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Questões de Concurso Sobre português

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Q3799553 Português
O que foi a conquista do espaço?


         Durante muitos séculos a curiosidade do homem acerca do espaço e tudo que se encontra em seu interior sempre foi muito grande. Ao observar o céu, especialmente à noite, é possível ver a olho nu alguns astros, estrelas, etc. Isso motivou a humanidade a estudar e pesquisar os enigmas oriundos do universo.

        Com o desenvolvimento tecnológico e das ciências, alguns países destinaram vários anos de pesquisa e bilhões de dólares com a finalidade de conhecer partes do universo através de viagens espaciais. (...)

           O primeiro homem a entrar no espaço foi Yuri Gagarin, que pôde observar a Terra de forma externa e viu a olho nu a tonalidade azulada do nosso planeta. Essa viagem teve início no dia 12 de abril de 1961.

      Oito anos após o primeiro ser humano ter viajado ao espaço, aconteceu um dos principais episódios desenvolvidos pela humanidade. No dia 20 de julho de 1969, a Apolo XI foi lançada rumo à Lua. Na nave espacial estavam a bordo os astronautas Neil Armstrong, Michael Collins e Edwin Aldrin Jr. Dessa vez o homem não se contentou em apenas viajar para o espaço, foi mais longe, pousando na superfície lunar; os tripulantes tiveram a oportunidade de pisar no “solo” de outro corpo celeste, nosso satélite natural, a Lua. (...)

         O Brasil também criou um satélite, que foi enviado ao espaço em fevereiro de 1993, por meio do foguete espacial de origem norteamericana intitulado Pegasus. No dia 29 de março de 2006, aconteceu a primeira viagem espacial de um brasileiro, que ocorreu por meio da nave russa Soyuz TMA-8. O astronauta brasileiro Marcos Pontes é um tenente-coronel da Força Aérea Brasileira. A nave na qual o brasileiro estava a bordo partiu do Cazaquistão.  


FREITAS, Eduardo de. O que foi a conquista do espaço. Brasil Escola. Disponível em
<https://brasilescola.uol.com.br/geografia/conquista-do-espaco2.htm>.

“Isso motivou a humanidade a estudar e pesquisar os enigmas oriundos do universo.”


A palavra destacada no trecho acima é sinônima de: 

Alternativas
Q3799552 Português
O que foi a conquista do espaço?


         Durante muitos séculos a curiosidade do homem acerca do espaço e tudo que se encontra em seu interior sempre foi muito grande. Ao observar o céu, especialmente à noite, é possível ver a olho nu alguns astros, estrelas, etc. Isso motivou a humanidade a estudar e pesquisar os enigmas oriundos do universo.

        Com o desenvolvimento tecnológico e das ciências, alguns países destinaram vários anos de pesquisa e bilhões de dólares com a finalidade de conhecer partes do universo através de viagens espaciais. (...)

           O primeiro homem a entrar no espaço foi Yuri Gagarin, que pôde observar a Terra de forma externa e viu a olho nu a tonalidade azulada do nosso planeta. Essa viagem teve início no dia 12 de abril de 1961.

      Oito anos após o primeiro ser humano ter viajado ao espaço, aconteceu um dos principais episódios desenvolvidos pela humanidade. No dia 20 de julho de 1969, a Apolo XI foi lançada rumo à Lua. Na nave espacial estavam a bordo os astronautas Neil Armstrong, Michael Collins e Edwin Aldrin Jr. Dessa vez o homem não se contentou em apenas viajar para o espaço, foi mais longe, pousando na superfície lunar; os tripulantes tiveram a oportunidade de pisar no “solo” de outro corpo celeste, nosso satélite natural, a Lua. (...)

         O Brasil também criou um satélite, que foi enviado ao espaço em fevereiro de 1993, por meio do foguete espacial de origem norteamericana intitulado Pegasus. No dia 29 de março de 2006, aconteceu a primeira viagem espacial de um brasileiro, que ocorreu por meio da nave russa Soyuz TMA-8. O astronauta brasileiro Marcos Pontes é um tenente-coronel da Força Aérea Brasileira. A nave na qual o brasileiro estava a bordo partiu do Cazaquistão.  


FREITAS, Eduardo de. O que foi a conquista do espaço. Brasil Escola. Disponível em
<https://brasilescola.uol.com.br/geografia/conquista-do-espaco2.htm>.

De acordo com o texto “O que foi a conquista do espaço?”, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3799251 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I. Nem Carla nem Beatriz gosta de participar das competições.
II. Pedro ou Lucas serão o escolhido para a apresentação final.
III. Eu com meus amigos organizamos o torneio da escola.
IV. Você ou seu primo será o responsável pelo time.

Assinale a alternativa que corresponde às afirmativas CORRETAS:
Alternativas
Q3799250 Português

As regras de acentuação gráfica da língua portuguesa relacionam-se diretamente à posição da sílaba tônica e às terminações das palavras, abrangendo oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas, além das alterações introduzidas pelo Acordo Ortográfico. Analise atentamente as afirmativas a seguir, todas contendo mais de uma palavra acentuada, e identifique aquelas em que a acentuação está correta em todas as ocorrências, conforme as normas vigentes.



I. O herói atravessou o mausoléu após a cerimônia e recebeu os parabéns dos fieis.


II. O fórum discutiu o caráter do réu, mas o voo atrasado causou tensão no júri.


III. A lâmpada elétrica caiu sobre o sofá antigo e quebrou o espelho do comodo.


IV. Os ideais europeus influenciaram a assembleia, que analisou o enjôo coletivo.



Assinale a alternativa que indica em qual afirmativa a acentuação está CORRETA em todas as ocorrências: 

Alternativas
Q3799249 Português
Considerando as regras de acentuação da norma padrão da Língua Portuguesa, analise atentamente as afirmativas a seguir e identifique aquela em que há erro no emprego do acento gráfico.
Alternativas
Q3799248 Português
Considerando que a norma culta da língua portuguesa exige que o verbo esteja ajustado ao termo que funciona como sujeito, assinale a alternativa em que a concordância verbal está empregada de forma CORRETA.
Alternativas
Q3799247 Português
Analise a oração de referência a seguir e identifique o ponto em que ocorre erro de concordância:

Belas inteligência e dedicação marcaram a trajetória da pesquisadora.

Assinale a alternativa que indica corretamente o erro de concordância presente na oração.
Alternativas
Q3799246 Português
A concordância nominal apresenta casos específicos que exigem atenção. Analise as afirmativas a seguir:

I. Ela comprou blusa e saia elegante.
II. Permaneceu fechado a porta e a janela durante a noite.
III. Ele gosta das disciplinas matemática e física.
IV. Ele estudou a língua inglesa e alemã.

Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE em quais afirmativas há erro de concordância:
Alternativas
Q3799245 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que celebramos o Natal usando árvores artificiais?


Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio por necessidade. "As árvores naturais apresentavam problemas e os inventores buscaram maneiras de resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris Cascio, curador do Hagley Museum and Library, entidade em Wilmington, no estado norte-americano do Delaware.

Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para manter as festas alegres e animadas, os alemães criaram suas próprias árvores, organizando hastes de metal como galhos e enfeitando-as com penas de pássaros — todas pintadas de verde, é claro.

Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos e por outras nações que celebravam o Natal.

Pessoas em todo o mundo também começaram a se preocupar com o perigo de incêndios domésticos causados por galhos secos. Em 1899, o jornal "Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum inventor se apresentar com uma árvore de Natal de arame que garanta um presente para cada membro da família e seja absolutamente à prova de fogo".

Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas um dos muitos inventores ao redor do mundo.

Os primeiros inventores criaram árvores falsas com todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal que podiam segurar galhos reais cortados ou toques artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde, árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de cores que mudava de tonalidade à medida que girava.

Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e o alumínio estava em declínio, havia um interesse crescente por árvores realistas e um homem estava pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial. Spiegel era mecânico na empresa The American Brush Machine Company, que havia tentado, sem sucesso, durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como modelos, finalmente conseguiu o processo.

A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da empresa, chamada American Tree and Wreath, e na década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas", explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo — justamente quando os americanos estavam prontos."


https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza
Ao apresentar a diversidade de materiais utilizados nas primeiras árvores artificiais, o texto evidencia um período de experimentação intensa, no qual ainda não havia um padrão consolidado para esse objeto decorativo.

O que essa variedade de materiais revela sobre o estágio inicial de desenvolvimento das árvores de Natal artificiais?
Alternativas
Q3799244 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que celebramos o Natal usando árvores artificiais?


Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio por necessidade. "As árvores naturais apresentavam problemas e os inventores buscaram maneiras de resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris Cascio, curador do Hagley Museum and Library, entidade em Wilmington, no estado norte-americano do Delaware.

Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para manter as festas alegres e animadas, os alemães criaram suas próprias árvores, organizando hastes de metal como galhos e enfeitando-as com penas de pássaros — todas pintadas de verde, é claro.

Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos e por outras nações que celebravam o Natal.

Pessoas em todo o mundo também começaram a se preocupar com o perigo de incêndios domésticos causados por galhos secos. Em 1899, o jornal "Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum inventor se apresentar com uma árvore de Natal de arame que garanta um presente para cada membro da família e seja absolutamente à prova de fogo".

Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas um dos muitos inventores ao redor do mundo.

Os primeiros inventores criaram árvores falsas com todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal que podiam segurar galhos reais cortados ou toques artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde, árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de cores que mudava de tonalidade à medida que girava.

Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e o alumínio estava em declínio, havia um interesse crescente por árvores realistas e um homem estava pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial. Spiegel era mecânico na empresa The American Brush Machine Company, que havia tentado, sem sucesso, durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como modelos, finalmente conseguiu o processo.

A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da empresa, chamada American Tree and Wreath, e na década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas", explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo — justamente quando os americanos estavam prontos."


https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza
Ao reconstruir a origem das árvores de Natal artificiais, o texto indica que sua criação não foi apenas resultado de inventividade técnica, mas também de um contexto histórico específico. Essa combinação de fatores ajuda a compreender por que esse objeto se consolidou culturalmente.

Qual circunstância histórica foi decisiva para o surgimento das primeiras árvores de Natal artificiais, conforme apresentado no texto?
Alternativas
Q3799243 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que celebramos o Natal usando árvores artificiais?


Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio por necessidade. "As árvores naturais apresentavam problemas e os inventores buscaram maneiras de resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris Cascio, curador do Hagley Museum and Library, entidade em Wilmington, no estado norte-americano do Delaware.

Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para manter as festas alegres e animadas, os alemães criaram suas próprias árvores, organizando hastes de metal como galhos e enfeitando-as com penas de pássaros — todas pintadas de verde, é claro.

Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos e por outras nações que celebravam o Natal.

Pessoas em todo o mundo também começaram a se preocupar com o perigo de incêndios domésticos causados por galhos secos. Em 1899, o jornal "Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum inventor se apresentar com uma árvore de Natal de arame que garanta um presente para cada membro da família e seja absolutamente à prova de fogo".

Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas um dos muitos inventores ao redor do mundo.

Os primeiros inventores criaram árvores falsas com todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal que podiam segurar galhos reais cortados ou toques artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde, árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de cores que mudava de tonalidade à medida que girava.

Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e o alumínio estava em declínio, havia um interesse crescente por árvores realistas e um homem estava pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial. Spiegel era mecânico na empresa The American Brush Machine Company, que havia tentado, sem sucesso, durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como modelos, finalmente conseguiu o processo.

A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da empresa, chamada American Tree and Wreath, e na década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas", explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo — justamente quando os americanos estavam prontos."


https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza
Além das questões ambientais, o texto destaca preocupações relacionadas à segurança doméstica que impulsionaram inovações no design das árvores natalinas. Essas preocupações influenciaram tanto a opinião pública quanto o trabalho de inventores.

De acordo com o texto, que fator contribuiu para reforçar a aceitação social das árvores artificiais no final do século XIX?
Alternativas
Q3799242 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que celebramos o Natal usando árvores artificiais?


Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio por necessidade. "As árvores naturais apresentavam problemas e os inventores buscaram maneiras de resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris Cascio, curador do Hagley Museum and Library, entidade em Wilmington, no estado norte-americano do Delaware.

Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para manter as festas alegres e animadas, os alemães criaram suas próprias árvores, organizando hastes de metal como galhos e enfeitando-as com penas de pássaros — todas pintadas de verde, é claro.

Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos e por outras nações que celebravam o Natal.

Pessoas em todo o mundo também começaram a se preocupar com o perigo de incêndios domésticos causados por galhos secos. Em 1899, o jornal "Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum inventor se apresentar com uma árvore de Natal de arame que garanta um presente para cada membro da família e seja absolutamente à prova de fogo".

Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas um dos muitos inventores ao redor do mundo.

Os primeiros inventores criaram árvores falsas com todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal que podiam segurar galhos reais cortados ou toques artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde, árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de cores que mudava de tonalidade à medida que girava.

Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e o alumínio estava em declínio, havia um interesse crescente por árvores realistas e um homem estava pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial. Spiegel era mecânico na empresa The American Brush Machine Company, que havia tentado, sem sucesso, durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como modelos, finalmente conseguiu o processo.

A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da empresa, chamada American Tree and Wreath, e na década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas", explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo — justamente quando os americanos estavam prontos."


https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza
A consolidação das árvores artificiais no mercado, conforme relatado no texto, não se deveu apenas à inovação tecnológica, mas também à leitura precisa do contexto histórico e cultural de consumo.

Qual combinação de fatores explica o sucesso de Si Spiegel na popularização das árvores de Natal artificiais?
Alternativas
Q4239900 Português

Observe o post de Instagram a seguir e assinale a alternativa correta.

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em https://www.instagram.com/p/DCctYHDvTIX/?igsh=eHlpNDZsZTc 0anE=  

Alternativas
Q4239897 Português

Leia o texto para responder a questão.


Vacinas contra o sarampo salvam cinco vidas por segundo, destaca OMS

Brasil recebeu certificado de país livre da doença graças à vacinação  


Por Paula Laboissière


A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, desde o ano 2000, vacinas contra o sarampo salvem cerca de cinco vidas por segundo. Mesmo assim, dados divulgados esta semana pela entidade apontam que, apenas em 2023, aproximadamente 10,3 milhões de casos da doença foram registrados em todo o planeta – 20% a mais que em 2022.

 Em nota, a OMS avalia que a cobertura vacinal inadequada impulsiona o aumento de casos. “O sarampo pode ser evitado com duas doses; no entanto, mais de 22 milhões de crianças perderam a primeira dose em 2023. Globalmente, estima-se que 83% delas receberam a primeira dose no ano passado, enquanto apenas 74% receberam a segunda dose recomendada.”

A vacina que previne o sarampo é a tríplice viral, que está disponível gratuitamente nos postos de saúde do Brasil. A recomendação do Programa Nacional de Imunizações é que vacina seja aplicada em duas doses, aos 12 e aos 15 meses de idade.

 A OMS destaca a necessidade de uma cobertura vacinal de pelo menos 95% de ambas as doses em todos os países e territórios para prevenir surtos e para proteger a população de “um dos vírus humanos mais contagiosos em todo o mundo”. A vacina contra o sarampo, segundo a OMS, já salvou mais vidas ao longo dos últimos 50 anos que qualquer outro imunizante.

O comunicado alerta que, como resultado de lacunas globais na cobertura vacinal, 57 países registraram surtos de sarampo em todas as regiões, exceto nas Américas – um aumento de quase 60% em relação aos 36 países identificados no ano anterior. África, Mediterrâneo Oriental, Europa, Sudeste Asiático e Pacífico Ocidental lideram o aumento substancial de casos, sendo que quase metade de todos os surtos ocorreu no continente africano.

 “Dados recentes mostram que cerca de 107,5 mil pessoas – a maioria crianças com menos de 5 anos – morreram por causa do sarampo em 2023. Embora isso represente uma queda de 8% em relação ao ano anterior, são crianças demais ainda morrendo em razão de uma doença evitável”, avaliou a OMS.

“Mesmo quando as pessoas sobrevivem ao sarampo, podem ocorrer efeitos graves para a saúde, alguns dos podem durar por toda a vida toda. Bebês e crianças pequenas correm maior risco de complicações graves, que incluem cegueira, pneumonia e encefalite (infecção que causa inchaço cerebral e, potencialmente, danos cerebrais).”

Brasil livre do sarampo

Cinco anos após perder o certificado de eliminação do sarampo, em 2019, o Brasil recebeu esta semana da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) o status de país livre da doença. O último registro de sarampo no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, aconteceu em junho de 2022, no Amapá.

Dados da pasta indicam que, entre 2018 a 2022, foram confirmados 9.329, 21.704, 8.035, 670 e 41 casos de sarampo, respectivamente. Em 2022, os estados que confirmaram casos foram: Rio de Janeiro, Pará, São Paulo e Amapá, sendo que o último caso confirmado foi registrado no Amapá, com data de início do exantema (erupções cutâneas) em 5 de junho.

Em 2024, o Brasil chegou a registrar dois casos confirmados, mas importados, sendo um em janeiro, no Rio Grande do Sul, proveniente do Paquistão; e um em agosto, em Minas Gerais, proveniente da Inglaterra.

O ministério define o sarampo como uma doença viral altamente contagiosa que afeta principalmente crianças e pode causar complicações graves, como diarreias intensas, cegueira, pneumonia e encefalite (inflamação do cérebro). “A maneira mais efetiva de evitar o sarampo é por meio da vacinação”, ressaltou a pasta.


 Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024- 11/vacinas-contra-o-sarampo-salvam-cinco-vidas-por-segundo-destaca-oms

O que os vocábulos “tríplice”, “África” e “último” têm em comum?
Alternativas
Q4239896 Português

Leia o texto para responder a questão.


Vacinas contra o sarampo salvam cinco vidas por segundo, destaca OMS

Brasil recebeu certificado de país livre da doença graças à vacinação  


Por Paula Laboissière


A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, desde o ano 2000, vacinas contra o sarampo salvem cerca de cinco vidas por segundo. Mesmo assim, dados divulgados esta semana pela entidade apontam que, apenas em 2023, aproximadamente 10,3 milhões de casos da doença foram registrados em todo o planeta – 20% a mais que em 2022.

 Em nota, a OMS avalia que a cobertura vacinal inadequada impulsiona o aumento de casos. “O sarampo pode ser evitado com duas doses; no entanto, mais de 22 milhões de crianças perderam a primeira dose em 2023. Globalmente, estima-se que 83% delas receberam a primeira dose no ano passado, enquanto apenas 74% receberam a segunda dose recomendada.”

A vacina que previne o sarampo é a tríplice viral, que está disponível gratuitamente nos postos de saúde do Brasil. A recomendação do Programa Nacional de Imunizações é que vacina seja aplicada em duas doses, aos 12 e aos 15 meses de idade.

 A OMS destaca a necessidade de uma cobertura vacinal de pelo menos 95% de ambas as doses em todos os países e territórios para prevenir surtos e para proteger a população de “um dos vírus humanos mais contagiosos em todo o mundo”. A vacina contra o sarampo, segundo a OMS, já salvou mais vidas ao longo dos últimos 50 anos que qualquer outro imunizante.

O comunicado alerta que, como resultado de lacunas globais na cobertura vacinal, 57 países registraram surtos de sarampo em todas as regiões, exceto nas Américas – um aumento de quase 60% em relação aos 36 países identificados no ano anterior. África, Mediterrâneo Oriental, Europa, Sudeste Asiático e Pacífico Ocidental lideram o aumento substancial de casos, sendo que quase metade de todos os surtos ocorreu no continente africano.

 “Dados recentes mostram que cerca de 107,5 mil pessoas – a maioria crianças com menos de 5 anos – morreram por causa do sarampo em 2023. Embora isso represente uma queda de 8% em relação ao ano anterior, são crianças demais ainda morrendo em razão de uma doença evitável”, avaliou a OMS.

“Mesmo quando as pessoas sobrevivem ao sarampo, podem ocorrer efeitos graves para a saúde, alguns dos podem durar por toda a vida toda. Bebês e crianças pequenas correm maior risco de complicações graves, que incluem cegueira, pneumonia e encefalite (infecção que causa inchaço cerebral e, potencialmente, danos cerebrais).”

Brasil livre do sarampo

Cinco anos após perder o certificado de eliminação do sarampo, em 2019, o Brasil recebeu esta semana da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) o status de país livre da doença. O último registro de sarampo no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, aconteceu em junho de 2022, no Amapá.

Dados da pasta indicam que, entre 2018 a 2022, foram confirmados 9.329, 21.704, 8.035, 670 e 41 casos de sarampo, respectivamente. Em 2022, os estados que confirmaram casos foram: Rio de Janeiro, Pará, São Paulo e Amapá, sendo que o último caso confirmado foi registrado no Amapá, com data de início do exantema (erupções cutâneas) em 5 de junho.

Em 2024, o Brasil chegou a registrar dois casos confirmados, mas importados, sendo um em janeiro, no Rio Grande do Sul, proveniente do Paquistão; e um em agosto, em Minas Gerais, proveniente da Inglaterra.

O ministério define o sarampo como uma doença viral altamente contagiosa que afeta principalmente crianças e pode causar complicações graves, como diarreias intensas, cegueira, pneumonia e encefalite (inflamação do cérebro). “A maneira mais efetiva de evitar o sarampo é por meio da vacinação”, ressaltou a pasta.


 Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024- 11/vacinas-contra-o-sarampo-salvam-cinco-vidas-por-segundo-destaca-oms

No penúltimo parágrafo, foi utilizado um ponto e vírgula, esse sinal de pontuação, neste contexto, indica que  
Alternativas
Q4239895 Português

Leia o texto para responder a questão.


Vacinas contra o sarampo salvam cinco vidas por segundo, destaca OMS

Brasil recebeu certificado de país livre da doença graças à vacinação  


Por Paula Laboissière


A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, desde o ano 2000, vacinas contra o sarampo salvem cerca de cinco vidas por segundo. Mesmo assim, dados divulgados esta semana pela entidade apontam que, apenas em 2023, aproximadamente 10,3 milhões de casos da doença foram registrados em todo o planeta – 20% a mais que em 2022.

 Em nota, a OMS avalia que a cobertura vacinal inadequada impulsiona o aumento de casos. “O sarampo pode ser evitado com duas doses; no entanto, mais de 22 milhões de crianças perderam a primeira dose em 2023. Globalmente, estima-se que 83% delas receberam a primeira dose no ano passado, enquanto apenas 74% receberam a segunda dose recomendada.”

A vacina que previne o sarampo é a tríplice viral, que está disponível gratuitamente nos postos de saúde do Brasil. A recomendação do Programa Nacional de Imunizações é que vacina seja aplicada em duas doses, aos 12 e aos 15 meses de idade.

 A OMS destaca a necessidade de uma cobertura vacinal de pelo menos 95% de ambas as doses em todos os países e territórios para prevenir surtos e para proteger a população de “um dos vírus humanos mais contagiosos em todo o mundo”. A vacina contra o sarampo, segundo a OMS, já salvou mais vidas ao longo dos últimos 50 anos que qualquer outro imunizante.

O comunicado alerta que, como resultado de lacunas globais na cobertura vacinal, 57 países registraram surtos de sarampo em todas as regiões, exceto nas Américas – um aumento de quase 60% em relação aos 36 países identificados no ano anterior. África, Mediterrâneo Oriental, Europa, Sudeste Asiático e Pacífico Ocidental lideram o aumento substancial de casos, sendo que quase metade de todos os surtos ocorreu no continente africano.

 “Dados recentes mostram que cerca de 107,5 mil pessoas – a maioria crianças com menos de 5 anos – morreram por causa do sarampo em 2023. Embora isso represente uma queda de 8% em relação ao ano anterior, são crianças demais ainda morrendo em razão de uma doença evitável”, avaliou a OMS.

“Mesmo quando as pessoas sobrevivem ao sarampo, podem ocorrer efeitos graves para a saúde, alguns dos podem durar por toda a vida toda. Bebês e crianças pequenas correm maior risco de complicações graves, que incluem cegueira, pneumonia e encefalite (infecção que causa inchaço cerebral e, potencialmente, danos cerebrais).”

Brasil livre do sarampo

Cinco anos após perder o certificado de eliminação do sarampo, em 2019, o Brasil recebeu esta semana da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) o status de país livre da doença. O último registro de sarampo no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, aconteceu em junho de 2022, no Amapá.

Dados da pasta indicam que, entre 2018 a 2022, foram confirmados 9.329, 21.704, 8.035, 670 e 41 casos de sarampo, respectivamente. Em 2022, os estados que confirmaram casos foram: Rio de Janeiro, Pará, São Paulo e Amapá, sendo que o último caso confirmado foi registrado no Amapá, com data de início do exantema (erupções cutâneas) em 5 de junho.

Em 2024, o Brasil chegou a registrar dois casos confirmados, mas importados, sendo um em janeiro, no Rio Grande do Sul, proveniente do Paquistão; e um em agosto, em Minas Gerais, proveniente da Inglaterra.

O ministério define o sarampo como uma doença viral altamente contagiosa que afeta principalmente crianças e pode causar complicações graves, como diarreias intensas, cegueira, pneumonia e encefalite (inflamação do cérebro). “A maneira mais efetiva de evitar o sarampo é por meio da vacinação”, ressaltou a pasta.


 Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024- 11/vacinas-contra-o-sarampo-salvam-cinco-vidas-por-segundo-destaca-oms

Analise: “Globalmente, estima-se que 83% delas receberam a primeira dose no ano passado” e assinale a alternativa correta sobre o pronome “se” nesta oração.
Alternativas
Q4239894 Português

Leia o texto para responder a questão.


Vacinas contra o sarampo salvam cinco vidas por segundo, destaca OMS

Brasil recebeu certificado de país livre da doença graças à vacinação  


Por Paula Laboissière


A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, desde o ano 2000, vacinas contra o sarampo salvem cerca de cinco vidas por segundo. Mesmo assim, dados divulgados esta semana pela entidade apontam que, apenas em 2023, aproximadamente 10,3 milhões de casos da doença foram registrados em todo o planeta – 20% a mais que em 2022.

 Em nota, a OMS avalia que a cobertura vacinal inadequada impulsiona o aumento de casos. “O sarampo pode ser evitado com duas doses; no entanto, mais de 22 milhões de crianças perderam a primeira dose em 2023. Globalmente, estima-se que 83% delas receberam a primeira dose no ano passado, enquanto apenas 74% receberam a segunda dose recomendada.”

A vacina que previne o sarampo é a tríplice viral, que está disponível gratuitamente nos postos de saúde do Brasil. A recomendação do Programa Nacional de Imunizações é que vacina seja aplicada em duas doses, aos 12 e aos 15 meses de idade.

 A OMS destaca a necessidade de uma cobertura vacinal de pelo menos 95% de ambas as doses em todos os países e territórios para prevenir surtos e para proteger a população de “um dos vírus humanos mais contagiosos em todo o mundo”. A vacina contra o sarampo, segundo a OMS, já salvou mais vidas ao longo dos últimos 50 anos que qualquer outro imunizante.

O comunicado alerta que, como resultado de lacunas globais na cobertura vacinal, 57 países registraram surtos de sarampo em todas as regiões, exceto nas Américas – um aumento de quase 60% em relação aos 36 países identificados no ano anterior. África, Mediterrâneo Oriental, Europa, Sudeste Asiático e Pacífico Ocidental lideram o aumento substancial de casos, sendo que quase metade de todos os surtos ocorreu no continente africano.

 “Dados recentes mostram que cerca de 107,5 mil pessoas – a maioria crianças com menos de 5 anos – morreram por causa do sarampo em 2023. Embora isso represente uma queda de 8% em relação ao ano anterior, são crianças demais ainda morrendo em razão de uma doença evitável”, avaliou a OMS.

“Mesmo quando as pessoas sobrevivem ao sarampo, podem ocorrer efeitos graves para a saúde, alguns dos podem durar por toda a vida toda. Bebês e crianças pequenas correm maior risco de complicações graves, que incluem cegueira, pneumonia e encefalite (infecção que causa inchaço cerebral e, potencialmente, danos cerebrais).”

Brasil livre do sarampo

Cinco anos após perder o certificado de eliminação do sarampo, em 2019, o Brasil recebeu esta semana da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) o status de país livre da doença. O último registro de sarampo no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, aconteceu em junho de 2022, no Amapá.

Dados da pasta indicam que, entre 2018 a 2022, foram confirmados 9.329, 21.704, 8.035, 670 e 41 casos de sarampo, respectivamente. Em 2022, os estados que confirmaram casos foram: Rio de Janeiro, Pará, São Paulo e Amapá, sendo que o último caso confirmado foi registrado no Amapá, com data de início do exantema (erupções cutâneas) em 5 de junho.

Em 2024, o Brasil chegou a registrar dois casos confirmados, mas importados, sendo um em janeiro, no Rio Grande do Sul, proveniente do Paquistão; e um em agosto, em Minas Gerais, proveniente da Inglaterra.

O ministério define o sarampo como uma doença viral altamente contagiosa que afeta principalmente crianças e pode causar complicações graves, como diarreias intensas, cegueira, pneumonia e encefalite (inflamação do cérebro). “A maneira mais efetiva de evitar o sarampo é por meio da vacinação”, ressaltou a pasta.


 Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024- 11/vacinas-contra-o-sarampo-salvam-cinco-vidas-por-segundo-destaca-oms

Analise: “o Brasil recebeu esta semana da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) o status de país livre da doença.” E assinale a alternativa que apresenta qual a transitividade do verbo desta oração.  
Alternativas
Q4239893 Português

Leia o texto para responder a questão.


Vacinas contra o sarampo salvam cinco vidas por segundo, destaca OMS

Brasil recebeu certificado de país livre da doença graças à vacinação  


Por Paula Laboissière


A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, desde o ano 2000, vacinas contra o sarampo salvem cerca de cinco vidas por segundo. Mesmo assim, dados divulgados esta semana pela entidade apontam que, apenas em 2023, aproximadamente 10,3 milhões de casos da doença foram registrados em todo o planeta – 20% a mais que em 2022.

 Em nota, a OMS avalia que a cobertura vacinal inadequada impulsiona o aumento de casos. “O sarampo pode ser evitado com duas doses; no entanto, mais de 22 milhões de crianças perderam a primeira dose em 2023. Globalmente, estima-se que 83% delas receberam a primeira dose no ano passado, enquanto apenas 74% receberam a segunda dose recomendada.”

A vacina que previne o sarampo é a tríplice viral, que está disponível gratuitamente nos postos de saúde do Brasil. A recomendação do Programa Nacional de Imunizações é que vacina seja aplicada em duas doses, aos 12 e aos 15 meses de idade.

 A OMS destaca a necessidade de uma cobertura vacinal de pelo menos 95% de ambas as doses em todos os países e territórios para prevenir surtos e para proteger a população de “um dos vírus humanos mais contagiosos em todo o mundo”. A vacina contra o sarampo, segundo a OMS, já salvou mais vidas ao longo dos últimos 50 anos que qualquer outro imunizante.

O comunicado alerta que, como resultado de lacunas globais na cobertura vacinal, 57 países registraram surtos de sarampo em todas as regiões, exceto nas Américas – um aumento de quase 60% em relação aos 36 países identificados no ano anterior. África, Mediterrâneo Oriental, Europa, Sudeste Asiático e Pacífico Ocidental lideram o aumento substancial de casos, sendo que quase metade de todos os surtos ocorreu no continente africano.

 “Dados recentes mostram que cerca de 107,5 mil pessoas – a maioria crianças com menos de 5 anos – morreram por causa do sarampo em 2023. Embora isso represente uma queda de 8% em relação ao ano anterior, são crianças demais ainda morrendo em razão de uma doença evitável”, avaliou a OMS.

“Mesmo quando as pessoas sobrevivem ao sarampo, podem ocorrer efeitos graves para a saúde, alguns dos podem durar por toda a vida toda. Bebês e crianças pequenas correm maior risco de complicações graves, que incluem cegueira, pneumonia e encefalite (infecção que causa inchaço cerebral e, potencialmente, danos cerebrais).”

Brasil livre do sarampo

Cinco anos após perder o certificado de eliminação do sarampo, em 2019, o Brasil recebeu esta semana da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) o status de país livre da doença. O último registro de sarampo no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, aconteceu em junho de 2022, no Amapá.

Dados da pasta indicam que, entre 2018 a 2022, foram confirmados 9.329, 21.704, 8.035, 670 e 41 casos de sarampo, respectivamente. Em 2022, os estados que confirmaram casos foram: Rio de Janeiro, Pará, São Paulo e Amapá, sendo que o último caso confirmado foi registrado no Amapá, com data de início do exantema (erupções cutâneas) em 5 de junho.

Em 2024, o Brasil chegou a registrar dois casos confirmados, mas importados, sendo um em janeiro, no Rio Grande do Sul, proveniente do Paquistão; e um em agosto, em Minas Gerais, proveniente da Inglaterra.

O ministério define o sarampo como uma doença viral altamente contagiosa que afeta principalmente crianças e pode causar complicações graves, como diarreias intensas, cegueira, pneumonia e encefalite (inflamação do cérebro). “A maneira mais efetiva de evitar o sarampo é por meio da vacinação”, ressaltou a pasta.


 Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024- 11/vacinas-contra-o-sarampo-salvam-cinco-vidas-por-segundo-destaca-oms

Analise: “Bebês e crianças pequenas correm maior risco de complicações graves” e assinale a alternativa que apresenta o tipo de sujeito presente nesta oração.
Alternativas
Q4239892 Português

Leia o texto para responder a questão.


Vacinas contra o sarampo salvam cinco vidas por segundo, destaca OMS

Brasil recebeu certificado de país livre da doença graças à vacinação  


Por Paula Laboissière


A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, desde o ano 2000, vacinas contra o sarampo salvem cerca de cinco vidas por segundo. Mesmo assim, dados divulgados esta semana pela entidade apontam que, apenas em 2023, aproximadamente 10,3 milhões de casos da doença foram registrados em todo o planeta – 20% a mais que em 2022.

 Em nota, a OMS avalia que a cobertura vacinal inadequada impulsiona o aumento de casos. “O sarampo pode ser evitado com duas doses; no entanto, mais de 22 milhões de crianças perderam a primeira dose em 2023. Globalmente, estima-se que 83% delas receberam a primeira dose no ano passado, enquanto apenas 74% receberam a segunda dose recomendada.”

A vacina que previne o sarampo é a tríplice viral, que está disponível gratuitamente nos postos de saúde do Brasil. A recomendação do Programa Nacional de Imunizações é que vacina seja aplicada em duas doses, aos 12 e aos 15 meses de idade.

 A OMS destaca a necessidade de uma cobertura vacinal de pelo menos 95% de ambas as doses em todos os países e territórios para prevenir surtos e para proteger a população de “um dos vírus humanos mais contagiosos em todo o mundo”. A vacina contra o sarampo, segundo a OMS, já salvou mais vidas ao longo dos últimos 50 anos que qualquer outro imunizante.

O comunicado alerta que, como resultado de lacunas globais na cobertura vacinal, 57 países registraram surtos de sarampo em todas as regiões, exceto nas Américas – um aumento de quase 60% em relação aos 36 países identificados no ano anterior. África, Mediterrâneo Oriental, Europa, Sudeste Asiático e Pacífico Ocidental lideram o aumento substancial de casos, sendo que quase metade de todos os surtos ocorreu no continente africano.

 “Dados recentes mostram que cerca de 107,5 mil pessoas – a maioria crianças com menos de 5 anos – morreram por causa do sarampo em 2023. Embora isso represente uma queda de 8% em relação ao ano anterior, são crianças demais ainda morrendo em razão de uma doença evitável”, avaliou a OMS.

“Mesmo quando as pessoas sobrevivem ao sarampo, podem ocorrer efeitos graves para a saúde, alguns dos podem durar por toda a vida toda. Bebês e crianças pequenas correm maior risco de complicações graves, que incluem cegueira, pneumonia e encefalite (infecção que causa inchaço cerebral e, potencialmente, danos cerebrais).”

Brasil livre do sarampo

Cinco anos após perder o certificado de eliminação do sarampo, em 2019, o Brasil recebeu esta semana da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) o status de país livre da doença. O último registro de sarampo no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, aconteceu em junho de 2022, no Amapá.

Dados da pasta indicam que, entre 2018 a 2022, foram confirmados 9.329, 21.704, 8.035, 670 e 41 casos de sarampo, respectivamente. Em 2022, os estados que confirmaram casos foram: Rio de Janeiro, Pará, São Paulo e Amapá, sendo que o último caso confirmado foi registrado no Amapá, com data de início do exantema (erupções cutâneas) em 5 de junho.

Em 2024, o Brasil chegou a registrar dois casos confirmados, mas importados, sendo um em janeiro, no Rio Grande do Sul, proveniente do Paquistão; e um em agosto, em Minas Gerais, proveniente da Inglaterra.

O ministério define o sarampo como uma doença viral altamente contagiosa que afeta principalmente crianças e pode causar complicações graves, como diarreias intensas, cegueira, pneumonia e encefalite (inflamação do cérebro). “A maneira mais efetiva de evitar o sarampo é por meio da vacinação”, ressaltou a pasta.


 Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024- 11/vacinas-contra-o-sarampo-salvam-cinco-vidas-por-segundo-destaca-oms

De acordo com o texto, é possível afirmar que  
Alternativas
Respostas
18181: C
18182: A
18183: B
18184: B
18185: B
18186: D
18187: D
18188: B
18189: D
18190: A
18191: A
18192: D
18193: D
18194: C
18195: B
18196: C
18197: B
18198: D
18199: B
18200: A