e convenientes.
A alternativa que preenche correta e respectivamente cada uma das lacunas apresentadas é:
LEIA o texto a seguir para responder a questão.
O bom e o mau
Se me perguntarem (ninguém me pergunta nada há muito tempo) o que mais me irrita atualmente e o que mais me gratifica, eu responderei que é o computador. Na verdade, fica difícil imaginar a vida profissional sem ele, seus recursos de memória e arquivo, a capacidade de fazer correções, eliminar ou acrescentar palavras e parágrafos.
É também irritante, sobretudo com os programas cada vez mais avançados que bolam para os usuários. Não sei qual foi o gênio que programou os dias da semana (segunda, terça, quarta etc.) com maiúsculas. Não os uso assim, e toda vez que começo a escrever "na segunda fila" ou "ter ou não ter, eis a questão" sou obrigado a eliminar a maiúscula, pois o computador, para melhor e mais rapidamente me servir, acha que eu vou escrever o que não quero nem preciso escrever.
Acho que já contei esta história. Se contei, conto-a outra vez, pois ela expressa exatamente o que o computador pode nos dar de bom e ruim. Um escritor norte-americano escreveu um romance em que o personagem principal teria o nome de Julieta. Um amigo, que leu os originais, achou que o nome italianado não combinava com a mocinha do oeste dos Estados Unidos, que devia se chamar Bárbara, Carol ou Kate.
O autor concordou e usando o recurso do "replace", ordenou que toda vez que aparecesse a palavra "Julieta", fosse ela substituída pela palavra "Bárbara". Mandou o original assim emendado para a editora e quando recebeu o primeiro exemplar de sua obra, verificou que os seus personagens haviam ido ao teatro assistir a uma peça de Shakespeare intitulada "Romeu e Bárbara".
Ao computador pode-se aplicar aquele pensamento do cão de Quincas Borba, que para facilitar as coisas, tinha o mesmo nome do dono: "Nada é completamente bom, nada é completamente mau".
CONY, Carlos Heitor. In: Manuel da Costa Pinto (Org.). Crônica brasileira contemporânea: antologia de crônicas.
São Paulo: Salamandra, 2005. p. 30-31.