Questões de Concurso Sobre português

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Q4392543 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões



Vida



As grandes tragédias não são as que mancham as páginas dos jornais com o sangue e a dor de milhões de pessoas. As grandes tragédias são as que acontecem para todo mundo e quase ninguém fica sabendo, porque são fatos do dia a dia.


As grandes tragédias não têm aviso, simplesmente acontecem, como as grandes alegrias, escondidas atrás das janelas das casas e dos apartamentos que compõem as grandes cidades, as vilas e os povoados, perdidos pelo mundo afora.


É por isso que é impressionante chegar de avião, voando à noite, numa cidade como São Paulo. Milhões e milhões de lâmpadas falam de milhões de emoções que se sucedem, desencadeadas pelos motivos mais diversos, com os resultados mais diversos, fazendo escorrer as lágrimas, ou se abrir o riso, sem que ninguém, nem mesmo o vizinho ao lado, perceba o que está acontecendo.


É a vida em sua fatalidade. Em sua dimensão individual e coletiva, onde a peça de cá não se comunica com a de lá, mas juntas formam uma parte de um cenário maior, que é parte de outro cenário maior, que compõe outra ainda maior, até ultrapassar os limites da galáxia, invadir o cosmo e ser, completamente, dentro da unidade do universo, cada momento, um depois do outro.


Cada luz em cada janela respira a vida de quem mora em cada casa. E nenhuma é igual, nenhuma se confunde, nenhuma se repete, porque cada um de nós é um, único, indivisível e inclonável, e se a matéria é vã e pó, a alma é essência divina, sopro além da pretensão de qualquer pessoa, até das que acham que são deuses e podem criar, sem gerar, outro ser à sua imagem e semelhança.


MENDONÇA, Antônio Penteado. Vida. Crônicas da cidade. Disponível em: <https://cronicasdacidade.com.br/da-cidade/2026/04/29/vida-2/>



O autor do texto “Vida” apresenta e desenvolve as ideias de forma:
Alternativas
Q4392460 Português
Texto para a questão.


O desafio da leitura na era digital: autonomia cognitiva e os limites da tecnologia na escola


   A aceleração digital no ambiente educacional tem reacendido debates profundos sobre os limites do uso de telas na formação de jovens. Se, por um lado, as ferramentas tecnológicas ampliam o acesso a acervos globais e democratizam a informação, por outro, a mediação algorítmica constante ameaça a autonomia cognitiva dos estudantes. O uso de algoritmos de recomendação e de inteligência artificial generativa na elaboração de trabalhos escolares impõe um paradoxo: nunca se produziu tanto texto com tão pouca reflexão autoral.

  Diante desse cenário, pedagogos e neurocientistas sustentam que a escola precisa resguardar espaços de silêncio e desaceleração. A leitura imersiva de obras extensas, o exercício da escrita manuscrita e a argumentação presencial não constituem meros resquícios de um passado anacrônico, mas estratégias fundamentais para a consolidação do pensamento crítico. Quando delegamos ao software a estruturação do raciocínio, desidratamos a capacidade de síntese e a tolerância à complexidade.

   Não se trata de adotar uma postura ludista e rejeitar a inovação, contudo a tecnologia deve figurar como meio, jamais como fim pedagógico. A verdadeira inclusão digital exige ensinar os estudantes a interrogarem os dados, a identificarem vício de neutralidade em sistemas automatizados e a reconhecerem que a velocidade de resposta não equivale à profundidade de análise.

   A mediação docente permanece, portanto, insubstituível. Cabe ao professor desorganizar a lógica do consumo imediato, provocando o estudante a sair da bolha informativa. Sem essa intervenção consciente, o risco é converter a educação em um mero balcão de processamento rápido de tarefas, no qual a curiosidade intelectual dá lugar ao automatismo funcional.

  A escola contemporânea enfrenta o desafio de equilibrar a conectividade necessária com a preservação do pensamento autônomo. Aqueles que acreditam que a tecnologia substituirá a mediação humana ignoram que educar é, acima de tudo, um ato relacional e ético. A técnica pode otimizar processos, mas apenas o encontro de subjetividades é capaz de transformar a informação em sabedoria. É na fresta entre a dúvida e a descoberta que o conhecimento verdadeiramente se consolida.


Internet: <unesco.org> (com adaptações).
Assinale a opção em que a justificativa apresentada para a acentuação gráfica da palavra retirada do texto está inteiramente correta segundo a norma‑padrão.
Alternativas
Q4392459 Português
Texto para a questão.


O desafio da leitura na era digital: autonomia cognitiva e os limites da tecnologia na escola


   A aceleração digital no ambiente educacional tem reacendido debates profundos sobre os limites do uso de telas na formação de jovens. Se, por um lado, as ferramentas tecnológicas ampliam o acesso a acervos globais e democratizam a informação, por outro, a mediação algorítmica constante ameaça a autonomia cognitiva dos estudantes. O uso de algoritmos de recomendação e de inteligência artificial generativa na elaboração de trabalhos escolares impõe um paradoxo: nunca se produziu tanto texto com tão pouca reflexão autoral.

  Diante desse cenário, pedagogos e neurocientistas sustentam que a escola precisa resguardar espaços de silêncio e desaceleração. A leitura imersiva de obras extensas, o exercício da escrita manuscrita e a argumentação presencial não constituem meros resquícios de um passado anacrônico, mas estratégias fundamentais para a consolidação do pensamento crítico. Quando delegamos ao software a estruturação do raciocínio, desidratamos a capacidade de síntese e a tolerância à complexidade.

   Não se trata de adotar uma postura ludista e rejeitar a inovação, contudo a tecnologia deve figurar como meio, jamais como fim pedagógico. A verdadeira inclusão digital exige ensinar os estudantes a interrogarem os dados, a identificarem vício de neutralidade em sistemas automatizados e a reconhecerem que a velocidade de resposta não equivale à profundidade de análise.

   A mediação docente permanece, portanto, insubstituível. Cabe ao professor desorganizar a lógica do consumo imediato, provocando o estudante a sair da bolha informativa. Sem essa intervenção consciente, o risco é converter a educação em um mero balcão de processamento rápido de tarefas, no qual a curiosidade intelectual dá lugar ao automatismo funcional.

  A escola contemporânea enfrenta o desafio de equilibrar a conectividade necessária com a preservação do pensamento autônomo. Aqueles que acreditam que a tecnologia substituirá a mediação humana ignoram que educar é, acima de tudo, um ato relacional e ético. A técnica pode otimizar processos, mas apenas o encontro de subjetividades é capaz de transformar a informação em sabedoria. É na fresta entre a dúvida e a descoberta que o conhecimento verdadeiramente se consolida.


Internet: <unesco.org> (com adaptações).
No trecho “cabe ao professor desorganizar a lógica do consumo imediato,”, o autor defende que a prática pedagógica deve
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Q4392458 Português
Texto para a questão.


O desafio da leitura na era digital: autonomia cognitiva e os limites da tecnologia na escola


   A aceleração digital no ambiente educacional tem reacendido debates profundos sobre os limites do uso de telas na formação de jovens. Se, por um lado, as ferramentas tecnológicas ampliam o acesso a acervos globais e democratizam a informação, por outro, a mediação algorítmica constante ameaça a autonomia cognitiva dos estudantes. O uso de algoritmos de recomendação e de inteligência artificial generativa na elaboração de trabalhos escolares impõe um paradoxo: nunca se produziu tanto texto com tão pouca reflexão autoral.

  Diante desse cenário, pedagogos e neurocientistas sustentam que a escola precisa resguardar espaços de silêncio e desaceleração. A leitura imersiva de obras extensas, o exercício da escrita manuscrita e a argumentação presencial não constituem meros resquícios de um passado anacrônico, mas estratégias fundamentais para a consolidação do pensamento crítico. Quando delegamos ao software a estruturação do raciocínio, desidratamos a capacidade de síntese e a tolerância à complexidade.

   Não se trata de adotar uma postura ludista e rejeitar a inovação, contudo a tecnologia deve figurar como meio, jamais como fim pedagógico. A verdadeira inclusão digital exige ensinar os estudantes a interrogarem os dados, a identificarem vício de neutralidade em sistemas automatizados e a reconhecerem que a velocidade de resposta não equivale à profundidade de análise.

   A mediação docente permanece, portanto, insubstituível. Cabe ao professor desorganizar a lógica do consumo imediato, provocando o estudante a sair da bolha informativa. Sem essa intervenção consciente, o risco é converter a educação em um mero balcão de processamento rápido de tarefas, no qual a curiosidade intelectual dá lugar ao automatismo funcional.

  A escola contemporânea enfrenta o desafio de equilibrar a conectividade necessária com a preservação do pensamento autônomo. Aqueles que acreditam que a tecnologia substituirá a mediação humana ignoram que educar é, acima de tudo, um ato relacional e ético. A técnica pode otimizar processos, mas apenas o encontro de subjetividades é capaz de transformar a informação em sabedoria. É na fresta entre a dúvida e a descoberta que o conhecimento verdadeiramente se consolida.


Internet: <unesco.org> (com adaptações).
No trecho “A leitura imersiva de obras extensas, o exercício da escrita manuscrita e a argumentação presencial não constituem meros resquícios”, a vírgula foi empregada para
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Q4392457 Português
Texto para a questão.


O desafio da leitura na era digital: autonomia cognitiva e os limites da tecnologia na escola


   A aceleração digital no ambiente educacional tem reacendido debates profundos sobre os limites do uso de telas na formação de jovens. Se, por um lado, as ferramentas tecnológicas ampliam o acesso a acervos globais e democratizam a informação, por outro, a mediação algorítmica constante ameaça a autonomia cognitiva dos estudantes. O uso de algoritmos de recomendação e de inteligência artificial generativa na elaboração de trabalhos escolares impõe um paradoxo: nunca se produziu tanto texto com tão pouca reflexão autoral.

  Diante desse cenário, pedagogos e neurocientistas sustentam que a escola precisa resguardar espaços de silêncio e desaceleração. A leitura imersiva de obras extensas, o exercício da escrita manuscrita e a argumentação presencial não constituem meros resquícios de um passado anacrônico, mas estratégias fundamentais para a consolidação do pensamento crítico. Quando delegamos ao software a estruturação do raciocínio, desidratamos a capacidade de síntese e a tolerância à complexidade.

   Não se trata de adotar uma postura ludista e rejeitar a inovação, contudo a tecnologia deve figurar como meio, jamais como fim pedagógico. A verdadeira inclusão digital exige ensinar os estudantes a interrogarem os dados, a identificarem vício de neutralidade em sistemas automatizados e a reconhecerem que a velocidade de resposta não equivale à profundidade de análise.

   A mediação docente permanece, portanto, insubstituível. Cabe ao professor desorganizar a lógica do consumo imediato, provocando o estudante a sair da bolha informativa. Sem essa intervenção consciente, o risco é converter a educação em um mero balcão de processamento rápido de tarefas, no qual a curiosidade intelectual dá lugar ao automatismo funcional.

  A escola contemporânea enfrenta o desafio de equilibrar a conectividade necessária com a preservação do pensamento autônomo. Aqueles que acreditam que a tecnologia substituirá a mediação humana ignoram que educar é, acima de tudo, um ato relacional e ético. A técnica pode otimizar processos, mas apenas o encontro de subjetividades é capaz de transformar a informação em sabedoria. É na fresta entre a dúvida e a descoberta que o conhecimento verdadeiramente se consolida.


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Assinale a opção que apresenta a análise correta da estrutura sintática do período “Aqueles que acreditam que a tecnologia substituirá a mediação humana ignoram que educar é, acima de tudo, um ato relacional e ético.”.
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Q4392456 Português
Texto para a questão.


O desafio da leitura na era digital: autonomia cognitiva e os limites da tecnologia na escola


   A aceleração digital no ambiente educacional tem reacendido debates profundos sobre os limites do uso de telas na formação de jovens. Se, por um lado, as ferramentas tecnológicas ampliam o acesso a acervos globais e democratizam a informação, por outro, a mediação algorítmica constante ameaça a autonomia cognitiva dos estudantes. O uso de algoritmos de recomendação e de inteligência artificial generativa na elaboração de trabalhos escolares impõe um paradoxo: nunca se produziu tanto texto com tão pouca reflexão autoral.

  Diante desse cenário, pedagogos e neurocientistas sustentam que a escola precisa resguardar espaços de silêncio e desaceleração. A leitura imersiva de obras extensas, o exercício da escrita manuscrita e a argumentação presencial não constituem meros resquícios de um passado anacrônico, mas estratégias fundamentais para a consolidação do pensamento crítico. Quando delegamos ao software a estruturação do raciocínio, desidratamos a capacidade de síntese e a tolerância à complexidade.

   Não se trata de adotar uma postura ludista e rejeitar a inovação, contudo a tecnologia deve figurar como meio, jamais como fim pedagógico. A verdadeira inclusão digital exige ensinar os estudantes a interrogarem os dados, a identificarem vício de neutralidade em sistemas automatizados e a reconhecerem que a velocidade de resposta não equivale à profundidade de análise.

   A mediação docente permanece, portanto, insubstituível. Cabe ao professor desorganizar a lógica do consumo imediato, provocando o estudante a sair da bolha informativa. Sem essa intervenção consciente, o risco é converter a educação em um mero balcão de processamento rápido de tarefas, no qual a curiosidade intelectual dá lugar ao automatismo funcional.

  A escola contemporânea enfrenta o desafio de equilibrar a conectividade necessária com a preservação do pensamento autônomo. Aqueles que acreditam que a tecnologia substituirá a mediação humana ignoram que educar é, acima de tudo, um ato relacional e ético. A técnica pode otimizar processos, mas apenas o encontro de subjetividades é capaz de transformar a informação em sabedoria. É na fresta entre a dúvida e a descoberta que o conhecimento verdadeiramente se consolida.


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Em “a inovação, contudo a tecnologia deve figurar como meio”, a conjunção “contudo” estabelece uma relação semântica de
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Q4392455 Português
Texto para a questão.


O desafio da leitura na era digital: autonomia cognitiva e os limites da tecnologia na escola


   A aceleração digital no ambiente educacional tem reacendido debates profundos sobre os limites do uso de telas na formação de jovens. Se, por um lado, as ferramentas tecnológicas ampliam o acesso a acervos globais e democratizam a informação, por outro, a mediação algorítmica constante ameaça a autonomia cognitiva dos estudantes. O uso de algoritmos de recomendação e de inteligência artificial generativa na elaboração de trabalhos escolares impõe um paradoxo: nunca se produziu tanto texto com tão pouca reflexão autoral.

  Diante desse cenário, pedagogos e neurocientistas sustentam que a escola precisa resguardar espaços de silêncio e desaceleração. A leitura imersiva de obras extensas, o exercício da escrita manuscrita e a argumentação presencial não constituem meros resquícios de um passado anacrônico, mas estratégias fundamentais para a consolidação do pensamento crítico. Quando delegamos ao software a estruturação do raciocínio, desidratamos a capacidade de síntese e a tolerância à complexidade.

   Não se trata de adotar uma postura ludista e rejeitar a inovação, contudo a tecnologia deve figurar como meio, jamais como fim pedagógico. A verdadeira inclusão digital exige ensinar os estudantes a interrogarem os dados, a identificarem vício de neutralidade em sistemas automatizados e a reconhecerem que a velocidade de resposta não equivale à profundidade de análise.

   A mediação docente permanece, portanto, insubstituível. Cabe ao professor desorganizar a lógica do consumo imediato, provocando o estudante a sair da bolha informativa. Sem essa intervenção consciente, o risco é converter a educação em um mero balcão de processamento rápido de tarefas, no qual a curiosidade intelectual dá lugar ao automatismo funcional.

  A escola contemporânea enfrenta o desafio de equilibrar a conectividade necessária com a preservação do pensamento autônomo. Aqueles que acreditam que a tecnologia substituirá a mediação humana ignoram que educar é, acima de tudo, um ato relacional e ético. A técnica pode otimizar processos, mas apenas o encontro de subjetividades é capaz de transformar a informação em sabedoria. É na fresta entre a dúvida e a descoberta que o conhecimento verdadeiramente se consolida.


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No trecho “Quando delegamos ao software a estruturação do raciocínio, desidratamos a capacidade de síntese”, a forma verbal “desidratamos” foi empregada em sentido 
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Q4392454 Português
Texto para a questão.


O desafio da leitura na era digital: autonomia cognitiva e os limites da tecnologia na escola


   A aceleração digital no ambiente educacional tem reacendido debates profundos sobre os limites do uso de telas na formação de jovens. Se, por um lado, as ferramentas tecnológicas ampliam o acesso a acervos globais e democratizam a informação, por outro, a mediação algorítmica constante ameaça a autonomia cognitiva dos estudantes. O uso de algoritmos de recomendação e de inteligência artificial generativa na elaboração de trabalhos escolares impõe um paradoxo: nunca se produziu tanto texto com tão pouca reflexão autoral.

  Diante desse cenário, pedagogos e neurocientistas sustentam que a escola precisa resguardar espaços de silêncio e desaceleração. A leitura imersiva de obras extensas, o exercício da escrita manuscrita e a argumentação presencial não constituem meros resquícios de um passado anacrônico, mas estratégias fundamentais para a consolidação do pensamento crítico. Quando delegamos ao software a estruturação do raciocínio, desidratamos a capacidade de síntese e a tolerância à complexidade.

   Não se trata de adotar uma postura ludista e rejeitar a inovação, contudo a tecnologia deve figurar como meio, jamais como fim pedagógico. A verdadeira inclusão digital exige ensinar os estudantes a interrogarem os dados, a identificarem vício de neutralidade em sistemas automatizados e a reconhecerem que a velocidade de resposta não equivale à profundidade de análise.

   A mediação docente permanece, portanto, insubstituível. Cabe ao professor desorganizar a lógica do consumo imediato, provocando o estudante a sair da bolha informativa. Sem essa intervenção consciente, o risco é converter a educação em um mero balcão de processamento rápido de tarefas, no qual a curiosidade intelectual dá lugar ao automatismo funcional.

  A escola contemporânea enfrenta o desafio de equilibrar a conectividade necessária com a preservação do pensamento autônomo. Aqueles que acreditam que a tecnologia substituirá a mediação humana ignoram que educar é, acima de tudo, um ato relacional e ético. A técnica pode otimizar processos, mas apenas o encontro de subjetividades é capaz de transformar a informação em sabedoria. É na fresta entre a dúvida e a descoberta que o conhecimento verdadeiramente se consolida.


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No trecho “não constituem meros resquícios de um passado anacrônico,”, o vocábulo “anacrônico” pode ser substituído, sem alteração do sentido original, por
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Q4392453 Português
Texto para a questão.


O desafio da leitura na era digital: autonomia cognitiva e os limites da tecnologia na escola


   A aceleração digital no ambiente educacional tem reacendido debates profundos sobre os limites do uso de telas na formação de jovens. Se, por um lado, as ferramentas tecnológicas ampliam o acesso a acervos globais e democratizam a informação, por outro, a mediação algorítmica constante ameaça a autonomia cognitiva dos estudantes. O uso de algoritmos de recomendação e de inteligência artificial generativa na elaboração de trabalhos escolares impõe um paradoxo: nunca se produziu tanto texto com tão pouca reflexão autoral.

  Diante desse cenário, pedagogos e neurocientistas sustentam que a escola precisa resguardar espaços de silêncio e desaceleração. A leitura imersiva de obras extensas, o exercício da escrita manuscrita e a argumentação presencial não constituem meros resquícios de um passado anacrônico, mas estratégias fundamentais para a consolidação do pensamento crítico. Quando delegamos ao software a estruturação do raciocínio, desidratamos a capacidade de síntese e a tolerância à complexidade.

   Não se trata de adotar uma postura ludista e rejeitar a inovação, contudo a tecnologia deve figurar como meio, jamais como fim pedagógico. A verdadeira inclusão digital exige ensinar os estudantes a interrogarem os dados, a identificarem vício de neutralidade em sistemas automatizados e a reconhecerem que a velocidade de resposta não equivale à profundidade de análise.

   A mediação docente permanece, portanto, insubstituível. Cabe ao professor desorganizar a lógica do consumo imediato, provocando o estudante a sair da bolha informativa. Sem essa intervenção consciente, o risco é converter a educação em um mero balcão de processamento rápido de tarefas, no qual a curiosidade intelectual dá lugar ao automatismo funcional.

  A escola contemporânea enfrenta o desafio de equilibrar a conectividade necessária com a preservação do pensamento autônomo. Aqueles que acreditam que a tecnologia substituirá a mediação humana ignoram que educar é, acima de tudo, um ato relacional e ético. A técnica pode otimizar processos, mas apenas o encontro de subjetividades é capaz de transformar a informação em sabedoria. É na fresta entre a dúvida e a descoberta que o conhecimento verdadeiramente se consolida.


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De acordo com a argumentação desenvolvida no texto, o principal risco trazido pelo uso irrestrito da inteligência artificial generativa no ambiente escolar é
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Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Chapecó - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Anos Iniciais (1º e 2º anos) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Anos iniciais (3º, 4º e 5º anos) e Educação de Jovens e Adultos (EJA) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Arte - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Ciências - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor em Turma - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Física - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Dança - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Informática/Tecnologias - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Estrangeira – Espanhol - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Lutas - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Infantil - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Estrangeira – Inglês - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Música - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Teatro - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Ensino Religioso - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Portuguesa - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Geografia - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - História - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Instrutor de Libras - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Matemática - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor Bilíngue - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Tradutor e Intérprete de Libras - Edital nº 6 |
Q4392357 Português
Analise o corpo da minuta do texto abaixo, que será emitido pelo Departamento de Recursos Humanos.


...................... Departamento informa ........... todos os servidores que a reunião semanal de planejamento de carreira ocorrerá todas ................... , por ............................ , com início........... e duração de cerca de 2 ........... .

Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Chapecó - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Anos Iniciais (1º e 2º anos) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Anos iniciais (3º, 4º e 5º anos) e Educação de Jovens e Adultos (EJA) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Arte - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Ciências - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor em Turma - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Física - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Dança - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Informática/Tecnologias - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Estrangeira – Espanhol - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Lutas - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Infantil - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Estrangeira – Inglês - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Música - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Teatro - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Ensino Religioso - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Portuguesa - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Geografia - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - História - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Instrutor de Libras - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Matemática - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor Bilíngue - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Tradutor e Intérprete de Libras - Edital nº 6 |
Q4392356 Português

Considere os quadros a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Chapecó - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Anos Iniciais (1º e 2º anos) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Anos iniciais (3º, 4º e 5º anos) e Educação de Jovens e Adultos (EJA) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Arte - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Ciências - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor em Turma - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Física - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Dança - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Informática/Tecnologias - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Estrangeira – Espanhol - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Lutas - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Infantil - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Estrangeira – Inglês - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Música - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Teatro - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Ensino Religioso - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Portuguesa - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Geografia - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - História - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Instrutor de Libras - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Matemática - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor Bilíngue - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Tradutor e Intérprete de Libras - Edital nº 6 |
Q4392355 Português

 Analise os quadros seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://tiroletas.wordpress.com/. Acesso em: 01 ago. 2026.



Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e falsas ( F ) em relação aos quadros.


( ) O verbo precisar no sentido de ter necessidade é transitivo indireto e exige preposição.

( ) Nos três quadros, o sujeito da oração está oculto.

( ) O texto estabelece uma crítica social ao consumismo.

( ) A locução verbal vai precisar comumente usada na língua falada tem o valor de futuro do presente simples precisará.

( ) As formas desta e deste deveriam ser alteradas para dessa e desse, uma vez que estabelecem relação direta entre o objeto e interlocutor daquele que fala.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.-


Alternativas
Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Chapecó - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Anos Iniciais (1º e 2º anos) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Anos iniciais (3º, 4º e 5º anos) e Educação de Jovens e Adultos (EJA) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Arte - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Ciências - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor em Turma - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Física - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Dança - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Informática/Tecnologias - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Estrangeira – Espanhol - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Lutas - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Infantil - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Estrangeira – Inglês - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Música - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Teatro - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Ensino Religioso - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Portuguesa - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Geografia - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - História - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Instrutor de Libras - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Matemática - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor Bilíngue - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Tradutor e Intérprete de Libras - Edital nº 6 |
Q4392354 Português
Texto 1


Projeto Chapecó 2030 – Economia
Potencialidades:


Chapecó e sua região de abrangência têm sua economia baseada no complexo agroalimentar de carnes de suínos a partir da década de 1950 e de aves (frango e peru) a partir da década de 1970, graças ao grande potencial produtivo da agricultura familiar. A partir da década de 1990 se fortalece o complexo lácteo e a agroindústria familiar rural.

Na diversificação econômica despontam os setores da indústria de máquinas e equipamentos do complexo metalmecânico, juntamente com a indústria moveleira, de software, de serviços, com destaque para a educação e a saúde, e de comércio.

A essas potencialidades soma-se a competência tecnológica e a mão de obra qualificada, o crescente número de instituições de ensino superior público, comunitárias, inúmeras particulares, além de Instituto Federal e Sistema “S” que fortalecem cada vez mais o conhecimento, a pesquisa e a inovação. Além disso, é importante destacar o capital social voltado à cultura do trabalho, o espírito cooperativista bem difundido e o surgimento de vários Arranjos Produtivos Locais (APL).

O turismo de negócios, com feiras e eventos, está consolidado, dependendo de nova infraestrutura para o seu crescimento.

Sua posição estratégica em relação ao Mercosul, se devidamente explorada, poderá trazer grandes benefícios.


Disponível em: https://www.sociedadeamigosdechapeco.com.br/ economia. Acesso em: 01 ago. 2026 [adaptado].

