Questões de Concurso Sobre português

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Q4030637 Português
De onde vem o cheiro de livro novo?



(Disponível em: https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/de-onde-vem-o-cheiro-de-livro-novo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho retirado do texto “Seu processo de endurecimento (chamado ‘cura’ da cola) acontece mais rápido, então não sobram muitos compostos a serem liberados quando o livro sai do plástico”, as palavras sublinhadas são classificadas, respectivamente, como:
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Q4030636 Português
De onde vem o cheiro de livro novo?



(Disponível em: https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/de-onde-vem-o-cheiro-de-livro-novo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o trecho retirado do texto “A cola entra na mistura olfativa, mas com menor influência”, qual das seguintes palavras é classificada como adjetivo?
Alternativas
Q4030635 Português
De onde vem o cheiro de livro novo?



(Disponível em: https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/de-onde-vem-o-cheiro-de-livro-novo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Segundo o texto, o cheiro de livro novo tem como principal causa geral: 
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Q4030634 Português
Como as aranhas sabem o padrão de teias que devem fazer?




(Disponível em: //super.abril.com.br/coluna/oraculo/como-as-aranhas-sabem-o-padrao-de-teia-que-devemfazer/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
 Analise o trecho a seguir, retirado do texto:

“Eles se tornaram maioria e deram origem a espécies distintas”.

Se o pronome “Eles” for substituído por “Ele”, quantas outras palavras devem obrigatoriamente ser alteradas no trecho para manter a devida concordância?
Alternativas
Q4030633 Português
Como as aranhas sabem o padrão de teias que devem fazer?




(Disponível em: //super.abril.com.br/coluna/oraculo/como-as-aranhas-sabem-o-padrao-de-teia-que-devemfazer/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Sobre a palavra “bebês”, assinale a alternativa correta.
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Q4030632 Português
Como as aranhas sabem o padrão de teias que devem fazer?




(Disponível em: //super.abril.com.br/coluna/oraculo/como-as-aranhas-sabem-o-padrao-de-teia-que-devemfazer/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica o sinal de pontuação que substitui corretamente a figura no trecho a seguir, retirado do texto.

“Em situações de estresse Imagem associada para resolução da questãoelas liberam um hormônio que acelera a produção da teia”.
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Q4030631 Português
Como as aranhas sabem o padrão de teias que devem fazer?




(Disponível em: //super.abril.com.br/coluna/oraculo/como-as-aranhas-sabem-o-padrao-de-teia-que-devemfazer/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que NÃO tem dígrafo (encontro de duas letras que emitem um único som na pronúncia).
Alternativas
Q4030630 Português
Como as aranhas sabem o padrão de teias que devem fazer?




(Disponível em: //super.abril.com.br/coluna/oraculo/como-as-aranhas-sabem-o-padrao-de-teia-que-devemfazer/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
 Considerando os trechos a seguir, retirados do texto, assinale a alternativa em que o verbo sublinhado é um verbo de ligação.
Alternativas
Q4030629 Português
Como as aranhas sabem o padrão de teias que devem fazer?




(Disponível em: //super.abril.com.br/coluna/oraculo/como-as-aranhas-sabem-o-padrao-de-teia-que-devemfazer/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o trecho “É instintivo de cada espécie”, retirado do texto, qual das palavras abaixo poderia substituir “instintivo” mantendo o sentido da frase o mais próximo do original?
Alternativas
Q4030628 Português
Como as aranhas sabem o padrão de teias que devem fazer?




(Disponível em: //super.abril.com.br/coluna/oraculo/como-as-aranhas-sabem-o-padrao-de-teia-que-devemfazer/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna tracejada do trecho a seguir, retirado do texto.

“Milhões de anos de evolução selecionaram os indivíduos que _______ as teias mais adequadas para determinada situação”.
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Q4030627 Português
Como as aranhas sabem o padrão de teias que devem fazer?




(Disponível em: //super.abril.com.br/coluna/oraculo/como-as-aranhas-sabem-o-padrao-de-teia-que-devemfazer/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Qual é o principal objetivo do texto?
Alternativas
Q4030626 Português
Como as aranhas sabem o padrão de teias que devem fazer?




(Disponível em: //super.abril.com.br/coluna/oraculo/como-as-aranhas-sabem-o-padrao-de-teia-que-devemfazer/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas dos trechos a seguir, retirados do texto.

• “assim como ursos sabem quando ....bernar”.
• “as caranguejeiras te....em fios para tapar a entrada de suas casinhas”.
• “Se a teia for ma.... feita, a aranha não sobrevive”.
Alternativas
Q4030583 Português
No trecho retirado do texto “O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é devastador”, qual é a classificação sintática do termo sublinhado?  
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Q4030581 Português

Considerando o trecho retirado do texto “O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido pelos próprios pais ou a própria escola”, analise as assertivas abaixo:



I. O sujeito da oração sofre a ação verbal.


II. O verbo “ser” é classificado como verbo de ligação.


III. O segmento “pelos próprios pais ou a própria escola” é classificado como agente da passiva.



Quais estão corretas?

