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Questões de Concurso Sobre português

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Q3827114 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


DNA revela que gatos foram domesticados muito depois do que se pensava

Pesquisas recentes indicam que os gatos, em seu habitual estilo independente, demoraram a estabelecer vínculos com os humanos. Evidências científicas revelam que a transição de caçador selvagem para animal doméstico ocorreu muito mais tarde do que se pressupunha e em região distinta da tradicionalmente apontada.

A análise de ossos encontrados em sítios arqueológicos sugere que a aproximação entre gatos e humanos começou há apenas alguns milhares de anos, no norte da África, e não no Levante, área correspondente atualmente a países como Líbano, Síria, Jordânia, Israel e Palestina. Segundo o professor Greger Larson, da Universidade de Oxford, essa convivência que hoje parece natural teve início há cerca de quatro mil anos, e não há dez mil anos, como se difundia.

Os gatos modernos, apesar da ampla variedade de raças, descendem de uma única espécie: o gato selvagem africano. A pergunta sobre como, onde e quando esses animais abandonaram a vida completamente selvagem e passaram a criar laços duradouros com as pessoas sempre intrigou os pesquisadores. Para esclarecer esse ponto, especialistas examinaram o DNA de ossos de gatos coletados em escavações na Europa, no norte da África e na Turquia, realizaram datações e compararam os resultados com o material genético de gatos atuais.

As novas evidências demonstram que a domesticação não coincidiu com o surgimento da agricultura no Levante, mas ocorreu milênios mais tarde, em alguma região do norte da África. Larson observa que, em vez de surgir nas primeiras comunidades agrícolas, o fenômeno parece estar ligado à civilização egípcia, conhecida pela veneração aos gatos, retratados em obras de arte e preservados como múmias.

A partir do momento em que passaram a conviver com humanos, os gatos foram sendo transportados para diferentes regiões, inicialmente como animais de bordo e controladores de pragas. Chegaram à Europa apenas há cerca de dois mil anos, acompanhando romanos em suas expansões, e depois avançaram pela Rota da Seda até alcançar a China. Atualmente, estão distribuídos por quase todo o planeta, exceto pela Antártida.

Em uma descoberta adicional, cientistas identificaram que um felino selvagem conviveu com humanos na China muito antes do surgimento dos gatos domésticos. Trata-se do gato leopardo, espécie de pequeno porte com manchas semelhantes às do leopardo, que frequentou assentamentos humanos por cerca de três mil anos. Segundo a professora Shu-Jin Luo, da Universidade de Pequim, essa relação era de comensalismo: os gatos leopardo se beneficiavam da proximidade com as pessoas, sobretudo pelo acesso a roedores, enquanto os humanos eram indiferentes ou os toleravam como aliados no controle de pragas.

Apesar dessa convivência antiga, os gatos leopardo não passaram por processo de domesticação e continuam vivendo na natureza em várias regiões da Ásia. Curiosamente, foram cruzados, já na era moderna, com gatos domésticos, dando origem ao gato Bengal, raça híbrida reconhecida oficialmente na década de 1980.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvnx8yxgdo.adaptado. 
Larson observa que, em vez de surgir nas primeiras comunidades agrícolas, o fenômeno parece estar ligado "à" civilização egípcia.
Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que, nesta frase: 
Alternativas
Q3827082 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que primeiro registro de sauá albino na Mata Atlântica representa para o meio ambiente

Pesquisadores do projeto Primatas Perdidos registraram pela primeira vez um sauá albino no Parque Estadual do Rio Doce, em Minas Gerais, a maior área contínua de Mata Atlântica do estado. O achado, feito com drones equipados com câmeras termal e colorida durante um levantamento populacional, surpreendeu a equipe ao revelar um indivíduo completamente branco, algo tão improvável quanto encontrar uma agulha no palheiro. Casos de albinismo em primatas neotropicais são extremamente raros, e não havia registros anteriores para a família do sauá.

O registro ocorreu em área de floresta densa do parque, criado em 1944, que protege cerca de trinta e seis mil hectares e abriga centenas de espécies, entre elas cinco primatas, três ameaçados de extinção. O projeto Primatas Perdidos monitora essas populações. A tecnologia dos drones possibilita alcançar áreas inacessíveis a pé e reduzir o impacto sobre a fauna. O sauá albino foi visto integrado a dois indivíduos de coloração normal, algo incomum, já que animais albinos muitas vezes sofrem rejeição.

O aparecimento do animal é simbólico e preocupante. Para os pesquisadores, indica efeitos do isolamento populacional e da degradação ambiental no entorno do parque, uma ilha verde cercada por áreas deterioradas por expansão urbana, monocultura e atividades agroindustriais. Essas pressões reduzem o fluxo genético e ampliam a endogamia, favorecendo mutações como o albinismo. Fatores externos, como poluição atmosférica e uso intensivo de agrotóxicos, também afetam a expressão genética. Estudos mostram que gases como dióxido de nitrogênio e de enxofre alteram a pigmentação.

O sauá é um primata endêmico da Mata Atlântica, encontrado em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Monogâmico e de hábitos diurnos, vive em pequenos grupos familiares e é reconhecido pela cauda avermelhada contrastando com o corpo acinzentado. Suas vocalizações em dueto são marcantes. Como frugívoros, contribuem para a dispersão de sementes e regeneração da floresta. A espécie está classificada como quase ameaçada de extinção, devido à perda e fragmentação do habitat, que reduzem populações, isolam grupos e ampliam riscos genéticos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c205dg7v4yeo.adaptado.
Suas vocalizações "em dueto" são marcantes.
Sintaticamente, o termo destacado na oração exerce a função de: 
Alternativas
Q3827081 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que primeiro registro de sauá albino na Mata Atlântica representa para o meio ambiente

Pesquisadores do projeto Primatas Perdidos registraram pela primeira vez um sauá albino no Parque Estadual do Rio Doce, em Minas Gerais, a maior área contínua de Mata Atlântica do estado. O achado, feito com drones equipados com câmeras termal e colorida durante um levantamento populacional, surpreendeu a equipe ao revelar um indivíduo completamente branco, algo tão improvável quanto encontrar uma agulha no palheiro. Casos de albinismo em primatas neotropicais são extremamente raros, e não havia registros anteriores para a família do sauá.

O registro ocorreu em área de floresta densa do parque, criado em 1944, que protege cerca de trinta e seis mil hectares e abriga centenas de espécies, entre elas cinco primatas, três ameaçados de extinção. O projeto Primatas Perdidos monitora essas populações. A tecnologia dos drones possibilita alcançar áreas inacessíveis a pé e reduzir o impacto sobre a fauna. O sauá albino foi visto integrado a dois indivíduos de coloração normal, algo incomum, já que animais albinos muitas vezes sofrem rejeição.

O aparecimento do animal é simbólico e preocupante. Para os pesquisadores, indica efeitos do isolamento populacional e da degradação ambiental no entorno do parque, uma ilha verde cercada por áreas deterioradas por expansão urbana, monocultura e atividades agroindustriais. Essas pressões reduzem o fluxo genético e ampliam a endogamia, favorecendo mutações como o albinismo. Fatores externos, como poluição atmosférica e uso intensivo de agrotóxicos, também afetam a expressão genética. Estudos mostram que gases como dióxido de nitrogênio e de enxofre alteram a pigmentação.

O sauá é um primata endêmico da Mata Atlântica, encontrado em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Monogâmico e de hábitos diurnos, vive em pequenos grupos familiares e é reconhecido pela cauda avermelhada contrastando com o corpo acinzentado. Suas vocalizações em dueto são marcantes. Como frugívoros, contribuem para a dispersão de sementes e regeneração da floresta. A espécie está classificada como quase ameaçada de extinção, devido à perda e fragmentação do habitat, que reduzem populações, isolam grupos e ampliam riscos genéticos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c205dg7v4yeo.adaptado.
Pesquisadores do projeto Primatas Perdidos registraram pela primeira vez um "sauá" albino no Parque Estadual do Rio Doce.
O vocábulo destacado é acentuado por ser: 
Alternativas
Q3827080 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que primeiro registro de sauá albino na Mata Atlântica representa para o meio ambiente

Pesquisadores do projeto Primatas Perdidos registraram pela primeira vez um sauá albino no Parque Estadual do Rio Doce, em Minas Gerais, a maior área contínua de Mata Atlântica do estado. O achado, feito com drones equipados com câmeras termal e colorida durante um levantamento populacional, surpreendeu a equipe ao revelar um indivíduo completamente branco, algo tão improvável quanto encontrar uma agulha no palheiro. Casos de albinismo em primatas neotropicais são extremamente raros, e não havia registros anteriores para a família do sauá.

O registro ocorreu em área de floresta densa do parque, criado em 1944, que protege cerca de trinta e seis mil hectares e abriga centenas de espécies, entre elas cinco primatas, três ameaçados de extinção. O projeto Primatas Perdidos monitora essas populações. A tecnologia dos drones possibilita alcançar áreas inacessíveis a pé e reduzir o impacto sobre a fauna. O sauá albino foi visto integrado a dois indivíduos de coloração normal, algo incomum, já que animais albinos muitas vezes sofrem rejeição.

O aparecimento do animal é simbólico e preocupante. Para os pesquisadores, indica efeitos do isolamento populacional e da degradação ambiental no entorno do parque, uma ilha verde cercada por áreas deterioradas por expansão urbana, monocultura e atividades agroindustriais. Essas pressões reduzem o fluxo genético e ampliam a endogamia, favorecendo mutações como o albinismo. Fatores externos, como poluição atmosférica e uso intensivo de agrotóxicos, também afetam a expressão genética. Estudos mostram que gases como dióxido de nitrogênio e de enxofre alteram a pigmentação.

O sauá é um primata endêmico da Mata Atlântica, encontrado em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Monogâmico e de hábitos diurnos, vive em pequenos grupos familiares e é reconhecido pela cauda avermelhada contrastando com o corpo acinzentado. Suas vocalizações em dueto são marcantes. Como frugívoros, contribuem para a dispersão de sementes e regeneração da floresta. A espécie está classificada como quase ameaçada de extinção, devido à perda e fragmentação do habitat, que reduzem populações, isolam grupos e ampliam riscos genéticos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c205dg7v4yeo.adaptado.

O aparecimento do animal é simbólico e preocupante. Para os pesquisadores, indica efeitos do isolamento populacional e da degradação ambiental no entorno do parque. 
De acordo com a análise sintática do período, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3827079 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que primeiro registro de sauá albino na Mata Atlântica representa para o meio ambiente

Pesquisadores do projeto Primatas Perdidos registraram pela primeira vez um sauá albino no Parque Estadual do Rio Doce, em Minas Gerais, a maior área contínua de Mata Atlântica do estado. O achado, feito com drones equipados com câmeras termal e colorida durante um levantamento populacional, surpreendeu a equipe ao revelar um indivíduo completamente branco, algo tão improvável quanto encontrar uma agulha no palheiro. Casos de albinismo em primatas neotropicais são extremamente raros, e não havia registros anteriores para a família do sauá.

O registro ocorreu em área de floresta densa do parque, criado em 1944, que protege cerca de trinta e seis mil hectares e abriga centenas de espécies, entre elas cinco primatas, três ameaçados de extinção. O projeto Primatas Perdidos monitora essas populações. A tecnologia dos drones possibilita alcançar áreas inacessíveis a pé e reduzir o impacto sobre a fauna. O sauá albino foi visto integrado a dois indivíduos de coloração normal, algo incomum, já que animais albinos muitas vezes sofrem rejeição.

O aparecimento do animal é simbólico e preocupante. Para os pesquisadores, indica efeitos do isolamento populacional e da degradação ambiental no entorno do parque, uma ilha verde cercada por áreas deterioradas por expansão urbana, monocultura e atividades agroindustriais. Essas pressões reduzem o fluxo genético e ampliam a endogamia, favorecendo mutações como o albinismo. Fatores externos, como poluição atmosférica e uso intensivo de agrotóxicos, também afetam a expressão genética. Estudos mostram que gases como dióxido de nitrogênio e de enxofre alteram a pigmentação.

O sauá é um primata endêmico da Mata Atlântica, encontrado em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Monogâmico e de hábitos diurnos, vive em pequenos grupos familiares e é reconhecido pela cauda avermelhada contrastando com o corpo acinzentado. Suas vocalizações em dueto são marcantes. Como frugívoros, contribuem para a dispersão de sementes e regeneração da floresta. A espécie está classificada como quase ameaçada de extinção, devido à perda e fragmentação do habitat, que reduzem populações, isolam grupos e ampliam riscos genéticos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c205dg7v4yeo.adaptado.
O texto afirma que o surgimento do sauá albino é "simbólico e preocupante", indicando possíveis efeitos do isolamento populacional e da degradação ambiental.
De acordo com o uso de linguagem no texto-base, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3827078 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que primeiro registro de sauá albino na Mata Atlântica representa para o meio ambiente

