Questões de Concurso Sobre português

Foram encontradas 255.369 questões

Q3921977 Português
        “É uma verdade universalmente reconhecida que um homem solteiro, possuidor de uma boa fortuna, deve estar à procura de uma esposa”. A frase de abertura de Orgulho e Preconceito, de Jane Austen, não era apenas uma crítica ao mercado matrimonial da Inglaterra do século 19, mas também uma das mais reconhecidas da literatura inglesa. Ela cativa os leitores com a sátira social característica de Austen, insinuando que a melhor chance de segurança para uma mulher era se casar com um homem rico. Hoje, suas palavras inspiram memes e vídeos no TikTok, enquanto seus seis romances foram adaptados de inúmeras maneiras.

      Nascida em 1775 em Steventon, Austen era a sétima de oito filhos e começou a escrever paródias divertidas na adolescência. Publicando anonimamente a princípio, lançou Razão e Sensibilidade (1811), Orgulho e Preconceito (1813), Mansfield Park (1814) e Emma (1815). Os livros A Abadia de Northanger e Persuasão foram publicados postumamente em 1817, o mesmo ano em que ela morreu aos 41 anos.

        “As heroínas de Austen vivem em uma sociedade classista e patriarcal, com regras rígidas de conduta e uma dupla moral de gênero. De certa forma, nosso mundo do século 21 não é tão diferente”, diz Juliette Wells, professora de estudos literários no Goucher College, em Maryland. Wells, autora de A Jane de todos: Austen na imaginação popular, atribui o apelo duradouro de Austen à sua compreensão da natureza humana, com personagens que incorporam características ainda reconhecíveis em diversos contextos culturais. Austen deu às suas heroínas poder de decisão através de sagacidade, inteligência e força interior.

     “Todos nós podemos nos inspirar nas protagonistas femininas de Austen, como Elizabeth Bennet, de Orgulho e Preconceito, que se preocupa demais com sua felicidade pessoal para aceitar propostas de homens que ela não respeita, ou Anne Elliot, em Persuasão, que vira as costas para o esnobismo da família e valoriza as qualidades admiráveis de pessoas menos privilegiadas”, acrescenta Wells.

        Imagens das adaptações cinematográficas de Austen se tornaram ouro para a Geração Z, remixadas em conteúdo viral no TikTok, Instagram e Twitter. Acadêmicos notaram o potencial dos romances de Austen para memes, com suas frases espirituosas e personagens arquetípicos. Talvez uma verdade que possa ser universalmente reconhecida seja que o legado de Austen reside não apenas em sua fama literária, mas também em sua contínua relevância como escritora que ainda dialoga com o público moderno.

(Brenda Haas, Jane Austen aos 250 anos: dos livros ao TikTok. Disponível em: www.dw.com/pt-br/jane-austen-aos-250-anosdos-livros-ao-tiktok/a-75164449. 15.12.2025. Adaptado)
No trecho “A frase de abertura de Orgulho e Preconceito, de Jane Austen, não era apenas uma crítica ao mercado matrimonial da Inglaterra do século 19, mas também uma das mais reconhecidas da literatura inglesa” (1º parágrafo), as expressões destacadas estabelecem, juntas, sentido de
Alternativas
Q3921976 Português
        “É uma verdade universalmente reconhecida que um homem solteiro, possuidor de uma boa fortuna, deve estar à procura de uma esposa”. A frase de abertura de Orgulho e Preconceito, de Jane Austen, não era apenas uma crítica ao mercado matrimonial da Inglaterra do século 19, mas também uma das mais reconhecidas da literatura inglesa. Ela cativa os leitores com a sátira social característica de Austen, insinuando que a melhor chance de segurança para uma mulher era se casar com um homem rico. Hoje, suas palavras inspiram memes e vídeos no TikTok, enquanto seus seis romances foram adaptados de inúmeras maneiras.

      Nascida em 1775 em Steventon, Austen era a sétima de oito filhos e começou a escrever paródias divertidas na adolescência. Publicando anonimamente a princípio, lançou Razão e Sensibilidade (1811), Orgulho e Preconceito (1813), Mansfield Park (1814) e Emma (1815). Os livros A Abadia de Northanger e Persuasão foram publicados postumamente em 1817, o mesmo ano em que ela morreu aos 41 anos.

        “As heroínas de Austen vivem em uma sociedade classista e patriarcal, com regras rígidas de conduta e uma dupla moral de gênero. De certa forma, nosso mundo do século 21 não é tão diferente”, diz Juliette Wells, professora de estudos literários no Goucher College, em Maryland. Wells, autora de A Jane de todos: Austen na imaginação popular, atribui o apelo duradouro de Austen à sua compreensão da natureza humana, com personagens que incorporam características ainda reconhecíveis em diversos contextos culturais. Austen deu às suas heroínas poder de decisão através de sagacidade, inteligência e força interior.

