Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3680382 Português

Avanço do mar ameaça praias e casas



    Imagine perder a vista do mar, o pé na areia e a tranquilidade da beira da praia. Pode parecer exagero, mas isso já está acontecendo em diversas partes do litoral brasileiro.


    Nos últimos 30 anos, o Brasil perdeu cerca de 15% de sua faixa de areia, segundo estudos científicos. Isso significa que, a cada 100 metros de praia, 15 já desapareceram.


    O principal motivo? A _________ costeira — um processo natural, mas que está sendo agravado pela ação humana e pelas mudanças no clima.


    Como o mar engole a praia? A formação da faixa de areia depende de um equilíbrio entre o que o mar leva e o que devolve. As ondas carregam grãos de areia suspensos na água e os depositam na beira da praia, formando bancos de areia.


    Mesmo que parte da areia seja levada de volta pelo mar, esse ciclo costuma ser estável. Mas quando há construções demais na orla, esse equilíbrio se rompe.


    Prédios, calçadões e estruturas construídas muito perto do mar atrapalham a formação dos bancos de areia. Sem esse “estoque” natural, a praia perde a capacidade de se recuperar — e a faixa de areia vai encolhendo.



Fonte: G1 - adaptado.

Segundo o texto, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3680381 Português

Avanço do mar ameaça praias e casas



    Imagine perder a vista do mar, o pé na areia e a tranquilidade da beira da praia. Pode parecer exagero, mas isso já está acontecendo em diversas partes do litoral brasileiro.


    Nos últimos 30 anos, o Brasil perdeu cerca de 15% de sua faixa de areia, segundo estudos científicos. Isso significa que, a cada 100 metros de praia, 15 já desapareceram.


    O principal motivo? A _________ costeira — um processo natural, mas que está sendo agravado pela ação humana e pelas mudanças no clima.


    Como o mar engole a praia? A formação da faixa de areia depende de um equilíbrio entre o que o mar leva e o que devolve. As ondas carregam grãos de areia suspensos na água e os depositam na beira da praia, formando bancos de areia.


    Mesmo que parte da areia seja levada de volta pelo mar, esse ciclo costuma ser estável. Mas quando há construções demais na orla, esse equilíbrio se rompe.


    Prédios, calçadões e estruturas construídas muito perto do mar atrapalham a formação dos bancos de areia. Sem esse “estoque” natural, a praia perde a capacidade de se recuperar — e a faixa de areia vai encolhendo.



Fonte: G1 - adaptado.

Considerando a ortografia, assinalar a palavra que preenche a lacuna do texto CORRETAMENTE.
Alternativas
Q3680249 Português
A literatura de cordel, expressão cultural do Nordeste brasileiro, mantém traços de tradição oral e popular, articulando métrica, rima e sátira social. Sua circulação impressa em folhetos consolidou um espaço de resistência, memória e crítica, reafirmando a vitalidade da cultura popular.

Assinale a alternativa que melhor caracteriza esse gênero.
Alternativas
Q3680248 Português
Em Grande Sertão: Veredas, Guimarães Rosa constrói uma linguagem que mistura oralidade sertaneja, neologismos e experimentalismo sintático, desafiando o leitor a reinterpretar a norma. Essa escolha estilística foi entendida por Antonio Candido como fundadora de um “regionalismo universal”, capaz de transformar o sertão em espaço literário cosmopolita.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3680247 Português
Compare as construções:

“Não, espero.”
“Não espero.”
A alteração causada pelo uso da vírgula produz diferença de sentido.

Assinale a alternativa que descreve adequadamente essa distinção.
Alternativas
Q3680246 Português
Observe a oração: “Entregaram-me os documentos atrasados ontem.” Segundo a norma culta, a colocação pronominal apresenta restrições quanto à ênclise, próclise e mesóclise.

Assinale a alternativa que mantém correção gramatical. 
Alternativas
Q3680245 Português
Com a vigência do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, determinadas alterações foram implementadas, impactando o uso de acentos e hífens. Palavras como ideia, heroi e voo tornaram-se paradigmas dessa mudança.

Assinale a alternativa correta de acordo com a nova norma.
Alternativas
Q3680244 Português
No período “As alunas preferem estudar gramática à literatura estrangeira”, a regência verbal merece atenção, pois o verbo “preferir” impõe exigência específica quanto à sua complementação.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3680243 Português
Leia o período: “As crianças, que brincavam na praça, alegravam a tarde com suas vozes.” O trecho “que brincavam na praça” estabelece uma relação sintática essencial para o entendimento da oração.

Assinale a alternativa que descreve corretamente sua classificação.
Alternativas
Q3680242 Português
A crônica urbana consolidou-se no Brasil a partir do século XIX como um gênero híbrido, situado entre o jornalismo e a literatura. Antonio Candido observa que sua força está em capturar a “poesia do banal”, revelando no cotidiano fragmentos de ironia, crítica social e reflexão existencial.

Assinale a alternativa que expressa adequadamente as características da crônica.
Alternativas
Q3680241 Português
A publicidade contemporânea apropria-se de múltiplas linguagens visual, verbal e sonora para associar produtos a valores culturais e subjetivos. Conforme discute Roland Barthes em Mitologias (1957), a mensagem publicitária raramente é neutra, pois funciona como mito moderno, atribuindo ao objeto significados que ultrapassam sua função prática.

Qual alternativa reflete esse efeito de sentido?
Alternativas
Q3680240 Português
No romance, a representação do discurso pode assumir diversas modalidades. O discurso indireto livre destaca-se por fundir a voz da personagem com a voz do narrador, criando uma zona de indistinção entre subjetividade e objetividade narrativa. Essa técnica foi explorada com maestria por autores como Machado de Assis, Clarice Lispector e Guimarães Rosa, cujas obras propõem ambiguidades e questionamentos interpretativos.

Qual alternativa exemplifica com precisão o uso do discurso indireto livre?
Alternativas
Q3680039 Português

Observe o trecho abaixo:


Durante o protesto, muitos exibiam cartazes com frases como ‘desumanização nunca mais’ e ‘reconstruamos a esperança’.


Com base na formação das palavras em destaque, assinale a alternativa correta: 

Alternativas
Q3680038 Português
Assinale a alternativa em que a concordância verbal está plenamente correta, de acordo com a norma culta: 
Alternativas
Q3680037 Português
Assinale a alternativa em que o tempo verbal composto está empregado de forma gramaticalmente inadequada, de acordo com a norma culta:  
Alternativas
Q3680034 Português

Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.



Inteligência Artificial e o Espelho Ético



Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.


Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?


Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.


E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.


Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.


Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos. 

Considerando o texto como um todo, é possível afirmar que:
Alternativas
Q3680033 Português

Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.



Inteligência Artificial e o Espelho Ético



Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.


Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?


Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.


E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.


Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.


Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos. 

No trecho "há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias", o uso da metáfora do espelho tem a função de:
Alternativas
Q3680032 Português

Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.



Inteligência Artificial e o Espelho Ético



Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.


Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?


Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.


E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.


Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.


Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos. 

A escolha do título "Inteligência Artificial e o Espelho Ético" contribui para o texto ao: 
Alternativas
Respostas
20741: D
20742: A
20743: D
20744: C
20745: B
20746: E
20747: C
20748: A
20749: E
20750: B
20751: C
20752: D
20753: A
20754: D
20755: D
20756: D
20757: C
20758: D
20759: D
20760: C