Questões de Concurso Sobre português
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Um velho carpinteiro estava para se aposentar.
A chave da porta da casa foi entregue ao carpinteiro.
Os planos do carpinteiro eram de largar o serviço.
As matérias primas eram de qualidade inferior.
“Ele contou a seu chefe os seus planos de largar o serviço de carpintaria e de construção de casas e viver uma vida mais calma com sua família.”
Agora, leia as frases a seguir, que substituem as expressões em destaque por outras, e assinale a alternativa que preenche corretamente os espaços.
“Ele contou a ________ mãe as ____________intenções de largar o serviço de carpintaria e de construção de casas e viver uma vida mais calma com _______ amigos.”


Para responder à questão, teia a charge abaixo.

Com base nos aspectos morfológicos, fonéticos e gramaticais das palavras extraídas da legenda e do texto verbal do cartum, analise as assertivas que seguem, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas:
( ) A palavra para classifica-se morfologicamente como uma preposição essencial, atuando como um conectivo que introduz uma circunstância de tempo.
( ) A palavra contas apresenta um número de fonemas menor do que o seu número de letras, totalizando seis letras e cinco fonemas.
( ) A sequência de letras Br na palavra Brasil constitui um dígrafo consonantal, visto que a junção da oclusiva /b/ com a vibrante /r/ produz a emissão de um único fonema.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Para responder à questão, teia a charge abaixo.

Para responder à questão, teia a charge abaixo.

Considerando os recursos expressivos, visuais e de coesão textual mobilizados por Galhardo no cartum, analise as assertivas que seguem:
I. A inclusão da bandeira do Brasil e o título BRASIL 3.925 direcionam a sátira especificamente para a cultura política e orçamentária nacional.
II. A ausência de seres humanos na imagem indica que a charge aborda um cenário onde os problemas sociais e políticos tradicionais foram superados.
III. A escolha de colocar em negrito as expressões gestão das contas públicas e adiada serve para delimitar o objeto da crítica do cartunista.
Está CORRETO o que se afirma em:
Para responder à questão, teia a charge abaixo.

Considere o período a seguir, extraído de um texto opinativo sobre o sistema judiciário: O processo judicial arrastava-se há séculos nos tribunais sem que se vislumbrasse um desfecho.
Com base na estruturação gramatical, nos recursos expressivos e nos efeitos de sentido mobilizados no trecho, assinale a alternativa CORRETA.
Leia o poema “O poeta”, de Mia Couto, para responder à questão:
O poeta não gosta de palavras:
escreve para se ver livre delas.
A palavra
torna o poeta
pequeno e sem invenção.
Quando,
sobre o abismo da morte,
o poeta escreve terra,
na palavra ele se apaga
e suja a página de areia.
Quando escreve sangue
o poeta sangra
e a única veia que lhe dói
é aquela que ele não sente.
Com raiva,
o poeta inicia a escrita
como um rio desflorando o chão.
Cada palavra é um vidro em que se corta.
O poeta não quer escrever.
Apenas ser escrito.
Escreve,
talvez, apenas enquanto dorme.
(Poemas escolhidos, 2016)
Nesse sentido, aspectos sistemáticos da predicação poderão ser discutidos a partir das estruturas dos versos – “A palavra / torna o poeta / pequeno e sem invenção” e “Cada palavra é um vidro”, identificando- -se estruturas similares, respectivamente, em:
Leia o poema “O poeta”, de Mia Couto, para responder à questão:
O poeta não gosta de palavras:
escreve para se ver livre delas.
A palavra
torna o poeta
pequeno e sem invenção.
Quando,
sobre o abismo da morte,
o poeta escreve terra,
na palavra ele se apaga
e suja a página de areia.
Quando escreve sangue
o poeta sangra
e a única veia que lhe dói
é aquela que ele não sente.
Com raiva,
o poeta inicia a escrita
como um rio desflorando o chão.
Cada palavra é um vidro em que se corta.
O poeta não quer escrever.
Apenas ser escrito.
Escreve,
talvez, apenas enquanto dorme.
(Poemas escolhidos, 2016)
Leia o poema “O poeta”, de Mia Couto, para responder à questão:
O poeta não gosta de palavras:
escreve para se ver livre delas.
A palavra
torna o poeta
pequeno e sem invenção.
Quando,
sobre o abismo da morte,
o poeta escreve terra,
na palavra ele se apaga
e suja a página de areia.
Quando escreve sangue
o poeta sangra
e a única veia que lhe dói
é aquela que ele não sente.
Com raiva,
o poeta inicia a escrita
como um rio desflorando o chão.
Cada palavra é um vidro em que se corta.
O poeta não quer escrever.
Apenas ser escrito.
Escreve,
talvez, apenas enquanto dorme.
(Poemas escolhidos, 2016)
Leia o poema “O poeta”, de Mia Couto, para responder à questão:
O poeta não gosta de palavras:
escreve para se ver livre delas.
A palavra
torna o poeta
pequeno e sem invenção.
Quando,
sobre o abismo da morte,
o poeta escreve terra,
na palavra ele se apaga
e suja a página de areia.
Quando escreve sangue
o poeta sangra
e a única veia que lhe dói
é aquela que ele não sente.
Com raiva,
o poeta inicia a escrita
como um rio desflorando o chão.
Cada palavra é um vidro em que se corta.
O poeta não quer escrever.
Apenas ser escrito.
Escreve,
talvez, apenas enquanto dorme.
(Poemas escolhidos, 2016)
Quando, / sobre o abismo da morte, /o poeta escreve terra... (3ª estrofe)
Com raiva, / o poeta inicia a escrita / como um rio desflorando o chão. (5ª estrofe)
Nos contextos em que se encontram, essas expressões produzem relações de sentido, correta e respectivamente, de
Leia o poema “O poeta”, de Mia Couto, para responder à questão:
O poeta não gosta de palavras:
escreve para se ver livre delas.
A palavra
torna o poeta
pequeno e sem invenção.
Quando,
sobre o abismo da morte,
o poeta escreve terra,
na palavra ele se apaga
e suja a página de areia.
Quando escreve sangue
o poeta sangra
e a única veia que lhe dói
é aquela que ele não sente.
Com raiva,
o poeta inicia a escrita
como um rio desflorando o chão.
Cada palavra é um vidro em que se corta.
O poeta não quer escrever.
Apenas ser escrito.
Escreve,
talvez, apenas enquanto dorme.
(Poemas escolhidos, 2016)
Observe a postagem para responder às questões 40 e 41:
Ela não tinha diploma. Não lia artigos científicos. Mas sabia exatamente o que fazer quando você chegava com febre, com tosse ou com o estômago virado depois da lasanha de domingo.
A nonna tinha uma solução para tudo. E a maioria delas, descobrimos agora, funcionava de verdade.