     “Todos nós podemos nos inspirar nas protagonistas femininas de Austen, como Elizabeth Bennet, de Orgulho e Preconceito, que se preocupa demais com sua felicidade pessoal para aceitar propostas de homens que ela não respeita, ou Anne Elliot, em Persuasão, que vira as costas para o esnobismo da família e valoriza as qualidades admiráveis de pessoas menos privilegiadas”, acrescenta Wells.

        Imagens das adaptações cinematográficas de Austen se tornaram ouro para a Geração Z, remixadas em conteúdo viral no TikTok, Instagram e Twitter. Acadêmicos notaram o potencial dos romances de Austen para memes, com suas frases espirituosas e personagens arquetípicos. Talvez uma verdade que possa ser universalmente reconhecida seja que o legado de Austen reside não apenas em sua fama literária, mas também em sua contínua relevância como escritora que ainda dialoga com o público moderno.

(Brenda Haas, Jane Austen aos 250 anos: dos livros ao TikTok. Disponível em: www.dw.com/pt-br/jane-austen-aos-250-anosdos-livros-ao-tiktok/a-75164449. 15.12.2025. Adaptado)
Em relação às obras escritas por Jane Austen, todas lançadas entre 1811 e 1817, o texto defende que elas
Alternativas
Q3921905 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

(Prefeitura Municipal de Jardinópolis, 13.12.2024. Disponível em: https://www.facebook.com/prefeiturajardinopolis/photos/-a-campanha-de- -conscientiza%C3%A7%C3%A3o-animal-n%C3%A3o-%C3%A9-brinquedo- -%C3%A9-uma-iniciativa-do-consel/992296329610649/?_rdr.)
Assinale a alternativa em que há conformidade com a norma-padrão de concordância.
Alternativas
Q3921904 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

(Prefeitura Municipal de Jardinópolis, 13.12.2024. Disponível em: https://www.facebook.com/prefeiturajardinopolis/photos/-a-campanha-de- -conscientiza%C3%A7%C3%A3o-animal-n%C3%A3o-%C3%A9-brinquedo- -%C3%A9-uma-iniciativa-do-consel/992296329610649/?_rdr.)
É correto afirmar que o principal objetivo desse texto é
Alternativas
Q3921903 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

        Uma vez por semana, o torcedor foge de casa e vai ao estádio.

     Ondulam as bandeiras, soam as matracas, os foguetes, os tambores, chovem serpentinas e papel picado: a cidade desaparece, a rotina se esquece, só existe o templo. Neste espaço sagrado, a única religião que não tem ateus exibe suas divindades. Embora o torcedor possa contemplar o milagre, mais comodamente, na tela de sua televisão, prefere cumprir a peregrinação até o lugar onde possa ver em carne e osso seus anjos lutando em duelo contra os demônios da rodada.

        Aqui o torcedor agita o lenço, engole saliva, engole veneno, come o boné, sussurra preces e maldições, e de repente arrebenta a garganta numa ovação e salta feito pulga abraçando o desconhecido que grita gol ao seu lado. Enquanto dura a missa pagã, o torcedor é muitos. Compartilha com milhares de devotos a certeza de que somos os melhores, todos os juízes estão vendidos, todos os rivais são trapaceiros.

        É raro o torcedor que diz: “Meu time joga hoje”. Sempre diz: “Nós jogamos hoje”. Este jogador número doze sabe muito bem que é ele quem sopra os ventos de fervor que empurram a bola quando ela dorme, do mesmo jeito que os outros onze jogadores sabem que jogar sem torcida é como dançar sem música.

        Quando termina a partida, o torcedor, que não saiu da arquibancada, celebra sua vitória, “que goleada fizemos, que surra a gente deu neles”, ou chora sua derrota, “nos roubaram outra vez, juiz ladrão”. E então o sol vai embora, e o torcedor se vai. Caem as sombras sobre o estádio que se esvazia. Nos degraus de cimento ardem, aqui e ali, algumas fogueiras de fogo fugaz, enquanto vão se apagando as luzes e as vozes. O estádio fica sozinho e o torcedor também volta à sua solidão, um eu que foi nós; o torcedor se afasta, se dispersa, se perde, e o domingo é melancólico feito uma quarta-feira de cinzas depois da morte do carnaval.

