Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3598785 Português
Atenção: Leia o texto para responder à questão.


    A "caixa de Pandora· é uma metáfora usada para caracterizar ações que, menosprezando o principio da precaução, desencadeiam consequências/as maléficas, terríveis e irreversíveis. O mito de Pandora origina-se nos poemas épicos de Hesíodo (a Teogonia), escritos durante o século VII a.C.e considerados uma das mais antigas versões sobre a origem do Universo.

    Zeus deu a Pandora, como presente de casamento, uma caixa (na Grécia antiga, um jarro), mas avisou-a para nunca a abrir, pois seria melhor deixá-la intocada. A vontade de abri-la superou qualquer precaução: coisas horríveis voaram para fora, incluindo ganância, inveja, ódio, dor, doença, fome, pobreza, guerra e morte.

    Hoje em dia, a caixa de Pandora continua sendo aberta, não por pessoas desavisadas, mas por personagens que prestam serviços em nome da ciência, da política e da economia.

    Aí estão os agravos à saúde da população, à biodiversidade, ao habitat dos demais seres vivos, à preservação dos ecossistemas, à própria Terra como um todo. A confiança na tecnologia como panaceia para todos os mates resultou em considerar a "inteligência artificial' como opção para o declínio da "inteligência natural".

    Efeitos adversos relativos ao ultraprocessamento dos alimentos, às transformações genéticas, ás radiações eletromagnéticas continuam ainda pouco explorados. Entidades diversas subsidiam pesquisas científicas, desde que seus resultados respaldem, a priori, o que afirmam sobre seus métodos, produtos e ações.

    Jornalistas, influenciadores e meios de comunicação social teriam que destacar os objetivos desejáveis e colocar em debate os caminhos para alcançá-los.

    O resgate da Terra e o resgate da humanidade são aspectos complementares e devem ser tratados simultaneamente. no espaço e no tempo, para seu apoio mútuo.

    A questão é que as mudanças dependem da adoção de novas formas de estar no mundo. Elas implicam o apoio de dimensões interdependentes: Intima (mundo pessoal); interativa (relações grupais/; social (política, econômica); e biofísica (condições ambientais).

    Existe uma sinergia entre todas essas dimensões: elas podem se congregar em tomo de objetivos comuns (ecossistemas), ou se repelirem (ruptura e caos).

    Eis aqui a caixa de Pandora.


(Adaptado de: André Francisco Pilon. Disponível em: https://jomal.usp.br. Acesso em 06/2025)
O trecho que apresenta palavra formada a partir de prefixo de negação está em:  
Alternativas
Q3598784 Português
Atenção: Leia o texto para responder à questão.


    A "caixa de Pandora· é uma metáfora usada para caracterizar ações que, menosprezando o principio da precaução, desencadeiam consequências/as maléficas, terríveis e irreversíveis. O mito de Pandora origina-se nos poemas épicos de Hesíodo (a Teogonia), escritos durante o século VII a.C.e considerados uma das mais antigas versões sobre a origem do Universo.

    Zeus deu a Pandora, como presente de casamento, uma caixa (na Grécia antiga, um jarro), mas avisou-a para nunca a abrir, pois seria melhor deixá-la intocada. A vontade de abri-la superou qualquer precaução: coisas horríveis voaram para fora, incluindo ganância, inveja, ódio, dor, doença, fome, pobreza, guerra e morte.

    Hoje em dia, a caixa de Pandora continua sendo aberta, não por pessoas desavisadas, mas por personagens que prestam serviços em nome da ciência, da política e da economia.

    Aí estão os agravos à saúde da população, à biodiversidade, ao habitat dos demais seres vivos, à preservação dos ecossistemas, à própria Terra como um todo. A confiança na tecnologia como panaceia para todos os mates resultou em considerar a "inteligência artificial' como opção para o declínio da "inteligência natural".

    Efeitos adversos relativos ao ultraprocessamento dos alimentos, às transformações genéticas, ás radiações eletromagnéticas continuam ainda pouco explorados. Entidades diversas subsidiam pesquisas científicas, desde que seus resultados respaldem, a priori, o que afirmam sobre seus métodos, produtos e ações.

    Jornalistas, influenciadores e meios de comunicação social teriam que destacar os objetivos desejáveis e colocar em debate os caminhos para alcançá-los.

    O resgate da Terra e o resgate da humanidade são aspectos complementares e devem ser tratados simultaneamente. no espaço e no tempo, para seu apoio mútuo.

    A questão é que as mudanças dependem da adoção de novas formas de estar no mundo. Elas implicam o apoio de dimensões interdependentes: Intima (mundo pessoal); interativa (relações grupais/; social (política, econômica); e biofísica (condições ambientais).

    Existe uma sinergia entre todas essas dimensões: elas podem se congregar em tomo de objetivos comuns (ecossistemas), ou se repelirem (ruptura e caos).

    Eis aqui a caixa de Pandora.


(Adaptado de: André Francisco Pilon. Disponível em: https://jomal.usp.br. Acesso em 06/2025)
A redação alternativa de um comentário baseado em trecho do texto, em que se mantém a correção gramatical, está em: 
Alternativas
Q3598783 Português
Atenção: Leia o texto para responder à questão.


    A "caixa de Pandora· é uma metáfora usada para caracterizar ações que, menosprezando o principio da precaução, desencadeiam consequências/as maléficas, terríveis e irreversíveis. O mito de Pandora origina-se nos poemas épicos de Hesíodo (a Teogonia), escritos durante o século VII a.C.e considerados uma das mais antigas versões sobre a origem do Universo.

    Zeus deu a Pandora, como presente de casamento, uma caixa (na Grécia antiga, um jarro), mas avisou-a para nunca a abrir, pois seria melhor deixá-la intocada. A vontade de abri-la superou qualquer precaução: coisas horríveis voaram para fora, incluindo ganância, inveja, ódio, dor, doença, fome, pobreza, guerra e morte.

    Hoje em dia, a caixa de Pandora continua sendo aberta, não por pessoas desavisadas, mas por personagens que prestam serviços em nome da ciência, da política e da economia.

    Aí estão os agravos à saúde da população, à biodiversidade, ao habitat dos demais seres vivos, à preservação dos ecossistemas, à própria Terra como um todo. A confiança na tecnologia como panaceia para todos os mates resultou em considerar a "inteligência artificial' como opção para o declínio da "inteligência natural".

    Efeitos adversos relativos ao ultraprocessamento dos alimentos, às transformações genéticas, ás radiações eletromagnéticas continuam ainda pouco explorados. Entidades diversas subsidiam pesquisas científicas, desde que seus resultados respaldem, a priori, o que afirmam sobre seus métodos, produtos e ações.

    Jornalistas, influenciadores e meios de comunicação social teriam que destacar os objetivos desejáveis e colocar em debate os caminhos para alcançá-los.

    O resgate da Terra e o resgate da humanidade são aspectos complementares e devem ser tratados simultaneamente. no espaço e no tempo, para seu apoio mútuo.

    A questão é que as mudanças dependem da adoção de novas formas de estar no mundo. Elas implicam o apoio de dimensões interdependentes: Intima (mundo pessoal); interativa (relações grupais/; social (política, econômica); e biofísica (condições ambientais).

    Existe uma sinergia entre todas essas dimensões: elas podem se congregar em tomo de objetivos comuns (ecossistemas), ou se repelirem (ruptura e caos).

    Eis aqui a caixa de Pandora.


(Adaptado de: André Francisco Pilon. Disponível em: https://jomal.usp.br. Acesso em 06/2025)
Por meio da frase Eis aqui a caixa de Pandora, o autor alerta, sobretudo, contra  
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Q3598145 Português

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109. 

Qual figura de pensamento se estabelece entre os substantivos sublinhados neste fragmento textual “o sujeito possa conviver em sociedade aprendendo a distinguir entre o certo e o errado” (l. 12)? 
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Q3598144 Português

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109. 

Quanto à relação semântica entre os termos “ser humano” (l. 07) e “criança” (l. 18), assinale a afirmativa CORRETA. 
Alternativas
Q3598139 Português

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109. 

Qual oração apresenta a mesma função que tem este fragmento oracional “que a natureza lhe ofereceu” (l. 20)? 
Alternativas
Q3598136 Português

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109. 

Deve-se tomar como base o primeiro parágrafo, a fim de marcar a afirmação cujo conteúdo está CORRETO com relação à classificação das palavras.
Alternativas
Q3598134 Português

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109. 

A respeito deste excerto “Aqui o educando deverá aprender a discernir entre o bem e o mal, o certo e o errado, sempre auxiliado pelo seu preceptor, que, aliás, é imprescindível para que haja um crescimento pessoal, intelectual e moral do aluno (l. 03, 04 e 05) e dos elementos estruturais das palavras, assinale a alternativa cujo teor está CORRETO.
Alternativas
Q3598132 Português

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109. 

No tocante à acentuação gráfica da forma verbal “é” (l. 16), por exemplo, o AOLP 199011 prescreve o seguinte: “BASE VIII – Da acentuação gráfica das palavras oxítonas - 1o) Acentuam-se com acento agudo: a) As palavras oxítonas terminadas nas vogais tónicas/tônicas abertas grafadas -a, -e ou -o, seguidas ou não de -s: está, estás, já, olá; até, é, és, olé, pontapé(s); avó(s), dominó(s), paletó(s), só(s)”. A rigor, tal forma verbal NÃO deveria ser enquadrada nessa regra, porque:
11Acordo ortográfico da língua portuguesa: atos internacionais e normas correlatas. – 2. ed. – Brasília: Senado Federal, Coordenação de Edições Técnicas, 2014, p. 19. 
Alternativas
Q3598131 Português

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109. 

Em relação aos encontros vocálicos e consonânticos e aos dígrafos constantes da citação direta do último parágrafo, indique a asserção cujo teor apresenta a devida CORREÇÃO.
Alternativas
Q3598129 Português

ROMANI, Simone; RAJOBAC, Raimundo. Iluminismo pedagógico: educação e adolescência no Livro III do Emílio de Rousseau. Revista Espaço Acadêmico. Maringá, n. 125, out., 2011, p. 109. 

Levando-se em consideração os princípios ortoépicos, em qual trecho existe consoante constritivo-fricativo-palatal-surda?
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Q3597619 Português

A Beleza Total



ANDRADE, Carlos Drummond de. In https://www.culturagenial.com/contos-curtos-para-ler-agora-mesmo/#anchor-noite. Acesso em: 05 ago. 2025.

A exemplo do substantivo “olhos” (l. 12), também apresenta a mudança do timbre da vogal tônica na flexão de número a palavra:
Alternativas
Q3597617 Português

A Beleza Total



ANDRADE, Carlos Drummond de. In https://www.culturagenial.com/contos-curtos-para-ler-agora-mesmo/#anchor-noite. Acesso em: 05 ago. 2025.

Examine as afirmações seguintes com sustentação nas regras de acentuação gráfica e marque a afirmação CORRETA. 
Alternativas
Q3597365 Português
Você deve errar

    Até recentemente, pesquisadores da evolução humana acreditavam termos nos tornados bípedes obedecendo a um processo gradual, passando por diversos estágios, sequencialmente. Hoje, sabemos ter acontecido de maneira diferente. Foi uma sucessão de tentativas, havendo retornos para um andar sobre os quatro membros, para só depois culminar na forma que temos agora. Ressalve-se: isso traz consigo uma série de problemas em termos posturais, mas essa adaptação, por outro lado, nos elevou a “donos” do planeta. Faço esta observação, apelando para a ciência, a propósito de algo cada vez mais marcado no cotidiano: perdemos a capacidade de reconhecer a presença do erro em nosso DNA. Tudo precisa acontecer em linha reta, sem margem para equívocos. Essa cobrança se dá no mercado de trabalho, estendendo-se nas relações entre amigos e familiares. Estamos criando o desejo totalitarista de perfeição. Ele não cabe na prática e menos ainda na subjetividade de cada ser. A busca de um ideal que desconsidera o bom senso nos leva a sofrer por nos sentirmos distanciados de tal propósito.
    Sou da turma que exige bastante de si, visando um grau de excelência. Há um elemento louvável, mas corre-se o risco de adoecer a alma, cobrando sempre mais. Evitar isso costuma ser a abertura para a multiplicação de sucessos no futuro. Acrescente-se uma razoável dose de paciência e ela contribuirá para a mudança de mentalidade. Porque na vida — a natureza nos ensina — é preciso de um longo tempo para promover alterações de ordem marcante. O correto é manter o espírito apto a continuar tentando e substituir a palavra fracasso por aprendizado.
    A análise das nossas origens é um ________ para desenvolver inúmeras coisas. De muitas “falhas” surgiram modelos que nos definem como raça, ampliando as chances de sobrevivência. Assim, cumpre ver para além do imediato. Diminuir o grau de exigência, testar, voltar novamente ao ponto de partida — são condutas valiosas para alcançar propósitos que estão na base de um entendimento profundo. Se você faz tudo com plena consciência e atenção, acontecerá um previsível ajuste e, lá adiante, significará o alcance de grandes propósitos.
    Ainda me sinto desconfortável se constato ter realizado algo abaixo da minha expectativa. No entanto, já me permito fazer essa revisão no meu modo de pensar. Um bom conselho? Esteja disposto ___ extrair novas lições, pouco importa de onde venham. Elas te levarão ___ uma saudável reconciliação com você mesmo.
     Estaríamos ainda nas florestas, pulando de galho em galho, se não tivéssemos ousado caminhar como o fazemos. No começo pode ter parecido impossível. Hoje estamos aqui, contando essa proeza. Desistir não faz parte do projeto de evolução. Errar, sim.
Autor: Gilmar Marcílio – GZH (adaptado). 
Na oração “Pesquisadores da evolução humana acreditavam termos nos tornados bípedes”, o termo “Pesquisadores da evolução humana” exerce a função de sujeito. Com base nessa estrutura, assinale a alternativa que classifica corretamente o tipo de sujeito da oração principal. 
Alternativas
Q3597364 Português
Você deve errar

    Até recentemente, pesquisadores da evolução humana acreditavam termos nos tornados bípedes obedecendo a um processo gradual, passando por diversos estágios, sequencialmente. Hoje, sabemos ter acontecido de maneira diferente. Foi uma sucessão de tentativas, havendo retornos para um andar sobre os quatro membros, para só depois culminar na forma que temos agora. Ressalve-se: isso traz consigo uma série de problemas em termos posturais, mas essa adaptação, por outro lado, nos elevou a “donos” do planeta. Faço esta observação, apelando para a ciência, a propósito de algo cada vez mais marcado no cotidiano: perdemos a capacidade de reconhecer a presença do erro em nosso DNA. Tudo precisa acontecer em linha reta, sem margem para equívocos. Essa cobrança se dá no mercado de trabalho, estendendo-se nas relações entre amigos e familiares. Estamos criando o desejo totalitarista de perfeição. Ele não cabe na prática e menos ainda na subjetividade de cada ser. A busca de um ideal que desconsidera o bom senso nos leva a sofrer por nos sentirmos distanciados de tal propósito.
    Sou da turma que exige bastante de si, visando um grau de excelência. Há um elemento louvável, mas corre-se o risco de adoecer a alma, cobrando sempre mais. Evitar isso costuma ser a abertura para a multiplicação de sucessos no futuro. Acrescente-se uma razoável dose de paciência e ela contribuirá para a mudança de mentalidade. Porque na vida — a natureza nos ensina — é preciso de um longo tempo para promover alterações de ordem marcante. O correto é manter o espírito apto a continuar tentando e substituir a palavra fracasso por aprendizado.
    A análise das nossas origens é um ________ para desenvolver inúmeras coisas. De muitas “falhas” surgiram modelos que nos definem como raça, ampliando as chances de sobrevivência. Assim, cumpre ver para além do imediato. Diminuir o grau de exigência, testar, voltar novamente ao ponto de partida — são condutas valiosas para alcançar propósitos que estão na base de um entendimento profundo. Se você faz tudo com plena consciência e atenção, acontecerá um previsível ajuste e, lá adiante, significará o alcance de grandes propósitos.
    Ainda me sinto desconfortável se constato ter realizado algo abaixo da minha expectativa. No entanto, já me permito fazer essa revisão no meu modo de pensar. Um bom conselho? Esteja disposto ___ extrair novas lições, pouco importa de onde venham. Elas te levarão ___ uma saudável reconciliação com você mesmo.
     Estaríamos ainda nas florestas, pulando de galho em galho, se não tivéssemos ousado caminhar como o fazemos. No começo pode ter parecido impossível. Hoje estamos aqui, contando essa proeza. Desistir não faz parte do projeto de evolução. Errar, sim.
Autor: Gilmar Marcílio – GZH (adaptado). 
Com relação ao número de fonemas e dígrafos de vocábulos do texto, assinale a única alternativa com uma análise INCORRETA.
Alternativas
Q3597363 Português
Você deve errar

    Até recentemente, pesquisadores da evolução humana acreditavam termos nos tornados bípedes obedecendo a um processo gradual, passando por diversos estágios, sequencialmente. Hoje, sabemos ter acontecido de maneira diferente. Foi uma sucessão de tentativas, havendo retornos para um andar sobre os quatro membros, para só depois culminar na forma que temos agora. Ressalve-se: isso traz consigo uma série de problemas em termos posturais, mas essa adaptação, por outro lado, nos elevou a “donos” do planeta. Faço esta observação, apelando para a ciência, a propósito de algo cada vez mais marcado no cotidiano: perdemos a capacidade de reconhecer a presença do erro em nosso DNA. Tudo precisa acontecer em linha reta, sem margem para equívocos. Essa cobrança se dá no mercado de trabalho, estendendo-se nas relações entre amigos e familiares. Estamos criando o desejo totalitarista de perfeição. Ele não cabe na prática e menos ainda na subjetividade de cada ser. A busca de um ideal que desconsidera o bom senso nos leva a sofrer por nos sentirmos distanciados de tal propósito.
    Sou da turma que exige bastante de si, visando um grau de excelência. Há um elemento louvável, mas corre-se o risco de adoecer a alma, cobrando sempre mais. Evitar isso costuma ser a abertura para a multiplicação de sucessos no futuro. Acrescente-se uma razoável dose de paciência e ela contribuirá para a mudança de mentalidade. Porque na vida — a natureza nos ensina — é preciso de um longo tempo para promover alterações de ordem marcante. O correto é manter o espírito apto a continuar tentando e substituir a palavra fracasso por aprendizado.
    A análise das nossas origens é um ________ para desenvolver inúmeras coisas. De muitas “falhas” surgiram modelos que nos definem como raça, ampliando as chances de sobrevivência. Assim, cumpre ver para além do imediato. Diminuir o grau de exigência, testar, voltar novamente ao ponto de partida — são condutas valiosas para alcançar propósitos que estão na base de um entendimento profundo. Se você faz tudo com plena consciência e atenção, acontecerá um previsível ajuste e, lá adiante, significará o alcance de grandes propósitos.
    Ainda me sinto desconfortável se constato ter realizado algo abaixo da minha expectativa. No entanto, já me permito fazer essa revisão no meu modo de pensar. Um bom conselho? Esteja disposto ___ extrair novas lições, pouco importa de onde venham. Elas te levarão ___ uma saudável reconciliação com você mesmo.
     Estaríamos ainda nas florestas, pulando de galho em galho, se não tivéssemos ousado caminhar como o fazemos. No começo pode ter parecido impossível. Hoje estamos aqui, contando essa proeza. Desistir não faz parte do projeto de evolução. Errar, sim.
Autor: Gilmar Marcílio – GZH (adaptado). 
Na oração “Sou da turma que exige bastante de si, visando um grau de excelência”, o termo “que” funciona como ______, enquanto o termo “si” é classificado como ________.
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas acima? 
Alternativas
Q3597362 Português
Você deve errar