Pesquisadores do projeto Primatas Perdidos registraram pela primeira vez um sauá albino no Parque Estadual do Rio Doce, em Minas Gerais, a maior área contínua de Mata Atlântica do estado. O achado, feito com drones equipados com câmeras termal e colorida durante um levantamento populacional, surpreendeu a equipe ao revelar um indivíduo completamente branco, algo tão improvável quanto encontrar uma agulha no palheiro. Casos de albinismo em primatas neotropicais são extremamente raros, e não havia registros anteriores para a família do sauá.

O registro ocorreu em área de floresta densa do parque, criado em 1944, que protege cerca de trinta e seis mil hectares e abriga centenas de espécies, entre elas cinco primatas, três ameaçados de extinção. O projeto Primatas Perdidos monitora essas populações. A tecnologia dos drones possibilita alcançar áreas inacessíveis a pé e reduzir o impacto sobre a fauna. O sauá albino foi visto integrado a dois indivíduos de coloração normal, algo incomum, já que animais albinos muitas vezes sofrem rejeição.

O aparecimento do animal é simbólico e preocupante. Para os pesquisadores, indica efeitos do isolamento populacional e da degradação ambiental no entorno do parque, uma ilha verde cercada por áreas deterioradas por expansão urbana, monocultura e atividades agroindustriais. Essas pressões reduzem o fluxo genético e ampliam a endogamia, favorecendo mutações como o albinismo. Fatores externos, como poluição atmosférica e uso intensivo de agrotóxicos, também afetam a expressão genética. Estudos mostram que gases como dióxido de nitrogênio e de enxofre alteram a pigmentação.

O sauá é um primata endêmico da Mata Atlântica, encontrado em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Monogâmico e de hábitos diurnos, vive em pequenos grupos familiares e é reconhecido pela cauda avermelhada contrastando com o corpo acinzentado. Suas vocalizações em dueto são marcantes. Como frugívoros, contribuem para a dispersão de sementes e regeneração da floresta. A espécie está classificada como quase ameaçada de extinção, devido à perda e fragmentação do habitat, que reduzem populações, isolam grupos e ampliam riscos genéticos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c205dg7v4yeo.adaptado.
Pesquisadores afirmam que o sauá albino encontrado no Parque Estadual do Rio Doce é um sinal preocupante de isolamento populacional, já que a degradação do entorno reduz o fluxo genético e favorece mutações como o albinismo.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3827076 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que primeiro registro de sauá albino na Mata Atlântica representa para o meio ambiente

Pesquisadores do projeto Primatas Perdidos registraram pela primeira vez um sauá albino no Parque Estadual do Rio Doce, em Minas Gerais, a maior área contínua de Mata Atlântica do estado. O achado, feito com drones equipados com câmeras termal e colorida durante um levantamento populacional, surpreendeu a equipe ao revelar um indivíduo completamente branco, algo tão improvável quanto encontrar uma agulha no palheiro. Casos de albinismo em primatas neotropicais são extremamente raros, e não havia registros anteriores para a família do sauá.

O registro ocorreu em área de floresta densa do parque, criado em 1944, que protege cerca de trinta e seis mil hectares e abriga centenas de espécies, entre elas cinco primatas, três ameaçados de extinção. O projeto Primatas Perdidos monitora essas populações. A tecnologia dos drones possibilita alcançar áreas inacessíveis a pé e reduzir o impacto sobre a fauna. O sauá albino foi visto integrado a dois indivíduos de coloração normal, algo incomum, já que animais albinos muitas vezes sofrem rejeição.

O aparecimento do animal é simbólico e preocupante. Para os pesquisadores, indica efeitos do isolamento populacional e da degradação ambiental no entorno do parque, uma ilha verde cercada por áreas deterioradas por expansão urbana, monocultura e atividades agroindustriais. Essas pressões reduzem o fluxo genético e ampliam a endogamia, favorecendo mutações como o albinismo. Fatores externos, como poluição atmosférica e uso intensivo de agrotóxicos, também afetam a expressão genética. Estudos mostram que gases como dióxido de nitrogênio e de enxofre alteram a pigmentação.

O sauá é um primata endêmico da Mata Atlântica, encontrado em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Monogâmico e de hábitos diurnos, vive em pequenos grupos familiares e é reconhecido pela cauda avermelhada contrastando com o corpo acinzentado. Suas vocalizações em dueto são marcantes. Como frugívoros, contribuem para a dispersão de sementes e regeneração da floresta. A espécie está classificada como quase ameaçada de extinção, devido à perda e fragmentação do habitat, que reduzem populações, isolam grupos e ampliam riscos genéticos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c205dg7v4yeo.adaptado.
O texto-base apresenta características específicas de construção e finalidade comunicativa.
Considerando sua estrutura e seu propósito, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3827073 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que primeiro registro de sauá albino na Mata Atlântica representa para o meio ambiente

Pesquisadores do projeto Primatas Perdidos registraram pela primeira vez um sauá albino no Parque Estadual do Rio Doce, em Minas Gerais, a maior área contínua de Mata Atlântica do estado. O achado, feito com drones equipados com câmeras termal e colorida durante um levantamento populacional, surpreendeu a equipe ao revelar um indivíduo completamente branco, algo tão improvável quanto encontrar uma agulha no palheiro. Casos de albinismo em primatas neotropicais são extremamente raros, e não havia registros anteriores para a família do sauá.

O registro ocorreu em área de floresta densa do parque, criado em 1944, que protege cerca de trinta e seis mil hectares e abriga centenas de espécies, entre elas cinco primatas, três ameaçados de extinção. O projeto Primatas Perdidos monitora essas populações. A tecnologia dos drones possibilita alcançar áreas inacessíveis a pé e reduzir o impacto sobre a fauna. O sauá albino foi visto integrado a dois indivíduos de coloração normal, algo incomum, já que animais albinos muitas vezes sofrem rejeição.

O aparecimento do animal é simbólico e preocupante. Para os pesquisadores, indica efeitos do isolamento populacional e da degradação ambiental no entorno do parque, uma ilha verde cercada por áreas deterioradas por expansão urbana, monocultura e atividades agroindustriais. Essas pressões reduzem o fluxo genético e ampliam a endogamia, favorecendo mutações como o albinismo. Fatores externos, como poluição atmosférica e uso intensivo de agrotóxicos, também afetam a expressão genética. Estudos mostram que gases como dióxido de nitrogênio e de enxofre alteram a pigmentação.

O sauá é um primata endêmico da Mata Atlântica, encontrado em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Monogâmico e de hábitos diurnos, vive em pequenos grupos familiares e é reconhecido pela cauda avermelhada contrastando com o corpo acinzentado. Suas vocalizações em dueto são marcantes. Como frugívoros, contribuem para a dispersão de sementes e regeneração da floresta. A espécie está classificada como quase ameaçada de extinção, devido à perda e fragmentação do habitat, que reduzem populações, isolam grupos e ampliam riscos genéticos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c205dg7v4yeo.adaptado.
Casos de albinismo em primatas "neotropicais" são "extremamente" raros.
Em relação às classes de palavras, os termos destacados denominam-se, respectivamente: 
Alternativas
Q3827042 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que primeiro registro de sauá albino na Mata Atlântica representa para o meio ambiente

Pesquisadores do projeto Primatas Perdidos registraram pela primeira vez um sauá albino no Parque Estadual do Rio Doce, em Minas Gerais, a maior área contínua de Mata Atlântica do estado. O achado, feito com drones equipados com câmeras termal e colorida durante um levantamento populacional, surpreendeu a equipe ao revelar um indivíduo completamente branco, algo tão improvável quanto encontrar uma agulha no palheiro. Casos de albinismo em primatas neotropicais são extremamente raros, e não havia registros anteriores para a família do sauá.

O registro ocorreu em área de floresta densa do parque, criado em 1944, que protege cerca de trinta e seis mil hectares e abriga centenas de espécies, entre elas cinco primatas, três ameaçados de extinção. O projeto Primatas Perdidos monitora essas populações. A tecnologia dos drones possibilita alcançar áreas inacessíveis a pé e reduzir o impacto sobre a fauna. O sauá albino foi visto integrado a dois indivíduos de coloração normal, algo incomum, já que animais albinos muitas vezes sofrem rejeição.

O aparecimento do animal é simbólico e preocupante. Para os pesquisadores, indica efeitos do isolamento populacional e da degradação ambiental no entorno do parque, uma ilha verde cercada por áreas deterioradas por expansão urbana, monocultura e atividades agroindustriais. Essas pressões reduzem o fluxo genético e ampliam a endogamia, favorecendo mutações como o albinismo. Fatores externos, como poluição atmosférica e uso intensivo de agrotóxicos, também afetam a expressão genética. Estudos mostram que gases como dióxido de nitrogênio e de enxofre alteram a pigmentação.

O sauá é um primata endêmico da Mata Atlântica, encontrado em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Monogâmico e de hábitos diurnos, vive em pequenos grupos familiares e é reconhecido pela cauda avermelhada contrastando com o corpo acinzentado. Suas vocalizações em dueto são marcantes. Como frugívoros, contribuem para a dispersão de sementes e regeneração da floresta. A espécie está classificada como quase ameaçada de extinção, devido à perda e fragmentação do habitat, que reduzem populações, isolam grupos e ampliam riscos genéticos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c205dg7v4yeo.adaptado.
Suas vocalizações "em dueto" são marcantes.
Sintaticamente, o termo destacado na oração exerce a função de: 
Alternativas
Q3827040 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que primeiro registro de sauá albino na Mata Atlântica representa para o meio ambiente

Pesquisadores do projeto Primatas Perdidos registraram pela primeira vez um sauá albino no Parque Estadual do Rio Doce, em Minas Gerais, a maior área contínua de Mata Atlântica do estado. O achado, feito com drones equipados com câmeras termal e colorida durante um levantamento populacional, surpreendeu a equipe ao revelar um indivíduo completamente branco, algo tão improvável quanto encontrar uma agulha no palheiro. Casos de albinismo em primatas neotropicais são extremamente raros, e não havia registros anteriores para a família do sauá.

O registro ocorreu em área de floresta densa do parque, criado em 1944, que protege cerca de trinta e seis mil hectares e abriga centenas de espécies, entre elas cinco primatas, três ameaçados de extinção. O projeto Primatas Perdidos monitora essas populações. A tecnologia dos drones possibilita alcançar áreas inacessíveis a pé e reduzir o impacto sobre a fauna. O sauá albino foi visto integrado a dois indivíduos de coloração normal, algo incomum, já que animais albinos muitas vezes sofrem rejeição.

O aparecimento do animal é simbólico e preocupante. Para os pesquisadores, indica efeitos do isolamento populacional e da degradação ambiental no entorno do parque, uma ilha verde cercada por áreas deterioradas por expansão urbana, monocultura e atividades agroindustriais. Essas pressões reduzem o fluxo genético e ampliam a endogamia, favorecendo mutações como o albinismo. Fatores externos, como poluição atmosférica e uso intensivo de agrotóxicos, também afetam a expressão genética. Estudos mostram que gases como dióxido de nitrogênio e de enxofre alteram a pigmentação.

O sauá é um primata endêmico da Mata Atlântica, encontrado em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Monogâmico e de hábitos diurnos, vive em pequenos grupos familiares e é reconhecido pela cauda avermelhada contrastando com o corpo acinzentado. Suas vocalizações em dueto são marcantes. Como frugívoros, contribuem para a dispersão de sementes e regeneração da floresta. A espécie está classificada como quase ameaçada de extinção, devido à perda e fragmentação do habitat, que reduzem populações, isolam grupos e ampliam riscos genéticos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c205dg7v4yeo.adaptado.
O registro ocorreu em área de floresta densa do parque, criado em 1944, que "protege" cerca de trinta e seis mil hectares.
De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como: 
Alternativas
Q3827038 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que primeiro registro de sauá albino na Mata Atlântica representa para o meio ambiente

Pesquisadores do projeto Primatas Perdidos registraram pela primeira vez um sauá albino no Parque Estadual do Rio Doce, em Minas Gerais, a maior área contínua de Mata Atlântica do estado. O achado, feito com drones equipados com câmeras termal e colorida durante um levantamento populacional, surpreendeu a equipe ao revelar um indivíduo completamente branco, algo tão improvável quanto encontrar uma agulha no palheiro. Casos de albinismo em primatas neotropicais são extremamente raros, e não havia registros anteriores para a família do sauá.

O registro ocorreu em área de floresta densa do parque, criado em 1944, que protege cerca de trinta e seis mil hectares e abriga centenas de espécies, entre elas cinco primatas, três ameaçados de extinção. O projeto Primatas Perdidos monitora essas populações. A tecnologia dos drones possibilita alcançar áreas inacessíveis a pé e reduzir o impacto sobre a fauna. O sauá albino foi visto integrado a dois indivíduos de coloração normal, algo incomum, já que animais albinos muitas vezes sofrem rejeição.

O aparecimento do animal é simbólico e preocupante. Para os pesquisadores, indica efeitos do isolamento populacional e da degradação ambiental no entorno do parque, uma ilha verde cercada por áreas deterioradas por expansão urbana, monocultura e atividades agroindustriais. Essas pressões reduzem o fluxo genético e ampliam a endogamia, favorecendo mutações como o albinismo. Fatores externos, como poluição atmosférica e uso intensivo de agrotóxicos, também afetam a expressão genética. Estudos mostram que gases como dióxido de nitrogênio e de enxofre alteram a pigmentação.

O sauá é um primata endêmico da Mata Atlântica, encontrado em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Monogâmico e de hábitos diurnos, vive em pequenos grupos familiares e é reconhecido pela cauda avermelhada contrastando com o corpo acinzentado. Suas vocalizações em dueto são marcantes. Como frugívoros, contribuem para a dispersão de sementes e regeneração da floresta. A espécie está classificada como quase ameaçada de extinção, devido à perda e fragmentação do habitat, que reduzem populações, isolam grupos e ampliam riscos genéticos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c205dg7v4yeo.adaptado.
O texto-base apresenta características específicas de construção e finalidade comunicativa.
Considerando sua estrutura e seu propósito, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3827035 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que primeiro registro de sauá albino na Mata Atlântica representa para o meio ambiente

Pesquisadores do projeto Primatas Perdidos registraram pela primeira vez um sauá albino no Parque Estadual do Rio Doce, em Minas Gerais, a maior área contínua de Mata Atlântica do estado. O achado, feito com drones equipados com câmeras termal e colorida durante um levantamento populacional, surpreendeu a equipe ao revelar um indivíduo completamente branco, algo tão improvável quanto encontrar uma agulha no palheiro. Casos de albinismo em primatas neotropicais são extremamente raros, e não havia registros anteriores para a família do sauá.

O registro ocorreu em área de floresta densa do parque, criado em 1944, que protege cerca de trinta e seis mil hectares e abriga centenas de espécies, entre elas cinco primatas, três ameaçados de extinção. O projeto Primatas Perdidos monitora essas populações. A tecnologia dos drones possibilita alcançar áreas inacessíveis a pé e reduzir o impacto sobre a fauna. O sauá albino foi visto integrado a dois indivíduos de coloração normal, algo incomum, já que animais albinos muitas vezes sofrem rejeição.

O aparecimento do animal é simbólico e preocupante. Para os pesquisadores, indica efeitos do isolamento populacional e da degradação ambiental no entorno do parque, uma ilha verde cercada por áreas deterioradas por expansão urbana, monocultura e atividades agroindustriais. Essas pressões reduzem o fluxo genético e ampliam a endogamia, favorecendo mutações como o albinismo. Fatores externos, como poluição atmosférica e uso intensivo de agrotóxicos, também afetam a expressão genética. Estudos mostram que gases como dióxido de nitrogênio e de enxofre alteram a pigmentação.

O sauá é um primata endêmico da Mata Atlântica, encontrado em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Monogâmico e de hábitos diurnos, vive em pequenos grupos familiares e é reconhecido pela cauda avermelhada contrastando com o corpo acinzentado. Suas vocalizações em dueto são marcantes. Como frugívoros, contribuem para a dispersão de sementes e regeneração da floresta. A espécie está classificada como quase ameaçada de extinção, devido à perda e fragmentação do habitat, que reduzem populações, isolam grupos e ampliam riscos genéticos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c205dg7v4yeo.adaptado.
Casos de albinismo em primatas "neotropicais" são "extremamente" raros.
Em relação às classes de palavras, os termos destacados denominam-se, respectivamente: 
Alternativas
Q3826915 Português

Em uma reportagem publicada em um jornal impresso de grande circulação, um colunista afirma:

"As vozes que se erguem contra o projeto não trazem argumentos, mas slogans reciclados. Se é verdade que a medida afeta grupos sensíveis, também é fato que a histeria, vendida como resistência, só enfraquece o debate público."

Nesse excerto, observam-se recursos linguísticos que mobilizam sentidos múltiplos e articulam diferentes posições discursivas.

Com base nessa leitura, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3826913 Português
Sobre os mecanismos linguísticos responsáveis por assegurar a coesão e a coerência textual, analise as proposições abaixo e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3826912 Português

Considere as afirmativas a seguir, referentes aos conceitos de dialogismo, polissemia, polifonia e heterogeneidade discursiva. Registre V, para as verdadeiras, e F, para as falsas:


(__)A polissemia, embora constitutiva do signo linguístico, adquire relevância discursiva quando seus sentidos potenciais são ativados por posições enunciativas historicamente situadas.

(__)A polifonia caracteriza-se pela coexistência de diferentes orientações valorativas no discurso, ainda que organizadas sob uma mesma instância enunciativa responsável pela hierarquização dos sentidos.

(__)A heterogeneidade discursiva manifesta-se unicamente quando o discurso evidencia rupturas formais entre vozes distintas, sendo incompatível com textos de organização argumentativa contínua.


Assinale a alternativa com a sequência correta, de cima para baixo:

Alternativas
Q3826911 Português

Considerando as modificações introduzidas pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990), julgue as proposições a seguir sobre o uso do hífen:


I.Não se emprega, pois, o hífen nas formações em que o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s, devendo estas consoantes duplicar-se, prática aliás já generalizada em palavras deste tipo pertencentes aos domínios científico e técnico.

II.Emprega-se o hífen nas formações com os prefixos tónicos/ tônicos acentuados graficamente pós-, pré- e pró- quando o segundo elemento tem vida à parte (ao contrário do que acontece com as correspondentes formas átonas que se aglutinam com o elemento seguinte).

III. Emprega-se, facultativamente, o hífen nas formações por sufixação apenas se emprega o hífen nos vocábulos terminados por sufixos de origem tupi-guarani que representam formas adjetivas, como açu, guaçu e mirim, quando o primeiro elemento acaba em vogal acentuada graficamente ou quando a pronúncia exige a distinção gráfica dos dois elemento.


É correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q3826910 Português

A Intertextualidade e a interdiscursividade dizem respeito ao diálogo entre textos e discursos, evidenciando que todo texto se constrói a partir de outros já existentes, mobilizando vozes sociais diversas.

Na relação "eu e o outro", os textos recorrentes retomam, transformam ou ressignificam sentidos anteriores, revelando posicionamentos, memórias discursivas e valores compartilhados culturalmente.

Nesse contexto, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q3826909 Português
 A semântica textual analisa a produção de sentidos a partir da articulação entre conteúdo e forma, considerando como a estruturação frasal e textual organiza, orienta e condiciona a interpretação global do texto. Com base nas informações descritas, considera-se que:
Alternativas
Q3826907 Português

Com base nas alterações promovidas pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990), em vigor no Brasil desde 2009 (com período de transição encerrado em 2016), analise as afirmações abaixo:


I-O h inicial suprime-se: a) Quando, apesar da etimologia, a sua supressão está inteiramente consagrada pelo uso: erva, em vez de herva; e, portanto, ervaçal, ervanário, ervoso (em contraste com herbáceo, herbanário, herboso, formas de origem erudita).

II.Quando uma vogal nasal ocorre em fim de palavra, ou em fim de elemento seguido de hífen, representa-se a nasalidade pelo til, se essa vogal é de timbre a; por m, se possui qualquer outro timbre e termina a palavra; e por n, se é de timbre diverso de a e está seguida de s.

III.Acentuam-se com acento circunflexo: a) As palavras oxítonas terminadas nas vogais tónicas/tônicas fechadas que se grafam -e ou -o, seguidas ou não de -s: cortês, dê, dês (de dar), lê, lês (de ler), português, você(s); avô(s), pôs (de pôr), robô(s).


É correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q3826906 Português
Apesar de, no ambiente educacional, alunos e professores ocuparem posições discursivas distintas, a produção escrita de ambos é atravessada por sentidos plurais e por vozes que não se limitam à experiência individual. Nesse contexto, torna-se pertinente considerar que:
Alternativas
Respostas
17701: D
17702: D
17703: D
17704: B
17705: C
17706: D
17707: A
17708: C
17709: A
17710: D
17711: B
17712: B
17713: D
17714: A
17715: A
17716: E
17717: A
17718: E
17719: C
17720: E