Questões de Concurso Sobre português

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Q4297279 Português

Texto: O PRIMEIRO TRILIONÁRIO E A ILUSÃO DA RIQUEZA SEM PRODUÇÃO

Jean Paul Prates


A notícia de que Elon Musk se tornou o primeiro trilionário da história tem força simbólica suficiente para merecer mais do que admiração ou repulsa. Ela exige reflexão. Não apenas porque se trata de uma fortuna jamais alcançada individualmente, mas porque a forma como esse marco foi celebrado revela algo profundo sobre o espírito econômico do nosso tempo. A marca de US$ 1 trilhão não foi recebida apenas como um dado financeiro. Foi apresentada, por muitos, como uma espécie de consagração histórica da nova economia, da ousadia empreendedora e da supremacia dos ativos sobre o trabalho.


É preciso reconhecer, desde logo, que Musk não é um rentista convencional. Suas empresas mudaram setores inteiros, desafiaram monopólios tecnológicos, aceleraram a eletrificação automotiva, reduziram custos de acesso ao espaço e criaram modelos industriais que muitos julgavam improváveis. A SpaceX, em especial, é uma realização empresarial e tecnológica extraordinária. Nada disso deve ser diminuído. O problema começa quando a celebração do empreendedor inovador se transforma em culto à desigualdade crescente e quando a valorização patrimonial passa a ser tratada como medida suficiente de progresso civilizatório.


A fortuna de Musk não está em salário, nem em caixa pessoal, nem na remuneração direta pelo trabalho. Está fundamentalmente em participação acionária. [...]


Seu patrimônio decorre do valor de mercado atribuído às fatias que detém em empresas como SpaceX e Tesla. Esse detalhe é central, porque ajuda a compreender uma das grandes transformações econômicas das últimas décadas: a financeirização. Em termos simples, financeirização é o processo pelo qual ativos financeiros, expectativas de mercado e valorização patrimonial passam a comandar a lógica da economia real.


A empresa deixa de ser avaliada apenas por aquilo que produz, pelos empregos que gera, pelos lucros que entrega ou pela infraestrutura que constrói. Ela passa a ser medida, cada vez mais, pela expectativa de valor futuro que o mercado decide antecipar no presente.


Esse movimento não é necessariamente negativo. O mercado de capitais tem papel indispensável no financiamento da inovação. Muitas tecnologias de alto risco não sairiam do papel se dependessem apenas do lucro corrente ou do crédito tradicional. Foguetes reutilizáveis, constelações de satélites, veículos elétricos, inteligência artificial, semicondutores avançados e novas plataformas energéticas exigem capital paciente, disposição para risco e confiança em retornos futuros. Sem essa capacidade de financiar o ainda inexistente, a inovação andaria mais devagar.


O problema está na inversão de hierarquia. Uma coisa é usar o capital financeiro para viabilizar a produção, a tecnologia e a infraestrutura. Outra, bem diferente, é tratar a valorização financeira como finalidade última da economia. Quando isso acontece, o mercado deixa de ser instrumento e passa a ser altar. A riqueza deixa de ser compreendida como resultado de uma capacidade produtiva efetiva e passa a ser admirada como fenômeno autônomo, quase mágico, desconectado do mundo físico.


Essa é a parte nefelibata da celebração. É fantasioso imaginar que uma sociedade pode viver indefinidamente de valorizações patrimoniais, múltiplos de mercado e expectativas futuras, como se a produção tangível fosse uma etapa menor, quase vulgar, da economia. Ações não geram energia elétrica. Títulos financeiros não fabricam baterias. Avaliações bilionárias não constroem ferrovias, portos, refinarias, data centers, satélites, cabos submarinos ou redes de transmissão.


A economia financeira pode antecipar valor, organizar risco e multiplicar oportunidades. Mas ela não substitui a economia real. No fim, toda riqueza financeira precisa estar ancorada em alguma capacidade concreta de produzir, operar, transportar, transformar e entregar. [...]


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2026/06/1059977-o-primeiro-trilionario-e-a-ilusao-da-riqueza-sem-producao.html. Acesso em 18/06/2026. Excerto

Ao afirmar que “o mercado deixa de ser instrumento e passa a ser altar” (7º parágrafo), o autor recorre a uma figura de linguagem cuja principal finalidade é:
Alternativas
Q4297276 Português

Texto: O PRIMEIRO TRILIONÁRIO E A ILUSÃO DA RIQUEZA SEM PRODUÇÃO

Jean Paul Prates


A notícia de que Elon Musk se tornou o primeiro trilionário da história tem força simbólica suficiente para merecer mais do que admiração ou repulsa. Ela exige reflexão. Não apenas porque se trata de uma fortuna jamais alcançada individualmente, mas porque a forma como esse marco foi celebrado revela algo profundo sobre o espírito econômico do nosso tempo. A marca de US$ 1 trilhão não foi recebida apenas como um dado financeiro. Foi apresentada, por muitos, como uma espécie de consagração histórica da nova economia, da ousadia empreendedora e da supremacia dos ativos sobre o trabalho.


É preciso reconhecer, desde logo, que Musk não é um rentista convencional. Suas empresas mudaram setores inteiros, desafiaram monopólios tecnológicos, aceleraram a eletrificação automotiva, reduziram custos de acesso ao espaço e criaram modelos industriais que muitos julgavam improváveis. A SpaceX, em especial, é uma realização empresarial e tecnológica extraordinária. Nada disso deve ser diminuído. O problema começa quando a celebração do empreendedor inovador se transforma em culto à desigualdade crescente e quando a valorização patrimonial passa a ser tratada como medida suficiente de progresso civilizatório.


A fortuna de Musk não está em salário, nem em caixa pessoal, nem na remuneração direta pelo trabalho. Está fundamentalmente em participação acionária. [...]


Seu patrimônio decorre do valor de mercado atribuído às fatias que detém em empresas como SpaceX e Tesla. Esse detalhe é central, porque ajuda a compreender uma das grandes transformações econômicas das últimas décadas: a financeirização. Em termos simples, financeirização é o processo pelo qual ativos financeiros, expectativas de mercado e valorização patrimonial passam a comandar a lógica da economia real.


A empresa deixa de ser avaliada apenas por aquilo que produz, pelos empregos que gera, pelos lucros que entrega ou pela infraestrutura que constrói. Ela passa a ser medida, cada vez mais, pela expectativa de valor futuro que o mercado decide antecipar no presente.


Esse movimento não é necessariamente negativo. O mercado de capitais tem papel indispensável no financiamento da inovação. Muitas tecnologias de alto risco não sairiam do papel se dependessem apenas do lucro corrente ou do crédito tradicional. Foguetes reutilizáveis, constelações de satélites, veículos elétricos, inteligência artificial, semicondutores avançados e novas plataformas energéticas exigem capital paciente, disposição para risco e confiança em retornos futuros. Sem essa capacidade de financiar o ainda inexistente, a inovação andaria mais devagar.


O problema está na inversão de hierarquia. Uma coisa é usar o capital financeiro para viabilizar a produção, a tecnologia e a infraestrutura. Outra, bem diferente, é tratar a valorização financeira como finalidade última da economia. Quando isso acontece, o mercado deixa de ser instrumento e passa a ser altar. A riqueza deixa de ser compreendida como resultado de uma capacidade produtiva efetiva e passa a ser admirada como fenômeno autônomo, quase mágico, desconectado do mundo físico.


Essa é a parte nefelibata da celebração. É fantasioso imaginar que uma sociedade pode viver indefinidamente de valorizações patrimoniais, múltiplos de mercado e expectativas futuras, como se a produção tangível fosse uma etapa menor, quase vulgar, da economia. Ações não geram energia elétrica. Títulos financeiros não fabricam baterias. Avaliações bilionárias não constroem ferrovias, portos, refinarias, data centers, satélites, cabos submarinos ou redes de transmissão.


A economia financeira pode antecipar valor, organizar risco e multiplicar oportunidades. Mas ela não substitui a economia real. No fim, toda riqueza financeira precisa estar ancorada em alguma capacidade concreta de produzir, operar, transportar, transformar e entregar. [...]


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2026/06/1059977-o-primeiro-trilionario-e-a-ilusao-da-riqueza-sem-producao.html. Acesso em 18/06/2026. Excerto

“Esse movimento não é necessariamente negativo” (6º parágrafo). A expressão em destaque, no texto, retoma a ideia de que:
Alternativas
Q4297275 Português

Texto: O PRIMEIRO TRILIONÁRIO E A ILUSÃO DA RIQUEZA SEM PRODUÇÃO

Jean Paul Prates


A notícia de que Elon Musk se tornou o primeiro trilionário da história tem força simbólica suficiente para merecer mais do que admiração ou repulsa. Ela exige reflexão. Não apenas porque se trata de uma fortuna jamais alcançada individualmente, mas porque a forma como esse marco foi celebrado revela algo profundo sobre o espírito econômico do nosso tempo. A marca de US$ 1 trilhão não foi recebida apenas como um dado financeiro. Foi apresentada, por muitos, como uma espécie de consagração histórica da nova economia, da ousadia empreendedora e da supremacia dos ativos sobre o trabalho.


É preciso reconhecer, desde logo, que Musk não é um rentista convencional. Suas empresas mudaram setores inteiros, desafiaram monopólios tecnológicos, aceleraram a eletrificação automotiva, reduziram custos de acesso ao espaço e criaram modelos industriais que muitos julgavam improváveis. A SpaceX, em especial, é uma realização empresarial e tecnológica extraordinária. Nada disso deve ser diminuído. O problema começa quando a celebração do empreendedor inovador se transforma em culto à desigualdade crescente e quando a valorização patrimonial passa a ser tratada como medida suficiente de progresso civilizatório.


A fortuna de Musk não está em salário, nem em caixa pessoal, nem na remuneração direta pelo trabalho. Está fundamentalmente em participação acionária. [...]


Seu patrimônio decorre do valor de mercado atribuído às fatias que detém em empresas como SpaceX e Tesla. Esse detalhe é central, porque ajuda a compreender uma das grandes transformações econômicas das últimas décadas: a financeirização. Em termos simples, financeirização é o processo pelo qual ativos financeiros, expectativas de mercado e valorização patrimonial passam a comandar a lógica da economia real.


A empresa deixa de ser avaliada apenas por aquilo que produz, pelos empregos que gera, pelos lucros que entrega ou pela infraestrutura que constrói. Ela passa a ser medida, cada vez mais, pela expectativa de valor futuro que o mercado decide antecipar no presente.


Esse movimento não é necessariamente negativo. O mercado de capitais tem papel indispensável no financiamento da inovação. Muitas tecnologias de alto risco não sairiam do papel se dependessem apenas do lucro corrente ou do crédito tradicional. Foguetes reutilizáveis, constelações de satélites, veículos elétricos, inteligência artificial, semicondutores avançados e novas plataformas energéticas exigem capital paciente, disposição para risco e confiança em retornos futuros. Sem essa capacidade de financiar o ainda inexistente, a inovação andaria mais devagar.


O problema está na inversão de hierarquia. Uma coisa é usar o capital financeiro para viabilizar a produção, a tecnologia e a infraestrutura. Outra, bem diferente, é tratar a valorização financeira como finalidade última da economia. Quando isso acontece, o mercado deixa de ser instrumento e passa a ser altar. A riqueza deixa de ser compreendida como resultado de uma capacidade produtiva efetiva e passa a ser admirada como fenômeno autônomo, quase mágico, desconectado do mundo físico.


Essa é a parte nefelibata da celebração. É fantasioso imaginar que uma sociedade pode viver indefinidamente de valorizações patrimoniais, múltiplos de mercado e expectativas futuras, como se a produção tangível fosse uma etapa menor, quase vulgar, da economia. Ações não geram energia elétrica. Títulos financeiros não fabricam baterias. Avaliações bilionárias não constroem ferrovias, portos, refinarias, data centers, satélites, cabos submarinos ou redes de transmissão.


A economia financeira pode antecipar valor, organizar risco e multiplicar oportunidades. Mas ela não substitui a economia real. No fim, toda riqueza financeira precisa estar ancorada em alguma capacidade concreta de produzir, operar, transportar, transformar e entregar. [...]


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2026/06/1059977-o-primeiro-trilionario-e-a-ilusao-da-riqueza-sem-producao.html. Acesso em 18/06/2026. Excerto

Ao reconhecer as realizações empresariais de Elon Musk antes de apresentar sua crítica (2º parágrafo), o autor procura:
Alternativas
Q4297248 Português

"Um leitor da Flip comentou que achou o livro da escritora interessante."



Assinale a alternativa que identifica corretamente o vício de linguagem presente no período.

Alternativas
Q4297247 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como escolas e famílias formam novos leitores



A formação de leitores começa muito antes da alfabetização. O contato com livros, histórias, brincadeiras e manifestações artísticas desde a primeira infância é um direito fundamental das crianças e uma etapa essencial para o desenvolvimento. Nesse contexto, a implementação de políticas públicas possibilita a ampliação do acesso à literatura e garante que mais crianças tenham oportunidades de vivenciar a leitura. Para fortalecer essas ações, o Ministério da Educação (MEC) está formando a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância. Municípios, estados e o Distrito Federal podem aderir à iniciativa até 31 de julho.


Coordenada pela Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), a comunidade reúne gestores públicos responsáveis por políticas destinadas a bebês e crianças de até seis anos. A proposta busca fortalecer a implementação da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI) por meio de cooperação entre os entes federados, troca de experiências e desenvolvimento de capacidades institucionais para planejar, executar, monitorar e avaliar ações voltadas à infância.


A importância dessa articulação entre políticas públicas, escolas, famílias e comunidade destacou-se na 24ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Ao longo da programação da Flipinha e da FlipEduca, educadores, escritores e artistas compartilharam experiências que mostram como o incentivo à leitura desde os primeiros anos de vida pode transformar a relação das crianças com a aprendizagem e a cultura.


Para a atriz, educadora e pesquisadora em teatro, música, dança e literatura Cláudia Ribeiro, arte e educação caminham juntas no desenvolvimento infantil. Em seu trabalho, ela dirige grupos de teatro compostos por crianças, no contraturno escolar, que produzem espetáculos apresentados em escolas do município. A iniciativa aproxima os estudantes à literatura por meio da interpretação, criatividade e experiência artística, ao mesmo tempo em que incentiva a leitura e fortalece a participação das famílias no processo educativo.


'Esse trabalho ajuda a formar a plateia e despertar o interesse das crianças ao incentivá-las a produzir arte e, principalmente, a entrar no mundo da leitura. No teatro, eu estou sempre incentivando o ato de ler, porque é importante ler o texto, entender o personagem, interpretar as intenções das falas. Quando as famílias entendem que esse processo de junção de arte e educação é muito produtivo e benéfico para as crianças, elas dão a mão para a gente, enquanto educadoras e artistas, e aí a criança só tem a ganhar com tudo isso'.


As experiências apresentadas na Flip reforçam que o acesso à literatura também passa pelo fortalecimento dos vínculos familiares. A escritora, poeta e produtora cultural Elisa Pereira, que vive em Paraty e é autora do livro infantil Quintal do Vô Benê, explica que o contato com os livros pode começar ainda na primeira infância − e até antes do nascimento. Em sua obra, ela escolheu retratar um avô como personagem central para destacar que o cuidado, o afeto e a transmissão de conhecimentos também fazem parte do papel dos homens na criação das crianças.


'Eu acho que é fundamental. Eu cresci, na verdade, sem essa vivência. Eu não tive mãe ou pai que lessem para mim, mas eu percebo a diferença entre crianças que, desde pequenas − hoje em dia, a gente sabe que pode ler até para os bebês −, tiveram acesso à leitura, e crianças que não tiveram. Eu acho que é fundamental o papel da mãe, do pai e dos cuidadores, de uma forma geral, nessa formação de leitores'.


A professora da rede municipal do Rio de Janeiro Glaucia Abreu, que atua com contação de histórias e literatura na infância, observa que muitas crianças têm seu primeiro contato sistemático com os livros no ambiente escolar. Segundo ela, o hábito da leitura nem sempre está presente no ambiente familiar, o que amplia o papel da escola em despertar a imaginação, a criatividade e o interesse pela literatura. Ao mesmo tempo, ela ressalta que esse trabalho alcança melhores resultados quando a família também participa desse processo.


'Muitas das vezes, a escola introduz esse papel por meio de uma contação simples ou, às vezes, uma contação para dormir para crianças que não vivenciaram isso. Então, a escola está cumprindo um papel que é básico, que aflora a criatividade da criança, assim como a capacidade de ela desenvolver a imaginação e a fantasia, que faz parte do universo infantil. A gente precisa incentivar isso além das portas da escola. A gente precisa incentivar isso na base familiar'.


Os relatos apresentados durante a Flip dialogam com os objetivos da Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância, criada pelo MEC para fortalecer políticas públicas voltadas aos primeiros anos de vida.


As experiências compartilhadas por educadores, artistas e escritores na Flip mostram que formar leitores desde a primeira infância depende da atuação conjunta de escolas, famílias, espaços culturais e políticas públicas.


Ao criar uma rede permanente de cooperação entre gestores, a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância busca fortalecer essa articulação para que mais crianças tenham acesso a experiências de leitura, cultura e aprendizagem desde os primeiros anos de vida.



BRASIL. Ministério da Educação. Como escolas e famílias formam novos leitores. Brasília, 24 jul. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/julho/como-escola s-e-familias-formam-novos-leitores. Acesso em: 11 ago. 2026. Adaptado.

Considerando as diferentes perspectivas apresentadas no texto sobre a formação de leitores na primeira infância, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4297246 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como escolas e famílias formam novos leitores



A formação de leitores começa muito antes da alfabetização. O contato com livros, histórias, brincadeiras e manifestações artísticas desde a primeira infância é um direito fundamental das crianças e uma etapa essencial para o desenvolvimento. Nesse contexto, a implementação de políticas públicas possibilita a ampliação do acesso à literatura e garante que mais crianças tenham oportunidades de vivenciar a leitura. Para fortalecer essas ações, o Ministério da Educação (MEC) está formando a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância. Municípios, estados e o Distrito Federal podem aderir à iniciativa até 31 de julho.


Coordenada pela Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), a comunidade reúne gestores públicos responsáveis por políticas destinadas a bebês e crianças de até seis anos. A proposta busca fortalecer a implementação da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI) por meio de cooperação entre os entes federados, troca de experiências e desenvolvimento de capacidades institucionais para planejar, executar, monitorar e avaliar ações voltadas à infância.


A importância dessa articulação entre políticas públicas, escolas, famílias e comunidade destacou-se na 24ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Ao longo da programação da Flipinha e da FlipEduca, educadores, escritores e artistas compartilharam experiências que mostram como o incentivo à leitura desde os primeiros anos de vida pode transformar a relação das crianças com a aprendizagem e a cultura.


Para a atriz, educadora e pesquisadora em teatro, música, dança e literatura Cláudia Ribeiro, arte e educação caminham juntas no desenvolvimento infantil. Em seu trabalho, ela dirige grupos de teatro compostos por crianças, no contraturno escolar, que produzem espetáculos apresentados em escolas do município. A iniciativa aproxima os estudantes à literatura por meio da interpretação, criatividade e experiência artística, ao mesmo tempo em que incentiva a leitura e fortalece a participação das famílias no processo educativo.


'Esse trabalho ajuda a formar a plateia e despertar o interesse das crianças ao incentivá-las a produzir arte e, principalmente, a entrar no mundo da leitura. No teatro, eu estou sempre incentivando o ato de ler, porque é importante ler o texto, entender o personagem, interpretar as intenções das falas. Quando as famílias entendem que esse processo de junção de arte e educação é muito produtivo e benéfico para as crianças, elas dão a mão para a gente, enquanto educadoras e artistas, e aí a criança só tem a ganhar com tudo isso'.


As experiências apresentadas na Flip reforçam que o acesso à literatura também passa pelo fortalecimento dos vínculos familiares. A escritora, poeta e produtora cultural Elisa Pereira, que vive em Paraty e é autora do livro infantil Quintal do Vô Benê, explica que o contato com os livros pode começar ainda na primeira infância − e até antes do nascimento. Em sua obra, ela escolheu retratar um avô como personagem central para destacar que o cuidado, o afeto e a transmissão de conhecimentos também fazem parte do papel dos homens na criação das crianças.


'Eu acho que é fundamental. Eu cresci, na verdade, sem essa vivência. Eu não tive mãe ou pai que lessem para mim, mas eu percebo a diferença entre crianças que, desde pequenas − hoje em dia, a gente sabe que pode ler até para os bebês −, tiveram acesso à leitura, e crianças que não tiveram. Eu acho que é fundamental o papel da mãe, do pai e dos cuidadores, de uma forma geral, nessa formação de leitores'.


A professora da rede municipal do Rio de Janeiro Glaucia Abreu, que atua com contação de histórias e literatura na infância, observa que muitas crianças têm seu primeiro contato sistemático com os livros no ambiente escolar. Segundo ela, o hábito da leitura nem sempre está presente no ambiente familiar, o que amplia o papel da escola em despertar a imaginação, a criatividade e o interesse pela literatura. Ao mesmo tempo, ela ressalta que esse trabalho alcança melhores resultados quando a família também participa desse processo.


'Muitas das vezes, a escola introduz esse papel por meio de uma contação simples ou, às vezes, uma contação para dormir para crianças que não vivenciaram isso. Então, a escola está cumprindo um papel que é básico, que aflora a criatividade da criança, assim como a capacidade de ela desenvolver a imaginação e a fantasia, que faz parte do universo infantil. A gente precisa incentivar isso além das portas da escola. A gente precisa incentivar isso na base familiar'.


Os relatos apresentados durante a Flip dialogam com os objetivos da Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância, criada pelo MEC para fortalecer políticas públicas voltadas aos primeiros anos de vida.


As experiências compartilhadas por educadores, artistas e escritores na Flip mostram que formar leitores desde a primeira infância depende da atuação conjunta de escolas, famílias, espaços culturais e políticas públicas.


Ao criar uma rede permanente de cooperação entre gestores, a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância busca fortalecer essa articulação para que mais crianças tenham acesso a experiências de leitura, cultura e aprendizagem desde os primeiros anos de vida.



BRASIL. Ministério da Educação. Como escolas e famílias formam novos leitores. Brasília, 24 jul. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/julho/como-escola s-e-familias-formam-novos-leitores. Acesso em: 11 ago. 2026. Adaptado.

"Esse trabalho ajuda a formar a plateia e despertar o interesse das crianças ao incentivá-las a produzir arte."


Considerando o emprego do pronome oblíquo 'las' nesse trecho, analise as asserções a seguir:



I. A colocação em ênclise está de acordo com a norma-padrão.



PORQUE



II. Quando o verbo está no infinitivo, a ênclise é permitida mesmo na presença de palavra atrativa (como advérbios de negação, pronomes relativos ou conjunções subordinativas) na oração.



A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4297245 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como escolas e famílias formam novos leitores



A formação de leitores começa muito antes da alfabetização. O contato com livros, histórias, brincadeiras e manifestações artísticas desde a primeira infância é um direito fundamental das crianças e uma etapa essencial para o desenvolvimento. Nesse contexto, a implementação de políticas públicas possibilita a ampliação do acesso à literatura e garante que mais crianças tenham oportunidades de vivenciar a leitura. Para fortalecer essas ações, o Ministério da Educação (MEC) está formando a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância. Municípios, estados e o Distrito Federal podem aderir à iniciativa até 31 de julho.


Coordenada pela Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), a comunidade reúne gestores públicos responsáveis por políticas destinadas a bebês e crianças de até seis anos. A proposta busca fortalecer a implementação da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI) por meio de cooperação entre os entes federados, troca de experiências e desenvolvimento de capacidades institucionais para planejar, executar, monitorar e avaliar ações voltadas à infância.


A importância dessa articulação entre políticas públicas, escolas, famílias e comunidade destacou-se na 24ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Ao longo da programação da Flipinha e da FlipEduca, educadores, escritores e artistas compartilharam experiências que mostram como o incentivo à leitura desde os primeiros anos de vida pode transformar a relação das crianças com a aprendizagem e a cultura.


Para a atriz, educadora e pesquisadora em teatro, música, dança e literatura Cláudia Ribeiro, arte e educação caminham juntas no desenvolvimento infantil. Em seu trabalho, ela dirige grupos de teatro compostos por crianças, no contraturno escolar, que produzem espetáculos apresentados em escolas do município. A iniciativa aproxima os estudantes à literatura por meio da interpretação, criatividade e experiência artística, ao mesmo tempo em que incentiva a leitura e fortalece a participação das famílias no processo educativo.


'Esse trabalho ajuda a formar a plateia e despertar o interesse das crianças ao incentivá-las a produzir arte e, principalmente, a entrar no mundo da leitura. No teatro, eu estou sempre incentivando o ato de ler, porque é importante ler o texto, entender o personagem, interpretar as intenções das falas. Quando as famílias entendem que esse processo de junção de arte e educação é muito produtivo e benéfico para as crianças, elas dão a mão para a gente, enquanto educadoras e artistas, e aí a criança só tem a ganhar com tudo isso'.


As experiências apresentadas na Flip reforçam que o acesso à literatura também passa pelo fortalecimento dos vínculos familiares. A escritora, poeta e produtora cultural Elisa Pereira, que vive em Paraty e é autora do livro infantil Quintal do Vô Benê, explica que o contato com os livros pode começar ainda na primeira infância − e até antes do nascimento. Em sua obra, ela escolheu retratar um avô como personagem central para destacar que o cuidado, o afeto e a transmissão de conhecimentos também fazem parte do papel dos homens na criação das crianças.


'Eu acho que é fundamental. Eu cresci, na verdade, sem essa vivência. Eu não tive mãe ou pai que lessem para mim, mas eu percebo a diferença entre crianças que, desde pequenas − hoje em dia, a gente sabe que pode ler até para os bebês −, tiveram acesso à leitura, e crianças que não tiveram. Eu acho que é fundamental o papel da mãe, do pai e dos cuidadores, de uma forma geral, nessa formação de leitores'.


A professora da rede municipal do Rio de Janeiro Glaucia Abreu, que atua com contação de histórias e literatura na infância, observa que muitas crianças têm seu primeiro contato sistemático com os livros no ambiente escolar. Segundo ela, o hábito da leitura nem sempre está presente no ambiente familiar, o que amplia o papel da escola em despertar a imaginação, a criatividade e o interesse pela literatura. Ao mesmo tempo, ela ressalta que esse trabalho alcança melhores resultados quando a família também participa desse processo.


'Muitas das vezes, a escola introduz esse papel por meio de uma contação simples ou, às vezes, uma contação para dormir para crianças que não vivenciaram isso. Então, a escola está cumprindo um papel que é básico, que aflora a criatividade da criança, assim como a capacidade de ela desenvolver a imaginação e a fantasia, que faz parte do universo infantil. A gente precisa incentivar isso além das portas da escola. A gente precisa incentivar isso na base familiar'.


Os relatos apresentados durante a Flip dialogam com os objetivos da Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância, criada pelo MEC para fortalecer políticas públicas voltadas aos primeiros anos de vida.


As experiências compartilhadas por educadores, artistas e escritores na Flip mostram que formar leitores desde a primeira infância depende da atuação conjunta de escolas, famílias, espaços culturais e políticas públicas.


Ao criar uma rede permanente de cooperação entre gestores, a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância busca fortalecer essa articulação para que mais crianças tenham acesso a experiências de leitura, cultura e aprendizagem desde os primeiros anos de vida.



BRASIL. Ministério da Educação. Como escolas e famílias formam novos leitores. Brasília, 24 jul. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/julho/como-escola s-e-familias-formam-novos-leitores. Acesso em: 11 ago. 2026. Adaptado.

Quanto aos mecanismos de coesão e coerência presentes no texto, analise as asserções a seguir.



I. No trecho 'As experiências apresentadas na Flip reforçam que o acesso à literatura também passa pelo fortalecimento dos vínculos familiares', o termo 'também' contribui para a coesão textual ao estabelecer relação de acréscimo entre essa informação e as ideias apresentadas anteriormente.



PORQUE



II. O termo 'também' indica que o fortalecimento dos vínculos familiares constitui outro aspecto relacionado ao acesso à literatura, além dos elementos anteriormente mencionados no texto.



A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4297244 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como escolas e famílias formam novos leitores



A formação de leitores começa muito antes da alfabetização. O contato com livros, histórias, brincadeiras e manifestações artísticas desde a primeira infância é um direito fundamental das crianças e uma etapa essencial para o desenvolvimento. Nesse contexto, a implementação de políticas públicas possibilita a ampliação do acesso à literatura e garante que mais crianças tenham oportunidades de vivenciar a leitura. Para fortalecer essas ações, o Ministério da Educação (MEC) está formando a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância. Municípios, estados e o Distrito Federal podem aderir à iniciativa até 31 de julho.


Coordenada pela Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), a comunidade reúne gestores públicos responsáveis por políticas destinadas a bebês e crianças de até seis anos. A proposta busca fortalecer a implementação da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI) por meio de cooperação entre os entes federados, troca de experiências e desenvolvimento de capacidades institucionais para planejar, executar, monitorar e avaliar ações voltadas à infância.


A importância dessa articulação entre políticas públicas, escolas, famílias e comunidade destacou-se na 24ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Ao longo da programação da Flipinha e da FlipEduca, educadores, escritores e artistas compartilharam experiências que mostram como o incentivo à leitura desde os primeiros anos de vida pode transformar a relação das crianças com a aprendizagem e a cultura.


Para a atriz, educadora e pesquisadora em teatro, música, dança e literatura Cláudia Ribeiro, arte e educação caminham juntas no desenvolvimento infantil. Em seu trabalho, ela dirige grupos de teatro compostos por crianças, no contraturno escolar, que produzem espetáculos apresentados em escolas do município. A iniciativa aproxima os estudantes à literatura por meio da interpretação, criatividade e experiência artística, ao mesmo tempo em que incentiva a leitura e fortalece a participação das famílias no processo educativo.


'Esse trabalho ajuda a formar a plateia e despertar o interesse das crianças ao incentivá-las a produzir arte e, principalmente, a entrar no mundo da leitura. No teatro, eu estou sempre incentivando o ato de ler, porque é importante ler o texto, entender o personagem, interpretar as intenções das falas. Quando as famílias entendem que esse processo de junção de arte e educação é muito produtivo e benéfico para as crianças, elas dão a mão para a gente, enquanto educadoras e artistas, e aí a criança só tem a ganhar com tudo isso'.


As experiências apresentadas na Flip reforçam que o acesso à literatura também passa pelo fortalecimento dos vínculos familiares. A escritora, poeta e produtora cultural Elisa Pereira, que vive em Paraty e é autora do livro infantil Quintal do Vô Benê, explica que o contato com os livros pode começar ainda na primeira infância − e até antes do nascimento. Em sua obra, ela escolheu retratar um avô como personagem central para destacar que o cuidado, o afeto e a transmissão de conhecimentos também fazem parte do papel dos homens na criação das crianças.


'Eu acho que é fundamental. Eu cresci, na verdade, sem essa vivência. Eu não tive mãe ou pai que lessem para mim, mas eu percebo a diferença entre crianças que, desde pequenas − hoje em dia, a gente sabe que pode ler até para os bebês −, tiveram acesso à leitura, e crianças que não tiveram. Eu acho que é fundamental o papel da mãe, do pai e dos cuidadores, de uma forma geral, nessa formação de leitores'.


A professora da rede municipal do Rio de Janeiro Glaucia Abreu, que atua com contação de histórias e literatura na infância, observa que muitas crianças têm seu primeiro contato sistemático com os livros no ambiente escolar. Segundo ela, o hábito da leitura nem sempre está presente no ambiente familiar, o que amplia o papel da escola em despertar a imaginação, a criatividade e o interesse pela literatura. Ao mesmo tempo, ela ressalta que esse trabalho alcança melhores resultados quando a família também participa desse processo.