    Até recentemente, pesquisadores da evolução humana acreditavam termos nos tornados bípedes obedecendo a um processo gradual, passando por diversos estágios, sequencialmente. Hoje, sabemos ter acontecido de maneira diferente. Foi uma sucessão de tentativas, havendo retornos para um andar sobre os quatro membros, para só depois culminar na forma que temos agora. Ressalve-se: isso traz consigo uma série de problemas em termos posturais, mas essa adaptação, por outro lado, nos elevou a “donos” do planeta. Faço esta observação, apelando para a ciência, a propósito de algo cada vez mais marcado no cotidiano: perdemos a capacidade de reconhecer a presença do erro em nosso DNA. Tudo precisa acontecer em linha reta, sem margem para equívocos. Essa cobrança se dá no mercado de trabalho, estendendo-se nas relações entre amigos e familiares. Estamos criando o desejo totalitarista de perfeição. Ele não cabe na prática e menos ainda na subjetividade de cada ser. A busca de um ideal que desconsidera o bom senso nos leva a sofrer por nos sentirmos distanciados de tal propósito.
    Sou da turma que exige bastante de si, visando um grau de excelência. Há um elemento louvável, mas corre-se o risco de adoecer a alma, cobrando sempre mais. Evitar isso costuma ser a abertura para a multiplicação de sucessos no futuro. Acrescente-se uma razoável dose de paciência e ela contribuirá para a mudança de mentalidade. Porque na vida — a natureza nos ensina — é preciso de um longo tempo para promover alterações de ordem marcante. O correto é manter o espírito apto a continuar tentando e substituir a palavra fracasso por aprendizado.
    A análise das nossas origens é um ________ para desenvolver inúmeras coisas. De muitas “falhas” surgiram modelos que nos definem como raça, ampliando as chances de sobrevivência. Assim, cumpre ver para além do imediato. Diminuir o grau de exigência, testar, voltar novamente ao ponto de partida — são condutas valiosas para alcançar propósitos que estão na base de um entendimento profundo. Se você faz tudo com plena consciência e atenção, acontecerá um previsível ajuste e, lá adiante, significará o alcance de grandes propósitos.
    Ainda me sinto desconfortável se constato ter realizado algo abaixo da minha expectativa. No entanto, já me permito fazer essa revisão no meu modo de pensar. Um bom conselho? Esteja disposto ___ extrair novas lições, pouco importa de onde venham. Elas te levarão ___ uma saudável reconciliação com você mesmo.
     Estaríamos ainda nas florestas, pulando de galho em galho, se não tivéssemos ousado caminhar como o fazemos. No começo pode ter parecido impossível. Hoje estamos aqui, contando essa proeza. Desistir não faz parte do projeto de evolução. Errar, sim.
Autor: Gilmar Marcílio – GZH (adaptado). 
A escolha adequada dos tempos e modos verbais contribui para a construção da progressão argumentativa e para a articulação das ideias no texto. Considerando os verbos destacados, analise as assertivas a seguir:
I. O verbo “surgiram”, no trecho “de muitas falhas surgiram modelos”, está no pretérito perfeito do indicativo, expressando uma ação concluída no passado.
II. O verbo “acontecerá”, no trecho “acontecerá um previsível ajuste”, está no futuro do presente do indicativo, indicando uma previsão de algo que ainda ocorrerá.
III. O verbo “estaríamos”, no trecho “estaríamos ainda nas florestas”, está no futuro do subjuntivo, sendo usado para construir uma ideia hipotética.
Está(ão) CORRETA(S): 
Alternativas
Q3597361 Português
Você deve errar