(Italianismo. Disponível em:
Observe a postagem para responder às questões 40 e 41:
Ela não tinha diploma. Não lia artigos científicos. Mas sabia exatamente o que fazer quando você chegava com febre, com tosse ou com o estômago virado depois da lasanha de domingo.
A nonna tinha uma solução para tudo. E a maioria delas, descobrimos agora, funcionava de verdade.

(Italianismo. Disponível em:
Leia o fragmento de “Canto de Curundingo” para responder à questão:
Sshhhhh...! Vem aí Curundingoooo...!!! Sshhhhh... Cala a boca, agacha, baixa a cabeça, rápido...! para que ele não lhe crave os olhos sombrios e você morra aí mesmo...!
Não olhe para ele: seus dentes são amarelos, e ele fede a mijo e sangue.
Não lhe dê ouvidos: ele saiu do inferno, e centenas de demônios vêm rastejando e gritando atrás dele.
Não fale com ele: porque ele vai rasgar sua pele com unhas pretas e afiadas enquanto você dorme...
Sshhhh, vamos lá...! de seus braços curvos saem pelos e garras que cavam a terra. Passa pelo batey * como um vapor, entre assobios e grilhões que estremecem a noite.
Os que estão na Senzala escutam e cobrem a cabeça com um pedaço de pano em meio a calafrios. Eles colocam seus deuses e patuás atrás da porta para defendê-los. Se amontoam perto um do outro para se sentirem a salvo.
Sshh... Todo mundo o teme. Até os cães que sempre o seguem, fiéis e tão imundos quanto ele.
– Curundingo... Curundingooooo... – fala na penumbra.
– Curundingoo... – rugem os trovões quebrando a escura abóbada celeste.
Curiundingo Capataz, filho de escrava e estuprador. Procriado como os cães que caçavam fugitivos. Comendo no chão, dormindo no matagal. Ninguém amou ou cuidou dele e, de repente, a criança suja e abandonada tornou-se Curundingo, o monstro, o Capataz.
(Teresa Cárdenas, Awon Baba, 2022. Adaptado)
* Batey: designação, em Cuba, do lugar onde ficam as casas, as oficinas e o comércio açucareiro central.