(Eduardo Galeano, “O torcedor”. In: _____________. Futebol ao sol e à sombra.
São Paulo: L&PM Pocket, 2024. Adaptado)
Considere as passagens a seguir:
“Uma vez por semana, o torcedor foge de casa e vai ao estádio.” (1º parágrafo)
“…soam as matracas, os foguetes, os tambores…” (2º parágrafo)
“Embora o torcedor possa contemplar o milagre, mais comodamente, na tela de sua televisão…” (2º parágrafo)

Em conformidade com a norma-padrão de regência verbal e emprego de crase, os trechos destacados podem ser substituídos, respectivamente, por
Alternativas
Q3921902 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

        Uma vez por semana, o torcedor foge de casa e vai ao estádio.

     Ondulam as bandeiras, soam as matracas, os foguetes, os tambores, chovem serpentinas e papel picado: a cidade desaparece, a rotina se esquece, só existe o templo. Neste espaço sagrado, a única religião que não tem ateus exibe suas divindades. Embora o torcedor possa contemplar o milagre, mais comodamente, na tela de sua televisão, prefere cumprir a peregrinação até o lugar onde possa ver em carne e osso seus anjos lutando em duelo contra os demônios da rodada.

        Aqui o torcedor agita o lenço, engole saliva, engole veneno, come o boné, sussurra preces e maldições, e de repente arrebenta a garganta numa ovação e salta feito pulga abraçando o desconhecido que grita gol ao seu lado. Enquanto dura a missa pagã, o torcedor é muitos. Compartilha com milhares de devotos a certeza de que somos os melhores, todos os juízes estão vendidos, todos os rivais são trapaceiros.

        É raro o torcedor que diz: “Meu time joga hoje”. Sempre diz: “Nós jogamos hoje”. Este jogador número doze sabe muito bem que é ele quem sopra os ventos de fervor que empurram a bola quando ela dorme, do mesmo jeito que os outros onze jogadores sabem que jogar sem torcida é como dançar sem música.

        Quando termina a partida, o torcedor, que não saiu da arquibancada, celebra sua vitória, “que goleada fizemos, que surra a gente deu neles”, ou chora sua derrota, “nos roubaram outra vez, juiz ladrão”. E então o sol vai embora, e o torcedor se vai. Caem as sombras sobre o estádio que se esvazia. Nos degraus de cimento ardem, aqui e ali, algumas fogueiras de fogo fugaz, enquanto vão se apagando as luzes e as vozes. O estádio fica sozinho e o torcedor também volta à sua solidão, um eu que foi nós; o torcedor se afasta, se dispersa, se perde, e o domingo é melancólico feito uma quarta-feira de cinzas depois da morte do carnaval.

(Eduardo Galeano, “O torcedor”. In: _____________. Futebol ao sol e à sombra.
São Paulo: L&PM Pocket, 2024. Adaptado)
Considere o trecho a seguir:
“Ondulam as bandeiras, soam as matracas, os foguetes, os tambores, chovem serpentinas e papel picado: a cidade desaparece, a rotina se esquece, só existe o templo.” (2º parágrafo)
O sinal de dois-pontos, presente no trecho, tem o mesmo sentido de
Alternativas
Q3921901 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

        Uma vez por semana, o torcedor foge de casa e vai ao estádio.

     Ondulam as bandeiras, soam as matracas, os foguetes, os tambores, chovem serpentinas e papel picado: a cidade desaparece, a rotina se esquece, só existe o templo. Neste espaço sagrado, a única religião que não tem ateus exibe suas divindades. Embora o torcedor possa contemplar o milagre, mais comodamente, na tela de sua televisão, prefere cumprir a peregrinação até o lugar onde possa ver em carne e osso seus anjos lutando em duelo contra os demônios da rodada.

        Aqui o torcedor agita o lenço, engole saliva, engole veneno, come o boné, sussurra preces e maldições, e de repente arrebenta a garganta numa ovação e salta feito pulga abraçando o desconhecido que grita gol ao seu lado. Enquanto dura a missa pagã, o torcedor é muitos. Compartilha com milhares de devotos a certeza de que somos os melhores, todos os juízes estão vendidos, todos os rivais são trapaceiros.

        É raro o torcedor que diz: “Meu time joga hoje”. Sempre diz: “Nós jogamos hoje”. Este jogador número doze sabe muito bem que é ele quem sopra os ventos de fervor que empurram a bola quando ela dorme, do mesmo jeito que os outros onze jogadores sabem que jogar sem torcida é como dançar sem música.

        Quando termina a partida, o torcedor, que não saiu da arquibancada, celebra sua vitória, “que goleada fizemos, que surra a gente deu neles”, ou chora sua derrota, “nos roubaram outra vez, juiz ladrão”. E então o sol vai embora, e o torcedor se vai. Caem as sombras sobre o estádio que se esvazia. Nos degraus de cimento ardem, aqui e ali, algumas fogueiras de fogo fugaz, enquanto vão se apagando as luzes e as vozes. O estádio fica sozinho e o torcedor também volta à sua solidão, um eu que foi nós; o torcedor se afasta, se dispersa, se perde, e o domingo é melancólico feito uma quarta-feira de cinzas depois da morte do carnaval.

(Eduardo Galeano, “O torcedor”. In: _____________. Futebol ao sol e à sombra.
São Paulo: L&PM Pocket, 2024. Adaptado)
Considere o trecho a seguir:
“Caem as sombras sobre o estádio que se esvazia. Nos degraus de cimento ardem, aqui e ali, algumas fogueiras de fogo fugaz, enquanto vão se apagando as luzes e as vozes.” (5º parágrafo)
As palavras destacadas podem ser substituídas, respectivamente, preservando o sentido original do trecho, por:
Alternativas
Q3921900 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

        Uma vez por semana, o torcedor foge de casa e vai ao estádio.

     Ondulam as bandeiras, soam as matracas, os foguetes, os tambores, chovem serpentinas e papel picado: a cidade desaparece, a rotina se esquece, só existe o templo. Neste espaço sagrado, a única religião que não tem ateus exibe suas divindades. Embora o torcedor possa contemplar o milagre, mais comodamente, na tela de sua televisão, prefere cumprir a peregrinação até o lugar onde possa ver em carne e osso seus anjos lutando em duelo contra os demônios da rodada.

        Aqui o torcedor agita o lenço, engole saliva, engole veneno, come o boné, sussurra preces e maldições, e de repente arrebenta a garganta numa ovação e salta feito pulga abraçando o desconhecido que grita gol ao seu lado. Enquanto dura a missa pagã, o torcedor é muitos. Compartilha com milhares de devotos a certeza de que somos os melhores, todos os juízes estão vendidos, todos os rivais são trapaceiros.

        É raro o torcedor que diz: “Meu time joga hoje”. Sempre diz: “Nós jogamos hoje”. Este jogador número doze sabe muito bem que é ele quem sopra os ventos de fervor que empurram a bola quando ela dorme, do mesmo jeito que os outros onze jogadores sabem que jogar sem torcida é como dançar sem música.

        Quando termina a partida, o torcedor, que não saiu da arquibancada, celebra sua vitória, “que goleada fizemos, que surra a gente deu neles”, ou chora sua derrota, “nos roubaram outra vez, juiz ladrão”. E então o sol vai embora, e o torcedor se vai. Caem as sombras sobre o estádio que se esvazia. Nos degraus de cimento ardem, aqui e ali, algumas fogueiras de fogo fugaz, enquanto vão se apagando as luzes e as vozes. O estádio fica sozinho e o torcedor também volta à sua solidão, um eu que foi nós; o torcedor se afasta, se dispersa, se perde, e o domingo é melancólico feito uma quarta-feira de cinzas depois da morte do carnaval.

(Eduardo Galeano, “O torcedor”. In: _____________. Futebol ao sol e à sombra.
São Paulo: L&PM Pocket, 2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada está empregada em sentido próprio.
Alternativas
Q3921899 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

        Uma vez por semana, o torcedor foge de casa e vai ao estádio.

     Ondulam as bandeiras, soam as matracas, os foguetes, os tambores, chovem serpentinas e papel picado: a cidade desaparece, a rotina se esquece, só existe o templo. Neste espaço sagrado, a única religião que não tem ateus exibe suas divindades. Embora o torcedor possa contemplar o milagre, mais comodamente, na tela de sua televisão, prefere cumprir a peregrinação até o lugar onde possa ver em carne e osso seus anjos lutando em duelo contra os demônios da rodada.

        Aqui o torcedor agita o lenço, engole saliva, engole veneno, come o boné, sussurra preces e maldições, e de repente arrebenta a garganta numa ovação e salta feito pulga abraçando o desconhecido que grita gol ao seu lado. Enquanto dura a missa pagã, o torcedor é muitos. Compartilha com milhares de devotos a certeza de que somos os melhores, todos os juízes estão vendidos, todos os rivais são trapaceiros.

        É raro o torcedor que diz: “Meu time joga hoje”. Sempre diz: “Nós jogamos hoje”. Este jogador número doze sabe muito bem que é ele quem sopra os ventos de fervor que empurram a bola quando ela dorme, do mesmo jeito que os outros onze jogadores sabem que jogar sem torcida é como dançar sem música.

        Quando termina a partida, o torcedor, que não saiu da arquibancada, celebra sua vitória, “que goleada fizemos, que surra a gente deu neles”, ou chora sua derrota, “nos roubaram outra vez, juiz ladrão”. E então o sol vai embora, e o torcedor se vai. Caem as sombras sobre o estádio que se esvazia. Nos degraus de cimento ardem, aqui e ali, algumas fogueiras de fogo fugaz, enquanto vão se apagando as luzes e as vozes. O estádio fica sozinho e o torcedor também volta à sua solidão, um eu que foi nós; o torcedor se afasta, se dispersa, se perde, e o domingo é melancólico feito uma quarta-feira de cinzas depois da morte do carnaval.

(Eduardo Galeano, “O torcedor”. In: _____________. Futebol ao sol e à sombra.
São Paulo: L&PM Pocket, 2024. Adaptado)
O autor defende no texto que o torcedor
Alternativas
Q3921898 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão:


(Disponível em: https://blogdoxandro.blogspot.com/2023/03/tiras-n17285-calvin-haroldo-bill.html.)

Na frase “Deve haver uma maneira melhor de fazer ele comer!”, a expressão destacada está reescrita em conformidade com o sentido da tira e a norma-padrão de emprego dos pronomes em:
Alternativas
Q3921897 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão:


(Disponível em: https://blogdoxandro.blogspot.com/2023/03/tiras-n17285-calvin-haroldo-bill.html.)

Assinale a alternativa em que a frase “Deve haver uma maneira melhor de fazer ele comer!”, do último quadrinho, está reescrita em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal.
Alternativas
Q3921896 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão:


(Disponível em: https://blogdoxandro.blogspot.com/2023/03/tiras-n17285-calvin-haroldo-bill.html.)

A partir da leitura da tira, é correto afirmar que Calvin
Alternativas
Q3920986 Português
Sobre o sistema alfabético, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3920673 Português
Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta a conjugação no futuro do pretérito do indicativo das três formas verbais sublinhadas:

“A tecnologia mais sofisticada era o telefone de latas — e a gente jurava ouvir a voz do amigo do outro lado da ‘linha’. Tudo exigia presença, toque e disputa”.
Alternativas
Q3920671 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que tenha sido formada por derivação prefixal.
Alternativas
Q3920669 Português
Assinale a alternativa na qual a conjunção sublinhada NÃO estabeleça uma relação de oposição entre as ideias que ela conecta.
Alternativas
Q3920668 Português
Assinale a alternativa que indica o sentido correto da conjunção sublinhada no trecho a seguir, considerando seu emprego no contexto em que ocorre:

“Como sou jornalista, dependo das redes sociais para ficar mais próximo do público”. 
Alternativas
Q3920667 Português
Assinale a alternativa INCORRETA a respeito da palavra “para”, considerando suas ocorrências nos trechos a seguir:

1. “Em dias frios ou chuvosos, a socialização migrava para dentro de casa”.
2. “Como sou jornalista, dependo das redes sociais para ficar mais próximo do público”. 
Alternativas
Q3920665 Português
Considerando o emprego correto dos sinais de pontuação, analise as assertivas a seguir:

I. Em “O excesso, porém, cobra seu preço: cresce o número de pessoas em busca de atividades analógicas”, os dois-pontos em destaque são empregados para introduzir uma explicação em relação à afirmação que os antecede.

II. Em “Esse retorno parcial ao off-line vai além de um simples detox digital; é um esforço consciente de reconexão com o tempo real”, o ponto e vírgula destacado poderia ser corretamente substituído por dois-pontos.

III. Em “Pequenos gestos, como usar um relógio despertador ou tirar uma única foto, ganham novo significado”, a dupla de vírgulas destacadas poderia ser substituída por uma dupla de travessões nos mesmos lugares, sem prejuízo à correção do trecho. Quais estão corretas? 

Quais estão corretas?  
Alternativas
Q3920664 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo sublinhado no trecho a seguir, sem causar alterações significativas ao sentido do trecho em que ocorre:

“Discos de vinil e CDs voltaram a crescer em vendas, ao passo que os livros impressos seguem soberanos no mercado editorial” (l. 20-22). 
Alternativas
Respostas
18381: D
18382: B
18383: B
18384: D
18385: E
18386: A
18387: D
18388: E
18389: C
18390: C
18391: A
18392: B
18393: A
18394: B
18395: E
18396: D
18397: B
18398: C
18399: E
18400: B