Questões de Concurso Sobre português

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Q3963663 Português
Assinale a alternativa que apresenta um nome de sentido coletivo. 
Alternativas
Q3963662 Português
Assinale a alternativa em que o verbo destacado indica uma mudança de situação ou de estado. 
Alternativas
Q3963661 Português
Assinale a alternativa em que a forma verbal destacada dá nome a um fenômeno da natureza
Alternativas
Q3963660 Português
“Trouxe uma pequena lembrança para ___ professora quando fui ___ cidade dos meus pais, ___ fim de passear e descansar.”
Assinale a alternativa em que os elementos preenchem corretamente os espaços em branco acima, na mesma ordem. 
Alternativas
Q3963659 Português
“A poesia nasce de algo que se revela inesperadamente.” (Ferreira Gullar)
A palavra destacada no pensamento acima possui o sentido de: 
Alternativas
Q3963658 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada apresenta qualidade de um ser. 
Alternativas
Q3963657 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma frase com sentido de comparação.
Alternativas
Q3963656 Português
Assinale a alternativa em que a mudança de ordem das palavras, apresentada entre parênteses, altera o seu significado básico.
Alternativas
Q3963655 Português
Assinale a alternativa que apresenta todas as palavras escritas corretamente.
Alternativas
Q3963654 Português
Assinale a alternativa em que a frase apresenta pontuação totalmente correta.
Alternativas
Q3963653 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


O estômago e os pés

O corpo estava em guerra, já que oestômago e os pés discutiam para saber qualdeles era o mais importante. Os pés tinhamcerteza da sua superioridade, já que eram eles quefaziam com que o corpo todo se movesse.

Então, o estômago respondeu: “Se nãofosse o meu trabalho, garantindo os alimentosque nos sustentam, vocês não conseguiriam ir alugar nenhum”.

Moral: aqueles que cumprem as ordenssão muito importantes, mas os que sabem liderarsão essenciais.

ESOPO. O estômago e os pés. Cultura genial. Disponível em: <https://www.culturagenial.com/fabulas-pequenascom-moral-e-interpretacao/>.
“Se não fosse o meu trabalho, garantindo os alimentos que nos sustentam, vocês não conseguiriam ir a lugar nenhum”.
Mantendo a mesma noção de tempo, a expressão destacada acima pode ser substituída corretamente por: 
Alternativas
Q3963652 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


O estômago e os pés

O corpo estava em guerra, já que oestômago e os pés discutiam para saber qualdeles era o mais importante. Os pés tinhamcerteza da sua superioridade, já que eram eles quefaziam com que o corpo todo se movesse.

Então, o estômago respondeu: “Se nãofosse o meu trabalho, garantindo os alimentosque nos sustentam, vocês não conseguiriam ir alugar nenhum”.

Moral: aqueles que cumprem as ordenssão muito importantes, mas os que sabem liderarsão essenciais.

ESOPO. O estômago e os pés. Cultura genial. Disponível em: <https://www.culturagenial.com/fabulas-pequenascom-moral-e-interpretacao/>.
“(...) os que sabem liderar são essenciais”.
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de: 
Alternativas
Q3963651 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


O estômago e os pés

O corpo estava em guerra, já que oestômago e os pés discutiam para saber qualdeles era o mais importante. Os pés tinhamcerteza da sua superioridade, já que eram eles quefaziam com que o corpo todo se movesse.

Então, o estômago respondeu: “Se nãofosse o meu trabalho, garantindo os alimentosque nos sustentam, vocês não conseguiriam ir alugar nenhum”.

Moral: aqueles que cumprem as ordenssão muito importantes, mas os que sabem liderarsão essenciais.

ESOPO. O estômago e os pés. Cultura genial. Disponível em: <https://www.culturagenial.com/fabulas-pequenascom-moral-e-interpretacao/>.
É correto afirmar que, no texto “O estômago e o pés”:
Alternativas
Q3963636 Português
"O secretário-executivo do Ministério da Educação, Leonardo Barchini, afirmou que mais de 500 mil professores já têm cadastro na carteira nacional."

