Questões de Concurso Comentadas sobre português
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como atravessar os dissabores do dia a dia com humor e leveza
Sorrir não apaga os problemas, mas pode torná-los mais leves e menos sufocantes
Têm situações que parecem tão caóticas, difíceis e desgastantes que as únicas respostas emocionais são estresse, desânimo e ansiedade. Mas, um tempo depois, quando tudo se acalma, as risadas aparecem ao relembrar a experiência. Nesse momento, é tão fácil perceber como tudo poderia ter sido vivido com mais criatividade, humor e leveza. Se é possível fazer essa análise depois que as situações já passaram, por que não tentar aplicar a leveza como lema de vida?
Ressignificar as situações
O bom humor é um recurso muito importante para a saúde mental. "Estudos da neuropsicologia mostram que o riso e os estados emocionais positivos aumentam a liberação de neurotransmissores como a dopamina e a serotonina, que melhoram tanto a regulação do estresse quanto a capacidade de adaptação", explica a neuropsicóloga Aline Graffiette.
Por isso, essas pessoas tendem a lidar com adversidades de forma mais flexível, de modo a preservar a energia emocional para buscar soluções. Rir de si mesmo ou de uma situação é uma forma de ressignificar o que aconteceu. Sabe aqueles momentos que você diz: "Que bom que agora posso rir da situação?". Nesse momento o cérebro interrompe o ciclo de autocrítica e reduz a ativação da amígdala (que faz o processamento de emoções e respostas de ameaça). Assim, através das risadas, acontece uma sensação de alívio e abertura de novas perspectivas. [...]
Como desenvolver atitudes mais leves
O bom humor e a leveza cotidiana não surgirão depois de decorar todas as "piadas prontas" do mundo. É necessário prática e ferramentas emocionais. "A prática da atenção plena, a gratidão diária, o convívio social positivo e até atividades prazerosas simples, como ouvir música ou caminhar, treinam o cérebro para buscar estados emocionais equilibrados", aponta Aline. "Pequenos rituais de humor, como compartilhar uma piada, ouvir algo engraçado ou escrever sobre o que deu errado de forma irônica, ajudam a aliviar tensões."
Mudar o foco diante dos problemas também é uma ótima oportunidade. Em vez de dar ênfase ao problema, treine o modo de olhar para a solução e o aprendizado. Dessa forma, o cérebro entende que nem todo contratempo é uma crise.
"Primeiro, aceite que o aborrecimento faz parte da condição humana. A partir daí, é possível escolher não se identificar completamente com ele. Transformar algo frustrante em narrativa, piada ou partilha com alguém de confiança já é um modo de ressignificar", destaca o psicanalista e neuropsicólogo Jorge Guedes. "A leveza não elimina o sofrimento, mas o torna habitável, menos solitário e mais humano."
É importante lembrar que leveza e bom humor não são sinônimos de irresponsabilidade. Ou seja, não é negar os fatos, mas enfrentá-los sem peso emocional excessivo. Usar o humor como forma de evitar compromissos e negar a realidade está longe de ser uma leveza consciente e emocionalmente estável.
(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/como-atravessar-os-dissabores-do-dia-a-dia-com-humor-e-leveza/. Acesso em: 03 nov. 2025. Adaptado.)
I.O título possibilita ao leitor inferir que, ao longo de sua leitura, ele encontrará dicas, modos de viver, instruções a respeito da relação entre os problemas cotidianos e a forma como eles podem ser vividos.
II.O texto está estruturado com título e subtítulo, seguidos do corpo do texto, no qual o tema é desenvolvido.
III.O texto é uma notícia, cuja função sociocomunicativa é informar os leitores, seja do jornal, seja da revista, a respeito de fatos e acontecimentos atuais, importantes ou não, que envolvam pessoas e/ou instituições e que são de interesse do público.
É correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como atravessar os dissabores do dia a dia com humor e leveza
Sorrir não apaga os problemas, mas pode torná-los mais leves e menos sufocantes
Têm situações que parecem tão caóticas, difíceis e desgastantes que as únicas respostas emocionais são estresse, desânimo e ansiedade. Mas, um tempo depois, quando tudo se acalma, as risadas aparecem ao relembrar a experiência. Nesse momento, é tão fácil perceber como tudo poderia ter sido vivido com mais criatividade, humor e leveza. Se é possível fazer essa análise depois que as situações já passaram, por que não tentar aplicar a leveza como lema de vida?
Ressignificar as situações
O bom humor é um recurso muito importante para a saúde mental. "Estudos da neuropsicologia mostram que o riso e os estados emocionais positivos aumentam a liberação de neurotransmissores como a dopamina e a serotonina, que melhoram tanto a regulação do estresse quanto a capacidade de adaptação", explica a neuropsicóloga Aline Graffiette.
Por isso, essas pessoas tendem a lidar com adversidades de forma mais flexível, de modo a preservar a energia emocional para buscar soluções. Rir de si mesmo ou de uma situação é uma forma de ressignificar o que aconteceu. Sabe aqueles momentos que você diz: "Que bom que agora posso rir da situação?". Nesse momento o cérebro interrompe o ciclo de autocrítica e reduz a ativação da amígdala (que faz o processamento de emoções e respostas de ameaça). Assim, através das risadas, acontece uma sensação de alívio e abertura de novas perspectivas. [...]
Como desenvolver atitudes mais leves
O bom humor e a leveza cotidiana não surgirão depois de decorar todas as "piadas prontas" do mundo. É necessário prática e ferramentas emocionais. "A prática da atenção plena, a gratidão diária, o convívio social positivo e até atividades prazerosas simples, como ouvir música ou caminhar, treinam o cérebro para buscar estados emocionais equilibrados", aponta Aline. "Pequenos rituais de humor, como compartilhar uma piada, ouvir algo engraçado ou escrever sobre o que deu errado de forma irônica, ajudam a aliviar tensões."
Mudar o foco diante dos problemas também é uma ótima oportunidade. Em vez de dar ênfase ao problema, treine o modo de olhar para a solução e o aprendizado. Dessa forma, o cérebro entende que nem todo contratempo é uma crise.
"Primeiro, aceite que o aborrecimento faz parte da condição humana. A partir daí, é possível escolher não se identificar completamente com ele. Transformar algo frustrante em narrativa, piada ou partilha com alguém de confiança já é um modo de ressignificar", destaca o psicanalista e neuropsicólogo Jorge Guedes. "A leveza não elimina o sofrimento, mas o torna habitável, menos solitário e mais humano."
É importante lembrar que leveza e bom humor não são sinônimos de irresponsabilidade. Ou seja, não é negar os fatos, mas enfrentá-los sem peso emocional excessivo. Usar o humor como forma de evitar compromissos e negar a realidade está longe de ser uma leveza consciente e emocionalmente estável.
(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/como-atravessar-os-dissabores-do-dia-a-dia-com-humor-e-leveza/. Acesso em: 03 nov. 2025. Adaptado.)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como atravessar os dissabores do dia a dia com humor e leveza
Sorrir não apaga os problemas, mas pode torná-los mais leves e menos sufocantes
Têm situações que parecem tão caóticas, difíceis e desgastantes que as únicas respostas emocionais são estresse, desânimo e ansiedade. Mas, um tempo depois, quando tudo se acalma, as risadas aparecem ao relembrar a experiência. Nesse momento, é tão fácil perceber como tudo poderia ter sido vivido com mais criatividade, humor e leveza. Se é possível fazer essa análise depois que as situações já passaram, por que não tentar aplicar a leveza como lema de vida?
