Questões de Concurso Comentadas sobre português
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A linguagem
na ponta da língua,
tão fácil de falar
e de entender.
A linguagem
na superfície estrelada de letras,
sabe lá o que ela quer dizer? (...)
(Carlos Drummond de Andrade)
As estrofes acima retratam:
– Eu não falarei mentira, mesmo se você _______.
– Eu não falaria mentira, mesmo se você _______.
Mantendo a coerência dos enunciados e o paralelismo entre as formas verbais acima, as lacunas devem ser preenchidas com os seguintes termos, na mesma ordem:
(___) A língua não é homogênea, apresentando variações temporais, regionais e sociais.
(___) A língua da classe dominante é superior, mais rica e mais cheia de detalhes do que a das classes economicamente inferiores.
(___) A variação linguística é um fenômeno universal, não se restringindo, por exemplo, à Língua Portuguesa.
(___) Cada indivíduo possui uma linguagem própria, que não apresenta mudanças em relação ao lugar, ao interlocutor ou às situações específicas.
(___) A variação linguística compromete muito a comunicação, confundindo a gramática e os sentidos das palavras.
“Se até a natureza tem seus ciclos, por que nós deveríamos permanecer sempre iguais?”
Em relação à palavra destacada no enunciado acima, é correto afirmar que ela possui o sentido de:
A definição acima se aplica corretamente a:
Entre os elementos destacados no período acima, quantos possuem valor adjetivo, qualificando algum termo?
Disponível em <https://brainly.com.br/tarefa/56372911>. Na charge acima, a expressão “produtora de biografias orais não autorizadas”, por substituir “fofoqueira”, é caracterizada pela figura de linguagem conhecida como:
Assinale a alternativa em que os termos completam corretamente as lacunas a seguir, na mesma ordem, em relação à análise da palavra destacada acima.
Trata-se de uma palavra de natureza _______ com o sentido de _______, que introduz uma oração de valor _______ do tipo _______.
Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo:
Serão os livros escritos por inteligência artificial o futuro do mercado editorial?
A literatura mudou muito ao longo dos anos em todos os aspectos. Com uma variada gama de autores e estilos literários, dos grandes livros aos e-books, a literatura evolui à medida que a tecnologia continua a se desenvolver. Nos últimos anos, houve um aumento significativo no uso da inteligência artificial (IA) para gerar conteúdo escrito, incluindo livros. Os algoritmos sofisticados e as técnicas de processamento de linguagem natural das IAs são capazes de analisar grandes quantidades de dados, gerar novas ideias e produzir conteúdo escrito com grande qualidade.
Apesar de toda essa facilidade e possibilidade que a IA tem de revolucionar o mercado editorial, ao mesmo tempo, também cria uma preocupação do tamanho do seu impacto e na iminente substituição dos autores humanos. Será possível que as máquinas substituam a criatividade e a autenticidade que nós, seres vivos, temos?
Recentemente um livro escrito 100% por inteligência artificial gerou um burburinho nas redes e no mercado. O americano Ammar Reshi escreveu seu próprio livro infantil em apenas 72 horas, usando ferramentas como o ChatGPT para texto e o Midjourney para as imagens. Como esperado, ele foi bombardeado de críticas após a publicação do livro, que gerou debates ligados aos direitos autorais e liberdade de expressão, já que a IA utiliza informações e exemplos já existentes na rede para gerar um novo conteúdo. Ou seja, a criação não é algo totalmente original.
A IA pode até escrever capítulos mais rápido do que um humano, mas nada substitui a emoção que um autor coloca em suas palavras. A escrita com IA não tem a profundidade emocional e as perspectivas únicas que vêm da experiência humana. É sempre bom lembrar que a escrita envolve mais do que apenas colocar palavras em uma página; também envolve as nuances da experiência humana, a capacidade de se conectar com os leitores em um nível pessoal e a paixão e dedicação que levam os escritores a criar suas histórias. (...)