Alternativas
Q4030579 Português

Considerando os trechos a seguir, retirados do texto, analise as assertivas abaixo sobre a classificação do sujeito:



I. No trecho sublinhado em “Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma abordagem ponderada e baseada em evidências”, o sujeito é indeterminado.


II. Em “Há uma queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam”, o trecho sublinhado apresenta sujeito inexistente (oração sem sujeito).


III. No trecho sublinhado em “Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa”, o sujeito é oracional.



Quais estão corretas?

Alternativas
Q4030578 Português

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos a seguir, retirados do texto. 



⋅  “Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma consistente o crescimento significativo dos riscos da internet”. 



⋅  “Há uma queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular”.


⋅   “Isso coincide com estudos que ___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes”.

Alternativas
Q4030577 Português

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas dos trechos a seguir, retirados do texto.



⋅  “A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político”. 


⋅  “Há uma queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet”. 


 “as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual”.

Alternativas
Q4030515 Português

Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.



Da renda à ciência, desigualdade racial segue

moldando o Brasil


    Neste 21 de março, Dia Internacional contra a Discriminação Racial, olhar para a desigualdade no Brasil é, inevitavelmente, olhar para o que persiste. Não apenas nos indicadores, mas nas estruturas que atravessam o tempo e organizam silenciosamente a vida social. Como resume o economista Mário Theodoro - ex-pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (lpea) e uma das principais referências no tema -, " a pobreza, a miséria e, principalmente, a desigualdade são fenômenos que remontam à própria criação do Brasil e têm raízes na questão racial".


    Os dados mais recentes do Ipea não deixam espaço para dúvida: mesmo diante de avanços importantes nas políticas públicas, a desigualdade racial permanece como uma presença constante. Ela não se limita a um campo específico ― infiltra-se na renda, atravessa o acesso a serviços, delimita trajetórias e chega, inclusive, à forma como o país produz e organiza seus próprios dados.


    Mais do que um desvio ou uma exceção, trata-se de um padrão que se repete. Uma engrenagem que se ajusta ao tempo, mas não se desfaz, e que segue desafiando tanto a ação do Estado quanto a capacidade de compreender, em profundidade, o Brasil que se constrói todos os dias.


    O estudo Desigualdade de raça e gênero e impactos distributivos dos gastos públicos com saúde e educação no Brasil mostra que as políticas públicas têm, sim, potência transformadora. Ao incorporar serviços de saúde e educação ao cálculo da renda ampliada, a desigualdade diminui de forma expressiva - o índice de Theil (medida estatística de desigualdade econômica e concentração de renda) recua de 0,62 para 0,38, sinalizando o efeito redistributivo do Estado.


    Mas há camadas que resistem.


    Entre 11% e 12% da desigualdade total ainda se explica por fatores como raça e gênero, revelando que essas dimensões continuam a organizar o acesso a oportunidades. Mesmo quando o Estado atua, as marcas da desigualdade não desaparecem por completo - elas se reconfiguram.


    Essa distância se amplia quando se observa o gasto privado: entre as famílias de maior renda no país, por exemplo, as chefiadas por homens brancos chegam a investir em saúde até 150% do que é gasto por famílias negras. Em um mesmo país, convivem realidades profundamente distintas, separadas por barreiras que nem sempre são visíveis, mas são persistentemente eficazes. 


    E quando raça e gênero se cruzam, o cenário se torna ainda mais complexo. As desigualdades não apenas se somam - elas se aprofundam, revelando um tecido social onde as diferenças se entrelaçam e se reforçam mutuamente.


    Há ainda um outro desafio, mais silencioso: o de medir a desigualdade. O estudo Avanços entre desafios: uma análise da evolução da qualidade das informações de raça/cor na Rais e no Novo Caged aponta melhorias importantes na qualidade dos registros, como a redução de informações ignoradas ao longo do tempo. Mas revela também que os dados ainda carregam distorções.


    Bases administrativas seguem apresentando sobrerrepresentação de pessoas brancas e sub - representação de pessoas pretas quando comparadas a outras fontes, como a PNAD Contínua. Em anos recentes, essa diferença ultrapassou três pontos percentuais - e já foi ainda maior.


    São pequenas distâncias nos números, mas grandes no que elas significam.


    Porque medir mal é, muitas vezes, enxergar menos. E enxergar menos é também limitar a capacidade de agir.


    Quando reunidos, os estudos apontam para uma mesma direção: a desigualdade racial no Brasil não é episódica. Não é um resíduo do passado. É uma presença ativa, que se reorganiza e se mantém ao longo do tempo.


    Ela atravessa a renda, o acesso a serviços, os espaços de poder e até os instrumentos que deveriam revelá-la. Está nas trajetórias individuais, mas também nas estruturas que as condicionam.


    E é justamente essa persistência que torna o desafio mais complexo - e mais urgente.


Fonte: https://www.ipea.gov.brlportal/ categorias/45-todas-as-

noticias/noticias/16302-da-renda-a-ciencia-desigualdade-racial-segue-

moldando-o-brasil (adaptado).

A colocação pronominal em língua portuguesa refere-se à posição do pronome oblíquo átono em relação ao verbo. A identificação dessa colocação depende da estrutura da oração e da forma verbal a que o pronome se vincula. No trecho EIa atravessa a renda, o acesso a serviços, os espaços de poder e até os instrumentos que deveriam revelá-la, a colocação pronominal presente em revelá-la classifica-se como
Alternativas
Q4030514 Português

Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.



Da renda à ciência, desigualdade racial segue

moldando o Brasil


    Neste 21 de março, Dia Internacional contra a Discriminação Racial, olhar para a desigualdade no Brasil é, inevitavelmente, olhar para o que persiste. Não apenas nos indicadores, mas nas estruturas que atravessam o tempo e organizam silenciosamente a vida social. Como resume o economista Mário Theodoro - ex-pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (lpea) e uma das principais referências no tema -, " a pobreza, a miséria e, principalmente, a desigualdade são fenômenos que remontam à própria criação do Brasil e têm raízes na questão racial".


    Os dados mais recentes do Ipea não deixam espaço para dúvida: mesmo diante de avanços importantes nas políticas públicas, a desigualdade racial permanece como uma presença constante. Ela não se limita a um campo específico ― infiltra-se na renda, atravessa o acesso a serviços, delimita trajetórias e chega, inclusive, à forma como o país produz e organiza seus próprios dados.


    Mais do que um desvio ou uma exceção, trata-se de um padrão que se repete. Uma engrenagem que se ajusta ao tempo, mas não se desfaz, e que segue desafiando tanto a ação do Estado quanto a capacidade de compreender, em profundidade, o Brasil que se constrói todos os dias.


    O estudo Desigualdade de raça e gênero e impactos distributivos dos gastos públicos com saúde e educação no Brasil mostra que as políticas públicas têm, sim, potência transformadora. Ao incorporar serviços de saúde e educação ao cálculo da renda ampliada, a desigualdade diminui de forma expressiva - o índice de Theil (medida estatística de desigualdade econômica e concentração de renda) recua de 0,62 para 0,38, sinalizando o efeito redistributivo do Estado.


    Mas há camadas que resistem.


    Entre 11% e 12% da desigualdade total ainda se explica por fatores como raça e gênero, revelando que essas dimensões continuam a organizar o acesso a oportunidades. Mesmo quando o Estado atua, as marcas da desigualdade não desaparecem por completo - elas se reconfiguram.


    Essa distância se amplia quando se observa o gasto privado: entre as famílias de maior renda no país, por exemplo, as chefiadas por homens brancos chegam a investir em saúde até 150% do que é gasto por famílias negras. Em um mesmo país, convivem realidades profundamente distintas, separadas por barreiras que nem sempre são visíveis, mas são persistentemente eficazes. 


    E quando raça e gênero se cruzam, o cenário se torna ainda mais complexo. As desigualdades não apenas se somam - elas se aprofundam, revelando um tecido social onde as diferenças se entrelaçam e se reforçam mutuamente.


    Há ainda um outro desafio, mais silencioso: o de medir a desigualdade. O estudo Avanços entre desafios: uma análise da evolução da qualidade das informações de raça/cor na Rais e no Novo Caged aponta melhorias importantes na qualidade dos registros, como a redução de informações ignoradas ao longo do tempo. Mas revela também que os dados ainda carregam distorções.


    Bases administrativas seguem apresentando sobrerrepresentação de pessoas brancas e sub - representação de pessoas pretas quando comparadas a outras fontes, como a PNAD Contínua. Em anos recentes, essa diferença ultrapassou três pontos percentuais - e já foi ainda maior.


    São pequenas distâncias nos números, mas grandes no que elas significam.


    Porque medir mal é, muitas vezes, enxergar menos. E enxergar menos é também limitar a capacidade de agir.


    Quando reunidos, os estudos apontam para uma mesma direção: a desigualdade racial no Brasil não é episódica. Não é um resíduo do passado. É uma presença ativa, que se reorganiza e se mantém ao longo do tempo.


    Ela atravessa a renda, o acesso a serviços, os espaços de poder e até os instrumentos que deveriam revelá-la. Está nas trajetórias individuais, mas também nas estruturas que as condicionam.


    E é justamente essa persistência que torna o desafio mais complexo - e mais urgente.


Fonte: https://www.ipea.gov.brlportal/ categorias/45-todas-as-

noticias/noticias/16302-da-renda-a-ciencia-desigualdade-racial-segue-

moldando-o-brasil (adaptado).

Os sujeitos das orações podem apresentar diferentes classificações, conforme a forma como o termo a que o verbo se refere se manifesta na estrutura sintática. Entre os tipos mais recorrentes, estão o sujeito simples; o sujeito composto; o sujeito oculto; o sujeito indeterminado; e a oração sem sujeito. Assim, no trecho a pobreza, a miséria e, principalmente, a desigualdade são fenômenos que remontam à própria criação do Brasil, o sujeito da forma verbal são classifica-se como:
Alternativas
Respostas
10141: B
10142: C
10143: A
10144: B
10145: A
10146: D
10147: B
10148: A
10149: D
10150: D
10151: C
10152: B
10153: B
10154: B
10155: C
10156: D
10157: B
10158: A
10159: A
10160: C