Questões de Concurso Sobre português

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Q4376628 Português

TEXTO I


Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%


Crédito em atraso há mais de 90 dias atingiu o maior patamar

da série histórica do Banco Central, iniciada em 2011  


    A inadimplência das famílias no crédito livre chegou a 8% em agosto, maior nível da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em março de 2011. O indicador considera operações com pagamentos atrasados há mais de 90 dias. Em relação a julho, houve alta de 0,2 ponto porcentual. Na comparação com agosto do ano passado, o avanço foi de 1 ponto porcentual. Os dados foram divulgados durante esta terça-feira, 29.


    O crédito livre reúne operações com condições negociadas entre bancos e clientes, como empréstimos pessoais e cartão de crédito. Nesse segmento, a taxa média de juros cobrada das famílias subiu. O índice passou de 60,3% ao ano em julho para 61,7% em agosto.  


    Os atrasos também aumentaram quando o levantamento considerou todas as modalidades de crédito do sistema financeiro.


    Inadimplência cresce no sistema financeiro


    Entre as pessoas físicas, o índice chegou a 6% em agosto, alta de 0,2% ponto porcentual no mês. Entre as empresas, a taxa permaneceu em 3,3%. Considerando o conjunto das operações de crédito, a inadimplência passou de 4,9% em julho para 5% em agosto.   


    O saldo dos empréstimos destinados às famílias também aumentou. O volume chegou a R$ 4,7 trilhões em agosto, crescimento de 0,8% no mês e de 10,5% em 12 meses. 


    Segundo o Banco Central, os financiamentos de veículos, o cartão de crédito rotativo e os empréstimos consignados para trabalhadores do setor privado puxaram o avanço no crédito livre. 


    Os dados mais recentes sobre o peso das dívidas no orçamento das famílias são de julho. Naquele mês, o endividamento alcançou 49,9% da renda disponível acumulada em 12 meses, alta de 0,2 ponto porcentual em relação a junho. A parcela da renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas permaneceu em 28,7%.


    Na sexta-feira 25, o governo federal lançou uma nova etapa do Desenrola Brasil para renegociar dívidas antigas. O anúncio ocorreu depois do período considerado pelos dados de agosto do Banco Central. Por isso, os números divulgados nesta terça - feira ainda não mostram possíveis efeitos da medida.  


Fonte: BATALHA, Victória. Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%

(https://revistaoeste.com/economia/inadimplencia-das-familias-chega-a-recorde-de-8/)

(Adaptado). 

Assinale a alternativa cuja reescrita de um fragmento do texto tenha sido feita de maneira incorreta segundo a norma-padrão da Língua Portuguesa no que se refere ao emprego da pontuação. 
Alternativas
Q4376627 Português

TEXTO I


Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%


Crédito em atraso há mais de 90 dias atingiu o maior patamar

da série histórica do Banco Central, iniciada em 2011  


    A inadimplência das famílias no crédito livre chegou a 8% em agosto, maior nível da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em março de 2011. O indicador considera operações com pagamentos atrasados há mais de 90 dias. Em relação a julho, houve alta de 0,2 ponto porcentual. Na comparação com agosto do ano passado, o avanço foi de 1 ponto porcentual. Os dados foram divulgados durante esta terça-feira, 29.


    O crédito livre reúne operações com condições negociadas entre bancos e clientes, como empréstimos pessoais e cartão de crédito. Nesse segmento, a taxa média de juros cobrada das famílias subiu. O índice passou de 60,3% ao ano em julho para 61,7% em agosto.  


    Os atrasos também aumentaram quando o levantamento considerou todas as modalidades de crédito do sistema financeiro.


    Inadimplência cresce no sistema financeiro


    Entre as pessoas físicas, o índice chegou a 6% em agosto, alta de 0,2% ponto porcentual no mês. Entre as empresas, a taxa permaneceu em 3,3%. Considerando o conjunto das operações de crédito, a inadimplência passou de 4,9% em julho para 5% em agosto.   


    O saldo dos empréstimos destinados às famílias também aumentou. O volume chegou a R$ 4,7 trilhões em agosto, crescimento de 0,8% no mês e de 10,5% em 12 meses. 


    Segundo o Banco Central, os financiamentos de veículos, o cartão de crédito rotativo e os empréstimos consignados para trabalhadores do setor privado puxaram o avanço no crédito livre. 


    Os dados mais recentes sobre o peso das dívidas no orçamento das famílias são de julho. Naquele mês, o endividamento alcançou 49,9% da renda disponível acumulada em 12 meses, alta de 0,2 ponto porcentual em relação a junho. A parcela da renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas permaneceu em 28,7%.


    Na sexta-feira 25, o governo federal lançou uma nova etapa do Desenrola Brasil para renegociar dívidas antigas. O anúncio ocorreu depois do período considerado pelos dados de agosto do Banco Central. Por isso, os números divulgados nesta terça - feira ainda não mostram possíveis efeitos da medida.  


Fonte: BATALHA, Victória. Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%

(https://revistaoeste.com/economia/inadimplencia-das-familias-chega-a-recorde-de-8/)

(Adaptado). 

“Em relação a julho, houve alta de 0,2 ponto porcentual.”.


Para que a expressão em destaque pudesse gramaticalmente receber o sinal indicativo de Crase, esta deveria ser substituída no contexto por:

Alternativas
Q4376626 Português

TEXTO I


Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%


Crédito em atraso há mais de 90 dias atingiu o maior patamar

da série histórica do Banco Central, iniciada em 2011  


    A inadimplência das famílias no crédito livre chegou a 8% em agosto, maior nível da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em março de 2011. O indicador considera operações com pagamentos atrasados há mais de 90 dias. Em relação a julho, houve alta de 0,2 ponto porcentual. Na comparação com agosto do ano passado, o avanço foi de 1 ponto porcentual. Os dados foram divulgados durante esta terça-feira, 29.


