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Educação parental
Em 10 anos, o número de casos da violência escolar mais que triplicou no Brasil, crescendo mais de 250% e ao menos 13 mil casos registrados. Os dados são do MDHC (Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania) e FAPESP.
O aumento dos casos tem chocado toda a sociedade. Especialmente porque a escola sempre foi vista como um espaço de aprendizado, amizade e desenvolvimento. "Por isso é tão doloroso ver episódios violentos acontecendo justamente nesse ambiente", define Claudia Alaminos, psicopedagoga, educadora parental e autora do "Manual de sobrevivência para pais de adolescentes".
Entre o público-alvo mais impactado pela recente onda de ataques está alunos ou ex-alunos vítimas de bullying, exclusão e humilhação ao longo da trajetória escolar − que sem o pertencimento tão necessário na adolescência, acabam buscando acolhimento em outros lugares, principalmente na internet.
"Nesses grupos virtuais de discurso de ódio, o adolescente encontra algo que estava faltando: atenção, validação e sensação de pertencimento. Inicialmente, ele é acolhido e valorizado. Depois, começam os incentivos à vingança, à agressividade e às "provas" de coragem e lealdade ao grupo. Sentindo-se fortalecido por esse ambiente, muitos jovens acabam planejando e executando atos de violência extrema", detalha a especialista.
Neste momento, a educação parental se torna fundamental, enfatiza a psicopedagoga. Isso porque quando um filho sofre bullying, isolamento ou mudanças emocionais importantes, os pais precisam observar, acolher e, muitas vezes, buscar ajuda psicológica.
Também é essencial acompanhar o que os adolescentes consomem e produzem na internet. "Entender do que eles riem, quais conteúdos compartilham e que tipo de humor os atrai faz parte do cuidado. O mundo virtual oferece riscos reais e adolescentes ainda precisam da orientação dos adultos", acrescenta.
Outro ponto essencial é a construção de conexão dentro de casa. Muitas vezes os pais se interessam naturalmente pelo universo das crianças, mas passam a criticar os gostos dos adolescentes, criando um distanciamento na relação.
Para a especialista, demonstrar interesse genuíno pelas músicas, assuntos e experiências deles fortalece vínculos e cria espaços de confiança. "A qualidade da relação entre pais e filhos é um dos maiores fatores de proteção que existem, porque ninguém consegue entender a dor de um adolescente sem aproximação, conversa e presença verdadeira", reflete.
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/
"O mundo virtual oferece riscos reais e adolescentes ainda precisam da orientação dos adultos, acrescenta".
Com base na regência verbal dos verbos utilizados no trecho, assinale a alternativa correta.




Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.




Coluna 1
1. Composição.
2. Derivação prefixal.
3. Derivação regressiva.
4. Derivação sufixal.
Coluna 2
( ) Inconsciente.
( ) Trabalho.
( ) Historiador.
( ) Nordeste.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:




I. As palavras “crônicas” e “geográfico” recebem acento em decorrência da mesma regra de acentuação gráfica.
II. As palavras “alguém” e “além” são acentuadas por serem paroxítonas terminadas em “-em”.
III. O hífen é obrigatório em “primeiro-ministro” porque se trata de um substantivo composto cujos elementos formam uma unidade de sentido.
Quais estão corretas?




I. Em “Falamos sobre a poética do cotidiano para além do Atlântico e como essas percepções transformam-se em crônicas” (l. 07-08), a expressão “essas percepções” se refere às diferentes formas de observar o cotidiano mencionadas anteriormente no texto.
II. No trecho “Já o mediador da mesa partilhou o preconceito que experimentou há alguns anos enquanto recifense participando de um evento sobre História Política no Rio de Janeiro”, o termo “já” estabelece uma relação entre as experiências relatadas, contribuindo para a coesão sequencial do texto.
III. Em “O renomado geógrafo brasileiro Milton Santos foi citado no debate para lembrar que o lugar vai muito além do espaço geográfico. É nele onde o ser humano estabelece suas relações e a dinâmica da vida [...]”, “nele” retoma o termo “debate”.


( ) A ideia central do texto é refletir sobre como o cotidiano pode se transformar em matéria literária.
( ) O texto tem como principal objetivo prescrever comportamentos e oferecer regras de convivência.
( ) Ao relatar a frase ouvida no metrô lisboeta (“Brasileiros, deviam morrer todos”), o texto permite inferir que o escritor mencionado passou a considerar que aquela manifestação preconceituosa era representativa de todo o povo português.
( ) As referências a Milton Santos, Djamila Ribeiro e Ferreira Gullar reforçam a reflexão desenvolvida pela cronista, conferindo maior sustentação às ideias apresentadas no texto.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:





• “Três anos depois, o asfalto chegou ___ rua em que morávamos”.
• “Aceitei, meio ___ contragosto, embora gostasse muito dos pinhões tardios que ela nos ofertava todo ano”.
• “Mas encaro ___ tristeza como um ato político”.

Coluna 1
1. “[...] uma muda de cedro, colhida durante o caminhar”.
2. “Não foi fácil”.
3. “Meu pé de cedro ficava bem onde um poste de luz precisava ser posto”.
4. “Me neguei a ver a árvore tombar”.
Coluna 2
( ) Adjetivo.
( ) Preposição.
( ) Substantivo.
( ) Verbo.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:




( ) Em “Para compensar, meu pai me deu uma araucária. Ela já existia no terreno, mas ele disse que eu poderia considerar a árvore como sendo minha”, o pronome “ela” retoma o termo “árvore”.
( ) No trecho “Conversei longamente com a araucária e, sim, fui eu quem recebeu o fiscal. No dia em que a derrubaram, o bairro parou para assistir”, o pronome oblíquo sublinhado se refere a “araucária”.
( ) Conectivos como “mas” e “embora” são empregados no texto para estabelecer relações de contraste entre as ideias.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: