Questões de Concurso Sobre português
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O texto a seguir é referência para a questão
Toda esta mistificação da máquina e da tecnologia que parecia realmente ser os fatores primordiais que definiam o progresso humano foi rompida pelas explosões das bombas atômicas na Segunda Guerra Mundial, em Nagasáqui e Hiroshima. […] A tecnologia passou a ser encarada também como antivida e, em determinadas situações, como fora de controle. Nascia então a necessidade do surgimento de uma nova área no campo de conhecimento que pudesse interpretar e conhecer estas relações que começavam a definir novos rumos para a civilização.
Bazzo, Walter A. Ciência, tecnologia e sociedade (CTS). In: Bazzo, Walter A. Ciência, tecnologia e sociedade e o contexto da educação tecnológica. 3. ed. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2011. p. 91-135.
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Toda esta mistificação da máquina e da tecnologia que parecia realmente ser os fatores primordiais que definiam o progresso humano foi rompida pelas explosões das bombas atômicas na Segunda Guerra Mundial, em Nagasáqui e Hiroshima. […] A tecnologia passou a ser encarada também como antivida e, em determinadas situações, como fora de controle. Nascia então a necessidade do surgimento de uma nova área no campo de conhecimento que pudesse interpretar e conhecer estas relações que começavam a definir novos rumos para a civilização.
Bazzo, Walter A. Ciência, tecnologia e sociedade (CTS). In: Bazzo, Walter A. Ciência, tecnologia e sociedade e o contexto da educação tecnológica. 3. ed. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2011. p. 91-135.
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O trabalho como princípio educativo
Compreender a relação indissociável entre trabalho, ciência, tecnologia e cultura significa compreender o trabalho como princípio educativo, o que não significa “aprender fazendo”, nem é sinônimo de formar para o exercício do trabalho. Considerar o trabalho como princípio educativo equivale dizer que o ser humano é produtor de sua realidade e, por isso, se apropria dela e pode transformá-la. Equivale dizer, ainda, que nós somos sujeitos de nossa história e de nossa realidade. Em síntese, o trabalho é a primeira mediação entre o homem e a realidade material e social.
O trabalho também se constitui como prática econômica, obviamente porque nós garantimos nossa existência, produzindo riquezas e satisfazendo necessidades. Na sociedade moderna a relação econômica vai se tornando fundamento da profissionalização. Mas, sob a perspectiva da integração entre trabalho, ciência e cultura, a profissionalização se opõe à simples a formação para o mercado de trabalho. Antes, ela incorpora valores éticos-políticos e conteúdos históricos e científicos que caracterizam a práxis humana.
Portanto, formar profissionalmente não é preparar exclusivamente para o exercício do trabalho, mas é proporcionar a compreensão das dinâmicas socioprodutivas das sociedades modernas, com as suas conquistas e os seus revezes, e também habilitar as pessoas para o exercício autônomo e crítico de profissões, sem nunca se esgotar a elas.
Disponível em: https://www.gov.br. Adaptado.
O texto a seguir é referência para a questão
Em 10 de dezembro de 1987, Londrina foi palco de um evento que entraria para a história policial brasileira: o assalto com o maior número de reféns já registrados no país. Sete homens armados invadiram a agência do Banestado, exigindo uma montanha de 30 milhões de cruzados e, no processo, mantiveram mais de 300 pessoas reféns.
Essa é a história que o diretor José Eduardo Belmonte decidiu contar em Assalto à Brasileira, filme que adapta um dos capítulos policiais mais bizarros do país. O longa não perde tempo com introduções prolixas; rapidamente somos jogados no olho do furacão, acompanhando Paulo (Murilo Benício), um jornalista recém-demitido que vai à agência buscar sua rescisão, e Moreno (Christian Malheiros), o líder do assalto. Os motivos dos criminosos são contextualizados pela crise econômica da época, mas o filme prefere a ação imediata a longas explicações.
Benício é o grande destaque do longa. Ele entrega uma atuação fantástica, um equilíbrio entre a tensão, a comédia e a malandragem do personagem em cada cena, seja no desespero inicial ou nas negociações com a polícia. Contudo, o foco não recai apenas sobre o ator. Quase todo o elenco entrega performances memoráveis. Muitos dos reféns roubam a cena com reações cômicas diante do absurdo, e a química entre os assaltantes é um acerto cirúrgico; suas interações fazem o público se divertir, como se tivessem reunido “Os Trapalhões” para executar um grande assalto. […]
Outro ponto técnico que merece destaque é a direção de arte e a fotografia. Trabalhando com um espaço limitado – o banco assaltado em questão –, a equipe constrói uma ambientação incrivelmente fiel à década de 80, desde a redação da Folha de Londrina até a multidão histérica do lado de fora. […]
Disponível em: https://www.omelete.com.br/.
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Em 10 de dezembro de 1987, Londrina foi palco de um evento que entraria para a história policial brasileira: o assalto com o maior número de reféns já registrados no país. Sete homens armados invadiram a agência do Banestado, exigindo uma montanha de 30 milhões de cruzados e, no processo, mantiveram mais de 300 pessoas reféns.
Essa é a história que o diretor José Eduardo Belmonte decidiu contar em Assalto à Brasileira, filme que adapta um dos capítulos policiais mais bizarros do país. O longa não perde tempo com introduções prolixas; rapidamente somos jogados no olho do furacão, acompanhando Paulo (Murilo Benício), um jornalista recém-demitido que vai à agência buscar sua rescisão, e Moreno (Christian Malheiros), o líder do assalto. Os motivos dos criminosos são contextualizados pela crise econômica da época, mas o filme prefere a ação imediata a longas explicações.
Benício é o grande destaque do longa. Ele entrega uma atuação fantástica, um equilíbrio entre a tensão, a comédia e a malandragem do personagem em cada cena, seja no desespero inicial ou nas negociações com a polícia. Contudo, o foco não recai apenas sobre o ator. Quase todo o elenco entrega performances memoráveis. Muitos dos reféns roubam a cena com reações cômicas diante do absurdo, e a química entre os assaltantes é um acerto cirúrgico; suas interações fazem o público se divertir, como se tivessem reunido “Os Trapalhões” para executar um grande assalto. […]
Outro ponto técnico que merece destaque é a direção de arte e a fotografia. Trabalhando com um espaço limitado – o banco assaltado em questão –, a equipe constrói uma ambientação incrivelmente fiel à década de 80, desde a redação da Folha de Londrina até a multidão histérica do lado de fora. […]
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Assinale a alternativa em que qualquer uma das três expressões propostas completa corretamente a lacuna a seguir:
DUKE. Disponível em <http://www.significados.com.br/charge-e-cartum/>. A conjunção "mas", empregada na fala da personagem da charge acima, supõe uma ideia:
feira – família – saída – saúde
Considerando a ordem alfabética e a ocorrência de encontros vocálicos nessas palavras, assinale a alternativa correta.
— Você sabe _____ a reunião foi adiada? — Sim. Foi _____ o responsável pelo setor precisou viajar. — E ninguém avisou antes _____? — Não sei. Também gostaria de entender o _____ dessa demora na comunicação.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem.
Júlia caminhava pela sala quando ouviu um barulho vindo da cozinha: — CRASH!
Ela correu até lá e encontrou uma panela caída no chão. — Nossa! Que susto! — exclamou. O gato, sentado ao lado da panela, apenas observava a cena.
Considerando os recursos linguísticos empregados no trecho, assinale V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.
( ) “CRASH!” funciona como onomatopeia, pois procura representar linguisticamente um som produzido na situação narrada.
( ) “Nossa!” funciona como interjeição e, no contexto, contribui para expressar a reação de surpresa e susto de Júlia.
( ) Onomatopeias e interjeições desempenham necessariamente a mesma função: ambas representam sons produzidos por objetos ou animais.
( ) Se a expressão “Nossa!” fosse retirada do trecho, nenhuma informação relacionada à reação emocional de Júlia seria afetada, pois interjeições não contribuem para a construção do sentido.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Senhores moradores, amanhã, devido à manutenção da rede elétrica, o elevador ficará desligado das 8h às 11h.
Considerando o emprego das vírgulas no aviso, assinale a alternativa correta.
Carlos chegou cedo ao posto de atendimento, mas a fila já estava grande. Ele aguardou pacientemente sua vez e, quando finalmente foi chamado, explicou calmamente o problema ao funcionário.
Considerando o sentido expresso pelos advérbios destacados no trecho, assinale a alternativa correta.
Depois de vários dias de chuva, o sol apareceu entre as nuvens. Pouco a pouco, as ruas do bairro recuperaram o movimento habitual.
Considerando a organização das orações destacadas em sujeito e predicado, assinale a alternativa correta.
I. Que surpresa agradável!
II. Os moradores organizaram a festa do bairro.
III. Silêncio no corredor!
IV. Você encontrou as chaves?
Considerando a diferença entre frase e oração e a classificação das frases de acordo com a intenção comunicativa, assinale a alternativa correta.
Todos os sábados, Pedro visita a avó e prepara o almoço com ela. No sábado passado, porém, ele precisou trabalhar e não conseguiu encontrá-la. Antes de desligar o telefone, prometeu: “No próximo sábado, voltarei bem cedo.”
Considerando o emprego dos verbos destacados e as relações de tempo estabelecidas no trecho, assinale a alternativa correta.
Mariana encontrou alguns documentos sobre a mesa e entregou-os ao funcionário responsável. Ele conferiu as informações e guardou os papéis em uma pasta.
Analise as afirmativas a seguir e a relação proposta entre elas.
I. No trecho, o pronome os, empregado em “entregou-os”, retoma o substantivo documentos, evitando sua repetição.
PORQUE
II. O pronome ele retoma, no contexto, a expressão “o funcionário responsável” e contribui para estabelecer a continuidade entre as informações apresentadas nas duas frases.
A respeito dessas afirmativas, assinale a alternativa correta.