    O crédito livre reúne operações com condições negociadas entre bancos e clientes, como empréstimos pessoais e cartão de crédito. Nesse segmento, a taxa média de juros cobrada das famílias subiu. O índice passou de 60,3% ao ano em julho para 61,7% em agosto.  


    Os atrasos também aumentaram quando o levantamento considerou todas as modalidades de crédito do sistema financeiro.


    Inadimplência cresce no sistema financeiro


    Entre as pessoas físicas, o índice chegou a 6% em agosto, alta de 0,2% ponto porcentual no mês. Entre as empresas, a taxa permaneceu em 3,3%. Considerando o conjunto das operações de crédito, a inadimplência passou de 4,9% em julho para 5% em agosto.   


    O saldo dos empréstimos destinados às famílias também aumentou. O volume chegou a R$ 4,7 trilhões em agosto, crescimento de 0,8% no mês e de 10,5% em 12 meses. 


    Segundo o Banco Central, os financiamentos de veículos, o cartão de crédito rotativo e os empréstimos consignados para trabalhadores do setor privado puxaram o avanço no crédito livre. 


    Os dados mais recentes sobre o peso das dívidas no orçamento das famílias são de julho. Naquele mês, o endividamento alcançou 49,9% da renda disponível acumulada em 12 meses, alta de 0,2 ponto porcentual em relação a junho. A parcela da renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas permaneceu em 28,7%.


    Na sexta-feira 25, o governo federal lançou uma nova etapa do Desenrola Brasil para renegociar dívidas antigas. O anúncio ocorreu depois do período considerado pelos dados de agosto do Banco Central. Por isso, os números divulgados nesta terça - feira ainda não mostram possíveis efeitos da medida.  


Fonte: BATALHA, Victória. Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%

(https://revistaoeste.com/economia/inadimplencia-das-familias-chega-a-recorde-de-8/)

(Adaptado). 

Leia os períodos abaixo antes de responder ao que se pede.


I. “Segundo o Banco Central, os financiamentos de veículos, o cartão de crédito rotativo e os empréstimos consignados para trabalhadores do setor privado puxaram o avanço no crédito livre.” (6º par.)  


II. “Na sexta-feira 25, o governo federal lançou uma nova etapa do Desenrola Brasil para renegociar dívidas antigas.” (8º par.) 


III. “Por isso, os números divulgados nesta terça-feira ainda não mostram possíveis efeitos da medida.” (8º par.) 


Assinale a alternativa que apresenta, pela ordem, elementos coesivos de mesma natureza semântica das expressões em destaque dos períodos acima. 

Alternativas
Q4376625 Português

TEXTO I


Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%


Crédito em atraso há mais de 90 dias atingiu o maior patamar

da série histórica do Banco Central, iniciada em 2011  


    A inadimplência das famílias no crédito livre chegou a 8% em agosto, maior nível da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em março de 2011. O indicador considera operações com pagamentos atrasados há mais de 90 dias. Em relação a julho, houve alta de 0,2 ponto porcentual. Na comparação com agosto do ano passado, o avanço foi de 1 ponto porcentual. Os dados foram divulgados durante esta terça-feira, 29.


    O crédito livre reúne operações com condições negociadas entre bancos e clientes, como empréstimos pessoais e cartão de crédito. Nesse segmento, a taxa média de juros cobrada das famílias subiu. O índice passou de 60,3% ao ano em julho para 61,7% em agosto.  


    Os atrasos também aumentaram quando o levantamento considerou todas as modalidades de crédito do sistema financeiro.


    Inadimplência cresce no sistema financeiro


    Entre as pessoas físicas, o índice chegou a 6% em agosto, alta de 0,2% ponto porcentual no mês. Entre as empresas, a taxa permaneceu em 3,3%. Considerando o conjunto das operações de crédito, a inadimplência passou de 4,9% em julho para 5% em agosto.   


    O saldo dos empréstimos destinados às famílias também aumentou. O volume chegou a R$ 4,7 trilhões em agosto, crescimento de 0,8% no mês e de 10,5% em 12 meses. 


    Segundo o Banco Central, os financiamentos de veículos, o cartão de crédito rotativo e os empréstimos consignados para trabalhadores do setor privado puxaram o avanço no crédito livre. 


    Os dados mais recentes sobre o peso das dívidas no orçamento das famílias são de julho. Naquele mês, o endividamento alcançou 49,9% da renda disponível acumulada em 12 meses, alta de 0,2 ponto porcentual em relação a junho. A parcela da renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas permaneceu em 28,7%.


    Na sexta-feira 25, o governo federal lançou uma nova etapa do Desenrola Brasil para renegociar dívidas antigas. O anúncio ocorreu depois do período considerado pelos dados de agosto do Banco Central. Por isso, os números divulgados nesta terça - feira ainda não mostram possíveis efeitos da medida.  


Fonte: BATALHA, Victória. Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%

(https://revistaoeste.com/economia/inadimplencia-das-familias-chega-a-recorde-de-8/)

(Adaptado). 

Analise as afirmações abaixo antes de julgar o que se pede.


( ) Em “Em relação a julho, houve alta de 0,2 ponto porcentual.” (1º par.), o verbo em destaque se encontra conjugado no Pretérito perfeito do indicativo fazendo concordância com o Sujeito “alta”.  


( ) Em “Os dados foram divulgados durante esta terça-feira, 29.” (1º par.), o termo em destaque é o núcleo do Sujeito de uma oração que se encontra na voz Ativa.  


( ) Em “Nesse segmento, a taxa média de juros cobrada das famílias subiu.” (2º par.), nota-se em destaque um verbo intransitivo que é núcleo de um Predicado verbal.  


( ) Em “O saldo dos empréstimos destinados às famílias também aumentou.” (5º par.), o verbo transitivo direto em destaque possui como núcleo do Sujeito o vocábulo “saldo”. 


Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se dizer que se tem pela ordem a seguinte sequência. 

Alternativas
Q4376624 Português

TEXTO I


Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%


Crédito em atraso há mais de 90 dias atingiu o maior patamar

da série histórica do Banco Central, iniciada em 2011  


    A inadimplência das famílias no crédito livre chegou a 8% em agosto, maior nível da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em março de 2011. O indicador considera operações com pagamentos atrasados há mais de 90 dias. Em relação a julho, houve alta de 0,2 ponto porcentual. Na comparação com agosto do ano passado, o avanço foi de 1 ponto porcentual. Os dados foram divulgados durante esta terça-feira, 29.


    O crédito livre reúne operações com condições negociadas entre bancos e clientes, como empréstimos pessoais e cartão de crédito. Nesse segmento, a taxa média de juros cobrada das famílias subiu. O índice passou de 60,3% ao ano em julho para 61,7% em agosto.  


    Os atrasos também aumentaram quando o levantamento considerou todas as modalidades de crédito do sistema financeiro.


    Inadimplência cresce no sistema financeiro


    Entre as pessoas físicas, o índice chegou a 6% em agosto, alta de 0,2% ponto porcentual no mês. Entre as empresas, a taxa permaneceu em 3,3%. Considerando o conjunto das operações de crédito, a inadimplência passou de 4,9% em julho para 5% em agosto.   


    O saldo dos empréstimos destinados às famílias também aumentou. O volume chegou a R$ 4,7 trilhões em agosto, crescimento de 0,8% no mês e de 10,5% em 12 meses. 


    Segundo o Banco Central, os financiamentos de veículos, o cartão de crédito rotativo e os empréstimos consignados para trabalhadores do setor privado puxaram o avanço no crédito livre. 


    Os dados mais recentes sobre o peso das dívidas no orçamento das famílias são de julho. Naquele mês, o endividamento alcançou 49,9% da renda disponível acumulada em 12 meses, alta de 0,2 ponto porcentual em relação a junho. A parcela da renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas permaneceu em 28,7%.


    Na sexta-feira 25, o governo federal lançou uma nova etapa do Desenrola Brasil para renegociar dívidas antigas. O anúncio ocorreu depois do período considerado pelos dados de agosto do Banco Central. Por isso, os números divulgados nesta terça - feira ainda não mostram possíveis efeitos da medida.  


Fonte: BATALHA, Victória. Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%

(https://revistaoeste.com/economia/inadimplencia-das-familias-chega-a-recorde-de-8/)

(Adaptado). 

Analise o fragmento abaixo que servirá de base para a

análise da questão. 


“A inadimplência das famílias no crédito livre chegou a 8% em agosto, maior nível da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em março de 2011. O indicador considera operações com pagamentos atrasados há mais de 90 dias. Em relação a julho, houve alta de 0,2 ponto porcentual.” 


De acordo com as regras de Morfologia, assinale a alternativa cujos vocábulos em destaque no contexto pertençam à mesma classe de palavra. 

Alternativas
Q4376623 Português

TEXTO I


Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%


Crédito em atraso há mais de 90 dias atingiu o maior patamar

da série histórica do Banco Central, iniciada em 2011  


    A inadimplência das famílias no crédito livre chegou a 8% em agosto, maior nível da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em março de 2011. O indicador considera operações com pagamentos atrasados há mais de 90 dias. Em relação a julho, houve alta de 0,2 ponto porcentual. Na comparação com agosto do ano passado, o avanço foi de 1 ponto porcentual. Os dados foram divulgados durante esta terça-feira, 29.


    O crédito livre reúne operações com condições negociadas entre bancos e clientes, como empréstimos pessoais e cartão de crédito. Nesse segmento, a taxa média de juros cobrada das famílias subiu. O índice passou de 60,3% ao ano em julho para 61,7% em agosto.  


    Os atrasos também aumentaram quando o levantamento considerou todas as modalidades de crédito do sistema financeiro.


    Inadimplência cresce no sistema financeiro


    Entre as pessoas físicas, o índice chegou a 6% em agosto, alta de 0,2% ponto porcentual no mês. Entre as empresas, a taxa permaneceu em 3,3%. Considerando o conjunto das operações de crédito, a inadimplência passou de 4,9% em julho para 5% em agosto.   


    O saldo dos empréstimos destinados às famílias também aumentou. O volume chegou a R$ 4,7 trilhões em agosto, crescimento de 0,8% no mês e de 10,5% em 12 meses. 


    Segundo o Banco Central, os financiamentos de veículos, o cartão de crédito rotativo e os empréstimos consignados para trabalhadores do setor privado puxaram o avanço no crédito livre. 


    Os dados mais recentes sobre o peso das dívidas no orçamento das famílias são de julho. Naquele mês, o endividamento alcançou 49,9% da renda disponível acumulada em 12 meses, alta de 0,2 ponto porcentual em relação a junho. A parcela da renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas permaneceu em 28,7%.


    Na sexta-feira 25, o governo federal lançou uma nova etapa do Desenrola Brasil para renegociar dívidas antigas. O anúncio ocorreu depois do período considerado pelos dados de agosto do Banco Central. Por isso, os números divulgados nesta terça - feira ainda não mostram possíveis efeitos da medida.  


Fonte: BATALHA, Victória. Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%

(https://revistaoeste.com/economia/inadimplencia-das-familias-chega-a-recorde-de-8/)

(Adaptado). 

Assinale a alternativa que apresenta palavras retiradas do texto I acentuadas pela mesma regra segundo o Novo Acordo Ortográfico. 
Alternativas
Q4376622 Português

TEXTO I


Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%


Crédito em atraso há mais de 90 dias atingiu o maior patamar

da série histórica do Banco Central, iniciada em 2011  


    A inadimplência das famílias no crédito livre chegou a 8% em agosto, maior nível da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em março de 2011. O indicador considera operações com pagamentos atrasados há mais de 90 dias. Em relação a julho, houve alta de 0,2 ponto porcentual. Na comparação com agosto do ano passado, o avanço foi de 1 ponto porcentual. Os dados foram divulgados durante esta terça-feira, 29.


    O crédito livre reúne operações com condições negociadas entre bancos e clientes, como empréstimos pessoais e cartão de crédito. Nesse segmento, a taxa média de juros cobrada das famílias subiu. O índice passou de 60,3% ao ano em julho para 61,7% em agosto.  


    Os atrasos também aumentaram quando o levantamento considerou todas as modalidades de crédito do sistema financeiro.


    Inadimplência cresce no sistema financeiro


    Entre as pessoas físicas, o índice chegou a 6% em agosto, alta de 0,2% ponto porcentual no mês. Entre as empresas, a taxa permaneceu em 3,3%. Considerando o conjunto das operações de crédito, a inadimplência passou de 4,9% em julho para 5% em agosto.   


    O saldo dos empréstimos destinados às famílias também aumentou. O volume chegou a R$ 4,7 trilhões em agosto, crescimento de 0,8% no mês e de 10,5% em 12 meses. 


    Segundo o Banco Central, os financiamentos de veículos, o cartão de crédito rotativo e os empréstimos consignados para trabalhadores do setor privado puxaram o avanço no crédito livre. 


    Os dados mais recentes sobre o peso das dívidas no orçamento das famílias são de julho. Naquele mês, o endividamento alcançou 49,9% da renda disponível acumulada em 12 meses, alta de 0,2 ponto porcentual em relação a junho. A parcela da renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas permaneceu em 28,7%.


    Na sexta-feira 25, o governo federal lançou uma nova etapa do Desenrola Brasil para renegociar dívidas antigas. O anúncio ocorreu depois do período considerado pelos dados de agosto do Banco Central. Por isso, os números divulgados nesta terça - feira ainda não mostram possíveis efeitos da medida.  


Fonte: BATALHA, Victória. Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%

(https://revistaoeste.com/economia/inadimplencia-das-familias-chega-a-recorde-de-8/)

(Adaptado). 

Marque a alternativa cuja indicação do processo de formação de palavras esteja incorreta para a expressão em destaque.
Alternativas
Q4376621 Português

TEXTO I


Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%


Crédito em atraso há mais de 90 dias atingiu o maior patamar

da série histórica do Banco Central, iniciada em 2011  


    A inadimplência das famílias no crédito livre chegou a 8% em agosto, maior nível da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em março de 2011. O indicador considera operações com pagamentos atrasados há mais de 90 dias. Em relação a julho, houve alta de 0,2 ponto porcentual. Na comparação com agosto do ano passado, o avanço foi de 1 ponto porcentual. Os dados foram divulgados durante esta terça-feira, 29.


    O crédito livre reúne operações com condições negociadas entre bancos e clientes, como empréstimos pessoais e cartão de crédito. Nesse segmento, a taxa média de juros cobrada das famílias subiu. O índice passou de 60,3% ao ano em julho para 61,7% em agosto.  


    Os atrasos também aumentaram quando o levantamento considerou todas as modalidades de crédito do sistema financeiro.


    Inadimplência cresce no sistema financeiro


    Entre as pessoas físicas, o índice chegou a 6% em agosto, alta de 0,2% ponto porcentual no mês. Entre as empresas, a taxa permaneceu em 3,3%. Considerando o conjunto das operações de crédito, a inadimplência passou de 4,9% em julho para 5% em agosto.   


    O saldo dos empréstimos destinados às famílias também aumentou. O volume chegou a R$ 4,7 trilhões em agosto, crescimento de 0,8% no mês e de 10,5% em 12 meses. 


    Segundo o Banco Central, os financiamentos de veículos, o cartão de crédito rotativo e os empréstimos consignados para trabalhadores do setor privado puxaram o avanço no crédito livre. 


    Os dados mais recentes sobre o peso das dívidas no orçamento das famílias são de julho. Naquele mês, o endividamento alcançou 49,9% da renda disponível acumulada em 12 meses, alta de 0,2 ponto porcentual em relação a junho. A parcela da renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas permaneceu em 28,7%.


    Na sexta-feira 25, o governo federal lançou uma nova etapa do Desenrola Brasil para renegociar dívidas antigas. O anúncio ocorreu depois do período considerado pelos dados de agosto do Banco Central. Por isso, os números divulgados nesta terça - feira ainda não mostram possíveis efeitos da medida.  


Fonte: BATALHA, Victória. Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%

(https://revistaoeste.com/economia/inadimplencia-das-familias-chega-a-recorde-de-8/)

(Adaptado). 

“Na sexta-feira 25, o governo federal lançou uma nova etapa do Desenrola Brasil para renegociar dívidas antigas. O anúncio ocorreu depois do período considerado pelos dados de agosto do Banco Central.” 
A partir do fragmento exposto acima, assinale a alternativa cuja reescrita manteve o valor semântico presente, bem como o respeito à norma-padrão da Língua Portuguesa. 

Alternativas
Q4376620 Português

TEXTO I


Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%


Crédito em atraso há mais de 90 dias atingiu o maior patamar

da série histórica do Banco Central, iniciada em 2011  


    A inadimplência das famílias no crédito livre chegou a 8% em agosto, maior nível da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em março de 2011. O indicador considera operações com pagamentos atrasados há mais de 90 dias. Em relação a julho, houve alta de 0,2 ponto porcentual. Na comparação com agosto do ano passado, o avanço foi de 1 ponto porcentual. Os dados foram divulgados durante esta terça-feira, 29.


    O crédito livre reúne operações com condições negociadas entre bancos e clientes, como empréstimos pessoais e cartão de crédito. Nesse segmento, a taxa média de juros cobrada das famílias subiu. O índice passou de 60,3% ao ano em julho para 61,7% em agosto.  


    Os atrasos também aumentaram quando o levantamento considerou todas as modalidades de crédito do sistema financeiro.


    Inadimplência cresce no sistema financeiro


    Entre as pessoas físicas, o índice chegou a 6% em agosto, alta de 0,2% ponto porcentual no mês. Entre as empresas, a taxa permaneceu em 3,3%. Considerando o conjunto das operações de crédito, a inadimplência passou de 4,9% em julho para 5% em agosto.   


    O saldo dos empréstimos destinados às famílias também aumentou. O volume chegou a R$ 4,7 trilhões em agosto, crescimento de 0,8% no mês e de 10,5% em 12 meses. 


    Segundo o Banco Central, os financiamentos de veículos, o cartão de crédito rotativo e os empréstimos consignados para trabalhadores do setor privado puxaram o avanço no crédito livre. 


    Os dados mais recentes sobre o peso das dívidas no orçamento das famílias são de julho. Naquele mês, o endividamento alcançou 49,9% da renda disponível acumulada em 12 meses, alta de 0,2 ponto porcentual em relação a junho. A parcela da renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas permaneceu em 28,7%.


    Na sexta-feira 25, o governo federal lançou uma nova etapa do Desenrola Brasil para renegociar dívidas antigas. O anúncio ocorreu depois do período considerado pelos dados de agosto do Banco Central. Por isso, os números divulgados nesta terça - feira ainda não mostram possíveis efeitos da medida.  


Fonte: BATALHA, Victória. Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%

(https://revistaoeste.com/economia/inadimplencia-das-familias-chega-a-recorde-de-8/)

(Adaptado). 

Analise as afirmações abaixo sobre a tipologia e o gênero do texto I antes de julgar o que se pede.
I. O texto pertence ao gênero jornalístico Notícia e expõe uma pauta de relevância para o corpo coletivo, cumprindo, assim, sua função social.
II. O texto pertence à tipologia expositiva e faz uso de linguagem objetiva, impessoal e compatível com a sintaxe da norma-culta a fim de transmitir a mensagem com clareza.
III. A produção textual possui natureza essencialmente narrativo-descritiva, ao relatar acontecimentos remissivos a uma condição social das famílias brasileiras.
IV. O texto possui caráter injuntivo, na medida em que avalia uma condição econômica desfavorável das famílias brasileiras, o que provocou reação do setor governamental.
Pode-se afirmar que se encontra correto o que foi dito acima somente em:
Alternativas
Q4376619 Português

TEXTO I


Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%


Crédito em atraso há mais de 90 dias atingiu o maior patamar

da série histórica do Banco Central, iniciada em 2011  


    A inadimplência das famílias no crédito livre chegou a 8% em agosto, maior nível da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em março de 2011. O indicador considera operações com pagamentos atrasados há mais de 90 dias. Em relação a julho, houve alta de 0,2 ponto porcentual. Na comparação com agosto do ano passado, o avanço foi de 1 ponto porcentual. Os dados foram divulgados durante esta terça-feira, 29.


    O crédito livre reúne operações com condições negociadas entre bancos e clientes, como empréstimos pessoais e cartão de crédito. Nesse segmento, a taxa média de juros cobrada das famílias subiu. O índice passou de 60,3% ao ano em julho para 61,7% em agosto.  


    Os atrasos também aumentaram quando o levantamento considerou todas as modalidades de crédito do sistema financeiro.


    Inadimplência cresce no sistema financeiro


    Entre as pessoas físicas, o índice chegou a 6% em agosto, alta de 0,2% ponto porcentual no mês. Entre as empresas, a taxa permaneceu em 3,3%. Considerando o conjunto das operações de crédito, a inadimplência passou de 4,9% em julho para 5% em agosto.   


    O saldo dos empréstimos destinados às famílias também aumentou. O volume chegou a R$ 4,7 trilhões em agosto, crescimento de 0,8% no mês e de 10,5% em 12 meses. 


    Segundo o Banco Central, os financiamentos de veículos, o cartão de crédito rotativo e os empréstimos consignados para trabalhadores do setor privado puxaram o avanço no crédito livre. 


    Os dados mais recentes sobre o peso das dívidas no orçamento das famílias são de julho. Naquele mês, o endividamento alcançou 49,9% da renda disponível acumulada em 12 meses, alta de 0,2 ponto porcentual em relação a junho. A parcela da renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas permaneceu em 28,7%.


    Na sexta-feira 25, o governo federal lançou uma nova etapa do Desenrola Brasil para renegociar dívidas antigas. O anúncio ocorreu depois do período considerado pelos dados de agosto do Banco Central. Por isso, os números divulgados nesta terça - feira ainda não mostram possíveis efeitos da medida.  


Fonte: BATALHA, Victória. Inadimplência das famílias chega a recorde de 8%

(https://revistaoeste.com/economia/inadimplencia-das-familias-chega-a-recorde-de-8/)

(Adaptado). 

É correto afirmar que o texto I em evidência: 
Alternativas
Q4376563 Português

Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos



Por Lucas Vilalta, pesquisador da Cátedra Oscar Sala do Instituto de Estudos Avançados da USP



Post category: Artigos https://jornal.usp.br/? p=808419


24/09/2024 - Publicado há 2 anos



Após publicar artigo neste mesmo canal sobre a possibilidade de termos transparência de algoritmos para os sistemas de Inteligência Artificial (IA), o diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, Rogério Sottili, convidou-me para dialogar com as preocupações e trabalhos que a equipe tem desenvolvido sobre o impacto das big techs e da IA para a democracia e os direitos humanos. Como a conversa foi muito boa, decidi compartilhar um pouco do que debatemos naquele dia, então, com um público mais amplo.


Minha fala inicial ali abordou três pontos centrais:



1. o que são os sistemas de IA de um ponto de vista técnico e social;


2. seus impactos para a democracia; e


3. ameaças aos direitos humanos e caminhos para enfrentá-las.



Em relação ao ponto 1, remeto o leitor ou a leitora ao que apresentei no artigo anterior. De modo geral, tratava-se de mostrar, como o fez Kate Crawford em seu livro Atlas da IA, que “a IA não é artificial nem inteligente. Na verdade, ela existe de forma corpórea, como algo material, feito de recursos naturais, combustíveis, mão de obra, infraestrutura, logística, histórias e classificações. Os sistemas de IA não são autônomos, racionais, tampouco capazes de discernir algo sem um treinamento extenso e computacionalmente intensivo, com enormes conjuntos de dados ou regras e recompensas pré-definidas. De fato, tal como a conhecemos, a IA depende totalmente de um conjunto muito mais vasto de estruturas políticas e sociais”. 


É preciso afastar as mistificações que têm dominado a cobertura midiática e boa parte do debate público sobre a IA. Se ela nasceu com o propósito de imitar a inteligência humana, hoje, a IA certamente se caracteriza muito mais como sistemas sociotécnicos de captura e processamento da inteligência social para que as big techs possam fornecer assistência algorítmica como algo indispensável ______ vida humana. A IA 2.0 é a promessa de um serviço de assistência em que os usuários vão poder ser manipuladores de algoritmos (a partir de prompts), automatizando processos de trabalho e linguagem em suas rotinas ou negócios. A IA não é uma máquina separada da sociedade, é a própria sociedade sendo processada de modo maquínico pelas plataformas. É mais urgente nos preocuparmos não com uma superinteligência ou com indivíduos autônomos (robôs) que irão nos dominar, mas com os impactos ambientais, econômicos, sociais e humanos que já estão em curso. [...]


    VILALTA, Lucas. Jornal da USP. Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos. Adaptado. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/Impactos-estruturais-dainteligência-artificial-na-democracia-e-nos-direitoshumanos/. Acesso em:30 set. 2024. 

No fragmento: É preciso afastar as mistificações que têm dominado a cobertura midiática e boa parte do debate público sobre a IA. Analise as afirmações sobre o termo destacado “que” e marque (V) para Verdadeiro e (F) para Falso:



( ) Em relação à Classificação Gramatical (Classe de palavras) a palavra destacada “que” trata-se de um pronome relativo.


( ) Ele substitui e se refere ao termo antecedente ("as mistificações"), evitando a sua repetição ("as mistificações têm dominado...").


( ) Em relação à Classificação Gramatical (Classe de palavras) a palavra destacada “que” trata-se de uma conjunção integrante.


( ) Em relação a análise sintática classificamos este fragmento: “que têm dominado a cobertura midiática e boa parte do debate público sobre a IA” como uma oração subordinada substantiva.

Alternativas
Q4376562 Português

Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos



Por Lucas Vilalta, pesquisador da Cátedra Oscar Sala do Instituto de Estudos Avançados da USP



Post category: Artigos https://jornal.usp.br/? p=808419


24/09/2024 - Publicado há 2 anos



Após publicar artigo neste mesmo canal sobre a possibilidade de termos transparência de algoritmos para os sistemas de Inteligência Artificial (IA), o diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, Rogério Sottili, convidou-me para dialogar com as preocupações e trabalhos que a equipe tem desenvolvido sobre o impacto das big techs e da IA para a democracia e os direitos humanos. Como a conversa foi muito boa, decidi compartilhar um pouco do que debatemos naquele dia, então, com um público mais amplo.


Minha fala inicial ali abordou três pontos centrais:



1. o que são os sistemas de IA de um ponto de vista técnico e social;


2. seus impactos para a democracia; e


3. ameaças aos direitos humanos e caminhos para enfrentá-las.



Em relação ao ponto 1, remeto o leitor ou a leitora ao que apresentei no artigo anterior. De modo geral, tratava-se de mostrar, como o fez Kate Crawford em seu livro Atlas da IA, que “a IA não é artificial nem inteligente. Na verdade, ela existe de forma corpórea, como algo material, feito de recursos naturais, combustíveis, mão de obra, infraestrutura, logística, histórias e classificações. Os sistemas de IA não são autônomos, racionais, tampouco capazes de discernir algo sem um treinamento extenso e computacionalmente intensivo, com enormes conjuntos de dados ou regras e recompensas pré-definidas. De fato, tal como a conhecemos, a IA depende totalmente de um conjunto muito mais vasto de estruturas políticas e sociais”. 


É preciso afastar as mistificações que têm dominado a cobertura midiática e boa parte do debate público sobre a IA. Se ela nasceu com o propósito de imitar a inteligência humana, hoje, a IA certamente se caracteriza muito mais como sistemas sociotécnicos de captura e processamento da inteligência social para que as big techs possam fornecer assistência algorítmica como algo indispensável ______ vida humana. A IA 2.0 é a promessa de um serviço de assistência em que os usuários vão poder ser manipuladores de algoritmos (a partir de prompts), automatizando processos de trabalho e linguagem em suas rotinas ou negócios. A IA não é uma máquina separada da sociedade, é a própria sociedade sendo processada de modo maquínico pelas plataformas. É mais urgente nos preocuparmos não com uma superinteligência ou com indivíduos autônomos (robôs) que irão nos dominar, mas com os impactos ambientais, econômicos, sociais e humanos que já estão em curso. [...]


    VILALTA, Lucas. Jornal da USP. Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos. Adaptado. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/Impactos-estruturais-dainteligência-artificial-na-democracia-e-nos-direitoshumanos/. Acesso em:30 set. 2024. 

Na oração "é a própria sociedade sendo processada de modo maquínico pelas plataformas", qual termo exerce a função sintática de agente da passiva? 
Alternativas
Q4376561 Português

Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos



Por Lucas Vilalta, pesquisador da Cátedra Oscar Sala do Instituto de Estudos Avançados da USP



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24/09/2024 - Publicado há 2 anos



Após publicar artigo neste mesmo canal sobre a possibilidade de termos transparência de algoritmos para os sistemas de Inteligência Artificial (IA), o diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, Rogério Sottili, convidou-me para dialogar com as preocupações e trabalhos que a equipe tem desenvolvido sobre o impacto das big techs e da IA para a democracia e os direitos humanos. Como a conversa foi muito boa, decidi compartilhar um pouco do que debatemos naquele dia, então, com um público mais amplo.


Minha fala inicial ali abordou três pontos centrais:



1. o que são os sistemas de IA de um ponto de vista técnico e social;


2. seus impactos para a democracia; e


3. ameaças aos direitos humanos e caminhos para enfrentá-las.



Em relação ao ponto 1, remeto o leitor ou a leitora ao que apresentei no artigo anterior. De modo geral, tratava-se de mostrar, como o fez Kate Crawford em seu livro Atlas da IA, que “a IA não é artificial nem inteligente. Na verdade, ela existe de forma corpórea, como algo material, feito de recursos naturais, combustíveis, mão de obra, infraestrutura, logística, histórias e classificações. Os sistemas de IA não são autônomos, racionais, tampouco capazes de discernir algo sem um treinamento extenso e computacionalmente intensivo, com enormes conjuntos de dados ou regras e recompensas pré-definidas. De fato, tal como a conhecemos, a IA depende totalmente de um conjunto muito mais vasto de estruturas políticas e sociais”. 


É preciso afastar as mistificações que têm dominado a cobertura midiática e boa parte do debate público sobre a IA. Se ela nasceu com o propósito de imitar a inteligência humana, hoje, a IA certamente se caracteriza muito mais como sistemas sociotécnicos de captura e processamento da inteligência social para que as big techs possam fornecer assistência algorítmica como algo indispensável ______ vida humana. A IA 2.0 é a promessa de um serviço de assistência em que os usuários vão poder ser manipuladores de algoritmos (a partir de prompts), automatizando processos de trabalho e linguagem em suas rotinas ou negócios. A IA não é uma máquina separada da sociedade, é a própria sociedade sendo processada de modo maquínico pelas plataformas. É mais urgente nos preocuparmos não com uma superinteligência ou com indivíduos autônomos (robôs) que irão nos dominar, mas com os impactos ambientais, econômicos, sociais e humanos que já estão em curso. [...]


    VILALTA, Lucas. Jornal da USP. Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos. Adaptado. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/Impactos-estruturais-dainteligência-artificial-na-democracia-e-nos-direitoshumanos/. Acesso em:30 set. 2024. 

No seguinte fragmento: …”ela existe de forma corpórea, como algo material, feito de recursos naturais, combustíveis, mão de obra, infraestrutura, logística, histórias e classificações.” Analise os vocábulos: mão de obra e infraestrutura e marque (V) para Verdadeiro e (F) para Falso:



( ) O Novo Acordo Ortográfico determinou que as locuções substantivas, adjetivas ou pronominais ligadas por preposição não levam mais hífen, sendo o caso da palavra mão de obra, essa mesma regra vale para o vocábulo pé de moleque.


( ) A grafia sem hífen do vocábulo infraestrutura justifica-se pelo fato de as vogais do prefixo e da palavra seguinte serem diferentes (a + e).


( ) O uso do hífen com o prefixo infra- depende da letra com que a palavra seguinte começar, se a segunda palavra iniciar com a vogal "a" ou com a consoante "h" a forma correta seria grafada com hífen (ex.: infra-assinado, infra-hepático).



Assinale a alternativa que completa corretamente os parênteses: 

Alternativas
Q4376560 Português

Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos



Por Lucas Vilalta, pesquisador da Cátedra Oscar Sala do Instituto de Estudos Avançados da USP



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Após publicar artigo neste mesmo canal sobre a possibilidade de termos transparência de algoritmos para os sistemas de Inteligência Artificial (IA), o diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, Rogério Sottili, convidou-me para dialogar com as preocupações e trabalhos que a equipe tem desenvolvido sobre o impacto das big techs e da IA para a democracia e os direitos humanos. Como a conversa foi muito boa, decidi compartilhar um pouco do que debatemos naquele dia, então, com um público mais amplo.


Minha fala inicial ali abordou três pontos centrais:



1. o que são os sistemas de IA de um ponto de vista técnico e social;


2. seus impactos para a democracia; e


3. ameaças aos direitos humanos e caminhos para enfrentá-las.



Em relação ao ponto 1, remeto o leitor ou a leitora ao que apresentei no artigo anterior. De modo geral, tratava-se de mostrar, como o fez Kate Crawford em seu livro Atlas da IA, que “a IA não é artificial nem inteligente. Na verdade, ela existe de forma corpórea, como algo material, feito de recursos naturais, combustíveis, mão de obra, infraestrutura, logística, histórias e classificações. Os sistemas de IA não são autônomos, racionais, tampouco capazes de discernir algo sem um treinamento extenso e computacionalmente intensivo, com enormes conjuntos de dados ou regras e recompensas pré-definidas. De fato, tal como a conhecemos, a IA depende totalmente de um conjunto muito mais vasto de estruturas políticas e sociais”. 


É preciso afastar as mistificações que têm dominado a cobertura midiática e boa parte do debate público sobre a IA. Se ela nasceu com o propósito de imitar a inteligência humana, hoje, a IA certamente se caracteriza muito mais como sistemas sociotécnicos de captura e processamento da inteligência social para que as big techs possam fornecer assistência algorítmica como algo indispensável ______ vida humana. A IA 2.0 é a promessa de um serviço de assistência em que os usuários vão poder ser manipuladores de algoritmos (a partir de prompts), automatizando processos de trabalho e linguagem em suas rotinas ou negócios. A IA não é uma máquina separada da sociedade, é a própria sociedade sendo processada de modo maquínico pelas plataformas. É mais urgente nos preocuparmos não com uma superinteligência ou com indivíduos autônomos (robôs) que irão nos dominar, mas com os impactos ambientais, econômicos, sociais e humanos que já estão em curso. [...]


    VILALTA, Lucas. Jornal da USP. Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos. Adaptado. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/Impactos-estruturais-dainteligência-artificial-na-democracia-e-nos-direitoshumanos/. Acesso em:30 set. 2024. 

Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas das frases abaixo, considerando as exigências da norma-padrão da língua portuguesa quanto ao uso do sinal indicativo de crase:



1. [...] que as big techs possam fornecer assistência algorítmica como algo indispensável ____ vida humana.


2. A análise sobre os limites do processamento de dados estendeu-se ____ várias reuniões do conselho.


3. As diretrizes éticas para o uso de IA aplicam-se tanto a modelos novos quanto ____ que já estão em operação.

Alternativas
Q4376559 Português

Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos



Por Lucas Vilalta, pesquisador da Cátedra Oscar Sala do Instituto de Estudos Avançados da USP



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Após publicar artigo neste mesmo canal sobre a possibilidade de termos transparência de algoritmos para os sistemas de Inteligência Artificial (IA), o diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, Rogério Sottili, convidou-me para dialogar com as preocupações e trabalhos que a equipe tem desenvolvido sobre o impacto das big techs e da IA para a democracia e os direitos humanos. Como a conversa foi muito boa, decidi compartilhar um pouco do que debatemos naquele dia, então, com um público mais amplo.


Minha fala inicial ali abordou três pontos centrais:



1. o que são os sistemas de IA de um ponto de vista técnico e social;


2. seus impactos para a democracia; e


3. ameaças aos direitos humanos e caminhos para enfrentá-las.



Em relação ao ponto 1, remeto o leitor ou a leitora ao que apresentei no artigo anterior. De modo geral, tratava-se de mostrar, como o fez Kate Crawford em seu livro Atlas da IA, que “a IA não é artificial nem inteligente. Na verdade, ela existe de forma corpórea, como algo material, feito de recursos naturais, combustíveis, mão de obra, infraestrutura, logística, histórias e classificações. Os sistemas de IA não são autônomos, racionais, tampouco capazes de discernir algo sem um treinamento extenso e computacionalmente intensivo, com enormes conjuntos de dados ou regras e recompensas pré-definidas. De fato, tal como a conhecemos, a IA depende totalmente de um conjunto muito mais vasto de estruturas políticas e sociais”. 


É preciso afastar as mistificações que têm dominado a cobertura midiática e boa parte do debate público sobre a IA. Se ela nasceu com o propósito de imitar a inteligência humana, hoje, a IA certamente se caracteriza muito mais como sistemas sociotécnicos de captura e processamento da inteligência social para que as big techs possam fornecer assistência algorítmica como algo indispensável ______ vida humana. A IA 2.0 é a promessa de um serviço de assistência em que os usuários vão poder ser manipuladores de algoritmos (a partir de prompts), automatizando processos de trabalho e linguagem em suas rotinas ou negócios. A IA não é uma máquina separada da sociedade, é a própria sociedade sendo processada de modo maquínico pelas plataformas. É mais urgente nos preocuparmos não com uma superinteligência ou com indivíduos autônomos (robôs) que irão nos dominar, mas com os impactos ambientais, econômicos, sociais e humanos que já estão em curso. [...]


    VILALTA, Lucas. Jornal da USP. Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos. Adaptado. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/Impactos-estruturais-dainteligência-artificial-na-democracia-e-nos-direitoshumanos/. Acesso em:30 set. 2024. 

Com base na leitura do texto, assinale a alternativa que expressa corretamente a tese principal defendida pelo autor em relação aos sistemas de Inteligência Artificial (IA):
Alternativas
Q4376528 Português
Assinale a oração que apresenta predicado nominal: 
Alternativas
Q4376527 Português
Na frase “A pesquisadora apresentou uma hipótese aos estudantes”, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4376526 Português
Assinale a frase pontuada de acordo com a norma-padrão: 
Alternativas
Q4376525 Português
Assinale a alternativa em que o emprego da expressão destacada está correto segundo a norma padrão: 
Alternativas
Q4376524 Português
Assinale a alternativa que contém apenas uma palavra grafada incorretamente:
Alternativas
Respostas
1761: D
1762: A
1763: B
1764: C
1765: D
1766: C
1767: E
1768: E
1769: A
1770: B
1771: A
1772: D
1773: C
1774: D
1775: B
1776: B
1777: A
1778: A
1779: C
1780: D