'Muitas das vezes, a escola introduz esse papel por meio de uma contação simples ou, às vezes, uma contação para dormir para crianças que não vivenciaram isso. Então, a escola está cumprindo um papel que é básico, que aflora a criatividade da criança, assim como a capacidade de ela desenvolver a imaginação e a fantasia, que faz parte do universo infantil. A gente precisa incentivar isso além das portas da escola. A gente precisa incentivar isso na base familiar'.


Os relatos apresentados durante a Flip dialogam com os objetivos da Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância, criada pelo MEC para fortalecer políticas públicas voltadas aos primeiros anos de vida.


As experiências compartilhadas por educadores, artistas e escritores na Flip mostram que formar leitores desde a primeira infância depende da atuação conjunta de escolas, famílias, espaços culturais e políticas públicas.


Ao criar uma rede permanente de cooperação entre gestores, a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância busca fortalecer essa articulação para que mais crianças tenham acesso a experiências de leitura, cultura e aprendizagem desde os primeiros anos de vida.



BRASIL. Ministério da Educação. Como escolas e famílias formam novos leitores. Brasília, 24 jul. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/julho/como-escola s-e-familias-formam-novos-leitores. Acesso em: 11 ago. 2026. Adaptado.

"O contato com livros, histórias, brincadeiras e manifestações artísticas desde a primeira infância é um direito fundamental das crianças e uma etapa essencial para o desenvolvimento."



Assinale a alternativa correta quanto à classificação do predicado nesse trecho.

Alternativas
Q4297243 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como escolas e famílias formam novos leitores



A formação de leitores começa muito antes da alfabetização. O contato com livros, histórias, brincadeiras e manifestações artísticas desde a primeira infância é um direito fundamental das crianças e uma etapa essencial para o desenvolvimento. Nesse contexto, a implementação de políticas públicas possibilita a ampliação do acesso à literatura e garante que mais crianças tenham oportunidades de vivenciar a leitura. Para fortalecer essas ações, o Ministério da Educação (MEC) está formando a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância. Municípios, estados e o Distrito Federal podem aderir à iniciativa até 31 de julho.


Coordenada pela Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), a comunidade reúne gestores públicos responsáveis por políticas destinadas a bebês e crianças de até seis anos. A proposta busca fortalecer a implementação da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI) por meio de cooperação entre os entes federados, troca de experiências e desenvolvimento de capacidades institucionais para planejar, executar, monitorar e avaliar ações voltadas à infância.


A importância dessa articulação entre políticas públicas, escolas, famílias e comunidade destacou-se na 24ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Ao longo da programação da Flipinha e da FlipEduca, educadores, escritores e artistas compartilharam experiências que mostram como o incentivo à leitura desde os primeiros anos de vida pode transformar a relação das crianças com a aprendizagem e a cultura.


Para a atriz, educadora e pesquisadora em teatro, música, dança e literatura Cláudia Ribeiro, arte e educação caminham juntas no desenvolvimento infantil. Em seu trabalho, ela dirige grupos de teatro compostos por crianças, no contraturno escolar, que produzem espetáculos apresentados em escolas do município. A iniciativa aproxima os estudantes à literatura por meio da interpretação, criatividade e experiência artística, ao mesmo tempo em que incentiva a leitura e fortalece a participação das famílias no processo educativo.


'Esse trabalho ajuda a formar a plateia e despertar o interesse das crianças ao incentivá-las a produzir arte e, principalmente, a entrar no mundo da leitura. No teatro, eu estou sempre incentivando o ato de ler, porque é importante ler o texto, entender o personagem, interpretar as intenções das falas. Quando as famílias entendem que esse processo de junção de arte e educação é muito produtivo e benéfico para as crianças, elas dão a mão para a gente, enquanto educadoras e artistas, e aí a criança só tem a ganhar com tudo isso'.


As experiências apresentadas na Flip reforçam que o acesso à literatura também passa pelo fortalecimento dos vínculos familiares. A escritora, poeta e produtora cultural Elisa Pereira, que vive em Paraty e é autora do livro infantil Quintal do Vô Benê, explica que o contato com os livros pode começar ainda na primeira infância − e até antes do nascimento. Em sua obra, ela escolheu retratar um avô como personagem central para destacar que o cuidado, o afeto e a transmissão de conhecimentos também fazem parte do papel dos homens na criação das crianças.


'Eu acho que é fundamental. Eu cresci, na verdade, sem essa vivência. Eu não tive mãe ou pai que lessem para mim, mas eu percebo a diferença entre crianças que, desde pequenas − hoje em dia, a gente sabe que pode ler até para os bebês −, tiveram acesso à leitura, e crianças que não tiveram. Eu acho que é fundamental o papel da mãe, do pai e dos cuidadores, de uma forma geral, nessa formação de leitores'.


A professora da rede municipal do Rio de Janeiro Glaucia Abreu, que atua com contação de histórias e literatura na infância, observa que muitas crianças têm seu primeiro contato sistemático com os livros no ambiente escolar. Segundo ela, o hábito da leitura nem sempre está presente no ambiente familiar, o que amplia o papel da escola em despertar a imaginação, a criatividade e o interesse pela literatura. Ao mesmo tempo, ela ressalta que esse trabalho alcança melhores resultados quando a família também participa desse processo.


'Muitas das vezes, a escola introduz esse papel por meio de uma contação simples ou, às vezes, uma contação para dormir para crianças que não vivenciaram isso. Então, a escola está cumprindo um papel que é básico, que aflora a criatividade da criança, assim como a capacidade de ela desenvolver a imaginação e a fantasia, que faz parte do universo infantil. A gente precisa incentivar isso além das portas da escola. A gente precisa incentivar isso na base familiar'.


Os relatos apresentados durante a Flip dialogam com os objetivos da Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância, criada pelo MEC para fortalecer políticas públicas voltadas aos primeiros anos de vida.


As experiências compartilhadas por educadores, artistas e escritores na Flip mostram que formar leitores desde a primeira infância depende da atuação conjunta de escolas, famílias, espaços culturais e políticas públicas.


Ao criar uma rede permanente de cooperação entre gestores, a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância busca fortalecer essa articulação para que mais crianças tenham acesso a experiências de leitura, cultura e aprendizagem desde os primeiros anos de vida.



BRASIL. Ministério da Educação. Como escolas e famílias formam novos leitores. Brasília, 24 jul. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/julho/como-escola s-e-familias-formam-novos-leitores. Acesso em: 11 ago. 2026. Adaptado.

"Coordenada pela Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), a comunidade reúne gestores públicos responsáveis por políticas destinadas a bebês e crianças de até seis anos."


Com base nas regras de acentuação, analise as afirmativas a seguir:



I. O vocábulo 'reúne' é uma paroxítona que recebe acento pela regra do 'i' tônico que forma hiato com a vogal anterior, regra que se aplica também às proparoxítonas e às oxítonas.


II.O vocábulo 'bebês' recebe acento para se diferenciar da forma verbal 'bebes', uma vez que essas palavras apresentam a mesma tonicidade.


III.O vocábulo 'seis' é uma paroxítona terminada em ditongo decrescente, por isso não leva acento.


IV. O vocábulo 'subsecretaria' é uma paroxítona terminada em 'a', motivo pelo qual não leva acento.



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q4297242 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como escolas e famílias formam novos leitores



A formação de leitores começa muito antes da alfabetização. O contato com livros, histórias, brincadeiras e manifestações artísticas desde a primeira infância é um direito fundamental das crianças e uma etapa essencial para o desenvolvimento. Nesse contexto, a implementação de políticas públicas possibilita a ampliação do acesso à literatura e garante que mais crianças tenham oportunidades de vivenciar a leitura. Para fortalecer essas ações, o Ministério da Educação (MEC) está formando a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância. Municípios, estados e o Distrito Federal podem aderir à iniciativa até 31 de julho.


Coordenada pela Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), a comunidade reúne gestores públicos responsáveis por políticas destinadas a bebês e crianças de até seis anos. A proposta busca fortalecer a implementação da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI) por meio de cooperação entre os entes federados, troca de experiências e desenvolvimento de capacidades institucionais para planejar, executar, monitorar e avaliar ações voltadas à infância.


A importância dessa articulação entre políticas públicas, escolas, famílias e comunidade destacou-se na 24ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Ao longo da programação da Flipinha e da FlipEduca, educadores, escritores e artistas compartilharam experiências que mostram como o incentivo à leitura desde os primeiros anos de vida pode transformar a relação das crianças com a aprendizagem e a cultura.


Para a atriz, educadora e pesquisadora em teatro, música, dança e literatura Cláudia Ribeiro, arte e educação caminham juntas no desenvolvimento infantil. Em seu trabalho, ela dirige grupos de teatro compostos por crianças, no contraturno escolar, que produzem espetáculos apresentados em escolas do município. A iniciativa aproxima os estudantes à literatura por meio da interpretação, criatividade e experiência artística, ao mesmo tempo em que incentiva a leitura e fortalece a participação das famílias no processo educativo.


'Esse trabalho ajuda a formar a plateia e despertar o interesse das crianças ao incentivá-las a produzir arte e, principalmente, a entrar no mundo da leitura. No teatro, eu estou sempre incentivando o ato de ler, porque é importante ler o texto, entender o personagem, interpretar as intenções das falas. Quando as famílias entendem que esse processo de junção de arte e educação é muito produtivo e benéfico para as crianças, elas dão a mão para a gente, enquanto educadoras e artistas, e aí a criança só tem a ganhar com tudo isso'.


As experiências apresentadas na Flip reforçam que o acesso à literatura também passa pelo fortalecimento dos vínculos familiares. A escritora, poeta e produtora cultural Elisa Pereira, que vive em Paraty e é autora do livro infantil Quintal do Vô Benê, explica que o contato com os livros pode começar ainda na primeira infância − e até antes do nascimento. Em sua obra, ela escolheu retratar um avô como personagem central para destacar que o cuidado, o afeto e a transmissão de conhecimentos também fazem parte do papel dos homens na criação das crianças.


'Eu acho que é fundamental. Eu cresci, na verdade, sem essa vivência. Eu não tive mãe ou pai que lessem para mim, mas eu percebo a diferença entre crianças que, desde pequenas − hoje em dia, a gente sabe que pode ler até para os bebês −, tiveram acesso à leitura, e crianças que não tiveram. Eu acho que é fundamental o papel da mãe, do pai e dos cuidadores, de uma forma geral, nessa formação de leitores'.


A professora da rede municipal do Rio de Janeiro Glaucia Abreu, que atua com contação de histórias e literatura na infância, observa que muitas crianças têm seu primeiro contato sistemático com os livros no ambiente escolar. Segundo ela, o hábito da leitura nem sempre está presente no ambiente familiar, o que amplia o papel da escola em despertar a imaginação, a criatividade e o interesse pela literatura. Ao mesmo tempo, ela ressalta que esse trabalho alcança melhores resultados quando a família também participa desse processo.


'Muitas das vezes, a escola introduz esse papel por meio de uma contação simples ou, às vezes, uma contação para dormir para crianças que não vivenciaram isso. Então, a escola está cumprindo um papel que é básico, que aflora a criatividade da criança, assim como a capacidade de ela desenvolver a imaginação e a fantasia, que faz parte do universo infantil. A gente precisa incentivar isso além das portas da escola. A gente precisa incentivar isso na base familiar'.


Os relatos apresentados durante a Flip dialogam com os objetivos da Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância, criada pelo MEC para fortalecer políticas públicas voltadas aos primeiros anos de vida.


As experiências compartilhadas por educadores, artistas e escritores na Flip mostram que formar leitores desde a primeira infância depende da atuação conjunta de escolas, famílias, espaços culturais e políticas públicas.


Ao criar uma rede permanente de cooperação entre gestores, a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância busca fortalecer essa articulação para que mais crianças tenham acesso a experiências de leitura, cultura e aprendizagem desde os primeiros anos de vida.



BRASIL. Ministério da Educação. Como escolas e famílias formam novos leitores. Brasília, 24 jul. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/julho/como-escola s-e-familias-formam-novos-leitores. Acesso em: 11 ago. 2026. Adaptado.

"A iniciativa aproxima os estudantes à literatura por meio da interpretação, criatividade e experiência artística, ao mesmo tempo em que incentiva a leitura e fortalece a participação das famílias no processo educativo."



Com base na regência do verbo 'aproximar', no trecho, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4297241 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como escolas e famílias formam novos leitores



A formação de leitores começa muito antes da alfabetização. O contato com livros, histórias, brincadeiras e manifestações artísticas desde a primeira infância é um direito fundamental das crianças e uma etapa essencial para o desenvolvimento. Nesse contexto, a implementação de políticas públicas possibilita a ampliação do acesso à literatura e garante que mais crianças tenham oportunidades de vivenciar a leitura. Para fortalecer essas ações, o Ministério da Educação (MEC) está formando a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância. Municípios, estados e o Distrito Federal podem aderir à iniciativa até 31 de julho.


Coordenada pela Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), a comunidade reúne gestores públicos responsáveis por políticas destinadas a bebês e crianças de até seis anos. A proposta busca fortalecer a implementação da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI) por meio de cooperação entre os entes federados, troca de experiências e desenvolvimento de capacidades institucionais para planejar, executar, monitorar e avaliar ações voltadas à infância.


A importância dessa articulação entre políticas públicas, escolas, famílias e comunidade destacou-se na 24ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Ao longo da programação da Flipinha e da FlipEduca, educadores, escritores e artistas compartilharam experiências que mostram como o incentivo à leitura desde os primeiros anos de vida pode transformar a relação das crianças com a aprendizagem e a cultura.


Para a atriz, educadora e pesquisadora em teatro, música, dança e literatura Cláudia Ribeiro, arte e educação caminham juntas no desenvolvimento infantil. Em seu trabalho, ela dirige grupos de teatro compostos por crianças, no contraturno escolar, que produzem espetáculos apresentados em escolas do município. A iniciativa aproxima os estudantes à literatura por meio da interpretação, criatividade e experiência artística, ao mesmo tempo em que incentiva a leitura e fortalece a participação das famílias no processo educativo.


'Esse trabalho ajuda a formar a plateia e despertar o interesse das crianças ao incentivá-las a produzir arte e, principalmente, a entrar no mundo da leitura. No teatro, eu estou sempre incentivando o ato de ler, porque é importante ler o texto, entender o personagem, interpretar as intenções das falas. Quando as famílias entendem que esse processo de junção de arte e educação é muito produtivo e benéfico para as crianças, elas dão a mão para a gente, enquanto educadoras e artistas, e aí a criança só tem a ganhar com tudo isso'.


As experiências apresentadas na Flip reforçam que o acesso à literatura também passa pelo fortalecimento dos vínculos familiares. A escritora, poeta e produtora cultural Elisa Pereira, que vive em Paraty e é autora do livro infantil Quintal do Vô Benê, explica que o contato com os livros pode começar ainda na primeira infância − e até antes do nascimento. Em sua obra, ela escolheu retratar um avô como personagem central para destacar que o cuidado, o afeto e a transmissão de conhecimentos também fazem parte do papel dos homens na criação das crianças.


'Eu acho que é fundamental. Eu cresci, na verdade, sem essa vivência. Eu não tive mãe ou pai que lessem para mim, mas eu percebo a diferença entre crianças que, desde pequenas − hoje em dia, a gente sabe que pode ler até para os bebês −, tiveram acesso à leitura, e crianças que não tiveram. Eu acho que é fundamental o papel da mãe, do pai e dos cuidadores, de uma forma geral, nessa formação de leitores'.


A professora da rede municipal do Rio de Janeiro Glaucia Abreu, que atua com contação de histórias e literatura na infância, observa que muitas crianças têm seu primeiro contato sistemático com os livros no ambiente escolar. Segundo ela, o hábito da leitura nem sempre está presente no ambiente familiar, o que amplia o papel da escola em despertar a imaginação, a criatividade e o interesse pela literatura. Ao mesmo tempo, ela ressalta que esse trabalho alcança melhores resultados quando a família também participa desse processo.


'Muitas das vezes, a escola introduz esse papel por meio de uma contação simples ou, às vezes, uma contação para dormir para crianças que não vivenciaram isso. Então, a escola está cumprindo um papel que é básico, que aflora a criatividade da criança, assim como a capacidade de ela desenvolver a imaginação e a fantasia, que faz parte do universo infantil. A gente precisa incentivar isso além das portas da escola. A gente precisa incentivar isso na base familiar'.


Os relatos apresentados durante a Flip dialogam com os objetivos da Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância, criada pelo MEC para fortalecer políticas públicas voltadas aos primeiros anos de vida.


As experiências compartilhadas por educadores, artistas e escritores na Flip mostram que formar leitores desde a primeira infância depende da atuação conjunta de escolas, famílias, espaços culturais e políticas públicas.


Ao criar uma rede permanente de cooperação entre gestores, a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância busca fortalecer essa articulação para que mais crianças tenham acesso a experiências de leitura, cultura e aprendizagem desde os primeiros anos de vida.



BRASIL. Ministério da Educação. Como escolas e famílias formam novos leitores. Brasília, 24 jul. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/julho/como-escola s-e-familias-formam-novos-leitores. Acesso em: 11 ago. 2026. Adaptado.

"Coordenada pela Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), a comunidade reúne gestores públicos responsáveis por políticas destinadas a bebês e crianças de até seis anos."



Considerando a estrutura sintática do trecho, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4297240 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como escolas e famílias formam novos leitores



A formação de leitores começa muito antes da alfabetização. O contato com livros, histórias, brincadeiras e manifestações artísticas desde a primeira infância é um direito fundamental das crianças e uma etapa essencial para o desenvolvimento. Nesse contexto, a implementação de políticas públicas possibilita a ampliação do acesso à literatura e garante que mais crianças tenham oportunidades de vivenciar a leitura. Para fortalecer essas ações, o Ministério da Educação (MEC) está formando a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância. Municípios, estados e o Distrito Federal podem aderir à iniciativa até 31 de julho.


Coordenada pela Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), a comunidade reúne gestores públicos responsáveis por políticas destinadas a bebês e crianças de até seis anos. A proposta busca fortalecer a implementação da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI) por meio de cooperação entre os entes federados, troca de experiências e desenvolvimento de capacidades institucionais para planejar, executar, monitorar e avaliar ações voltadas à infância.


A importância dessa articulação entre políticas públicas, escolas, famílias e comunidade destacou-se na 24ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Ao longo da programação da Flipinha e da FlipEduca, educadores, escritores e artistas compartilharam experiências que mostram como o incentivo à leitura desde os primeiros anos de vida pode transformar a relação das crianças com a aprendizagem e a cultura.


Para a atriz, educadora e pesquisadora em teatro, música, dança e literatura Cláudia Ribeiro, arte e educação caminham juntas no desenvolvimento infantil. Em seu trabalho, ela dirige grupos de teatro compostos por crianças, no contraturno escolar, que produzem espetáculos apresentados em escolas do município. A iniciativa aproxima os estudantes à literatura por meio da interpretação, criatividade e experiência artística, ao mesmo tempo em que incentiva a leitura e fortalece a participação das famílias no processo educativo.


'Esse trabalho ajuda a formar a plateia e despertar o interesse das crianças ao incentivá-las a produzir arte e, principalmente, a entrar no mundo da leitura. No teatro, eu estou sempre incentivando o ato de ler, porque é importante ler o texto, entender o personagem, interpretar as intenções das falas. Quando as famílias entendem que esse processo de junção de arte e educação é muito produtivo e benéfico para as crianças, elas dão a mão para a gente, enquanto educadoras e artistas, e aí a criança só tem a ganhar com tudo isso'.


As experiências apresentadas na Flip reforçam que o acesso à literatura também passa pelo fortalecimento dos vínculos familiares. A escritora, poeta e produtora cultural Elisa Pereira, que vive em Paraty e é autora do livro infantil Quintal do Vô Benê, explica que o contato com os livros pode começar ainda na primeira infância − e até antes do nascimento. Em sua obra, ela escolheu retratar um avô como personagem central para destacar que o cuidado, o afeto e a transmissão de conhecimentos também fazem parte do papel dos homens na criação das crianças.


'Eu acho que é fundamental. Eu cresci, na verdade, sem essa vivência. Eu não tive mãe ou pai que lessem para mim, mas eu percebo a diferença entre crianças que, desde pequenas − hoje em dia, a gente sabe que pode ler até para os bebês −, tiveram acesso à leitura, e crianças que não tiveram. Eu acho que é fundamental o papel da mãe, do pai e dos cuidadores, de uma forma geral, nessa formação de leitores'.


A professora da rede municipal do Rio de Janeiro Glaucia Abreu, que atua com contação de histórias e literatura na infância, observa que muitas crianças têm seu primeiro contato sistemático com os livros no ambiente escolar. Segundo ela, o hábito da leitura nem sempre está presente no ambiente familiar, o que amplia o papel da escola em despertar a imaginação, a criatividade e o interesse pela literatura. Ao mesmo tempo, ela ressalta que esse trabalho alcança melhores resultados quando a família também participa desse processo.


'Muitas das vezes, a escola introduz esse papel por meio de uma contação simples ou, às vezes, uma contação para dormir para crianças que não vivenciaram isso. Então, a escola está cumprindo um papel que é básico, que aflora a criatividade da criança, assim como a capacidade de ela desenvolver a imaginação e a fantasia, que faz parte do universo infantil. A gente precisa incentivar isso além das portas da escola. A gente precisa incentivar isso na base familiar'.


Os relatos apresentados durante a Flip dialogam com os objetivos da Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância, criada pelo MEC para fortalecer políticas públicas voltadas aos primeiros anos de vida.


As experiências compartilhadas por educadores, artistas e escritores na Flip mostram que formar leitores desde a primeira infância depende da atuação conjunta de escolas, famílias, espaços culturais e políticas públicas.


Ao criar uma rede permanente de cooperação entre gestores, a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância busca fortalecer essa articulação para que mais crianças tenham acesso a experiências de leitura, cultura e aprendizagem desde os primeiros anos de vida.



BRASIL. Ministério da Educação. Como escolas e famílias formam novos leitores. Brasília, 24 jul. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/julho/como-escola s-e-familias-formam-novos-leitores. Acesso em: 11 ago. 2026. Adaptado.

"Coordenada pela Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI)...".


O vocábulo 'subsecretaria' está grafado corretamente sem hífen. Com base nas regras de emprego do hífen, complete as lacunas a seguir com palavras grafadas corretamente, com ou sem hífen.



I. A política busca fortalecer a cooperação entre os entes federados por meio de ações _______________.


II. O projeto prevê o acompanhamento _______________ das crianças matriculadas na rede pública.


III. A gestão conta com apoio de uma equipe _______________ na avaliação das políticas.


IV. O programa contempla também ações de caráter _______________, voltadas às famílias. 



Assinale a alternativa que apresenta as palavras que completam corretamente as lacunas.

Alternativas
Q4297239 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como escolas e famílias formam novos leitores



A formação de leitores começa muito antes da alfabetização. O contato com livros, histórias, brincadeiras e manifestações artísticas desde a primeira infância é um direito fundamental das crianças e uma etapa essencial para o desenvolvimento. Nesse contexto, a implementação de políticas públicas possibilita a ampliação do acesso à literatura e garante que mais crianças tenham oportunidades de vivenciar a leitura. Para fortalecer essas ações, o Ministério da Educação (MEC) está formando a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância. Municípios, estados e o Distrito Federal podem aderir à iniciativa até 31 de julho.


Coordenada pela Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), a comunidade reúne gestores públicos responsáveis por políticas destinadas a bebês e crianças de até seis anos. A proposta busca fortalecer a implementação da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI) por meio de cooperação entre os entes federados, troca de experiências e desenvolvimento de capacidades institucionais para planejar, executar, monitorar e avaliar ações voltadas à infância.


A importância dessa articulação entre políticas públicas, escolas, famílias e comunidade destacou-se na 24ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Ao longo da programação da Flipinha e da FlipEduca, educadores, escritores e artistas compartilharam experiências que mostram como o incentivo à leitura desde os primeiros anos de vida pode transformar a relação das crianças com a aprendizagem e a cultura.


Para a atriz, educadora e pesquisadora em teatro, música, dança e literatura Cláudia Ribeiro, arte e educação caminham juntas no desenvolvimento infantil. Em seu trabalho, ela dirige grupos de teatro compostos por crianças, no contraturno escolar, que produzem espetáculos apresentados em escolas do município. A iniciativa aproxima os estudantes à literatura por meio da interpretação, criatividade e experiência artística, ao mesmo tempo em que incentiva a leitura e fortalece a participação das famílias no processo educativo.


'Esse trabalho ajuda a formar a plateia e despertar o interesse das crianças ao incentivá-las a produzir arte e, principalmente, a entrar no mundo da leitura. No teatro, eu estou sempre incentivando o ato de ler, porque é importante ler o texto, entender o personagem, interpretar as intenções das falas. Quando as famílias entendem que esse processo de junção de arte e educação é muito produtivo e benéfico para as crianças, elas dão a mão para a gente, enquanto educadoras e artistas, e aí a criança só tem a ganhar com tudo isso'.


As experiências apresentadas na Flip reforçam que o acesso à literatura também passa pelo fortalecimento dos vínculos familiares. A escritora, poeta e produtora cultural Elisa Pereira, que vive em Paraty e é autora do livro infantil Quintal do Vô Benê, explica que o contato com os livros pode começar ainda na primeira infância − e até antes do nascimento. Em sua obra, ela escolheu retratar um avô como personagem central para destacar que o cuidado, o afeto e a transmissão de conhecimentos também fazem parte do papel dos homens na criação das crianças.


'Eu acho que é fundamental. Eu cresci, na verdade, sem essa vivência. Eu não tive mãe ou pai que lessem para mim, mas eu percebo a diferença entre crianças que, desde pequenas − hoje em dia, a gente sabe que pode ler até para os bebês −, tiveram acesso à leitura, e crianças que não tiveram. Eu acho que é fundamental o papel da mãe, do pai e dos cuidadores, de uma forma geral, nessa formação de leitores'.


A professora da rede municipal do Rio de Janeiro Glaucia Abreu, que atua com contação de histórias e literatura na infância, observa que muitas crianças têm seu primeiro contato sistemático com os livros no ambiente escolar. Segundo ela, o hábito da leitura nem sempre está presente no ambiente familiar, o que amplia o papel da escola em despertar a imaginação, a criatividade e o interesse pela literatura. Ao mesmo tempo, ela ressalta que esse trabalho alcança melhores resultados quando a família também participa desse processo.


'Muitas das vezes, a escola introduz esse papel por meio de uma contação simples ou, às vezes, uma contação para dormir para crianças que não vivenciaram isso. Então, a escola está cumprindo um papel que é básico, que aflora a criatividade da criança, assim como a capacidade de ela desenvolver a imaginação e a fantasia, que faz parte do universo infantil. A gente precisa incentivar isso além das portas da escola. A gente precisa incentivar isso na base familiar'.


Os relatos apresentados durante a Flip dialogam com os objetivos da Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância, criada pelo MEC para fortalecer políticas públicas voltadas aos primeiros anos de vida.


As experiências compartilhadas por educadores, artistas e escritores na Flip mostram que formar leitores desde a primeira infância depende da atuação conjunta de escolas, famílias, espaços culturais e políticas públicas.


Ao criar uma rede permanente de cooperação entre gestores, a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância busca fortalecer essa articulação para que mais crianças tenham acesso a experiências de leitura, cultura e aprendizagem desde os primeiros anos de vida.



BRASIL. Ministério da Educação. Como escolas e famílias formam novos leitores. Brasília, 24 jul. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/julho/como-escola s-e-familias-formam-novos-leitores. Acesso em: 11 ago. 2026. Adaptado.

"As experiências compartilhadas por educadores, artistas e escritores na Flip mostram que formar leitores desde a primeira infância depende da atuação conjunta de escolas, famílias, espaços culturais e políticas públicas."


Com base nas regras de concordância, analise as asserções a seguir.



I. A forma verbal 'mostram' está corretamente flexionada no plural, assim como a forma verbal 'depende' está corretamente flexionada no singular.



PORQUE



II. O verbo 'mostrar' apresenta sujeito composto, formado por mais de um núcleo, o que justifica sua flexão no plural, enquanto o verbo 'depender' tem como sujeito uma oração reduzida de infinitivo, o que justifica a flexão no singular.



A respeito das asserções, assinale a alternativa correta

Alternativas
Q4297147 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo


A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.


Dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) mostram que 47% dos currículos nacionais de 100 países não mencionam  tema, enquanto 20% dos professores afirmam não se sentir preparados para orientar os alunos.


No Brasil, esse cenário tem impulsionado iniciativas voltadas à ampliação da educação climática, como a Reconectta, que, por meio do movimento "Escolas pelo Clima", já mobiliza mais de 1 milhão de estudantes e 100 mil educadores em 480 municípios, com foco em ações práticas de engajamento.


Para Livia Ribeiro, sócia-fundadora da Reconectta, a presença do tema na educação formal está em processo de consolidação. "É importante lembrarmos que, embora a ciência estude o aquecimento global há bastante tempo, a emergência climática como pauta presente na sociedade como um todo no debate público, de forma mais latente, é um fenômeno relativamente recente, talvez entre 5 e 10 anos", afirma. Segundo ela, a incorporação do assunto envolve mudanças culturais e estruturais. "O tema ainda é tratado muitas vezes como opcional, como algo que cabe numa semana temática, num projeto de feira de ciências, e não como parte do currículo permanente", comenta.


A preparação dos educadores é um dos pontos centrais nesse processo. Livia destaca que o desafio está relacionado à necessidade de ampliar formação e suporte contínuo. "Essa ausência do tema nos currículos dificulta a compreensão da temática e impede que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e, principalmente, como podem se envolver nas soluções".


Os efeitos das mudanças climáticas já fazem parte da realidade de muitos estudantes. Um relatório do Unicef aponta que, apenas em 2024, mais de um milhão de crianças e jovens brasileiros tiveram os estudos interrompidos por eventos extremos. Nesse contexto, a compreensão do tema ganha relevância. "Essa ausência desse tema nos currículos dificulta a compreensão da temática, que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e principalmente como que eles podem se envolver nas soluções", explica.


Com foco na prática, o movimento "Escolas pelo Clima" propõe que cada instituição desenvolva ao menos uma ação ao longo do ano. "A prática, ela é o coração do movimento", afirma Livia. A iniciativa oferece formações, materiais de apoio e reconhecimento às escolas, além de estimular a troca de experiências entre diferentes regiões.


A proposta também considera as particularidades de cada território. "Não existe receita pronta para que essa prática aconteça nas escolas", ressalta. "A gente dá caminhos, inspirações e uma série de apoio para que essas ações aconteçam de forma muito contextualizada em cada território." Em 2025, cerca de 700 ações foram realizadas no país.


A diversidade de contextos, especialmente na rede pública, que representa 70% das instituições participantes, demanda soluções flexíveis. "O segredo está em transformar a sustentabilidade em uma estratégia institucional, e não apenas em um projeto passageiro, garantindo que esse aprendizado seja continuado", afirma.


Além das escolas, a iniciativa também dialoga com o setor corporativo, conectando programas de responsabilidade social a uma rede já engajada. "Quando a gente age de forma integrada com esses diferentes atores da sociedade, a gente consegue não apenas compromissos de longo prazo, mas resultados sistêmicos e permanentes", diz Livia.


Fonte: NICOLAU, André. Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo. CNN Brasil, [S. l.], 8 jun. 2026.

Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/educacao-climatica-avanca-nas-escolas-mas-ainda-tem-lacunas-no-curriculo/. Acesso em: 9 ago. 2026.

"...enquanto 20% dos professores afirmam não se sentir preparados para orientar os alunos."
Considerando as regras de colocação pronominal, assinale a alternativa correta quanto à posição do pronome reflexivo 'se'.
Alternativas
Q4297146 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo


A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.


Dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) mostram que 47% dos currículos nacionais de 100 países não mencionam  tema, enquanto 20% dos professores afirmam não se sentir preparados para orientar os alunos.


No Brasil, esse cenário tem impulsionado iniciativas voltadas à ampliação da educação climática, como a Reconectta, que, por meio do movimento "Escolas pelo Clima", já mobiliza mais de 1 milhão de estudantes e 100 mil educadores em 480 municípios, com foco em ações práticas de engajamento.


Para Livia Ribeiro, sócia-fundadora da Reconectta, a presença do tema na educação formal está em processo de consolidação. "É importante lembrarmos que, embora a ciência estude o aquecimento global há bastante tempo, a emergência climática como pauta presente na sociedade como um todo no debate público, de forma mais latente, é um fenômeno relativamente recente, talvez entre 5 e 10 anos", afirma. Segundo ela, a incorporação do assunto envolve mudanças culturais e estruturais. "O tema ainda é tratado muitas vezes como opcional, como algo que cabe numa semana temática, num projeto de feira de ciências, e não como parte do currículo permanente", comenta.


A preparação dos educadores é um dos pontos centrais nesse processo. Livia destaca que o desafio está relacionado à necessidade de ampliar formação e suporte contínuo. "Essa ausência do tema nos currículos dificulta a compreensão da temática e impede que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e, principalmente, como podem se envolver nas soluções".


Os efeitos das mudanças climáticas já fazem parte da realidade de muitos estudantes. Um relatório do Unicef aponta que, apenas em 2024, mais de um milhão de crianças e jovens brasileiros tiveram os estudos interrompidos por eventos extremos. Nesse contexto, a compreensão do tema ganha relevância. "Essa ausência desse tema nos currículos dificulta a compreensão da temática, que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e principalmente como que eles podem se envolver nas soluções", explica.


Com foco na prática, o movimento "Escolas pelo Clima" propõe que cada instituição desenvolva ao menos uma ação ao longo do ano. "A prática, ela é o coração do movimento", afirma Livia. A iniciativa oferece formações, materiais de apoio e reconhecimento às escolas, além de estimular a troca de experiências entre diferentes regiões.


A proposta também considera as particularidades de cada território. "Não existe receita pronta para que essa prática aconteça nas escolas", ressalta. "A gente dá caminhos, inspirações e uma série de apoio para que essas ações aconteçam de forma muito contextualizada em cada território." Em 2025, cerca de 700 ações foram realizadas no país.


A diversidade de contextos, especialmente na rede pública, que representa 70% das instituições participantes, demanda soluções flexíveis. "O segredo está em transformar a sustentabilidade em uma estratégia institucional, e não apenas em um projeto passageiro, garantindo que esse aprendizado seja continuado", afirma.


Além das escolas, a iniciativa também dialoga com o setor corporativo, conectando programas de responsabilidade social a uma rede já engajada. "Quando a gente age de forma integrada com esses diferentes atores da sociedade, a gente consegue não apenas compromissos de longo prazo, mas resultados sistêmicos e permanentes", diz Livia.


Fonte: NICOLAU, André. Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo. CNN Brasil, [S. l.], 8 jun. 2026.

Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/educacao-climatica-avanca-nas-escolas-mas-ainda-tem-lacunas-no-curriculo/. Acesso em: 9 ago. 2026.

"Livia destaca que o desafio está relacionado à necessidade de ampliar formação e suporte contínuo."
Considerando as regras de emprego da crase, assinale a alternativa que apresenta uma reescrita, a partir do trecho, com emprego correto do acento indicativo de crase.
Alternativas
Q4297144 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo


A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.


Dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) mostram que 47% dos currículos nacionais de 100 países não mencionam  tema, enquanto 20% dos professores afirmam não se sentir preparados para orientar os alunos.


No Brasil, esse cenário tem impulsionado iniciativas voltadas à ampliação da educação climática, como a Reconectta, que, por meio do movimento "Escolas pelo Clima", já mobiliza mais de 1 milhão de estudantes e 100 mil educadores em 480 municípios, com foco em ações práticas de engajamento.


Para Livia Ribeiro, sócia-fundadora da Reconectta, a presença do tema na educação formal está em processo de consolidação. "É importante lembrarmos que, embora a ciência estude o aquecimento global há bastante tempo, a emergência climática como pauta presente na sociedade como um todo no debate público, de forma mais latente, é um fenômeno relativamente recente, talvez entre 5 e 10 anos", afirma. Segundo ela, a incorporação do assunto envolve mudanças culturais e estruturais. "O tema ainda é tratado muitas vezes como opcional, como algo que cabe numa semana temática, num projeto de feira de ciências, e não como parte do currículo permanente", comenta.


A preparação dos educadores é um dos pontos centrais nesse processo. Livia destaca que o desafio está relacionado à necessidade de ampliar formação e suporte contínuo. "Essa ausência do tema nos currículos dificulta a compreensão da temática e impede que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e, principalmente, como podem se envolver nas soluções".


Os efeitos das mudanças climáticas já fazem parte da realidade de muitos estudantes. Um relatório do Unicef aponta que, apenas em 2024, mais de um milhão de crianças e jovens brasileiros tiveram os estudos interrompidos por eventos extremos. Nesse contexto, a compreensão do tema ganha relevância. "Essa ausência desse tema nos currículos dificulta a compreensão da temática, que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e principalmente como que eles podem se envolver nas soluções", explica.


Com foco na prática, o movimento "Escolas pelo Clima" propõe que cada instituição desenvolva ao menos uma ação ao longo do ano. "A prática, ela é o coração do movimento", afirma Livia. A iniciativa oferece formações, materiais de apoio e reconhecimento às escolas, além de estimular a troca de experiências entre diferentes regiões.


A proposta também considera as particularidades de cada território. "Não existe receita pronta para que essa prática aconteça nas escolas", ressalta. "A gente dá caminhos, inspirações e uma série de apoio para que essas ações aconteçam de forma muito contextualizada em cada território." Em 2025, cerca de 700 ações foram realizadas no país.


A diversidade de contextos, especialmente na rede pública, que representa 70% das instituições participantes, demanda soluções flexíveis. "O segredo está em transformar a sustentabilidade em uma estratégia institucional, e não apenas em um projeto passageiro, garantindo que esse aprendizado seja continuado", afirma.


Além das escolas, a iniciativa também dialoga com o setor corporativo, conectando programas de responsabilidade social a uma rede já engajada. "Quando a gente age de forma integrada com esses diferentes atores da sociedade, a gente consegue não apenas compromissos de longo prazo, mas resultados sistêmicos e permanentes", diz Livia.


Fonte: NICOLAU, André. Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo. CNN Brasil, [S. l.], 8 jun. 2026.

Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/educacao-climatica-avanca-nas-escolas-mas-ainda-tem-lacunas-no-curriculo/. Acesso em: 9 ago. 2026.

"Não existe receita pronta para que essa prática aconteça nas escolas."
Com base na análise sintática do substantivo 'receita', analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4297143 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo


A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.


Dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) mostram que 47% dos currículos nacionais de 100 países não mencionam  tema, enquanto 20% dos professores afirmam não se sentir preparados para orientar os alunos.


No Brasil, esse cenário tem impulsionado iniciativas voltadas à ampliação da educação climática, como a Reconectta, que, por meio do movimento "Escolas pelo Clima", já mobiliza mais de 1 milhão de estudantes e 100 mil educadores em 480 municípios, com foco em ações práticas de engajamento.


Para Livia Ribeiro, sócia-fundadora da Reconectta, a presença do tema na educação formal está em processo de consolidação. "É importante lembrarmos que, embora a ciência estude o aquecimento global há bastante tempo, a emergência climática como pauta presente na sociedade como um todo no debate público, de forma mais latente, é um fenômeno relativamente recente, talvez entre 5 e 10 anos", afirma. Segundo ela, a incorporação do assunto envolve mudanças culturais e estruturais. "O tema ainda é tratado muitas vezes como opcional, como algo que cabe numa semana temática, num projeto de feira de ciências, e não como parte do currículo permanente", comenta.


A preparação dos educadores é um dos pontos centrais nesse processo. Livia destaca que o desafio está relacionado à necessidade de ampliar formação e suporte contínuo. "Essa ausência do tema nos currículos dificulta a compreensão da temática e impede que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e, principalmente, como podem se envolver nas soluções".


Os efeitos das mudanças climáticas já fazem parte da realidade de muitos estudantes. Um relatório do Unicef aponta que, apenas em 2024, mais de um milhão de crianças e jovens brasileiros tiveram os estudos interrompidos por eventos extremos. Nesse contexto, a compreensão do tema ganha relevância. "Essa ausência desse tema nos currículos dificulta a compreensão da temática, que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e principalmente como que eles podem se envolver nas soluções", explica.


Com foco na prática, o movimento "Escolas pelo Clima" propõe que cada instituição desenvolva ao menos uma ação ao longo do ano. "A prática, ela é o coração do movimento", afirma Livia. A iniciativa oferece formações, materiais de apoio e reconhecimento às escolas, além de estimular a troca de experiências entre diferentes regiões.


A proposta também considera as particularidades de cada território. "Não existe receita pronta para que essa prática aconteça nas escolas", ressalta. "A gente dá caminhos, inspirações e uma série de apoio para que essas ações aconteçam de forma muito contextualizada em cada território." Em 2025, cerca de 700 ações foram realizadas no país.


A diversidade de contextos, especialmente na rede pública, que representa 70% das instituições participantes, demanda soluções flexíveis. "O segredo está em transformar a sustentabilidade em uma estratégia institucional, e não apenas em um projeto passageiro, garantindo que esse aprendizado seja continuado", afirma.


Além das escolas, a iniciativa também dialoga com o setor corporativo, conectando programas de responsabilidade social a uma rede já engajada. "Quando a gente age de forma integrada com esses diferentes atores da sociedade, a gente consegue não apenas compromissos de longo prazo, mas resultados sistêmicos e permanentes", diz Livia.


Fonte: NICOLAU, André. Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo. CNN Brasil, [S. l.], 8 jun. 2026.

Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/educacao-climatica-avanca-nas-escolas-mas-ainda-tem-lacunas-no-curriculo/. Acesso em: 9 ago. 2026.

Considerando a classificação dos predicados nos trechos a seguir, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4297142 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo


A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.


Dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) mostram que 47% dos currículos nacionais de 100 países não mencionam  tema, enquanto 20% dos professores afirmam não se sentir preparados para orientar os alunos.


No Brasil, esse cenário tem impulsionado iniciativas voltadas à ampliação da educação climática, como a Reconectta, que, por meio do movimento "Escolas pelo Clima", já mobiliza mais de 1 milhão de estudantes e 100 mil educadores em 480 municípios, com foco em ações práticas de engajamento.


Para Livia Ribeiro, sócia-fundadora da Reconectta, a presença do tema na educação formal está em processo de consolidação. "É importante lembrarmos que, embora a ciência estude o aquecimento global há bastante tempo, a emergência climática como pauta presente na sociedade como um todo no debate público, de forma mais latente, é um fenômeno relativamente recente, talvez entre 5 e 10 anos", afirma. Segundo ela, a incorporação do assunto envolve mudanças culturais e estruturais. "O tema ainda é tratado muitas vezes como opcional, como algo que cabe numa semana temática, num projeto de feira de ciências, e não como parte do currículo permanente", comenta.


A preparação dos educadores é um dos pontos centrais nesse processo. Livia destaca que o desafio está relacionado à necessidade de ampliar formação e suporte contínuo. "Essa ausência do tema nos currículos dificulta a compreensão da temática e impede que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e, principalmente, como podem se envolver nas soluções".


Os efeitos das mudanças climáticas já fazem parte da realidade de muitos estudantes. Um relatório do Unicef aponta que, apenas em 2024, mais de um milhão de crianças e jovens brasileiros tiveram os estudos interrompidos por eventos extremos. Nesse contexto, a compreensão do tema ganha relevância. "Essa ausência desse tema nos currículos dificulta a compreensão da temática, que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e principalmente como que eles podem se envolver nas soluções", explica.


Com foco na prática, o movimento "Escolas pelo Clima" propõe que cada instituição desenvolva ao menos uma ação ao longo do ano. "A prática, ela é o coração do movimento", afirma Livia. A iniciativa oferece formações, materiais de apoio e reconhecimento às escolas, além de estimular a troca de experiências entre diferentes regiões.


A proposta também considera as particularidades de cada território. "Não existe receita pronta para que essa prática aconteça nas escolas", ressalta. "A gente dá caminhos, inspirações e uma série de apoio para que essas ações aconteçam de forma muito contextualizada em cada território." Em 2025, cerca de 700 ações foram realizadas no país.


A diversidade de contextos, especialmente na rede pública, que representa 70% das instituições participantes, demanda soluções flexíveis. "O segredo está em transformar a sustentabilidade em uma estratégia institucional, e não apenas em um projeto passageiro, garantindo que esse aprendizado seja continuado", afirma.


Além das escolas, a iniciativa também dialoga com o setor corporativo, conectando programas de responsabilidade social a uma rede já engajada. "Quando a gente age de forma integrada com esses diferentes atores da sociedade, a gente consegue não apenas compromissos de longo prazo, mas resultados sistêmicos e permanentes", diz Livia.


Fonte: NICOLAU, André. Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo. CNN Brasil, [S. l.], 8 jun. 2026.

Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/educacao-climatica-avanca-nas-escolas-mas-ainda-tem-lacunas-no-curriculo/. Acesso em: 9 ago. 2026.

"Dados da Unesco mostram que 47% dos currículos nacionais de 100 países não mencionam o tema."
Considerando as regras de concordância verbal, analise as reescritas do trecho, com adaptações, de acordo com a norma-padrão.
I.Grande parte dos dados da Unesco mostra que cerca de 47% dos currículos nacionais não mencionam o tema.
II.A maioria dos dados da Unesco mostra que cerca de 47% dos currículos nacionais não menciona o tema.
III.A maioria da pesquisa que apresenta o dado da Unesco mostram que 1% dos currículos nacionais de 100 países não mencionam o tema.
IV.Cerca de 20 informações dos dados da Unesco mostra que 47% dos currículos nacionais não menciona o tema.
Assinale a alternativa que apresenta as orações com concordância correta.
Alternativas
Q4297141 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo


A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.


Dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) mostram que 47% dos currículos nacionais de 100 países não mencionam  tema, enquanto 20% dos professores afirmam não se sentir preparados para orientar os alunos.


No Brasil, esse cenário tem impulsionado iniciativas voltadas à ampliação da educação climática, como a Reconectta, que, por meio do movimento "Escolas pelo Clima", já mobiliza mais de 1 milhão de estudantes e 100 mil educadores em 480 municípios, com foco em ações práticas de engajamento.


Para Livia Ribeiro, sócia-fundadora da Reconectta, a presença do tema na educação formal está em processo de consolidação. "É importante lembrarmos que, embora a ciência estude o aquecimento global há bastante tempo, a emergência climática como pauta presente na sociedade como um todo no debate público, de forma mais latente, é um fenômeno relativamente recente, talvez entre 5 e 10 anos", afirma. Segundo ela, a incorporação do assunto envolve mudanças culturais e estruturais. "O tema ainda é tratado muitas vezes como opcional, como algo que cabe numa semana temática, num projeto de feira de ciências, e não como parte do currículo permanente", comenta.


A preparação dos educadores é um dos pontos centrais nesse processo. Livia destaca que o desafio está relacionado à necessidade de ampliar formação e suporte contínuo. "Essa ausência do tema nos currículos dificulta a compreensão da temática e impede que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e, principalmente, como podem se envolver nas soluções".


Os efeitos das mudanças climáticas já fazem parte da realidade de muitos estudantes. Um relatório do Unicef aponta que, apenas em 2024, mais de um milhão de crianças e jovens brasileiros tiveram os estudos interrompidos por eventos extremos. Nesse contexto, a compreensão do tema ganha relevância. "Essa ausência desse tema nos currículos dificulta a compreensão da temática, que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e principalmente como que eles podem se envolver nas soluções", explica.


Com foco na prática, o movimento "Escolas pelo Clima" propõe que cada instituição desenvolva ao menos uma ação ao longo do ano. "A prática, ela é o coração do movimento", afirma Livia. A iniciativa oferece formações, materiais de apoio e reconhecimento às escolas, além de estimular a troca de experiências entre diferentes regiões.


A proposta também considera as particularidades de cada território. "Não existe receita pronta para que essa prática aconteça nas escolas", ressalta. "A gente dá caminhos, inspirações e uma série de apoio para que essas ações aconteçam de forma muito contextualizada em cada território." Em 2025, cerca de 700 ações foram realizadas no país.


A diversidade de contextos, especialmente na rede pública, que representa 70% das instituições participantes, demanda soluções flexíveis. "O segredo está em transformar a sustentabilidade em uma estratégia institucional, e não apenas em um projeto passageiro, garantindo que esse aprendizado seja continuado", afirma.


Além das escolas, a iniciativa também dialoga com o setor corporativo, conectando programas de responsabilidade social a uma rede já engajada. "Quando a gente age de forma integrada com esses diferentes atores da sociedade, a gente consegue não apenas compromissos de longo prazo, mas resultados sistêmicos e permanentes", diz Livia.


Fonte: NICOLAU, André. Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo. CNN Brasil, [S. l.], 8 jun. 2026.

Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/educacao-climatica-avanca-nas-escolas-mas-ainda-tem-lacunas-no-curriculo/. Acesso em: 9 ago. 2026.

"Um relatório do Unicef aponta que, apenas em 2024, mais de um milhão de crianças e jovens brasileiros tiveram os estudos interrompidos por eventos extremos."
Analise as reescritas e assinale aquela que mantém o sentido essencial e a pontuação adequada.
Alternativas
Q4297140 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo


A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.


Dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) mostram que 47% dos currículos nacionais de 100 países não mencionam  tema, enquanto 20% dos professores afirmam não se sentir preparados para orientar os alunos.


No Brasil, esse cenário tem impulsionado iniciativas voltadas à ampliação da educação climática, como a Reconectta, que, por meio do movimento "Escolas pelo Clima", já mobiliza mais de 1 milhão de estudantes e 100 mil educadores em 480 municípios, com foco em ações práticas de engajamento.


Para Livia Ribeiro, sócia-fundadora da Reconectta, a presença do tema na educação formal está em processo de consolidação. "É importante lembrarmos que, embora a ciência estude o aquecimento global há bastante tempo, a emergência climática como pauta presente na sociedade como um todo no debate público, de forma mais latente, é um fenômeno relativamente recente, talvez entre 5 e 10 anos", afirma. Segundo ela, a incorporação do assunto envolve mudanças culturais e estruturais. "O tema ainda é tratado muitas vezes como opcional, como algo que cabe numa semana temática, num projeto de feira de ciências, e não como parte do currículo permanente", comenta.


A preparação dos educadores é um dos pontos centrais nesse processo. Livia destaca que o desafio está relacionado à necessidade de ampliar formação e suporte contínuo. "Essa ausência do tema nos currículos dificulta a compreensão da temática e impede que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e, principalmente, como podem se envolver nas soluções".


Os efeitos das mudanças climáticas já fazem parte da realidade de muitos estudantes. Um relatório do Unicef aponta que, apenas em 2024, mais de um milhão de crianças e jovens brasileiros tiveram os estudos interrompidos por eventos extremos. Nesse contexto, a compreensão do tema ganha relevância. "Essa ausência desse tema nos currículos dificulta a compreensão da temática, que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e principalmente como que eles podem se envolver nas soluções", explica.


Com foco na prática, o movimento "Escolas pelo Clima" propõe que cada instituição desenvolva ao menos uma ação ao longo do ano. "A prática, ela é o coração do movimento", afirma Livia. A iniciativa oferece formações, materiais de apoio e reconhecimento às escolas, além de estimular a troca de experiências entre diferentes regiões.


A proposta também considera as particularidades de cada território. "Não existe receita pronta para que essa prática aconteça nas escolas", ressalta. "A gente dá caminhos, inspirações e uma série de apoio para que essas ações aconteçam de forma muito contextualizada em cada território." Em 2025, cerca de 700 ações foram realizadas no país.


A diversidade de contextos, especialmente na rede pública, que representa 70% das instituições participantes, demanda soluções flexíveis. "O segredo está em transformar a sustentabilidade em uma estratégia institucional, e não apenas em um projeto passageiro, garantindo que esse aprendizado seja continuado", afirma.


Além das escolas, a iniciativa também dialoga com o setor corporativo, conectando programas de responsabilidade social a uma rede já engajada. "Quando a gente age de forma integrada com esses diferentes atores da sociedade, a gente consegue não apenas compromissos de longo prazo, mas resultados sistêmicos e permanentes", diz Livia.


Fonte: NICOLAU, André. Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo. CNN Brasil, [S. l.], 8 jun. 2026.

Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/educacao-climatica-avanca-nas-escolas-mas-ainda-tem-lacunas-no-curriculo/. Acesso em: 9 ago. 2026.

"...a gente consegue não apenas compromissos de longo prazo, mas resultados sistêmicos e permanentes, diz Livia." Considerando as regras de acentuação referente ao vocábulo 'Livia', analise as asserções a seguir:
I. O vocábulo 'Livia' está corretamente grafado, por se tratar de palavra paroxítona terminada em ditongo decrescente.
PORQUE
II.As palavras paroxítonas terminadas em ditongo decrescente não recebem acento, diferentemente das paroxítonas terminadas em ditongo crescente, que recebem acento.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
521: C
522: D
523: A
524: B
525: C
526: A
527: A
528: D
529: A
530: B
531: A
532: D
533: A
534: B
535: C
536: C
537: D
538: C
539: C
540: D