Ressignificar as situações
O bom humor é um recurso muito importante para a saúde mental. "Estudos da neuropsicologia mostram que o riso e os estados emocionais positivos aumentam a liberação de neurotransmissores como a dopamina e a serotonina, que melhoram tanto a regulação do estresse quanto a capacidade de adaptação", explica a neuropsicóloga Aline Graffiette.
Por isso, essas pessoas tendem a lidar com adversidades de forma mais flexível, de modo a preservar a energia emocional para buscar soluções. Rir de si mesmo ou de uma situação é uma forma de ressignificar o que aconteceu. Sabe aqueles momentos que você diz: "Que bom que agora posso rir da situação?". Nesse momento o cérebro interrompe o ciclo de autocrítica e reduz a ativação da amígdala (que faz o processamento de emoções e respostas de ameaça). Assim, através das risadas, acontece uma sensação de alívio e abertura de novas perspectivas. [...]
Como desenvolver atitudes mais leves
O bom humor e a leveza cotidiana não surgirão depois de decorar todas as "piadas prontas" do mundo. É necessário prática e ferramentas emocionais. "A prática da atenção plena, a gratidão diária, o convívio social positivo e até atividades prazerosas simples, como ouvir música ou caminhar, treinam o cérebro para buscar estados emocionais equilibrados", aponta Aline. "Pequenos rituais de humor, como compartilhar uma piada, ouvir algo engraçado ou escrever sobre o que deu errado de forma irônica, ajudam a aliviar tensões."
Mudar o foco diante dos problemas também é uma ótima oportunidade. Em vez de dar ênfase ao problema, treine o modo de olhar para a solução e o aprendizado. Dessa forma, o cérebro entende que nem todo contratempo é uma crise.
"Primeiro, aceite que o aborrecimento faz parte da condição humana. A partir daí, é possível escolher não se identificar completamente com ele. Transformar algo frustrante em narrativa, piada ou partilha com alguém de confiança já é um modo de ressignificar", destaca o psicanalista e neuropsicólogo Jorge Guedes. "A leveza não elimina o sofrimento, mas o torna habitável, menos solitário e mais humano."
É importante lembrar que leveza e bom humor não são sinônimos de irresponsabilidade. Ou seja, não é negar os fatos, mas enfrentá-los sem peso emocional excessivo. Usar o humor como forma de evitar compromissos e negar a realidade está longe de ser uma leveza consciente e emocionalmente estável.
(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/como-atravessar-os-dissabores-do-dia-a-dia-com-humor-e-leveza/. Acesso em: 03 nov. 2025. Adaptado.)
A acentuação é o modo de pronunciar um som ou grupo de sons com mais relevo do que outros nas palavras. Todas as palavras destacadas no excerto anterior apresentam sílaba tônica, seja ela acentuada graficamente ou não. Tendo isso em consideração, analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) As palavras paroxítonas não são em geral acentuadas graficamente. É o caso de momento. No caso de flexível e alívio, elas recebem acento gráfico porque terminam, respectivamente, em -l e em ditongo oral., elas recebem acento gráfico porque terminam, respectivamente, em -l e em ditongo oral.
(__) As palavras você e através são oxítonas e recebem acento gráfico porque terminam em -e/-es. No caso de você, o uso do acento circunflexo confere o som fechado para a letra "e"; diferentemente de através, que recebe acento agudo porque o som é aberto.
(__) As palavras cérebro, autocrítica e amígdala não são acentuadas pela mesma regra. No caso de cérebro e autocrítica, são duas proparoxítonas e, no caso de amígdala, é uma paroxítona.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como atravessar os dissabores do dia a dia com humor e leveza
Sorrir não apaga os problemas, mas pode torná-los mais leves e menos sufocantes
Têm situações que parecem tão caóticas, difíceis e desgastantes que as únicas respostas emocionais são estresse, desânimo e ansiedade. Mas, um tempo depois, quando tudo se acalma, as risadas aparecem ao relembrar a experiência. Nesse momento, é tão fácil perceber como tudo poderia ter sido vivido com mais criatividade, humor e leveza. Se é possível fazer essa análise depois que as situações já passaram, por que não tentar aplicar a leveza como lema de vida?