    Até recentemente, pesquisadores da evolução humana acreditavam termos nos tornados bípedes obedecendo a um processo gradual, passando por diversos estágios, sequencialmente. Hoje, sabemos ter acontecido de maneira diferente. Foi uma sucessão de tentativas, havendo retornos para um andar sobre os quatro membros, para só depois culminar na forma que temos agora. Ressalve-se: isso traz consigo uma série de problemas em termos posturais, mas essa adaptação, por outro lado, nos elevou a “donos” do planeta. Faço esta observação, apelando para a ciência, a propósito de algo cada vez mais marcado no cotidiano: perdemos a capacidade de reconhecer a presença do erro em nosso DNA. Tudo precisa acontecer em linha reta, sem margem para equívocos. Essa cobrança se dá no mercado de trabalho, estendendo-se nas relações entre amigos e familiares. Estamos criando o desejo totalitarista de perfeição. Ele não cabe na prática e menos ainda na subjetividade de cada ser. A busca de um ideal que desconsidera o bom senso nos leva a sofrer por nos sentirmos distanciados de tal propósito.
    Sou da turma que exige bastante de si, visando um grau de excelência. Há um elemento louvável, mas corre-se o risco de adoecer a alma, cobrando sempre mais. Evitar isso costuma ser a abertura para a multiplicação de sucessos no futuro. Acrescente-se uma razoável dose de paciência e ela contribuirá para a mudança de mentalidade. Porque na vida — a natureza nos ensina — é preciso de um longo tempo para promover alterações de ordem marcante. O correto é manter o espírito apto a continuar tentando e substituir a palavra fracasso por aprendizado.
    A análise das nossas origens é um ________ para desenvolver inúmeras coisas. De muitas “falhas” surgiram modelos que nos definem como raça, ampliando as chances de sobrevivência. Assim, cumpre ver para além do imediato. Diminuir o grau de exigência, testar, voltar novamente ao ponto de partida — são condutas valiosas para alcançar propósitos que estão na base de um entendimento profundo. Se você faz tudo com plena consciência e atenção, acontecerá um previsível ajuste e, lá adiante, significará o alcance de grandes propósitos.
    Ainda me sinto desconfortável se constato ter realizado algo abaixo da minha expectativa. No entanto, já me permito fazer essa revisão no meu modo de pensar. Um bom conselho? Esteja disposto ___ extrair novas lições, pouco importa de onde venham. Elas te levarão ___ uma saudável reconciliação com você mesmo.
     Estaríamos ainda nas florestas, pulando de galho em galho, se não tivéssemos ousado caminhar como o fazemos. No começo pode ter parecido impossível. Hoje estamos aqui, contando essa proeza. Desistir não faz parte do projeto de evolução. Errar, sim.
Autor: Gilmar Marcílio – GZH (adaptado). 
No trecho “havendo retornos para um andar sobre os quatro membros”, a palavra destacada apresenta um uso que exige análise quanto à sua estrutura e função. Nesse contexto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3597360 Português
Você deve errar

    Até recentemente, pesquisadores da evolução humana acreditavam termos nos tornados bípedes obedecendo a um processo gradual, passando por diversos estágios, sequencialmente. Hoje, sabemos ter acontecido de maneira diferente. Foi uma sucessão de tentativas, havendo retornos para um andar sobre os quatro membros, para só depois culminar na forma que temos agora. Ressalve-se: isso traz consigo uma série de problemas em termos posturais, mas essa adaptação, por outro lado, nos elevou a “donos” do planeta. Faço esta observação, apelando para a ciência, a propósito de algo cada vez mais marcado no cotidiano: perdemos a capacidade de reconhecer a presença do erro em nosso DNA. Tudo precisa acontecer em linha reta, sem margem para equívocos. Essa cobrança se dá no mercado de trabalho, estendendo-se nas relações entre amigos e familiares. Estamos criando o desejo totalitarista de perfeição. Ele não cabe na prática e menos ainda na subjetividade de cada ser. A busca de um ideal que desconsidera o bom senso nos leva a sofrer por nos sentirmos distanciados de tal propósito.
    Sou da turma que exige bastante de si, visando um grau de excelência. Há um elemento louvável, mas corre-se o risco de adoecer a alma, cobrando sempre mais. Evitar isso costuma ser a abertura para a multiplicação de sucessos no futuro. Acrescente-se uma razoável dose de paciência e ela contribuirá para a mudança de mentalidade. Porque na vida — a natureza nos ensina — é preciso de um longo tempo para promover alterações de ordem marcante. O correto é manter o espírito apto a continuar tentando e substituir a palavra fracasso por aprendizado.
    A análise das nossas origens é um ________ para desenvolver inúmeras coisas. De muitas “falhas” surgiram modelos que nos definem como raça, ampliando as chances de sobrevivência. Assim, cumpre ver para além do imediato. Diminuir o grau de exigência, testar, voltar novamente ao ponto de partida — são condutas valiosas para alcançar propósitos que estão na base de um entendimento profundo. Se você faz tudo com plena consciência e atenção, acontecerá um previsível ajuste e, lá adiante, significará o alcance de grandes propósitos.
    Ainda me sinto desconfortável se constato ter realizado algo abaixo da minha expectativa. No entanto, já me permito fazer essa revisão no meu modo de pensar. Um bom conselho? Esteja disposto ___ extrair novas lições, pouco importa de onde venham. Elas te levarão ___ uma saudável reconciliação com você mesmo.
     Estaríamos ainda nas florestas, pulando de galho em galho, se não tivéssemos ousado caminhar como o fazemos. No começo pode ter parecido impossível. Hoje estamos aqui, contando essa proeza. Desistir não faz parte do projeto de evolução. Errar, sim.
Autor: Gilmar Marcílio – GZH (adaptado). 
As palavras “culminar” e “apelando”, presentes no texto, estão empregadas em contextos que revelam sentidos específicos. Com base no uso dessas palavras, analise as assertivas a seguir:
I. A palavra “culminar”, no trecho “para só depois culminar na forma que temos agora”, indica o desfecho de um processo evolutivo, sugerindo uma etapa final obtida após tentativas anteriores.
II. A expressão “apelando para a ciência”, no trecho em que o autor introduz a analogia evolutiva, indica um recurso argumentativo, como quem recorre à autoridade científica para reforçar sua ideia.
Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3597359 Português
Você deve errar

    Até recentemente, pesquisadores da evolução humana acreditavam termos nos tornados bípedes obedecendo a um processo gradual, passando por diversos estágios, sequencialmente. Hoje, sabemos ter acontecido de maneira diferente. Foi uma sucessão de tentativas, havendo retornos para um andar sobre os quatro membros, para só depois culminar na forma que temos agora. Ressalve-se: isso traz consigo uma série de problemas em termos posturais, mas essa adaptação, por outro lado, nos elevou a “donos” do planeta. Faço esta observação, apelando para a ciência, a propósito de algo cada vez mais marcado no cotidiano: perdemos a capacidade de reconhecer a presença do erro em nosso DNA. Tudo precisa acontecer em linha reta, sem margem para equívocos. Essa cobrança se dá no mercado de trabalho, estendendo-se nas relações entre amigos e familiares. Estamos criando o desejo totalitarista de perfeição. Ele não cabe na prática e menos ainda na subjetividade de cada ser. A busca de um ideal que desconsidera o bom senso nos leva a sofrer por nos sentirmos distanciados de tal propósito.
    Sou da turma que exige bastante de si, visando um grau de excelência. Há um elemento louvável, mas corre-se o risco de adoecer a alma, cobrando sempre mais. Evitar isso costuma ser a abertura para a multiplicação de sucessos no futuro. Acrescente-se uma razoável dose de paciência e ela contribuirá para a mudança de mentalidade. Porque na vida — a natureza nos ensina — é preciso de um longo tempo para promover alterações de ordem marcante. O correto é manter o espírito apto a continuar tentando e substituir a palavra fracasso por aprendizado.
    A análise das nossas origens é um ________ para desenvolver inúmeras coisas. De muitas “falhas” surgiram modelos que nos definem como raça, ampliando as chances de sobrevivência. Assim, cumpre ver para além do imediato. Diminuir o grau de exigência, testar, voltar novamente ao ponto de partida — são condutas valiosas para alcançar propósitos que estão na base de um entendimento profundo. Se você faz tudo com plena consciência e atenção, acontecerá um previsível ajuste e, lá adiante, significará o alcance de grandes propósitos.
    Ainda me sinto desconfortável se constato ter realizado algo abaixo da minha expectativa. No entanto, já me permito fazer essa revisão no meu modo de pensar. Um bom conselho? Esteja disposto ___ extrair novas lições, pouco importa de onde venham. Elas te levarão ___ uma saudável reconciliação com você mesmo.
     Estaríamos ainda nas florestas, pulando de galho em galho, se não tivéssemos ousado caminhar como o fazemos. No começo pode ter parecido impossível. Hoje estamos aqui, contando essa proeza. Desistir não faz parte do projeto de evolução. Errar, sim.
Autor: Gilmar Marcílio – GZH (adaptado). 
Ao afirmar, no final do texto, que “Desistir não faz parte do projeto de evolução. Errar, sim.”, o autor: 
Alternativas
Respostas
22881: E
22882: B
22883: E
22884: A
22885: D
22886: B
22887: B
22888: B
22889: D
22890: A
22891: A
22892: C
22893: A
22894: D
22895: B
22896: D
22897: B
22898: A
22899: D
22900: C