Questões de Concurso Sobre português

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Q4290940 Português
"O servidor desempenhou suas atribuições com zelo, responsabilidade e comprometimento durante toda a execução das atividades."

No contexto em que foi empregada, a palavra zelo pode ser corretamente substituída, sem alteração do sentido, por:
Alternativas
Q4290939 Português
Muitas pessoas acreditam que possuir grande quantidade de informações significa, automaticamente, compreender a realidade. Entretanto, sem reflexão e análise crítica, o excesso de dados pode dificultar a formação de opiniões fundamentadas.

A partir da leitura do texto, é possível inferir que: 
Alternativas
Q4290938 Português
Leia o texto.

A informação como ferramenta de cidadania

Em uma sociedade marcada pela rapidez das transformações, ter acesso à informação deixou de ser apenas uma vantagem para tornar-se uma necessidade. Entretanto, tão importante quanto receber informações é saber interpretá-las, verificando sua origem, sua confiabilidade e sua finalidade. Quando o cidadão desenvolve senso crítico diante das notícias que circulam diariamente, fortalece sua capacidade de participar das decisões coletivas e de exercer plenamente seus direitos e deveres.
Assim, o acesso à informação deve estar acompanhado da educação para o uso consciente dos diferentes meios de comunicação, contribuindo para a construção de uma sociedade mais participativa e democrática.

Considerando as ideias apresentadas no texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4290905 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo

    O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
    Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:

 Ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; 

• Agravamento da concentração da renda;

• Tributação menor conforme a renda é maior; 

• Condições mais desfavoráveis à população negra; 

• Aumento da concentração dos piores indicadores sociais no norte e nordeste.

    Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.
    "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades historicas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório. 
    O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnafl, divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
    Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as ediçóes anteriores do relatório.
    "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".
    No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de Índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.
    "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais", destaca.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026- 08/brasil- reduz-pobreza-mas-amplia -desigualdades-mostra-estudo (adaptado)
No texto, lê-se o seguinte trecho: Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios...

Nesse segmento, o emprego dos travessões intercalados cumpre a função gramatical de:
Alternativas
Q4290904 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo

    O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
    Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:

 Ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; 

• Agravamento da concentração da renda;

• Tributação menor conforme a renda é maior; 

• Condições mais desfavoráveis à população negra; 

• Aumento da concentração dos piores indicadores sociais no norte e nordeste.

    Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.
    "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades historicas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório. 
    O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnafl, divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
    Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as ediçóes anteriores do relatório.
    "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".
    No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de Índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.
    "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais", destaca.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026- 08/brasil- reduz-pobreza-mas-amplia -desigualdades-mostra-estudo (adaptado)
Para conferir robustez metodologica à tese de que os avanços reais convivem com desigualdades persistentes, o texto articula diferentes estratégias argumentativas. Diante disso, analise as assertivas sobre esses recursos:

I. Utiliza argumentos de base estatística matemática, quantificando com precisão os índices que melhoraram (71%) e os que pioraram.
II. Vale-se de argumentos de autoridade por meio da citação direta de discursos de gestores tecnicos e economistas do Pnud e do Pacto Nacional.
III. Sustenta-se no argumento de ilustração por meio de exemplos específicos de pesquisas que possuem periodicidade de atuallzação diferenciada (POF e Inaf).

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4290903 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo

    O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
    Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:

 Ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; 

• Agravamento da concentração da renda;

• Tributação menor conforme a renda é maior; 

• Condições mais desfavoráveis à população negra; 

• Aumento da concentração dos piores indicadores sociais no norte e nordeste.

    Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.
    "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades historicas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório. 
    O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnafl, divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
    Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as ediçóes anteriores do relatório.
    "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".
    No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de Índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.
    "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais", destaca.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026- 08/brasil- reduz-pobreza-mas-amplia -desigualdades-mostra-estudo (adaptado)
Associe corretamente os termos retirados do texto, presentes na Coluna 1, à sua significação contextual ou função semântica correspondente, dispostas na Coluna 2: 

Coluna 1:
1. Disparidades.
2. Viés.
3. Estáveis.