Ressignificar as situações
O bom humor é um recurso muito importante para a saúde mental. "Estudos da neuropsicologia mostram que o riso e os estados emocionais positivos aumentam a liberação de neurotransmissores como a dopamina e a serotonina, que melhoram tanto a regulação do estresse quanto a capacidade de adaptação", explica a neuropsicóloga Aline Graffiette.
Por isso, essas pessoas tendem a lidar com adversidades de forma mais flexível, de modo a preservar a energia emocional para buscar soluções. Rir de si mesmo ou de uma situação é uma forma de ressignificar o que aconteceu. Sabe aqueles momentos que você diz: "Que bom que agora posso rir da situação?". Nesse momento o cérebro interrompe o ciclo de autocrítica e reduz a ativação da amígdala (que faz o processamento de emoções e respostas de ameaça). Assim, através das risadas, acontece uma sensação de alívio e abertura de novas perspectivas. [...]
Como desenvolver atitudes mais leves
O bom humor e a leveza cotidiana não surgirão depois de decorar todas as "piadas prontas" do mundo. É necessário prática e ferramentas emocionais. "A prática da atenção plena, a gratidão diária, o convívio social positivo e até atividades prazerosas simples, como ouvir música ou caminhar, treinam o cérebro para buscar estados emocionais equilibrados", aponta Aline. "Pequenos rituais de humor, como compartilhar uma piada, ouvir algo engraçado ou escrever sobre o que deu errado de forma irônica, ajudam a aliviar tensões."
Mudar o foco diante dos problemas também é uma ótima oportunidade. Em vez de dar ênfase ao problema, treine o modo de olhar para a solução e o aprendizado. Dessa forma, o cérebro entende que nem todo contratempo é uma crise.
"Primeiro, aceite que o aborrecimento faz parte da condição humana. A partir daí, é possível escolher não se identificar completamente com ele. Transformar algo frustrante em narrativa, piada ou partilha com alguém de confiança já é um modo de ressignificar", destaca o psicanalista e neuropsicólogo Jorge Guedes. "A leveza não elimina o sofrimento, mas o torna habitável, menos solitário e mais humano."
É importante lembrar que leveza e bom humor não são sinônimos de irresponsabilidade. Ou seja, não é negar os fatos, mas enfrentá-los sem peso emocional excessivo. Usar o humor como forma de evitar compromissos e negar a realidade está longe de ser uma leveza consciente e emocionalmente estável.
(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/como-atravessar-os-dissabores-do-dia-a-dia-com-humor-e-leveza/. Acesso em: 03 nov. 2025. Adaptado.)
A partir do excerto, não isoladamente, mas dentro do texto, analise as sentenças a seguir:
I.O advérbio também tem uma função importante: ele indica uma inclusão, ou seja, a inserção de uma ideia nova. Nesse contexto, tem o mesmo sentido de "da mesma forma".
II."Em vez de" estabelece, entre as informações que a expressão articula, a ideia de substituição. Esse uso está coerente no excerto e em relação a todo o texto, trabalhando com a noção de instigar o leitor a fazer escolhas diante das situações-problema do dia a dia.
III.A expressão "dessa forma" possibilita ao leitor recuperar algo já mencionado, no caso, a ideia imediatamente anterior, e apresentar uma ideia nova que a complementa. Assim, o leitor pode interpretar o parágrafo compreendendo que, ao mudar o foco por meio do treinamento do olhar, é possível apresentar outras compreensões ao cérebro a respeito dos contratempos.
É correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como atravessar os dissabores do dia a dia com humor e leveza
Sorrir não apaga os problemas, mas pode torná-los mais leves e menos sufocantes
Têm situações que parecem tão caóticas, difíceis e desgastantes que as únicas respostas emocionais são estresse, desânimo e ansiedade. Mas, um tempo depois, quando tudo se acalma, as risadas aparecem ao relembrar a experiência. Nesse momento, é tão fácil perceber como tudo poderia ter sido vivido com mais criatividade, humor e leveza. Se é possível fazer essa análise depois que as situações já passaram, por que não tentar aplicar a leveza como lema de vida?
Ressignificar as situações
O bom humor é um recurso muito importante para a saúde mental. "Estudos da neuropsicologia mostram que o riso e os estados emocionais positivos aumentam a liberação de neurotransmissores como a dopamina e a serotonina, que melhoram tanto a regulação do estresse quanto a capacidade de adaptação", explica a neuropsicóloga Aline Graffiette.
Por isso, essas pessoas tendem a lidar com adversidades de forma mais flexível, de modo a preservar a energia emocional para buscar soluções. Rir de si mesmo ou de uma situação é uma forma de ressignificar o que aconteceu. Sabe aqueles momentos que você diz: "Que bom que agora posso rir da situação?". Nesse momento o cérebro interrompe o ciclo de autocrítica e reduz a ativação da amígdala (que faz o processamento de emoções e respostas de ameaça). Assim, através das risadas, acontece uma sensação de alívio e abertura de novas perspectivas. [...]
Como desenvolver atitudes mais leves
O bom humor e a leveza cotidiana não surgirão depois de decorar todas as "piadas prontas" do mundo. É necessário prática e ferramentas emocionais. "A prática da atenção plena, a gratidão diária, o convívio social positivo e até atividades prazerosas simples, como ouvir música ou caminhar, treinam o cérebro para buscar estados emocionais equilibrados", aponta Aline. "Pequenos rituais de humor, como compartilhar uma piada, ouvir algo engraçado ou escrever sobre o que deu errado de forma irônica, ajudam a aliviar tensões."
Mudar o foco diante dos problemas também é uma ótima oportunidade. Em vez de dar ênfase ao problema, treine o modo de olhar para a solução e o aprendizado. Dessa forma, o cérebro entende que nem todo contratempo é uma crise.
"Primeiro, aceite que o aborrecimento faz parte da condição humana. A partir daí, é possível escolher não se identificar completamente com ele. Transformar algo frustrante em narrativa, piada ou partilha com alguém de confiança já é um modo de ressignificar", destaca o psicanalista e neuropsicólogo Jorge Guedes. "A leveza não elimina o sofrimento, mas o torna habitável, menos solitário e mais humano."
É importante lembrar que leveza e bom humor não são sinônimos de irresponsabilidade. Ou seja, não é negar os fatos, mas enfrentá-los sem peso emocional excessivo. Usar o humor como forma de evitar compromissos e negar a realidade está longe de ser uma leveza consciente e emocionalmente estável.
(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/como-atravessar-os-dissabores-do-dia-a-dia-com-humor-e-leveza/. Acesso em: 03 nov. 2025. Adaptado.)
(_) É um recurso argumentativo recorrer à voz de autoridade e ao discurso científico, comprovando e sustentando o que se quer defender. Nesse caso, foi usado para sustentar a opinião emitida na frase inicial do parágrafo.
(_) A fala de Aline Graffiette explica cientificamente como o bom humor afeta a saúde mental.
(_) Apesar de apresentar informações científicas e lançar mão de termos, como neurotransmissores, dopamina e serotonina, isso não impede a compreensão do leitor da revista, sendo coerente com a proposta do texto.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como atravessar os dissabores do dia a dia com humor e leveza
Sorrir não apaga os problemas, mas pode torná-los mais leves e menos sufocantes
Têm situações que parecem tão caóticas, difíceis e desgastantes que as únicas respostas emocionais são estresse, desânimo e ansiedade. Mas, um tempo depois, quando tudo se acalma, as risadas aparecem ao relembrar a experiência. Nesse momento, é tão fácil perceber como tudo poderia ter sido vivido com mais criatividade, humor e leveza. Se é possível fazer essa análise depois que as situações já passaram, por que não tentar aplicar a leveza como lema de vida?
Ressignificar as situações
O bom humor é um recurso muito importante para a saúde mental. "Estudos da neuropsicologia mostram que o riso e os estados emocionais positivos aumentam a liberação de neurotransmissores como a dopamina e a serotonina, que melhoram tanto a regulação do estresse quanto a capacidade de adaptação", explica a neuropsicóloga Aline Graffiette.
Por isso, essas pessoas tendem a lidar com adversidades de forma mais flexível, de modo a preservar a energia emocional para buscar soluções. Rir de si mesmo ou de uma situação é uma forma de ressignificar o que aconteceu. Sabe aqueles momentos que você diz: "Que bom que agora posso rir da situação?". Nesse momento o cérebro interrompe o ciclo de autocrítica e reduz a ativação da amígdala (que faz o processamento de emoções e respostas de ameaça). Assim, através das risadas, acontece uma sensação de alívio e abertura de novas perspectivas. [...]
Como desenvolver atitudes mais leves
O bom humor e a leveza cotidiana não surgirão depois de decorar todas as "piadas prontas" do mundo. É necessário prática e ferramentas emocionais. "A prática da atenção plena, a gratidão diária, o convívio social positivo e até atividades prazerosas simples, como ouvir música ou caminhar, treinam o cérebro para buscar estados emocionais equilibrados", aponta Aline. "Pequenos rituais de humor, como compartilhar uma piada, ouvir algo engraçado ou escrever sobre o que deu errado de forma irônica, ajudam a aliviar tensões."
Mudar o foco diante dos problemas também é uma ótima oportunidade. Em vez de dar ênfase ao problema, treine o modo de olhar para a solução e o aprendizado. Dessa forma, o cérebro entende que nem todo contratempo é uma crise.
"Primeiro, aceite que o aborrecimento faz parte da condição humana. A partir daí, é possível escolher não se identificar completamente com ele. Transformar algo frustrante em narrativa, piada ou partilha com alguém de confiança já é um modo de ressignificar", destaca o psicanalista e neuropsicólogo Jorge Guedes. "A leveza não elimina o sofrimento, mas o torna habitável, menos solitário e mais humano."
É importante lembrar que leveza e bom humor não são sinônimos de irresponsabilidade. Ou seja, não é negar os fatos, mas enfrentá-los sem peso emocional excessivo. Usar o humor como forma de evitar compromissos e negar a realidade está longe de ser uma leveza consciente e emocionalmente estável.
(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/como-atravessar-os-dissabores-do-dia-a-dia-com-humor-e-leveza/. Acesso em: 03 nov. 2025. Adaptado.)
A respeito do texto, analise as sentenças a seguir:
I.O texto tem basicamente dois objetivos: explicar a relação entre as dificuldades cotidianas da vida e o humor e instruir o leitor sobre os caminhos para ter uma postura mais leve diante das adversidades.
II.Encarar as adversidades cotidianas com bom humor e leveza não é negar a importância delas ou ser irresponsável, mas dar-lhes o peso justo, não se sobrecarregando tanto emocionalmente.
III.Uma das ferramentas no processo de ressignificar as situações é o olhar, isto é, o modo como se vê tudo que envolve a situação pode tornar o enfrentamento mais pesado ou mais leve.
É correto o que se afirma em:
Com relação à colocação pronominal, analise as afirmativas a seguir sobre a ênclise e, em seguida, assinale a alternativa correta:
I. Um exemplo de ênclise é quando há palavras negativas antes do verbo, as quais atraem o pronome, por exemplo: Não o ajudo mais!
