Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3624543 Português
Cuidado com os especialistas da ciência

        “Especialistas afirmam que…” “Estudos de Harvard apontam que…”

        Muitas notícias científicas começam exatamente assim, dando a entender que o conteúdo deve ser verdadeiro, já que ratificado por experts.

        Tal expediente, o chamado “argumento de autoridade”, com frequência é utilizado como recurso retórico. É um pressuposto poderoso, invocado para oferecer credibilidade. No entanto, ele pode ser facilmente empregado como falácia lógica, quando sustenta um argumento muitas vezes indefensável.

        O grande problema aqui, a meu ver, é a forma como a autoridade é estabelecida, e os pilares sobre os quais ela se apoia. Em tempos de fake news, não é incomum a popularidade se transformar em reconhecimento, oferecendo uma confiabilidade duvidosa a falsos especialistas.

        Essa equivalência entre popularidade e credibilidade pode ocorrer de diversas maneiras. Um famoso astrofísico de Harvard, por exemplo, o dr. Avi Loeb, nos últimos anos passou a defender com ardor a possibilidade de nosso planeta ter sido visitado por extraterrestres.

        Cientificamente, os argumentos são frágeis. Não conheço nenhum cientista que endosse o que ele diz, muito pelo contrário, ele é ferozmente criticado. Mas o ego inflado pela fama é uma arma poderosa que mune a busca incessante por mais visibilidade. No final, o prestígio da instituição parece calar o debate público, como se um professor de Harvard não pudesse estar errado.

        Essa distorção chegou a níveis ridículos quando, em 2018, uma equipe de pesquisadores em minha universidade publicou uma notícia sobre a trajetória de um asteroide interplanetário no sistema solar, explicando sua órbita de maneira rigorosa e desmentindo Loeb, que afirmava se tratar de uma nave espacial alienígena. Os comentários no site de notícia, no entanto, surpreendentemente atacavam meus colegas, argumentando que cientistas brasileiros não poderiam saber mais que o pesquisador de Harvard.

        Episódio parecido aconteceu quando o vencedor do prêmio Nobel dr. Luc Montagnier promoveu a ideia de que o vírus da Covid-19 teria sido criado propositalmente em laboratório. Embora criticado por diversos acadêmicos por propagar desinformação, sua fala foi amplamente disseminada por defensores de teorias da conspiração, que nadaram de braçada durante a pandemia. Como um vencedor do Nobel poderia estar errado?

        Sinto que, atualmente, casos semelhantes são cada vez mais comuns – e, pior, com a autoridade concedida não apenas a profissionais como professores de Harvard e vencedores do prêmio Nobel, mas a influenciadores que transformam os likes em capital de credibilidade, como se a fama fosse sinal de conhecimento.

        Muitas dessas celebridades das redes extrapolam seu papel legítimo de divulgadores para assumir a posição de autoridade. Sei que a comunicação científica nas mídias sociais é fundamental, e seria ótimo contar com essas parcerias para difundir conhecimento. Minha crítica, porém, se volta à admissão de equivalência entre especialistas e apresentadores, os quais são validados pelos meios de comunicação como autoridades no assunto, espalhando notícias falsas sem que os verdadeiros experts sejam consultados.

        A grande perdedora nesse cenário é a própria ciência. Quando o público passa a escutar os “falsos profetas”, a própria percepção do que é a ciência sai prejudicada, afastando ainda mais a população do método científico e dificultando a comunicação importantíssima para apoiar o embasamento correto das evidências na formulação de políticas públicas.

        A única saída é a educação de base. A sociedade deve compreender como a ciência funciona para identificar as falsas autoridades e outorgar confiabilidade apenas àqueles que a atingiram pelo trabalho rigoroso, ao invés dos atalhos da notoriedade instantânea do mundo das redes sociais.

(GONÇALVES, Thiago. Cuidado com os especialistas da ciência. Jornal Nexo, 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
No 1º§, foi simulada a utilização de recurso retórico frequentemente encontrado em textos argumentativos. Esse recurso é conhecido como:
Alternativas
Q3624542 Português
Cuidado com os especialistas da ciência

        “Especialistas afirmam que…” “Estudos de Harvard apontam que…”

        Muitas notícias científicas começam exatamente assim, dando a entender que o conteúdo deve ser verdadeiro, já que ratificado por experts.

        Tal expediente, o chamado “argumento de autoridade”, com frequência é utilizado como recurso retórico. É um pressuposto poderoso, invocado para oferecer credibilidade. No entanto, ele pode ser facilmente empregado como falácia lógica, quando sustenta um argumento muitas vezes indefensável.

        O grande problema aqui, a meu ver, é a forma como a autoridade é estabelecida, e os pilares sobre os quais ela se apoia. Em tempos de fake news, não é incomum a popularidade se transformar em reconhecimento, oferecendo uma confiabilidade duvidosa a falsos especialistas.

        Essa equivalência entre popularidade e credibilidade pode ocorrer de diversas maneiras. Um famoso astrofísico de Harvard, por exemplo, o dr. Avi Loeb, nos últimos anos passou a defender com ardor a possibilidade de nosso planeta ter sido visitado por extraterrestres.

        Cientificamente, os argumentos são frágeis. Não conheço nenhum cientista que endosse o que ele diz, muito pelo contrário, ele é ferozmente criticado. Mas o ego inflado pela fama é uma arma poderosa que mune a busca incessante por mais visibilidade. No final, o prestígio da instituição parece calar o debate público, como se um professor de Harvard não pudesse estar errado.

        Essa distorção chegou a níveis ridículos quando, em 2018, uma equipe de pesquisadores em minha universidade publicou uma notícia sobre a trajetória de um asteroide interplanetário no sistema solar, explicando sua órbita de maneira rigorosa e desmentindo Loeb, que afirmava se tratar de uma nave espacial alienígena. Os comentários no site de notícia, no entanto, surpreendentemente atacavam meus colegas, argumentando que cientistas brasileiros não poderiam saber mais que o pesquisador de Harvard.

        Episódio parecido aconteceu quando o vencedor do prêmio Nobel dr. Luc Montagnier promoveu a ideia de que o vírus da Covid-19 teria sido criado propositalmente em laboratório. Embora criticado por diversos acadêmicos por propagar desinformação, sua fala foi amplamente disseminada por defensores de teorias da conspiração, que nadaram de braçada durante a pandemia. Como um vencedor do Nobel poderia estar errado?

        Sinto que, atualmente, casos semelhantes são cada vez mais comuns – e, pior, com a autoridade concedida não apenas a profissionais como professores de Harvard e vencedores do prêmio Nobel, mas a influenciadores que transformam os likes em capital de credibilidade, como se a fama fosse sinal de conhecimento.

        Muitas dessas celebridades das redes extrapolam seu papel legítimo de divulgadores para assumir a posição de autoridade. Sei que a comunicação científica nas mídias sociais é fundamental, e seria ótimo contar com essas parcerias para difundir conhecimento. Minha crítica, porém, se volta à admissão de equivalência entre especialistas e apresentadores, os quais são validados pelos meios de comunicação como autoridades no assunto, espalhando notícias falsas sem que os verdadeiros experts sejam consultados.

        A grande perdedora nesse cenário é a própria ciência. Quando o público passa a escutar os “falsos profetas”, a própria percepção do que é a ciência sai prejudicada, afastando ainda mais a população do método científico e dificultando a comunicação importantíssima para apoiar o embasamento correto das evidências na formulação de políticas públicas.

        A única saída é a educação de base. A sociedade deve compreender como a ciência funciona para identificar as falsas autoridades e outorgar confiabilidade apenas àqueles que a atingiram pelo trabalho rigoroso, ao invés dos atalhos da notoriedade instantânea do mundo das redes sociais.

(GONÇALVES, Thiago. Cuidado com os especialistas da ciência. Jornal Nexo, 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
De acordo com o texto, “argumentos de autoridade” falaciosos são capazes de promover: 
Alternativas
Q3624313 Português

Quanto às estações, também não "as teríamos" e haveria um grande impacto nos padrões climáticos em todo o mundo.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/czdz14w0qwdo. adaptado


A norma-padrão de colocação pronominal destacada na frase denomina-se:

Alternativas
Q3624312 Português

"A estação de transição entre o inverno e o verão começa oficialmente nesta quarta-feira" e vai até o dia 21 de junho.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/czdz14w0qwdo. adaptado


Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada:

Alternativas
Q3624311 Português

O equinócio acontece quando a luz solar "incide" da mesma forma sobre os dois hemisférios, fazendo com que os dias e as noites tenham a mesma duração.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/czdz14w0qwdo. adaptado


O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:

Alternativas
Q3623709 Português

Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:


Fuga do cão


    Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?


    Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.


    Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.


    Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?


    Malditas laranjas suculentas, pensou!


    Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.


    Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.


    Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.


    Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.


    E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.


    Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!



Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025 

A única alternativa que está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa é:

Alternativas
Q3623708 Português

Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:


Fuga do cão


    Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?


    Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.


    Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.


    Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?


    Malditas laranjas suculentas, pensou!


    Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.


    Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.


    Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.


    Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.


    E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.


    Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!



Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025 

“Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo” (2º parágrafo). Nesse trecho, o conectivo em destaque tem valor de:

Alternativas
Q3623705 Português

Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:


Fuga do cão


    Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?


    Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.


    Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.


    Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?


    Malditas laranjas suculentas, pensou!


    Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.


    Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.


    Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.


    Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.


    E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.


    Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!



Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025 

No texto, o narrador chama o cão de “facínora”. Ao usar esse termo, o narrador:

Alternativas
Q3623702 Português

Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:


Fuga do cão


    Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?


    Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.


    Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.


    Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?


    Malditas laranjas suculentas, pensou!


    Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.


    Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.


    Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.


    Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.


    E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.


    Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!



Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025 

De acordo com o texto, Jonas teve uma razão para fugir do lugar onde estava. A razão é que ele:

Alternativas
Q3623596 Português
Leia o texto a seguir:

Brasil ultrapassa Europa em número de marcas de cerveja

Bebidas artesanais, sem álcool e sem glúten tiveram crescimento

    O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (SindCerv) informou que o Brasil ultrapassou a Europa no ano passado no número de marcas de cerveja registradas.

    De acordo com o levantamento da associação, o gigante sulamericano registrou 55 mil marcas, contra 50 mil dos países da União Europeia.

    Além disso, a pesquisa apontou que o Brasil possui atualmente 1.949 cervejarias em atividade em 790 cidades, ante apenas 40 no início dos anos 2000.

    "As empresas entenderam que o mercado demanda inovação. O resultado é essa explosão de marcas, que geram emprego e presença em todos os estados. Atualmente, há uma cervejaria para cada 109 mil habitantes", afi rmou o presidente do SindCerv, Márcio Maciel, em entrevista ao Poder360.

    O gestor acrescentou que o setor acompanha as tendências globais: as cervejas sem álcool tiveram um salto de 500% na produção em poucos anos, atingindo 757 milhões de litros anuais, enquanto as sem glúten, introduzidas em 2020, devem mais que dobrar de produção. Apesar desse crescimento, questões críticas permanecem.

    "Três grandes grupos industriais respondem por 96% da produção nacional, limitando o espaço competitivo para as cervejarias artesanais", diz Maciel.

    O setor, ressalta o chefe do SindCerv, aguarda a partir de agora a regulamentação da reforma tributária, o que pode impactar a competitividade. "Se o novo imposto não for cuidadosamente calibrado, o impacto será signifi cativo sobre um produto tão popular e sensível ao preço", alertou, pedindo regras alinhadas aos padrões internacionais e alíquotas baseadas no teor alcoólico. (com Ansa)


Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2025/09/1056757-brasil-ultrapassa-europaem-numero-de-marcas-de-cerveja.html. Acesso em 02/09/2025
“As empresas entenderam que o mercado demanda inovação” (4º parágrafo). Nesse trecho, a oração em destaque pode ser classifi cada como subordinada:
Alternativas
Q3623595 Português
Leia o texto a seguir:

Brasil ultrapassa Europa em número de marcas de cerveja

Bebidas artesanais, sem álcool e sem glúten tiveram crescimento

    O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (SindCerv) informou que o Brasil ultrapassou a Europa no ano passado no número de marcas de cerveja registradas.

    De acordo com o levantamento da associação, o gigante sulamericano registrou 55 mil marcas, contra 50 mil dos países da União Europeia.

    Além disso, a pesquisa apontou que o Brasil possui atualmente 1.949 cervejarias em atividade em 790 cidades, ante apenas 40 no início dos anos 2000.

    "As empresas entenderam que o mercado demanda inovação. O resultado é essa explosão de marcas, que geram emprego e presença em todos os estados. Atualmente, há uma cervejaria para cada 109 mil habitantes", afi rmou o presidente do SindCerv, Márcio Maciel, em entrevista ao Poder360.

    O gestor acrescentou que o setor acompanha as tendências globais: as cervejas sem álcool tiveram um salto de 500% na produção em poucos anos, atingindo 757 milhões de litros anuais, enquanto as sem glúten, introduzidas em 2020, devem mais que dobrar de produção. Apesar desse crescimento, questões críticas permanecem.

    "Três grandes grupos industriais respondem por 96% da produção nacional, limitando o espaço competitivo para as cervejarias artesanais", diz Maciel.

    O setor, ressalta o chefe do SindCerv, aguarda a partir de agora a regulamentação da reforma tributária, o que pode impactar a competitividade. "Se o novo imposto não for cuidadosamente calibrado, o impacto será signifi cativo sobre um produto tão popular e sensível ao preço", alertou, pedindo regras alinhadas aos padrões internacionais e alíquotas baseadas no teor alcoólico. (com Ansa)


Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2025/09/1056757-brasil-ultrapassa-europaem-numero-de-marcas-de-cerveja.html. Acesso em 02/09/2025
“Bebidas artesanais, sem álcool e sem glúten tiveram crescimento”. Se o verbo em destaque estivesse conjugado no pretérito imperfeito do indicativo, teríamos: 
Alternativas
Q3623594 Português
Leia o texto a seguir:

Brasil ultrapassa Europa em número de marcas de cerveja

Bebidas artesanais, sem álcool e sem glúten tiveram crescimento

    O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (SindCerv) informou que o Brasil ultrapassou a Europa no ano passado no número de marcas de cerveja registradas.

    De acordo com o levantamento da associação, o gigante sulamericano registrou 55 mil marcas, contra 50 mil dos países da União Europeia.

    Além disso, a pesquisa apontou que o Brasil possui atualmente 1.949 cervejarias em atividade em 790 cidades, ante apenas 40 no início dos anos 2000.

    "As empresas entenderam que o mercado demanda inovação. O resultado é essa explosão de marcas, que geram emprego e presença em todos os estados. Atualmente, há uma cervejaria para cada 109 mil habitantes", afi rmou o presidente do SindCerv, Márcio Maciel, em entrevista ao Poder360.

    O gestor acrescentou que o setor acompanha as tendências globais: as cervejas sem álcool tiveram um salto de 500% na produção em poucos anos, atingindo 757 milhões de litros anuais, enquanto as sem glúten, introduzidas em 2020, devem mais que dobrar de produção. Apesar desse crescimento, questões críticas permanecem.

    "Três grandes grupos industriais respondem por 96% da produção nacional, limitando o espaço competitivo para as cervejarias artesanais", diz Maciel.

    O setor, ressalta o chefe do SindCerv, aguarda a partir de agora a regulamentação da reforma tributária, o que pode impactar a competitividade. "Se o novo imposto não for cuidadosamente calibrado, o impacto será signifi cativo sobre um produto tão popular e sensível ao preço", alertou, pedindo regras alinhadas aos padrões internacionais e alíquotas baseadas no teor alcoólico. (com Ansa)


Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2025/09/1056757-brasil-ultrapassa-europaem-numero-de-marcas-de-cerveja.html. Acesso em 02/09/2025
A leitura do texto permite concluir que uma medida específi ca poderia proteger melhor a competitividade das cervejarias menores. Essa medida é:
Alternativas
Q3623593 Português
Leia o texto a seguir:

Brasil ultrapassa Europa em número de marcas de cerveja

Bebidas artesanais, sem álcool e sem glúten tiveram crescimento

    O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (SindCerv) informou que o Brasil ultrapassou a Europa no ano passado no número de marcas de cerveja registradas.

    De acordo com o levantamento da associação, o gigante sulamericano registrou 55 mil marcas, contra 50 mil dos países da União Europeia.

    Além disso, a pesquisa apontou que o Brasil possui atualmente 1.949 cervejarias em atividade em 790 cidades, ante apenas 40 no início dos anos 2000.

    "As empresas entenderam que o mercado demanda inovação. O resultado é essa explosão de marcas, que geram emprego e presença em todos os estados. Atualmente, há uma cervejaria para cada 109 mil habitantes", afi rmou o presidente do SindCerv, Márcio Maciel, em entrevista ao Poder360.

    O gestor acrescentou que o setor acompanha as tendências globais: as cervejas sem álcool tiveram um salto de 500% na produção em poucos anos, atingindo 757 milhões de litros anuais, enquanto as sem glúten, introduzidas em 2020, devem mais que dobrar de produção. Apesar desse crescimento, questões críticas permanecem.

    "Três grandes grupos industriais respondem por 96% da produção nacional, limitando o espaço competitivo para as cervejarias artesanais", diz Maciel.