Coluna 2:
( ) Elementos que não sofreram alterações ou oscilações signiÍicativas ao longo do período comparativo.
( ) Desvios ou distorções metodológicas que comprometem a precisão ou a imparcialidade de uma amostragem.
( ) Assimetrias, desigualdades marcantes ou incoerências estruturais entre diferentes grupos ou territórios.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4290902 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo

    O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
    Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:

 Ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; 

• Agravamento da concentração da renda;

• Tributação menor conforme a renda é maior; 

• Condições mais desfavoráveis à população negra; 

• Aumento da concentração dos piores indicadores sociais no norte e nordeste.

    Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.
    "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades historicas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório. 
    O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnafl, divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
    Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as ediçóes anteriores do relatório.
    "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".
    No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de Índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.
    "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais", destaca.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026- 08/brasil- reduz-pobreza-mas-amplia -desigualdades-mostra-estudo (adaptado)
Analise a frase adaptada abaixo observando as regras oficiais de regência verbal e nominal, bem como com as normas para o uso do acento indicativo de crase:

A diretora técnica do Pacto fez referência ______ edíções passadas do relatório e conclamou as organrzações _______ apoiarem o combate _______ desígualdades estruturais.

Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Alternativas
Q4290901 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo

    O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
    Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:

 Ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; 

• Agravamento da concentração da renda;

• Tributação menor conforme a renda é maior; 

• Condições mais desfavoráveis à população negra; 

• Aumento da concentração dos piores indicadores sociais no norte e nordeste.

    Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.
    "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades historicas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório. 
    O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnafl, divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
    Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as ediçóes anteriores do relatório.
    "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".
    No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de Índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.
    "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais", destaca.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026- 08/brasil- reduz-pobreza-mas-amplia -desigualdades-mostra-estudo (adaptado)
As palavras tráfego (trânsito de veículos) e tráfico (comércio ilícito) assemelham-se na grafia e na pronúncia, embora possuam sentidos distintos no idioma. Considerando as relações lexicais da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que classifica CORRETAMENTE esse fenômeno e apresenta um exemplo correlato presente ou associado ao texto.
Alternativas
Q4290900 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo

    O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
    Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:

 Ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; 

• Agravamento da concentração da renda;

• Tributação menor conforme a renda é maior; 

• Condições mais desfavoráveis à população negra; 

• Aumento da concentração dos piores indicadores sociais no norte e nordeste.

    Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.
    "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades historicas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório. 
    O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnafl, divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
    Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as ediçóes anteriores do relatório.
    "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".
    No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de Índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.
    "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais", destaca.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026- 08/brasil- reduz-pobreza-mas-amplia -desigualdades-mostra-estudo (adaptado)
A estruturação das ideias em um texto expositivo-argumentativo organiza-se de maneira hierarquizada. Diante disso, julgue em Verdadeiras (V) ou Falsas (F) as assertivas sobre as ideias secundárias que cumprem papel de sustentação ou validação metodológica no texto:

( ) A afirmação de que a indisponibilidade de certos indicadores atualizados em 2025 não invalida ou interfere no comparativo das séries históricas.
( ) A explicação detalhada de que pesquisas como a POF ocorrem a cada dois anos e o Inaf possui um intervalo de seis anos entre as edições.
( ) A constatação de que as desigualdades históricas de gênero, raça e território no Brasil foram consolidadas e aprofundadas pelo crescimento econômico recente.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima? 
Alternativas
Q4290899 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo

    O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
    Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:

 Ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; 

• Agravamento da concentração da renda;

• Tributação menor conforme a renda é maior; 

• Condições mais desfavoráveis à população negra; 

• Aumento da concentração dos piores indicadores sociais no norte e nordeste.

    Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.
    "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades historicas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório. 
    O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnafl, divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
    Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as ediçóes anteriores do relatório.
    "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".
    No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de Índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.
    "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais", destaca.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026- 08/brasil- reduz-pobreza-mas-amplia -desigualdades-mostra-estudo (adaptado)
O vocábulo desigualdades e recorrente na discussão do relatório abordado pelo texto. Quanto às regras estruturais e de morfologia da Língua Portuguesa, esse termo é formado por meio do processo de:
Alternativas
Q4290898 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo

    O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
    Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:

 Ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; 

• Agravamento da concentração da renda;

• Tributação menor conforme a renda é maior; 

• Condições mais desfavoráveis à população negra; 

• Aumento da concentração dos piores indicadores sociais no norte e nordeste.

    Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.
    "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades historicas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório. 
    O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnafl, divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
    Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as ediçóes anteriores do relatório.
    "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".
    No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de Índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.
    "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais", destaca.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026- 08/brasil- reduz-pobreza-mas-amplia -desigualdades-mostra-estudo (adaptado)
Com base no relatório divulgado, que aponta piora em indicadores como tributação menor conforme a renda é maior e condições mais desfavoráveis à população negra, analise as seguintes assertivas:

I. Subentende-se que o sistema tributário brasileiro possui um caráter regressivo, atuando como um elemento de concentração e não de redistribuição de renda.
II. Depreende-se que as políticas públicas voltadas à igualdade racial conseguiram reverter as desvantagens históricas sofridas pela população negra em 2025.
III. É possível subentender que os piores indicadores sociais do país estão geograficamente concentrados nas regiões Norte e Nordeste.

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4290420 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


O uso da inteligência artificial na educação e os riscos de vieses algorítmicos



    O uso de inovações tecnológicas, da internet e da inteligência artificial (lA) está transformando o cotidiano da sociedade. O mundo está cada vez mais conectado, e a dependência dos usuários nessas ferramentas está cada vez mais presente. Nesse sentido, a programação e a codificação de algoritmos, o compartilhamento e tráfego de dados, de informações e de comunicações precisam atender certos cuidados éticos, de vigilância, de equidade e de controle, pois o ambiente virtual e tecnológico, além de possibilitar resultados positivos e vantajosos, também pode trazer muitos riscos e danos aos usuários.

    Esses riscos envolvem decisões automatizadas que influenciam diretamente a vida das pessoas. Apesar de frequentemente parecerem neutros e objetivos, os algoritmos podem reproduzir vieses, discriminações e desigualdades, impactando negativamente grupos específicos da sociedade, inclusive na educação.

    Um algoritmo na perspectiva do aprendizado de máquina pode ser conceituado como um conjunto de regras para a realização de tarefas. Em relação aos algoritmos ditos inteligentes, eles possibilitam a criação de modelos capazes de prever e aprender com os dados constantemente modificados e treinados. Contudo, essas ferramentas podem absorver vieses tanto dos próprios desenvolvedores quanto do contexto social em que foram inseridas. Nesse cenário, o viés estatístico decorre de amostragens incorretas, incompletas ou questionáveis, enquanto o viés social reflete disparidades e estruturas históricas da sociedade.

    Em ambientes automatizados, os algoritmos dependem dos dados de treinamento recebidos. Se os projetos tecnológicos, as decisões tomadas e os dados refletirem tendências, os resultados produzidos poderão apresentar distorções. Essa dinâmica é alarmante na educação, pois pode prejudicar o desempenho dos estudantes, aprofundar desigualdades e comprometer estratégias pedagógicas de ensino e aprendizagem.

    Por fim, a ausência ou a demora na implementação de soluções preventivas e corretivas para mitigar esses vieses tende a reforçar desigualdades sistêmicas. Como consequência, surgem prejuízos como avaliações injustas, direcionamentos acadêmicos inadequados, acesso desigual a recursos educacionais e abalos psicológicos ou morais. Essas situações podem prejudicar determinados grupos sociais, reforçando disparidades e criando barreiras para a obtenção de bons resultados na aprendizagem.



FONTE: HEGGLER, J. M,; SZMOSKI, R, M,; MIQUELIN, A, F, AS dualidades entre o uso da inteligência artificial na educação e os riscos de vieses algorítmicos Educ. Soc., Campinas, v.46, e289323,2025 (com adaptações). 

Na oração Essas situações podem prejudicar determinados grupos sociais, a locução verbal atua na voz ativa, atribuindo ao sujeito a execução da ação. Preservando a equivalência semântica e a correta flexão da locução verbal na mudança do foco sintático, a transposição dessa estrutura para a voz passiva analítica resulta na seguinte redação:
Alternativas
Q4290419 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


O uso da inteligência artificial na educação e os riscos de vieses algorítmicos



    O uso de inovações tecnológicas, da internet e da inteligência artificial (lA) está transformando o cotidiano da sociedade. O mundo está cada vez mais conectado, e a dependência dos usuários nessas ferramentas está cada vez mais presente. Nesse sentido, a programação e a codificação de algoritmos, o compartilhamento e tráfego de dados, de informações e de comunicações precisam atender certos cuidados éticos, de vigilância, de equidade e de controle, pois o ambiente virtual e tecnológico, além de possibilitar resultados positivos e vantajosos, também pode trazer muitos riscos e danos aos usuários.

