Questões de Concurso Sobre português
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Reconstrua a frase “Eu cuido da minha gata como se fosse minha filha”, substituindo a expressão comparativa por outra de mesmo valor semântico.
Leia o cartaz abaixo e responda à questão.
Luto em Luta

Fonte: Luto em Luta, 2012. Direção e produção: Pedro Serrano, Ricardo Young e Gilberto Dimenstein.
O documentário de Pedro Serrano, produzido em 2012, trata sobre a situação do trânsito a partir de depoimentos de vítimas e/ou familiares, profissionais especialistas em trânsito, médicos, políticos, psicólogos e cidadãos em geral. Ele é dividido em três partes. A primeira, "Barbárie", narra a história de estudiosos e usuários do trânsito. A segunda, "Luto", traz depoimentos de vítimas do trânsito ou de seus familiares. A terceira, "Luta", traz uma proposta de intervenção para o problema do trânsito. O documentário pode aumentar a compreensão da questão e colaborar na conscientização da população.
Leia o cartaz abaixo e responda à questão.
Luto em Luta

Fonte: Luto em Luta, 2012. Direção e produção: Pedro Serrano, Ricardo Young e Gilberto Dimenstein.
O documentário de Pedro Serrano, produzido em 2012, trata sobre a situação do trânsito a partir de depoimentos de vítimas e/ou familiares, profissionais especialistas em trânsito, médicos, políticos, psicólogos e cidadãos em geral. Ele é dividido em três partes. A primeira, "Barbárie", narra a história de estudiosos e usuários do trânsito. A segunda, "Luto", traz depoimentos de vítimas do trânsito ou de seus familiares. A terceira, "Luta", traz uma proposta de intervenção para o problema do trânsito. O documentário pode aumentar a compreensão da questão e colaborar na conscientização da população.
Leia com atenção as afirmativas abaixo:
I. Joana fez uma apologia de práticas sustentáveis durante sua apresentação na conferência ambiental.
II. Pedro tem certeza em suas habilidades e está determinado a alcançar seus objetivos profissionais.
III. Estou disposto EM ajudar no que for preciso para que o projeto seja concluído com sucesso.
IV. Após anos de tratamento e apoio, o ex-dependente químico foi reinserido a sua comunidade e agora busca reconstruir sua vida.
V. Laura está adaptada com a nova cidade, fazendo novos amigos e se envolvendo em atividades locais.
VI. Marcos sempre foi desconfiado de estranhos, o que o torna cauteloso em situações desconhecidas.
Em quais das afirmativas lidas há erro de regência nominal?
Leia com atenção as afirmativas abaixo:
I. Poderá abrir novas vagas dependendo da demanda.
II. O seu salário estará na conta amanhã a partir das zero horas.
III. Fazem dez anos que não volto àquela escola.
V. Envio anexo os relatórios solicitados.
V. Existem menas razões com as quais devemos nos preocupar hoje.
VI. É proibida venda de bebidas alcoólicas para menores.
Em quais das afirmativas lidas há erro de concordância verbal?
O valor do trabalho
Todos pedimos coisas para a vida. Cada um, a sua maneira, quer conquistar algo especial. Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor. Que só pelo fato de existirmos já temos o direito de receber.
Suponhamos que a vida nos dê alguns presentes. Encontramo-nos com as seguintes consequências:
Um presente não nos custa nada. Por isso mesmo, sempre pediremos mais e mais.
As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, tem algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo.
As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.
Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais.
Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto − no melhor dos casos − o de agradecer o presente àquele que nos concede.
Os presentes que nos são dados tiram o sentido da generosidade. A pessoa que se acostuma a receber é lenta para dar algo de si.
A vida é uma corrente que flui, que está em movimento, e nós não podemos estar fora da Vida. Sendo assim, nos corresponde fluir, nos movermos a atuar e trabalhar.
(...)
Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar.
É imprescindível que reflitamos sobre a importância de nos entregarmos à vida com toda a nossa essência e dedicação.
A mim me parece que que cada indivíduo tem sua própria maneira de buscar realizações na vida. Quem não ama nada mais do que receber presentes sem esforço, perde a oportunidade de compreender a verdadeira generosidade e a gratificação que vem do presentear.
Em síntese, mais que uma maldição, o trabalho vem a ser nossa oportunidade de redenção. E, assim, tomamos contato com o que há de melhor em nós e com a vitalidade que circula todo o Universo.
Autor: Delia Steinberg Guzmán. TEXTO ADAPTADO. Acesso em https://www.acropole.org.br/filosofia/ o-valor-do-trabalho/
As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.
Pode-se afirmar que todas as palavras a seguir são sinônimas de "percepção", presente nesse trecho, EXCETO:
O valor do trabalho
Todos pedimos coisas para a vida. Cada um, a sua maneira, quer conquistar algo especial. Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor. Que só pelo fato de existirmos já temos o direito de receber.
Suponhamos que a vida nos dê alguns presentes. Encontramo-nos com as seguintes consequências:
Um presente não nos custa nada. Por isso mesmo, sempre pediremos mais e mais.
As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, tem algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo.
As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.
Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais.
Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto − no melhor dos casos − o de agradecer o presente àquele que nos concede.
Os presentes que nos são dados tiram o sentido da generosidade. A pessoa que se acostuma a receber é lenta para dar algo de si.
A vida é uma corrente que flui, que está em movimento, e nós não podemos estar fora da Vida. Sendo assim, nos corresponde fluir, nos movermos a atuar e trabalhar.
(...)
Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar.
É imprescindível que reflitamos sobre a importância de nos entregarmos à vida com toda a nossa essência e dedicação.
A mim me parece que que cada indivíduo tem sua própria maneira de buscar realizações na vida. Quem não ama nada mais do que receber presentes sem esforço, perde a oportunidade de compreender a verdadeira generosidade e a gratificação que vem do presentear.
Em síntese, mais que uma maldição, o trabalho vem a ser nossa oportunidade de redenção. E, assim, tomamos contato com o que há de melhor em nós e com a vitalidade que circula todo o Universo.
Autor: Delia Steinberg Guzmán. TEXTO ADAPTADO. Acesso em https://www.acropole.org.br/filosofia/ o-valor-do-trabalho/
"É imprescindível que reflitamos sobre a importância de nos entregarmos à vida com toda a nossa essência e dedicação".
O valor do trabalho
Todos pedimos coisas para a vida. Cada um, a sua maneira, quer conquistar algo especial. Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor. Que só pelo fato de existirmos já temos o direito de receber.
Suponhamos que a vida nos dê alguns presentes. Encontramo-nos com as seguintes consequências:
Um presente não nos custa nada. Por isso mesmo, sempre pediremos mais e mais.
As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, tem algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo.
As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.
Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais.
Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto − no melhor dos casos − o de agradecer o presente àquele que nos concede.
Os presentes que nos são dados tiram o sentido da generosidade. A pessoa que se acostuma a receber é lenta para dar algo de si.
A vida é uma corrente que flui, que está em movimento, e nós não podemos estar fora da Vida. Sendo assim, nos corresponde fluir, nos movermos a atuar e trabalhar.
(...)
Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar.
É imprescindível que reflitamos sobre a importância de nos entregarmos à vida com toda a nossa essência e dedicação.
A mim me parece que que cada indivíduo tem sua própria maneira de buscar realizações na vida. Quem não ama nada mais do que receber presentes sem esforço, perde a oportunidade de compreender a verdadeira generosidade e a gratificação que vem do presentear.
Em síntese, mais que uma maldição, o trabalho vem a ser nossa oportunidade de redenção. E, assim, tomamos contato com o que há de melhor em nós e com a vitalidade que circula todo o Universo.
Autor: Delia Steinberg Guzmán. TEXTO ADAPTADO. Acesso em https://www.acropole.org.br/filosofia/ o-valor-do-trabalho/
Os presentes QUE NOS SÃO DADOS tiram o sentido da generosidade.
É correto afirmar que a oração "QUE NOS SÃO DADOS" é classificada como:
Em 1836, a nossa Faculdade de Medicina, tendo conhecimento desse fato, chamou a atenção do governo para ele. O Governo Imperial, no referido ano, nomeou o Dr. Vicente Moretti Fógia para fazer a análise das águas de Caldas Novas, o que o nomeado não pôde realizar completamente, visto como não dispunha de laboratório aperfeiçoado, limitando-se a fazer observações sobre os doentes que lá estavam em tratamento.
PINTO, Olegário. Discurso de 1912 na Câmara dos Deputados Federais. In: ORIENTE, T. As fabulosas águas quentes de Caldas Novas. 6. ed. Goiânia: Oriente, 1982.
De acordo com o texto, o que chamou a atenção do Governo Imperial em Caldas Novas?
Bartolomeu Bueno da Silva, o filho, quando de sua audaciosa entrada pelos sertões dos “Guaiazes”, descobriu, na fralda da serra, que depois recebeu o nome de “Caldas”, um ribeirão. Este chamou-lhe logo a atenção por serem quentes as suas águas. Interessado por ele, seguiu-o até as suas nascentes, verificando que brotava na base da serra. Após haver encontrado ouro, prosseguiu Bueno a sua viagem, ficando as águas termais um tanto esquecidas. Mesmo assim eram procuradas por enfermos.
ORIENTE, T. As fabulosas águas quentes de Caldas Novas. 6. ed. Goiânia: Oriente, 1982, p. 26.
O relato apresentado no texto produz qual efeito na interpretação sobre a origem de Caldas Novas?
Em 1905, Leopoldo de Bulhões buscava, junto ao chefe do poder Executivo, a decretação de uma intervenção federal em Goiás para depor o governador Xavier de Almeida, seu antigo aliado e agora dissidente. Diante da relutância do presidente da República em acolher a drástica medida, seu Ministro da Fazenda acabou contrariado. Como lenitivo ao aborrecimento, Rodrigues Alves resolveu convidar Bulhões para a vaga aberta no STF decorrente da aposentadoria do ministro Macedo Soares. Tudo leva a crer que neste momento, usando de sua grande perspicácia política, o prócer goiano declinou do convite, mas conseguiu indicar seu cunhado Guimarães Natal ao posto.
MENDONÇA, Jales Guedes Coelho; BELO, Eliseu Antônio da Silva. Goiás poderá ter um ministro no Supremo Tribunal Federal após 115 anos. Jornal Opção. 29 novembro 2020. Disponível em < https://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/imprensa/goias-podera-terum-ministro-no-supremo-tribunal-federal-apos-115-anos-299088/ >. Acesso em: 24 fev. 2024.
As informações do texto evidenciam que a participação de Leopoldo de Bulhões na política nacional foi
Na segunda metade do século XIX, Antônio José Caiado determinou a volta do filho Torquato da capital paulista para Goiás. Conhecendo as dificuldades da longa e sofrida viagem até sua cidade natal, o jovem enamorado teria proposto ao futuro sogro que permitisse a Claudina Fagundes de Azevedo acompanhá-lo, prometendo manter-se distante da esposa, à espera de que ela se tornasse núbil. Seguiriam ambos para Goiás, sob a guarda de uma dama de companhia, a quem caberia fiscalizar o cumprimento do acordo, selado com a palavra de honra do rapaz. Essa novelesca versão reza, ainda, que, obtida a permissão paterna, Claudina e Torquato viajaram, de fato, sob a vigilância de uma chaperone - e que o compromisso foi respeitado.
BRANCO, Lena Castello. Perfis femininos em Vila Boa de Goiás. Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, n. 30, 2019, p. 104. [Adaptado].
Esse relato da autora evidencia qual comportamento da sociedade goiana?


Texto 8
Amar dói amar
Cansei de amar,
quero ser amado.
Não quero estar no mapa,
quero ser encontrado.
Se o coração está seco
de nada adianta beijo molhado.
Grande coisa um belo olhar
se você não é notado.
[...]
VAZ, Sérgio. Flores de alvenaria. São Paulo: Global, 2016.
Texto 8
Amar dói amar
Cansei de amar,
quero ser amado.
Não quero estar no mapa,
quero ser encontrado.
Se o coração está seco
de nada adianta beijo molhado.
Grande coisa um belo olhar
se você não é notado.
[...]
VAZ, Sérgio. Flores de alvenaria. São Paulo: Global, 2016.