II. A ênclise ocorre quando o pronome é colocado depois do verbo, por exemplo: Cale-se agora!
III. Quando o pronome é colocado intercalado no verbo, chamamos de ênclise, por exemplo: Se puder, Michael visitar-me-á antes de partir.
IV. Ocorre ênclise quando o verbo estiver no gerúndio sem que seja introduzido pela preposição “em”, por exemplo: Suelen vive castigando-lhe de forma injusta.
Marque a alternativa que preenche as lacunas a seguir com as palavras ortograficamente corretas:
A instituição recebeu um grande ____________ recentemente. As empresas do bairro __________ muitos mantimentos, roupas e produtos de higiene pessoal. Os funcionários separaram e embalaram quase todos os itens para montagem dos kits, __________ as roupas.
Relacione as colunas a seguir, classificando corretamente cada tipo de pronome:
COLUNA I
1. Pronome demonstrativo.
2. Pronome relativo.
3. Pronome possessivo.
COLUNA II
(__) Estou amando este livro.
(__) A Aline não viu o meu notebook.
(__) Rafael, você pegou o caderno que estava aqui?
Assinale a alternativa que indica a correta sequência:
Considere o exemplo abaixo:
A sala de Clarice é tão bonita quanto a sala de Ruth.
Assinale a alternativa que indica a correta flexão do adjetivo em relação ao grau comparativo:
Leia o trecho a seguir:
“Um caquizeiro foi plantado na Fazenda Santa Elisa ao lado de dois gigantescos pés de lichia que há mais de cinquenta anos vivem no final de um gramado. (...) O caquizeiro vai crescer em boa companhia, aprendendo da tranquilidade e bondade das árvores já velhas que serão suas mestras.”
ALVES, Rubem. Do universo à jabuticaba. 4. ed. São Paulo: Planeta do Brasil. 2025. p. 12.
Com relação às classes de palavras, analise os itens a seguir e assinale a alternativa correta:
I. Os termos “Um” e “O”, destacados no texto acima, são classificados como artigos.
II. O primeiro é o artigo definido “Um”, que generaliza o caquizeiro, e o segundo é o artigo indefinido “O”, que especifica o mesmo caquizeiro.
Sobre o ponto-final, analise as afirmativas a seguir e, em seguida, assinale a alternativa correta:
I. O ponto-final emprega-se, principalmente, para fechar o período, por exemplo: “Jardel jogava no Santos.”.
II. Usa-se ponto-final no fim de uma palavra, oração ou frase, para indicar pergunta direta.
III. Usa-se o ponto-final nas abreviaturas, por exemplo: O império Romano se inicia em 27 a.C. e termina em 476 d.C.
IV. O ponto-final é utilizado para indicar suspensão ou interrupção do pensamento.
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Abotoaduras
O maior fabricante de abotoaduras de punho fechou a indústria depois de convencer-se de que é infinitamente reduzido o número de camisas de manga comprida, à disposição da humanidade.
E, mais, que os exemplares deste gênero, ainda existentes, são providos de botões, dispensando abotoaduras.
— Trabalhei a vida inteira no setor — lastimava-se — e almejava legar a meus filhos a tradição das abotoaduras de punho, como requinte terminal de uma camisa digna desse nome. Os fatos ergueram-se contra mim. Não posso mais produzir abotoaduras de punho para camisas sem punho ou de punho abastardado por míseros botões de plástico.
Concluiu que é o fim da civilização, quando uma camisa esporte, estampada, movida por vento súbito, saiu pelos ares, qual bandeira solta. E era tão bonito o esvoaçar do pano bigarreado, tão graciosas as evoluções, que o homem resolveu persistir na vida e aplicar sua fortuna em uma indústria colossal de camisas de manga curta.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. 1 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 19. (adaptado)
“O maior fabricante de abotoaduras de punho fechou a indústria depois de convencer-se de que é infinitamente reduzido o número de camisas de manga comprida, à disposição da humanidade.”