    Esses riscos envolvem decisões automatizadas que influenciam diretamente a vida das pessoas. Apesar de frequentemente parecerem neutros e objetivos, os algoritmos podem reproduzir vieses, discriminações e desigualdades, impactando negativamente grupos específicos da sociedade, inclusive na educação.

    Um algoritmo na perspectiva do aprendizado de máquina pode ser conceituado como um conjunto de regras para a realização de tarefas. Em relação aos algoritmos ditos inteligentes, eles possibilitam a criação de modelos capazes de prever e aprender com os dados constantemente modificados e treinados. Contudo, essas ferramentas podem absorver vieses tanto dos próprios desenvolvedores quanto do contexto social em que foram inseridas. Nesse cenário, o viés estatístico decorre de amostragens incorretas, incompletas ou questionáveis, enquanto o viés social reflete disparidades e estruturas históricas da sociedade.

    Em ambientes automatizados, os algoritmos dependem dos dados de treinamento recebidos. Se os projetos tecnológicos, as decisões tomadas e os dados refletirem tendências, os resultados produzidos poderão apresentar distorções. Essa dinâmica é alarmante na educação, pois pode prejudicar o desempenho dos estudantes, aprofundar desigualdades e comprometer estratégias pedagógicas de ensino e aprendizagem.

    Por fim, a ausência ou a demora na implementação de soluções preventivas e corretivas para mitigar esses vieses tende a reforçar desigualdades sistêmicas. Como consequência, surgem prejuízos como avaliações injustas, direcionamentos acadêmicos inadequados, acesso desigual a recursos educacionais e abalos psicológicos ou morais. Essas situações podem prejudicar determinados grupos sociais, reforçando disparidades e criando barreiras para a obtenção de bons resultados na aprendizagem.



FONTE: HEGGLER, J. M,; SZMOSKI, R, M,; MIQUELIN, A, F, AS dualidades entre o uso da inteligência artificial na educação e os riscos de vieses algorítmicos Educ. Soc., Campinas, v.46, e289323,2025 (com adaptações). 

Considere a estrutura linguística do período a seguir, retirado do segundo parágrafo: Esses riscos envolvem decisões automatizadas que influenciam diretamente a vida das pessoas. No tocante à morfossintaxe do trecho, analise as partes que seguem:



(1ª parte). No plano sintático, o pronome Esses cumpre a função de núcleo do sujeito da oração principal.


(2ª parte). Na frase, o verbo envolvem opera como Verbo Intransitivo (VI), pois possui sentido completo e prescinde de qualquer complemento sintático na oração.


(3ª parte) O advérbio diretamente é invariável, ou seja, não sofre flexão de género nem de número, mantendo sua forma inalterada independentemente dos demais termos da oração.



Pode-se afirmar que:

Alternativas
Q4290418 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


O uso da inteligência artificial na educação e os riscos de vieses algorítmicos



    O uso de inovações tecnológicas, da internet e da inteligência artificial (lA) está transformando o cotidiano da sociedade. O mundo está cada vez mais conectado, e a dependência dos usuários nessas ferramentas está cada vez mais presente. Nesse sentido, a programação e a codificação de algoritmos, o compartilhamento e tráfego de dados, de informações e de comunicações precisam atender certos cuidados éticos, de vigilância, de equidade e de controle, pois o ambiente virtual e tecnológico, além de possibilitar resultados positivos e vantajosos, também pode trazer muitos riscos e danos aos usuários.

    Esses riscos envolvem decisões automatizadas que influenciam diretamente a vida das pessoas. Apesar de frequentemente parecerem neutros e objetivos, os algoritmos podem reproduzir vieses, discriminações e desigualdades, impactando negativamente grupos específicos da sociedade, inclusive na educação.

    Um algoritmo na perspectiva do aprendizado de máquina pode ser conceituado como um conjunto de regras para a realização de tarefas. Em relação aos algoritmos ditos inteligentes, eles possibilitam a criação de modelos capazes de prever e aprender com os dados constantemente modificados e treinados. Contudo, essas ferramentas podem absorver vieses tanto dos próprios desenvolvedores quanto do contexto social em que foram inseridas. Nesse cenário, o viés estatístico decorre de amostragens incorretas, incompletas ou questionáveis, enquanto o viés social reflete disparidades e estruturas históricas da sociedade.

    Em ambientes automatizados, os algoritmos dependem dos dados de treinamento recebidos. Se os projetos tecnológicos, as decisões tomadas e os dados refletirem tendências, os resultados produzidos poderão apresentar distorções. Essa dinâmica é alarmante na educação, pois pode prejudicar o desempenho dos estudantes, aprofundar desigualdades e comprometer estratégias pedagógicas de ensino e aprendizagem.

    Por fim, a ausência ou a demora na implementação de soluções preventivas e corretivas para mitigar esses vieses tende a reforçar desigualdades sistêmicas. Como consequência, surgem prejuízos como avaliações injustas, direcionamentos acadêmicos inadequados, acesso desigual a recursos educacionais e abalos psicológicos ou morais. Essas situações podem prejudicar determinados grupos sociais, reforçando disparidades e criando barreiras para a obtenção de bons resultados na aprendizagem.



FONTE: HEGGLER, J. M,; SZMOSKI, R, M,; MIQUELIN, A, F, AS dualidades entre o uso da inteligência artificial na educação e os riscos de vieses algorítmicos Educ. Soc., Campinas, v.46, e289323,2025 (com adaptações). 

No texto, encontram-se palavras acentuadas por diferentes justificativas gramaticais, tais como viés, prejuízos e acadêmicos. Diante disso, assinale a alternativa em que todas as palavras apresentadas são acentuadas pela mesma regra ortográfica que justifica o acento na palavra acadêmicos.
Alternativas
Q4290417 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


O uso da inteligência artificial na educação e os riscos de vieses algorítmicos



    O uso de inovações tecnológicas, da internet e da inteligência artificial (lA) está transformando o cotidiano da sociedade. O mundo está cada vez mais conectado, e a dependência dos usuários nessas ferramentas está cada vez mais presente. Nesse sentido, a programação e a codificação de algoritmos, o compartilhamento e tráfego de dados, de informações e de comunicações precisam atender certos cuidados éticos, de vigilância, de equidade e de controle, pois o ambiente virtual e tecnológico, além de possibilitar resultados positivos e vantajosos, também pode trazer muitos riscos e danos aos usuários.

    Esses riscos envolvem decisões automatizadas que influenciam diretamente a vida das pessoas. Apesar de frequentemente parecerem neutros e objetivos, os algoritmos podem reproduzir vieses, discriminações e desigualdades, impactando negativamente grupos específicos da sociedade, inclusive na educação.

    Um algoritmo na perspectiva do aprendizado de máquina pode ser conceituado como um conjunto de regras para a realização de tarefas. Em relação aos algoritmos ditos inteligentes, eles possibilitam a criação de modelos capazes de prever e aprender com os dados constantemente modificados e treinados. Contudo, essas ferramentas podem absorver vieses tanto dos próprios desenvolvedores quanto do contexto social em que foram inseridas. Nesse cenário, o viés estatístico decorre de amostragens incorretas, incompletas ou questionáveis, enquanto o viés social reflete disparidades e estruturas históricas da sociedade.

    Em ambientes automatizados, os algoritmos dependem dos dados de treinamento recebidos. Se os projetos tecnológicos, as decisões tomadas e os dados refletirem tendências, os resultados produzidos poderão apresentar distorções. Essa dinâmica é alarmante na educação, pois pode prejudicar o desempenho dos estudantes, aprofundar desigualdades e comprometer estratégias pedagógicas de ensino e aprendizagem.

    Por fim, a ausência ou a demora na implementação de soluções preventivas e corretivas para mitigar esses vieses tende a reforçar desigualdades sistêmicas. Como consequência, surgem prejuízos como avaliações injustas, direcionamentos acadêmicos inadequados, acesso desigual a recursos educacionais e abalos psicológicos ou morais. Essas situações podem prejudicar determinados grupos sociais, reforçando disparidades e criando barreiras para a obtenção de bons resultados na aprendizagem.