Assinale a alternativa correta com base no texto 1. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Chapecó - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Anos Iniciais (1º e 2º anos) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Anos iniciais (3º, 4º e 5º anos) e Educação de Jovens e Adultos (EJA) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Arte - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Ciências - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor em Turma - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Física - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Dança - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Informática/Tecnologias - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Estrangeira – Espanhol - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Lutas - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Infantil - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Estrangeira – Inglês - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Música - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Teatro - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Ensino Religioso - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Portuguesa - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Geografia - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - História - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Instrutor de Libras - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Matemática - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor Bilíngue - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Tradutor e Intérprete de Libras - Edital nº 6 |
Q4392353 Português
Texto 1


Projeto Chapecó 2030 – Economia
Potencialidades:


Chapecó e sua região de abrangência têm sua economia baseada no complexo agroalimentar de carnes de suínos a partir da década de 1950 e de aves (frango e peru) a partir da década de 1970, graças ao grande potencial produtivo da agricultura familiar. A partir da década de 1990 se fortalece o complexo lácteo e a agroindústria familiar rural.

Na diversificação econômica despontam os setores da indústria de máquinas e equipamentos do complexo metalmecânico, juntamente com a indústria moveleira, de software, de serviços, com destaque para a educação e a saúde, e de comércio.

A essas potencialidades soma-se a competência tecnológica e a mão de obra qualificada, o crescente número de instituições de ensino superior público, comunitárias, inúmeras particulares, além de Instituto Federal e Sistema “S” que fortalecem cada vez mais o conhecimento, a pesquisa e a inovação. Além disso, é importante destacar o capital social voltado à cultura do trabalho, o espírito cooperativista bem difundido e o surgimento de vários Arranjos Produtivos Locais (APL).

O turismo de negócios, com feiras e eventos, está consolidado, dependendo de nova infraestrutura para o seu crescimento.

Sua posição estratégica em relação ao Mercosul, se devidamente explorada, poderá trazer grandes benefícios.


Disponível em: https://www.sociedadeamigosdechapeco.com.br/ economia. Acesso em: 01 ago. 2026 [adaptado].

A tipologia do Texto 1 é caracterizada como:
Alternativas
Q4392198 Português
Esporte e lazer como direitos sociais

        O esporte costuma ser apresentado como espetáculo e competição; porém, essa visão é insuficiente para compreender a presença da educação física nas políticas públicas, uma vez que esporte e lazer também constituem práticas culturais e espaços de convivência. A democratização dessas práticas não depende apenas da abertura de equipamentos esportivos: é preciso considerar quem participa, em quais condições e com que objetivos. Uma quadra pode permanecer excludente sem transporte, segurança, materiais adequados, horários compatíveis e profissionais preparados. Oferecer a mesma atividade a todos não garante igualdade diante de diferenças de idade, deficiência, território e condições socioeconômicas.

        Nesse contexto, o profissional de educação física participa do planejamento e da mediação das ações. Seu trabalho não consiste em selecionar os mais habilidosos, e sim em criar situações que ampliem a participação. Isso requer adaptar regras, materiais, espaços e estratégias sem reduzir a qualidade da experiência. A adaptação é condição pedagógica para que o direito de participar seja reconhecido, sendo assim, projetos de esporte e lazer precisam dialogar com a comunidade. Ressalta‑se que identificar demandas locais, escutar participantes e avaliar ações ajuda a evitar decisões impostas. É preciso destacar que práticas tradicionais e manifestações culturais do território podem integrar o planejamento, desde que sejam tratadas com respeito.

        A avaliação não deve limitar‑se à contagem de inscritos ou de eventos, pois indicadores numéricos são úteis, mas precisam ser relacionados à permanência, à participação, à acessibilidade e aos efeitos percebidos. Desse modo, uma política pode alcançar muitas pessoas e ainda reproduzir desigualdades se não examinar quem permanece excluído. Assim, pensar o esporte e o lazer como direitos sociais exige superar a lógica de oferta ocasional e de rendimento como único critério de sucesso. Cabe à educação física contribuir para políticas inclusivas e participativas, nas quais o movimento seja compreendido como experiência de cultura, convivência e cidadania.

Internet:<confef.org.br> (com adaptações)

Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item seguinte.


No trecho “Cabe à educação física contribuir para políticas inclusivas e participativas,”, a substituição de “Cabe à educação física” por É responsabilidade da educação física preservaria a correção gramatical e o sentido geral do período.

Alternativas
Q4392197 Português
Esporte e lazer como direitos sociais

        O esporte costuma ser apresentado como espetáculo e competição; porém, essa visão é insuficiente para compreender a presença da educação física nas políticas públicas, uma vez que esporte e lazer também constituem práticas culturais e espaços de convivência. A democratização dessas práticas não depende apenas da abertura de equipamentos esportivos: é preciso considerar quem participa, em quais condições e com que objetivos. Uma quadra pode permanecer excludente sem transporte, segurança, materiais adequados, horários compatíveis e profissionais preparados. Oferecer a mesma atividade a todos não garante igualdade diante de diferenças de idade, deficiência, território e condições socioeconômicas.

        Nesse contexto, o profissional de educação física participa do planejamento e da mediação das ações. Seu trabalho não consiste em selecionar os mais habilidosos, e sim em criar situações que ampliem a participação. Isso requer adaptar regras, materiais, espaços e estratégias sem reduzir a qualidade da experiência. A adaptação é condição pedagógica para que o direito de participar seja reconhecido, sendo assim, projetos de esporte e lazer precisam dialogar com a comunidade. Ressalta‑se que identificar demandas locais, escutar participantes e avaliar ações ajuda a evitar decisões impostas. É preciso destacar que práticas tradicionais e manifestações culturais do território podem integrar o planejamento, desde que sejam tratadas com respeito.

        A avaliação não deve limitar‑se à contagem de inscritos ou de eventos, pois indicadores numéricos são úteis, mas precisam ser relacionados à permanência, à participação, à acessibilidade e aos efeitos percebidos. Desse modo, uma política pode alcançar muitas pessoas e ainda reproduzir desigualdades se não examinar quem permanece excluído. Assim, pensar o esporte e o lazer como direitos sociais exige superar a lógica de oferta ocasional e de rendimento como único critério de sucesso. Cabe à educação física contribuir para políticas inclusivas e participativas, nas quais o movimento seja compreendido como experiência de cultura, convivência e cidadania.

Internet:<confef.org.br> (com adaptações)

Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item seguinte.


Na oração “uma política pode alcançar muitas pessoas e ainda reproduzir desigualdades”, a conjunção “e” estabelece, necessariamente, uma relação de adição entre ações consideradas igualmente desejáveis no contexto.

Alternativas
Q4392196 Português
Esporte e lazer como direitos sociais

        O esporte costuma ser apresentado como espetáculo e competição; porém, essa visão é insuficiente para compreender a presença da educação física nas políticas públicas, uma vez que esporte e lazer também constituem práticas culturais e espaços de convivência. A democratização dessas práticas não depende apenas da abertura de equipamentos esportivos: é preciso considerar quem participa, em quais condições e com que objetivos. Uma quadra pode permanecer excludente sem transporte, segurança, materiais adequados, horários compatíveis e profissionais preparados. Oferecer a mesma atividade a todos não garante igualdade diante de diferenças de idade, deficiência, território e condições socioeconômicas.

        Nesse contexto, o profissional de educação física participa do planejamento e da mediação das ações. Seu trabalho não consiste em selecionar os mais habilidosos, e sim em criar situações que ampliem a participação. Isso requer adaptar regras, materiais, espaços e estratégias sem reduzir a qualidade da experiência. A adaptação é condição pedagógica para que o direito de participar seja reconhecido, sendo assim, projetos de esporte e lazer precisam dialogar com a comunidade. Ressalta‑se que identificar demandas locais, escutar participantes e avaliar ações ajuda a evitar decisões impostas. É preciso destacar que práticas tradicionais e manifestações culturais do território podem integrar o planejamento, desde que sejam tratadas com respeito.

        A avaliação não deve limitar‑se à contagem de inscritos ou de eventos, pois indicadores numéricos são úteis, mas precisam ser relacionados à permanência, à participação, à acessibilidade e aos efeitos percebidos. Desse modo, uma política pode alcançar muitas pessoas e ainda reproduzir desigualdades se não examinar quem permanece excluído. Assim, pensar o esporte e o lazer como direitos sociais exige superar a lógica de oferta ocasional e de rendimento como único critério de sucesso. Cabe à educação física contribuir para políticas inclusivas e participativas, nas quais o movimento seja compreendido como experiência de cultura, convivência e cidadania.

Internet:<confef.org.br> (com adaptações)

Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item seguinte.


No trecho “A avaliação não deve limitar‑se à contagem de inscritos ou de eventos,”, a substituição de “à contagem” por a contagem preservaria a correção gramatical do texto, pois o verbo “limitar‑se” não exige preposição.

Alternativas
Q4392195 Português
Esporte e lazer como direitos sociais

        O esporte costuma ser apresentado como espetáculo e competição; porém, essa visão é insuficiente para compreender a presença da educação física nas políticas públicas, uma vez que esporte e lazer também constituem práticas culturais e espaços de convivência. A democratização dessas práticas não depende apenas da abertura de equipamentos esportivos: é preciso considerar quem participa, em quais condições e com que objetivos. Uma quadra pode permanecer excludente sem transporte, segurança, materiais adequados, horários compatíveis e profissionais preparados. Oferecer a mesma atividade a todos não garante igualdade diante de diferenças de idade, deficiência, território e condições socioeconômicas.

        Nesse contexto, o profissional de educação física participa do planejamento e da mediação das ações. Seu trabalho não consiste em selecionar os mais habilidosos, e sim em criar situações que ampliem a participação. Isso requer adaptar regras, materiais, espaços e estratégias sem reduzir a qualidade da experiência. A adaptação é condição pedagógica para que o direito de participar seja reconhecido, sendo assim, projetos de esporte e lazer precisam dialogar com a comunidade. Ressalta‑se que identificar demandas locais, escutar participantes e avaliar ações ajuda a evitar decisões impostas. É preciso destacar que práticas tradicionais e manifestações culturais do território podem integrar o planejamento, desde que sejam tratadas com respeito.

        A avaliação não deve limitar‑se à contagem de inscritos ou de eventos, pois indicadores numéricos são úteis, mas precisam ser relacionados à permanência, à participação, à acessibilidade e aos efeitos percebidos. Desse modo, uma política pode alcançar muitas pessoas e ainda reproduzir desigualdades se não examinar quem permanece excluído. Assim, pensar o esporte e o lazer como direitos sociais exige superar a lógica de oferta ocasional e de rendimento como único critério de sucesso. Cabe à educação física contribuir para políticas inclusivas e participativas, nas quais o movimento seja compreendido como experiência de cultura, convivência e cidadania.

Internet:<confef.org.br> (com adaptações)

Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item seguinte.


No período “práticas tradicionais e manifestações culturais do território podem integrar o planejamento, desde que sejam tratadas com respeito.”, a expressão “desde que sejam tratadas com respeito” apresenta uma condição para a integração dessas práticas ao planejamento.

Alternativas
Q4392194 Português
Esporte e lazer como direitos sociais

        O esporte costuma ser apresentado como espetáculo e competição; porém, essa visão é insuficiente para compreender a presença da educação física nas políticas públicas, uma vez que esporte e lazer também constituem práticas culturais e espaços de convivência. A democratização dessas práticas não depende apenas da abertura de equipamentos esportivos: é preciso considerar quem participa, em quais condições e com que objetivos. Uma quadra pode permanecer excludente sem transporte, segurança, materiais adequados, horários compatíveis e profissionais preparados. Oferecer a mesma atividade a todos não garante igualdade diante de diferenças de idade, deficiência, território e condições socioeconômicas.

        Nesse contexto, o profissional de educação física participa do planejamento e da mediação das ações. Seu trabalho não consiste em selecionar os mais habilidosos, e sim em criar situações que ampliem a participação. Isso requer adaptar regras, materiais, espaços e estratégias sem reduzir a qualidade da experiência. A adaptação é condição pedagógica para que o direito de participar seja reconhecido, sendo assim, projetos de esporte e lazer precisam dialogar com a comunidade. Ressalta‑se que identificar demandas locais, escutar participantes e avaliar ações ajuda a evitar decisões impostas. É preciso destacar que práticas tradicionais e manifestações culturais do território podem integrar o planejamento, desde que sejam tratadas com respeito.

        A avaliação não deve limitar‑se à contagem de inscritos ou de eventos, pois indicadores numéricos são úteis, mas precisam ser relacionados à permanência, à participação, à acessibilidade e aos efeitos percebidos. Desse modo, uma política pode alcançar muitas pessoas e ainda reproduzir desigualdades se não examinar quem permanece excluído. Assim, pensar o esporte e o lazer como direitos sociais exige superar a lógica de oferta ocasional e de rendimento como único critério de sucesso. Cabe à educação física contribuir para políticas inclusivas e participativas, nas quais o movimento seja compreendido como experiência de cultura, convivência e cidadania.

Internet:<confef.org.br> (com adaptações)

Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item seguinte.


Na oração “A adaptação é condição pedagógica para que o direito de participar seja reconhecido.”, a locução “para que” introduz uma oração subordinada adverbial final.

Alternativas
Q4392193 Português
Esporte e lazer como direitos sociais

        O esporte costuma ser apresentado como espetáculo e competição; porém, essa visão é insuficiente para compreender a presença da educação física nas políticas públicas, uma vez que esporte e lazer também constituem práticas culturais e espaços de convivência. A democratização dessas práticas não depende apenas da abertura de equipamentos esportivos: é preciso considerar quem participa, em quais condições e com que objetivos. Uma quadra pode permanecer excludente sem transporte, segurança, materiais adequados, horários compatíveis e profissionais preparados. Oferecer a mesma atividade a todos não garante igualdade diante de diferenças de idade, deficiência, território e condições socioeconômicas.

        Nesse contexto, o profissional de educação física participa do planejamento e da mediação das ações. Seu trabalho não consiste em selecionar os mais habilidosos, e sim em criar situações que ampliem a participação. Isso requer adaptar regras, materiais, espaços e estratégias sem reduzir a qualidade da experiência. A adaptação é condição pedagógica para que o direito de participar seja reconhecido, sendo assim, projetos de esporte e lazer precisam dialogar com a comunidade. Ressalta‑se que identificar demandas locais, escutar participantes e avaliar ações ajuda a evitar decisões impostas. É preciso destacar que práticas tradicionais e manifestações culturais do território podem integrar o planejamento, desde que sejam tratadas com respeito.

        A avaliação não deve limitar‑se à contagem de inscritos ou de eventos, pois indicadores numéricos são úteis, mas precisam ser relacionados à permanência, à participação, à acessibilidade e aos efeitos percebidos. Desse modo, uma política pode alcançar muitas pessoas e ainda reproduzir desigualdades se não examinar quem permanece excluído. Assim, pensar o esporte e o lazer como direitos sociais exige superar a lógica de oferta ocasional e de rendimento como único critério de sucesso. Cabe à educação física contribuir para políticas inclusivas e participativas, nas quais o movimento seja compreendido como experiência de cultura, convivência e cidadania.

Internet:<confef.org.br> (com adaptações)

Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item seguinte.


No período “Oferecer a mesma atividade a todos não garante igualdade diante de diferenças de idade, deficiência, território e condições socioeconômicas.”, a expressão “a todos” exerce a função de complemento indireto do verbo “oferecer”.

Alternativas
Respostas
1101: B
1102: C
1103: D
1104: A
1105: D
1106: C
1107: B
1108: A
1109: B
1110: B
1111: D
1112: B
1113: D
1114: C
1115: C
1116: E
1117: E
1118: C
1119: C
1120: C