Questões de Concurso Sobre português
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"Agenor, funcionário do banco, perguntou ao seu gerente:
- Posso me ausentar, no período da tarde, para ir ao dentista?"
Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita correta do trecho acima em relação aos sinais de pontuação, sem alterar o seu significado.
No final do texto “A lição da carroça vazia”", о ensinamento acima corresponde à seguinte ideia:
"Ele se deteve numa clareira"
A expressão destacada no trecho acima é sinônima de:
Não é que a cidade force você a comer, mas ela cria um cenário onde a escolha saudável é a mais difícil, cara e demorada (1º§).
Considere o fragmento a seguir para a questão:
Os modelos familiares ao longo da história foram se alterando por diversos motivos socioculturais. Perceber essas mudanças é de extrema importância para compreender os modelos atuais de família. Inicialmente a família não se importava com seus filhos, eram apenas frutos de uma relação sexual; contudo, a criança acaba marcando seu espaço, e a família passa por uma reestruturação. Ao olhar para esta criança, a família se reinventa e se assenta num modelo aristocrático, onde o pai é o provedor. Com a industrialização, a família passa por outras alterações e aí se reestrutura de forma a privilegiar a privacidade e formas sociais de convivência em massa. Com a emancipação da mulher, um novo cenário se instala, e a família tenta encontrar seu modelo, pois, com a autonomia feminina, o pai perde sua autoridade, e o modelo tradicional de pai, mães e filhos dá lugar a uma verdadeira desordem de estrutura, na qual a vivência dos desejos individuais é evidenciada. E, frente a esse panorama, o conceito de família fica frágil, e generalizá-lo é impossível.
Fonte: https://revistaft.com.br/o-modelo-familiar-nos-dias-atuais-uma-releitura-do-conceito-de-familia/ (adaptado)
Considere o fragmento a seguir para a questão:
Os modelos familiares ao longo da história foram se alterando por diversos motivos socioculturais. Perceber essas mudanças é de extrema importância para compreender os modelos atuais de família. Inicialmente a família não se importava com seus filhos, eram apenas frutos de uma relação sexual; contudo, a criança acaba marcando seu espaço, e a família passa por uma reestruturação. Ao olhar para esta criança, a família se reinventa e se assenta num modelo aristocrático, onde o pai é o provedor. Com a industrialização, a família passa por outras alterações e aí se reestrutura de forma a privilegiar a privacidade e formas sociais de convivência em massa. Com a emancipação da mulher, um novo cenário se instala, e a família tenta encontrar seu modelo, pois, com a autonomia feminina, o pai perde sua autoridade, e o modelo tradicional de pai, mães e filhos dá lugar a uma verdadeira desordem de estrutura, na qual a vivência dos desejos individuais é evidenciada. E, frente a esse panorama, o conceito de família fica frágil, e generalizá-lo é impossível.
Fonte: https://revistaft.com.br/o-modelo-familiar-nos-dias-atuais-uma-releitura-do-conceito-de-familia/ (adaptado)
Considere o fragmento a seguir para a questão:
Os modelos familiares ao longo da história foram se alterando por diversos motivos socioculturais. Perceber essas mudanças é de extrema importância para compreender os modelos atuais de família. Inicialmente a família não se importava com seus filhos, eram apenas frutos de uma relação sexual; contudo, a criança acaba marcando seu espaço, e a família passa por uma reestruturação. Ao olhar para esta criança, a família se reinventa e se assenta num modelo aristocrático, onde o pai é o provedor. Com a industrialização, a família passa por outras alterações e aí se reestrutura de forma a privilegiar a privacidade e formas sociais de convivência em massa. Com a emancipação da mulher, um novo cenário se instala, e a família tenta encontrar seu modelo, pois, com a autonomia feminina, o pai perde sua autoridade, e o modelo tradicional de pai, mães e filhos dá lugar a uma verdadeira desordem de estrutura, na qual a vivência dos desejos individuais é evidenciada. E, frente a esse panorama, o conceito de família fica frágil, e generalizá-lo é impossível.
Fonte: https://revistaft.com.br/o-modelo-familiar-nos-dias-atuais-uma-releitura-do-conceito-de-familia/ (adaptado)
Considere o fragmento a seguir para a questão:
Os modelos familiares ao longo da história foram se alterando por diversos motivos socioculturais. Perceber essas mudanças é de extrema importância para compreender os modelos atuais de família. Inicialmente a família não se importava com seus filhos, eram apenas frutos de uma relação sexual; contudo, a criança acaba marcando seu espaço, e a família passa por uma reestruturação. Ao olhar para esta criança, a família se reinventa e se assenta num modelo aristocrático, onde o pai é o provedor. Com a industrialização, a família passa por outras alterações e aí se reestrutura de forma a privilegiar a privacidade e formas sociais de convivência em massa. Com a emancipação da mulher, um novo cenário se instala, e a família tenta encontrar seu modelo, pois, com a autonomia feminina, o pai perde sua autoridade, e o modelo tradicional de pai, mães e filhos dá lugar a uma verdadeira desordem de estrutura, na qual a vivência dos desejos individuais é evidenciada. E, frente a esse panorama, o conceito de família fica frágil, e generalizá-lo é impossível.
Fonte: https://revistaft.com.br/o-modelo-familiar-nos-dias-atuais-uma-releitura-do-conceito-de-familia/ (adaptado)
ATENTE para a charge a seguir.

A frase que JUSTIFICA a regra do NÃO emprego da crase demonstrada na charge é:
A Casa do Silêncio
O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.
Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.
A mãe, sempre apressada, dizia:
— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!
Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.
Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.
O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:
— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.
Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.
Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.
E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.
Anos se passaram.
Já homem, voltou à casa.
A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.
O homem sorriu.
Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.
Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.
A Casa do Silêncio
O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.
Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.
A mãe, sempre apressada, dizia:
— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!
Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.
Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.
O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:
— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.
Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.
Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.
E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.
Anos se passaram.
Já homem, voltou à casa.
A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.
O homem sorriu.
Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.
Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.
A Casa do Silêncio
O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.
Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.
A mãe, sempre apressada, dizia:
— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!
Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.
Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.
O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:
— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.
Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.
Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.
E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.
Anos se passaram.
Já homem, voltou à casa.
A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.
O homem sorriu.
Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.
Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.