FONTE: HEGGLER, J. M,; SZMOSKI, R, M,; MIQUELIN, A, F, AS dualidades entre o uso da inteligência artificial na educação e os riscos de vieses algorítmicos Educ. Soc., Campinas, v.46, e289323,2025 (com adaptações). 

Releia o trecho a seguir, retirado do quarto parágrafo do texto: Se os projetos tecnológicos, as decisões tomadas e os dados refletirem tendências, os resultados produzidos poderão apresentar distorções. A relação lógica estabelecida pela oração iniciada por Se e o impacto disso para o contexto educacional indicam que:
Alternativas
Q4290416 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


O uso da inteligência artificial na educação e os riscos de vieses algorítmicos



    O uso de inovações tecnológicas, da internet e da inteligência artificial (lA) está transformando o cotidiano da sociedade. O mundo está cada vez mais conectado, e a dependência dos usuários nessas ferramentas está cada vez mais presente. Nesse sentido, a programação e a codificação de algoritmos, o compartilhamento e tráfego de dados, de informações e de comunicações precisam atender certos cuidados éticos, de vigilância, de equidade e de controle, pois o ambiente virtual e tecnológico, além de possibilitar resultados positivos e vantajosos, também pode trazer muitos riscos e danos aos usuários.

    Esses riscos envolvem decisões automatizadas que influenciam diretamente a vida das pessoas. Apesar de frequentemente parecerem neutros e objetivos, os algoritmos podem reproduzir vieses, discriminações e desigualdades, impactando negativamente grupos específicos da sociedade, inclusive na educação.

    Um algoritmo na perspectiva do aprendizado de máquina pode ser conceituado como um conjunto de regras para a realização de tarefas. Em relação aos algoritmos ditos inteligentes, eles possibilitam a criação de modelos capazes de prever e aprender com os dados constantemente modificados e treinados. Contudo, essas ferramentas podem absorver vieses tanto dos próprios desenvolvedores quanto do contexto social em que foram inseridas. Nesse cenário, o viés estatístico decorre de amostragens incorretas, incompletas ou questionáveis, enquanto o viés social reflete disparidades e estruturas históricas da sociedade.

    Em ambientes automatizados, os algoritmos dependem dos dados de treinamento recebidos. Se os projetos tecnológicos, as decisões tomadas e os dados refletirem tendências, os resultados produzidos poderão apresentar distorções. Essa dinâmica é alarmante na educação, pois pode prejudicar o desempenho dos estudantes, aprofundar desigualdades e comprometer estratégias pedagógicas de ensino e aprendizagem.

    Por fim, a ausência ou a demora na implementação de soluções preventivas e corretivas para mitigar esses vieses tende a reforçar desigualdades sistêmicas. Como consequência, surgem prejuízos como avaliações injustas, direcionamentos acadêmicos inadequados, acesso desigual a recursos educacionais e abalos psicológicos ou morais. Essas situações podem prejudicar determinados grupos sociais, reforçando disparidades e criando barreiras para a obtenção de bons resultados na aprendizagem.



FONTE: HEGGLER, J. M,; SZMOSKI, R, M,; MIQUELIN, A, F, AS dualidades entre o uso da inteligência artificial na educação e os riscos de vieses algorítmicos Educ. Soc., Campinas, v.46, e289323,2025 (com adaptações). 

A respeito dos conceitos de viés estatístico e viés social associados aos algoritmos de inteligência artificial abordados no texto, analise as afirmativas abaixo:



I. Quando um modelo de IA perpetua discrirninações de gênero ou de raça presentes na historia de uma comunidade, está materializando um viés social.


II. Modelos de aprendizado de máquina são imunes ao viés social, pois lidam unicamente com operações matemáticas e amostragem estatística puras.


III. Tanto o viés estatístico quanto o viés social contribuem para a geração de resultados automatizados distorcidos e injustos no ambiente virtual.



Está CORRETO o que se afirma em.

Alternativas
Q4290415 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


O uso da inteligência artificial na educação e os riscos de vieses algorítmicos



    O uso de inovações tecnológicas, da internet e da inteligência artificial (lA) está transformando o cotidiano da sociedade. O mundo está cada vez mais conectado, e a dependência dos usuários nessas ferramentas está cada vez mais presente. Nesse sentido, a programação e a codificação de algoritmos, o compartilhamento e tráfego de dados, de informações e de comunicações precisam atender certos cuidados éticos, de vigilância, de equidade e de controle, pois o ambiente virtual e tecnológico, além de possibilitar resultados positivos e vantajosos, também pode trazer muitos riscos e danos aos usuários.