    O setor, ressalta o chefe do SindCerv, aguarda a partir de agora a regulamentação da reforma tributária, o que pode impactar a competitividade. "Se o novo imposto não for cuidadosamente calibrado, o impacto será signifi cativo sobre um produto tão popular e sensível ao preço", alertou, pedindo regras alinhadas aos padrões internacionais e alíquotas baseadas no teor alcoólico. (com Ansa)


Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2025/09/1056757-brasil-ultrapassa-europaem-numero-de-marcas-de-cerveja.html. Acesso em 02/09/2025
No texto, uma determinada expressão conectiva sinaliza uma relação de concessão entre o crescimento do setor e seus problemas persistentes. Essa expressão conectiva é:
Alternativas
Q3623592 Português
Leia o texto a seguir:

Brasil ultrapassa Europa em número de marcas de cerveja

Bebidas artesanais, sem álcool e sem glúten tiveram crescimento

    O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (SindCerv) informou que o Brasil ultrapassou a Europa no ano passado no número de marcas de cerveja registradas.

    De acordo com o levantamento da associação, o gigante sulamericano registrou 55 mil marcas, contra 50 mil dos países da União Europeia.

    Além disso, a pesquisa apontou que o Brasil possui atualmente 1.949 cervejarias em atividade em 790 cidades, ante apenas 40 no início dos anos 2000.

    "As empresas entenderam que o mercado demanda inovação. O resultado é essa explosão de marcas, que geram emprego e presença em todos os estados. Atualmente, há uma cervejaria para cada 109 mil habitantes", afi rmou o presidente do SindCerv, Márcio Maciel, em entrevista ao Poder360.

    O gestor acrescentou que o setor acompanha as tendências globais: as cervejas sem álcool tiveram um salto de 500% na produção em poucos anos, atingindo 757 milhões de litros anuais, enquanto as sem glúten, introduzidas em 2020, devem mais que dobrar de produção. Apesar desse crescimento, questões críticas permanecem.

    "Três grandes grupos industriais respondem por 96% da produção nacional, limitando o espaço competitivo para as cervejarias artesanais", diz Maciel.

    O setor, ressalta o chefe do SindCerv, aguarda a partir de agora a regulamentação da reforma tributária, o que pode impactar a competitividade. "Se o novo imposto não for cuidadosamente calibrado, o impacto será signifi cativo sobre um produto tão popular e sensível ao preço", alertou, pedindo regras alinhadas aos padrões internacionais e alíquotas baseadas no teor alcoólico. (com Ansa)


Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2025/09/1056757-brasil-ultrapassa-europaem-numero-de-marcas-de-cerveja.html. Acesso em 02/09/2025
A leitura atenta do texto permite uma conclusão, que é a seguinte:
Alternativas
Q3623384 Português
Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a classe de palavras dos vocábulos sublinhados no trecho a seguir, retirado do texto:

“Todos carregamos coisas mal resolvidas dentro de nós”. 
Alternativas
Q3623021 Português
Analise os termos sublinhados dos trechos abaixo:

• “de súbito pareceu deslocar-se para um tempo bem antigo” (l. 10-11). • “durante anos eu procurei por aquela bala” (l. 14). • “que a certeza do ontem irá de alguma forma parecer cafuné” (l. 21-22).

Assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, a função sintática dos termos sublinhados.
Alternativas
Q3623018 Português
Analise as assertivas a seguir sobre a palavra “engraçado” (l. 14), assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A palavra foi empregada como um substantivo.
( ) O vocábulo poderia ser substituído por “divertido” sem alteração do sentido original do trecho.
( ) Trata-se de uma palavra formada por derivação prefixal.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3623017 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra ou expressão que poderia substituir “em que” (l. 03) mantendo a correção do período.
Alternativas
Q3623015 Português
Analise as assertivas a seguir a respeito da palavra “despretensioso” (l. 04), assinalando V, verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Considerando o contexto em que ocorre, a palavra poderia ser substituída por “singular” sem causar alterações significativas ao sentido original do texto.
( ) “Despretensioso” é um adjetivo uniforme no que tange à flexão de gênero e foi formado pelo processo de derivação parassintética.
( ) Tanto a palavra “despretensioso” quanto a expressão “coisa rápida” (l. 04) referem-se a “passeio” (l. 04).

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3623014 Português

Analise as seguintes propostas de alteração do texto: 


1. A supressão do pronome indefinido “alguns” na linha 01.

2. A supressão da preposição “por” na linha 14.

3. A inserção de “umas” antes de “certas coisas” na linha 15.

4. A substituição de “nunca” por “jamais” na linha 19.


O resultado da somatória dos números correspondentes às alterações que NÃO acarretam alterações significativas de sentido ou incorreções é:



Alternativas
Respostas
22241: A
22242: A
22243: B
22244: A
22245: B
22246: C
22247: C
22248: B
22249: D
22250: A
22251: B
22252: D
22253: D
22254: C
22255: C
22256: B
22257: B
22258: A
22259: C
22260: D