O vocábulo 'secretário-executivo' está hifenizado corretamente, assim como os vocábulos das alternativas a seguir, EXCETO:
Alternativas
Q3963635 Português
"Professores das redes pública e privada de ensino poderão obter descontos de até 15% em hospedagens em hotéis de diferentes regiões do Brasil até março de 2027. A prorrogação do benefício, anunciada nesta terça-feira (dia 10) pelo Ministério do Turismo, é resultado da renovação de um acordo entre a pasta e a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional)."

Com base nas regras de acentuação, identifique a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3963634 Português

"Hoje o Ministério da Educação já conta com mais de 500 mil professores cadastrados e outros 350 mil aguardando a aprovação da Carteira Nacional Docente. Parcerias como essa reforçam a importância de possuir essa identificação, que amplia o acesso dos professores a benefícios — afirmou."


Considerando a regência verbal e nominal no trecho, analise as afirmativas a seguir:


I.O verbo 'contar' atua como transitivo indireto nesse contexto, o que justifica o emprego da preposição 'com' na introdução de seu objeto indireto.


II.Em 'amplia o acesso dos professores a benefícios', a preposição 'a' é exigida pelo substantivo 'acesso', sendo correta sua manutenção antes de 'benefícios'.


III.Se o vocábulo 'benefícios' for substituído pela palavra feminina 'vantagens', ocorrerá crase obrigatória no 'a', resultando na forma 'acesso dos professores à vantagens'.


IV.No contexto apresentado, o verbo 'reforçar' apresenta transitividade direta, pois seu complemento é introduzido sem o uso de preposição.


É correto o que se afirma em:


Alternativas
Q3963554 Português
A febre das selfies


    Você já parou para pensar sobre o fenômeno contemporâneo das selfies? O interesse de perpetuação da própria imagem sempre existiu, como constatamos na história humana com as máscaras mortuárias, além de pinturas e esculturas voltadas para perenizar a figura de uma personalidade. Também os artistas sempre fizeram autorretratos. Com o advento da fotografia, e especialmente agora, na era do celular, ampliou-se ilimitadamente a possibilidade da reprodução da própria imagem.
    Sabemos que o termo narcisismo deriva do mito grego de Narciso, que, encantado pela própria imagem refletida nas águas de uma fonte, apaixona-se por si mesmo e, nessa contemplação, consome-se e morre. Freud retomou esse mito, reconhecendo que o amor de si é importante para o desenvolvimento da criança, que necessita ser objeto de amor dos outros e também de si mesma. O problema é não conseguir superar o enclausuramento que impede o contato com os outros e com a cultura da qual faz parte.
    Para fazer uma selfie, as pessoas procuram o melhor ângulo — ou emolduram-se em um entorno que valoriza seu ego — e, às vezes, se esquecem de apreciar os locais e as exposições que visitam; até mesmo em situações trágicas há quem não resista à repetição do gesto. Com todo esse ritual, constrói-se uma imagem de si mesmo — uma máscara — imediatamente exibida nas redes sociais.
    Durante a pandemia de covid-19, em um contexto de isolamento, as selfies se tornaram, para muitas pessoas, o único recurso de exposição social. Catalisadoras de interações virtuais, as selfies são objetos de curtidas, e quanto mais atraentes elas forem, mais interações gerarão. Por isso, frequentemente as pessoas usam filtros e ferramentas de edição de fotos para manipular a própria imagem e suprimir traços físicos que julgam imperfeitos. Isso acentuou o chamado transtorno dismórfico corporal, uma preocupação excessiva com a aparência e com características mínimas e imperceptíveis.
    De acordo com uma pesquisa realizada em 2020 pela American Academy of Facial Plastic and Reconstructive Surgery (Academia Americana de Cirurgia Plástica e Reconstrutiva Facial), a pandemia de covid-19 aumentou a busca por procedimentos estéticos, com muitos pacientes relatando que as intervenções teriam como finalidade melhorar suas selfies. Não se trata de recusar o mecanismo das selfies, mas de refletir sobre o fato de esse costume ter sido exacerbado nos últimos anos, tornando-se uma obsessão, com a possibilidade de comprometer a saúde mental das pessoas.


Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
Considerando o emprego das palavras sublinhadas, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3963553 Português
A febre das selfies


    Você já parou para pensar sobre o fenômeno contemporâneo das selfies? O interesse de perpetuação da própria imagem sempre existiu, como constatamos na história humana com as máscaras mortuárias, além de pinturas e esculturas voltadas para perenizar a figura de uma personalidade. Também os artistas sempre fizeram autorretratos. Com o advento da fotografia, e especialmente agora, na era do celular, ampliou-se ilimitadamente a possibilidade da reprodução da própria imagem.
    Sabemos que o termo narcisismo deriva do mito grego de Narciso, que, encantado pela própria imagem refletida nas águas de uma fonte, apaixona-se por si mesmo e, nessa contemplação, consome-se e morre. Freud retomou esse mito, reconhecendo que o amor de si é importante para o desenvolvimento da criança, que necessita ser objeto de amor dos outros e também de si mesma. O problema é não conseguir superar o enclausuramento que impede o contato com os outros e com a cultura da qual faz parte.
    Para fazer uma selfie, as pessoas procuram o melhor ângulo — ou emolduram-se em um entorno que valoriza seu ego — e, às vezes, se esquecem de apreciar os locais e as exposições que visitam; até mesmo em situações trágicas há quem não resista à repetição do gesto. Com todo esse ritual, constrói-se uma imagem de si mesmo — uma máscara — imediatamente exibida nas redes sociais.
    Durante a pandemia de covid-19, em um contexto de isolamento, as selfies se tornaram, para muitas pessoas, o único recurso de exposição social. Catalisadoras de interações virtuais, as selfies são objetos de curtidas, e quanto mais atraentes elas forem, mais interações gerarão. Por isso, frequentemente as pessoas usam filtros e ferramentas de edição de fotos para manipular a própria imagem e suprimir traços físicos que julgam imperfeitos. Isso acentuou o chamado transtorno dismórfico corporal, uma preocupação excessiva com a aparência e com características mínimas e imperceptíveis.
    De acordo com uma pesquisa realizada em 2020 pela American Academy of Facial Plastic and Reconstructive Surgery (Academia Americana de Cirurgia Plástica e Reconstrutiva Facial), a pandemia de covid-19 aumentou a busca por procedimentos estéticos, com muitos pacientes relatando que as intervenções teriam como finalidade melhorar suas selfies. Não se trata de recusar o mecanismo das selfies, mas de refletir sobre o fato de esse costume ter sido exacerbado nos últimos anos, tornando-se uma obsessão, com a possibilidade de comprometer a saúde mental das pessoas.


Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
Em certas ocasiões, o emprego da crase pode ser opcional. Considerando isso, assinalar a alternativa em que o acento grave se enquadra nessa situação, ou seja, é facultativo.
Alternativas
Q3963552 Português
A febre das selfies


    Você já parou para pensar sobre o fenômeno contemporâneo das selfies? O interesse de perpetuação da própria imagem sempre existiu, como constatamos na história humana com as máscaras mortuárias, além de pinturas e esculturas voltadas para perenizar a figura de uma personalidade. Também os artistas sempre fizeram autorretratos. Com o advento da fotografia, e especialmente agora, na era do celular, ampliou-se ilimitadamente a possibilidade da reprodução da própria imagem.
    Sabemos que o termo narcisismo deriva do mito grego de Narciso, que, encantado pela própria imagem refletida nas águas de uma fonte, apaixona-se por si mesmo e, nessa contemplação, consome-se e morre. Freud retomou esse mito, reconhecendo que o amor de si é importante para o desenvolvimento da criança, que necessita ser objeto de amor dos outros e também de si mesma. O problema é não conseguir superar o enclausuramento que impede o contato com os outros e com a cultura da qual faz parte.
    Para fazer uma selfie, as pessoas procuram o melhor ângulo — ou emolduram-se em um entorno que valoriza seu ego — e, às vezes, se esquecem de apreciar os locais e as exposições que visitam; até mesmo em situações trágicas há quem não resista à repetição do gesto. Com todo esse ritual, constrói-se uma imagem de si mesmo — uma máscara — imediatamente exibida nas redes sociais.
    Durante a pandemia de covid-19, em um contexto de isolamento, as selfies se tornaram, para muitas pessoas, o único recurso de exposição social. Catalisadoras de interações virtuais, as selfies são objetos de curtidas, e quanto mais atraentes elas forem, mais interações gerarão. Por isso, frequentemente as pessoas usam filtros e ferramentas de edição de fotos para manipular a própria imagem e suprimir traços físicos que julgam imperfeitos. Isso acentuou o chamado transtorno dismórfico corporal, uma preocupação excessiva com a aparência e com características mínimas e imperceptíveis.
    De acordo com uma pesquisa realizada em 2020 pela American Academy of Facial Plastic and Reconstructive Surgery (Academia Americana de Cirurgia Plástica e Reconstrutiva Facial), a pandemia de covid-19 aumentou a busca por procedimentos estéticos, com muitos pacientes relatando que as intervenções teriam como finalidade melhorar suas selfies. Não se trata de recusar o mecanismo das selfies, mas de refletir sobre o fato de esse costume ter sido exacerbado nos últimos anos, tornando-se uma obsessão, com a possibilidade de comprometer a saúde mental das pessoas.


Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
A palavra “mais” exerce papel morfológico de pronome na alternativa: 
Alternativas
Q3963551 Português
A febre das selfies


    Você já parou para pensar sobre o fenômeno contemporâneo das selfies? O interesse de perpetuação da própria imagem sempre existiu, como constatamos na história humana com as máscaras mortuárias, além de pinturas e esculturas voltadas para perenizar a figura de uma personalidade. Também os artistas sempre fizeram autorretratos. Com o advento da fotografia, e especialmente agora, na era do celular, ampliou-se ilimitadamente a possibilidade da reprodução da própria imagem.
    Sabemos que o termo narcisismo deriva do mito grego de Narciso, que, encantado pela própria imagem refletida nas águas de uma fonte, apaixona-se por si mesmo e, nessa contemplação, consome-se e morre. Freud retomou esse mito, reconhecendo que o amor de si é importante para o desenvolvimento da criança, que necessita ser objeto de amor dos outros e também de si mesma. O problema é não conseguir superar o enclausuramento que impede o contato com os outros e com a cultura da qual faz parte.
    Para fazer uma selfie, as pessoas procuram o melhor ângulo — ou emolduram-se em um entorno que valoriza seu ego — e, às vezes, se esquecem de apreciar os locais e as exposições que visitam; até mesmo em situações trágicas há quem não resista à repetição do gesto. Com todo esse ritual, constrói-se uma imagem de si mesmo — uma máscara — imediatamente exibida nas redes sociais.
    Durante a pandemia de covid-19, em um contexto de isolamento, as selfies se tornaram, para muitas pessoas, o único recurso de exposição social. Catalisadoras de interações virtuais, as selfies são objetos de curtidas, e quanto mais atraentes elas forem, mais interações gerarão. Por isso, frequentemente as pessoas usam filtros e ferramentas de edição de fotos para manipular a própria imagem e suprimir traços físicos que julgam imperfeitos. Isso acentuou o chamado transtorno dismórfico corporal, uma preocupação excessiva com a aparência e com características mínimas e imperceptíveis.
    De acordo com uma pesquisa realizada em 2020 pela American Academy of Facial Plastic and Reconstructive Surgery (Academia Americana de Cirurgia Plástica e Reconstrutiva Facial), a pandemia de covid-19 aumentou a busca por procedimentos estéticos, com muitos pacientes relatando que as intervenções teriam como finalidade melhorar suas selfies. Não se trata de recusar o mecanismo das selfies, mas de refletir sobre o fato de esse costume ter sido exacerbado nos últimos anos, tornando-se uma obsessão, com a possibilidade de comprometer a saúde mental das pessoas.


Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
Considerando o uso dos porquês, analisar os itens.

I. Já compreendi o porquê desta resposta. II. Saiu de casa tranquila, porque estava adiantada. III. Ana não veio ontem por que? IV. A rua por que passei era cheia de árvores.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Respostas
10701: B
10702: B
10703: D
10704: C
10705: E
10706: C
10707: C
10708: A
10709: A
10710: B
10711: E
10712: D
10713: B
10714: A
10715: A
10716: B
10717: C
10718: B
10719: D
10720: C