    Esses riscos envolvem decisões automatizadas que influenciam diretamente a vida das pessoas. Apesar de frequentemente parecerem neutros e objetivos, os algoritmos podem reproduzir vieses, discriminações e desigualdades, impactando negativamente grupos específicos da sociedade, inclusive na educação.

    Um algoritmo na perspectiva do aprendizado de máquina pode ser conceituado como um conjunto de regras para a realização de tarefas. Em relação aos algoritmos ditos inteligentes, eles possibilitam a criação de modelos capazes de prever e aprender com os dados constantemente modificados e treinados. Contudo, essas ferramentas podem absorver vieses tanto dos próprios desenvolvedores quanto do contexto social em que foram inseridas. Nesse cenário, o viés estatístico decorre de amostragens incorretas, incompletas ou questionáveis, enquanto o viés social reflete disparidades e estruturas históricas da sociedade.

    Em ambientes automatizados, os algoritmos dependem dos dados de treinamento recebidos. Se os projetos tecnológicos, as decisões tomadas e os dados refletirem tendências, os resultados produzidos poderão apresentar distorções. Essa dinâmica é alarmante na educação, pois pode prejudicar o desempenho dos estudantes, aprofundar desigualdades e comprometer estratégias pedagógicas de ensino e aprendizagem.

    Por fim, a ausência ou a demora na implementação de soluções preventivas e corretivas para mitigar esses vieses tende a reforçar desigualdades sistêmicas. Como consequência, surgem prejuízos como avaliações injustas, direcionamentos acadêmicos inadequados, acesso desigual a recursos educacionais e abalos psicológicos ou morais. Essas situações podem prejudicar determinados grupos sociais, reforçando disparidades e criando barreiras para a obtenção de bons resultados na aprendizagem.



FONTE: HEGGLER, J. M,; SZMOSKI, R, M,; MIQUELIN, A, F, AS dualidades entre o uso da inteligência artificial na educação e os riscos de vieses algorítmicos Educ. Soc., Campinas, v.46, e289323,2025 (com adaptações). 

Considerando as articulações argumentativas do texto, infere-se que a negligência na implementação de medidas corretivas contra os vieses algorítmicos no ambiente educacional pode acarretar:
Alternativas
Q4290414 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


O uso da inteligência artificial na educação e os riscos de vieses algorítmicos



    O uso de inovações tecnológicas, da internet e da inteligência artificial (lA) está transformando o cotidiano da sociedade. O mundo está cada vez mais conectado, e a dependência dos usuários nessas ferramentas está cada vez mais presente. Nesse sentido, a programação e a codificação de algoritmos, o compartilhamento e tráfego de dados, de informações e de comunicações precisam atender certos cuidados éticos, de vigilância, de equidade e de controle, pois o ambiente virtual e tecnológico, além de possibilitar resultados positivos e vantajosos, também pode trazer muitos riscos e danos aos usuários.

    Esses riscos envolvem decisões automatizadas que influenciam diretamente a vida das pessoas. Apesar de frequentemente parecerem neutros e objetivos, os algoritmos podem reproduzir vieses, discriminações e desigualdades, impactando negativamente grupos específicos da sociedade, inclusive na educação.

    Um algoritmo na perspectiva do aprendizado de máquina pode ser conceituado como um conjunto de regras para a realização de tarefas. Em relação aos algoritmos ditos inteligentes, eles possibilitam a criação de modelos capazes de prever e aprender com os dados constantemente modificados e treinados. Contudo, essas ferramentas podem absorver vieses tanto dos próprios desenvolvedores quanto do contexto social em que foram inseridas. Nesse cenário, o viés estatístico decorre de amostragens incorretas, incompletas ou questionáveis, enquanto o viés social reflete disparidades e estruturas históricas da sociedade.

    Em ambientes automatizados, os algoritmos dependem dos dados de treinamento recebidos. Se os projetos tecnológicos, as decisões tomadas e os dados refletirem tendências, os resultados produzidos poderão apresentar distorções. Essa dinâmica é alarmante na educação, pois pode prejudicar o desempenho dos estudantes, aprofundar desigualdades e comprometer estratégias pedagógicas de ensino e aprendizagem.

