Questões de Concurso Comentadas sobre português
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Quanto às estações, também não "as teríamos" e haveria um grande impacto nos padrões climáticos em todo o mundo.
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/czdz14w0qwdo. adaptado
A norma-padrão de colocação pronominal destacada na frase denomina-se:
"A estação de transição entre o inverno e o verão começa oficialmente nesta quarta-feira" e vai até o dia 21 de junho.
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/czdz14w0qwdo. adaptado
Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada:
O equinócio acontece quando a luz solar "incide" da mesma forma sobre os dois hemisférios, fazendo com que os dias e as noites tenham a mesma duração.
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/czdz14w0qwdo. adaptado
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:
Fuga do cão
Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?
Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.
Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.
Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?
Malditas laranjas suculentas, pensou!
Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.
Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.
Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.
Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.
E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.
Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!
Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025
A única alternativa que está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa é:
Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:
Fuga do cão
Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?
Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.
Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.
Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?
Malditas laranjas suculentas, pensou!
Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.
Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.
Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.
Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.
E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.
Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!
Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025
“Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo” (2º parágrafo). Nesse trecho, o conectivo em destaque tem valor de:
Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:
Fuga do cão
Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?
Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.
Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.
Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?
Malditas laranjas suculentas, pensou!
Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.
Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.
Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.
Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.
E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.
Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!
Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025
No texto, o narrador chama o cão de “facínora”. Ao usar esse termo, o narrador:
Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:
Fuga do cão
Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?
Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.
Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.
Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?
Malditas laranjas suculentas, pensou!
Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.
Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.
Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.
Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.
E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.
Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!
Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025
De acordo com o texto, Jonas teve uma razão para fugir do lugar onde estava. A razão é que ele:
“Todos carregamos coisas mal resolvidas dentro de nós”.
• “de súbito pareceu deslocar-se para um tempo bem antigo” (l. 10-11). • “durante anos eu procurei por aquela bala” (l. 14). • “que a certeza do ontem irá de alguma forma parecer cafuné” (l. 21-22).
Assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, a função sintática dos termos sublinhados.
( ) A palavra foi empregada como um substantivo.
( ) O vocábulo poderia ser substituído por “divertido” sem alteração do sentido original do trecho.
( ) Trata-se de uma palavra formada por derivação prefixal.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) Considerando o contexto em que ocorre, a palavra poderia ser substituída por “singular” sem causar alterações significativas ao sentido original do texto.
( ) “Despretensioso” é um adjetivo uniforme no que tange à flexão de gênero e foi formado pelo processo de derivação parassintética.
( ) Tanto a palavra “despretensioso” quanto a expressão “coisa rápida” (l. 04) referem-se a “passeio” (l. 04).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Analise as seguintes propostas de alteração do texto:
1. A supressão do pronome indefinido “alguns” na linha 01.
2. A supressão da preposição “por” na linha 14.
3. A inserção de “umas” antes de “certas coisas” na linha 15.
4. A substituição de “nunca” por “jamais” na linha 19.
O resultado da somatória dos números correspondentes às alterações que NÃO acarretam alterações significativas de sentido ou incorreções é:

