Questões de Concurso Sobre português

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Q4297376 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Infecções e mortes por HIV caem, mas falta de recursos ameaça avanços


        As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids). No entanto, a organização alerta que este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento. Em todo o mundo foram registrados 1,2 milhão de novas infecções pelo HIV, o que representa uma redução de cerca de 40% desde 2010. Já o número de mortes por aids no ano passado chegou a 570 mil.

        Por outro lado, cresceu o número de novos casos em 21 países e três regiões do mundo. O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios de prevenção em 41% em resposta a esse aumento. O relatório foi divulgado na 26ª Conferência Internacional de Aids, ocorrida em julho, no Brasil.

        A diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima, ressaltou que o fim da epidemia de aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável, graças às inovações científicas, especialmente a profilaxia préexposição (PrEP) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses.

        "Essa é uma das maiores oportunidades que nós temos de acabar com a epidemia. Mas avanços científicos isolados não vão acabar com a aids. Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça. Esses medicamentos continuam fora de alcance para a maioria das pessoas que precisam deles", enfatizou.

        A Unaids estima que 20 milhões de pessoas precisam ter acesso à PrEP injetável de longa duração para que o mundo consiga alcançar a nova meta de acabar com a aids como ameaça de saúde pública até 2030. О compromisso foi firmado pelos países-membros das Nações Unidas há algumas semanas.

        "Isso significa preços acessíveis, competição via genéricos, fabricação regional, transferência de tecnologia, rápida introdução dentro dos programas nacionais", ressalvou Winnie.

        "A ciência fez o seu trabalho, agora, a política precisa fazer o dela. A pergunta não é mais se a gente consegue acabar com a aids, e, sim, se nós escolheremos acabar com a aids. Se isso for realmente implementado, podemos prevenir 3,2 milhões de novas infecções e 1,3 milhão de mortes relacionadas à aids", complementou a diretora-geral da Unaids.

        O primeiro passo para isso é a recomposição dos investimentos globais no tratamento e na prevenção do HIV, defende o programa das Nações Unidas. Os recursos do principal programa de assistência aos países de baixa renda, o Overseas Development Assistance (ODA), caíram 23% em 2025, afetando fortemente os programas de HIV. Alguns países africanos dependem desses recursos para mais de 90% das ações relacionadas à epidemia.

        Isso impacta a oferta de novas tecnologias de prevenção, mas também o tratamento de pessoas já infectadas. Em 2025, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento, proporção que sobe para quase metade entre as crianças.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026- 07/infeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-falta-de-recursos-ameacaavancoS
No terceiro parágrafo, afirma-se que o fim da epidemia de aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável. No contexto em que se insere, a palavra sublinhada assume o sentido de: 
Alternativas
Q4297375 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Infecções e mortes por HIV caem, mas falta de recursos ameaça avanços


        As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids). No entanto, a organização alerta que este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento. Em todo o mundo foram registrados 1,2 milhão de novas infecções pelo HIV, o que representa uma redução de cerca de 40% desde 2010. Já o número de mortes por aids no ano passado chegou a 570 mil.

        Por outro lado, cresceu o número de novos casos em 21 países e três regiões do mundo. O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios de prevenção em 41% em resposta a esse aumento. O relatório foi divulgado na 26ª Conferência Internacional de Aids, ocorrida em julho, no Brasil.

        A diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima, ressaltou que o fim da epidemia de aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável, graças às inovações científicas, especialmente a profilaxia préexposição (PrEP) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses.

        "Essa é uma das maiores oportunidades que nós temos de acabar com a epidemia. Mas avanços científicos isolados não vão acabar com a aids. Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça. Esses medicamentos continuam fora de alcance para a maioria das pessoas que precisam deles", enfatizou.

        A Unaids estima que 20 milhões de pessoas precisam ter acesso à PrEP injetável de longa duração para que o mundo consiga alcançar a nova meta de acabar com a aids como ameaça de saúde pública até 2030. О compromisso foi firmado pelos países-membros das Nações Unidas há algumas semanas.

        "Isso significa preços acessíveis, competição via genéricos, fabricação regional, transferência de tecnologia, rápida introdução dentro dos programas nacionais", ressalvou Winnie.

        "A ciência fez o seu trabalho, agora, a política precisa fazer o dela. A pergunta não é mais se a gente consegue acabar com a aids, e, sim, se nós escolheremos acabar com a aids. Se isso for realmente implementado, podemos prevenir 3,2 milhões de novas infecções e 1,3 milhão de mortes relacionadas à aids", complementou a diretora-geral da Unaids.

        O primeiro passo para isso é a recomposição dos investimentos globais no tratamento e na prevenção do HIV, defende o programa das Nações Unidas. Os recursos do principal programa de assistência aos países de baixa renda, o Overseas Development Assistance (ODA), caíram 23% em 2025, afetando fortemente os programas de HIV. Alguns países africanos dependem desses recursos para mais de 90% das ações relacionadas à epidemia.

        Isso impacta a oferta de novas tecnologias de prevenção, mas também o tratamento de pessoas já infectadas. Em 2025, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento, proporção que sobe para quase metade entre as crianças.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026- 07/infeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-falta-de-recursos-ameacaavancoS
Na estruturação do texto, recorre-se a citações diretas da diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima. O principal efeito argumentativo dessa estratégia discursiva é:
Alternativas
Q4297374 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Infecções e mortes por HIV caem, mas falta de recursos ameaça avanços


        As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids). No entanto, a organização alerta que este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento. Em todo o mundo foram registrados 1,2 milhão de novas infecções pelo HIV, o que representa uma redução de cerca de 40% desde 2010. Já o número de mortes por aids no ano passado chegou a 570 mil.

        Por outro lado, cresceu o número de novos casos em 21 países e três regiões do mundo. O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios de prevenção em 41% em resposta a esse aumento. O relatório foi divulgado na 26ª Conferência Internacional de Aids, ocorrida em julho, no Brasil.

        A diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima, ressaltou que o fim da epidemia de aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável, graças às inovações científicas, especialmente a profilaxia préexposição (PrEP) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses.

        "Essa é uma das maiores oportunidades que nós temos de acabar com a epidemia. Mas avanços científicos isolados não vão acabar com a aids. Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça. Esses medicamentos continuam fora de alcance para a maioria das pessoas que precisam deles", enfatizou.

        A Unaids estima que 20 milhões de pessoas precisam ter acesso à PrEP injetável de longa duração para que o mundo consiga alcançar a nova meta de acabar com a aids como ameaça de saúde pública até 2030. О compromisso foi firmado pelos países-membros das Nações Unidas há algumas semanas.

        "Isso significa preços acessíveis, competição via genéricos, fabricação regional, transferência de tecnologia, rápida introdução dentro dos programas nacionais", ressalvou Winnie.

        "A ciência fez o seu trabalho, agora, a política precisa fazer o dela. A pergunta não é mais se a gente consegue acabar com a aids, e, sim, se nós escolheremos acabar com a aids. Se isso for realmente implementado, podemos prevenir 3,2 milhões de novas infecções e 1,3 milhão de mortes relacionadas à aids", complementou a diretora-geral da Unaids.

        O primeiro passo para isso é a recomposição dos investimentos globais no tratamento e na prevenção do HIV, defende o programa das Nações Unidas. Os recursos do principal programa de assistência aos países de baixa renda, o Overseas Development Assistance (ODA), caíram 23% em 2025, afetando fortemente os programas de HIV. Alguns países africanos dependem desses recursos para mais de 90% das ações relacionadas à epidemia.

        Isso impacta a oferta de novas tecnologias de prevenção, mas também o tratamento de pessoas já infectadas. Em 2025, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento, proporção que sobe para quase metade entre as crianças.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026- 07/infeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-falta-de-recursos-ameacaavancoS
Ao confrontar a redução global de cerca de 40% nas novas infecções por HIV desde 2010 com o aumento de casos registrados no Brasil, o texto estabelece uma relação lógica de: 
Alternativas
Q4297343 Português

Para responder à questão leia o texto abaixo.



Tipos de corantes presentes em rótulos de iogurtes



        O iogurte é um dos poucos alimentos consumidos há mais de 4.000 anos, mas foi em 1950 que esse produto teve sua popularidade aumentada ao ser considerado benéfico para saúde. Desde então, esse alimento vem ganhando espaço e passando a fazer parte dos hábitos alimentares de muitas pessoas. Dados de consumo domiciliar do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostraram que o iogurte respondeu por 5% do consumo de lácteos entre 2017 e 2018, sendo o quinto derivado lácteo mais consumido no país, o que demonstra a sua alta aceitabilidade sensorial.


        O iogurte é composto por leite e/ou leite reconstituído, padronizado em seu conteúdo de gordura e pode, a depender do seu sabor, obter preparados à base de polpa de frutas e aditivos alimentares. É obtido a partir da fermentação láctica mediante a ação de bactérias ácido-lácticas específicas como Lactobacillus bulgaricus e Streptococcus thermophilus, as quais, de forma complementar, podem ser acompanhadas de outras bactérias ácido-láticas que, por sua atividade, podem contribuir para as características do produto final. Este alimento é rico em cálcio, proteínas de alto valor biológico, magnésio e fósforo, além de ser fonte de vitaminas como retinol, colecalciferol, tiamina, riboflavina, niacina, ácido fólico e cobalamina, o que faz com que ele contribua para o funcionamento adequado do sistema imunológico.



        Apesar de ser uma bebida de alto valor nutricional, é pertinente analisar a composição deste produto no momento da sua aquisição. Dessa forma, a rotulagem nutricional constitui-se como uma importante ferramenta para os consumidores, auxiliando-os na identificação da composição nutricional dos alimentos.


        Além da composição do iogurte, um fator que merece atenção é a presença de aditivos alimentares, que são substâncias adicionadas intencionalmente aos alimentos. Ao se considerar a cor como um fator de grande influência na aceitação dos alimentos, pode-se destacar o uso dos corantes alimentícios, aditivos alimentares que possuem a propriedade de conferir ou intensificar a coloração dos alimentos e bebidas. Os corantes podem ser divididos em corantes orgânicos naturais, obtidos a partir de vegetal ou animal; corantes orgânicos sintéticos, obtidos por síntese orgânica através de processo tecnológico adequado; corantes inorgânicos que são obtidos a partir de substâncias minerais; e corante caramelo, obtido pelo aquecimento de açúcares.


        Apesar de serem muito utilizados pela indústria de alimentos, os corantes artificiais podem causar efeitos adversos à saúde, como alguns tipos de câncer, hipersensibilidade alimentar, transtorno de déficit de atenção (TDAH), hiperatividade, dor de cabeça, anemia, doenças renais e reações alérgicas como asma, bronquite e rinite. Entretanto, a maioria dos advindos de fontes naturais possuem efeitos benéficos à saúde, como propriedades antioxidantes, proteção contra danos oxidativos a componentes celulares, prevenção de doenças cardiovasculares, ação anticarcinogênica, efeitos anti-inflamatórios, imunomoduladores e potencial para modificar o microbioma intestinal.


        Pode-se observar que o consumo de produtos que apresentam corantes artificiais e naturais é bastante disseminado no Brasil e os possíveis efeitos tóxicos de alguns desses compostos têm gerado preocupação nos últimos anos por parte dos pesquisadores. Portanto, tendo em vista o elevado consumo de alimentos contendo esta classe de aditivos e o risco potencial devido à exposição em longo prazo, torna-se importante a sua identificação е diferenciação na rotulagem de alimentos.



Fonte: SOARES, E. et al. Tipos de corantes presentes em rótulos de iogurtes: estudo exploratório descritivo. Revista da Associação Brasileira de Nutrição - RASBRAN, [S. /], v. 15, p. 1-13, 2024 (com adaptações).

Considerando as relações entre a grafia (letras) e a representação fonológica (fonemas) das palavras retiradas do texto, assinale a alternativa cuja análise está INCORRETA.
Alternativas
Q4297342 Português

Para responder à questão leia o texto abaixo.



Tipos de corantes presentes em rótulos de iogurtes



        O iogurte é um dos poucos alimentos consumidos há mais de 4.000 anos, mas foi em 1950 que esse produto teve sua popularidade aumentada ao ser considerado benéfico para saúde. Desde então, esse alimento vem ganhando espaço e passando a fazer parte dos hábitos alimentares de muitas pessoas. Dados de consumo domiciliar do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostraram que o iogurte respondeu por 5% do consumo de lácteos entre 2017 e 2018, sendo o quinto derivado lácteo mais consumido no país, o que demonstra a sua alta aceitabilidade sensorial.


        O iogurte é composto por leite e/ou leite reconstituído, padronizado em seu conteúdo de gordura e pode, a depender do seu sabor, obter preparados à base de polpa de frutas e aditivos alimentares. É obtido a partir da fermentação láctica mediante a ação de bactérias ácido-lácticas específicas como Lactobacillus bulgaricus e Streptococcus thermophilus, as quais, de forma complementar, podem ser acompanhadas de outras bactérias ácido-láticas que, por sua atividade, podem contribuir para as características do produto final. Este alimento é rico em cálcio, proteínas de alto valor biológico, magnésio e fósforo, além de ser fonte de vitaminas como retinol, colecalciferol, tiamina, riboflavina, niacina, ácido fólico e cobalamina, o que faz com que ele contribua para o funcionamento adequado do sistema imunológico.



        Apesar de ser uma bebida de alto valor nutricional, é pertinente analisar a composição deste produto no momento da sua aquisição. Dessa forma, a rotulagem nutricional constitui-se como uma importante ferramenta para os consumidores, auxiliando-os na identificação da composição nutricional dos alimentos.


        Além da composição do iogurte, um fator que merece atenção é a presença de aditivos alimentares, que são substâncias adicionadas intencionalmente aos alimentos. Ao se considerar a cor como um fator de grande influência na aceitação dos alimentos, pode-se destacar o uso dos corantes alimentícios, aditivos alimentares que possuem a propriedade de conferir ou intensificar a coloração dos alimentos e bebidas. Os corantes podem ser divididos em corantes orgânicos naturais, obtidos a partir de vegetal ou animal; corantes orgânicos sintéticos, obtidos por síntese orgânica através de processo tecnológico adequado; corantes inorgânicos que são obtidos a partir de substâncias minerais; e corante caramelo, obtido pelo aquecimento de açúcares.


        Apesar de serem muito utilizados pela indústria de alimentos, os corantes artificiais podem causar efeitos adversos à saúde, como alguns tipos de câncer, hipersensibilidade alimentar, transtorno de déficit de atenção (TDAH), hiperatividade, dor de cabeça, anemia, doenças renais e reações alérgicas como asma, bronquite e rinite. Entretanto, a maioria dos advindos de fontes naturais possuem efeitos benéficos à saúde, como propriedades antioxidantes, proteção contra danos oxidativos a componentes celulares, prevenção de doenças cardiovasculares, ação anticarcinogênica, efeitos anti-inflamatórios, imunomoduladores e potencial para modificar o microbioma intestinal.


        Pode-se observar que o consumo de produtos que apresentam corantes artificiais e naturais é bastante disseminado no Brasil e os possíveis efeitos tóxicos de alguns desses compostos têm gerado preocupação nos últimos anos por parte dos pesquisadores. Portanto, tendo em vista o elevado consumo de alimentos contendo esta classe de aditivos e o risco potencial devido à exposição em longo prazo, torna-se importante a sua identificação е diferenciação na rotulagem de alimentos.



Fonte: SOARES, E. et al. Tipos de corantes presentes em rótulos de iogurtes: estudo exploratório descritivo. Revista da Associação Brasileira de Nutrição - RASBRAN, [S. /], v. 15, p. 1-13, 2024 (com adaptações).

No âmbito da organização textual e da sintaxe de período composto, os articuladores discursivos desempenham papel crucial na estruturação das relações logicas de sentido e na orientação argumentativa do enunciado. No excerto Apesar de serem muito utilizados pela indústria de alimentos, os corantes artificiais podem causar efeitos adversos à saúde, a locução sublinhada atua como um recurso de coesão que estabelece entre as orações uma relação de:
Alternativas
Q4297341 Português

Para responder à questão leia o texto abaixo.



Tipos de corantes presentes em rótulos de iogurtes



        O iogurte é um dos poucos alimentos consumidos há mais de 4.000 anos, mas foi em 1950 que esse produto teve sua popularidade aumentada ao ser considerado benéfico para saúde. Desde então, esse alimento vem ganhando espaço e passando a fazer parte dos hábitos alimentares de muitas pessoas. Dados de consumo domiciliar do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostraram que o iogurte respondeu por 5% do consumo de lácteos entre 2017 e 2018, sendo o quinto derivado lácteo mais consumido no país, o que demonstra a sua alta aceitabilidade sensorial.


        O iogurte é composto por leite e/ou leite reconstituído, padronizado em seu conteúdo de gordura e pode, a depender do seu sabor, obter preparados à base de polpa de frutas e aditivos alimentares. É obtido a partir da fermentação láctica mediante a ação de bactérias ácido-lácticas específicas como Lactobacillus bulgaricus e Streptococcus thermophilus, as quais, de forma complementar, podem ser acompanhadas de outras bactérias ácido-láticas que, por sua atividade, podem contribuir para as características do produto final. Este alimento é rico em cálcio, proteínas de alto valor biológico, magnésio e fósforo, além de ser fonte de vitaminas como retinol, colecalciferol, tiamina, riboflavina, niacina, ácido fólico e cobalamina, o que faz com que ele contribua para o funcionamento adequado do sistema imunológico.



        Apesar de ser uma bebida de alto valor nutricional, é pertinente analisar a composição deste produto no momento da sua aquisição. Dessa forma, a rotulagem nutricional constitui-se como uma importante ferramenta para os consumidores, auxiliando-os na identificação da composição nutricional dos alimentos.


        Além da composição do iogurte, um fator que merece atenção é a presença de aditivos alimentares, que são substâncias adicionadas intencionalmente aos alimentos. Ao se considerar a cor como um fator de grande influência na aceitação dos alimentos, pode-se destacar o uso dos corantes alimentícios, aditivos alimentares que possuem a propriedade de conferir ou intensificar a coloração dos alimentos e bebidas. Os corantes podem ser divididos em corantes orgânicos naturais, obtidos a partir de vegetal ou animal; corantes orgânicos sintéticos, obtidos por síntese orgânica através de processo tecnológico adequado; corantes inorgânicos que são obtidos a partir de substâncias minerais; e corante caramelo, obtido pelo aquecimento de açúcares.


        Apesar de serem muito utilizados pela indústria de alimentos, os corantes artificiais podem causar efeitos adversos à saúde, como alguns tipos de câncer, hipersensibilidade alimentar, transtorno de déficit de atenção (TDAH), hiperatividade, dor de cabeça, anemia, doenças renais e reações alérgicas como asma, bronquite e rinite. Entretanto, a maioria dos advindos de fontes naturais possuem efeitos benéficos à saúde, como propriedades antioxidantes, proteção contra danos oxidativos a componentes celulares, prevenção de doenças cardiovasculares, ação anticarcinogênica, efeitos anti-inflamatórios, imunomoduladores e potencial para modificar o microbioma intestinal.


        Pode-se observar que o consumo de produtos que apresentam corantes artificiais e naturais é bastante disseminado no Brasil e os possíveis efeitos tóxicos de alguns desses compostos têm gerado preocupação nos últimos anos por parte dos pesquisadores. Portanto, tendo em vista o elevado consumo de alimentos contendo esta classe de aditivos e o risco potencial devido à exposição em longo prazo, torna-se importante a sua identificação е diferenciação na rotulagem de alimentos.



Fonte: SOARES, E. et al. Tipos de corantes presentes em rótulos de iogurtes: estudo exploratório descritivo. Revista da Associação Brasileira de Nutrição - RASBRAN, [S. /], v. 15, p. 1-13, 2024 (com adaptações).

Considerando os aspectos semânticos e gramaticais do termo disseminado no trecho Pode-se observar que o consumo de produtos que apresentam corantes artificiais e naturais é bastante disseminado no Brasil, presente no último parágrafo do texto, analise as assertivas a seguir:

I. O termo foi empregado com sentido de amplamente distribuído, indicando que a prática de consumo desses produtos alcança grande parte da população.
II. O uso do adverbio bastante junto ao termo atua como um intensificador, reforçando a amplitude e a frequência do consumo no território nacional.

III. Caso o termo disseminado fosse substituído por incipiente, o sentido original do texto seria rigorosamente mantido.




Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q4297340 Português

Para responder à questão leia o texto abaixo.



Tipos de corantes presentes em rótulos de iogurtes



        O iogurte é um dos poucos alimentos consumidos há mais de 4.000 anos, mas foi em 1950 que esse produto teve sua popularidade aumentada ao ser considerado benéfico para saúde. Desde então, esse alimento vem ganhando espaço e passando a fazer parte dos hábitos alimentares de muitas pessoas. Dados de consumo domiciliar do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostraram que o iogurte respondeu por 5% do consumo de lácteos entre 2017 e 2018, sendo o quinto derivado lácteo mais consumido no país, o que demonstra a sua alta aceitabilidade sensorial.


        O iogurte é composto por leite e/ou leite reconstituído, padronizado em seu conteúdo de gordura e pode, a depender do seu sabor, obter preparados à base de polpa de frutas e aditivos alimentares. É obtido a partir da fermentação láctica mediante a ação de bactérias ácido-lácticas específicas como Lactobacillus bulgaricus e Streptococcus thermophilus, as quais, de forma complementar, podem ser acompanhadas de outras bactérias ácido-láticas que, por sua atividade, podem contribuir para as características do produto final. Este alimento é rico em cálcio, proteínas de alto valor biológico, magnésio e fósforo, além de ser fonte de vitaminas como retinol, colecalciferol, tiamina, riboflavina, niacina, ácido fólico e cobalamina, o que faz com que ele contribua para o funcionamento adequado do sistema imunológico.



        Apesar de ser uma bebida de alto valor nutricional, é pertinente analisar a composição deste produto no momento da sua aquisição. Dessa forma, a rotulagem nutricional constitui-se como uma importante ferramenta para os consumidores, auxiliando-os na identificação da composição nutricional dos alimentos.


        Além da composição do iogurte, um fator que merece atenção é a presença de aditivos alimentares, que são substâncias adicionadas intencionalmente aos alimentos. Ao se considerar a cor como um fator de grande influência na aceitação dos alimentos, pode-se destacar o uso dos corantes alimentícios, aditivos alimentares que possuem a propriedade de conferir ou intensificar a coloração dos alimentos e bebidas. Os corantes podem ser divididos em corantes orgânicos naturais, obtidos a partir de vegetal ou animal; corantes orgânicos sintéticos, obtidos por síntese orgânica através de processo tecnológico adequado; corantes inorgânicos que são obtidos a partir de substâncias minerais; e corante caramelo, obtido pelo aquecimento de açúcares.


        Apesar de serem muito utilizados pela indústria de alimentos, os corantes artificiais podem causar efeitos adversos à saúde, como alguns tipos de câncer, hipersensibilidade alimentar, transtorno de déficit de atenção (TDAH), hiperatividade, dor de cabeça, anemia, doenças renais e reações alérgicas como asma, bronquite e rinite. Entretanto, a maioria dos advindos de fontes naturais possuem efeitos benéficos à saúde, como propriedades antioxidantes, proteção contra danos oxidativos a componentes celulares, prevenção de doenças cardiovasculares, ação anticarcinogênica, efeitos anti-inflamatórios, imunomoduladores e potencial para modificar o microbioma intestinal.


        Pode-se observar que o consumo de produtos que apresentam corantes artificiais e naturais é bastante disseminado no Brasil e os possíveis efeitos tóxicos de alguns desses compostos têm gerado preocupação nos últimos anos por parte dos pesquisadores. Portanto, tendo em vista o elevado consumo de alimentos contendo esta classe de aditivos e o risco potencial devido à exposição em longo prazo, torna-se importante a sua identificação е diferenciação na rotulagem de alimentos.



Fonte: SOARES, E. et al. Tipos de corantes presentes em rótulos de iogurtes: estudo exploratório descritivo. Revista da Associação Brasileira de Nutrição - RASBRAN, [S. /], v. 15, p. 1-13, 2024 (com adaptações).

Considere o seguinte trecho extraído do texto e com base em aspectos gramaticais, sintáticos e morfológicos, analise as assertivas que seguem:

O iogurte é composto por leite e/ou Ieite reconstituído...

I. O termo O iogurte cumpre a função de sujeito simples.
II. O morfema re- no vocábulo reconstituído constitui um sufixo que expressa a ideia de repetição.
III. O vocábulo por consiste em uma preposição que, na frase, estabelece uma relação de causa.

Está INCORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4297339 Português

Para responder à questão leia o texto abaixo.



Tipos de corantes presentes em rótulos de iogurtes



        O iogurte é um dos poucos alimentos consumidos há mais de 4.000 anos, mas foi em 1950 que esse produto teve sua popularidade aumentada ao ser considerado benéfico para saúde. Desde então, esse alimento vem ganhando espaço e passando a fazer parte dos hábitos alimentares de muitas pessoas. Dados de consumo domiciliar do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostraram que o iogurte respondeu por 5% do consumo de lácteos entre 2017 e 2018, sendo o quinto derivado lácteo mais consumido no país, o que demonstra a sua alta aceitabilidade sensorial.


        O iogurte é composto por leite e/ou leite reconstituído, padronizado em seu conteúdo de gordura e pode, a depender do seu sabor, obter preparados à base de polpa de frutas e aditivos alimentares. É obtido a partir da fermentação láctica mediante a ação de bactérias ácido-lácticas específicas como Lactobacillus bulgaricus e Streptococcus thermophilus, as quais, de forma complementar, podem ser acompanhadas de outras bactérias ácido-láticas que, por sua atividade, podem contribuir para as características do produto final. Este alimento é rico em cálcio, proteínas de alto valor biológico, magnésio e fósforo, além de ser fonte de vitaminas como retinol, colecalciferol, tiamina, riboflavina, niacina, ácido fólico e cobalamina, o que faz com que ele contribua para o funcionamento adequado do sistema imunológico.



        Apesar de ser uma bebida de alto valor nutricional, é pertinente analisar a composição deste produto no momento da sua aquisição. Dessa forma, a rotulagem nutricional constitui-se como uma importante ferramenta para os consumidores, auxiliando-os na identificação da composição nutricional dos alimentos.


        Além da composição do iogurte, um fator que merece atenção é a presença de aditivos alimentares, que são substâncias adicionadas intencionalmente aos alimentos. Ao se considerar a cor como um fator de grande influência na aceitação dos alimentos, pode-se destacar o uso dos corantes alimentícios, aditivos alimentares que possuem a propriedade de conferir ou intensificar a coloração dos alimentos e bebidas. Os corantes podem ser divididos em corantes orgânicos naturais, obtidos a partir de vegetal ou animal; corantes orgânicos sintéticos, obtidos por síntese orgânica através de processo tecnológico adequado; corantes inorgânicos que são obtidos a partir de substâncias minerais; e corante caramelo, obtido pelo aquecimento de açúcares.


        Apesar de serem muito utilizados pela indústria de alimentos, os corantes artificiais podem causar efeitos adversos à saúde, como alguns tipos de câncer, hipersensibilidade alimentar, transtorno de déficit de atenção (TDAH), hiperatividade, dor de cabeça, anemia, doenças renais e reações alérgicas como asma, bronquite e rinite. Entretanto, a maioria dos advindos de fontes naturais possuem efeitos benéficos à saúde, como propriedades antioxidantes, proteção contra danos oxidativos a componentes celulares, prevenção de doenças cardiovasculares, ação anticarcinogênica, efeitos anti-inflamatórios, imunomoduladores e potencial para modificar o microbioma intestinal.


        Pode-se observar que o consumo de produtos que apresentam corantes artificiais e naturais é bastante disseminado no Brasil e os possíveis efeitos tóxicos de alguns desses compostos têm gerado preocupação nos últimos anos por parte dos pesquisadores. Portanto, tendo em vista o elevado consumo de alimentos contendo esta classe de aditivos e o risco potencial devido à exposição em longo prazo, torna-se importante a sua identificação е diferenciação na rotulagem de alimentos.



Fonte: SOARES, E. et al. Tipos de corantes presentes em rótulos de iogurtes: estudo exploratório descritivo. Revista da Associação Brasileira de Nutrição - RASBRAN, [S. /], v. 15, p. 1-13, 2024 (com adaptações).

A pontuação e um recurso sintático e semântico fundamental para a estruturação e a clareza do texto. Em Este alimento é rico em cálcio, proteínas de alto valor biológico, magnésio e fósforo, o emprego das vírgulas justifica-se para: 
Alternativas
Q4297335 Português

Para responder à questão leia o texto abaixo.



Tipos de corantes presentes em rótulos de iogurtes



        O iogurte é um dos poucos alimentos consumidos há mais de 4.000 anos, mas foi em 1950 que esse produto teve sua popularidade aumentada ao ser considerado benéfico para saúde. Desde então, esse alimento vem ganhando espaço e passando a fazer parte dos hábitos alimentares de muitas pessoas. Dados de consumo domiciliar do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostraram que o iogurte respondeu por 5% do consumo de lácteos entre 2017 e 2018, sendo o quinto derivado lácteo mais consumido no país, o que demonstra a sua alta aceitabilidade sensorial.


        O iogurte é composto por leite e/ou leite reconstituído, padronizado em seu conteúdo de gordura e pode, a depender do seu sabor, obter preparados à base de polpa de frutas e aditivos alimentares. É obtido a partir da fermentação láctica mediante a ação de bactérias ácido-lácticas específicas como Lactobacillus bulgaricus e Streptococcus thermophilus, as quais, de forma complementar, podem ser acompanhadas de outras bactérias ácido-láticas que, por sua atividade, podem contribuir para as características do produto final. Este alimento é rico em cálcio, proteínas de alto valor biológico, magnésio e fósforo, além de ser fonte de vitaminas como retinol, colecalciferol, tiamina, riboflavina, niacina, ácido fólico e cobalamina, o que faz com que ele contribua para o funcionamento adequado do sistema imunológico.



        Apesar de ser uma bebida de alto valor nutricional, é pertinente analisar a composição deste produto no momento da sua aquisição. Dessa forma, a rotulagem nutricional constitui-se como uma importante ferramenta para os consumidores, auxiliando-os na identificação da composição nutricional dos alimentos.


        Além da composição do iogurte, um fator que merece atenção é a presença de aditivos alimentares, que são substâncias adicionadas intencionalmente aos alimentos. Ao se considerar a cor como um fator de grande influência na aceitação dos alimentos, pode-se destacar o uso dos corantes alimentícios, aditivos alimentares que possuem a propriedade de conferir ou intensificar a coloração dos alimentos e bebidas. Os corantes podem ser divididos em corantes orgânicos naturais, obtidos a partir de vegetal ou animal; corantes orgânicos sintéticos, obtidos por síntese orgânica através de processo tecnológico adequado; corantes inorgânicos que são obtidos a partir de substâncias minerais; e corante caramelo, obtido pelo aquecimento de açúcares.


        Apesar de serem muito utilizados pela indústria de alimentos, os corantes artificiais podem causar efeitos adversos à saúde, como alguns tipos de câncer, hipersensibilidade alimentar, transtorno de déficit de atenção (TDAH), hiperatividade, dor de cabeça, anemia, doenças renais e reações alérgicas como asma, bronquite e rinite. Entretanto, a maioria dos advindos de fontes naturais possuem efeitos benéficos à saúde, como propriedades antioxidantes, proteção contra danos oxidativos a componentes celulares, prevenção de doenças cardiovasculares, ação anticarcinogênica, efeitos anti-inflamatórios, imunomoduladores e potencial para modificar o microbioma intestinal.


        Pode-se observar que o consumo de produtos que apresentam corantes artificiais e naturais é bastante disseminado no Brasil e os possíveis efeitos tóxicos de alguns desses compostos têm gerado preocupação nos últimos anos por parte dos pesquisadores. Portanto, tendo em vista o elevado consumo de alimentos contendo esta classe de aditivos e o risco potencial devido à exposição em longo prazo, torna-se importante a sua identificação е diferenciação na rotulagem de alimentos.



Fonte: SOARES, E. et al. Tipos de corantes presentes em rótulos de iogurtes: estudo exploratório descritivo. Revista da Associação Brasileira de Nutrição - RASBRAN, [S. /], v. 15, p. 1-13, 2024 (com adaptações).

No terceiro parágrafo, os autores introduzem a questão da rotulagem nutricional. A função argumentativa desse trecho no contexto global do texto é: 
Alternativas
Q4297301 Português

Para responder às questão, Ieia o texto abaixo.



Infecções e mortes por HIV caem, mas falta de recursos ameaça avanços



    As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids). No entanto, a organização alerta que este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento. Em todo o mundo foram registrados 1,2 milhão de novas infecções pelo HIV, o que representa uma redução de cerca de 40% desde 20'10. Já o número de mortes por aids no ano passado chegou a 570 mil.


    Por outro lado, cresceu o número de novos casos em 21 países e três regiões do mundo. O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios de prevenção em 41% o em resposta a esse aumento. O relatório foi divulgado na 26ª Conferência Internacional de Aids, ocorrida em julho, no Brasil.


    A diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima, ressaltou que o fim da epidemia de aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável, graças às inovações científicas, especialmente a profilaxia préexposição (PrEP) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses.


    "Essa é uma das maiores oportunidades que nos temos de acabar com a epidemia. Mas avanços científicos isolados não vão acabar com a aids. Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça. Esses medicamentos continuam fora de alcance para a maioria das pessoas que precisam deles", enfatizou.


    A Unaids estima que 20 milhões de pessoas precisam ter acesso à PrEP injetável de longa duração para que o mundo consiga alcançar a nova meta de acabar com a aids como ameaça de saúde pública até 2030. O compromisso foi firmado pelos países-membros das Nações Unidas há algumas semanas.


    "lsso significa preços acessíveis, competição via genéricos, fabricação regional, transferência de tecnologia, rápida introdução dentro dos programas nacionais", ressalvou Winnie.


    "A ciência fez o seu trabalho, agora, a política precisa Íazer o dela. A pergunta não é mais se a gente consegue acabar com a aids, e, sim, se nos escolheremos acabar com a aids. Se isso for realmente implementado, podemos prevenir 3,2 milhões de novas infecções e 1,3 milhão de mortes relacionadas à aids", complementou a diretora-geral da Unaids.


    O primeiro passo para isso é a recomposição dos investimentos globais no tratamento e na prevenção do HIV, defende o programa das Nações Unidas. Os recursos do principal programa de assistência aos países de baixa renda, o Overseas Development Assistance (ODA), caíram 23% em 2025, afetando fortemente os programas de HIV. Alguns países africanos dependem desses recursos para mais de 90% das ações relacionadas à epidemia.


    Isso impacta a oferta de novas tecnologias de prevenção, mas também o tratamento de pessoas já infectadas. Em 2025, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento, proporção que sobe para quase metade entre as crianças.



Fonte: https:4agenciabrasil.ebc.com.brlsaude/nolicia / 2026 - 07linfeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-Íalta-de-recursos-ameacaavancos

No quinto parágrafo, justifica-se o emprego da crase em ...ter acesso à PrEP injetável... pela seguinte regra gramatical:
Alternativas
Q4297300 Português

Para responder às questão, Ieia o texto abaixo.



Infecções e mortes por HIV caem, mas falta de recursos ameaça avanços



    As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids). No entanto, a organização alerta que este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento. Em todo o mundo foram registrados 1,2 milhão de novas infecções pelo HIV, o que representa uma redução de cerca de 40% desde 20'10. Já o número de mortes por aids no ano passado chegou a 570 mil.


    Por outro lado, cresceu o número de novos casos em 21 países e três regiões do mundo. O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios de prevenção em 41% o em resposta a esse aumento. O relatório foi divulgado na 26ª Conferência Internacional de Aids, ocorrida em julho, no Brasil.


    A diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima, ressaltou que o fim da epidemia de aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável, graças às inovações científicas, especialmente a profilaxia préexposição (PrEP) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses.


    "Essa é uma das maiores oportunidades que nos temos de acabar com a epidemia. Mas avanços científicos isolados não vão acabar com a aids. Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça. Esses medicamentos continuam fora de alcance para a maioria das pessoas que precisam deles", enfatizou.


    A Unaids estima que 20 milhões de pessoas precisam ter acesso à PrEP injetável de longa duração para que o mundo consiga alcançar a nova meta de acabar com a aids como ameaça de saúde pública até 2030. O compromisso foi firmado pelos países-membros das Nações Unidas há algumas semanas.


    "lsso significa preços acessíveis, competição via genéricos, fabricação regional, transferência de tecnologia, rápida introdução dentro dos programas nacionais", ressalvou Winnie.


    "A ciência fez o seu trabalho, agora, a política precisa Íazer o dela. A pergunta não é mais se a gente consegue acabar com a aids, e, sim, se nos escolheremos acabar com a aids. Se isso for realmente implementado, podemos prevenir 3,2 milhões de novas infecções e 1,3 milhão de mortes relacionadas à aids", complementou a diretora-geral da Unaids.


    O primeiro passo para isso é a recomposição dos investimentos globais no tratamento e na prevenção do HIV, defende o programa das Nações Unidas. Os recursos do principal programa de assistência aos países de baixa renda, o Overseas Development Assistance (ODA), caíram 23% em 2025, afetando fortemente os programas de HIV. Alguns países africanos dependem desses recursos para mais de 90% das ações relacionadas à epidemia.


    Isso impacta a oferta de novas tecnologias de prevenção, mas também o tratamento de pessoas já infectadas. Em 2025, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento, proporção que sobe para quase metade entre as crianças.



Fonte: https:4agenciabrasil.ebc.com.brlsaude/nolicia / 2026 - 07linfeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-Íalta-de-recursos-ameacaavancos

No trecho do último parágrafo, Em 2O25, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento..., a concordância da forma verbal sublinhada atende à norma-padrão porque:
Alternativas
Q4297299 Português

Para responder às questão, Ieia o texto abaixo.



Infecções e mortes por HIV caem, mas falta de recursos ameaça avanços



    As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids). No entanto, a organização alerta que este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento. Em todo o mundo foram registrados 1,2 milhão de novas infecções pelo HIV, o que representa uma redução de cerca de 40% desde 20'10. Já o número de mortes por aids no ano passado chegou a 570 mil.


    Por outro lado, cresceu o número de novos casos em 21 países e três regiões do mundo. O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios de prevenção em 41% o em resposta a esse aumento. O relatório foi divulgado na 26ª Conferência Internacional de Aids, ocorrida em julho, no Brasil.


    A diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima, ressaltou que o fim da epidemia de aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável, graças às inovações científicas, especialmente a profilaxia préexposição (PrEP) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses.


    "Essa é uma das maiores oportunidades que nos temos de acabar com a epidemia. Mas avanços científicos isolados não vão acabar com a aids. Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça. Esses medicamentos continuam fora de alcance para a maioria das pessoas que precisam deles", enfatizou.


    A Unaids estima que 20 milhões de pessoas precisam ter acesso à PrEP injetável de longa duração para que o mundo consiga alcançar a nova meta de acabar com a aids como ameaça de saúde pública até 2030. O compromisso foi firmado pelos países-membros das Nações Unidas há algumas semanas.


    "lsso significa preços acessíveis, competição via genéricos, fabricação regional, transferência de tecnologia, rápida introdução dentro dos programas nacionais", ressalvou Winnie.


    "A ciência fez o seu trabalho, agora, a política precisa Íazer o dela. A pergunta não é mais se a gente consegue acabar com a aids, e, sim, se nos escolheremos acabar com a aids. Se isso for realmente implementado, podemos prevenir 3,2 milhões de novas infecções e 1,3 milhão de mortes relacionadas à aids", complementou a diretora-geral da Unaids.


    O primeiro passo para isso é a recomposição dos investimentos globais no tratamento e na prevenção do HIV, defende o programa das Nações Unidas. Os recursos do principal programa de assistência aos países de baixa renda, o Overseas Development Assistance (ODA), caíram 23% em 2025, afetando fortemente os programas de HIV. Alguns países africanos dependem desses recursos para mais de 90% das ações relacionadas à epidemia.


    Isso impacta a oferta de novas tecnologias de prevenção, mas também o tratamento de pessoas já infectadas. Em 2025, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento, proporção que sobe para quase metade entre as crianças.



Fonte: https:4agenciabrasil.ebc.com.brlsaude/nolicia / 2026 - 07linfeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-Íalta-de-recursos-ameacaavancos

No trecho O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios..., o emprego das vírgulas isolando a expressão sublinhada justifica-se para:
Alternativas
Q4297298 Português

Para responder às questão, Ieia o texto abaixo.



Infecções e mortes por HIV caem, mas falta de recursos ameaça avanços



    As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids). No entanto, a organização alerta que este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento. Em todo o mundo foram registrados 1,2 milhão de novas infecções pelo HIV, o que representa uma redução de cerca de 40% desde 20'10. Já o número de mortes por aids no ano passado chegou a 570 mil.


    Por outro lado, cresceu o número de novos casos em 21 países e três regiões do mundo. O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios de prevenção em 41% o em resposta a esse aumento. O relatório foi divulgado na 26ª Conferência Internacional de Aids, ocorrida em julho, no Brasil.


    A diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima, ressaltou que o fim da epidemia de aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável, graças às inovações científicas, especialmente a profilaxia préexposição (PrEP) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses.


    "Essa é uma das maiores oportunidades que nos temos de acabar com a epidemia. Mas avanços científicos isolados não vão acabar com a aids. Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça. Esses medicamentos continuam fora de alcance para a maioria das pessoas que precisam deles", enfatizou.


    A Unaids estima que 20 milhões de pessoas precisam ter acesso à PrEP injetável de longa duração para que o mundo consiga alcançar a nova meta de acabar com a aids como ameaça de saúde pública até 2030. O compromisso foi firmado pelos países-membros das Nações Unidas há algumas semanas.


    "lsso significa preços acessíveis, competição via genéricos, fabricação regional, transferência de tecnologia, rápida introdução dentro dos programas nacionais", ressalvou Winnie.


    "A ciência fez o seu trabalho, agora, a política precisa Íazer o dela. A pergunta não é mais se a gente consegue acabar com a aids, e, sim, se nos escolheremos acabar com a aids. Se isso for realmente implementado, podemos prevenir 3,2 milhões de novas infecções e 1,3 milhão de mortes relacionadas à aids", complementou a diretora-geral da Unaids.


    O primeiro passo para isso é a recomposição dos investimentos globais no tratamento e na prevenção do HIV, defende o programa das Nações Unidas. Os recursos do principal programa de assistência aos países de baixa renda, o Overseas Development Assistance (ODA), caíram 23% em 2025, afetando fortemente os programas de HIV. Alguns países africanos dependem desses recursos para mais de 90% das ações relacionadas à epidemia.


    Isso impacta a oferta de novas tecnologias de prevenção, mas também o tratamento de pessoas já infectadas. Em 2025, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento, proporção que sobe para quase metade entre as crianças.



Fonte: https:4agenciabrasil.ebc.com.brlsaude/nolicia / 2026 - 07linfeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-Íalta-de-recursos-ameacaavancos

Considere as regras de concordância nominal e assinale a alternativa que apresenta a frase adaptada do texto que contém desvio em relação à norma-padrão.
Alternativas
Q4297297 Português

Para responder às questão, Ieia o texto abaixo.



Infecções e mortes por HIV caem, mas falta de recursos ameaça avanços



    As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids). No entanto, a organização alerta que este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento. Em todo o mundo foram registrados 1,2 milhão de novas infecções pelo HIV, o que representa uma redução de cerca de 40% desde 20'10. Já o número de mortes por aids no ano passado chegou a 570 mil.


    Por outro lado, cresceu o número de novos casos em 21 países e três regiões do mundo. O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios de prevenção em 41% o em resposta a esse aumento. O relatório foi divulgado na 26ª Conferência Internacional de Aids, ocorrida em julho, no Brasil.


    A diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima, ressaltou que o fim da epidemia de aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável, graças às inovações científicas, especialmente a profilaxia préexposição (PrEP) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses.


    "Essa é uma das maiores oportunidades que nos temos de acabar com a epidemia. Mas avanços científicos isolados não vão acabar com a aids. Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça. Esses medicamentos continuam fora de alcance para a maioria das pessoas que precisam deles", enfatizou.


    A Unaids estima que 20 milhões de pessoas precisam ter acesso à PrEP injetável de longa duração para que o mundo consiga alcançar a nova meta de acabar com a aids como ameaça de saúde pública até 2030. O compromisso foi firmado pelos países-membros das Nações Unidas há algumas semanas.


    "lsso significa preços acessíveis, competição via genéricos, fabricação regional, transferência de tecnologia, rápida introdução dentro dos programas nacionais", ressalvou Winnie.


    "A ciência fez o seu trabalho, agora, a política precisa Íazer o dela. A pergunta não é mais se a gente consegue acabar com a aids, e, sim, se nos escolheremos acabar com a aids. Se isso for realmente implementado, podemos prevenir 3,2 milhões de novas infecções e 1,3 milhão de mortes relacionadas à aids", complementou a diretora-geral da Unaids.


    O primeiro passo para isso é a recomposição dos investimentos globais no tratamento e na prevenção do HIV, defende o programa das Nações Unidas. Os recursos do principal programa de assistência aos países de baixa renda, o Overseas Development Assistance (ODA), caíram 23% em 2025, afetando fortemente os programas de HIV. Alguns países africanos dependem desses recursos para mais de 90% das ações relacionadas à epidemia.


    Isso impacta a oferta de novas tecnologias de prevenção, mas também o tratamento de pessoas já infectadas. Em 2025, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento, proporção que sobe para quase metade entre as crianças.



Fonte: https:4agenciabrasil.ebc.com.brlsaude/nolicia / 2026 - 07linfeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-Íalta-de-recursos-ameacaavancos

No trecho Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça, proferido pela diretora Winnie Byanyima, depreende-se o seguinte subentendido:
Alternativas
Q4297296 Português

Para responder às questão, Ieia o texto abaixo.



Infecções e mortes por HIV caem, mas falta de recursos ameaça avanços



    As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids). No entanto, a organização alerta que este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento. Em todo o mundo foram registrados 1,2 milhão de novas infecções pelo HIV, o que representa uma redução de cerca de 40% desde 20'10. Já o número de mortes por aids no ano passado chegou a 570 mil.


    Por outro lado, cresceu o número de novos casos em 21 países e três regiões do mundo. O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios de prevenção em 41% o em resposta a esse aumento. O relatório foi divulgado na 26ª Conferência Internacional de Aids, ocorrida em julho, no Brasil.


    A diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima, ressaltou que o fim da epidemia de aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável, graças às inovações científicas, especialmente a profilaxia préexposição (PrEP) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses.


    "Essa é uma das maiores oportunidades que nos temos de acabar com a epidemia. Mas avanços científicos isolados não vão acabar com a aids. Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça. Esses medicamentos continuam fora de alcance para a maioria das pessoas que precisam deles", enfatizou.


    A Unaids estima que 20 milhões de pessoas precisam ter acesso à PrEP injetável de longa duração para que o mundo consiga alcançar a nova meta de acabar com a aids como ameaça de saúde pública até 2030. O compromisso foi firmado pelos países-membros das Nações Unidas há algumas semanas.


    "lsso significa preços acessíveis, competição via genéricos, fabricação regional, transferência de tecnologia, rápida introdução dentro dos programas nacionais", ressalvou Winnie.


    "A ciência fez o seu trabalho, agora, a política precisa Íazer o dela. A pergunta não é mais se a gente consegue acabar com a aids, e, sim, se nos escolheremos acabar com a aids. Se isso for realmente implementado, podemos prevenir 3,2 milhões de novas infecções e 1,3 milhão de mortes relacionadas à aids", complementou a diretora-geral da Unaids.


    O primeiro passo para isso é a recomposição dos investimentos globais no tratamento e na prevenção do HIV, defende o programa das Nações Unidas. Os recursos do principal programa de assistência aos países de baixa renda, o Overseas Development Assistance (ODA), caíram 23% em 2025, afetando fortemente os programas de HIV. Alguns países africanos dependem desses recursos para mais de 90% das ações relacionadas à epidemia.


    Isso impacta a oferta de novas tecnologias de prevenção, mas também o tratamento de pessoas já infectadas. Em 2025, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento, proporção que sobe para quase metade entre as crianças.



Fonte: https:4agenciabrasil.ebc.com.brlsaude/nolicia / 2026 - 07linfeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-Íalta-de-recursos-ameacaavancos

No terceiro parágrafo, afirma-se que o fim da epidemia de aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável. No contexto em que se insere, a palavra sublinhada assume o sentido de: 
Alternativas
Q4297295 Português

Para responder às questão, Ieia o texto abaixo.



Infecções e mortes por HIV caem, mas falta de recursos ameaça avanços



    As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids). No entanto, a organização alerta que este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento. Em todo o mundo foram registrados 1,2 milhão de novas infecções pelo HIV, o que representa uma redução de cerca de 40% desde 20'10. Já o número de mortes por aids no ano passado chegou a 570 mil.


    Por outro lado, cresceu o número de novos casos em 21 países e três regiões do mundo. O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios de prevenção em 41% o em resposta a esse aumento. O relatório foi divulgado na 26ª Conferência Internacional de Aids, ocorrida em julho, no Brasil.


    A diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima, ressaltou que o fim da epidemia de aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável, graças às inovações científicas, especialmente a profilaxia préexposição (PrEP) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses.


    "Essa é uma das maiores oportunidades que nos temos de acabar com a epidemia. Mas avanços científicos isolados não vão acabar com a aids. Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça. Esses medicamentos continuam fora de alcance para a maioria das pessoas que precisam deles", enfatizou.


    A Unaids estima que 20 milhões de pessoas precisam ter acesso à PrEP injetável de longa duração para que o mundo consiga alcançar a nova meta de acabar com a aids como ameaça de saúde pública até 2030. O compromisso foi firmado pelos países-membros das Nações Unidas há algumas semanas.


    "lsso significa preços acessíveis, competição via genéricos, fabricação regional, transferência de tecnologia, rápida introdução dentro dos programas nacionais", ressalvou Winnie.


    "A ciência fez o seu trabalho, agora, a política precisa Íazer o dela. A pergunta não é mais se a gente consegue acabar com a aids, e, sim, se nos escolheremos acabar com a aids. Se isso for realmente implementado, podemos prevenir 3,2 milhões de novas infecções e 1,3 milhão de mortes relacionadas à aids", complementou a diretora-geral da Unaids.


    O primeiro passo para isso é a recomposição dos investimentos globais no tratamento e na prevenção do HIV, defende o programa das Nações Unidas. Os recursos do principal programa de assistência aos países de baixa renda, o Overseas Development Assistance (ODA), caíram 23% em 2025, afetando fortemente os programas de HIV. Alguns países africanos dependem desses recursos para mais de 90% das ações relacionadas à epidemia.


    Isso impacta a oferta de novas tecnologias de prevenção, mas também o tratamento de pessoas já infectadas. Em 2025, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento, proporção que sobe para quase metade entre as crianças.



Fonte: https:4agenciabrasil.ebc.com.brlsaude/nolicia / 2026 - 07linfeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-Íalta-de-recursos-ameacaavancos

Na estruturação do texto, recorre-se a citações diretas da diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima. O principal efeito argumentativo dessa estratégia discursiva é: 
Alternativas
Q4297294 Português

Para responder às questão, Ieia o texto abaixo.



Infecções e mortes por HIV caem, mas falta de recursos ameaça avanços



    As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids). No entanto, a organização alerta que este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento. Em todo o mundo foram registrados 1,2 milhão de novas infecções pelo HIV, o que representa uma redução de cerca de 40% desde 20'10. Já o número de mortes por aids no ano passado chegou a 570 mil.


    Por outro lado, cresceu o número de novos casos em 21 países e três regiões do mundo. O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios de prevenção em 41% o em resposta a esse aumento. O relatório foi divulgado na 26ª Conferência Internacional de Aids, ocorrida em julho, no Brasil.


    A diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima, ressaltou que o fim da epidemia de aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável, graças às inovações científicas, especialmente a profilaxia préexposição (PrEP) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses.


    "Essa é uma das maiores oportunidades que nos temos de acabar com a epidemia. Mas avanços científicos isolados não vão acabar com a aids. Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça. Esses medicamentos continuam fora de alcance para a maioria das pessoas que precisam deles", enfatizou.


    A Unaids estima que 20 milhões de pessoas precisam ter acesso à PrEP injetável de longa duração para que o mundo consiga alcançar a nova meta de acabar com a aids como ameaça de saúde pública até 2030. O compromisso foi firmado pelos países-membros das Nações Unidas há algumas semanas.


    "lsso significa preços acessíveis, competição via genéricos, fabricação regional, transferência de tecnologia, rápida introdução dentro dos programas nacionais", ressalvou Winnie.


    "A ciência fez o seu trabalho, agora, a política precisa Íazer o dela. A pergunta não é mais se a gente consegue acabar com a aids, e, sim, se nos escolheremos acabar com a aids. Se isso for realmente implementado, podemos prevenir 3,2 milhões de novas infecções e 1,3 milhão de mortes relacionadas à aids", complementou a diretora-geral da Unaids.


    O primeiro passo para isso é a recomposição dos investimentos globais no tratamento e na prevenção do HIV, defende o programa das Nações Unidas. Os recursos do principal programa de assistência aos países de baixa renda, o Overseas Development Assistance (ODA), caíram 23% em 2025, afetando fortemente os programas de HIV. Alguns países africanos dependem desses recursos para mais de 90% das ações relacionadas à epidemia.


    Isso impacta a oferta de novas tecnologias de prevenção, mas também o tratamento de pessoas já infectadas. Em 2025, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento, proporção que sobe para quase metade entre as crianças.



Fonte: https:4agenciabrasil.ebc.com.brlsaude/nolicia / 2026 - 07linfeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-Íalta-de-recursos-ameacaavancos

Ao confrontar a redução global de cerca de 40% nas novas infecções por HIV desde 20]0 com o aumento de casos registrados no Brasil, o texto estabelece uma relação lógica de:
Alternativas
Q4297283 Português

Texto: O PRIMEIRO TRILIONÁRIO E A ILUSÃO DA RIQUEZA SEM PRODUÇÃO

Jean Paul Prates


A notícia de que Elon Musk se tornou o primeiro trilionário da história tem força simbólica suficiente para merecer mais do que admiração ou repulsa. Ela exige reflexão. Não apenas porque se trata de uma fortuna jamais alcançada individualmente, mas porque a forma como esse marco foi celebrado revela algo profundo sobre o espírito econômico do nosso tempo. A marca de US$ 1 trilhão não foi recebida apenas como um dado financeiro. Foi apresentada, por muitos, como uma espécie de consagração histórica da nova economia, da ousadia empreendedora e da supremacia dos ativos sobre o trabalho.


É preciso reconhecer, desde logo, que Musk não é um rentista convencional. Suas empresas mudaram setores inteiros, desafiaram monopólios tecnológicos, aceleraram a eletrificação automotiva, reduziram custos de acesso ao espaço e criaram modelos industriais que muitos julgavam improváveis. A SpaceX, em especial, é uma realização empresarial e tecnológica extraordinária. Nada disso deve ser diminuído. O problema começa quando a celebração do empreendedor inovador se transforma em culto à desigualdade crescente e quando a valorização patrimonial passa a ser tratada como medida suficiente de progresso civilizatório.


A fortuna de Musk não está em salário, nem em caixa pessoal, nem na remuneração direta pelo trabalho. Está fundamentalmente em participação acionária. [...]


Seu patrimônio decorre do valor de mercado atribuído às fatias que detém em empresas como SpaceX e Tesla. Esse detalhe é central, porque ajuda a compreender uma das grandes transformações econômicas das últimas décadas: a financeirização. Em termos simples, financeirização é o processo pelo qual ativos financeiros, expectativas de mercado e valorização patrimonial passam a comandar a lógica da economia real.


A empresa deixa de ser avaliada apenas por aquilo que produz, pelos empregos que gera, pelos lucros que entrega ou pela infraestrutura que constrói. Ela passa a ser medida, cada vez mais, pela expectativa de valor futuro que o mercado decide antecipar no presente.


Esse movimento não é necessariamente negativo. O mercado de capitais tem papel indispensável no financiamento da inovação. Muitas tecnologias de alto risco não sairiam do papel se dependessem apenas do lucro corrente ou do crédito tradicional. Foguetes reutilizáveis, constelações de satélites, veículos elétricos, inteligência artificial, semicondutores avançados e novas plataformas energéticas exigem capital paciente, disposição para risco e confiança em retornos futuros. Sem essa capacidade de financiar o ainda inexistente, a inovação andaria mais devagar.


O problema está na inversão de hierarquia. Uma coisa é usar o capital financeiro para viabilizar a produção, a tecnologia e a infraestrutura. Outra, bem diferente, é tratar a valorização financeira como finalidade última da economia. Quando isso acontece, o mercado deixa de ser instrumento e passa a ser altar. A riqueza deixa de ser compreendida como resultado de uma capacidade produtiva efetiva e passa a ser admirada como fenômeno autônomo, quase mágico, desconectado do mundo físico.


Essa é a parte nefelibata da celebração. É fantasioso imaginar que uma sociedade pode viver indefinidamente de valorizações patrimoniais, múltiplos de mercado e expectativas futuras, como se a produção tangível fosse uma etapa menor, quase vulgar, da economia. Ações não geram energia elétrica. Títulos financeiros não fabricam baterias. Avaliações bilionárias não constroem ferrovias, portos, refinarias, data centers, satélites, cabos submarinos ou redes de transmissão.


A economia financeira pode antecipar valor, organizar risco e multiplicar oportunidades. Mas ela não substitui a economia real. No fim, toda riqueza financeira precisa estar ancorada em alguma capacidade concreta de produzir, operar, transportar, transformar e entregar. [...]


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2026/06/1059977-o-primeiro-trilionario-e-a-ilusao-da-riqueza-sem-producao.html. Acesso em 18/06/2026. Excerto

No título do texto (“O primeiro trilionário e a ilusão da riqueza sem produção”), as palavras destacadas são classificadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q4297282 Português

Texto: O PRIMEIRO TRILIONÁRIO E A ILUSÃO DA RIQUEZA SEM PRODUÇÃO

Jean Paul Prates


A notícia de que Elon Musk se tornou o primeiro trilionário da história tem força simbólica suficiente para merecer mais do que admiração ou repulsa. Ela exige reflexão. Não apenas porque se trata de uma fortuna jamais alcançada individualmente, mas porque a forma como esse marco foi celebrado revela algo profundo sobre o espírito econômico do nosso tempo. A marca de US$ 1 trilhão não foi recebida apenas como um dado financeiro. Foi apresentada, por muitos, como uma espécie de consagração histórica da nova economia, da ousadia empreendedora e da supremacia dos ativos sobre o trabalho.


É preciso reconhecer, desde logo, que Musk não é um rentista convencional. Suas empresas mudaram setores inteiros, desafiaram monopólios tecnológicos, aceleraram a eletrificação automotiva, reduziram custos de acesso ao espaço e criaram modelos industriais que muitos julgavam improváveis. A SpaceX, em especial, é uma realização empresarial e tecnológica extraordinária. Nada disso deve ser diminuído. O problema começa quando a celebração do empreendedor inovador se transforma em culto à desigualdade crescente e quando a valorização patrimonial passa a ser tratada como medida suficiente de progresso civilizatório.


A fortuna de Musk não está em salário, nem em caixa pessoal, nem na remuneração direta pelo trabalho. Está fundamentalmente em participação acionária. [...]


Seu patrimônio decorre do valor de mercado atribuído às fatias que detém em empresas como SpaceX e Tesla. Esse detalhe é central, porque ajuda a compreender uma das grandes transformações econômicas das últimas décadas: a financeirização. Em termos simples, financeirização é o processo pelo qual ativos financeiros, expectativas de mercado e valorização patrimonial passam a comandar a lógica da economia real.


A empresa deixa de ser avaliada apenas por aquilo que produz, pelos empregos que gera, pelos lucros que entrega ou pela infraestrutura que constrói. Ela passa a ser medida, cada vez mais, pela expectativa de valor futuro que o mercado decide antecipar no presente.


Esse movimento não é necessariamente negativo. O mercado de capitais tem papel indispensável no financiamento da inovação. Muitas tecnologias de alto risco não sairiam do papel se dependessem apenas do lucro corrente ou do crédito tradicional. Foguetes reutilizáveis, constelações de satélites, veículos elétricos, inteligência artificial, semicondutores avançados e novas plataformas energéticas exigem capital paciente, disposição para risco e confiança em retornos futuros. Sem essa capacidade de financiar o ainda inexistente, a inovação andaria mais devagar.


O problema está na inversão de hierarquia. Uma coisa é usar o capital financeiro para viabilizar a produção, a tecnologia e a infraestrutura. Outra, bem diferente, é tratar a valorização financeira como finalidade última da economia. Quando isso acontece, o mercado deixa de ser instrumento e passa a ser altar. A riqueza deixa de ser compreendida como resultado de uma capacidade produtiva efetiva e passa a ser admirada como fenômeno autônomo, quase mágico, desconectado do mundo físico.


Essa é a parte nefelibata da celebração. É fantasioso imaginar que uma sociedade pode viver indefinidamente de valorizações patrimoniais, múltiplos de mercado e expectativas futuras, como se a produção tangível fosse uma etapa menor, quase vulgar, da economia. Ações não geram energia elétrica. Títulos financeiros não fabricam baterias. Avaliações bilionárias não constroem ferrovias, portos, refinarias, data centers, satélites, cabos submarinos ou redes de transmissão.


A economia financeira pode antecipar valor, organizar risco e multiplicar oportunidades. Mas ela não substitui a economia real. No fim, toda riqueza financeira precisa estar ancorada em alguma capacidade concreta de produzir, operar, transportar, transformar e entregar. [...]


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2026/06/1059977-o-primeiro-trilionario-e-a-ilusao-da-riqueza-sem-producao.html. Acesso em 18/06/2026. Excerto

“O problema começa quando a celebração do empreendedor inovador se transforma em culto à desigualdade crescente [...]” (2º parágrafo).

Nesse trecho, a conjunção em destaque veicula sentido:

Alternativas
Q4297280 Português

Texto: O PRIMEIRO TRILIONÁRIO E A ILUSÃO DA RIQUEZA SEM PRODUÇÃO

Jean Paul Prates


A notícia de que Elon Musk se tornou o primeiro trilionário da história tem força simbólica suficiente para merecer mais do que admiração ou repulsa. Ela exige reflexão. Não apenas porque se trata de uma fortuna jamais alcançada individualmente, mas porque a forma como esse marco foi celebrado revela algo profundo sobre o espírito econômico do nosso tempo. A marca de US$ 1 trilhão não foi recebida apenas como um dado financeiro. Foi apresentada, por muitos, como uma espécie de consagração histórica da nova economia, da ousadia empreendedora e da supremacia dos ativos sobre o trabalho.


É preciso reconhecer, desde logo, que Musk não é um rentista convencional. Suas empresas mudaram setores inteiros, desafiaram monopólios tecnológicos, aceleraram a eletrificação automotiva, reduziram custos de acesso ao espaço e criaram modelos industriais que muitos julgavam improváveis. A SpaceX, em especial, é uma realização empresarial e tecnológica extraordinária. Nada disso deve ser diminuído. O problema começa quando a celebração do empreendedor inovador se transforma em culto à desigualdade crescente e quando a valorização patrimonial passa a ser tratada como medida suficiente de progresso civilizatório.


A fortuna de Musk não está em salário, nem em caixa pessoal, nem na remuneração direta pelo trabalho. Está fundamentalmente em participação acionária. [...]


Seu patrimônio decorre do valor de mercado atribuído às fatias que detém em empresas como SpaceX e Tesla. Esse detalhe é central, porque ajuda a compreender uma das grandes transformações econômicas das últimas décadas: a financeirização. Em termos simples, financeirização é o processo pelo qual ativos financeiros, expectativas de mercado e valorização patrimonial passam a comandar a lógica da economia real.


A empresa deixa de ser avaliada apenas por aquilo que produz, pelos empregos que gera, pelos lucros que entrega ou pela infraestrutura que constrói. Ela passa a ser medida, cada vez mais, pela expectativa de valor futuro que o mercado decide antecipar no presente.


Esse movimento não é necessariamente negativo. O mercado de capitais tem papel indispensável no financiamento da inovação. Muitas tecnologias de alto risco não sairiam do papel se dependessem apenas do lucro corrente ou do crédito tradicional. Foguetes reutilizáveis, constelações de satélites, veículos elétricos, inteligência artificial, semicondutores avançados e novas plataformas energéticas exigem capital paciente, disposição para risco e confiança em retornos futuros. Sem essa capacidade de financiar o ainda inexistente, a inovação andaria mais devagar.


O problema está na inversão de hierarquia. Uma coisa é usar o capital financeiro para viabilizar a produção, a tecnologia e a infraestrutura. Outra, bem diferente, é tratar a valorização financeira como finalidade última da economia. Quando isso acontece, o mercado deixa de ser instrumento e passa a ser altar. A riqueza deixa de ser compreendida como resultado de uma capacidade produtiva efetiva e passa a ser admirada como fenômeno autônomo, quase mágico, desconectado do mundo físico.


Essa é a parte nefelibata da celebração. É fantasioso imaginar que uma sociedade pode viver indefinidamente de valorizações patrimoniais, múltiplos de mercado e expectativas futuras, como se a produção tangível fosse uma etapa menor, quase vulgar, da economia. Ações não geram energia elétrica. Títulos financeiros não fabricam baterias. Avaliações bilionárias não constroem ferrovias, portos, refinarias, data centers, satélites, cabos submarinos ou redes de transmissão.


A economia financeira pode antecipar valor, organizar risco e multiplicar oportunidades. Mas ela não substitui a economia real. No fim, toda riqueza financeira precisa estar ancorada em alguma capacidade concreta de produzir, operar, transportar, transformar e entregar. [...]


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2026/06/1059977-o-primeiro-trilionario-e-a-ilusao-da-riqueza-sem-producao.html. Acesso em 18/06/2026. Excerto

Embora o autor manifeste posicionamento crítico em relação ao tema abordado, a função da linguagem predominante no texto é a:
Alternativas
Respostas
501: D
502: D
503: A
504: B
505: B
506: B
507: C
508: D
509: B
510: A
511: D
512: A
513: C
514: B
515: D
516: D
517: A
518: D
519: B
520: C