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Abotoaduras
O maior fabricante de abotoaduras de punho fechou a indústria depois de convencer-se de que é infinitamente reduzido o número de camisas de manga comprida, à disposição da humanidade.
E, mais, que os exemplares deste gênero, ainda existentes, são providos de botões, dispensando abotoaduras.
— Trabalhei a vida inteira no setor — lastimava-se — e almejava legar a meus filhos a tradição das abotoaduras de punho, como requinte terminal de uma camisa digna desse nome. Os fatos ergueram-se contra mim. Não posso mais produzir abotoaduras de punho para camisas sem punho ou de punho abastardado por míseros botões de plástico.
Concluiu que é o fim da civilização, quando uma camisa esporte, estampada, movida por vento súbito, saiu pelos ares, qual bandeira solta. E era tão bonito o esvoaçar do pano bigarreado, tão graciosas as evoluções, que o homem resolveu persistir na vida e aplicar sua fortuna em uma indústria colossal de camisas de manga curta.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. 1 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 19. (adaptado)
“Não posso mais produzir abotoaduras de punho para camisas sem punho (...).”
Em relação à regência verbal do verbo “produzir” que ocorre especificamente no trecho destacado do texto, assinale a alternativa correta. O verbo “produzir” na frase acima é:
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Abotoaduras
O maior fabricante de abotoaduras de punho fechou a indústria depois de convencer-se de que é infinitamente reduzido o número de camisas de manga comprida, à disposição da humanidade.
E, mais, que os exemplares deste gênero, ainda existentes, são providos de botões, dispensando abotoaduras.
— Trabalhei a vida inteira no setor — lastimava-se — e almejava legar a meus filhos a tradição das abotoaduras de punho, como requinte terminal de uma camisa digna desse nome. Os fatos ergueram-se contra mim. Não posso mais produzir abotoaduras de punho para camisas sem punho ou de punho abastardado por míseros botões de plástico.
Concluiu que é o fim da civilização, quando uma camisa esporte, estampada, movida por vento súbito, saiu pelos ares, qual bandeira solta. E era tão bonito o esvoaçar do pano bigarreado, tão graciosas as evoluções, que o homem resolveu persistir na vida e aplicar sua fortuna em uma indústria colossal de camisas de manga curta.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. 1 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 19. (adaptado)
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Abotoaduras
O maior fabricante de abotoaduras de punho fechou a indústria depois de convencer-se de que é infinitamente reduzido o número de camisas de manga comprida, à disposição da humanidade.
E, mais, que os exemplares deste gênero, ainda existentes, são providos de botões, dispensando abotoaduras.
— Trabalhei a vida inteira no setor — lastimava-se — e almejava legar a meus filhos a tradição das abotoaduras de punho, como requinte terminal de uma camisa digna desse nome. Os fatos ergueram-se contra mim. Não posso mais produzir abotoaduras de punho para camisas sem punho ou de punho abastardado por míseros botões de plástico.
Concluiu que é o fim da civilização, quando uma camisa esporte, estampada, movida por vento súbito, saiu pelos ares, qual bandeira solta. E era tão bonito o esvoaçar do pano bigarreado, tão graciosas as evoluções, que o homem resolveu persistir na vida e aplicar sua fortuna em uma indústria colossal de camisas de manga curta.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. 1 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 19. (adaptado)
I. A participação da energia hidrelétrica aumentou um ponto percentual em 2024.
II. O crescimento da energia solar em 2024 foi superior ao crescimento da energia eólica.
III. O Brasil é apresentado como um dos maiores produtores de energia limpa do mundo.
Está correto o que se afirma em:
( ) O crescimento do gás natural ocorreu em proporção superior ao da energia solar.
( ) Apesar do crescimento da geração a gás natural, sua participação na matriz elétrica brasileira ainda é inferior à das fontes renováveis.
( ) O aumento da participação do gás natural em 2024 tornou a matriz elétrica brasileira majoritariamente não renovável.