Questões de Concurso Sobre português

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Q3386576 Português

Leia o texto e responda a questão. 



Sem novidades no front 


Marina Colasanti 


        Esperava que o marido voltasse da guerra. Durante os primeiros anos, quando ele certamente não chegaria, preparou compotas. Depois, a partir do momento em que o regresso se tornava uma possibilidade iminente, assou pães, e a cada semana uma torta de peras, enchendo a casa com o perfume açucarado que, antes mesmo do seu sorriso, lhe daria as boas-vindas. 


        Um dia chegou o vizinho da frente. No outro chegou o vizinho do lado. E seu marido não chegou. Voltaram os gêmeos morenos. Voltaram os três irmãos louros. E seu marido não voltou. Aos poucos, todos os homens da pequena cidade estavam de volta a suas casas. Menos um. O seu.


           Paciente, ainda assim ela espanava os vidros de compotas, abria em cruz a massa levedada, e descascava peras.


        Há muito a guerra havia terminado, quando a silhueta escura parou hesitante frente ao seu portão. Antes que sequer batesse palmas, foi ela recebê-lo, de avental limpo. E puxando-o pela mão o trouxe para dentro, fez que lavasse o rosto na pia mesmo da cozinha, sentasse à mesa, enfim um homem no espaço que a ele sempre fora dedicado. 


        Encheu-lhe o copo de vinho, serviu-lhe a fatia de torta. Profunda paz a invadia enquanto o olhava comer esfaimado. E esforçando-se para não perceber que aquele não era o seu marido, começou a fazer-lhe perguntas sobre o front.

Identifique o substantivo masculino na frase "Esperava que o marido voltasse da guerra" e classifique-o quanto ao número.
Alternativas
Q3386575 Português

Leia o texto e responda a questão. 



Sem novidades no front 


Marina Colasanti 


        Esperava que o marido voltasse da guerra. Durante os primeiros anos, quando ele certamente não chegaria, preparou compotas. Depois, a partir do momento em que o regresso se tornava uma possibilidade iminente, assou pães, e a cada semana uma torta de peras, enchendo a casa com o perfume açucarado que, antes mesmo do seu sorriso, lhe daria as boas-vindas. 


        Um dia chegou o vizinho da frente. No outro chegou o vizinho do lado. E seu marido não chegou. Voltaram os gêmeos morenos. Voltaram os três irmãos louros. E seu marido não voltou. Aos poucos, todos os homens da pequena cidade estavam de volta a suas casas. Menos um. O seu.


           Paciente, ainda assim ela espanava os vidros de compotas, abria em cruz a massa levedada, e descascava peras.


        Há muito a guerra havia terminado, quando a silhueta escura parou hesitante frente ao seu portão. Antes que sequer batesse palmas, foi ela recebê-lo, de avental limpo. E puxando-o pela mão o trouxe para dentro, fez que lavasse o rosto na pia mesmo da cozinha, sentasse à mesa, enfim um homem no espaço que a ele sempre fora dedicado. 


        Encheu-lhe o copo de vinho, serviu-lhe a fatia de torta. Profunda paz a invadia enquanto o olhava comer esfaimado. E esforçando-se para não perceber que aquele não era o seu marido, começou a fazer-lhe perguntas sobre o front.

Em “Aos poucos, todos os homens da pequena cidade estavam de volta a suas casas”, a expressão “aos poucos” indica: 
Alternativas
Q3386574 Português

Leia o texto e responda a questão. 



Sem novidades no front 


Marina Colasanti 


        Esperava que o marido voltasse da guerra. Durante os primeiros anos, quando ele certamente não chegaria, preparou compotas. Depois, a partir do momento em que o regresso se tornava uma possibilidade iminente, assou pães, e a cada semana uma torta de peras, enchendo a casa com o perfume açucarado que, antes mesmo do seu sorriso, lhe daria as boas-vindas. 


        Um dia chegou o vizinho da frente. No outro chegou o vizinho do lado. E seu marido não chegou. Voltaram os gêmeos morenos. Voltaram os três irmãos louros. E seu marido não voltou. Aos poucos, todos os homens da pequena cidade estavam de volta a suas casas. Menos um. O seu.


           Paciente, ainda assim ela espanava os vidros de compotas, abria em cruz a massa levedada, e descascava peras.


        Há muito a guerra havia terminado, quando a silhueta escura parou hesitante frente ao seu portão. Antes que sequer batesse palmas, foi ela recebê-lo, de avental limpo. E puxando-o pela mão o trouxe para dentro, fez que lavasse o rosto na pia mesmo da cozinha, sentasse à mesa, enfim um homem no espaço que a ele sempre fora dedicado. 


        Encheu-lhe o copo de vinho, serviu-lhe a fatia de torta. Profunda paz a invadia enquanto o olhava comer esfaimado. E esforçando-se para não perceber que aquele não era o seu marido, começou a fazer-lhe perguntas sobre o front.

No trecho “Paciente, ainda assim ela espanava os vidros de compotas, abria em cruz a massa levedada, e descascava peras”, o adjetivo “paciente” qualifica: 
Alternativas
Q3386573 Português

Leia o texto e responda a questão. 



Sem novidades no front 


Marina Colasanti 


        Esperava que o marido voltasse da guerra. Durante os primeiros anos, quando ele certamente não chegaria, preparou compotas. Depois, a partir do momento em que o regresso se tornava uma possibilidade iminente, assou pães, e a cada semana uma torta de peras, enchendo a casa com o perfume açucarado que, antes mesmo do seu sorriso, lhe daria as boas-vindas. 


        Um dia chegou o vizinho da frente. No outro chegou o vizinho do lado. E seu marido não chegou. Voltaram os gêmeos morenos. Voltaram os três irmãos louros. E seu marido não voltou. Aos poucos, todos os homens da pequena cidade estavam de volta a suas casas. Menos um. O seu.


           Paciente, ainda assim ela espanava os vidros de compotas, abria em cruz a massa levedada, e descascava peras.


        Há muito a guerra havia terminado, quando a silhueta escura parou hesitante frente ao seu portão. Antes que sequer batesse palmas, foi ela recebê-lo, de avental limpo. E puxando-o pela mão o trouxe para dentro, fez que lavasse o rosto na pia mesmo da cozinha, sentasse à mesa, enfim um homem no espaço que a ele sempre fora dedicado. 


        Encheu-lhe o copo de vinho, serviu-lhe a fatia de torta. Profunda paz a invadia enquanto o olhava comer esfaimado. E esforçando-se para não perceber que aquele não era o seu marido, começou a fazer-lhe perguntas sobre o front.

Qual foi a atitude da mulher em relação à espera pelo marido ao longo do tempo? 
Alternativas
Q3386487 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O valor do trabalho

Todos pedimos coisas para a vida. Cada um, a sua maneira, quer conquistar algo especial. Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor. Que só pelo fato de existirmos já temos o direito de receber.
Suponhamos que a vida nos dê alguns presentes. Encontramo-nos com as seguintes consequências:
Um presente não nos custa nada. Por isso mesmo, sempre pediremos mais e mais.
As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, tem algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo.
As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.
Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais.
Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto − no melhor dos casos − o de agradecer o presente àquele que nos concede.
Os presentes que nos são dados tiram o sentido da generosidade. A pessoa que se acostuma a receber é lenta para dar algo de si.
A vida é uma corrente que flui, que está em movimento, e nós não podemos estar fora da Vida. Sendo assim, nos corresponde fluir, nos movermos a atuar e trabalhar.
(...)
Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar.
É imprescindível que reflitamos sobre a importância de nos entregarmos à vida com toda a nossa essência e dedicação.
A mim me parece que que cada indivíduo tem sua própria maneira de buscar realizações na vida. Quem não ama nada mais do que receber presentes sem esforço, perde a oportunidade de compreender a verdadeira generosidade e a gratificação que vem do presentear.
Em síntese, mais que uma maldição, o trabalho vem a ser nossa oportunidade de redenção. E, assim, tomamos contato com o que há de melhor em nós e com a vitalidade que circula todo o Universo.

Autor: Delia Steinberg Guzmán. TEXTO ADAPTADO. Acesso em https://www.acropole.org.br/filosofia/ o-valor-do-trabalho/


Acerca do trecho: Meu caro, aprenda com o ERRO.", o processo de formação do vocábulo ERRO foi:
Alternativas
Q3386483 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O valor do trabalho

Todos pedimos coisas para a vida. Cada um, a sua maneira, quer conquistar algo especial. Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor. Que só pelo fato de existirmos já temos o direito de receber.
Suponhamos que a vida nos dê alguns presentes. Encontramo-nos com as seguintes consequências:
Um presente não nos custa nada. Por isso mesmo, sempre pediremos mais e mais.
As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, tem algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo.
As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.
Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais.
Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto − no melhor dos casos − o de agradecer o presente àquele que nos concede.
Os presentes que nos são dados tiram o sentido da generosidade. A pessoa que se acostuma a receber é lenta para dar algo de si.
A vida é uma corrente que flui, que está em movimento, e nós não podemos estar fora da Vida. Sendo assim, nos corresponde fluir, nos movermos a atuar e trabalhar.
(...)
Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar.
É imprescindível que reflitamos sobre a importância de nos entregarmos à vida com toda a nossa essência e dedicação.
A mim me parece que que cada indivíduo tem sua própria maneira de buscar realizações na vida. Quem não ama nada mais do que receber presentes sem esforço, perde a oportunidade de compreender a verdadeira generosidade e a gratificação que vem do presentear.
Em síntese, mais que uma maldição, o trabalho vem a ser nossa oportunidade de redenção. E, assim, tomamos contato com o que há de melhor em nós e com a vitalidade que circula todo o Universo.

Autor: Delia Steinberg Guzmán. TEXTO ADAPTADO. Acesso em https://www.acropole.org.br/filosofia/ o-valor-do-trabalho/


Em relação ao texto "O valor do trabalho" é correto afirmar que:
Alternativas
Q3386386 Português

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Tratando-se de discurso, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.



( ) Discurso direto é aquele em que o narrador reproduz textualmente a fala das personagens.


( ) Discurso indireto é aquele em que o narrador incorpora à sua fala das personagens, transmitindo-a, assim, indiretamente, com suas palavras e não textualmente.


( ) Discurso indireto livre: o narrador apresenta livremente os pensamentos das personagens.


( ) Discurso é o enunciado, ou texto, produzido em uma situação de enunciação e determinado pelas condições históricas e sociais.

Alternativas
Q3386385 Português

Tratando-se de concordância nominal, atribua (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.



( ) A palavra barato, quando se refere a um substantivo, concorda com ele.


( ) A palavra barato, quando se refere a um verbo ou adjetivo, permanece invariável.


( ) A palavra bastante, quando se refere a um substantivo, concorda com ele.


( ) A palavra bastante, quando se refere a um verbo ou adjetivo, permanece invariável.

Alternativas
Q3386384 Português

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Ao expor o correto uso, ou não da crase, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa devida.



( ) Entraram uma a uma.


( ) Gaivotas voam rente a terra.


( ) No mês de maio faremos uma homenagem às mães.


( ) Peço à Vossa Senhoria o obséquio de atender meu pedido.


( ) Nestas férias, voltarei à terra onde nasci.

Alternativas
Q3386383 Português

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Em se tratando do emprego do hífen, coloque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.



( ) Emprega-se o hífen com os prefixos hiper-, inter-, super-, quando o segundo elemento começar por r. Exemplos: hiper-requintado, inter-resistente, super-revista.


( ) Aplica-se o hífen com os prefixos tônicos acentuados graficamente pós-, pré-, pró-, quando o segundo elemento tiver vida à parte. Exemplos: pós-graduação, pré-escolar, pró-labore.


( ) Não se emprega hífen quando o prefixo terminar em vogal e o segundo elemento começar por r ou s, duplicando-se essas letras. Exemplos: minissaia, microssistema.


( ) Não se emprega hífen quando o prefixo terminar em vogal e o segundo elemento começar por uma vogal diferente. Exemplos: extraescolar, autoestrada, agroindustrial.

Alternativas
Q3386382 Português

Leia o texto para responder à próxima questão.


Mal secreto. (Raimundo Correia).  


 


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Se a cólera que espuma, a dor que mora

Na alma, e destrói cada ilusão que nasce,

Tudo o que punge, tudo o que devora

O coração, no rosto se estampasse;


Se se pudesse o espírito que chora,

Ver através da máscara da face,

Quanta gente, talvez, que inveja agora

Nos causa, então piedade nos causasse!


Quanta gente que ri, talvez, consigo

Guarda um atroz, recôndito inimigo,

Como invisível chaga cancerosa!


Quanta gente que ri, talvez existe,

Cuja ventura única consiste

Em parecer aos outros venturosa!

De acordo com o texto, pode-se compreender que a palavra “atroz” significa:  
Alternativas
Q3386381 Português

Leia o texto para responder à próxima questão.


Mal secreto. (Raimundo Correia).  


 


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Se a cólera que espuma, a dor que mora

Na alma, e destrói cada ilusão que nasce,

Tudo o que punge, tudo o que devora

O coração, no rosto se estampasse;


Se se pudesse o espírito que chora,

Ver através da máscara da face,

Quanta gente, talvez, que inveja agora

Nos causa, então piedade nos causasse!


Quanta gente que ri, talvez, consigo

Guarda um atroz, recôndito inimigo,

Como invisível chaga cancerosa!


Quanta gente que ri, talvez existe,

Cuja ventura única consiste

Em parecer aos outros venturosa!

Marque a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas das palavras do texto (piedade, causasse, estampasse).
Alternativas
Q3386380 Português

Leia o texto para responder à próxima questão.


Mal secreto. (Raimundo Correia).  


 


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Se a cólera que espuma, a dor que mora

Na alma, e destrói cada ilusão que nasce,

Tudo o que punge, tudo o que devora

O coração, no rosto se estampasse;


Se se pudesse o espírito que chora,

Ver através da máscara da face,

Quanta gente, talvez, que inveja agora

Nos causa, então piedade nos causasse!


Quanta gente que ri, talvez, consigo

Guarda um atroz, recôndito inimigo,

Como invisível chaga cancerosa!


Quanta gente que ri, talvez existe,

Cuja ventura única consiste

Em parecer aos outros venturosa!

Tratando-se de encontros vocálicos, as palavras do texto (causa, então, outros) são respectivamente: 
Alternativas
Q3386379 Português

Leia o texto para responder à próxima questão.


Mal secreto. (Raimundo Correia).  


 


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Se a cólera que espuma, a dor que mora

Na alma, e destrói cada ilusão que nasce,

Tudo o que punge, tudo o que devora

O coração, no rosto se estampasse;


Se se pudesse o espírito que chora,

Ver através da máscara da face,

Quanta gente, talvez, que inveja agora

Nos causa, então piedade nos causasse!


Quanta gente que ri, talvez, consigo

Guarda um atroz, recôndito inimigo,

Como invisível chaga cancerosa!


Quanta gente que ri, talvez existe,

Cuja ventura única consiste

Em parecer aos outros venturosa!

Na estrofe do texto “Se a cólera que espuma, a dor que mora / Na alma, e destrói cada ilusão que nasce, / Tudo o que punge, tudo o que devora / O coração, no rosto se estampasse”. A oração grifada é: 
Alternativas
Q3386378 Português

Leia o texto para responder à próxima questão.


Mal secreto. (Raimundo Correia).  


 


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Se a cólera que espuma, a dor que mora

Na alma, e destrói cada ilusão que nasce,

Tudo o que punge, tudo o que devora

O coração, no rosto se estampasse;


Se se pudesse o espírito que chora,

Ver através da máscara da face,

Quanta gente, talvez, que inveja agora

Nos causa, então piedade nos causasse!


Quanta gente que ri, talvez, consigo

Guarda um atroz, recôndito inimigo,

Como invisível chaga cancerosa!


Quanta gente que ri, talvez existe,

Cuja ventura única consiste

Em parecer aos outros venturosa!

Com base na leitura do texto, assinale a alternativa incorreta.  

Alternativas
Q3386357 Português

Analise o seguinte trecho retirado do site Oficial da Câmara Municipal de Formigueiro, (RS) e, de acordo com o referido site, assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.


“A __________ tem como objetivo estabelecer um canal de interlocução entre a Câmara Municipal de Formigueiro, (RS) e a sociedade. Por intermédio dela, você poderá apresentar elogios, sugestões, reclamações, dúvidas e denúncias, além de quaisquer outros encaminhamentos relacionados ao trabalho do Legislativo ou aos serviços públicos prestados em nosso Município, tendo a certeza que, dentre as competências da Câmara Municipal de Vereadores, nós daremos o devido encaminhamento e um retorno a você, cidadão”.

Alternativas
Q3386352 Português

Verifique o excerto de notícia a seguir, retirado do site do G1 e marque a alternativa que completa corretamente as lacunas.


“A população da cidade de Formigueiro, (RS), chegou a _______________ no Censo de 2022, o que representa uma __________ de -8,57% em comparação com o Censo de 2010. Os resultados foram divulgados nesta quartafeira, (28), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, (IBGE)”.


Disponível em: https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2023/06/28/populacao-de-formigueiro-rs-e-de6-413-pessoas-aponta-o-censo-do-ibge.ghtmlPublicada em: 28 jun. 2023.

Alternativas
Q3386347 Português

Leia o fragmento do Hino da Cidade extraído do site Oficial da Câmara Municipal de Formigueiro, (RS) e assinale a alternativa com as palavras que completam corretamente as lacunas.



“Do fundo dos tempos, das velhas estâncias,


__________ padroeiro te iluminou


O nome da terra ainda era estância


E Deus a semente de um povo __________”.



Disponível em: https://www.formigueiro.rs.leg.br/imprensa/institucional/Hino-do-Municipio/1/2023/22

Alternativas
Q3386327 Português

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No quadro, a oração ... mas viver sem amor ... é:

Alternativas
Q3386326 Português

Assinale a alternativa, onde há predicativo do sujeito.  

Alternativas
Respostas
49841: C
49842: D
49843: A
49844: B
49845: A
49846: A
49847: C
49848: B
49849: A
49850: C
49851: D
49852: A
49853: B
49854: C
49855: D
49856: A
49857: B
49858: D
49859: A
49860: B