    Por fim, a ausência ou a demora na implementação de soluções preventivas e corretivas para mitigar esses vieses tende a reforçar desigualdades sistêmicas. Como consequência, surgem prejuízos como avaliações injustas, direcionamentos acadêmicos inadequados, acesso desigual a recursos educacionais e abalos psicológicos ou morais. Essas situações podem prejudicar determinados grupos sociais, reforçando disparidades e criando barreiras para a obtenção de bons resultados na aprendizagem.



FONTE: HEGGLER, J. M,; SZMOSKI, R, M,; MIQUELIN, A, F, AS dualidades entre o uso da inteligência artificial na educação e os riscos de vieses algorítmicos Educ. Soc., Campinas, v.46, e289323,2025 (com adaptações). 

Considere a seguinte afirmação contida no segundo parágrafo do texto; Apesar de frequentemente parecerem neutros e objetivos, os algoritmos podem reproduzir vieses, discriminações e desigualdades. Considerando isso, infere-se CORRETAMENTE dessa passagem que:
Alternativas
Q4290413 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


O uso da inteligência artificial na educação e os riscos de vieses algorítmicos



    O uso de inovações tecnológicas, da internet e da inteligência artificial (lA) está transformando o cotidiano da sociedade. O mundo está cada vez mais conectado, e a dependência dos usuários nessas ferramentas está cada vez mais presente. Nesse sentido, a programação e a codificação de algoritmos, o compartilhamento e tráfego de dados, de informações e de comunicações precisam atender certos cuidados éticos, de vigilância, de equidade e de controle, pois o ambiente virtual e tecnológico, além de possibilitar resultados positivos e vantajosos, também pode trazer muitos riscos e danos aos usuários.

    Esses riscos envolvem decisões automatizadas que influenciam diretamente a vida das pessoas. Apesar de frequentemente parecerem neutros e objetivos, os algoritmos podem reproduzir vieses, discriminações e desigualdades, impactando negativamente grupos específicos da sociedade, inclusive na educação.

    Um algoritmo na perspectiva do aprendizado de máquina pode ser conceituado como um conjunto de regras para a realização de tarefas. Em relação aos algoritmos ditos inteligentes, eles possibilitam a criação de modelos capazes de prever e aprender com os dados constantemente modificados e treinados. Contudo, essas ferramentas podem absorver vieses tanto dos próprios desenvolvedores quanto do contexto social em que foram inseridas. Nesse cenário, o viés estatístico decorre de amostragens incorretas, incompletas ou questionáveis, enquanto o viés social reflete disparidades e estruturas históricas da sociedade.

    Em ambientes automatizados, os algoritmos dependem dos dados de treinamento recebidos. Se os projetos tecnológicos, as decisões tomadas e os dados refletirem tendências, os resultados produzidos poderão apresentar distorções. Essa dinâmica é alarmante na educação, pois pode prejudicar o desempenho dos estudantes, aprofundar desigualdades e comprometer estratégias pedagógicas de ensino e aprendizagem.

    Por fim, a ausência ou a demora na implementação de soluções preventivas e corretivas para mitigar esses vieses tende a reforçar desigualdades sistêmicas. Como consequência, surgem prejuízos como avaliações injustas, direcionamentos acadêmicos inadequados, acesso desigual a recursos educacionais e abalos psicológicos ou morais. Essas situações podem prejudicar determinados grupos sociais, reforçando disparidades e criando barreiras para a obtenção de bons resultados na aprendizagem.



FONTE: HEGGLER, J. M,; SZMOSKI, R, M,; MIQUELIN, A, F, AS dualidades entre o uso da inteligência artificial na educação e os riscos de vieses algorítmicos Educ. Soc., Campinas, v.46, e289323,2025 (com adaptações). 

Tendo em vista a estruturação argumentativa e a progressão temática do texto, assinale a alternativa que expressa CORRETAMENTE uma das principais intenções comunicativas dos autores.
Alternativas
Q4290247 Português
A alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância nominal é:
Alternativas
Respostas
801: C
802: C
803: B
804: B
805: E
806: C
807: D
808: C
809: A
810: C
811: D
812: C
813: B
814: B
815: E
816: D
817: C
818: A
819: C
820: C