SAAD, Betinho. Serão os livros escritos por inteligência
artificial o futuro do mercado editorial? Publishnews. 05
abr. 2023. Disponível em
https://www.publishnews.com.br/materias/2023/04/05/s
Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo:
Serão os livros escritos por inteligência artificial o futuro do mercado editorial?
A literatura mudou muito ao longo dos anos em todos os aspectos. Com uma variada gama de autores e estilos literários, dos grandes livros aos e-books, a literatura evolui à medida que a tecnologia continua a se desenvolver. Nos últimos anos, houve um aumento significativo no uso da inteligência artificial (IA) para gerar conteúdo escrito, incluindo livros. Os algoritmos sofisticados e as técnicas de processamento de linguagem natural das IAs são capazes de analisar grandes quantidades de dados, gerar novas ideias e produzir conteúdo escrito com grande qualidade.
Apesar de toda essa facilidade e possibilidade que a IA tem de revolucionar o mercado editorial, ao mesmo tempo, também cria uma preocupação do tamanho do seu impacto e na iminente substituição dos autores humanos. Será possível que as máquinas substituam a criatividade e a autenticidade que nós, seres vivos, temos?
Recentemente um livro escrito 100% por inteligência artificial gerou um burburinho nas redes e no mercado. O americano Ammar Reshi escreveu seu próprio livro infantil em apenas 72 horas, usando ferramentas como o ChatGPT para texto e o Midjourney para as imagens. Como esperado, ele foi bombardeado de críticas após a publicação do livro, que gerou debates ligados aos direitos autorais e liberdade de expressão, já que a IA utiliza informações e exemplos já existentes na rede para gerar um novo conteúdo. Ou seja, a criação não é algo totalmente original.
A IA pode até escrever capítulos mais rápido do que um humano, mas nada substitui a emoção que um autor coloca em suas palavras. A escrita com IA não tem a profundidade emocional e as perspectivas únicas que vêm da experiência humana. É sempre bom lembrar que a escrita envolve mais do que apenas colocar palavras em uma página; também envolve as nuances da experiência humana, a capacidade de se conectar com os leitores em um nível pessoal e a paixão e dedicação que levam os escritores a criar suas histórias. (...)
SAAD, Betinho. Serão os livros escritos por inteligência
artificial o futuro do mercado editorial? Publishnews. 05
abr. 2023. Disponível em
https://www.publishnews.com.br/materias/2023/04/05/s
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo:
Serão os livros escritos por inteligência artificial o futuro do mercado editorial?
A literatura mudou muito ao longo dos anos em todos os aspectos. Com uma variada gama de autores e estilos literários, dos grandes livros aos e-books, a literatura evolui à medida que a tecnologia continua a se desenvolver. Nos últimos anos, houve um aumento significativo no uso da inteligência artificial (IA) para gerar conteúdo escrito, incluindo livros. Os algoritmos sofisticados e as técnicas de processamento de linguagem natural das IAs são capazes de analisar grandes quantidades de dados, gerar novas ideias e produzir conteúdo escrito com grande qualidade.
Apesar de toda essa facilidade e possibilidade que a IA tem de revolucionar o mercado editorial, ao mesmo tempo, também cria uma preocupação do tamanho do seu impacto e na iminente substituição dos autores humanos. Será possível que as máquinas substituam a criatividade e a autenticidade que nós, seres vivos, temos?
Recentemente um livro escrito 100% por inteligência artificial gerou um burburinho nas redes e no mercado. O americano Ammar Reshi escreveu seu próprio livro infantil em apenas 72 horas, usando ferramentas como o ChatGPT para texto e o Midjourney para as imagens. Como esperado, ele foi bombardeado de críticas após a publicação do livro, que gerou debates ligados aos direitos autorais e liberdade de expressão, já que a IA utiliza informações e exemplos já existentes na rede para gerar um novo conteúdo. Ou seja, a criação não é algo totalmente original.
A IA pode até escrever capítulos mais rápido do que um humano, mas nada substitui a emoção que um autor coloca em suas palavras. A escrita com IA não tem a profundidade emocional e as perspectivas únicas que vêm da experiência humana. É sempre bom lembrar que a escrita envolve mais do que apenas colocar palavras em uma página; também envolve as nuances da experiência humana, a capacidade de se conectar com os leitores em um nível pessoal e a paixão e dedicação que levam os escritores a criar suas histórias. (...)
SAAD, Betinho. Serão os livros escritos por inteligência
artificial o futuro do mercado editorial? Publishnews. 05
abr. 2023. Disponível em
https://www.publishnews.com.br/materias/2023/04/05/s
Uma nova abordagem didático-metodológica deve ser vivenciada, tendo como objetivo a construção da __________ social, política e econômica.
A finalidade da área de Linguagens é possibilitar aos estudantes participar de práticas de linguagem diversificadas, que lhes permitam ampliar suas capacidades expressivas em manifestações artísticas, corporais e ________, como também seus conhecimentos sobre essas linguagens, em continuidade às experiências vividas na Educação Infantil.
Brasil lidera a desinformação antivacina na América Latina, aponta estudo
Desinformações sobre vacinas cresceram mais de 600 vezes durante a pandemia, segundo o levantamento. O Brasil concentra 40% de todo o conteúdo antivacina do continente latino-americano. É o que aponta o estudo "Anti-vaccine Disinformation in Latin America and the Caribbean" (Desinformação antivacina na América Latina e no Caribe), que mapeou, pela primeira vez, 81 milhões de mensagens publicadas em 1.785 comunidades de teorias da conspiração no Telegram, distribuídas por 18 países, entre 2016 e 2025. O levantamento é coordenado por pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
O estudo identificou 175 supostos danos atribuídos às vacinas e 80 falsos "antídotos" vendidos como "detox" para neutralizar seus efeitos. Segundo alerta dos pesquisadores, a desinformação se consolidou como mercado lucrativo e ameaça à saúde pública.
"A desinformação não é acaso, é um projeto daqueles que lucram com isso. Ela se organiza, se financia e se adapta porque há interesses por trás. O que o estudo mostra é que o antivacinismo virou um sistema de medo e lucro que mina a confiança social e fragiliza políticas públicas de saúde", explica Ergon Cugler, pesquisador do DesinfoPop/FGV e coordenador do estudo. [...]
"O Brasil virou o epicentro latino-americano da desinformação antivacina. Isso não acontece por acaso: temos um ambiente digital que ainda engatinha no debate da regulação, plataformas que lucram com o engajamento do medo e desafios estruturais que permitem que o discurso conspiratório floresça", diz Ergon Cugler.
[...]
A pesquisa mapeou os 175 principais supostos danos causados pelas vacinas, divulgados nos grupos de desinformação. As alegações falsas mais comuns vão de morte súbita e alteração do DNA a envenenamento e câncer, seguidas por boatos sobre coágulos, infertilidade e problemas cardíacos.
[...] O estudo também identificou 80 falsos antídotos para supostamente "desfazer" vacinas. Os mais difundidos são o aterramento − ficar descalço no solo − (2,2%), que afirma "limpar energias do corpo"; o dióxido de cloro (1,5%), vendido como "solução milagrosa mineral" mas altamente tóxico; e produtos como alho, ivermectina e zeólita. [...]
"O antivacinismo é mais do que um discurso: é um mercado que transforma pânico em produto. Enfrentar isso exige ação coordenada entre governo, imprensa, plataformas e sociedade. Combater a desinformação é uma questão de soberania informacional e de saúde pública", conclui Ergon Cugler.
(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/brasil-lidera-a-desinformacao-antivacina/. Acesso em: 20 out. 2025. Adaptado.)
I. A palavra "latino-americano" é composta por justaposição e o hífen está adequadamente empregado porque o primeiro termo está representado por um substantivo.
II. São formadas por derivação parassintética, ou seja, há o acréscimo simultâneo de um prefixo e um sufixo ao radical da forma primitiva, as palavras "antivacinismo", "envenenamento" e "infertilidade".
III. As palavras "epicentro", "antivacina" e "altamente" são formadas pelo mesmo processo, o de derivação prefixal.
É correto o que se afirma em: